Custo dos Pagamentos por MB em Lojas, Vão Ser Imputados aos Clientes…Só Mesmo em Portugal…

Taxas por Uso dos POS

Taxas por Uso dos POS

Hoje, trago uma noticia, relativamente a pagamentos por meio electrónico, ainda à dias, vim falar de uma taxa de utilização do cartão nos ATM, agora esta, é com a utilização do cartão nos POS dos comerciantes, passo a transcrever a mesma, e de seguida, dou o meu comentário:

«Comércio vai poder taxar pagamentos com cartão

Bruxelas deu liberdade de escolha e Portugal, ao contrário da maioria da Zona Euro, optou por permitir que os comerciantes pratiquem preços mais altos para quem paga com cartão

Os comerciantes vão passar a poder cobrar uma taxa aos clientes sobre cada pagamento com cartões efectuado nas suas lojas. O Governo português decidiu, ao transpor a Directiva sobre Serviços de Pagamentos, deixar ao critério de cada comerciante se pretende ou não aplicar o designado surcharging, uma taxa adicional, cujo valor ainda não está definido. Para os consumidores, será um custo acrescido na hora de pagar ou um convite a andar com mais dinheiro na carteira.

A directiva em causa, que entra em vigor já a 1 de Novembro, dá a cada Estado membro a liberdade de permitir ou proibir a cobrança deste custo adicional na hora de aceitar um pagamento com cartão, seja de débito ou de crédito.

Segundo o DN apurou, a maior parte dos países da Zona Euro rejeitou a adopção desta taxa, enquanto outros, como o caso da Grécia, pediram algum tempo de reflexão.

Apesar de as novas regras não entrarem em vigor em Portugal no início do próximo mês, o diploma que transpõe a directiva está pronto e deverá ser publicado muito em breve.

No mercado português, a criação desta taxa está a passar despercebida. O Banco de Portugal foi ouvido e não se opôs à versão adoptada pelo Governo, a banca não comenta e as organizações de defesa dos consumidores parecem não conhecer o caso.

Algumas fontes contactadas pelo DN consideram que a medida não terá grande impacto, uma vez que prevêem que a maioria dos comerciantes não irá aplicar a dita taxa. Outras, no entanto, antecipam alguma polémica, lembrando que as políticas europeias em matéria de sistemas de pagamentos incentivam o uso dos pagamentos electrónicos, em detrimento do cash.

Os contestatários da surcharging alertam ainda para os riscos inerentes a um desincentivo ao uso do cartão, como seja o perigo de trazer mais dinheiro na carteira, a par de uma sobreutilização dos ATM (caixas automáticas), com a possibilidade de os bancos virem a repercutir estes últimos custos acrescidos sobre os clientes.

Por outro lado, alertam ainda outras fontes, incentivar o uso de dinheiro em detrimento dos cartões é um convite à fraude fiscal, uma vez que é mais fácil esconder receitas que não passam por um registo bancário.

O Eurocommerce, uma organização europeia que agrupa os representantes europeus do comércio, manifestou-se já contra esta iniciativa europeia, considerando que servirá para provocar descontentamento entre os clientes e discriminação entre os comerciantes que cobram e os que não cobram. Por estas razões, esta organização está convicta de que não serão muitos os comerciantes a aderir a este sobrecusto. »

In: http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1401538, em Diário de Notícias, a 26 de Outubro de 2009

O meu comentário:

Sobre este assunto, devo mencionar que é um pouco ridículo imputarem o custo dos pagamentos ao cliente, pois senão reparemos, se os custos, neste momento são partilhados entre o prestador do serviço de POS, e o comerciante, quer dizer, que pelo menos nos preços de cada produto, está reflectida metade da taxa que o comerciante suporta, quer o cliente opte por pagar com recurso ao MB ou não, ou seja, quem não usa o serviço de MB, acaba por pagar, mesmo não usando.

Desta forma, penso que é ridículo, colocar uma taxa ao cliente, que opte por pagar por MB, pois se a tendência é para que o dinheiro siga os valores deste século, ou seja, seja mais virtual, e não tão tangível como até então, a ideia, é que tendencialmente seja reduzido o número de notas e moedas a circular.

O que a lei vai fazer, é fazer com que as pessoas, para se resguardarem do pagamento, vão levantar maiores quantidades de numerário, o que vai obrigar as entidades bancárias a terem as ATM dos bancos, mais reforçadas, o que vai originar um maior custo para os bancos, pois tem que providenciar mais dinheiro e liquidez imediata. Outra solução, é optar por pagamentos, como por exemplo, o cheque, obrigando mais uma vez, a um reforço de pessoal, nos bancos. Denote-se que em ambas as situações, o comerciante sai prejudicado, pois tem que ao fim do dia, tem que ter o custo ou o trabalho de ir depositar o numerário e os cheques, tendo a agravante de correr o riscos que o cheque pressupõe e a liquidez do mesmo, que não é tão imediata, é sempre mais preferível uma transferência bancária que é mais célere.

