Como Investir no Mercado Bolsista…

Hoje trago uma notícia de cariz de investimento, essencialmente no mercado de acções, passo a transcrever o referido artigo, seguido de um comentário da minha pessoa, mas que não versa somente sobre acções:

« Estratégias para poupar nos investimentos

O optimismo está de volta ao mercado e trouxe consigo os investidores. Se quiser seguir a onda de euforia dos últimos meses tem à sua disposição um vasto leque de produtos. O preço pago pode fazer uma grande diferença no retorno obtido. Conheça as opções à sua medida e quanto custam.

Acções, fundos de investimento, CFD, Warrants, ETF. O que escolher? A oferta na hora de investir é variada e com características bastante diferentes. Com muitos investidores a regressarem ao mercado, depois de dois anos de fuga dos activos com maior risco, há várias condicionantes a ter em conta na hora de optar e o preço é uma delas. O Negócios foi analisar vários produtos de investimento para diferentes activos, com o objectivo de perceber quais as alternativas mais económicas, para condições semelhantes.

Partindo de um valor de investimento inicial de 5.000 euros, o objectivo foi identificar as várias soluções para cada tipo de activos, analisando as comissões e todos os custos inerentes, assim como as suas vantagens e desvantagens. Para uma análise mais rigorosa, o Negócios pediu a colaboração da corretora GoBulling, do ActivoBank7, do Banco BiG e do Banco Best, de modo a conhecer todos os diversos produtos ao dispor dos investidores e as suas características.

A pesquisa incidiu sobre acções, quer individuais, quer num cabaz, e sobre matérias-primas, uma vez que se tratam dos activos mais procurados pelos investidores. Apesar do preço ser uma das variáveis com maior peso, não deve ser a única a ter em conta. Antes de investir, identifique bem as suas prioridades e, apenas em função dos seus objectivos de investimento, decida qual o produto que se adapta melhor a si.

“As comissões são seguramente uma das variáveis a ter em linha de conta na escolha de um investimento, mas não deve ser vista como a primeira e principal variável de decisão”, explica Rui Olo, da direcção de “marketing” do ActivoBank7, lembrando que “nos investimentos, primeiro é fundamental definir qual o tipo de investimento, adequado ao perfil de risco, e só depois comparar as diferentes opções que permitem concretizar o investimento”.

No caso das acções, o investidor pode optar pela compra directa em bolsa ou pela aquisição de um CFD (Contract For Difference). Enquanto se adquirir os títulos no mercado accionista terá que pagar os custos de transacção requeridos pelo intermediário financeiro, se escolher os CFD é cobrado um “spread” sobre o capital investido. Os CFD são contratos que replicam o desempenho de um determinado activo, como por exemplo uma acção, e permitem a alavancagem do investimento, bem como a tomada de posições curtas, através das quais se pode ganhar com a queda dos títulos. Neste último caso, há lugar ao pagamento de juros pelo empréstimo dos títulos.

Por outro lado, se a escolha recair sobre um cabaz de acções ou um índice, o leque das alternativas de investimento aumenta. Além dos tradicionais fundos de acções, existem também os ETF e os certificados.

Os dois últimos seguem o desempenho de um determinado índice e são negociados em bolsa, tal como acontece com as acções e podem ser adquiridos nas corretoras. Diogo Serras Lopes, director de investimento do Banco Best realça que “a principal diferença no caso dos ETF é terem um custo de gestão menor, mas também não têm gestão activa, como acontece normalmente no caso dos fundos, que tem como objectivo acrescentar valor face à performance do índice de referência”.

Para apanhar o comboio das recentes subidas das matérias-primas, as opções são a aquisição de contratos de futuros, ETF, certificados e CFD. A diferença no custo chega a ser de 500%. Se preferir investir directamente no mercado, a alternativa são os futuros. Mas a exposição às matérias-primas pode ser conseguida através dos outros produtos e beneficiar do efeito de alavancagem. As opções são muitas e os custos podem fazer a diferença, mas não devem ser o único aspecto a ter em conta.

Diferença no custo chega a ser dez vezes maior Antes de decidir onde colocar as suas poupanças, analise todas as alternativas disponíveis e compare as comissões associadas a cada uma delas. No caso do investimento num cabaz de acções, os preços variam entre 158,75 euros e 15 euros, dez vezes menos que a primeira alternativa.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=388321, a 25 de Setembro de 2009, em Jornal de Negócios

O meu comentário: Penso que o optimismo a que estamos a assistir, é algo que tem que ser tomado com bastante ponderação, pois um passo em falso, ou um investimento não muito acertado, pode deixar o nosso investimento cair por terra.

O apresentado, pela notícia, são para perfis mais arrojados, tendencialmente, e nesta época, onde a liquidez ainda é em parte escassa, o mais concorrido, são os denominados depósitos a prazo, onde o capital e a remuneração, são garantidos, apesar de as taxas não serem muito agradáveis, as pessoas preferem seguir a menção, mais vale pouco, que nada.

É obvio que os investidores no mercado de acções estão aí, e ás quedas dos últimos ano e meio, parecem estar a serem diluídas, e a cotação das acções parece estar a ser alvo de correcção de mercado, ou seja, a seguir para a progressão natural, e para o seu valor normal.

Vamos esperar para ver o que dá, este começo de desafogo e os primeiros investimentos no mercado bolsista, uma coisa é certa, se pretende ganhar algum, penso que seja, uma óptima ideia comprar agora algumas acções, ter uma carteira variada, pois com as correcções dos próximos meses, vai com certeza rentabilizar essa mesma carteira.

Outra solução de investimento são os fundos, existem os com risco e os sem risco, pode sempre optar pelo que lhe for mais confortável, no entanto, os com risco, na sua generalidade, têm mais retorno que os outros.

Tudo depende do perfil de investimento que mais estiver de acordo consigo, o meu voto é para que existam bons investimentos e claro, boas rentabilidades.

Deixo a Questão: Qual o seu perfil de investimento, e em que produtos costuma aplicar as suas poupanças?

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2 pensamentos sobre “Como Investir no Mercado Bolsista…

    • Olá Caro, Jonathan

      Desde já agradeço a sua participação no Blog.

      No que concerne à sua questão, existem inúmeras hipóteses, eu vou lhe dar algumas dicas, no entanto, existem várias.
      O ideal é não comprar só acções de uma só empresa, deve tentar diversificar o seu investimento, e tentar comprar o mais possível, de forma a poder assimilar possíveis quedas bolsistas, já que geralmente não caem todas ao mesmo tempo, nem à mesma taxa, no entanto, deveremos também ter em conta que não sobem todas à mesma taxa.

      No que concerne à quantidade, isso fica ao seu critério, pois depende do capital que tem disponível para realizar esse mesmo investimento.

      Penso que com esta situação já respondi de forma concisa às suas questões, no entanto, deixo a mesma em aberto, e caso alguém possua alguma resposta, pode partilhar aqui que terei muito gosto em a aprovar.

      Sem mais agradeço

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