Como Escolher o Melhor Tarifário de Telemóvel Para o Seu Caso? Tenha Aqui a Sua Resposta…

Qual o Melhor Tarifário Para o Seu Caso?

Qual o Melhor Tarifário Para o Seu Caso?

Hoje trago uma questão útil, como escolher um bom tarifário para o seu telemóvel, passo a transcrever a notícia, e de seguida faço o meu comentário:

« Como escolher o melhor tarifário móvel?

Escolher um tarifário móvel não é tarefa fácil. As opções são muitas e actualizam-se com frequência. Cada vez mais os operadores procuram simplificar as propostas, como é possível perceber nas páginas de Internet, onde os tarifários estão…

Somando apenas os tarifários dos operadores com rede própria, o cliente tem à disposição 45 propostas na hora de escolher a melhor combinação de preços. Conheça as dicas e os cenários para facilitar a decisão.

Escolher um tarifário móvel não é tarefa fácil. As opções são muitas e actualizam-se com frequência. Cada vez mais os operadores procuram simplificar as propostas, como é possível perceber nas páginas de Internet, onde os tarifários estão organizados não apenas segundo a classificação de pré ou pós-pago mas, também, pelo perfil do cliente. Embora encaixar num deles possa não ser fácil, é essa a primeira análise que deve fazer se está a pensar rever o plano que o liga ao seu operador móvel.

Um dos aspectos mais relevantes é perceber se a maior parte das comunicações são ou não feitas para dentro da mesma rede. Pode fazê-lo juntando as últimas facturas, se tiverem detalhe das chamadas. O mesmo recurso pode ser aproveitado para perceber se a grande maioria das chamadas que faz se fixam num grupo restrito de contactos, ou se abrangem um leque mais heterogéneo. Os três operadores oferecem tarifários a pensar em quem fala sobretudo para um pequeno grupo (até 15 pessoas, por exemplo), mas atenção porque os preços fora do grupo são pouco competitivos pelo que a opção é boa apenas se se fixar mesmo só no grupo.

O valor mensal da factura é outro indicador importante para perceber se deve optar por um tarifário pré-pago, com ou sem obrigação de carregamentos, ou por um tarifário pós-pago.

As chamadas mais caras estão normalmente nos tarifários pré-pagos que não obrigam o utilizador a reforçar periodicamente o seu saldo disponível. Os pré-pagos com carregamento estão num patamar intermédio e os pós-pagos albergam os melhores preços. Em troca, o cliente aceita uma relação contratual com o operador, traduzida no débito em conta de uma mensalidade fixa que dá direito a um determinado volume de chamadas, em algumas propostas, gratuitas dentro da rede.

Alguns destes tarifários pós-pagos são apresentados em pacotes de minutos. Se ainda tiver a factura detalhada à mão pode recolher a informação relativa ao tempo gasto nas comunicações durante os últimos três meses e fazer uma média do seu consumo em termos de minutos, para perceber se encaixa nas opções disponíveis. O valor pago mensalmente não serve para fazer uma comparação tão fiável pois podem estar em causa preços por minuto diferenciados.

Num tarifário pré-pago, com carregamentos obrigatórios, é certo que também há contas a fazer, mas são mais simples. A maior parte dos planos disponíveis permite carregamentos mensais a partir de cinco euros. O incómodo de poder ficar sem saldo num momento pouco conveniente é compensado pelo controlo total de custos.

É neste conjunto de opções pré-pagas com obrigação mensal de carregamento que cabe uma série de novas tarifas desenhadas para oferecer comunicações gratuitas na comunidade, ou seja, entre “pares” do mesmo tarifário. Na TMN é o “Moche”, na Vodafone o “Extreme” e na Optimus o “Tag”. Posicionados para um público jovem, podem ser uma boa opção para qualquer idade se conseguir convencer a rede de contactos a segui-lo. Também são uma boa opção para quem fala mais dentro da rede, independentemente do tarifário de destino.

Menos relevante na escolha do tarifário é o facto de consumir Internet no telemóvel já que a qualquer tarifário-base, na oferta dos operadores de rede, pode adicionar “créditos” para o consumo desse tipo de serviço, um determinado valor mensal dá acesso a uma determinado volume de dados (“megabytes”) para enviar e receber a partir do telemóvel. Depois de tentar traçar o seu perfil de consumo, consulte a Internet e desfaça as últimas dúvidas. Com alguma informação-base também será mais fácil fazer as perguntas certas ao seu operador e chegar a uma decisão.

O Observatório de Tarifários da Anacom foi criado com o objectivo de ajudar a esclarecer este tipo de dúvida, mas sem actualização desde Setembro de 2008 e tendo em conta que, mesmo sem alterações de maior à composição das ofertas, os preços das comunicações foram actualizados pelos principais operadores em 2,5% já este ano, pode não ter as respostas que procura. Na Optimus, tem à disposição 11 tarifários entre pós e pré-pagos. Na TMN a oferta dirigida a particulares faz-se de 15 opções e na Vodafone de 19. Junte-se a oferta dos operadores móveis virtuais. Phone-ix, a Uzo ou, mais recentemente, a Zon e o Continente, também oferecem serviços de comunicações móveis sobre a rede de outros operadores.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=384024,  a 26 de Agosto de 2009, em Jornal de Negócios

O meu comentário:

Penso que a análise, encontra-se muito bem abordada, no entanto, temos que ver que estas escolhas são centradas essencialmente no preço, ora a maior parte das pessoas, não sabe, mas eu digo que algumas escolhas, não são só por preço, mas por qualidade da rede, serviços associados, qualidade das chamadas, oferta de equipamentos.

Penso que, não se trata de uma escolha linear, é obvio que o primeiro impacto é o preço, mas existem as outras condicionantes englobadas, muitas das pessoas ao escolher a rede do telemóvel, vão e correctamente, associar essas mesma escolha à maior parte dos seus contactos, isto se for um grupo de contactos de cariz mais homogéneo, por outro lado, se o grupo for mais heterogéneo, as escolhas vão para a simpatia pela rede, equipamentos, qualidade de serviço, tanto a nível de apoio clientes, etc.

Escolher a rede, não é tão irredutível, hoje podemos usar um serviço, que é a portabilidade, onde podemos, levar o nosso número de telemóvel, tal qual, como está, ou seja, com o indicativo da rede, e isto, de forma gratuita, sem encargo, portanto, se não estamos satisfeitos com alguma coisa na nossa rede, se queremos um equipamento que não temos na nossa rede, ou que, é exclusivo noutra operador, e não o queremos comprar livre por ser muito caro, então podemos mudar de rede facilmente; o mesmo se aplica ao tarifário, podemos sempre escolher outro tarifário noutra operadora, pelas mesmas razões acima descritas para os equipamentos.

Penso que, as pessoas não conhecem esta opção de portar o número, pois as operadoras ainda não divulgaram esta opção de forma mais atroz, geralmente só a divulgam, quando é para captar um cliente de outra rede, mas não o massificaram com medo de perder os clientes que possuem actualmente.

Basicamente, penso que a escolha tem que ser analisada com calma, e recorrendo a pelo menos 6 facturas, por exemplo, por os últimos 6 meses, de forma a ter uma abrangência do tipo, duração e destino das suas chamadas, e depois decidir de acordo com a notícia acima descrita.

Verificar também as suas simpatias por o operador, ou a qualidade oferecida pelos seus serviços, é também uma variável bastante útil.

Deixo a Questão: Está satisfeito com a sua operadora móvel?

Tenho Dito

RT

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s