Outra questão, é o criar de conflitos entre comerciantes, pois temos o problema, dos comerciantes que praticam a taxa, e os que não a vão aplicar, e tendencialmente as pessoas, vão querer ir para quem não pratica a taxa, até porque já lá vai o tempo, em que se ia à caixa MB levantar dinheiro para ir às compras, as pessoas, passam, observam as montras e entram e compram, se ao observar, tiverem que ir levantar dinheiro, podem não voltar.

Penso que, uma solução, é como até agora, é encapotar o custo no preço, apesar de injusto, pois quem, não paga com cartão, acaba por pagar parte desse custo, mas é a forma de nos demonstrarmos simpáticos para com o cliente, e de poder não perder valor, é obvio que convém com o excedente, das pessoas que nos pagam de outra forma, e nos libertam verba, é de podermos oferecer descontos ou mesmo promoções aos clientes.

Penso que, esta polémica, vai criar atritos entre clientes e comerciantes, e comerciantes entre eles, penso que se toda a Europa, optar por isentar a taxa ao cliente, é porque, é de bom grado, facilitar a vida ao cliente, e de ter o dinheiro como cada vez mais virtual, pelo menos, é neste caminho que a banca e a sociedade tem ditado, porque razão devemos regredir, em detrimento de progredir…

Deixo a questão: Que pensa de os comerciantes cobrarem uma taxa ao cliente, quando este opte por pagar com recurso ao cartão MB?

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Cotações de Automóveis Usados na Internet…Para Maior Transparência…

Cotações On Line de Automóveis Usados...

O tema que vou abordar hoje, é mais uma vez no uso das novas tecnologias para que se crie mais transparência nas pessoas, neste caso, concretamente nos negócios de automóveis usados, e os preços dos mesmos, praticados pelos mais diversos vendedores deste país, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário:

« Carros usados vão ter bolsa de cotações online

Preços médios por marca, modelo, ano e quilometragem estarão disponíveis no Standvirtual.com

Desde que a crise começou, os carros usados com menor cilindrada e menos cavalos ficaram mais caros, enquanto os de maior potência desvalorizaram rapidamente. Motivo: os veículos mais modestos gastam menos e a procura disparou de tal forma que o preço subiu. Sabe quanto vale o seu carro usado se o quiser vender? Em breve poderá descobri-lo, na bolsa de cotações que o Standvirtual.com vai lançar na internet.

“Temos a maior base de dados de carros usados do país e podemos fazer pesquisa para sabermos valores históricos”, explica ao i o administrador do portal, Miguel Mascarenhas. A ideia de lançar uma bolsa de cotações surgiu para colmatar uma falha do mercado de usados, em que não é fácil saber ao certo quanto vale um carro em determinado momento. Há tantas variáveis que o proprietário pode facilmente errar no valor que pede, dificultando o sucesso do negócio: o ano de fabrico, a marca, a cilindrada, o número de quilómetros, o tipo de estofos, se já esteve envolvido em acidentes, os extras (como GPS ou computador de bordo), etc. A verdade é que, por exemplo, um Fiat novo pode ser mais caro que um Mercedes usado. “Num Aston Martin, dez mil quilómetros já é muito”, exemplifica o administrador.

“Vamos mostrar os valores médios da marca, modelo, ano, e quilometragem”, adianta Miguel Mascarenhas, sublinhando ainda que este era um pedido frequente por parte dos utilizadores do site. “A vantagem é que a amostra é real, não são valores extrapolados, e permite-nos guardar o histórico e perceber qual a variação em relação ao mês anterior”, completa o responsável. No lançamento, a bolsa de cotações será mensal para prevenir fraudes. “Podia-se dar o caso de alguém colocar dez carros a um valor muito alto, por exemplo”, frisa o mesmo responsável.

Além dos preços, também é possível fazer um retrato do mercado de usados através das estatísticas geradas no site. Uma breve pesquisa revela que a marca mais vendida é a Renault, mas a mais procurada é a BMW. Há quase uma centena de carros que custam entre 100 e 500 mil euros, entre os quais estão vários Ferraris e Lambourghinis. E a tendência é para ter melhores descontos que nos anúncios de jornal: os particulares acabam por baixar cerca de 3% e os stands reduzem 5%. Dos 62 mil anúncios actualmente disponíveis, metade são de particulares e a outra metade de stands. Nenhum anúncio fica no site por mais de quatro semanas, sendo que o tempo normal de concretização do negócio é de 90 dias. É por isso que este e outros portais do género não param de crescer: anunciar na internet é muito eficaz.

sem comissões O segredo para o sucesso do Standvirtual, que tem 70 mil utilizadores únicos todos os dias, é o facto de ser gratuito. A casa-mãe, FixeAds (que usa um peixe como símbolo fazendo o trocadilho com o calão), não cobra qualquer comissão pela colocação dos anúncios nem pelas transacções bem sucedidas. Vive exclusivamente da publicidade e dos anúncios em destaque, um modelo que já provou ser lucrativo. Tanto que a empresa fundada por três jovens com menos de trinta anos também é dona do Leiloes.net – líder do mercado, à frente do Miau.pt – e do Coisas.com, estreado há quatro meses.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/30183-carros-usados-vao-ter-bolsa-cotacoes-online, a 29 de Outubro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

De facto penso que é uma óptima ideia, termos um guião, onde podemos ter acesso ao preço de um determinado veículo, que queiramos vender o nosso carro, quer queiramos comprar um carro.

