Festival da Ilha do Ermal 2009…Festival do Metal…

Festival da Ilha do Ermal

Festival da Ilha do Ermal

Apesar de Já ter começado sábado, por diversos motivos não consegui postar algo, dedicado ao festival da Ilha do Ermal, deixo aqui transcrita uma notícia e deixo aqui o meu comentário:

« Botas da tropa e calças justas: a irmandade do metal no Ermal

Quem disse que já não havia metaleiros? O i descobriu-os no Festival do Ermal, que arranca hoje

Há quem não os compreenda, outros dizem que apenas ouvem barulho. Os metaleiros – ou metálicos, como também os chamam – são das tribos urbanas mais dedicadas à causa. Para eles, muito mais do que a partilha de um interesse comum, o metal é quase é uma militância. “Ou irmandade”, atalha Miguel, 31 anos, e mais de metade passados a ouvir os sons guturais de bandas como Cannibal Corpse ou Orbituary. Em Portugal, a reunião dá-se a norte, no Festival da Ilha do Ermal, que regressa este ano para se afirmar como o encontro de culto dos amantes do metal.

Donas de Casa São seis da tarde, e o sol vai pousando lentamente na barragem do Ermal. No parque de campismo improvisado do recinto montam-se as primeiras tendas, embora haja festivaleiros estacionados ali desde o início da semana. Aproveitam as férias para alguns dias de descanso, numa zona que enche as medidas ao turista mais exigente. Por agora ainda não há bandas a fazer check-sound, e o único som – metal, claro – é debitado das colunas dos carros estacionados mesmo ali ao lado, que dão o apoio logístico. Sim, é verdade, os metaleiros não trazem apenas cerveja: vêm com panelas, pratos e fogão portátil. Cozinham, lavam loiça e estendem roupa.

Miguel acabou de chegar. Veio com mais dez amigos, rapazes e raparigas, directamente de Vila Nova de Gaia. Para eles, o festival começou pelas nove da manhã, quando sairam de casa em direcção ao Alto Minho. “Estamos a beber e a fumar desde cedo, já rebentámos dois packs de cerveja.”

Hoje é apenas o dia de boas-vindas aos festivaleiros, mas a maior parte dos que cá estão não querem perder a banda de abertura, os RCA (Real Companhia dos Animais), projecto de versões composto por alguns dos membros de outro grupo bem conhecido dos metaleiros portugueses, os Ramp. Os eventos dedicados ao metal não abundam, e quase se pode sentir a ânsia crescente em soltar o cabelo, fazer uns moshes (Não sabe o que é? Leia “Saiba como se divertir num concerto”). No fundo, celebrar o metal. Nem que seja a ouvir uma banda de versões (poderosa, por sinal).

Soco e biqueirada “Acima de tudo, gosto de boa música”, diz Miguel, enquanto tenta explicar “a magia” que está por trás do seu estilo de música favorito. Foi em casa, a ouvir os discos de Elvis Presley dos pais, que despertou para a música. Divagou pelo rock psicadélico dos Pink Floyd, pelas guitarras desconcertantes de Jimi Hendrix, e encontrou o metal. Mais tarde, quando os RCA soltavam os primeiros acordes, lá estava ele. Seria uma noite calma, com pouca gente, mas uma bela oportunidade para ensaiar um dos passos favoritos da tribo metálica: o mosh.

Miguel fala sobre mosh com o mesmo entusiasmo com que discorre sobre a paixão pela sua licenciatura em História. “Podemos resumi-lo em duas palavras: soco e biqueirada. Não é jump ou cuzadas, pode até parecer demasiado elementar, mas não é.” Do mosh podem retirar-se algumas das lições de vida que o metal ensina: “Por exemplo, se uma pessoa cair vem logo alguém ajudar, esse é o espírito do metal.”

Encostado ao rei das bifanas, enquanto mastiga um hambúrger, António Silva, 23 anos, concorda no essencial: os metaleiros são irmãos. “Aqui e em qualquer parte do mundo. Se eu for à Alemanha e vir um metaleiro, falo com ele como se o conhecesse”, conta este operador de telmarketing, vindo das Caldas da Rainha, e que este ano já teve oportunidade de ver a sua banda referência: os Metallica no Optimus Alive, em Lisboa.

O facto de trabalhar num call centre permite-lhe manter o estilo, e gastar os 45 euros previstos nas tendas de merchandising. “T-shirts, sweats, bandeiras, etc, colecciono um pouco de tudo…” João Ribeiro, outro metaleiro dos pés à cabeça, também gosta de comprar t-shirts alusivas às suas bandas de referência. É nos armazéns de roupa antiga que descobre verdadeira preciosidades. “Estas calças são dos anos 70. Descobri-as no Porto.”

Miss Ermal em palco Já passa da meia noite e, no palco, os RCA levam o seu reportório pelos caminhos mais agressivos do metal. Da mancha humana – não mais de mil pessoas – sobressai o negro das t-shirts e os cabelos agitados ao som do tema que a banda dedica “a todos os que não vieram ao festival”: We Will Rock You, dos Queen, numa versão bem acelerada.

Não muito longe dali, há quem sinta os nervos a aflorar: as candidatas a miss Ermal estão no camarim, à espera de desfilar. “Não posso fazer certas poses mais provocantes”, lamenta uma delas, depois de muito ensaiar. Não? Claro que não: tem 17 anos e, embora os metaleiros tenham gritado o clássico “tira! tira!” das concentrações de motos, nada feito. É que, entre o público, estavam também os pais da rapariga, natural de Vieira do Minho. A vitória sorriu à concorrente que arrancou mais aplausos, graças à indumentária escolhida: cabelo vermelho, biquini fio dental e um cinto de balas. Qual é o metaleiro que não gosta? »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20456-botas-da-tropa-e-calcas-justas-irmandade-do-metal-no-ermal, a 29 de Agosto de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que o festival da Ilha do Ermal, tem um publica alvo bem definido, devido ao seu cariz de metaleiro. Pena é que o mesmo não seja tão divulgado como os outros festivais de Verão, talvez, por as bandas que lá tocam serem mais dispendiosas, e então o orçamento para divulgação ser mais reduzido.

No entanto, penso que todas pessoas têm direito a possuírem os gostos musicas que pretendem e a poderem ter vivencias e a assistir a concertos desse mesmo tipo de musica, penso que muitas pessoas olham um pouco de lado, para pessoas que de musica hard, como é o caso do metal.

Como devem saber, na constituição estão reservados direitos de liberdades, direitos e garantias, e como, tal não podemos descriminar as pessoas pela sua etnia, cor pele, sexo, orientações religiosas, e gostos musicais etc.

Deixo desde já os Votos de Bom Festival para os festivaleiros da Ilha do Ermal.

Deixo a Questão: Que opinião tem do Festival da Ilha do Ermal?

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Jogos Online…Algo Cada Vez Mais Na Moda…Conheça Testemunhos Desta Realidade…

World Of Warcraft

World Of Warcraft

Hoje trago uma notícia que faz lembrar que nem tudo neste mundo se passa de dia, e que mesmo a noite tem cada vez mais peso neste sociedade, e que o dia se mede em 24 Horas, passo a transcrever a notícia, seguida de um comentário:

« Agarrados à internet: porque é que eles preferem uma vida virtual?

Noites sem dormir, meses sem sair de casa, namoros virtuais: as histórias de três jogadores, na semana em que “Second Skin” saiu em DVD

Morena e de olhos azuis, Sofia Ramos, de 23 anos, passava por bodyboarder. Na verdade surfa, mas é pelos jogos de roleplaying. No World of Warcraft (WoW) é Eriene, uma “night elf” (como os elfos de “O Senhor dos Anéis”) do 68º de 80 níveis. Para aqui chegar precisou de 80 horas, indica o programa. Nada, se comparado com as 1177 horas e 26 minutos que passou online para chegar ao nível 71 com Gifted Night, a primeira das nove personagens que criou. “Isto assusta-me. Umas horas aqui, outras ali, e de repente são 49 dias da minha vida”, admite, para depois reconsiderar, “no meu caso compensou. Totalmente”.

