Como Ficar Rico Com o Partilhar a Vida Com Outra Pessoa

Como Ter Muito Dinheiro Numa Vida a 2

Como Ter Muito Dinheiro Numa Vida a 2

Hoje trago mais uma sugestão de educação financeira, hoje é a gestão da vida financeira na vida a dois, passo a transcrever a notícia e de seguida faço, um pequeno comentário para não me tornar maçudo:

« Casamento: para enriquecer a dois é preciso ser inteligente

Não importa quanto cada um ganha. O rendimento familiar equivale à soma do rendimento dos dois

O sucesso de Gustavo Cerbasi no Brasil é grande: o seu livro “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” já vendeu mais de 800 mil exemplares. O bestseller chega hoje às livrarias portuguesas com o selo da editora Livros d’Hoje. O i foi falar com o consultor financeiro e professor universitário para saber como os casais podem melhorar a vida financeira a dois.

Quando um casal se junta, qual é a primeira medida que deve tomar?
Antes de planear a moradia, o casal deveria discutir o valor que precisa destinar para garantir sua felicidade. Por exemplo, se escolhem uma vizinhança para viver, devem imaginar quanto lhes custaria, por mês, a garantia do bem-estar de ambos naquela vizinhança. Isso envolve gastos pessoais, com lazer, qualidade de vida e pequenos agrados individuais. Depois, deveriam discutir quanto poupar regularmente para assegurar até ao fim de suas vidas a renda necessária para manter tal padrão de vida. Se são jovens, cerca de 10% da renda é a recomendação para atender a este requisito. Somente depois dessas escolhas – felicidade e segurança – é que o casal deveria reflectir sobre a verba restante e então definir o que chamo de estrutura de consumo: gastos com moradia, transporte, vestuário, hábitos alimentares e educação.

Qual o maior erro entre os casais nesse planeamento?
O maior erro é inverter a ordem das escolhas. Para demonstrar à família e à sociedade que são bem sucedidos, jovens casais preferem escolher primeiro os grandes itens do orçamento (onde morar, qual automóvel a comprar e que marca vestir), deixando os hábitos de lazer, namoro e poupança somente para o caso de sobrar verba. Isso é incoerente, pois, na vida de solteiros, normalmente os gastos com lazer, prazer e qualidade de vida vêm em primeiro lugar.

Como se pode ultrapassar o problema de um dos membros do casal ter um rendimento muito superior ao outro?
A sociedade actual ainda não aprendeu a lidar com a emancipação económica feminina. No passado, o homem era o provedor do lar. Com a conquista da igualdade económica entre homens e mulheres, elas conquistaram também liberdade e independência. Infelizmente, em razão disso criou-se um sentimento equivocado de que cada um deve cuidar do seu dinheiro, pagar as suas contas ou contribuir com a divisão das despesas do lar. No longo prazo isso não funciona, pois um fará poupança e o outro não, um terá mais liberdade de escolhas e ou outro não terá opções, um terá uma vida financeira tranquila e o outro viverá sob pressão. Um rico e um pobre não conviverão bem debaixo do mesmo tecto. Para evitar esse problema, é preciso resgatar a noção de família. Não importa quanto cada um ganha – a família tem um rendimento equivalente à soma do rendimento dos dois. Gastos, todos eles, devem ser decididos a dois e pagos com o dinheiro da família. Liberdade e independência? Simples: o casal deve estabelecer uma verba para gastos pessoais, uma mesada, e dividi–la meio a meio, para cada um gastar como bem entender, mantendo o mesmo padrão de consumo para os dois. Se parece injusto para alguns, passa a fazer sentido quando ela pensa em interromper a carreira para cuidar de um bebé, ou quando ele perde o emprego. Numa família, ambos devem batalhar juntos para o sucesso financeiro do casal, mesmo que isso signifique apenas um dos dois trabalhar para manter a família.