Conhecemos as típicas revistas da imprensa escrita, onde tem lá o preço médio dos automóveis, no entanto, penso que quer vender o seu veículo, não vai se conduzir por aí, até porque muito do calor que se pede por um veiculo que pretendemos vender, depende muitas vezes do valor que achamos que ele vale, o que não é por vezes o valor que efectivamente vale; a mesma linha de raciocínio, deve ser aplicada, quando queremos comprar, no entanto, tem um senão, é que quando somos compradores, queremos sempre o comprar, se possível abaixo do valor de mercado.

Muitos são os stands que existem por esse país fora, já foram mais, a crise limpou muitos, esperemos que tenham ido, os que estavam a minar o mercado, os denominados de vendedores da «banha da cobra», é pena, que penso que não os levou, ou seja, continuam a existir, vendedores que querem ter uma margem de lucro na venda de um automóvel fabulosa, e inflacionam os preços, depois não nos admiremos que vão descendo, como é o caso, da peça jornalística transcrita, onde diz que os stands em média descem 10%, pois bem, é como em tudo, quando queremos vender algo, temos que o saber vender bem, devemos sempre, pedir um preço ligeiramente acima, ao que pretendemos vender, de forma, a termos margem para irmos descendo, e façamos desta forma um bom negócio para nós, e pareça para o comprador, um bom negócio também para ele. Isto são técnicas, que quem não as usar, está simplesmente a perder dinheiro e tempo no mercado, cabe ao comprador tentar esmiuçar o mais possível, para o vendedor descer.

Pois bem, o que se passa nestes stands de estrada, a que também denomino muitos deles de stands de vão de escada, é que os mesmos, além de inflacionaram demasiado os preços dos automóveis, são muito inflexíveis na descida do preço, pois defendem-se essencialmente, que o veiculo está em perfeito estado de conservação, que era de uma senhora ou de um idoso, e ao fim de contas, vamos a ver e o carro está em muito mau estado, sendo que a maior parte destes stands, manda para o gualheiro a garantia obrigatória.

Esta publicação, anunciada na peça, vem tentar terminar com estes, «vendedores de banha da cobra», e dar mais transparência a um mercado, que sempre, teve muito «Chico-espertismo» â mistura, e como tal, muitas pessoas, ficavam de pé atrás quando se falava de compra de automóveis usados.

Penso que tudo que seja, em favor de uma maior transparência entre compradores e vendedores é benéfico, e em ambas os sentidos, pois, é bom para os vendedores, pois conseguem estabelecer redes de vendas duradouras e que são expansivas no longo prazo, e é bom para os clientes, que sentem confiança no vendedor, e mais tarde vão o tomar, não como vendedor, mas como um consultor ao ser serviço, nas suas necessidades, desejos e motivações.

Parabéns aos autores da ideia, penso que vamos ficar todos a ganhar com a mesma.

Deixo a Questão: Que pensa da publicação dos preços aconselhados para venda de automóveis usados na Internet?

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Poupanças Estão Cada Vez Menos Atractivas…Que Fazer? Sugestões?

Poupanças Cada Vez Cativam Menos     Fonte: http://jornale.com.br

Hoje trago um tema, que está sempre actual, poupanças dos portugueses e as suas remunerações, passo a transcrever o artigo e de seguida faço o meu habitual comentário:

 

«Certificados de aforro são o produto com pior rendimento»

 

Depósitos a prazo conseguem melhor taxa

 

Os certificados de aforro são, dos vários produtos de poupança disponíveis para os pequenos investidores, o que apresenta pior rendimento. Em alguns casos, um depósito a prazo rende mais, apesar de também aqui as taxas de juro estarem muito baixas.

De acordo com o especialista da DECO, António Ribeiro, a tendência é para que a rentabilidade dos certificados de aforro continue a cair. Em Novembro, ela deverá atingir o valor mais baixo de sempre, já que está indexada à Euribor a três meses e esta está também em mínimos.

«Mesmo com a taxa de Outubro, que é de 0,7% para os certificados da nova série e de 0,4% para as séries antigas, pode compensar mais um depósito a prazo», afirma, em declarações à Agência Financeira.

Para quem tem certificados das séries antigas, mesmo que os tenha há muitos anos e receba já o prémio máximo de permanência (1,6%), a rentabilidade máxima é de 2%. Um valor que é ultrapassado por alguns depósitos a prazo, onde num investimento a um ano é possível atingir uma taxa líquida de 2,2%.