A guerreira Esta estudante de psicologia juntou-se aos 11 milhões e meio de pessoas que jogam WoW em Fevereiro de 2007, por intermédio do namorado. Hoje, podia ser uma das personagens do documentário “Second Skin” (ver caixa). Quando acabou a relação, passou a desabafar com um jogador da Dinamarca. Durante três meses, só saiu de casa para ir à faculdade. Mesmo aí levava o portátil. Prendia-a o social, embora no chat só se possa falar do jogo. “Basta ver alguém com uma armadura, para perguntar ‘onde arranjaste isso?’.” Cruzou-se com personagens que falavam do WoW como se fosse o mundo real. Outras tinham destruído o casamento. “É doentio”, diz. E quando conheceu portugueses nas “jantas”, teve algumas surpresas. “Um amigo meu não se cala online mas é capaz de passar um jantar inteiro calado.”

Em Dezembro encontrou-se com o tal dinamarquês em Londres e começaram a namorar. Ele tem mais 14 anos que ela (“achava que eu era mais velha”) e já deixou o jogo. Sofia passou a controlar-se, sobretudo por causa das notas. “Olhei para a pauta e pensei, ’10 [valores] não dá'”. No liceu tinha média de 14. Desforrou-se nas férias no Algarve, a jogar 10 horas por dia. “Não gosto de praia”, justifica. “Prefiro fazer uma coisa dinâmica, em que o cérebro se movimenta”.

A pioneira A culpa foi dos filhos, aponta Maria Ruivo, de 51 anos. Disseram-lhe: “Olha, mamã, um jogo como tu gostas. Dão-te uma vila pequena para cresceres”. A funcionária do Ministério da Justiça, de baixa depois de um acidente de trabalho, nem hesitou. Na companhia dos cinco gatos, atacou o jogo de estratégia online Tribal Wars. De início, fez directas e era normal acordar de madrugada para jogar. O marido, de 52 anos, não se importava. Aliás, fazia o mesmo. Só os amigos gozavam. “Acham que sou maluca”, brinca.

A ser loucura não é de agora. Quando os primeiros Spektrum chegaram a Portugal, comprou um. Jogava horas perdidas com o filho. Ao fim-de-semana ainda faz grandes jogatanas com ele e com a nora. “Divertimo-nos imenso. Temos um router. Eu faço o jantar e depois ficamos aqui até às seis, sete da manhã.”

No Tribal Wars, passados três anos, paga 19 euros pela assinatura premium e é uma dos sete resistentes da tribo. “Estamos numa fase muito avançada. Já é mais política.” Esteve várias vezes para deixar o jogo. “Mas depois penso, ‘está aí o pessoal… vou aguentar mais uns tempos’.” É a diferença dos jogos online: há pessoas do lado de lá. Quando “a coisa fica demasiado estática”, a decisão é fácil: “Vamos lá fazer uma guerra.”

O campeão Óscar Santos, de 32 anos, chega num Mazda descapotável. O professor de informática esteve de férias no Algarve. E este ano não teve de arranjar um babysitter para o Travian, o jogo de estratégia militar que durante um ano quase não o deixou dormir. Entre Janeiro de 2008 e Fevereiro de 2009, OscSan, como era conhecido, foi o melhor dos 27 mil jogadores com quem competiu.

Fez centenas de cálculos em tabelas de Excel, mas a estratégia era simples: construir muitas aldeias e atacar sempre que possível. De preferência quando o adversário menos esperava. “Pus várias vezes o despertador para as quatro da manhã”, conta. Isto quando conseguia dormir. Ao todo, deve ter feito umas 15 directas. “O problema é que não calha quando queres. Pode ser uma terça ou quarta-feira.”

O Travian não pára. Tem de se estar atento 24 horas por dia. “A grande motivação é que estás a jogar com pessoas reais. Nunca sabes como vão reagir.” Por isso é que deixou de ir passar fins-de-semana fora com a namorada e de se deitar à mesma hora que ela. Na passagem de ano levou o portátil. Deixou de ler e até de ver os jogos do Benfica. Ao todo, gastou quase 1000 euros em “ouro” para alimentar as tropas. E chegou a receber ameaças de morte. “Há quem não distinga entre jogo e realidade”, comenta. “Eu ria-me. Uma vez, no Natal, disse a um, ‘agora a sério, tu não estás bem. Vai procurar ajuda’.”

Quando acabou em primeiro, decidiu não jogar mais. “Na primeira semana sentia-me de férias. Não tinha preocupações”, lembra. “Depois comecei a sentir um vazio.” Um parceiro desafiou-o a entrar numa versão do Travian três vezes mais rápida. Ele alinhou. Passado um mês estava à frente – e de rastos. “Não dormia. Era de uma intensidade absurda.” Desistiu e nunca mais quis ouvir falar de jogos. “Aquilo vicia. E não te apercebes.” Ainda assim, não se arrepende do ano online e voltava a fazer o mesmo. Numa palavra: “Adorei.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20459-agarrados–internet-porque-e-que-eles-preferem-uma-vida-virtual, a 29 de Agosto de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que este tipo de jogos e interacções são benéficas para a sociedade, pois fazem lembrar as pessoas que se juntavam, geralmente aos sábados à tarde, em colectividades, clubes, ou mesmo cafés, para poderem jogar cartas, os famosos dominós, damas, e posteriormente até snooker.

Este ambiente, é mais diferente, pois além da comunidade que joga ser mais abrangente, pois usa como recurso a Internet, logo é logicamente mais global, e tem um número mais heterogéneo de indivíduos a todos os níveis, desde vivencias, culturas, idades, etc, o que de certa forma torna o convívio mais rico e salutar, a única diferença é que o mesmo é virtual, e não real, então pode causar alguns problemas, pois o virtual, não tem horas, nem horários, parece a febre o IRC, que se assistiu nos anos 90.

Este tipo de jogos, são viciantes, pois, ao contrário dos jogos normais, estes não são estáticos, nem previsíveis, pois dependem da interacção de todos os participantes, e das técnicas e tácticas usadas, logo, tudo é novo, mantêm-se é os cenários, o restante, tudo é imprevisível, logo, o ser humano em coisas novas, geralmente tem a curiosidade ao rubro, o que vicia.

As desvantagens deste tipo de jogos, é que ao viciar, a pessoa perde a noção da sua vida real, e causar problemas a esse nível, o que pode ser bastante aborrecido.

Como em tudo na vida, e como já tenho defendido aqui, a regra do bom senso, deve ser a melhor aliada nestas coisas, deve se jogar mas sem perder a noção da vida real.

Deixo a questão: Que pensa deste tipo de jogos?

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«Street View», Ainda Agora Surgiu em Portugal…Mas Já Apresenta Polémica Associada…

«Street View Car»

«Street View Car»

Hoje trago mais uma notícia insólita, onde podemos ver que não existe bom senso em algumas relações e interesses alheios, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um comentário:

«Casal português processa Google

Um casal português foi fotografado pelo serviço «Street View» da Google Maps e não gostou. Agora prepara-se para apresentar uma queixa-crime contra a empresa e pede uma indemnização civil que deverá rondar os 200 mil euros. Esta é o primeira acção conhecida em Portugal contra a Google. A empresa, contactada pelo tvi24.pt, sublinha que qualquer imagem «inapropriada» pode ser retirada.

«A queixa-crime por fotografia ilícita e devassa da vida privada deverá dar entrada no DIAP (Departamento de Acção e Investigação Penal) no início da próxima semana, juntamente com o pedido de indemnização civil que deverá rondar os 200 mil euros, 100 mil para cada um», adiantou ao tvi24.pt José Manuel Castro, advogado do casal.

As fotografias foram tiradas há cerca de um mês, mas o casal lesado só deu conta da sua publicação na Internet na passada semana. «Ficaram bastante incomodados, uma vez que estão agarrados e a imagem é bem visível», explicou o causídico.

As imagens foram recolhidas na rua António Lopes Ribeiro e é possível verificar que a mulher está precisamente a apontar para o carro que tira a imagem e que tem apenas um desfoque ligeiro. Já o homem que a acompanha tem o rosto totalmente desfocado. «O meu desagrado é total. Vai contra os meus princípios ser exposta desta maneira», explicou ao tvi24.pta ofendida que solicitou o anonimato, uma vez que não pretende aumentar a exposição pública a que já foi sujeita.