Como se pode combinar dois perfis muito diferentes, por exemplo, um investidor agressivo com um gastador conservador?
O primeiro passo é reconhecer os perfis de cada um e identificar os pontos fortes e pontos fracos. O segundo passo é cultivar uma conversa franca que permita valorizar os pontos fortes e limitar os pontos fracos. Se gastar é da natureza de quem amamos, devemos estipular uma verba para garantir esse hábito que proporciona felicidade quotidiana. O mesmo vale para investimentos. Um erro grave é tentar mudar a natureza humana, tentando converter um gastador em investidor, ou vice-versa. Em geral, apaixonamo-nos justamente por características de comportamento que completam o que falta em nós mesmos. Para manter um relacionamento equilibrado, as vontades e manias também se devem equilibrar, com concessões de ambos os lados.

Na fase do namoro, deve-se discutir temas financeiros?
Sem dúvida. Se o namoro é uma fase de experiências, devemos experimentar também práticas financeiras. Para isso, basta tratar do tema dinheiro antes que ele se torne um problema. Por exemplo, ao sair para um jantar romântico, boa parte do romantismo se evapora quando a conta chega e o casal não chega a um consenso entre dividir a conta ou aceitar que um dos dois pague. Seria bem mais simples se, no momento do convite para jantar, viesse uma resposta do tipo “aceito, desde que me deixes pagar a conta desta vez”, ou “estou com o orçamento apertado, vamos dividir um jantarzinho simples?”. Outra experiência interessante é sugerir ao namorado que ambos poupem recursos para uma viagem ou celebração a dois. O sucesso ou insucesso dessa estratégia dará uma boa pista de como seriam experiências desse tipo durante o casamento.

Como planear para que a chegada de um filho não desequilibre o orçamento do casal?
Normalmente, se o casal tiver uma vida equilibrada, com estrutura de consumo enxuta e gastos consistentes com qualidade de vida, ocorre um efeito de substituição. Gastos com lazer, jantares em restaurantes e práticas desportivas são substituídos por gastos com fraldas, itens de higiene, roupas e acessórios, pois a chegada de um bebé faz com que o casal se torne mais caseiro. Itens de maior valor, como berço e decoração do quarto, também podem vir dessa substituição, com um planeamento mínimo. Porém, quando o casal vive no limite de seu orçamento e não tem hábitos a eliminar temporariamente, o efeito substituição deve atingir gastos mais relevantes e estruturais, como a substituição do automóvel por um mais barato e o corte de gastos com cuidados pessoais para viabilizar os necessários gastos com o bebé.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/19580-casamento-enriquecer-dois-e-preciso-ser-inteligente, em Jornal I, a 24 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Perante este pequeno guia, podemos verificar que as questões financeiras estão presentes no quotidiano de cada um de nós.

A regra que se deve seguir, é a que a economia nos dita, em períodos de abundância, devemos poupar, e em períodos de retracção devemos gastar o que se poupa.

No entanto, em tudo na vida o segredo de um excelente planeamento é a alma do negócio, como tal, penso que quer estejamos solteiros, casados, união de facto, etc, convém efectuar um bom planeamento, é obvio que se vivermos a dois, temos que conjugar com o outro elemento, e se por exemplo, as decisões são mais fáceis, outras vezes, as decisões não são resultado de consenso, e devem ser geridas sempre pela regra do bom senso.

No que concerne a uma vida de solteiro, a mesma é regada de alguns dos pecados que nunca mais se poderão fazer na vida, muito menos na vida de casado, em solteiros, somos donos da nossa conta, e podemos gastar como bem entendermos, sem que para isso, tenhamos que prestar satisfações a alguém.

No caso de casado, ou de união de facto, além da partilha da vida, existe também a fusão das vidas financeira, e de partilha de deveres e claro gozo do restante juntos, são vantagens ou desvantagens, depende do ponto de vista.

E mais, penso que não vale a pena dizer, hoje e para não estender me mais e não me tornar maçudo, deixo ao livre arbítrio de cada um, a sua vida Financeira

Tenho Dito

RT

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