«A única vantagem que os certificados têm em relação aos depósitos é a garantia total do Estado, que nos depósitos está coberta por um fundo, mas apenas para montantes até 100 mil euros», sublinha António Ribeiro.

Nos últimos tempos os bancos têm lançado produtos que competem com estas duas alternativas: os produtos estruturados e os depósitos a taxas crescentes. Estes últimos «podem apresentar taxas de juro atractivas» mas a DECO deixa outro alerta: «quando nos comprometemos com um produto destes, por exemplo a cinco anos, depois não podemos mudar o dinheiro a meio para outro produto e entretanto, nesse prazo, a taxa de juro pode subir mais». A perspectiva é mesmo para que, nos próximos anos, a taxa do Banco Central Europeu (BCE) volte a subir e, por arrasto, as Euribor também.

Quanto aos produtos estruturados, ao contrário dos anteriores, apresentam sempre um risco, muitas vezes difícil de calcular, até porque têm fórmulas de cálculo complexas, que deixam o rendimento dependente de um cabaz de acções ou índices bolsistas.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1098781&div_id=1729, a 28 de Outubro de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Pois bem, muito se tem falado de necessidade das pessoas pouparem, no entanto, temos poucas hipóteses, pelo menos na qualidade de particular de poder poupar em curto prazo.

Recentemente, tentei saber numa entidade bancária, como andavam as taxas de juro, pois tinha uma pequena verba e pretendia a colocar de lado, para qualquer inesperado que pudesse surgir, e as taxas eram quase na ordem de 1%, isto para, prazos de 6 meses, logo era regulado, de acordo com a indexante Euribor 6M, ou seja, e se a taxa estiver estipulada a 1%, e se colocarmos um valor de 500€, o valor de juro líquido, ou seja, o que realmente recebemos, é de apenas 2€, é muito pouco.

Repare-se, uma pessoa, coloca numa entidade bancária 500€, e recebe ao fim dos 6 meses, pela permanência nesse dinheiro no banco 2€, sendo que a entidade bancária, por este valor não estar na conta à ordem, pode o usar para se financiar e emprestar a outros clientes.

É óbvio, que com estes valores de remuneração das poupanças, mais concretamente este caso, deve-se a Depósitos a Prazo, as pessoas, perante isto, preferem gastar, ou então, deixar ficar na conta à ordem, onde desta forma, se o dinheiro estiver à ordem os bancos não poderiam usar, para se financiar, ou mesmo para emprestar a outros clientes.

O caso dos certificados de aforro, é muito equiparado, aos depósitos a prazo, pois está, indexado à Euribor, uma taxa que tem descido nos últimos tempos, e que se encontra indexada à maior parte das poupança em Portugal, quer sejam em bancos ou mesmo nos CTT.

A taxa Euribor, está a descer, mas está perto de parar e retomar o sentido inverso, pois a referida taxa, só está tão baixa, devido a terem esticado a corda no ano de 2008, altura em que as pessoas, andavam preocupadas com as subidas da Euribor, e consequentemente, os créditos habitação, também subiram desmesuradamente, isto, relativamente aos míseros ordenados que recebemos em Portugal.

Perante o pressuposto da Euribor, a mesma estar a descer, é bom para as pessoas que se financiaram na banca, com vista à aquisição de imóveis, em que as prestações estão baixas, no entanto, ao mesmo tempo, quem pretende poupar, é prejudicado, por as taxas estarem em baixa, o que gera uma remuneração muito baixa, o que não fomenta a poupança, e desincentiva as pessoas a o fazerem, o que faz com que a banca tenha custos superiores a encontrar, outras formas, para se financiaram, é obvio que estes custos mais cedo ou mais tarde, vão ser repercutidos pelos clientes.

 

Vou deixar, aqui um exemplo prático, há algum tempo, um colega meu em conversa e por ele não estar envolvido com as actividades económicas e taxas bancárias, perguntou me, se ele aplicasse numa conta poupança 1000€, quanto seria mais ou menos a remuneração, eu disse, mediante a taxa a descer e a tender para 1%, e naquela altura, receberia cerca de 4€ a 5€, a resposta dele, foi, «mais vale não colocar nada em poupança» , no entanto, ele no entanto, acabou por realizar uma conta poupança, pois pretendia colocar mesmo algum dinheiro de lado, e para ele não andar «misturado» com o dinheiro à ordem, e desta forma, ir para uma conta diferente, sendo que o aspecto psicológico, é algo que os bancos também devem trabalhar, para nestes tempos de fraca remuneração, poder angariar clientela para os seus produtos poupança.

Para concluir, penso que poupar, é sempre um bom recurso, agora tenho a noção que as taxas estão baixas, e os bancos não podem remunerar à medida que os clientes pretendem, mas também vejo, do lado do cliente é complicado, dispor de valor de poupanças e receber tão pouco, só mesmo pelo psicológico.

