Apertar o cinto, ordem do SR PR…

a969eb2dea204cd888ec18a2741a8e50.jpg

Passo a transcrever a seguinte noticia na integra:

«Portugal “dificilmente escapará dos efeitos da crise” Cavaco comenta situação das Bolsas internacionaisO Presidente da República (PR) admitiu hoje, em Arouca, que Portugal “dificilmente” não será também atingido pela crise dos mercados bolsistas internacionais. Cavaco Silva que, por um lado, se mostrou confiante nas políticas do Governo e no tecido empresarial, por outro deixou um alerta para tempos difíceis que se aproximam.

Imprimir

Mas, apesar disso, Cavaco Silva manifestou confiança nos portugueses e mostrou-se contra qualquer ideia de pessimismo.

“Parecia inevitável que a crise dos mercados financeiros internacionais tivesse um efeito negativo sobre a economia real”, disse o PR ao recordar que na sua mensagem de Ano Novo já o tinha advertido.

“Portugal dificilmente não será também atingido um pouco por aquilo que se passa” a nível internacional, previu.

O alerta de Cavaco para o “aperto de cinto”

“Temos que nos preparar para uma nova realidade de taxas de juro mais elevadas, crédito mais escasso e clientes de Portugal com economias mais fracas”, alertou Cavaco Silva.

“Mas penso que Portugal, com confiança, políticas correctas, com rigor face aos recursos de que dispomos, pode ultrapassar as dificuldades”, disse.

“Tenho confiança nos portugueses, nos empresários portugueses, na sua capacidade de adaptação a esta realidade”, sublinhou Cavaco.

“As coisas mudaram”, alertou, sublinhando que “não podemos ter ilusões quanto a isso”.

O optimismo e as cautelas do Presidente

Numa nota de esperança várias vezes reiterada, Cavaco disse acreditar que Portugal “poderá ultrapassar” as dificuldades que afirmou, esperar, não sejam maiores.

A confiança do presidente é alicerçada no facto do investimento interno e externo dar bons sinais em 2008.

“A variável investimento é positiva para Portugal”, afirmou.

“Há vários projectos que irão começar durante o ano de 2008”, afirmou, voltando a alertar: “Mas temos que nos preparar a nível empresarial, e em particular, para apostas mais fortes na competitividade, inovação, e conquista de novos mercados”.

“Não podemos cair no desânimo e pessimismo”, afirmou, declarando-se contra “toda a ideia de pessimismo”, apesar da situação não ser fácil.

Para Cavaco Silva, a dimensão da crise bolsista “ultrapassa todas as análises que se faziam da crise do ‘subprime’ nos Estados Unidos”.

Economia “está hoje melhor” do que há dois anos

Cavaco Silva, reconheceu que a economia portuguesa está hoje melhor do que quando foi eleito para o cargo há dois anos.

“Tenho que dizer, com seriedade, que está melhor, na medida em que a taxa de crescimento económico é hoje mais forte do que era quando fui eleito”, reconheceu o Presidente.

“A confiança, apesar de tudo, também é hoje mais forte do que era há dois anos a esta parte”, disse.

Portugal e a aproximação à União Europeia

“Mas também disse, na minha mensagem presidencial de Ano Novo, que não estávamos suficientemente seguros em afirmar que Portugal vai aproximar-se, de forma sustentada, da média de desenvolvimento dos países da União Europeia”, declarou.

“As coisas apontavam que 2008 poderia ser um ano de aproximação a essa média, mas agora surgiram, no cenário internacional, indicações que dificilmente não terão efeito sobre todos os países da Europa”, afirmou.

Inquirido sobre se não se deveriam fazer correcções às previsões económicas, Cavaco Silva afirmou: “isso compete ao governo”

»

Noticia retirada do site: http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20080122+Portugal+dificilmente+escapara+dos+efeitos+da+crise.htm , em 22 de Janeiro de 2007

Acho engraçado, o PR vir a publico dizer que Portugal se ia ressentir da crise internacional, na minha opinião, nunca saimos dessa crise…que bem desde o início do século.

Nem com a troca de governo se andou para a frente, mas sim, andamos para trás, perdemos valores como a liberdade e caimos num fascimos à boa moda de 1974.

Sr PR, tome consiência, isto não é, nem nunca deveria ser um jogo de cores num tabuleiro em forma de Portugal, isto deveria ser uma entreajuda entre todos para termos um país melhor em todos os níveis.

Não tenho dúvidas que vamos cair de novo em recessão, ainda hoje vi na imprensa generalista que os idosos são os que menos ganham da UE, e os que mais pessimistas estão…porque será??

Os activos também têm receio das reformas e apesar dos ordenados de miséria que ha, ainda se poupa mais que os outros países da UE, ou seja, temos familias que estão a realizar um esforço brutal a todos os níveis e vem hoje o sr PR dizer que ainda temos que apertar mais o cinto??

Eu quero trabalhar, mas por ter qualificações a mais não encontro posto de trabalho, pois mesmo que concorra aos abaixo, dizem que tenho qualificações a mais, mesmo assim gastei um dinheirão num curso superior, pra receber em troca um não pelo investimento realizado…

Eu concordo que se importe as leis de la de fora, como é o caso da tão famosa lei do tabaco, leis de para as cartas condução, para a saude…etc, mas em troca exijo que se importem as leis dos rendimentos, ou seja, termos rendimentos ao nível dos outros países da UE e as mesmas respectivas regalias sociais em vigor, termos a saude e educação no mesmo patamar europeu…, etc

Tenho consiencia que nunca vai acontecer isso, é com tristeza que digo, o país que me viu nascer não me quer, e com certeza se calhar um dia vou dizer que tembém não o quero, o que deveria ser uma relação de simbiose entre país e cidadão, vai acabar, pois a juventude não tem culpa dos erros dos que cá andaram, não tem culpa de não ter emprego, não tem culpa de a assembleia da republica ser mais um jogo que um serviço ao cidadão.

Estamos fartos de sermos os ultimos da UE nas causas piores, de sermos um país facista em determinados aspectos, de não termos um ordenado condigno que nos permita ter uma vida como a dos nossos país, pelo menos, de termos uma habitação condigna das nossas necessidades, e de podermos ter os filhos que voces querem. Penso que não os vão ter, sem estabelecimentos de saude e de ensino, sem rendimentos considerados normais, sem habitação, e acima de tudo, sem reconhecimento e uma politica com visão no médio – longo prazo não vão lá.

Eu não invisto neste país enquanto não sentir que estamos a caminhar no rumo certo, nem eu, nem muitos jovens deste país, essa será sem duvida a vossa pedra no sapato, que vos vai impedir de progredir, e vai obrigar a apertar o cinto ainda mais que o sr PR vem a dizer hoje na imprensa generalista.

Força Portugal, tamos quase no abismo…

Tenho dito.

RT

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: