OCDE Quer Limitar o Lay Off…Será Que Conseguirá Atingir o Objectivo…

Medidas Para Limitar o Lay Off...     Fonte: www.investment-blog.net

Medidas Para Limitar o Lay Off... Fonte: http://www.investment-blog.net

A notícia que trago hoje, é sobre uma medida que visa a fomentar o emprego, vamos ver se a medida vai atingir bom porto, passo a transcrever a mesma e de seguida faço um comentário.

« OCDE quer limitar lay off para combater a sombra da crise

Encontro em Paris debate soluções para o desemprego. Recuperação à vista, diz secretário-geral

Evitar que a sombra da crise tape por muito mais tempo o emprego. É este o mote do encontro da OCDE que arrancou ontem em Paris. Se o debate entre especialistas visa encontrar novas soluções para o pico de desemprego, uma já está definida: “Limitar ao máximo a opção do lay off”, disse o secretário-geral Angel Gurría no discurso de abertura. “Os governos já começaram a actuar com pacotes de estímulo fiscal. Estimamos salvar entre 3,2 e 5,5 milhões de postos de trabalho em 2010”, adiantou o responsável.

Mas, perante o pior cenário, a medida é insuficiente. À taxa actual de crescimento, o desemprego na OCDE pode atingir os 10% já em 2010, com mais 25 milhões de desempregados face a 2007 – um agravamento de 80%. A última análise, de Julho, obriga a carregar depressa no travão. A média do desemprego nos 30 estados-membros atinge o valor mais elevado desde o pós-guerra: 8,5%.

Para Gurría, apesar de os números serem “assombrosos”, a recuperação global está à vista. “Vemos um esforço sem precedentes para curar a crise financeira e estimular a procura”, disse, destacando o impacto nos jovens, pessoas pouco qualificadas, imigrantes, minorias étnicas e trabalhadores precários. “Em muitas economias emergentes, muitos trabalhadores foram forçados a aceitar trabalhos ainda mais precários e mal pagos e enfrentam hoje situações de pobreza”, sublinhou o responsável.

Assegurar redes de apoio social e ajustar a reintegração no mercado laboral foram algumas das sugestões deixadas ontem. Já resolver a falta de emprego dos mais jovens deve ser uma “política central”, afirmou Gurría. “Não podemos deixar que esta crise resulte na perda de uma geração. Ajuda na procura de trabalho, formação e programas para prevenir o abandono escolar são medidas ainda mais urgentes nesta conjuntura.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/25276-ocde-quer-limitar-lay-off-combater-sombra-da-crise, a 29 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Pois bem, mais uma vez, estamos perante uma medida em teoria é boa, mas que penso que seja muito difícil, ser colocada em vigor, pois os patrões tem legislação mais que suficiente para poderem escapar a estas leis, isto porque, em vez de se fazer o denominado lay off, as pessoas contratam a termo e depois despedem, ou seja, e um mal maior que o lay off.

Na generalidade, as empresas quando colocam em lay off, das duas umas, ou não estão interessadas no trabalhador, ou então, algo vai ser feito com a empresa, ou deslocalizada, ou mudança de denominação, insolvência, etc, e o trabalhador deve estar atento a estas situações, e se possível, tentar arranjar, outro emprego, nem que seja, em part-time, para se poder precaver, do desaparecimento da organização, ou então, o desinteresse da empresa no empregado.

O problema é que o queijo e faca, estão sempre na mão do mesmo, ou seja, da entidade patronal, no entanto, penso que a transparência por parte da entidade patronal, pode ser muito salutar, pois pode até em caso de estar em maus lençóis, solicitar e negociar com os empregados, melhor situação possível e ter o esforço de todos, que desta forma remarão num só objectivo, de tentar segurar e levar a empresa a sair da referida crise.

O que os empresários ainda não se aperceberam, é que a empresa não é deles, mas sim dos seus clientes, pois se não houver clientes, a empresa não tem razão de existir e está-se a produzir, na gíria conhecida como produzir para aquecer. O cliente é a única razão de existência de uma empresa, dentro dos clientes, temos os externos e os internos, os clientes externos, são os que compram e não são funcionários, os internos são os funcionários da organização, e se estes internos não estiveram encaixados e coesos no rumo da organização, não é possível persuadir os externos a comprar.

As medidas de desemprego, ou mesmo o, lay off, não são medidas genericamente bem vistas por clientes, em primeira estancia os internos e de seguida os externos, geralmente se os externos se apercebem que a empresa está em maus lençóis, a tendência é para que comecem a encontrar um fornecedor alternativo, pois, a ideia que retêm é que no médio ou longo prazo, a empresa o vai deixar de poder o servir com até então, e desta forma, não ajuda a empresa a na sua recuperação.

A ideia ao impedir que os clientes internos, se revoltem na empresa, e mais fácil negociar, mais fácil dialogar, e que todos, saibam o estado da empresa, e as alternativas de viabilização, e que todos contribuam na busca de um objectivo, onde todos vão sair a ganhar em primeira estancia e seguidamente e ainda mais importante, o cliente externo, que ao não se aperceber do sucedido, não vai propenso à mudança dos seus hábitos de consumo.

Penso que a medida é boa, mas vamos aguardar para ver, como vai ser regularizada e implementada e esperar que se atinjam os objectivos, embora tenha muitas reservas, sobre a referida lei

Deixo a Questão: Que pensa desta medida da OCDE?

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Seguros Reforma…Serão uma Boa Aposta??

Seguros Reforma, Serão boa opção???    Fonte: www.okedizemporai.blogs.iol.pt

Seguros Reforma, Serão boa opção??? Fonte: http://www.okedizemporai.blogs.iol.pt

Hoje trago mais um conselho económico, passo a transcrever o mesmo, seguido de um comentário:

« Reforme-se e esqueça o dinheiro

Se chegar à idade de reforma e tiver um bom pé-de-meia, pode comprar um complemento de pensão. Para garantir mil euros adicionais por mês, precisa de entregar uma poupança de 200 mil euros

Quando alguém se reforma já sabe que é provável que a sua pensão não lhe cubra os gastos mensais a que estava habituado. Se deixar de trabalhar na idade prevista de 65 anos, é natural que a sua pensão fique entre 66 e 73% do seu último vencimento, estima a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico. Nesse momento pode fazer uma de três coisas: aligeirar o seu estilo de vida, começar a utilizar as poupanças (se conseguiu amealhar ao longo da vida) ou, se prefere não pensar muito em dinheiro, pode entregar o seu pé-de-meia a uma seguradora em troca de um complemento de pensão para o resto da vida. A renda vitalícia funciona de uma forma muito simples: o rendista entrega o seu pé–de-meia em troca de um depósito mensal na conta bancária de um valor pré-acordado para o resto da vida.

Há muitos anos que as companhias de seguros gerem rendas vitalícias, mas a popularidade ainda é baixa: menos de 1% da produção seguradora nacional é nesta área, de acordo com os números da Associação Portuguesa de Seguradores. A razão é o reduzido interesse dos portugueses e das seguradoras, explica Pedro Seixas Vale, presidente da APS.

“O aumento da esperança de vida é um risco para as seguradores”, explica, alertando para o facto de as companhias terem muitas vezes contratos que duram mais de 30 anos.

Para os particulares, a vantagem das rendas vitalícias é clara: assim nunca se corre o risco de a poupança não chegar aos últimos anos de vida. Como as mulheres tendem a viver mais anos, algumas seguradoras oferecem melhores complementos de reforma aos homens. É o caso da Liberty Seguros: por 200 mil euros, um cavalheiro de 65 anos recebe 1093 euros por mês para sempre, enquanto uma senhora tem direito a apenas 881 euros. Todavia, se o objectivo é complementar a pensão de reforma de um casal, há outra opção: a reversibilidade. Nesta modalidade, um dos membros do casal pede a renda vitalícia e, caso morra antes do parceiro, uma percentagem da renda continua a ser paga vitaliciamente ao seu parceiro. No Banco Espírito Santo, por exemplo, os mesmos 200 mil euros permitem receber uma renda vitalícia de 792 euros, a partir dos 65 anos, reversível em 50% com um parceiro também de 65 anos. Logo, o rendista recebe esses 792 euros até falecer e, a partir daí, o seu parceiro sobrevivo passa a encaixar mensalmente metade, ou seja, 396 euros.

Cuidado que é para o resto da vida Antes de se lançar numa renda vitalícia, convém procurar junto de todas as seguradoras qual é a melhor proposta, já que é uma decisão para o resto da vida. Actualmente, para um cidadão de 65 anos, o Millennium bcp Fortis, o grupo segurador partilhado pelo Fortis e pelo Millennium bcp, tem uma das melhores propostas: 200 mil euros transformam-se numa renda mensal vitalícia de 1193 euros para quem tiver 65 anos. Regra geral, as rendas vitalícias podem ser pedidas com qualquer idade, embora algumas companhias não façam contratos a quem já tenha ultrapassado os 70 anos.