Deixo a Questão: Que pensa das baixas remunerações oferecidas pelas poupanças em Portugal?

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Saidas Para Portugal…Para Quando o Emprendedorismo dos Patrões de Portugal…Seria uma Forma de Apoio à Nossa Juventude Licenciada…

Soluções Políticas para Portugal....e os Jovens....

Hoje venho falar do ultimo programa Prós e Contras, que passou na segunda-feira, no Canal 1 da RTP, não vou transcrever nada, vou somente fazer a minha análise mais ao tema, do que propriamente ao programa, no entanto cá vai:

O tema, era que governações para Portugal, entre os presentes estavam várias personalidades, e foi discutido vários cenários, para Portugal.

A solução, que mais consenso foi a necessária união dos portugueses, de modo, a conseguir dar indícios ao governo para onde deve governar.

Muito se falou, mas o que mais denotei, foi que muitos indicavam que o nosso país, é um país de empreendedores, e como tal, teríamos facilidade de sair desta crise, através do empreendedorismo das pessoas.

Pois, muitos assistentes do público, falaram e muito bem que empreendedorismo é as pessoas se cultivarem, é as pessoas irem estudar aos 50 anos, é as pessoas lutarem por conseguirem ter boas carreiras, e de perseguirem os objectivos de vida.

Penso que a ideia de empreendedorismo, está correcta, e compartilho que os portugueses devem se colocar em torno de um objectivo, e tentarem todos conseguir atingir o mesmo.

Considero que o empreendedorismo hoje em dia, é os jovens terminarem o 12º ano, e prosseguirem estudos, para a universidade, pois nos dias que correm é um grave risco tirar um curso, pois é o mesmo que carimbar o desemprego.

Considero as pessoas licenciadas e nascidas nos anos 80, verdadeiros empreendedores, pois são pessoas, que lutam afincadamente contra o desemprego, prestando-se a actividades para as quais não estão qualificados e que ganham miseravelmente, sujeitando-se a tudo um pouco.

Outro problema, destes licenciados, é de não conseguirem fazer carreira, muitos deles entram no mercado de trabalho, depois de terminar o curso, e obviamente não apresentam experiência profissional até então, sendo que não tendo vagas nas suas áreas, tentam concorrer para áreas menores, e as pessoas tentam não dar oportunidade a estes indivíduos, pois consideram que, estas pessoas não são trabalhadoras fiéis, e que mal encontrem algo na sua área, vão fugir e deixar o trabalho a meio. Não nego que existam profissionais assim, no entanto, penso que a maior parte das pessoas não serão assim.

No entanto, não são somente os licenciados que tem este tipo de problemas, o mesmo se aplica à juventude em geral.

Considero que, a juventude tem necessidades, desejos e motivações, e que têm o desejo de se juntarem, de terem o seu canto, e de terem uma carreira sólida, e não terem que ficar eternamente em casa dos pais.

Actualmente, muitos sociólogos têm conjecturado que os jovens saem cada vez mais tarde casa dos pais, e que isto prejudica a natalidade, e consequentemente a sustentabilidade do país em termos de segurança social, e de contas públicas. Eu digo, as pessoas saem cada vez mais tarde de casa dos país, pois não conseguem estabilidade profissional, para conseguirem atingir uma estabilidade económica, e que permita partir para uma sólida vida.

Conheço jovens casais, em que ambos são licenciados, e não conseguem ter estabilidade de emprego, pois os patrões contratam e depois de 6 meses mandam embora, para encontrar outras pessoas, e assim vão vivendo, estes casais, tem indícios graves de depressão, pois não conseguem ter uma estabilidade profissional, muitos deles não conseguem ter um namoro normal, pois altos valores de atentado ao pudor e à liberdade das pessoas cruzados com faltas de verbas, fazem com que os namoros, por vezes sejam piores que no inicio do século XIX, denote-se que estes casais apresentam anos de namoro acima dos 6 anos, muitos deles estão com 9 anos de namoro, portanto, não colocamos neste momento, a questão de que as pessoas namoram, as pessoas tem a certeza dos companheiros que escolheram, no entanto, a vida não pretende que a sorte seja bafejada para estas pessoas. O mais grave aqui, é que os valores económicos e de carreira, estão a destruir valores da nossa sociedade, os país pedem para os filhos saírem de casa e anseiam pela chegada dos netos, os jovens querem sair dos regimes por vezes fascistas que estão em casa, mas não conseguem, tudo porque, não há emprego, porque a economia não os quer, não os desejam, sendo ainda pior, quem vai ser afectado em ultima instancia vai ser a sociedade e a governabilidade do país.

