Politica de (DE)semprego…..

Passo a transcrever uma nóticia mais uma vez do jornal Agência Financeira de 12 de Setembro de 2008:

«

Meta anunciada está mais longe do que defende o primeiro-ministroUm total de 27% dos 130 mil novos postos de trabalho que José Sócrates diz terem sido criados desde que chegou ao poder foram, na realidade, empregos arranjados no estrangeiro por residentes em território nacional, escreve o «Jornal de Negócios».Quer isto dizer que a meta de criação de 150 mil novos empregos em Portugal está, não a 20 mil empregos de distância como o primeiro-ministro reclamou em meados de Agosto, mas sim a mais de 50 mil.

Entre o primeiro trimestre de 2005 e o segundo trimestre deste ano, o número de residentes com emprego aumentou, de facto, segundo os números do INE, em 133,7 mil. Só que as estatísticas oficiais incluem também os empregos encontrados por residentes no estrangeiro que, neste período, aumentaram em 36 mil, adianta o «JdN».»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=990187&div_id=1730

Pois bem, apesar de estar desempregado, o que por se calhar motivou a escolha desta notícia que veio hoje na imprensa nacional, e que por formação académica estou mais atento a este tipo de informações.

Fora a questão política, que essa já não se aplica pelo menos a jovens nascidos após o 25 de Abril de 74, pois não acreditam na seriedade dos políticos, nem muito menos para que serve a assembleia, se vira o disco e toca o mesmo, o que muda é o formato, uns são mais vinil e outros mais mp3 (entenda-se, conservadores e liberais).

O Sr Engenheiro que está lá como PM, prometeu criar um número de empregos, mas esqueceu-se que criou, mas foi empregos precários a níveis salariais e contractuais, no entanto, perderam-se unidades de emprego importantes, aos mais diversos níveis, mas o mais grave, foi que as unidades que se perderam, foram superiores às que foram ganhas, ou seja, ele para combater o défice economico, destruí o défice do emprego.

Uma boa política de emprego, sustentada em apostas nos mais diversos escalões e bem sustentada, é uma mais valia para uma competitividade sustentada, quer a nível nacional, quer a nível global.

O que se assiste em Portugal, a nível de emprego, é que existem empregos precários mas existem sempre para quadros com baixas qualificações, e que estes encontram emprego facilmente, muitos até estão alocados às denominadas empresas de Trabalho Temporário, e saem de um lado e vão para outro facilmente, e muitos exigem altas remunerações, pois não se encontra ninguém tão especialializado para determinado emprego.

Moral da História

Portugal ainda está a tempo de poder efectuar correcções na política de emprego, penso que nesta legislatura não será possível mas ao pensar no médio-longo prazo, uma boa política vai sempre fazer a diferença no mercado global que é onde estamos inseridos.

Tenho Dito

RT

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