O principal risco das rendas vitalícias é a inflação. Daqui a 20 anos, mil euros compram tanto como 610 euros hoje, se os preços aumentarem 2,5% por ano. Contudo, as companhias de seguros também facilitam a ultrapassagem deste obstáculo ao disponibilizarem rendas crescentes. Porém, a renda inicial é inferior.

No Banco Popular é possível obter uma prestação de 1092 euros aos 65 anos com 200 mil euros, mas, se pedir para a renda aumentar 2,5% por ano, os mesmos 200 mil euros já só atribuem cerca de 837 euros por mês. Todavia, no ano seguinte, a prestação já ultrapassa os 858 euros e, no ano a seguir, aproxima-se dos 880 euros.

Consoante a companhia de seguros, há outras opções quando se contrata uma renda vitalícia. Uma das mais populares é receber 14 mensalidades por ano, porque todos gostam de ter um dinheiro extra no Verão para fazer uma férias topo de gama e mais capital em Dezembro para gastar nos presentes de Natal. Nesta modalidade, o rendista recebe a duplicar em dois meses do ano a combinar com a seguradora. No Montepio, a renda de 1100 euros obtida por um associado com 65 anos que entregue 200 mil euros desce para cerca de 943 euros caso peça 14 rendas anuais.

Qualquer que seja a opção da sua renda vitalícia, tem de declará-la ao fisco. Estas prestações são classificadas como se fossem pensões de aposentação ou de reforma, logo tem de registá-las no Anexo H da declaração de rendimentos.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/25006-reforme-se-e-esqueca-o-dinheiro, 28 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Pois bem, temos que estar sempre a calcular o nosso dia de amanhã, e isso é um ponto que temos que ter em conta, logo penso que esta opção é uma boa oportunidade para se reflectir sobre a nossa reforma.

Penso que estes seguros, são úteis para quem consegue amealhar alguns trocos e pode os colocar num seguro deste género, no entanto, isto pode também ser feito pela própria pessoa, faz a sua poupança, e pode tipo anualmente, ou com, outra periodicidade por si definida, pode agendar uma transferência automática dessa mesma conta, para a conta à ordem, no entanto, isto exige maior controlo, e não pode se não seguido bem à regra, ser usado para a vida toda, isto se, vivermos muitos anos, a vantagem e de poder poupar em comissões e colocar logo uma quantidade exorbitante de dinheiro para constituir o seguro.

No entanto, é pena que cada vez mais seja necessário as pessoas terem desde muito cedo se preocupar com a reforma, após ainda descontarmos para a segurança social, ainda temos que poupar, do nosso próprio bolso e sendo tributado ainda por esse poupança adicional que se faz, para a nossa reforma.

No entanto, penso que estes seguros, a par de um PPR, pode ser uma óptimo complemento à reforma, sendo que o PPR, está isento de tanta tributação, pelo menos comparando com o seguro ou mesmo um depósito a prazo.

Qualquer que seja, a sua escolha, deve sempre ter em conta que, deve ter em conta que algumas destas opções, podem ser irreversíveis, e que devem ser tomadas com consciência.

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Análise aos Resultados das Eleições Legislativas 2009

Resultados de ELeições Legislativas 2009    Fonte: http://www.ionline.pt

Resultados de Eleições Legislativas 2009 Fonte: http://www.ionline.pt

Resultado Global de Legislativas 2009  Fonte: http://www.publico.clix.pt/

Resultado Global de Legislativas 2009 Fonte: http://www.publico.clix.pt/

A minha análise aos Resultados:

Após as eleições legislativas do dia de ontem, podemos ver os resultados acima demonstrados, onde temos como principal situação, a vitória com uma maioria relativa por parte do PS (36.56%), uma derrota para o PSD (29.09%), um resultado inesperado para o CDS-PP (10.46%), um resultado muito bom para o BE (9.85%) e um resultado um pouco sem surpresas para a CDU (7.88%), dando isto em deputados 96, 78, 21, 16 e 15, respectivamente para cada um deles.

A vitória vai para o PS, apesar de ter uma maioria relativa, consegue ganhar, embora não se augure uma legislatura fácil, digo, mesmo, bastante difícil face aos resultados eleitorais desta noite, a única situação que pode advir e para confortar o PS, é a de coligação ou acordo parlamentar, com o tão enunciado Bloco Central formado pelo PS com o PSD; outra alternativa é o PS tentar entrar no mesmo acordo com o CDS, qualquer um destes dois partidos, pode fazer o PS, chegar a uma maioria confortável; o mesmo já não se pode dizer em coligações aos partidos de esquerda (BE e CDU), pelo menos de forma isolada, uma coligação seria forçosamente com os 3, ou seja, o PS coligar ao mesmo tempo com o BE e a CDU, coisa que é bastante difícil.

Vamos ver como decorre a legislatura, mas penso que seja a legislatura mais complexa dos últimos tempos, pois a sua continuidade, está sempre colocada à prova, e pode sair defraudada a qualquer momento, devido à fragilidade dos resultados eleitorais desta noite.

Como acima mencionei, a grande derrotada, e como muitos esperaram e outros não, é Dra Manuela Ferreira Leite, quase levando o nível de resultados, ao nível de 2005, na altura com a candidatura do Dr Pedro Santana Lopes, foi uma derrota grande, para quem estava confiante, penso que a questão dessa mesma derrota, deve-se essencialmente a não ter um projecto para o país em concreto, ou se o tinha, não consegui passar e persuadir os portugueses da veracidade do mesmo.

O CDS é, uma das grandes surpresas da noite, pois consegue ficar com a medalha de bronze, penso que muitos dos seus votos, advieram da imagem do PSD, que estava cansada e pouco coesa, devido possivelmente, è fragilidade demonstrada pela sua líder, os votantes de direita, então sem soluções, refugiaram-se no CDS, para não dar a maioria ao PS, e não simpatizando com os restantes partidos de esquerda o BE e a CDU

O BE, foi a outra surpresa, ou não, pois todos sabiam que muito do eleitorado do PS, refugiou-se neste partido, mas não só, penso que as suas políticas vanguardistas, o olhar para nichos como os jovens e as suas necessidades, a sua luta contra concentração de poder em grandes organizações, entre outras medidas de cariz mais popular, a sua posição, tendo como objectivo o PS de Sr. Eng. José Sócrates, levaram a bom porto, e no impedimento da maioria absoluta. Estes resultados, espelham também o populismo crescente que tem tido, e que reforça o resultado obtido nas anteriores eleições europeias.

A CDU, elege mais um deputado que em 2005, e vê desta forma reforçada a sua posição, tratando-se um partido tradicional, e de onde, muita da sua força vem de sindicatos e pessoas com cariz mais conservador, muitos dos descontentes com o governo PS, espelharam nesta força, o seu voto, tendo em vista o impedir a maioria absoluta.

Penso que os resultados no global, são como já acima mencionei, são resultados um pouco inesperados no que concerne a alguns partidos, e que vai tornar a legislatura um pouco instável, no entanto deixo os meus parabéns a todos, e votos de uma governação de acordo com as necessidades do país e dos portugueses, tendo sempre em vista a qualidade da governação e da confiança depositada em cada um.

Votos de Bom Trabalho

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O Que Pode Aprender na Internet em Apenas 10 Minutos…

Aprenda em 10 minutos    Fonte: www.appleiphonees.blogspot.com

Aprenda em 10 minutos Fonte: http://www.appleiphonees.blogspot.com

Hoje não me vou alongar, até porque é domingo de eleições, e temos que ir cumprir o nosso dever cívico que é ir votar.

No entanto, penso que existem coisas, que nem eu tinha noção de que se poderia aprender em apenas 10 minutos, penso que mesmo, algumas coisas de como é feito algumas coisas.

Fica aqui a lista que foi publicada no diário Jornal I, e de tal forma, não farei hoje qualquer comentário, pois penso que a notícia que vou transcrever, não merece comentário, por ser tão óbvia.