Questionada sobre o desfoque que existe na imagem, a lesada argumenta: «Com certeza que conseguimos ser identificados. Eu vi logo e os meus familiares identificaram-me logo. Sinto-me lesada em todos os campos», declarou.

Contactada pelo tvi24.pt, a Google assegura que «cumpre inteiramente a legislação» e declara: «Em todos os novos produtos e serviços da Google passamos muito tempo a desenvolvê-los e a testá-los de forma a torná-los os mais úteis possíveis para os consumidores.

A Google lançou o Street View em diversos países e disponibiliza ferramentas de fácil utilização que permitem de uma forma rápida e eficaz remover qualquer imagem considerada inapropriada. Seria impraticável avisar individualmente as pessoas, uma vez que o dia, a hora e o local onde passa o carro da Google está dependente de inúmeros factores como o tempo, tráfego, entre outros».

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20325-casal-portugues-processa-google, a 27 de Agosto de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

É caso para dizer, há coisas fantásticas, pois neste caso, temos um novo serviço interessante, mas que apresenta um risco bastante alto de choque, senão vejamos, as pessoas têm direito a privacidade, mas as empresas têm também o interesse, de apresentar soluções inovadoras para as constantes necessidades, desejos e motivações.

Pois bem, penso que temos a questão de o casal não gostar de não ter o sua foto, mas ao notificar a empresa, e esta retirar penso que seja suficiente, sendo que a foto estavam desfocadas e penso que é de louvar a rápida resposta da empresa na remoção da dita foto.

Pois bem, penso que existe um consenso mínimo entre as partes, não deve haver motivo para tanto e um processo de tribunal, a regra como em tudo, era de existir a regra do bom senso, onde as partes deveriam ter um mínimo senso e terem limites.

Caso para processo, era se a empresa descartasse as responsabilidades, ou mesmo, as fotos estivessem desfocadas.

Deixo a Questão: Que pensa do « Street View»?

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4ª Geração Móvel…Ela está a Chegar…É Só Ter Que Aprender a Surfar em Qualquer Lugar

4ª Geração de Telefonia Móvel

4ª Geração de Telefonia Móvel

Ontem disse um pouco mal das operadoras móveis, hoje trago uma notícia onde enumera o desenvolvimento e migração para uma 4ª Geração Móvel, passo a transcrever a notícia e seguida faço o meu comentário:

«Telemóveis de quarta geração. A verdadeira revolução está a chegar

Os telemóveis vão ter internet a mais de 100 megas de velocidade. E a migração fixo-móvel vai voltar a ser uma expressão da moda

A norte-americana Verizon iniciou os testes à quarta geração (4G) móvel na última semana. Em Junho, a Ericsson e a TeliaSonera apresentaram a primeira antena de uma rede 4G. O desenvolvimento tecnológico da quarta geração está a avançar a um ritmo alucinante e irá revolucionar (ainda mais) a relação entre utilizadores e telemóveis. Até 2014 são esperadas 100 milhões de ligações à banda larga móvel nesta tecnologia.

A Optimus estima que a adopção generalizada destas redes arranque até ao final de 2010. Senhoras e senhores, agora vamos falar de uma nova revolução.

A quarta geração móvel, mais referida como LTE, Long Term Evolution, vai dar aos telemóveis e às placas de banda larga móvel uma velocidade mínima de 100 megas no acesso à internet – a Ericsson já conseguiu um pico de 160 megas – e de 25 megas nos uploads, tornando o período de latência – aqueles segundos que demora a abrir uma página – quase imperceptível para o consumidor (já que com uma rede 100% em IP não haverá necessidade de traduzir os protocolos, como ocorre hoje em dia).

Jogos online no telemóvel, serviços em tempo real, streaming constante com boa definição, acesso a televisão e telefonemas por via IP: tudo será possível através do telemóvel. E se a internet fixa já sofre com as velocidades da internet móvel – em Portugal há 1,45 milhões de utilizadores activos de banda larga móvel e 1,75 milhões de ligações fixas -, o que ocorrerá quando as restrições de velocidade deixarem de existir? Novo pesadelo para as operadoras, que enfrentarão outro capítulo da migração fixo-móvel.

“A maturidade das redes e disponibilidade de terminais terá início em finais de 2009, e por isso acreditamos que a adopção generalizada do LTE a nível europeu não deverá ter início antes de meados/final de 2010. Neste contexto, estamos a desenvolver projectos de rede piloto, com o objectivo de validar e avaliar a real capacidade e desafios da tecnologia”, salientou ao i fonte oficial da Optimus. A operadora móvel da Sonaecom está a acompanhar, com a sua parceira tecnológica francesa Orange, “o desenvolvimento do 4G” com os seus “actuais fornecedores de infra-estruturas” – como Universidades e outros organismos de investigação e desenvolvimento – “de forma a fazer avaliações técnicas e financeiras”.

Também a Vodafone Portugal beneficia da presença num grande grupo de telecomunicações. A gigante Vodafone tem vindo a testar as redes LTE com a Huwaei, tendo a subsidiária alemã do grupo britânico iniciado os primeiros testes já este mês. Para Portugal a Vodafone não faz estimativas sobre o aparecimento desta rede, mas as previsões do grupo falam em velocidades na internet móvel superiores a 400 megas: “Têm sido realizados vários testes com os operadores Vodafone, que servem para todas as empresas do grupo”, sublinhou fonte oficial ao i.

A TMN, apesar de não fazer qualquer estimativa e de não pertencer ou ter qualquer acordo de parceria tecnológica com outras operadoras, referiu ao i que “tem acompanhado as evoluções” ao nível do 4G, já que, diz, “será prioridade disponibilizar em cada momento uma oferta tecnologicamente avançada e inovadora”. Sublinha, porém, que “serão ainda prematuras quaisquer considerações mais específicas sobre a chegada dessa tecnologia a Portugal”.

Apesar das reticências sobre as datas específicas para a chegada do 4G ao consumidor, certo é que a sueca TeliaSonera já assumiu o desafio: vai lançar comercialmente o 4G em Estocolmo e em Oslo no próximo ano. A revolução já começou e é imparável.

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20113-telemoveis-quarta-geracao-verdadeira-revolucao-esta-chegar, em Jornal I a 27 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Penso que a 4ª geração móvel vai nos trazer novidades bastante consideráveis, pois dá para podermos estar onde estivermos, termos acesso a internet de banda realmente larga, e espero que com tráfegos normais, pois penso que as internet’s móveis que se usam nos dias de hoje, são um pouco ridículos os limites de tráfego, tendo em conta como é hoje usada a internet, 1 Gb, mesmo que só para ver e-mails, pode ser limitado demais, em certos casos, usando como cenário usual 1 mês.

No entanto, penso que nos dias de hoje, já não se usa as redes móveis como se deveriam usar, pelo menos, no que concerne a dados, pois, as operadoras fazem preços bastante altos para este tipo de serviços, onde os dados são caros, e com velocidades reduzidas, ultimamente até lançaram uma internet móvel por tempo, mas a mesma tem uma velocidade muito reduzida, pouco melhor que a internet discada da rede fixa analógica.

A modernidade, é sempre bem-vinda, mas a 3ª geração da rede móvel teve um tempo, bem mais reduzido que o da 2ª geração, o que seria já de esperar, pois as coisas tecnologicamente tem ciclos de vida mais curtos, eu pessoalmente, ainda tenho o meu 1º e único telemóvel com 3G, bem, ele tem 4 anos, é um telemóvel bastante completo, e tem durado bastante, vamos a ver se é o único, e ao comprar outro, o mesmo já seja, de 4ª Geração.

Vamos a ver então, que nos traz esta 4ª Geração, pelo menos que faça podemos estar mais conectados, e transferir ideias, conteúdos e dados, em qualquer lugar a velocidades mais rápidas e que faça pelo menos baixar os preços dos dados nas operadoras móveis.

Deixo a Questão: Que pensa da 4ª Geração de Comunicações Móveis?

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Como Escolher o Melhor Tarifário de Telemóvel Para o Seu Caso? Tenha Aqui a Sua Resposta…

Qual o Melhor Tarifário Para o Seu Caso?