Os empregos, que a maioria das pessoas tem neste país, são empregos com fracas remunerações, o que sem motivação e sem aumentos ao longo do tempo de ordenados, faz com que as pessoas, tendencialmente não se apliquem por nenhum patrão, e que desmotivem ao longo do tempo, o que faz com que a produtividade baixe, e não cresça. Denote-se que se os patrões investirem nas pessoas, e as que remuneraram de forma correcta e justa, vão estar perto dos melhores resultados de sempre, denote-se que as grandes empresas, são as que melhor pagam, e são as que possuem melhores índices de produtividade

Penso que o empreendorismo, está presente nos patrões, em querem apostar nas novas gerações, em apostar nos licenciados, e de lhes dar a estabilidade, dar uma carreira, para estas pessoas poderem seguir as duas vidas, para poderem gerar verbas e sustentar a segurança social, para poder assegurar as reformas dos nossos pais, e das pessoas, que estão no activo e que estão enquadradas nas fachas etárias dos 40 aos 50 anos.

Penso que é necessário ter bastante cuidado, pois qualquer estratégia para que se saia desta crise, deve ser sustentada com uma grande aposta na juventude, essencialmente a juventude licenciada, pois estas pessoas estão muito vem formadas e tem capacidades incríveis, se forem muito bem motivadas, muitas delas, basta somente fomentar a estabilidade profissional, para ter óptimos resultados, não sendo necessários grandes valores de ordenados.

Penso que o patronato e os governantes, pensem bem qual a estratégia que devem optar, mas penso que a dos jovens licenciados, são a opção mais célere e barata para se fazer com que a produtividade das empresas, seja incrementada e consequentemente a produtividade do país suba, e resolvam problemas da economia governamental.

Deixo a Questão: Para onde deve ser dirigida a governação de Portugal?

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Chips nas Matriculas dos Automóveis Tendem a Criar Desemprego e Terminam com a Liberdade das Pessoas…

Portagens levantam dúvidas em Portugal...

Portagens levantam dúvidas em Portugal...

Hoje trago algo, que tem gerado alguns atritos essencialmente entre trabalhadores de portagens e governo, e entre autarcas, nomeadamente os do norte do país e governo, passo a transcrever a notícia, seguida de um comentário

« Exigida revogação da lei dos “chips”

Trabalhadores das auto-estradas temem pelo fim dos postos de trabalho e apelam ao Governo.

Os trabalhadores das auto-estradas exigem a revogação da lei que permite os “chips” nos automóveis, como uma garantia de manutenção dos postos de trabalho. Nesse sentido, entregaram ontem uma moção no Ministério das Obras Públicas.

A moção, aprovada ontem por unanimidade no Encontro Nacional de Trabalhadores de Auto-Estradas, quer a revogação dos decretos-lei 111, 112 e 113/2009 que, adiantam os trabalhadores, “não acautelam a defesa dos postos de trabalho” e não garantem a integridade e confidencialidade dos clientes da Via Verde.

Esta legislação, frisam, coloca em causa cerca de 2500 postos de trabalho e, nesse sentido, não afastam a hipótese de recorrer à greve, embora acrescentem que estes diplomas foram aprovados apenas pelo PS, e como a sua regulamentação terá que passar pela Assembleia da República, acreditam que não chegará a concretizar-se.

Além destas questões, António Vieira, representante dos trabalhadores da Brisa, refere a criação por parte da empresa de uma nova empresa, a Brisa Operação e Manutenção, que, no seu entender, servirá “para retirar à Brisa Auto-Estradas a titularidade de alguns meios humanos e, além disso, está a ser feita sem o atempado, como estipula a lei, conhecimento dos órgãos dos trabalhadores”. Desta forma, sublinhou, “não se prevê um futuro muito auspicioso”.

Fonte oficial da Brisa explicou que a empresa está a proceder a uma “reorganização de órgãos e empresas que a compõem”. Adiantando que a empresa irá prestar serviços de operação e manutenção, “não só à Brisa Auto-Estradas, mas também ao universo alargado das outras concessionárias de auto-estradas do grupo Brisa”. Uma oportunidade de desenvolvimento com impactos, por exemplo “ao nível de postos de trabalho”, conclui fonte da Brisa à Agência Lusa.

Fonte da Ascendi referiu que a empresa tem um reduzido número de portageiros, mas “tudo fará para reconverter, dando formação específica, aos trabalhadores para que desempenhem outras funções”. »

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1400601, a 25 de Outubro de 2009, no Jornal de Notícias

O meu comentário:

A questão do chips nas matriculas dos automóveis, penso que tem reduzidos benefícios, pois a favor tem a possibilidade de se controlar o carro, no pagamento  das portagens, mas pouco mais, conseguirá fazer, a não ser «ajudar» as forças de segurança, a antes de mandar parar um carro, saber se o mesmo tem seguro, inspecção periódica em dia e os impostos em dia, no então, penso vai causar um clima de repressão nas estradas nacionais, vai punir sem olhar se o condutor do veiculo, é o legitimo proprietário, ou seja, vai atentar à liberdade e vai punir cegamente, e sem possibilidade de defesa.