« Saiba tudo o que pode aprender em menos de dez minutos

Quer impressionar os seus amigos com truques e conhecimento geral acima de média?
Então a lista que o site Mashable publicou é a resposta às suas preces.
Através de 10 sites propostos por este guia online, pode aprender coisas novas em menos de dez minutos.
Conheça quais:

  • Como fazer malabarismo com três bolas é uma das coisas que pode aprender em menos de dez minutos, no site 5 minutos.
    http://www.5min.com/Video/How-to-Juggle-3-Balls-72412554
  • Gostava de explorar as potencialidades do seu jardim para o tornar o mais amigo do ambiente possível? Ou como tornar uma tarte de maçã crocante? Ou até como deixar a sua casa limpa como se tivesse contratado uma equipa de profissionais? O site MonkeySee dá-lhes as respostas a isto e a muito mais.
    http://www.monkeysee.com/
  • YouTube? Sim, o Youtube faz parte desta lista, porque no meio dos videoclips e do vídeo do Obama a insultar Kanye West, consegue descobrir vídeos como este (vai interessar-lhe sobretudo se for um fã de Watchmen):
    http://www.youtube.com/watch?v=zmj1rpzDRZ0&feature=player_embedded
  • Um dos vencedores da lista é, sem sombra de dúvidas, o iMinds. Aqui, encontra podcasts sobre arte, história, economia e negócios, com explicações simples para se inteirar de um tema… em menos de dez minutos. E até pode receber novidades pelo Twitter:
    http://www.iminds.com/
  • The Week é o menos inesperado dos dez sites. Mas se é daqueles que gosta de estar por dentro da actualidade nacional e mundial sem grande esforço, este site – que agrupa a informação toda uma vez por semana, gerindo todas as fontes que existem na internet para lhe dar resumos dos acontecimentos – é o certo para si:
    http://www.theweek.com/home
  • Se é mais um daqueles curiosos que quer perceber como tudo funciona, visite o HowStuffWorks, que agora é detido pela empresa que detém o Discovery Channel e o Animal Planet:
    http://www.howstuffworks.com/
  • Em sétimo lugar surge uma comunidade simples, onde toda a gente pode partilhar várias dicas, desde a melhor maneira de arranjar uma torneira à maneira mais fácil de criar arte em 3D:
    http://www.instructables.com/
  • O eHow é talvez o site mais antigo da lista. Criado há dez anos, o eHow tem agora mais de 160 mil vídeos e 600 mil artigos escritos. O truque é que tudo é ensinado passo a passo e, claro, sempre em menos de dez minutos:
    http://www.ehow.com/
  • Quase a terminar a lista, surge a wikipédia how-to. No wikiHow, encontra uma wikipédia normal, com as mesmas regras de funcionamento, mas com dicas de aprendizagem que vão para além do agrupar de informação do formato wiki comum:
    http://www.wikihow.com/Main-PagePor último, o Shvoong é o site onde pode encontrar as críticas do cidadão comum sobre os últimos filmes, livros e CD. Não sei deixe enganar pelo nome esquisito; no meio de críticas rascas (risco que se corre quando se deixa um site às mãos dos utilizadores, sem nenhum editor ou revisor), encontra pequenas pérolas de sabedoria sobre o mundo do entretenimento:
    http://www.shvoong.com/»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/24671-saiba-tudo-o-que-pode-aprender-em-menos-dez-minutos, em 24 de Setembro de 2009, no Jornal I

Como Investir no Mercado Bolsista…

Hoje trago uma notícia de cariz de investimento, essencialmente no mercado de acções, passo a transcrever o referido artigo, seguido de um comentário da minha pessoa, mas que não versa somente sobre acções:

« Estratégias para poupar nos investimentos

O optimismo está de volta ao mercado e trouxe consigo os investidores. Se quiser seguir a onda de euforia dos últimos meses tem à sua disposição um vasto leque de produtos. O preço pago pode fazer uma grande diferença no retorno obtido. Conheça as opções à sua medida e quanto custam.

Acções, fundos de investimento, CFD, Warrants, ETF. O que escolher? A oferta na hora de investir é variada e com características bastante diferentes. Com muitos investidores a regressarem ao mercado, depois de dois anos de fuga dos activos com maior risco, há várias condicionantes a ter em conta na hora de optar e o preço é uma delas. O Negócios foi analisar vários produtos de investimento para diferentes activos, com o objectivo de perceber quais as alternativas mais económicas, para condições semelhantes.

Partindo de um valor de investimento inicial de 5.000 euros, o objectivo foi identificar as várias soluções para cada tipo de activos, analisando as comissões e todos os custos inerentes, assim como as suas vantagens e desvantagens. Para uma análise mais rigorosa, o Negócios pediu a colaboração da corretora GoBulling, do ActivoBank7, do Banco BiG e do Banco Best, de modo a conhecer todos os diversos produtos ao dispor dos investidores e as suas características.

A pesquisa incidiu sobre acções, quer individuais, quer num cabaz, e sobre matérias-primas, uma vez que se tratam dos activos mais procurados pelos investidores. Apesar do preço ser uma das variáveis com maior peso, não deve ser a única a ter em conta. Antes de investir, identifique bem as suas prioridades e, apenas em função dos seus objectivos de investimento, decida qual o produto que se adapta melhor a si.

“As comissões são seguramente uma das variáveis a ter em linha de conta na escolha de um investimento, mas não deve ser vista como a primeira e principal variável de decisão”, explica Rui Olo, da direcção de “marketing” do ActivoBank7, lembrando que “nos investimentos, primeiro é fundamental definir qual o tipo de investimento, adequado ao perfil de risco, e só depois comparar as diferentes opções que permitem concretizar o investimento”.

No caso das acções, o investidor pode optar pela compra directa em bolsa ou pela aquisição de um CFD (Contract For Difference). Enquanto se adquirir os títulos no mercado accionista terá que pagar os custos de transacção requeridos pelo intermediário financeiro, se escolher os CFD é cobrado um “spread” sobre o capital investido. Os CFD são contratos que replicam o desempenho de um determinado activo, como por exemplo uma acção, e permitem a alavancagem do investimento, bem como a tomada de posições curtas, através das quais se pode ganhar com a queda dos títulos. Neste último caso, há lugar ao pagamento de juros pelo empréstimo dos títulos.

Por outro lado, se a escolha recair sobre um cabaz de acções ou um índice, o leque das alternativas de investimento aumenta. Além dos tradicionais fundos de acções, existem também os ETF e os certificados.

Os dois últimos seguem o desempenho de um determinado índice e são negociados em bolsa, tal como acontece com as acções e podem ser adquiridos nas corretoras. Diogo Serras Lopes, director de investimento do Banco Best realça que “a principal diferença no caso dos ETF é terem um custo de gestão menor, mas também não têm gestão activa, como acontece normalmente no caso dos fundos, que tem como objectivo acrescentar valor face à performance do índice de referência”.

Para apanhar o comboio das recentes subidas das matérias-primas, as opções são a aquisição de contratos de futuros, ETF, certificados e CFD. A diferença no custo chega a ser de 500%. Se preferir investir directamente no mercado, a alternativa são os futuros. Mas a exposição às matérias-primas pode ser conseguida através dos outros produtos e beneficiar do efeito de alavancagem. As opções são muitas e os custos podem fazer a diferença, mas não devem ser o único aspecto a ter em conta.

Diferença no custo chega a ser dez vezes maior Antes de decidir onde colocar as suas poupanças, analise todas as alternativas disponíveis e compare as comissões associadas a cada uma delas. No caso do investimento num cabaz de acções, os preços variam entre 158,75 euros e 15 euros, dez vezes menos que a primeira alternativa.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=388321, a 25 de Setembro de 2009, em Jornal de Negócios

O meu comentário: Penso que o optimismo a que estamos a assistir, é algo que tem que ser tomado com bastante ponderação, pois um passo em falso, ou um investimento não muito acertado, pode deixar o nosso investimento cair por terra.

O apresentado, pela notícia, são para perfis mais arrojados, tendencialmente, e nesta época, onde a liquidez ainda é em parte escassa, o mais concorrido, são os denominados depósitos a prazo, onde o capital e a remuneração, são garantidos, apesar de as taxas não serem muito agradáveis, as pessoas preferem seguir a menção, mais vale pouco, que nada.

É obvio que os investidores no mercado de acções estão aí, e ás quedas dos últimos ano e meio, parecem estar a serem diluídas, e a cotação das acções parece estar a ser alvo de correcção de mercado, ou seja, a seguir para a progressão natural, e para o seu valor normal.

Vamos esperar para ver o que dá, este começo de desafogo e os primeiros investimentos no mercado bolsista, uma coisa é certa, se pretende ganhar algum, penso que seja, uma óptima ideia comprar agora algumas acções, ter uma carteira variada, pois com as correcções dos próximos meses, vai com certeza rentabilizar essa mesma carteira.

Outra solução de investimento são os fundos, existem os com risco e os sem risco, pode sempre optar pelo que lhe for mais confortável, no entanto, os com risco, na sua generalidade, têm mais retorno que os outros.

Tudo depende do perfil de investimento que mais estiver de acordo consigo, o meu voto é para que existam bons investimentos e claro, boas rentabilidades.

Deixo a Questão: Qual o seu perfil de investimento, e em que produtos costuma aplicar as suas poupanças?