Qual o Melhor Tarifário Para o Seu Caso?

Hoje trago uma questão útil, como escolher um bom tarifário para o seu telemóvel, passo a transcrever a notícia, e de seguida faço o meu comentário:

« Como escolher o melhor tarifário móvel?

Escolher um tarifário móvel não é tarefa fácil. As opções são muitas e actualizam-se com frequência. Cada vez mais os operadores procuram simplificar as propostas, como é possível perceber nas páginas de Internet, onde os tarifários estão…

Somando apenas os tarifários dos operadores com rede própria, o cliente tem à disposição 45 propostas na hora de escolher a melhor combinação de preços. Conheça as dicas e os cenários para facilitar a decisão.

Escolher um tarifário móvel não é tarefa fácil. As opções são muitas e actualizam-se com frequência. Cada vez mais os operadores procuram simplificar as propostas, como é possível perceber nas páginas de Internet, onde os tarifários estão organizados não apenas segundo a classificação de pré ou pós-pago mas, também, pelo perfil do cliente. Embora encaixar num deles possa não ser fácil, é essa a primeira análise que deve fazer se está a pensar rever o plano que o liga ao seu operador móvel.

Um dos aspectos mais relevantes é perceber se a maior parte das comunicações são ou não feitas para dentro da mesma rede. Pode fazê-lo juntando as últimas facturas, se tiverem detalhe das chamadas. O mesmo recurso pode ser aproveitado para perceber se a grande maioria das chamadas que faz se fixam num grupo restrito de contactos, ou se abrangem um leque mais heterogéneo. Os três operadores oferecem tarifários a pensar em quem fala sobretudo para um pequeno grupo (até 15 pessoas, por exemplo), mas atenção porque os preços fora do grupo são pouco competitivos pelo que a opção é boa apenas se se fixar mesmo só no grupo.

O valor mensal da factura é outro indicador importante para perceber se deve optar por um tarifário pré-pago, com ou sem obrigação de carregamentos, ou por um tarifário pós-pago.

As chamadas mais caras estão normalmente nos tarifários pré-pagos que não obrigam o utilizador a reforçar periodicamente o seu saldo disponível. Os pré-pagos com carregamento estão num patamar intermédio e os pós-pagos albergam os melhores preços. Em troca, o cliente aceita uma relação contratual com o operador, traduzida no débito em conta de uma mensalidade fixa que dá direito a um determinado volume de chamadas, em algumas propostas, gratuitas dentro da rede.

Alguns destes tarifários pós-pagos são apresentados em pacotes de minutos. Se ainda tiver a factura detalhada à mão pode recolher a informação relativa ao tempo gasto nas comunicações durante os últimos três meses e fazer uma média do seu consumo em termos de minutos, para perceber se encaixa nas opções disponíveis. O valor pago mensalmente não serve para fazer uma comparação tão fiável pois podem estar em causa preços por minuto diferenciados.

Num tarifário pré-pago, com carregamentos obrigatórios, é certo que também há contas a fazer, mas são mais simples. A maior parte dos planos disponíveis permite carregamentos mensais a partir de cinco euros. O incómodo de poder ficar sem saldo num momento pouco conveniente é compensado pelo controlo total de custos.

É neste conjunto de opções pré-pagas com obrigação mensal de carregamento que cabe uma série de novas tarifas desenhadas para oferecer comunicações gratuitas na comunidade, ou seja, entre “pares” do mesmo tarifário. Na TMN é o “Moche”, na Vodafone o “Extreme” e na Optimus o “Tag”. Posicionados para um público jovem, podem ser uma boa opção para qualquer idade se conseguir convencer a rede de contactos a segui-lo. Também são uma boa opção para quem fala mais dentro da rede, independentemente do tarifário de destino.

Menos relevante na escolha do tarifário é o facto de consumir Internet no telemóvel já que a qualquer tarifário-base, na oferta dos operadores de rede, pode adicionar “créditos” para o consumo desse tipo de serviço, um determinado valor mensal dá acesso a uma determinado volume de dados (“megabytes”) para enviar e receber a partir do telemóvel. Depois de tentar traçar o seu perfil de consumo, consulte a Internet e desfaça as últimas dúvidas. Com alguma informação-base também será mais fácil fazer as perguntas certas ao seu operador e chegar a uma decisão.

O Observatório de Tarifários da Anacom foi criado com o objectivo de ajudar a esclarecer este tipo de dúvida, mas sem actualização desde Setembro de 2008 e tendo em conta que, mesmo sem alterações de maior à composição das ofertas, os preços das comunicações foram actualizados pelos principais operadores em 2,5% já este ano, pode não ter as respostas que procura. Na Optimus, tem à disposição 11 tarifários entre pós e pré-pagos. Na TMN a oferta dirigida a particulares faz-se de 15 opções e na Vodafone de 19. Junte-se a oferta dos operadores móveis virtuais. Phone-ix, a Uzo ou, mais recentemente, a Zon e o Continente, também oferecem serviços de comunicações móveis sobre a rede de outros operadores.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=384024,  a 26 de Agosto de 2009, em Jornal de Negócios

O meu comentário:

Penso que a análise, encontra-se muito bem abordada, no entanto, temos que ver que estas escolhas são centradas essencialmente no preço, ora a maior parte das pessoas, não sabe, mas eu digo que algumas escolhas, não são só por preço, mas por qualidade da rede, serviços associados, qualidade das chamadas, oferta de equipamentos.

Penso que, não se trata de uma escolha linear, é obvio que o primeiro impacto é o preço, mas existem as outras condicionantes englobadas, muitas das pessoas ao escolher a rede do telemóvel, vão e correctamente, associar essas mesma escolha à maior parte dos seus contactos, isto se for um grupo de contactos de cariz mais homogéneo, por outro lado, se o grupo for mais heterogéneo, as escolhas vão para a simpatia pela rede, equipamentos, qualidade de serviço, tanto a nível de apoio clientes, etc.

Escolher a rede, não é tão irredutível, hoje podemos usar um serviço, que é a portabilidade, onde podemos, levar o nosso número de telemóvel, tal qual, como está, ou seja, com o indicativo da rede, e isto, de forma gratuita, sem encargo, portanto, se não estamos satisfeitos com alguma coisa na nossa rede, se queremos um equipamento que não temos na nossa rede, ou que, é exclusivo noutra operador, e não o queremos comprar livre por ser muito caro, então podemos mudar de rede facilmente; o mesmo se aplica ao tarifário, podemos sempre escolher outro tarifário noutra operadora, pelas mesmas razões acima descritas para os equipamentos.

Penso que, as pessoas não conhecem esta opção de portar o número, pois as operadoras ainda não divulgaram esta opção de forma mais atroz, geralmente só a divulgam, quando é para captar um cliente de outra rede, mas não o massificaram com medo de perder os clientes que possuem actualmente.

Basicamente, penso que a escolha tem que ser analisada com calma, e recorrendo a pelo menos 6 facturas, por exemplo, por os últimos 6 meses, de forma a ter uma abrangência do tipo, duração e destino das suas chamadas, e depois decidir de acordo com a notícia acima descrita.

Verificar também as suas simpatias por o operador, ou a qualidade oferecida pelos seus serviços, é também uma variável bastante útil.

Deixo a Questão: Está satisfeito com a sua operadora móvel?

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Contas Com Despesas Reduzidas…Começa Aqui A Responsabilidade Social da Banca???

Euro

Os meus Posts devem diminuir tamanho, ou mesmo, podem existir dias em que não vou poder postar, por motivos, de cariz profissional, no entanto, vou tentar ao máximo que tal situação não aconteça. Hoje venho analisar os serviços mínimos bancários, passo a transcrever a notícia, seguida do meu comentário:

«Pessoas com baixo rendimento sem acesso a contas bancárias

Diploma veda acesso aos titulares de outras contas bancárias, excluindo muitos consumidores
A maioria dos bancos continua a não disponibilizar conta para cidadãos com baixos rendimentos, ou seja, os chamados serviços mínimos bancários.

