Como Adquirir Livros Escolares a Preços Baixos…

Livros Escolares

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Já aqui comentei o custo de um regresso às aulas para os orçamentos das famílias portuguesas, desta vez comento os manuais escolares, passo a transcrever a noticia e seguida de um comentário:

« Saiba onde poupar no regresso às aulas

Chegou a altura do ano em que gasta dezenas ou centenas de euros para o seu filho ir à escola. Saiba como reduzir o preço do pacote de manuais do novo ano escolar

Já está marcado na agenda de mais de um milhão e meio de alunos do ensino pré-escolar, básico e secundário: o regresso às aulas é entre 9 e 15 de Setembro. Para os pais e encarregados de educação, a abertura das portas das escolas significa que eles também têm de abrir as portas do orçamento familiar. Porém, seguindo algumas regras, a rentrée escolar não tem de ser um fardo tão grande para as famílias.

Antes de partir para a maior despesa das famílias com filhos em idade escolar – o pesado custo dos manuais -, é preciso saber se consegue esquivar-se. Para estimular a frequência escolar, alguns municípios e freguesias oferecem os livros aos alunos da região. É o caso da Câmara Municipal de Odivelas, que distribuirá os manuais e fichas escolares a todos os cerca de 5700 alunos do primeiro ciclo do ensino básico da rede pública. “Esta é uma iniciativa determinante, quer pelo incentivo ao sucesso escolar que promovemos quer pelo importante apoio que prestamos às famílias do concelho”, diz Susana Amador, presidente da Câmara Municipal de Odivelas. Por isso, antes de avançar para os gastos, convém saber se pode beneficiar de alguma oferta. Informe-se na escola.

A troca de manuais escolares é outra maneira de poupar. Se continuarem válidos, pode falar com amigos que também tenham filhos em idade escolar para aferir se lhe podem ceder ou trocar livros que já não precisem. Em algumas famílias, é possível inclusive que os filhos mais novos herdem os manuais dos mais velhos. Alguns livros são válidos para vários anos. Por exemplo, há livros de Educação Tecnológica e Educação Física que são válidos para o sétimo, oitavo e nono anos.

Se tiver mesmo de abrir a carteira, saiba que indo pela internet consegue descontos que podem ir até aos 20%, o que suaviza o aumento de 4,5% do preço dos livros escolares em 2009. Os sítios Wook e Mediabooks são os mais populares na internet e até criaram áreas especiais para o regresso à escola, que já inclui informação sobre os manuais exigidos na maior parte das escolas do país. As poupanças são interessantes, mas, quando chega a hora de finalizar a encomenda, os custos de transporte absorvem parte dos descontos. Por exemplo, a compra de todos os manuais de um aluno do nono ano exige a cobrança adicional de cerca de oito euros para pagamento do transporte pelos CTT.

Uma melhor escolha são provavelmente os hipermercados Jumbo. Através de jumbo.pt pode reservar os manuais escolares e os cadernos de actividades com 10% de desconto sobre o preço do editor. No caso de uma família com três filhos espalhados pelo primeiro, segundo e terceiro ciclos, esse desconto representa uma poupança superior a 50 euros. Entre duas e três semanas depois da reserva, o Jumbo contacta-o para levantar a encomenda num dos 17 hipermercados espalhados pelo país. Além disso, se aderir ao Cartão Jumbo pode beneficiar do pagamento da encomenda em três prestações sem juros.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20602-saiba-onde-poupar-no-regresso-s-aulas, a 31 de Agosto de 2009, no Jornal I.

O meu comentário:

Já tenho aqui aferido que pela internet é mais barato geralmente que por o meio físico, então os livros escolares não são excepção, os livros pedidos ou mesmo comprados com recurso à internet são mais baratos.

As vantagens são várias, ao fazer a encomenda mais cedo, e pela internet, não está condicionada ao espaço físico onde se compra, pois vão directas geralmente para a central de compras das livrarias, e onde o stock é maior, face aos espaços mais de retalho, são encomendas logo mais fáceis de satisfazer, pois se as encomendas são online, as livrarias podem melhor ajustar as suas compras, que fazem aos livreiros, e até obter melhores condições negociais, o que faz com que possam praticar preços inferiores, já para não mencionar que o não ter recurso a instalações mais físicas, faz com que o preço tendencialmente baixe.

O elevado valor do estudo, pode ser também um entrave, e penso que o exemplo, de muitas autarquias facultarem livros gratuitos a crianças, é algo de louvar, tendo em conta o cada vez mais alto valor dos livros escolares, penso que neste tipo de livros, ou mesmo, livros técnicos para estudantes do ensino superior ou mesmo livros essenciais a profissionais, deveriam ser isentos de taxa de IVA, pois apesar de terem a taxa de 5%, ou seja, a taxa de bem essencial, penso que devido ao elevado valor praticados pelos livreiros e o estudo ser parte que interessa aos estudantes, mas também à nação onde estão inseridos e como tal, estes artigos deveriam estar isentos da taxa de IVA.

Outra solução para minimizar um «arrombamento» no orçamento familiar, e a reutilização dos livros, usados por outros alunos, em anos transactos, no entanto, esses livros sofrem por vezes mutações em períodos bastante reduzidos (geralmente de 3 em 3 anos), o que às vezes é um entrave à reutilização dos manuais por outros alunos, outras vezes são os professores que dizem que não serve, pois os primeiros alunos escreveram respostas, por vezes de exercícios no livro, e o novo aluno, desta forma já tem as resoluções dos exercícios.

Penso que a questão dos livros escolares, e os seus preços, é algo que se trata de um exagero, penso que muitos manuais não valem o preço a que são vendidos, penso que a cadeia do preço até chegar ao consumidor final é enorme e que muita gente anda a ganhar dinheiro com um bem essencial ao ensino, mas o futuro vai tratar de encolher essa mesma cadeia, pois tendencialmente o livro caminhará para ser digital, e então todo o preço que é suportado em máquinas, em papel, em cartão, grafismos em papel, entre outros passam a deixar de ser necessários, e então o livro até pode ser descarregado na internet, deixando de ser mesmo necessário algo físico, o que reduz o seu preço, vamos ver.

Defendo como indica a constituição, um ensino tendencialmente gratuito, e com livros e alguns materiais escolares terem um preço comparticipado, e mesmo a abolição da taxa de IVA para livros escolares, ou de complemento ao estudo, ou funções essenciais a profissões.

Deixo a questão: Que pensa do preços dos manuais escolares?

Tenho Dito

RT

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