Descida de 1 ponto percentual do IVA, Será mais uma questão política…

Recebemos a noticia hoje ao inicio da tarde de que o Governo baixou em 1 ponto percentual a taxa máxima do IVA, sendo que esta medida irá ter efeitos somente a partir do próximo dia 1 de Julho de 2008.

Pois bem, não fosse hoje também o INE ter tornado publico um relatório onde indica que o défice nacional encontra-se muito abaixo dos 3% exigidos pela UE, ou seja, esta em cerca de 2,4%.

Esta medida, não da margem na minha opinião para que o PM mantivesse os impostos, nomeadamente o IVA numa taxa tão elevada, devemos ter em conta que o IVA è um imposto cego.

No entanto, esta medida na minha opinião, não vai alterar em nada o panorama de preços, pois entra em vigor somente em Julho, o que vai permitir aos operadores económicos para se prepararem para colocarem os preços da forma que mais convierem, ou seja, se nem sequer baixar, veja-se por exemplo, o caso recente dos ginásios.

Mesmo em bens que são tributados a taxa máxima, mas que são essenciais, a medida não vai adiantar muito, veja-se o caso dos combustíveis, que  o preço oscila ao sabor das cotações internacioanais.

Na minha opinião, a descida da taxa do IVA, é mais um sinal de que a maquina do partido socialista entrou em «campanha eleitoral», mas nada, nem ninguém pode confirmar se o PM for reeleito não vai voltar a subir os impostos como fez na actual legislatura ao fim de poucos meses da mesma ter iniciado.

Devemos ter em conta que a verdadeira crise que os portugueses vivem, deve-se aos impostos mas não só, devem-se ter em conta também o desemprego, a precariedade laboral essencialmente dos jovens e o problema cada vez mais grave dos licenciados a quem o mercado não tem capacidade de absorver e de com eles poder competir com outros players a nível do mercado mundial.

Este é o retrato do País que temos…

Tenho Dito

RT

Analise da semana pré Pascal

A analise à semana que hoje mais cedo termina, em virtude das festividades pascais, tenho a indicar que mais uma vez aconteceram as fantasticas greves de modo a tornar o fim de semana ainda mais alargado, faço menção à greve dos CTT, e à tarde de hoje, concedida pelo nosso PM à FP, o mais ridículo é mesmo, o justificação do mesmo para tal facto ocorra, «já é tradição», pois bem leva-me a pensar que os privados se faltarem às quintas feiras santas ao trabalho todos os anos, daqui a alguns anos passa a ser «tradição», e como tal depois passam a ter a Quinta Feira Santa também. É claro que ninuém no seu perfeito juízo faz isso, eu pessoalmente já trabalhei Quintas, Sextas feiras Santas e mesmo Páscoa no mesmo ano, e não morri, é uma questão de habito, já trabalhei também em vésperas e dia de natal, não foi das melhores coisas, mas foi um facto.  A minha analise defende que: os dias como feriados já de calendário a maior parte da população não deve trabalhar, alguma deve assegurar serviços minimos, e nos dias em que não há consagração de feriado, quem não quer deve solicitar férias, e não inventar greves, ou solicitar amnistias do PM. (Devo salientar que a minha profissão quando trabalhei aqueles dias, mencionados acima, não eram serviços mínimos, mas fica para próximas nupcias).

Outra situação a salientar desta semana, é o petróleo, parece que finalmente com a procura a baixar, parece que o preço tende a descer, mas na minha opinião penso que é pura fachad, pois para a semana já deve negociar acima dos 100 USD, e como tal, vamos voltar ao mesmo.

No entanto e como o petroleo já baixou no dia de ontem, espero ver combustiveis mais baratos já este fim de semama pascal nas bombas nacionais. LOLOL, esta é mesmo uma piada, pois não acredito que as petroliferas queiram perder um centimo de lucro.

Tenho dito.

RT

E com tal «piada» fecho este comentário e desejo a todos Uma Santa Páscoa  2008 e cuidado com as amêndoas…lol

padcoa.jpg

Bébes, precisam-se…

Este tema já foi por mim postado no post anterior, mas ao ler uma reportagem de uma revista de um semanário que saiu esta semana, onde tinha no assunto da capa, « Bebes precisam-se…».

Após a leitura do artigo da referida revista, onde dizia que as coisas todas que já sabemos, tais como as mulheres têm filhos cada vez mais tardiamente devido a compromissos de ordem académico em primeira estância e mais tarde devido a questão de carreira. Pois bem, eu não condeno e apoio esta aposta por parte das mulheres, e da igualdade de direitos das mesmas perante os homens. Acho sim que devem o fazer, e ser facilitado nas empresas o natalidade, e não fazer coisas como desregular horários, não fazer cedências nos períodos de amamentação, despedir especialmente as que estão a contractos verem o seu contracto renovado.