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Melhores Nomes Para Dar ao Seu Filho….

Nomes mais Comuns Actualmente       Fonte: www.babiesboom.blogspot.com

Nomes mais Comuns Actualmente Fonte: http://www.babiesboom.blogspot.com

Hoje e para ser um pouco diferente, trago um artigo que saiu no Jornal I no decorrer do dia de ontem, e achei engraçado partilhar com os seguidores deste blog, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário:

« Pense duas vezes antes de dar um nome bizarro ao seu filho

Está a pensar chamar-lhe Cristiano Ronaldo? Especialistas alertam para os malefícios que estas escolhas podem trazer às crianças.

Tem 22 anos e chama-se Zoé. A culpa é dos pais. E, na verdade, até teve sorte. O plano inicial era outro. Zoé esteve para se chamar Tamagnini, mas a mãe não deixou. Vítor Silva, o pai, descobriu a segunda opção num prontuário e não esteve com meias medidas: foi sozinho ao cartório e registou o nome sem a mulher saber. Na família Silva, Zoé não é o único que tem um nome diferente.

A irmã, de 25 anos, chama-se Andresa. Agora, a diferença até passa despercebida, mas na escola primária Zoé não conseguiu evitar as piadas das outras crianças. “O maior problema eram as rimas que dava para fazer com o meu nome, como chulé e outras coisas desagradáveis”, recorda. Um dia, fartou-se. Chegou a casa e disse ao pai que era gozado. “Ele disse-me para não ligar, mas eu só pensava que a culpa era dele e que era fácil falar… afinal de contas não era o meu pai que tinha de lidar com os miúdos todos os dias”, conta. Por isso, Zoé teve de encontrar as suas próprias tácticas para resolver o problema. “Todos os nomes, mesmo os mais convencionais, davam para fazer rimas ainda piores, como João. E se não me lembrasse de nada na hora, ia para casa pensar e no dia seguinte lançava a bomba. Quando não encontrava rimas, tinha de me calar e esperar que a piada caísse no esquecimento.”

A importância do nome Na infância, o nome próprio assume um papel extremamente importante no crescimento. É o primeiro bilhete de identidade da criança e uma característica que a acompanhará para o resto da vida. “Os nomes não condicionam”, sublinha o psiquiatra Daniel Sampaio. “Mas influenciam as crianças e disso não há dúvida.” Numa altura em que a criança está a construir a sua identidade, o nome “é determinante na maneira como estabelece a primeira ligação ao mundo social”, refere o psiquiatra. Por isso, quando o nome é demasiado invulgar, é frequentemente alvo de críticas “dos colegas e até dos professores”. Ao invés, quando o nome transporta a referência a um antepassado da família de quem a criança tem uma imagem feliz, “estabelece-se uma influência positiva”.

E agora? Bato-lhes? O pediatra Gomes Pedro diz que é nesta guerrilha que a criança “constrói a sua afirmação e a sua auto-estima”. Apesar disso, Rita Jonet, psicóloga infantil, acredita que os nomes, por si só, não são factores de exclusão social. “Tudo depende do clima da escola. Se a troça e a ridicularização forem comuns então tudo é pretexto para se gozar o próximo, até os nomes”, explica.

Mas há outros factores que interferem na socialização na infância como “a maneira de vestir, de falar ou de brincar”. Os adultos, sublinha a especialista, têm um papel fundamental neste processo, “porque são modelos essenciais na aceitação das diferenças”. Assim sendo, os pais têm mesmo de saber lidar com o problema. Gomes Pedro refere que a maior parte das crianças tenta esconder, em casa, que é ridicularizada e “quando conta aos pais é porque está realmente fragilizada”. A eles cabe “prepará-la para que possa construir, a partir destes percalços, a sua auto-estima”. Se as investidas dos colegas forem muito frequentes, então é hora de contactar a direcção da escola, “que deve pôr termo à situação”. Até porque, como refere Daniel Sampaio, “a escola por vezes é violenta, tal como a sociedade o é”. A criança nunca deve mostrar que fica afectada ou melindrada com as piadas dos colegas. Daniel Sampaio sugere várias técnicas que os pais podem transmitir aos filhos: “Deve contra-atacar e responder aos insultos com humor, um grande sorriso e até com orgulho por ser diferente.”

Cristiano Ronaldo? Esqueça Se está a pensar chamar o seu filho de Cristiano Ronaldo ou Alexandre, o Grande, esqueça. Daniel Sampaio avisa que não é boa ideia atribuir nomes de figuras demasiado conhecidas às crianças – que vão ter sempre de conviver com a sua sombra.

“Traz-lhes grandes expectativas e uma pressão constante. Se um miúdo se chamar Cristiano Ronaldo e jogar mal à bola na escola será, certamente, ridicularizado”, exemplifica. Pressões assim podem acarretar insegurança, ansiedade ou agressividade. O ideal é optar por nomes que “não se distingam muito dos da moda, mas que, obviamente, sejam do gosto dos pais”. Deixando, então, de parte nomes mais espalhafatosos ou excêntricos.

Escolher o nome do filho é uma tarefa que requer muita ponderação. Alguns estudos demonstram que crianças com nomes estranhos têm notas piores e são menos populares do que os seus colegas na escola primária. No ensino superior têm mais hipóteses de chumbarem e de virem a sofrer de neuroses. Mas estas conclusões nunca reuniram o consenso dos investigadores. Os economistas Roland Fryer e Stephen Levitt defendem que estas consequências derivam não só do nome, mas de muitas variáveis socioeconómicas.

“Os nomes só têm influência significativa quando são a única coisa que se sabe sobre a pessoa”, escreveu Martin Ford, psicólogo do desenvolvimento da Universidade George Mason. Contudo, a brasileira Regina Obata, que escreveu “O Livro dos Nomes” defende que os pais devem mesmo ter atenção aos nomes que escolhem. “É um atributo involuntário imposto pelos pais aos filhos e que pode abrir e fechar portas durante a sua caminhada. Deve sempre pensar-se se o nome não poderá submeter o filho a futuros problemas – quer por ser foneticamente desagradável, quer por ter um significado extravagante ou excêntrico.”

Regras Em Portugal, o nome deve ter, no máximo, seis vocábulos em que os dois primeiros podem corresponder ao chamado nome próprio (ex. António Manuel) e os restantes ao chamado apelido ou sobrenome (ex. Soares Costa Fonseca Rocha). Os nomes próprios devem ser portugueses e admitidos pela onomástica portuguesa (catálogo de nomes próprios) ou adaptados fonética e graficamente à língua portuguesa e não devem suscitar dúvidas acerca do sexo. Os apelidos são escolhidos entre aqueles que os pais usem (os que pertençam a ambos ou a só um dos pais) ou outros a que os mesmos tenham direito, como por exemplo o apelido do avô que não conste do nome do pai. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/24277-pense-duas-vezes-antes-dar-um-nome-bizarro-ao-seu-filho, a 23 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Pois bem, estamos perante um problema cultural português, pois repara-se que geralmente os país que apresentam, mais qualificações literárias, são propensos a darem nomes mais correctos aos filhos, ou que, os filhos se encaixam mais.

Muitos dos nomes que se dão aos filhos, são o espelho do desejo dos pais ter esse nome, ou então, o conseguir que o filho vá tão longe como o possuidor desse mesmo nome, de tal forma que, os pais ao passaram por dificuldades, ao terem que batalhar na vida, esperam o melhor para o filho, e como tal, ao dar um nome de alguém famoso, ou bem sucedido na vida, é na esperança que o filho, tenha essa mesma pessoa como referencia, e tente lutar, ou estudar para chegar, pelo menos ao mesmo patamar da referida pessoa.

No entanto, o que passa despercebido aos pais, é que por vezes a diferença de idades entre o ídolo e o do filho, é bastante grande, e atrás desse ídolo, virá outro e de seguida outro, e as crianças por exemplo, como nome de Eusébio, pouco lhes diz hoje esse nome, apesar de saberem que é uma grande referencia do futebol nacional, não têm nada de tangível do mesmo, mas para os pais, foi um acto de orgulho, e a criança vai ter que carregar aquilo às costas para o resto da sua vida.

Os mais ricos, ou melhor, os culturalmente mais ricos, têm outras visões e sabem que o nome, é algo que vai acompanhar o filho na sua vida neste planeta, e que deve ser algo, que possa por vezes ser singular, mas ao mesmo tempo, tangível, então preferem dar nomes banais no que concerne no inicio do nome, e nos sobrenomes, é que está a conjugação de sucesso, como Lopes e Costa, Carvalho da Silva, Gomes da Costa, etc… O recorrer a pequenas partículas entre os sobrenome como de, da , e, faz toda a diferença, pois a criança se no futuro, não gostar dos seus primeiros nomes, pode sempre refugiar-se nos sobrenomes, pois sendo sonantes e ainda poder usar uma partícula para lhes dar mais impacto, é um acto de extrema inteligência.