O alerta parte da DECO, na revista DINHEIRO & DIREITOS de Setembro. A associação de defesa do consumidor estudou 19 bancos, sendo que apenas 6 declararam ter contas abertas com estas características: Banco BPI, Banco Espírito Santo, Grupo Crédito Agrícola, Finibanco, Millenium bcp e Santander Totta.

«O baixo sucesso desta iniciativa deve-se, em grande parte, ao modo como as contas estão estruturadas. Por exemplo, o diploma veda o acesso aos titulares de outras contas bancárias, excluindo muitos consumidores», refere a DECO.

A associação desafia por isso o Ministério das Finanças a criar uma «conta do cidadão», acessível a qualquer consumidor, com despesas de manutenção reduzidas e cartão de débito gratuito.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1084435&div_id=1729, a 26 de Agosto de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Penso os serviços mínimos bancários deveriam ser uma realialidade, pois nem que fosse no que como uma responsabilidade social.

Existem entidades bancárias em Portugal que não fazem serviços mínimos, e não reconhecem o ordenado mínimo, balizando o valor mínimo muito perto dos 500€.

É lamentável, nos estando na Comunidade Europeia e não olharmos a coisas tão básicas como tendo contas para cada cidadão, ainda acreddito que existe muita gente que não possui conta bancária, pelos mais diversos motivos, mas para muitos é mesmo a ideia que perdem dinheiro, e que os bancos não guardam bem as suas poupanças.

Penso que, haveria ser dada disciplinas no secundário de educação financeira e no ensino obrigatório dar a ideia que uma conta bancária é algo tão importante, como por exemplo, possuir um telemóvel, pois um cartão MB, é um meio muito bom para se ter, pois evita termos muita moeda a circular, e como tal, ajuda sempre a prevenir coisas como roubos, percas de moeda, etc.

Penso que são coisas básicas ter contas com despesas reduzidas, ou mesmo isentadas, e cartão débito, pois tal como os telemóveis passaram a não ter carregamentos obrigatórios, os bancos poderiam e deveriam seguir essa tendência, nem que fosse, na ideia da responsabilidade social.

Deixo a questão: Que opinião têm das contas bancárias com serviços mínimos?

Tenho Dito

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Como Ficar Rico Com o Partilhar a Vida Com Outra Pessoa

Como Ter Muito Dinheiro Numa Vida a 2

Como Ter Muito Dinheiro Numa Vida a 2

Hoje trago mais uma sugestão de educação financeira, hoje é a gestão da vida financeira na vida a dois, passo a transcrever a notícia e de seguida faço, um pequeno comentário para não me tornar maçudo:

« Casamento: para enriquecer a dois é preciso ser inteligente

Não importa quanto cada um ganha. O rendimento familiar equivale à soma do rendimento dos dois

O sucesso de Gustavo Cerbasi no Brasil é grande: o seu livro “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” já vendeu mais de 800 mil exemplares. O bestseller chega hoje às livrarias portuguesas com o selo da editora Livros d’Hoje. O i foi falar com o consultor financeiro e professor universitário para saber como os casais podem melhorar a vida financeira a dois.

Quando um casal se junta, qual é a primeira medida que deve tomar?
Antes de planear a moradia, o casal deveria discutir o valor que precisa destinar para garantir sua felicidade. Por exemplo, se escolhem uma vizinhança para viver, devem imaginar quanto lhes custaria, por mês, a garantia do bem-estar de ambos naquela vizinhança. Isso envolve gastos pessoais, com lazer, qualidade de vida e pequenos agrados individuais. Depois, deveriam discutir quanto poupar regularmente para assegurar até ao fim de suas vidas a renda necessária para manter tal padrão de vida. Se são jovens, cerca de 10% da renda é a recomendação para atender a este requisito. Somente depois dessas escolhas – felicidade e segurança – é que o casal deveria reflectir sobre a verba restante e então definir o que chamo de estrutura de consumo: gastos com moradia, transporte, vestuário, hábitos alimentares e educação.

Qual o maior erro entre os casais nesse planeamento?
O maior erro é inverter a ordem das escolhas. Para demonstrar à família e à sociedade que são bem sucedidos, jovens casais preferem escolher primeiro os grandes itens do orçamento (onde morar, qual automóvel a comprar e que marca vestir), deixando os hábitos de lazer, namoro e poupança somente para o caso de sobrar verba. Isso é incoerente, pois, na vida de solteiros, normalmente os gastos com lazer, prazer e qualidade de vida vêm em primeiro lugar.

Como se pode ultrapassar o problema de um dos membros do casal ter um rendimento muito superior ao outro?
A sociedade actual ainda não aprendeu a lidar com a emancipação económica feminina. No passado, o homem era o provedor do lar. Com a conquista da igualdade económica entre homens e mulheres, elas conquistaram também liberdade e independência. Infelizmente, em razão disso criou-se um sentimento equivocado de que cada um deve cuidar do seu dinheiro, pagar as suas contas ou contribuir com a divisão das despesas do lar. No longo prazo isso não funciona, pois um fará poupança e o outro não, um terá mais liberdade de escolhas e ou outro não terá opções, um terá uma vida financeira tranquila e o outro viverá sob pressão. Um rico e um pobre não conviverão bem debaixo do mesmo tecto. Para evitar esse problema, é preciso resgatar a noção de família. Não importa quanto cada um ganha – a família tem um rendimento equivalente à soma do rendimento dos dois. Gastos, todos eles, devem ser decididos a dois e pagos com o dinheiro da família. Liberdade e independência? Simples: o casal deve estabelecer uma verba para gastos pessoais, uma mesada, e dividi–la meio a meio, para cada um gastar como bem entender, mantendo o mesmo padrão de consumo para os dois. Se parece injusto para alguns, passa a fazer sentido quando ela pensa em interromper a carreira para cuidar de um bebé, ou quando ele perde o emprego. Numa família, ambos devem batalhar juntos para o sucesso financeiro do casal, mesmo que isso signifique apenas um dos dois trabalhar para manter a família.

Como se pode combinar dois perfis muito diferentes, por exemplo, um investidor agressivo com um gastador conservador?
O primeiro passo é reconhecer os perfis de cada um e identificar os pontos fortes e pontos fracos. O segundo passo é cultivar uma conversa franca que permita valorizar os pontos fortes e limitar os pontos fracos. Se gastar é da natureza de quem amamos, devemos estipular uma verba para garantir esse hábito que proporciona felicidade quotidiana. O mesmo vale para investimentos. Um erro grave é tentar mudar a natureza humana, tentando converter um gastador em investidor, ou vice-versa. Em geral, apaixonamo-nos justamente por características de comportamento que completam o que falta em nós mesmos. Para manter um relacionamento equilibrado, as vontades e manias também se devem equilibrar, com concessões de ambos os lados.

Na fase do namoro, deve-se discutir temas financeiros?
Sem dúvida. Se o namoro é uma fase de experiências, devemos experimentar também práticas financeiras. Para isso, basta tratar do tema dinheiro antes que ele se torne um problema. Por exemplo, ao sair para um jantar romântico, boa parte do romantismo se evapora quando a conta chega e o casal não chega a um consenso entre dividir a conta ou aceitar que um dos dois pague. Seria bem mais simples se, no momento do convite para jantar, viesse uma resposta do tipo “aceito, desde que me deixes pagar a conta desta vez”, ou “estou com o orçamento apertado, vamos dividir um jantarzinho simples?”. Outra experiência interessante é sugerir ao namorado que ambos poupem recursos para uma viagem ou celebração a dois. O sucesso ou insucesso dessa estratégia dará uma boa pista de como seriam experiências desse tipo durante o casamento.

Como planear para que a chegada de um filho não desequilibre o orçamento do casal?
Normalmente, se o casal tiver uma vida equilibrada, com estrutura de consumo enxuta e gastos consistentes com qualidade de vida, ocorre um efeito de substituição. Gastos com lazer, jantares em restaurantes e práticas desportivas são substituídos por gastos com fraldas, itens de higiene, roupas e acessórios, pois a chegada de um bebé faz com que o casal se torne mais caseiro. Itens de maior valor, como berço e decoração do quarto, também podem vir dessa substituição, com um planeamento mínimo. Porém, quando o casal vive no limite de seu orçamento e não tem hábitos a eliminar temporariamente, o efeito substituição deve atingir gastos mais relevantes e estruturais, como a substituição do automóvel por um mais barato e o corte de gastos com cuidados pessoais para viabilizar os necessários gastos com o bebé.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/19580-casamento-enriquecer-dois-e-preciso-ser-inteligente, em Jornal I, a 24 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Perante este pequeno guia, podemos verificar que as questões financeiras estão presentes no quotidiano de cada um de nós.

