Formação para executivos…para quando para todos??e em todo o país???

Formação

A notícia que vou comentar hoje, trata-se de uma notícia que li no site da Agência Financeira no dia 19 de Junho de 2009, passo a transcrever a mesma, seguido do habitual comentário:

« Foram escolhidos entre 280 candidatos para a Universidade Nova

40 executivos no desemprego vão ter formação gratuita

Programa é vocacionado para quadros de alto potencial desempregados há mais de seis mesesAo todo são 40 os executivos desempregados que foram escolhidos para ter formação gratuita. Estão no desemprego há mais de 6 meses e foram eleitos pela Universidade Nova de Lisboa num rol de 280 candidatos.

A primeira edição deste programa gratuito e intensivo de formação, intitulado JumpStart, arranca esta sexta-feira e tem como objectivo desenvolver o potencial em gestão, escreve a Lusa. O curso terá a duração de quatro semanas.

No centro da ideia esteve o Nova Forum, Instituto de Formação de Executivos daquela universidade, que lembra que o programa é «vocacionado para quadros de alto potencial desempregados há mais de seis meses».

Para já, os custos do programa, que conta com a parceria das empresas Egon Zehnder e InovCapital, serão comportados pela Nova Forum.

Dos 40 participantes, 26 são homens e 14 são mulheres. 80% vive na região de Lisboa e terão acesso gratuito à formação, materiais, refeições e certificado.

Quase um terço tem uma licenciatura em Gestão. Os outros são licenciados em Engenharia, Matemática, Marketing, Economia, Comunicação, Direito, Psicologia, Gestão de recursos humanos, Turismo, Biologia e Física.

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1070712&div_id=1730 a 19 de Junho de 2009

O meu comentário:

Muito bem, é uma ideia válida, no entanto, desfasada no local onde é contemplada a formação, as outras pessoas dos outros locais do país, não têm direito à referida formação?

Penso que o Estado, deveria ter ideias destas, financiar e celebrar protocolos com empresas e entidades, de modo, a poder mais facilmente colocar essas pessoas, e causar o retorno do investimento.

A aposta em formação é válida, no entanto, o ideal era celebrar protocolos com PME’s ou mesmo entidades estatais, de modo a poder fomentar a criação de emprego qualificado, não basta a aposta na formação, é preciso que estes activos sejam rentabilizados, e haverá melhor maneira de os rentabilizar, que os colocar no mercado de trabalho, a fazer com que as empresas sejam melhores, mais competitivas e como consequência indirecta, o país ficar mais rico e mais bem cotado na Europa e Mundo a nível de notoriedade e se tornar mais rico.

A aposta na juventude, nos recém licenciados, em os formar, em actividades especificas, em que são bons, e a colocar a ter ideias, a organizar e gerir empresas, ou organismos públicos, faz no curto prazo que as organizações sejam mais modernas e competitivas, possibilita convidar as pessoas mais velhas a poderem se reformar, e de tal forma, a ter uma qualidade de vida, a que a actual lei não permite.

Uma empresa jovem e dinâmica, mostra melhor competitividade e transparece uma imagem para os clientes, de que são competentes, que estão no vangardismo, e que estão actualizados; se a empresa tem pessoas muito antigas, o cliente, pensa que os mesmo não são competitivos, pois não devem ser actualizados tecnologicamente, e devem ter lacunas a diversos níveis devido a laxismo e acomodação, sendo que a imagem e notoriedade da mesma é geralmente mais baixa que uma mais jovem.

Por exemplo, se vamos a um Banco que tem pessoas geralmente mais velhas por detrás de um balcão, e tem muitas pessoas à nossa frente, ficamos com a ideia que possivelmente o banco é de confiança, no entanto, as pessoas que nos atendem são lentas, e são do estilo de «função pública»; se por outro lado, vamos a um banco onde tem pessoas novas, com métodos mais modernos, onde caras jovens acolhem as pessoas, e tem de igual modo, muitas pessoas à espera, tendemos a surtir a seguinte ideia, que o banco é bom, as pessoas são simpáticas e mais acolhedoras, no entanto, o tempo de espera deve-se à conjugação desses dois factores. Não quero, com isto dizer que se devem mandar as pessoas mais velhas pela porta fora, deve-se sim, tentar oferecer pelo menos uma massa o mais heterogenia possível, sendo que, os mais jovens tem mais facilidade de cativar os clientes. No caso de um banco o ideal e para manter uma imagem de credibilidade e confiança, o ideal seriam pessoas entre a faixas etárias dos 25 aos 40 anos, pelo menos, no que concerne em front office, os mais velhos são bons para posições mais de back Office, ou de posições de segundo atendimento.

A palavra de ordem além da formação nos jovens, é a aposta neles, o colocar novo sangue nas organizações, fazer que estes façam passar o seu melhor sem medos, de modo a poder ter uma organização mais preparada para a crise e para desafiar os objectivos deste século.

No caso da notícia, fica a questão, e o resto do País???

Tenho Dito

RT

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