Outra questão, é a da precariedade do país, eu já num post anterior disse, a questão de um emprego estável, com ordenados não rídiculos, deve ser equacionada, os jovens com formação superior e mesmo a maior parte com ensino secundário, já estão habituados a serem usados e mastigados pelas empresas e no fim…pontapé no traseiro. Assim não se chega a lado nenhum.

Em resposta ao artigo, e para conhecimento geral sugiro:

–   o incentivo aos jovens, deve forçosamente passar não só por material, mas por fazer acreditar, ou seja, criar postos de trabalho reais, para necessidades reais, com objectivos reais, e não andarmos num regime de contrata, gasta e deita fora, o que está em causa não é de dar azo a preguiça, mas de as pessoas assegurarem as gerações vindouras; nas décadas de 60, 70, 80, os postos de trabalho que existiam eram reais, poderia haver os de contractos, mas tinham mais a finalidade de testar as pessoas, do que propriamente as usar.

– Outra medida, é denominada de cada macaco no seu ganho, ou seja, é de estabelecer limites nas contratações, ou seja, por as pessoas com formação superior em cargos de responsabilidade para as quais os seus cursos deram origem, e não de andar a «adaptar» pessoas com formação ao nível do secundário para cargos que se destinam aos de formação superior, com isto, ganha-se em menos desperdício de recursos a todos os níveis, essencialmente, financeiros que parece que é o que faz mover as empresas em Portugal, é de obter o máximo lucro com o mínimo de trabalho, logo usa bem o contrata-despede.

– Facilitar  e incentivar as mulheres a terem filhos, quer trabalham a 1 , 2 , 3 ou mais anos nas organizações, ter a consciência que estão a contribuir para o futuro do país, ao nas empresas darem a facilidade de fecundação das suas funcionárias.

Perante estas medidas, que são algumas, muito mais tinha a colocar aqui, só tenho a salientar, Portugal ao continuar nesta situação, não vai motivar a juventude a ter crianças, a formar família,

A nossa sociedade além de ter muitas ideologias de cariz fascista, está a tornar-se egocêntrica, e esquece-se que um País não é uma só pessoa, mas são um conjunto de habitantes, que no caso de Portugal, são cada vez menos, devido a um capitalismo exacerbado que visa reinar em vez de se pensar mais na vida, e nas pessoas.

Um aviso, e para terminar, senhores capitalistas, se querem ter pão, comida, gasolina, carros entre outros bens, quando se reformarem, lembrem-se que devem investir nas pessoas hoje, porque na idade da vossa reforma, em que precisem de cuidados mesmo ao nível mais primário, podem não o ter, porque se vamos ser egocêntricos, cada um que se arranje, portanto nessa altura comerão tago, podem nem ter saúde, e tem que fazer gasolina, carros, tudo sozinhos, mas coisas que ai o dinheiro pode já não pagar,pois o custo de vida será cada vez maior, Um aparte, levem tudo para a cova, pode fazer jeito…

Tenho dito

RT

País que temos….

Desde já peço desculpa por me ter ausentado de ter postado com a regularidade necessária.

Hoje venho aqui para vos falar um pouco deste país que cada vez cai mais para um país de 3º mundo que outra coisa, senão vejamos, os casos recentes de criminalidade que têm acontecido um pouco por todo o país são na minha opinião de algum facilitismo no acesso às armas, mas, acima de tudo, a factores sociais como são o desemprego, os baixos salários e o nível de vida que se encontra muito acima dos nossos salários.

Vejamos o meu ponto de vista: se há mais desemprego, as pessoas tem mais tempo disponível para poder se dedicar ou mesmo pensar e quiçá congeminar coisas, como crimes; se estão desempregadas, tem menos rendimento disponível e como tal se as taxas de juro escalam, se a inflação aumenta, e as pessoas tem contas para pagar, e não tem rendimento para tal, o que fazem???pois é, roubam…e ao roubar, como são inexperientes, por vezes matem sem querer. Esta mesma teoria serve para os nossos ordenados ridículos face o nosso custo de vida, o nosso ordenado mínimo deveria estar adequado a países que tivessem inflações e taxas de juro bem abaixo das nossas.

O problema deste país é acreditar nas pessoas, hoje em dia o patrão não que dar confiança ao trabalhador, e o trabalhador não que nada com o patrão, pois sabe que se trabalha a prazo, o que não é nada de novo, o novo é que a miséria dos nossos ordenados não dá para quase nada.

Um jovem casal, jamais pode pensar hoje em comprar casa com o nosso ordenado mínimo, coisas que teoricamente deveria ser possível..

Perante isto, Sr Socrates, quando se lembrar que precisa de pessoas daqui a uns anos, e que o seu projecto para incremento da natalidade só vingou nas classes com níveis de literacia baixos ou muito baixos, vai perceber que, é preciso por os jovens a ter filhos em taxas que jamais as vai conseguir  realizar.

O futuro deveria ser hoje, e não amanha…

Tenho Dito!!!!!

RT