A regra que se deve seguir, é a que a economia nos dita, em períodos de abundância, devemos poupar, e em períodos de retracção devemos gastar o que se poupa.

No entanto, em tudo na vida o segredo de um excelente planeamento é a alma do negócio, como tal, penso que quer estejamos solteiros, casados, união de facto, etc, convém efectuar um bom planeamento, é obvio que se vivermos a dois, temos que conjugar com o outro elemento, e se por exemplo, as decisões são mais fáceis, outras vezes, as decisões não são resultado de consenso, e devem ser geridas sempre pela regra do bom senso.

No que concerne a uma vida de solteiro, a mesma é regada de alguns dos pecados que nunca mais se poderão fazer na vida, muito menos na vida de casado, em solteiros, somos donos da nossa conta, e podemos gastar como bem entendermos, sem que para isso, tenhamos que prestar satisfações a alguém.

No caso de casado, ou de união de facto, além da partilha da vida, existe também a fusão das vidas financeira, e de partilha de deveres e claro gozo do restante juntos, são vantagens ou desvantagens, depende do ponto de vista.

E mais, penso que não vale a pena dizer, hoje e para não estender me mais e não me tornar maçudo, deixo ao livre arbítrio de cada um, a sua vida Financeira

Tenho Dito

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Manuais Escolares..Quanto Vai Gastar em 2009 Para os Adquirir….

Livros Escolares

Livros Escolares

Na ressaca de ontem e para não se perder o encadeamento, trago uma noticia, onde fala do valor necessário para estudar em Portugal este ano, passo a transcrever a noticia e de seguida faço uma análise:

«Saiba quanto custa o regresso às aulas

Cabaz escolar para um aluno do secundário pode ultrapassar os 200 euros

Cabaz escolar para um aluno do secundário pode ultrapassar os 200 eurosMuitas crianças aguardam ansiosamente o período de regresso às aulas, principalmente pelo momento em que de dedicam a experimentar o novo material escolar. Já para os pais, o momento não é de alegrias mas de grandes encargos.

De acordo com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), o cabaz de manuais escolares para um jovem, por exemplo, no 7º ou no 9º ano (3º ciclo), situa-se nos 141, 40 euros, ou seja, está 6,20 euros mais caro do que o ano passado.

Já para um estudante no 2º ciclo (5º e 6º ano), os pais terão de desembolsar 84,93 euros, mais 3,90 euros do que em 2008. Se o seu filho frequentar o 1º ciclo (1º ao 4º ano), o valor do cabaz diminui substancialmente: 25,54 euros, ou seja, 1,36 euros mais caro do que no ano anterior.

Livros do secundário são os mais caros

No entanto, quando somamos a estes números o preço do material escolar, os preços voltam a disparar. Por exemplo, para um filho no 3º ciclo os pais terão de gastar mais de 150 euros, tendo em conta que o valor de um «kit» de material escolar ronda os 12 euros.

Esta quantia ascenderá a 300 euros se, por exemplo, tiver dois filhos no 3º ciclo.

No que diz respeito ao ensino secundário, a Agência Financeira pesquisou os preços: o conjunto dos manuais para um aluno do 10º ano no Agrupamento de Ciências ascende aos 250 euros.

Livros sobem 4,5%

O preço dos manuais escolares sofreu um aumento de 4,5 por cento, valor avançado, esta quinta-feira, pelo Jornal de Notícias e confirmado pelo Ministério da Educação.

Um aumento justificado à Agência Financeira por Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, que refere que «desde o ano passado, o aumento dos preços é calculado por indexação ao valor da inflação, deixando de estar congelado».

Já a Porto Editora defende que «os livros escolares têm um preço justo», pois corresponde a um trabalho que «demora 18 meses a ser desenvolvida».

Hipers em campanha

Para chamar os clientes, os hipermercados já têm campanhas para o regresso às aulas. É o caso do Jumbo que oferece um «kit» económico de material escolar que engloba 1 mochila, 1 caderno, alguns marcadores, canetas e afins. Também o Pingo Doce e Feira Nova têm a «habitual campanha de regresso às aulas», disse a fonte oficial da Jerónimo Martins. A Agência Financeira tentou contactar o Continente mas até ao momento não foi possível obter uma resposta. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1083578&div_id=1728, em Agência Financeira, a 20 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Hoje é Segunda Feira, e trago ainda na ressaca ao dia de ontem, o preço de um cabaz escolar, para a reentre da época escolar.

Da analise, realizada pela Agência Financeira, podemos verificar que, o custo dos livros e do restante material escolar, sobe na mesma escala, que sobre o grau de ensino dos alunos, ou seja, no 1º ciclo, e usando a base da notícia, o cabaz fica por cerca de 150€, no entanto, se formos para o agrupamento de ciências, os livros podem ascender a cerca de 250€.

Outro dado, a retirar da notícia, é o incremento de 4,5% do preço dos livros, ou seja, acima do valor da actualização salarial do ano, mas mesmo, acima do valor da inflação, o que penso que será um contra-senso.

Vejamos uma coisa, a Constituição da Republica Portuguesa, defende que, tendencialmente o ensino, seria gratuito para todos, pois bem, é verdade que as escolas públicas são praticamente gratuitas, mas as despesas para se estudar neste país, principalmente no 3º ciclo são, muito altas, quase o valor de um ordenado mínimo. Não acham um exagero? O valor de um ordenado mínimo ir para a despesa escolar de um adolescente? E se forem 2 adolescentes no 3º ciclo, é necessário quase 2 ordenados mínimos..Um exagero.

Em alguns países da União Europeia, penso que um deles é mesmo a Alemanha, onde os livros são dados aos estudantes, para esse ano lectivo, sendo que estes devolvem os mesmos no final do ano, para assim poder passar para os colegas que estão abaixo; com este sistema, além de ser gratuito, pois é apoiado pelo Estado, os país não gasta dinheiro com os livros, os estudantes usam o livro, mediante um aluguer gratuito, e passam de uns estudantes para outros, além de ser ecologicamente muito bom, pois não são necessárias abater mais árvores para se produzir mais livros.

Além disso, penso que os pais, recebem um complemento, para a compra de material escolar para os filhos, senão vejamos, o interesse de estudar, em primeira estancia é dos filhos, mas em segunda estancia, o interesse é do Estado, que desta forma tem pessoas com qualificações, com recurso a custos reduzidos, pois fica bem mais barato, se a pessoa estudar na idade correcta, ou levar o estudo de uma forma seguida e organizada, do que posteriormente, o Estado, ou mesmo as empresas, gastarem recursos em formação, que é mais caro, e pode-se usar esses mesmos recursos para outros investimentos que sejam mais necessários às organizações.

Penso quer, em Portugal estudar sai caro, e depois temos das questões, hoje em dia os jovens vão prosseguindo mais os estudos, e os país, por quererem estudar no passado e não lhes terem deixado, vão deixando os adolescentes estudar, e vão fazendo pequenos esforços para tal, no entanto, se um filho de uma pessoa com baixas qualificações, chegar a casa e quiser ficar pelo 9º ano, e ir trabalhar, tem o apoio da família de forma imediata, pois estudar, tem custos altos, que uma família de baixas qualificações e só trabalhe o pai, não tem muitos recursos para o filho continuar a estudar, e não se importa que este trabalhe. Resultado, mantemos um nível muito próximo da iliteracia, ou seja, níveis muito baixos de qualificação, o que não beneficia o país.

Por outro lado, o Estado Portugueses, não ajuda na compra dos livros, nem do material escolar, mas financia, os e- escolas e os Portáteis Magalhães, não digo que não sejam necessários, mas penso que passa mais de um negocio com as operadoras moveis, que uma utilidade, pelo menos no imediato, senão vejamos, numa primeira estancia o jovem precisa para as aulas como Português, Matemática, ect, de um bom manual e posteriormente um computador, portanto, não ficava nada mal apoiar os jovens na aquisição de manuais escolares, ou então, os ceder como os Alemães, e então continuar posteriormente com os e- escolas.