O meu conselho é, tentem dar nomes o mais banais possível para os primeiros nomes, pois nos primeiros anos de escolaridade das crianças, os colegas, chamam e lembra-se dos primeiros nomes, colocando para segundo plano, os sobrenomes. No futuro, as crianças podem se não gostarem dos seus primeiros nomes, adoptar o uso dos sobrenomes.

Só uma pequena reparação, os portugueses com nomes principais sonantes, na sua generalidade possuem sobre nomes fracos, por falta de partículas que os reforcem, porque será?

Deixo a questão: Que Pensa dos Nomes que os Portugueses dão aos Filhos?

Tenho Dito

RT

Análise da Campanha Eleitoral Para as Legislativas 2009…

Legislativas 2009      Fonte: www.bulimunda.wordpress.com

Legislativas 2009 Fonte: http://www.bulimunda.wordpress.com

Hoje trago um resumo publicado por um diário português, o Jornal I, passo a transcrever e de seguida faço um comentário sobre este mesmo resumo:

« Os pecados mortais dos cinco maiores partidos em plena campanha eleitoral

A ira de Sócrates é pecado ou virtude? E a avareza da Manuela Ferreira Leite mais a preguiça combatida por Portas? Conheça os pecados mortais em confronto eleitoral

Avareza PSD

A arma eleitoral de Ferreira Leite

A avareza social-democrata não é bem um pecado. É uma arma eleitoral apresentada como virtude. Ferreira Leite não gosta de comícios e não os faz: organiza sessões públicas. Tecnicamente não é um comício; mas na prática é, embora numa versão minimalista, mais recatada e controlada. A decoração é sóbria e as surpresas inexistentes: convida a discursar os cabeças-de-lista dos distritos que visita e conta com a ajuda de um nome sonante do partido para animar as hostes. Marcelo, Rangel, Sarmento e Marques Mendes foram as últimas escolhas. Todos assumiram as despesas do ataque aos socialistas ou da galvanização das massas. Manuela agradece.

Agradece sobretudo porque, nesses mesmos dias, Manuela repetiu o seu discurso. Foi em Coimbra, Viseu e Vila Real, podia ter sido em Faro, Setúbal ou Aveiro. A mesma linha, as mesmas ideias, o mesmo rumo. As mesmas palavras. Sem um soundbyte que agitasse a tribuna de imprensa. Se Ferreira Leite tivesse agência de comunicação, seria altamente provável que a alertassem para a necessidade de alimentar a voragem mediática. Mas não é por acaso que Manuela dispensa esses conselhos. “Essa pergunta pressupõe que a política é feita através de soundbytes ou de anúncios nos jornais”, respondeu a uma jornalista que a questionava, em Bragança, sobre a possível construção de uma barragem na região. E para Manuela não é assim que a verdade funciona.

Manuela só fala quando tem a convicção de que vai emitir a opinião que quer. Os jornalistas insistem. Perguntam uma vez por Cavaco e por Fernando Lima. “Não comento.” Perguntam outra vez. “É um problema do presidente.” A avareza do discurso é também uma estratégia. Bem visível: entre domingo e terça-feira, dedicou apenas doze minutos e quarenta e cinco segundos a falar com os jornalistas que seguem a campanha social-democrata. E faz questão de se centrar nos assuntos que escolhe para cada dia de campanha. O resto é a espuma dos dias. A verdade não alimenta polémicas.

Orgulho PCP

Jerónimo de Sousa luta, orgulhosamento só, pelos trabalhadores
Vá aonde for Jerónimo de Sousa, as palavras do candidato são sempre de que a CDU luta, orgulhosamente só, pelos direitos dos trabalhadores. Os trinta e três anos de alternância no governo entre PSD, PS e CDS serviram para sacrificar a vida de quem trabalha e beneficiar os grandes grupos económicos, lembra Jerónimo às populações que visita. O pecado do orgulho tem uma justificação prosaica: o PCP vai conseguindo manter a sua representação parlamentar.
Jerónimo de Sousa tem sempre uma palavra a dar aos trabalhadores. Sobre o desemprego, a precariedade ou criticando o novo Código do Trabalho aprovado pela “política de direita do eng. Sócrates”. Ontem, o candidato foi bem recebido entre as mulheres da Califa, uma empresa têxtil do distrito de Aveiro que está em processo de insolvência.
Muitos beijinhos e abraços e sentimentos à flor da pele. “Levanto-me Às 5h30 da manhã para estar aqui, chegamos a casa às 19h00”, diz uma trabalhadora que é interrompida por outra: “Tenho uma menina pequena e a casa por pagar, o que vou fazer à minha vida?” E logo a primeira volta à carga: “Queremos o nosso salário. É pouco mas é nosso. Só exigimos aquilo que é nosso.” Os cerca de 200 trabalhadores não receberam o salário de Agosto, nem o subsídio de férias. Jerónimo vai lançando um discurso optimista: “Tenha esperança”; “Não desista.” Mas as trabalhadoras estão desiludidas: “É preciso é boa disposição para a gente esquecer o que se está a passar e se calhar ainda vai passar mais”, diz uma. “Rir sem vontade”, atira outra. Ao que Jerónimo responde: “Um sorriso é sempre um sorriso.” “A esperança é a última a morrer”, diz a trabalhadora sem, no entanto, esboçar um sorriso. O candidato culpa o governo: “Esta fábrica tem uma grande potencialidade, tem encomendas e qualidade nas camisas que produz mas, infelizmente, o governo tem tomado opções erradas.”
A sirene toca aguda e os beijinhos e mensagens de esperança de Jerónimo também acabam, afinal as trabalhadoras têm mais uma tarde pela frente. “Até domingo! Pode contar connosco!”, gritam. Com orgulho.

Ira PS

Muitos chamam-lhe arrogância, mas o PS diz ser determinação

A ira é o pecado compulsivo do secretário-geral do PS que, quase na mesma proporção, o alimenta (“determinação”, “rumo”, etc.) e o destrói, como se viu no divórcio com os professores, funcionários públicos e outros. É ao pecado da “arrogância”, outro nome usado para referir a ira de Sócrates, que muitos atribuem a derrota nas europeias, quando o PS foi abandonado pelos eleitores e ficou com o pior resultado de sempre. Do pecado, Sócrates tentou penitenciar-se a seguir à derrota de Junho e falhou. Não houve ave-marias rezadas perante os clérigos do partido, na reunião da comissão política depois das eleições, que lhe extirpassem a coisa. A tentativa de se despojar da ira durou 24 horas e logo José Sócrates a abandonou: o sofrimento de não pecar era insustentável e, acreditava o PS, talvez inútil, tendo em conta as circunstâncias.
A José Sócrates perdoa-se-lhe o pecado da ira quando é camuflado com um nome positivo: determinação. Mas ela está lá sempre, quando entra em fúria quando é questionado, quer pelos jornalistas, quer pela oposição. É à ira – pecado que partilha com a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues – que se deve em parte a gestão desastrada de algumas reformas, como a da educação.
A ira corrói um governo e uma personalidade ao ponto de não deixar espaço para uma dose mínima de humor, nonchalance e autocrítica. Nunca Sócrates se consegue salvar da ira, mesmo em campanha eleitoral: os comícios cheios de “determinação” e “rumo”, convictos até à exaustão da bondade do seu projecto, são profundamente irados. Ele acredita e é impossível alguém não acreditar: como qualquer irado, Sócrates sente-se permanentemente vítima da incompreensão alheias. O irado nunca percebe o que lhe está a acontecer e tem dificuldade em ouvir a opinião alheia sem a tomar como “relatório do inimigo”: foi assim durante os quatro anos de um governo pujante de auto-suficiência, característica de toda a gente que sofre do pecado da ira. É um pecado estranho: dá-lhe votos quando lhe carrega a marca da “convicção” e retira-lhe quando salta à vista a “arrogância”.

Preguiça CDS

Perante a preguiça não há complacência, diz o CDS. Será soberba?