Outro problema, que a notícia levanta é, que vai originar desemprego, pois as pessoas, deixam de ser necessárias nas portagens, e que as portagens físicas, tendem a desaparecer, o que penso, que deve ser totalmente impossível, pois ainda tão por explicar, como é que se vai cobrar aos automóveis de matricula estrangeira que circulam nas nossas estradas? Como é que vão funcionar com os veículos de aluguer sem condutor? Se me emprestarem um carro, será que eu não tenho direito de pagar todas as despesas inerentes à utilização que fiz? Tenho que revelar o que andei a fazer na estrada x ou y, a alguém como por exemplo, pode ser o sono do carro? Penso que, de forma alguma, estão salvaguardadas as regras da privacidade e de direitos, liberdades e garantias, que se encontram consagradas na constituição da República Portuguesa, o que teoricamente, não podemos fugir das mesas, ou mudamos a constituição, o que é difícil, ou então, estamos a infringir com a lei dos chips.

As portagens, vão ser colocadas essencialmente em vias, que no passado, deram origem às denominadas SCUT’s, o mesmo, que se referir, auto estradas de uso, sem custo para o utilizador, que surgiram em muitas situações, em zonas necessitavam de desenvolvimento, sendo que o berço de muitas, foi realizado, com destruição de partes de estradas nacionais, que vieram a dar origem a estas auto estradas. Agora pretendem, portajar estas vias, mas não no âmbito nacional, pois só algumas é que devem ser portajadas, estão concentradas, essencialmente no Norte do país, e no litoral, são vias que circundam o Grande Porto, entre elas estão o antigo ICI, hoje denominado de A28, a A4 que liga Matosinhos a Vila Real, a A44, que atravessa o concelho da Maia e que era o IC24, entre outros.

Penso que muitas das estradas, não tem possibilidade de serem portajadas, pois o interior das cidades, sofreram mutações urbanísticas, por terem menos transito a circular, por existirem, soluções que demonstravam progresso, como era o caso das SCUT’s, alias muitas estradas nacionais desapareceram em troços, para darem origem a estes troços, destaca-se, essencialmente, a EN13, a EN 107, a EN 109, estas vias em muitas cidades, passaram a ser consideradas de âmbito municipal, o que é complicado receber nestas incompletas vias, transportes de grande envergadura, como são, por exemplo, os camiões TIR, ou mesmo, os transportes de grandes dimensões.

Penso que a questão das matriculas com Chip, ainda vai fazer correr muita tinta, e no caso, do Grande Porto, tem muita conotação com perseguição, e de impedir as pessoas de circularem em vias, que foram feitas para não terem custos imputados de forma directa ao utilizador, desta forma, tenho algumas dúvidas na implementação das portagens, e de como, vai ser realizado o controlo de veículos sem obrigatoriedade de possuir um chip na matricula, como é o caso dos veículos de matricula estrangeira a circular em Portugal, é que se estes não pagaram, apesar de beneficiar o turismo, pode ser uma tremenda injustiça para as populações destas regiões, que em muitos concelhos, ainda são populações com níveis académicos baixos, e consequentemente, com níveis de vida muito débeis.

Deixo a Questão: Que pensa dos Chips nas matriculas dos automóveis, de se portajar as SCUT’s à volta do Grande Porto?

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Banca Portuguesa Estuda Como Taxar Utilização do Multibanco…

Como Cobrar O Serviço Multibanco?

Como Cobrar O Serviço Multibanco?

Hoje trago uma notícia que pode vir a gerar muita polémica, trata-se da aplicação de uma taxa de utilização do MB, passo a transcrever a mesma notícia e passo a fazer o meu comentário:

« Só portugueses ainda não pagam operações de multibanco

Depois de uma primeira tentativa falhada, alguns bancos continuam a defender que as operações de multibanco deveriam ser pagas. No resto da Europa já é cobrada uma taxa. Mas a Deco diz que bancos não avançarão enquanto a medida “não for politicamente aceite”.

Os portugueses já são os úni- cos consumidores europeus que não pagam qualquer taxa por levantar dinheiro com cartão multibanco em caixas automáticas, as conhecidas ATM, revela a Unicre, empresa que gere a principal rede de aceitação de cartões de débito e crédito em Portugal.

A Áustria foi o último país a introduzir este custo no seu sistema bancário. Apesar de não haver dados concretos sobre o valor da receita com estas comissões, os bancos austríacos cobram aos clientes que levantam dinheiro nas caixas de outros bancos, mantendo a taxa zero para quem utilizar a rede do banco emissor do cartão.

Em Portugal, “o assunto não está a ser equacionado”, garante Faria de Oliveira, o actual presidente da CGD. Em 2001, o BCP tentou implementar a “taxa multibanco” nos levantamentos efectuados com os seus cartões nas caixas dos outros bancos. Perante a polémica suscitada, acabou por recuar. O presidente do BES, Ricardo Salgado, também já defendeu publicamente a adopção da comissão sobre levantamentos em ATM. Mas ninguém avançou, devido à oposição da CGD, então presidida por António de Sousa.