Penso que o âmbito escolar, não passa de um jogo de interesses, entre Estado, Livreiros e Fornecedores de Material Escolar.

Deixo a questão: Qual a sua opinião sobre as despesas inerentes ao regresso á escola?

Tenho Dito

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Como Fazer Boas Compras para a Escola…

Material Escolar

Material Escolar

Porque hoje é Domingo, deixo um guia de compras, mas desta vez e a pensar nos mais novos, um guia de compras no âmbito da campanha escolar, passo a transcrever o guia e de seguida, faço uma muito breve análise:

«Regresso às aulas: dicas para poupar e reciclar

Procure na família e na escola se não há material que possam emprestar

Procure na família e na escola se não há material que possam emprestar
O regresso às aulas é um momento de alguma ansiedade para os pais, mas muito aguardado pelas crianças. As montras enchem-se de cor e o imaginário das crianças vive cada momento como se fosse o único. Ensine as crianças a terem cuidado com o dinheiro e compre apenas o indispensável.

O conselho é da GE Money: «quando a criança é educada desde cedo a gerir dinheiro, contas e cartões irá gerir as suas finanças de uma forma muito mais eficaz em adulto».

O primeiro passo, antes de efectuar as compras, é fazer um levantamento do material necessário e do orçamento que tem disponível. Aproveite essa fase para rever o que tem em casa que pode ser reutilizado.

Alguns dos materiais que tem em casa podem certamente ser reciclados, dando-lhes um aspecto novo e personalizado. Envolva o seu filho na tarefa de criar uma nova imagem através de colagem, desenho ou pintura, certamente que vai ter orgulho em mostrar o novo estojo ou dossiê aos colegas da turma.

Ainda antes de chegar à fase das compras propriamente ditas, procure junto do seu círculo de amigos, familiares e na própria escola se têm livros e outro material que possam disponibilizar.

Quando for comprar, não se precipite. «Não compre na primeira montra, procure e compare preços», aconselha a GE Money.

Importante também é saber contrariar as crianças e não dizer sim a tudo. «Não compre tudo o que as crianças querem, mas estimule-as a efectuar consigo uma lista do que realmente precisam. Encoraje as suas crianças a pouparem, criando um mealheiro e estipulando objectivos para essas poupanças, ajudá-los-á a entenderem o dinheiro».

Não ceda às pressões dos mais novos. Faça-os entender que não têm que ter material de marca ou os últimos modelos. Mas também não seja demasiado inflexível. Pode ceder nalguns pontos, até porque é importante que as crianças se sintam confortáveis no meio que os rodeia. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1082901&div_id=1730, em Agência Financeira a 18 de Agosto de 2009

A Minha Analise:

Para boas compras, penso que o essencial é mesmo ter uma lista de compras, penso que dos conselhos dados, temos que ter em conta que a lista é crucial, no entanto, para se conseguir chegar a lista, temos que ter em conta que devemos ver o que se tem em casa, e comprar o essencial.

Já vi um hipermercado, que apesar de ainda estarmos em época de férias, começou a fazer a denominada campanha escolar, ou seja, convém não comprar as coisas por instinto, pois a regra é a mesma que quando vamos às compras ao supermercado.

Na generalidade, nos primeiros dias de aulas, os professores dão a informação, do material necessário para o ano lectivo, portanto, penso que até ai, deve-se ter uma lista com coisas que sejam necessárias, de seguida aguardar pela lista dos professores, e depois ir sondando, onde tem os melhores preços, e com qualidade aceitável.

A regra é como em todas as compras, não cair na primeira coisa que se veja, mas sim analisar se realmente necessitamos do bem, e depois verificar varias lojas, e efectuar a melhor compra VS Qualidade.

Boas Compras

Tenho Dito

RT

Como Fazer Hamburguers Gourmet…Ficam Aqui as Sugestões de 6 Grandes Cozinheiros…

Por ser Sábado, e para ser algo diferente, neste Mês de Agosto, deixo uma notícia que vi esta semana, no jornal I, é uma notícia de abrir o apetite, isso é garantido. Passo a transcrever a mesma e de seguida, faço um muito breve comentário. Deliciem-se:

« Hambúrgueres gourmet: as receitas de seis mestres

Hamburger i, Foto: Jornal I, a 20 de Agosto de 2009

Hamburger i, Foto: Jornal I, a 20 de Agosto de 2009

Seis chefes de cozinha partilham novas receitas e segredos antigos – de Luís Baena a Maria de Lourdes Modesto

Durante décadas o hambúrguer foi sinónimo de muitas coisas: comida rápida, prato económico, sanduíche de carne picada. Nunca de manjar gourmet. Até agora. Dentro de poucos meses Lisboa vai ter mais dois espaços com hambúrgueres assinados por chefes conceituados. Os responsáveis: José Avillez e a segunda investida do conceito JA, e Olivier, num espaço de pizzas e de hambúrgueres.

O primeiro responde pela cozinha do elitista Tavares. O segundo está à frente do Olivier Avenida, onde já serve um hambúrguer de Kobé (50 euros). “A restauração tem de ser comercial. Os hambúrgueres são trendy”, justifica. “O meu é supergourmet.” O preço deve-se ao tipo de carne, conhecida pela forma de tratamento dos animais, que pode incluir saké e massagens diárias. A original come-se no Japão, de onde é proibida a exportação. A de Olivier é criada no Chile.

Fausto Airoldi, que esteve cinco anos na Bica do Sapato, é outro evangelizador. “Em crise, são uma resposta adequada, com carnes mais baratas e gostosas.” Para o Spot São Luiz, no Chiado, criou três. Um custa 14,50 euros e tem foie gras salteado e molho de pimenta verde de Madagáscar.

milionários A tendência começou em 2001, quando o premiado chefe francês Daniel Boulud criou um hambúrguer de 27 dólares para o DB Bistro Moderne, em Nova Iorque. Uma ninharia se comparado com a criação de outro francês. Hubert Keller serve no Fleur de Lys de Las Vegas uma combinação de carne de Kobé com trufas pretas e foie gras, acompanhada de um dos melhores vinhos do mundo, um Chateau Petrus 1995. Preço: cinco mil dólares.

Em Portugal ainda há quem torça o nariz à carne picada. Os chefes Vítor Sobral e Luís Suspiro, por exemplo. Luís Baena, consultor da cadeia Tivoli, contrapõe: “Ninguém questiona os patés ou as quenelles, uma receita clássica francesa feita de peixe picado.” Até Maria de Lourdes Modesto, a diva da gastronomia tradicional portuguesa, assume o gosto pela exportação americana. E na versão mais inesperada: a dos irmãos McDonald’s. “Como-os sem receio e com algum prazer, confesso.”


Hambúrguer i,

de Luís Baena (chefe consultor Tivoli e Sonae)

Para 1 pessoa
½ bolo do caco
1 folha de gelatina
15 g de manteiga
2 dentes de alho
180 g Carnalentejana DOP
30 g Tomate maduro
20 g espinafres
Vinagre q.b.
Azeite q.b.
Coentros q.b
Flor de sal q.b
Pão Ralado q.b.

01 ‑Moldar a carne picada e guardar no frigorífico, tapada
02 ‑Tirar a pele ao tomate, pô-lo num ‘chinês’ (coador) e espremer o melhor possível para passar a polpa e ficarem as sementes
03 ‑Pôr as folhas de gelatina 10 minutos em água fria, escorrer e derreter em lume fraco, juntando à polpa do tomate temperada com um pouco de flor de sal
04 ‑Preparar a manteiga à temperatura ambiente, misturar os coentros mal picados e 1 dente de alho muito picado
05 ‑‑Fazer um esparregado com o outro dente de alho e um pouco de azeite
06 ‑‑Temperar, deitar um pouco de vinagre a gosto e o pão ralado para lhe dar consistência para ser moldado
07 ‑Cortar o bolo do caco e torrar
08 ‑Fritar o hambúrguer temperado com flor de sal em azeite
09 ‑Montar como na fotografia

Hambúrguer em Focaccia com Cebola Caramelizada em Vinho do Porto,
de Fausto Airoldi (chefe Spot São Luiz)

Para 4 pessoas
1kg de massa de focaccia ou quatro pães
500 g de carne de vaca picada com 30 % gordura  (por ex: rabadilha, chambão ou cachaço)
200 g de cebola picada fina
100 g de pão ralado fresco
50 g de alho picado fino
Pimenta preta, cominhos em pó e sementes de coentros moídas
Sal q.b.