A ideia é petróleo para acender as arruadas. “Andam a comer à custa dos trabalhadores, vão para os cafés fumar e beber e não querem fazer nada. É galões, é bolos, é tudo. E um desgraçado tem de trabalhar até aos 65. Já trabalho desde os 12 anos, querem-me obrigar a continuar até aos 65, de bengala agarrada às máquinas”, dizia um homem a Paulo Portas quando a caravana passou por Espinho. O líder do CDS usa outras palavras, mas diz o mesmo.
Mais do que Sócrates, Ferreira Leite ou Louçã, o grande inimigo do CDS nestas eleições é a preguiça. Pecado dos pecados é não fazer nada. E pecado ainda maior é receber um ordenado pelo nada que se faz. No evangelho segundo o CDS, a preguiça é uma doença contagiosa do povo que Sócrates propaga oferecendo uma recompensa chamada Rendimento Mínimo. A norte, no povo do Portugal que não é Lisboa, a mensagem dos democratas-cristãos tem encontrado o seu mais fiel destinatário.
Paulo Portas sabe que quem conta dinheiro todos os meses e chega às últimas semanas já sem nada para contar, dá por si a maldizer “a malandragem que para aí anda a viver à custa de quem trabalha”. Fala numa “maioria silenciosa” que, de tão silenciosa não se apanha nos radares das sondagens, mas que pensa como ele – “não acha bem que os que trabalhem paguem impostos e os que não trabalham vivam à custa do contribuinte”. O CDS, “o único partido da direita com convicções”, vem dizer que não há nada de mal em pensar assim, porque o dinheiro deve ser de quem o trabalha e, perante a preguiça, não há complacência.
Contra a crise, o CDS só vê duas escolhas possíveis. O trabalho – na lavoura, nas pequenas e médias empresas, nas pescas e nas florestas de Portugal – ou a preguiça, que não conduz o país ao reino da riqueza, mas para a qual o PS criou o limbo do Rendimento Mínimo. Portas promete vida curta a este apoio e, com um corte de 25%, quer aplicar o mesmo dinheiro a aumentar o subsídio de desemprego para quem não encontra ocupação e as reformas de quem já trabalhou o que tinha a trabalhar.

Gula BE

A gula do BE é quase insaciável. O poder já não é tabu

“Mete uma faca à garganta se és um homem glutão.” A passagem é da Bíblia. Agora troque “homem” por “empresário”: até podia ser uma frase do programa eleitoral do Bloco de Esquerda. Em cada comício, em cada arruada, em cada almoço, repetem-se palavras de ordem contra aqueles (os poucos) que acumularam milhões à custa dos muitos, o povo “que não tem vida na sua própria vida”, como disse Francisco Louçã esta semana. E os glutões têm nome: Américo Amorim, José Eduardo dos Santos, Grupo Mello, Mota-Engil ou o “amigo de Sócrates”, Ricardo Salgado.  Mas à sua maneira, o Bloco de Esquerda também cai no pecado mortal, revelando um desejo insaciável por mais Estado. São as nacionalizações da Galp, da REN e de outros sectores estratégicos para que haja “justiça na economia”.
Louçã já disse que quer desprivatizar, “mas não a torto e a direito”. O fantasma ficou, embora a palavra nacionalização tivesse sido substituída por expressões mais suaves como “controlo público” ou “responsabilidade pública” e ainda “gestão pública”.
A verdade é que os “perigosos esquerdistas” ou “parasitas” anti-sistema – como disse António Costa – estão a evoluir para algo mais convencional. Agora, também eles estão na luta insaciável e gulosa pelo poder. Provas? Em Junho, ainda antes das eleições europeias, Miguel Portas deixava o primeiro sinal: “Queremos ser governo e estamos a preparar-nos para ser governo.”
Na passada segunda-feira em Coimbra, Louçã deixou outro desejo: “Quero convidar qualquer pessoa que nunca tenha votado no BE a pensar por que razão é precisa uma força na esquerda, neste partido, e uma maioria para governar.” Uma maioria? Exactamente, mas não para já. Palavra de coordenador nacional do BE. Por mais que negue dar a mão a Sócrates depois das eleições, há muita gente no Largo do Rato a “cobiçar a mulher alheia”. Alegre e Soares até já falaram em casamento. Para já, Louçã mantém-se fiel. Mas, depois do dia 27, até pode atender o telefone a Sócrates e dizer-lhe: “Perdoo-te o mal que me fazes pelo bem que me sabes.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/24301-os-pecados-mortais-dos-cinco-maiores-partidos-em-plena-campanha-eleitoral, 23 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que vários são os itens que marcaram esta campanha eleitoral, pelo menos até este momento, podemos ver o PS, que consegue subir nas sondagens, mas não a escalar como em 2005, no entanto, com alguns mistérios a pairar sobre si, como é o caso, da dita asfixia de expressão, que se pensa quem muitos órgãos de comunicação tem passado, o caso das escutas, é outro dilema, e que infelizmente, na minha óptica o nosso presidente da república deveria vir a publico dizer algo, mesmo que isso, fosse prejudicial às eleições, pois acho que vai continuar a prejudicar as eleições, apesar do silêncio dele, enfim, são escolhas. Paira também o segredo de um acordo com o Bloco de Esquerda, mas são ideias coisas que deveriam ser mais transparentes, mas aqui tem a lógica de não deixar fugir eleitorado para o BE, e vice-versa, por parte do BE.

O PSD, a sua líder mostra que não gosta do contacto com o publico, se assim o é, como tem dado a entender, então temos que a única a razão para se candidatar, é a perseguissão de um tacho, e não o dever se servir o país e os portugueses, que são valores que se deve, ter como principais numas eleições deste tipo, mesmo as suas sessões deixam um pouco a desejar, pois o povo gosta de movimento, confusão e algumas ofertas…

O CDU, ao contrário do partido anterior, tem mostrado e isso, é uma tradição deste partido, gosta de estar, aliado a multidões e de estar ao lado das pessoas, este partido, tem estado sempre presente nas lutas, das pessoas e na maior parte das manifestações, penso que tem presença forte, nos distritos onde habitualmente ganha, apesar de ter algumas ideias de cariz ideológico forte, não as consegue concretizar, por estar conotado negativamente, perante a população em geral, embora, o seu líder tenha assumido que, enquanto houver juventude, não desiste, pode ser que se renove, e agarre a juventude, não agora, mas talvez daqui a alguns anos, a ver vamos.

O CDS-PP, é um partido, notoriamente de Bom Vivant, onde os meninos ricos e aliados à igreja, encontram o seu poiso, digamos que é a nata da sociedade, embora tenha valores questionáveis, e muitas delas irreais, tem uma ou outra, que até são boas ideias, no entanto, não promete reprimir o Bom Vivant, que muitas pessoas não gostam, pois na sua generalidade, só trabalham para uma imagem cada vez mais metro sexual, do que contribuir para algo tangível, mas se continuarem a se esforçar, se despirem esta conotação e se assumirem como pessoas trabalhadoras e interessadas em servir os portugueses, e o país, não correndo atrás de coligações a todo custo para assegurar um tacho, penso que podem ter cotação no futuro.

Por fim, o BE, um partido que é o mais recente dos 4 acima por mim mencionados, que veio do nada, conseguiu subir, e mesmo nas ultimas eleições europeias, conseguiu escalar, e subir de uma forma exponencial, atingindo e consolidando de uma vez por todas o 3º lugar. Este partido, move-se essencialmente, por força de uma juventude, com valores fortes e ideias bastante vincadas, é uma juventude, que muita dela é oriunda de classes com necessidades, outros com necessidades de vencer, geralmente e muita da geração de 80, que tenho vindo a destacar esta semana, vai se refugiar neste partido, e penso que mesmo, alguma e muita da indecisa, vai mesmo encontrar um mínimo conforto neste partido, pois penso que seja, o que tem o programa mais realista, para este nicho populacional, deve-se muito também a este nicho a sua escalada nas ultimas europeias.

Como disse, eu não vou revelar publicamente, aqui o meu voto, pois penso que os votos das pessoas, são o resultado de uma reflexão cuidada, que todos devemos fazer aos programas dos partidos políticos, e não votar por caras, ou por tradições de cariz partidário, devemos votar por ideais, e por programas.

Desejo a melhor sorte a todos os partidos, mesmo os que não enumerei aqui, por não terem tradicionalmente assento político.

Que os Portugueses elejam quem mais desejam!!!!

Deixo a questão: Que pensa do comportamento dos 5 principais partidos nesta campanha eleitoral para as legislativas de 2009?

Tenho Dito

RT

Empresas de Trabalho Temporário Ganham Mais Pessoas Para Usarem e Destruirem Carreiras…Os Licenciados…Que Valores nos Conduzem neste País???

Trabalho Temporário de Luxo     Fonte:blogers.com.br

Trabalho Temporário de Luxo Fonte:blogers.com.br

Hoje trago, uma notícia que nem despropósito, aparece no seguimento do meu artigo de ontem, mais um recado para quem formar governo no próximo Domingo, passo a transcrever a mesma, seguida de um comentário:

« Desempregados de luxo procuram trabalho temporário

Licenciados em Informática e ex-chefes de vendas são o novo rosto da crise. Porque a recessão é para todos

Era responsável pela equipa de informática há cerca de um ano e estava em lua–de-mel quando lhe disseram que não voltasse. Miguel Silva (nome fictício) foi vítima do aperto orçamental de uma empresa portuguesa e viu-se desempregado em Outubro de 2008, no pico da crise financeira. “Tentei encontrar trabalho de todas as maneiras”, conta ao i, explicando que esteve sete meses desempregado e sem perspectivas animadoras. Até que conseguiu uma vaga de trabalho temporário de alta qualificação numa grande empresa de telecomunicações. Miguel sabe que o contrato é de renovação mensal, mas prefere estar ligado a uma empresa de trabalho temporário a trabalhar a recibos verdes em empresas que pagam abaixo do subsídio de desemprego.

O que aconteceu a este gestor de projectos de 31 anos está a suceder a um ritmo inédito em Portugal. Os desempregados de luxo que procuram empresas de trabalho temporário são o novo rosto da crise, num mercado que deixou de ser o reino dos funcionários de call centers. No total, estima-se que haja 100 mil trabalhadores temporários em Portugal, muitos deles licenciados. Alguns já chefiaram departamentos em multinacionais ou têm vários anos de experiência em áreas complexas, como a concepção de programas informáticos e contabilidade.

“Estas pessoas mais qualificadas descobriram que não são maltratadas no trabalho temporário e têm vantagens em relação aos recibos verdes”, explica ao i Marcelino Pena Costa, presidente da APESPE (Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego). Este alargamento também se deve à aflição das empresas, que agora criam vagas para postos que seriam quase impensáveis há poucos anos – cargos de gestão, de design de software e concepção de sistemas, até de cobrança e conferência contabilística.

Mas parte desta mudança também se deve à aposta das empresas de trabalho temporário, que tiveram de investir em nichos diferentes – tal foi a queda do negócio tradicional. “Este ano foi muito difícil, principalmente nos primeiros seis meses”, indica Marcelino Pena Costa. As quedas atingiram os 40% nas empresas de construção e obras públicas, 25% na indústria automóvel e 15% nos serviços, com uma redução significativa do número de pessoas colocadas. Por isso, “as empresas de trabalho temporário tiveram de fazer pela vida e entrar em áreas onde não havia penetração”.

Ainda assim, das 300 empresas de trabalho temporário que operam em Portugal, cerca de 50 não conseguiram garantir a caução a que estão obrigadas para renovar a licença de operação, por recusa das entidades bancárias. Entre as que conseguiram, a diminuição do volume de negócios foi evidente. A Flexpeople, que actua no concelho de Sintra, garante que há mais pessoas a procurar os seus serviços mas são cada vez menos as vagas. “Devido ao período que estamos a atravessar, ocorreu um decréscimo ao nível de solicitações de trabalho temporário e aumentou o número de trabalhadores da Flexpeople a serem despedidos”, indica Cláudia Sobral, responsável da empresa.

O grosso do mercado, que este ano deverá ter crescimento nulo e voltar a facturar mil milhões de euros, está na mão de quatro ou cinco multinacionais – Select Vedior, Adecco, Kelly Services e Manpower. Mas nem o estatuto de líder nem a cobertura do mercado nacional garantiram imunidade à crise. Liesbeth Peters, da Kelly Services, refere que “os primeiros meses de 2009 ficaram aquém das expectativas”, embora se tenha começado a sentir uma “aceleração muito positiva” a partir do segundo trimestre. Liesbeth explica que a Kelly também diversificou o portefólio e confirma que já não é possível desenhar um perfil do trabalhador temporário, visto que “o mercado está a abrir-se cada vez mais a funções mais qualificadas ou a cargos mais altos”. É o fim da ideia de um emprego e uma carreira para a vida. “Um trabalho temporário é muita vezes transformado num emprego permanente, formando assim uma ponte rumo ao mercado de trabalho, sobretudo em períodos de retracção”, conclui Liesbeth.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/24102-desempregados-luxo-procuram-trabalho-temporario, em 22 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Mediante a análise do artigo, penso que infelizmente é o futuro das pessoas, e se perder valores como a estabilidade a nível profissional, que no seguimento, dá uma instabilidade a nível da vida privada, e coloca em risco o seguimento da vida, privada, como até aqui a conhecemos, com filhos, com a liberdade de se poder assumir compromissos, como a compra de automóvel, de casas, etc.

Ainda no artigo de ontem, aqui publicado, chamava a atenção para a perca de valores e liberdades da geração de 80, especialmente a reflectida no artigo de hoje, onde as pessoas, com estudos superiores, pessoas que lutaram, e investiram em estudos superiores, mas que s empresas por questões de contenção, mandam embora pessoas com competências acima da média, e outras, perante uma necessidades, não contratam a tempo inteiro, mas preferem contratar em períodos de tempo, como é o caso do contracto mensal, contratam pessoas competentes e que para poderem se envolver em projectos, têm que beber, a cultura organizacional da organização, de forma a conseguir envolver todos os colaboradores.

Penso que é o trabalho temporário, serve mesmo para o que foi idealizado, para cobrir situações de cariz temporário, e não para ser usado e abusado por todas as instituições, ao contratar, de forma a poderem sugar as pessoas e retirar todas as ideias e explorar o trabalho das pessoas e depois as mandar embora, será o mesmo, que indicar, explorar as pessoas, com um ordenado mísero.

Penso, que no seguimento do artigo, por mim publicado no dia de ontem, e com este, mais uma vez fique aqui o aviso para quem for convidado a formar governo, no dia 27 de Setembro de 2009, que faça uma legislação, onde as empresas tenham regras mais rígidas de forma a contratar falsas pessoas temporárias. Eu até acredito que as empresas de trabalho temporários, sejam muito boas, em Recrutamento e Selecção, inclusive as de maior cariz e de topo, fazem somente essa parte do trabalho, as mais baixas, ficam com o trabalhador, e cedem a uma empresa, e usam o trabalhador, conforme pretendem, de acordo com o seu cliente, penso que tem mais efeitos nefastos, que vantagens para a economia.

Perante isto, fica aqui um apelo, ao boicote do falso trabalho temporário, tal como para os falsos recibos verdes, e que se crie trabalhos transparentes, com contractos transparentes, de forma a que a sociedade acredite, e siga valores que tem que ser base, não podemos por em causa uma geração, pessoas das gerações seguintes, e mesmo os netos dos nossos netos, tendo por base, valores de lucro e humanamente desastrosos.

Deixo duas questões: Que pensa do trabalho temporário? Que soluções tem para estas Pessoas enganadas?

Tenho Dito

RT

Geração de 80 Está à Rasca…Por Quanto Mais Tempo???

Geração de 80 está à deriva, por quanto mais tempo....      Fonte: baixenet2.blogspot.com

Geração de 80 está à deriva, por quanto mais tempo.... Fonte: baixenet2.blogspot.com

Hoje em vez da habitual notícia, vou ser eu unicamente a atirar o tema e a comentar ao mesmo tempo.

Vou lançar o tema e dar o meu comentário, sobre um assunto, que sempre que é abordado, nunca é dissertado, até ao fim, e não são apontadas soluções para o mesmo, o assunto é a geração nascida nos anos 80, e que não tem soluções, pois decidiu investir em estudos, e hoje está sem soluções, e encontra-se asfixiada, numa falta de liberdade e de poder progredir a sua vida.

Segundo a constituição da República Portuguesa, a tendência é para que existem igualdade de oportunidades para todos, e que todas as pessoas têm os mesmos direitos e deveres, independentemente do sexo, da raça, etnia, etc.

Pois bem, o que se sente nos dias de hoje, é que as pessoas que investiram em estudos superiores, e são nascidas na década de 80, para conseguirem um emprego, na maior parte dos casos, contam com uma medida anti-constitucional, mas socialmente aceito, e muito vulgarmente denominada de cunha, ou seja, pessoas com melhores currículos, ficam de fora, pois existe a cunha, ou seja, não existe transparência em concursos e acesso aos empregos, podem mesmo alguns só ser abertos, ou os anúncios saíram em jornais, pois trata-se de uma medida de cariz obrigatório e como tal, tem que ser feito tudo correctamente, simplesmente falha a parte mais importante, que é usarem para acesso, a cunha.

Se repararem, quem se encontra no desemprego, são alguns cursos públicos, como professores, enfermeiros, entre outros, por estarem lutadas as vagas, ou porque simplesmente não se investe em coisas necessárias, refiro-me às lacunas existentes na saúde, na área dos privados, as universidades com menos nome, ou menos sorte no mercado, tem alguns problemas em as pessoas que lá cursaram poderem ter um emprego condigno, não está aqui em jogo a reputação das mesmas, mas muitas pessoas acedem a estas universidades, pois mais uma vez o estado, despe o tendencialmente gratuito no que concerne ao ensino, e obriga as pessoas a irem para estes estabelecimentos de ensino, que são tão dignos na minha opinião como qualquer publico.