Para a cebola caramelizada
1 Kg de cebola em meias luas
100 ml de azeite
100 g de mel
500 ml  de Vinho do Porto
100 ml de vinagre balsâmico

01 ‑Misturar todos os ingredientes dos hambúrgueres, enformar e grelhar ou fritar com alho e louro
02 ‑Refogar a cebola com o azeite e o mel em lume brando até começar a caramelizar
03 ‑Juntar o vinagre e deixar caramelizar
04 ‑Juntar o vinho do Porto aos poucos até caramelizar. Leva cerca de 30 minutos.
05 ‑Temperar com sal e pimenta preta moída fresca
06 ‑Servir quente em focaccia. Guarnecer com folhas de rúcula e uma fatia fina de presunto

Hambúrguer no Pão,
de José Avillez (chef do Tavares e JA)

Para 4 pessoas
800 g de carne do acém de novilho
4 pães de hambúrguer
4 fatias de tomate coração de boi
4 folhas de alface portuguesa (folhas de dentro)
100 g de cebola em rodelas bem finas
40 g de mostarda Dijon
40 g de ketchup caseiro
2 dentes de alho
1 raminho de tomilho
1 noz de manteiga
Sal marinho q.b.
8 grãos de pimenta preta
Azeite q.b.

01 ‑Pique a carne num picador próprio. Deverá ficar com um cilindro composto por ?fios?. Faça-o para cima de película aderente. Enrole o cilindro.
02 ‑Com uma faca bem afiada corte, sem pressionar muito, hambúrgueres de 180gr a 200gr. Coloque dois grãos de pimenta em cada e guarde-os no frigorífico.
03 ‑Tempere as fatias de tomate com sal marinho. Reserve por 20 minutos.
04 ‑Com um fio de azeite e o dente de alho esmagado, caramelize as rodelas de cebola. Devem ficar crocantes.
05 ‑Numa frigideira antiaderente, com o lume alto e um fio de azeite, salteie o hambúrguer 45 segundos de cada lado e tempere-o com sal marinho ou flor de sal.
06 ‑Reduza o lume e acrescente o tomilho, o dente de alho e a manteiga. Deixe cozinhar mais uns minutos. Ponha a carne numa grelha e cubra-a com papel de alumínio.
07 ‑Acrescente a cebola à frigideira e deixe caramelizar mais um pouco.
08 ‑Aqueça no forno o pão durante quatro minutos (170ºC). Coloque um pouco de mostarda numa das faces e ketchup na outra.
09 ‑Monte o hambúrguer: fatia de pão com mostarda, cebola, hambúrguer, alface, tomate e finalize com a fatia de pão com ketchup caseiro. Sirva ou coma de imediato.

Hambúrguer com Compota de Tomate,
de Mafalda Pinto Leite (autora de “Cozinha para quem quer poupar”)

Para 4 pessoas
700g de carne de vaca picada (em alternativa, vaca e porcoem partes iguais)
1 colher de sopa de mostarda
1 colher de chá de molho inglês
1 cebola pequena, bem picada
1 dente de alho, bem picado
1 colher de sopa de salsa picada
½ colher de sopa de tomilho picado
1 ovo
4 fatias de bacon
4 pães para hambúrguer
Rúcula, para servir
Compota de tomate
400 g de tomate maduro, pelado, sem sementes
1 cebola vermelha pequena, bem picada
1 malagueta vermelha fresca, bem picada
2 dentes de alho, bem picados
¼ chávena de açúcar amarelo
¼ chávena de vinagre de malte

Para a compota de tomate
01 ‑Corte o tomate em pedaços e misture com a cebola. Reserve por uns minutos.
02 ‑Junte com os restantes ingredientes numa panela e cozinhe em lume médio. Quando começar a borbulhar, baixe o lume. Cozinhe 15 minutos ou até começar a ficar espesso. Tempere a gosto com sal e pimenta.

Para os hambúrgueres
03 ‑Misture a carne, a mostarda, o molho inglês, a cebola, o alho, a salsa, o tomilho e o ovo. Enforme os hambúrgueres e guarde no frigorífico enquanto prepara o bacon.
04 ‑Cozinhe o bacon numa frigideira com um fio de azeite ate ficar estaladiço. Retire e coloque num prato. Prepare o pão. Pode barra com maionese, mostarda, manteiga…o que desejar.
05 ‑Tempere os hambúrgueres com sal e pimenta mesmo antes de cozinhar. Cozinhe de ambos os lados por 8 a 10 minutos ou até estar cozinhado a gosto. Coloque por cima do pão.

Apresentação
06 ‑Cubra os hambúrgueres com a compota de tomate. Sirva com rúcula, se desejar.

Hambúrguer de Kobé,
de Olivier (chefe Olivier Avenida)

Para 8 pessoas
1kg de secreto de Kobé
100 g de cebola Branca
3 trufas negras pequenas
Um fio de azeite de Trufas
15 g de caldo de Carne
Salsa q.b
Pimenta preta q.b
Sal de Ervas (sal+coentro+manjericão+tomilho) q.b
Alho picado q.b
Azeite q.b
Salada
1 maço de rúcula
1 cabeça de alface roxa
Broto de Espinafre q.b
1 maço de alface

01 ‑Cortar a cebola em meia lua e confitar em azeite, alho e com o caldo de carne. Reservar. Picar quando arrefecer.
02 ‑Picar o secreto, a salsa, as trufas. Misturar tudo e temperar com sal de ervas, azeite, pimenta preta, salsa e a cebola confitada (reservar um pouco para finalização).
03 ‑Enformar os hambúrgueres e grelhar.
04 ‑Juntar os ingredientes da salada e temperar com sal, azeite e um pouco de vinagre.
05 ‑Montar como na fotografia

O meu Hambúrguer Slow Food,
de Maria de Lourdes Modesto (gastrónoma)

Para 4 pessoas
600 g de carne de vaca magra
1 cebola grande
2 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de caldo de galinha caseiro
½ chávena de miolo de pão esfarelado
1 tira de pimento verde
1 ovo
Sal q.b.
Pimenta preta q.b.
Noz-moscada q.b.
1 colher de sopa de molho inglês
1 colher de sopa de farinha

01 ‑Numa tigela juntar a carne, a cebola alourada na manteiga, o pão demolhado no caldo de galinha e a tira de pimento verde picada. Ligar tudo com o ovo.
02 ‑Temperar com sal, pimenta preta do moinho, noz-moscada e o molho inglês.
03  ‑Dividir o preparado em quatro partes e moldar cada uma com um pouco (pouquíssima) farinha.
04 ‑Aquecer bem uma grelha antiaderente. Colocar os hambúrgueres e deixá-lo corar dos dois lados.
05 ‑Para servir, colocar sobre cada hambúrguer uma argola de cebola frita. Lá dentro, pôr um pouco de ketchup e de mostarda Dijon.
06 ‑A acompanhar: maravilhosas batatas fritas em palitos douradas e estaladiças e uma boa salada com muitos e variados legumes crus a que gosto de juntar alguns grãos de milho. E passámos nisto uma boa meia hora das nossas vidas. Mas que regalo!»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/19100-hamburgueres-gourmet-as-receitas-seis-mestres, em Jornal I, a 20 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Aqui tem uma coisa que começou por ser conhecido como sendo como fast food, e com conotações de comida barata, e agora é transformado em prato gourmet.

Qualquer uma das receitas parece ser bastante apetitosa, e divinal, penso que pode aproveitar, para experimentar as mesmas, e depois pode sempre deixar o comentário se quiser aqui no Blog.

Desejo um Bom Apetite!!!

Votos de Bom Fim Semana!!!

Tenho Dito.

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