O problema é nas universidades dos meninos do papá, ou seja, as universidades, onde andam os filhos dos meninos ricos, onde as mensalidades são absurdas, mas onde os meninos tiram o curso e têm logo emprego, pois claro, existem até casos que os mesmos, ainda não terminaram o curso e já sabem que vão para a empresa X, para o cargo direcção Y, ou para o Banco Z, só porque existe, o factor cunha, podem até mesmo abrir vagas, nessas organizações, mas infelizmente é para inglês ver…

O que condeno, é não existir nenhuma autoridade, ou mesmo organismo que ajudasse os jovens na procura de emprego, e verificassem as regras de acesso aos empregos, ou mesmo a concursos, digamos que deveria ser uma autoridade, equiparada à que existe, para o trabalho, denominada de autoridade para as condições do trabalho, no entanto, mais activa que esta, e mais eficaz, onde qualquer pessoa, que se sentisse lesada no acesso a determinado cargo, ou emprego, pudesse recorrer, a ideia não era obrigar a organização que lesa a ficar com o lesado, pois isso, originaria problemas de outra índole, mas sim de multar, e prevenir que em futuras situações as coisas tinham que ser honestas e transparentes.

Mesmo com os partidos em plena campanha eleitoral, e que andam por ai, alguns deles prometem criar empregos, e estágios para este nicho populacional, mas esquecem-se que os estágios, não são contínuos e os empregos, podem também e que normalmente apresentam fraca continuidade, apesar do enumerado pelo nosso primeiro-ministro, mas é a realidade, estamos numa sociedade, onde tudo tem um prazo, e onde, as pessoas são usadas como pastilha elástica, e ninguém tem a coragem de por regras, eu entendo que as empresas, vivem com picos e vales de produção e de trabalho, e que por vezes possam ter que recorrer a trabalho, denominado de temporário, no entanto, o problema e que têm apenas algumas delas 5% a 10%, do seu pessoal efectivo, pois querem sempre que possível descartar pessoas ao menor custo, isto deveria ser precavido, mas para todos os colaboradores das organizações, pois é algo, que tem grandes repercussões na sociedade dos dias de hoje.

Se repararmos, esta geração, geração à Rasca, que é essencialmente a geração dos Erasmus, que já à uns dias referi, é a geração com as melhores qualificações, com mais garra, que quer vencer, senão, teríamos já tido uma revolução, esta geração está a tentar infiltrar-se em tudo, em empregos menos qualificados, outros estão a fugir de áreas onde se formaram, outros a abandonar o país, etc. Não existem soluções para eles, mas foi lhes exigido no passado, que fossem cobaias dos sistemas de ensino colocados no então governo do actual presidente da Republica, sendo a ministra da educação de então a Dra. Manuela Ferreira Leite, que colocou umas provas globais, que não existiam anteriormente, e que mesmo actualmente não existem. Foi a geração que quando começaram a poder arranjar um trabalho, nem que fosse para conciliar com os estudos, apanharam o inicio da crise, causada coincidência ou não, por a mesma ministra Dra. Manuela Ferreira Leite, eu não estou aqui a querer denegrir a imagem de ninguém, estou só a constatar factos, o leitor é que deve retirar as conclusões que pretender dos factos.

É triste que muitos país desta geração, estejam à espera que venham os primeiros netos, mas vêem os filhos a não poderem progredir, não poderem sair de casa dos país, a namoraram anos a fio, e não conseguirem ter sequer uma estabilidade mínima para poder não comprar (pois é um sonho), mas alugar uma casa, poderem ser senhores de assumirem as suas responsabilidade, de poderem gerir orçamentos, sem medo e a instabilidade de serem despedidos dos empregos, onde foram bons, mas não pode ser, pois é tudo a prazo.

O nosso ainda actual primeiro-ministro, Sr. Eng. José Sócrates, ainda colocou uma lei para incentivar a natalidade, esperava ele que esta geração, cada vez mais crescente, pois hoje estudasse até mais tarde, viesse a dar os meninos que eles precisa para assegurar a sustentabilidade da segurança social daqui a uns anos, no entanto disseram e muito bem, que não chega para as fraldas, eu concordo e ainda digo, o problema está mais abaixo da pirâmide de Maslow, precisam de medidas muito abaixo, necessidades básicas como emprego, habitação e estabilidade, não estão satisfeitas, como é obvio, não estando este nível da pirâmide preenchido, a geração não passa para o nível seguinte, mas é claro, se calhar os engenheiros não sabem o que é a pirâmide de Maslow…

Falo em nome de uma geração, que está revoltada com a sociedade e com os políticos, e que como consequência, vamos notar no próximo Domingo, dia 27 de Setembro de 2009, uma abstenção alta, pois juntamente com a normal, temos a destes jovens, que são pessoas a quem os políticos nada dizem, e nada de novo trazem, pois por mais que vire a cor na assembleia da Republica, eles vão continuar a não ter empregos, a não satisfazer o primeiro nível da pirâmide de Maslow, vão continuar a conviver num mercado de trabalho, onde toda a gente sabe, toda a gente tolera as cunhas, e onde vale quem tem muito dinheiro, onde a desonestidade e a falta de transparência reinam, com a agravante de que estão a chegar aos 30 anos, sem experiencias profissionais, e depois, ainda mais ridículo, mas real, vão ser considerados velhos para o mercado de trabalho, e vão ter reformas ínfimas, ou nenhumas, pois se eles não procriaram, não ver a geração dos anos 90, que tem valores de «ficar», em vez de namorar, juntar ou casar, onde aí a procriação serão meros acidentes, que pessoas desejadas.

Quem no próximo Domingo ganhar, que tenha em atenção, que ainda pode recuperar esta geração denominada de «Geração Rasca», mas que na verdade e como também já o enumeraram é a «Geração à Rasca», mas será a ultima chance, pois muitos estão a chegar aos 30 e depois serão velhos e não necessários, podendo se reformar sem sequer trabalhar

Acordem!!!

Deixo a questão: Que pensa da Geração de 80 que estudou, se licenciou e não tem a possibilidade de ter trabalho, a não ser por métodos pouco ortodoxos como é a cunha?

Tenho Dito

RT

Ganhar Dinheiro…Poupando Energia…e o Ambiente a Agradecer…

Poupe Energia...   Fonte: www2.ufersa.edu.br

Poupe Energia... Fonte: www2.ufersa.edu.br

Hoje trago, uma boa dica para se poupar e economizar, passo a transcrever a mesma, seguida de um comentário:

« Descubra quanto poupar em energia através de um «clique»

Simulador está disponível no site da Deco e da Adene

A partir desta sexta-feira, cada consumidor já pode, a partir de um simulador, medir a eficiência energética da sua própria casa. A novidade foi apresentada esta tarde, durante a assinatura de um protocolo de cooperação entre a Deco e a Adene, com vista à criação de um mecanismo que permita recolher as experiências e reclamações dos consumidores de Certificados Energéticos de Edifícios.

O simulador energético, desenvolvido pela empresa portuguesa Viatecla, está disponível a todos, no site da Deco e no site da Adene.

A novidade, designada «Casa Mais», possibilita ao utilizador, de uma forma simples e interactiva, efectuar uma primeira avaliação da residência em termos de eficiência energética.

«Os portugueses ainda não estão totalmente sensibilizados para estas questões energéticas. Este, é ainda, um assunto extremamente crítico. É preciso influenciar o futuro», referiu o CEO da Viatecla à Agência Financeira

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1090106&div_id=1730, a 18 de Setembro de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Penso que é uma boa dica, para se começar a ter casas mais efecientes energeticamente, pois muitas pessoas, essencialmente as de níveis escolares mais baixos, têm tido conhecimento de algumas dicas, que vão chegando pelo canal preferido deste agregado.

Penso que, cada vez mais as pessoas devem migrar para as novas tecnologias tais como o online, como é o caso da internet, se uma pessoa tiver curiosidade, pode recorrer à internet, para simular os seus gastos, sendo que existem um sem fim de simuladores, e para os mais diversos fins.

Infelizmente, muitas pessoas, não sabem como tem casas ineficientes energeticamente, a maior parte das vezes, por pura ignorância, penso que é uma responsabilidade de todos, termos conhecimento das melhores práticas para poupança de energia, é pena, que nas estrada o código da estradam, ainda não beneficie comportamentos, para reduzir o gasto de combustível, que é um dos principais causadores do mau ambiente, falo obviamente de regras físicas, muito pouco compreendidas por muitos, mas isso são outras núpcias…

Deixo o conselho para neste inicio de semana, passaram numa destas páginas e façam uma simulação, para terem a noção do desperdício a que todos temos contribuído.

Tenho Dito

RT