“A introdução de uma taxa nas operações de multibanco terá de ser uma decisão conjunta de toda a banca”, defende Faria de Oliveira, em declarações ao DN.

“Enquanto não for politicamente aceite, julgo que os bancos não avançarão”, assegurou, por seu lado, ao DN João Fernandes, economista da Associação de Defesa dos Consumidores (Deco). Para este especialista em assuntos financeiros, “não é tolerável” que os bancos passem a cobrar por um serviço “que só lhes traz ganhos”.

Esta decisão terá mesmo dificuldade em obter o consenso dos bancos mais pequenos. Com redes próprias de caixas automáticas, os clientes destas instituições terão menos hipóteses de efectuar levantamentos gratuitos, se estes passarem a ser só possíveis nos ATM da marca.

Segundo os dados da Unicre, Portugal tem não só a melhor rede de ATM a Europa (pelas funcionalidades que disponibiliza) como a mais barata. O custo médio cobrado por este serviço na União Europeia é de 1,14 euros. E enquanto em Portugal existem 1589 caixas automáticas por cada mil habitantes, na UE a média é de 855 por mil.

Segundo informação recolhida pelo DN, a maior parte dos países dá isenção de comissão por levantamento quando este é feito na sua rede de ATM, cobrando comissão quando a operação é feita na rede de outra instituição. Outros ainda limitam a um determinado número por mês as operações gratuitas, passando a taxar as que excedem esse número.

De acordo com os últimos dados disponíveis, relativos a 2005, no Luxemburgo, por exemplo, a comissão das operações de multibanco variava entre os 0,75 e os três euros, enquanto na Grécia era de 1% sobre cada levantamento, com um mínimo de 0,84 e um máximo de 2,94 euros. Na Alemanha oscilava entre taxa zero e 4,25 euros. »

In: http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1394763, a 19 de Outubro de 2009, no Diário de Notícias

O meu comentário:

Penso relativamente a esta situação, que Portugal para poder implementar uma medida deste calibre, tem que ser socialmente aceito, e actualmente a banca em Portugal, está muito mal vista, por comissões obscuras e não indicadas aos clientes, por mau atendimento em algumas instituições bancárias, por terem a fama de terem lucros enormes à custa de comissões que vão surripiando aos clientes.

Pois bem, tenho um conhecimento muito bom da banca, posso afirmar que esta taxa, é possível ser colocada, e penso que os portugueses, não se importariam de pagar, caso, os seus ordenados fossem justos, para as despesas que possuem no dia-a-dia; caso os bancos com o valor das comissões contratassem mais pessoal para os quadros, de forma a ter um atendimento mais eficaz aos seus clientes, e mesmo antecipar as necessidades, desejos e motivações dos clientes, sendo seus conselheiros, e não considerados inimigos dos clientes; os Bancos disponibilizarem em cada freguesia portuguesa uma caixa MB da sua rede; os bancos deveriam deixar de cobrar a anuidade do cartão MB; entre outras medidas mais relevantes.

A Banca, nos últimos anos têm vindo a regredir na contratação de pessoal para os seus quadros, e tem tentado encaminhar as pessoas para a utilização dos meios automáticos, de forma a poder reduzir custos, especialmente em custos humanos.

Mas um exemplo, que a taxa é um pouco absurda, é que por exemplo, quando um cliente de banco X, se dirige ao seu banco, para depositar um cheque que recebeu do banco Y, e vai ao balcão, utiliza os funcionários da agência, ou seja, faz com que seja, mais dispendioso que depositar o mesmo no MB, e não lhe é cobrado nenhuma taxa, o mesmo se passa, tendencialmente os pedidos feitos pelos clientes em caixas MB ou mesmo com recurso à Internet, são mais baratos que os pedidos na agência, o que de certa forma, até concordo, pois não gasta espaço físico, não utiliza pessoal, agora ter que se pagar por usar o MB ou a internet, vai levar as pessoas a irem para as agências de novo, como acontecia antes de 1985, época em que o serviço MB, surgiu em Portugal.

A questão, penso que se a taxa fosse para algo útil, como por exemplo, criar mais emprego nos bancos, criação de melhores serviços, apoio de clientes, criação de mais caixas ATM em todas as freguesias nacionais, ou mesmo, encaminhar o valor das taxas, para algo útil, como ajudar os que mais necessitam, ai penso, que a medida publicamente, deveria ser bem aceite, o problema é que actualmente a banca possui má fama entre os portugueses, no geral, e penso que para inverter a mesma, têm que efectuar um compasso de espera, e tentar mudar a imagens que os portugueses têm da banca

Trata-se de uma medida, que penso que vai ser difícil de vingar em Portugal, mesmo em consenso da própria banca, pois os bancos pequenos, geralmente não têm uma rede de MB eficaz, e pretendem ganhar cota de mercado, o que só mesmo com algumas «ofertas», é possível contornar. Em caso, de a taxa seja aplicada, penso que é melhor os bancos contratarem mais pessoa, para os seus quadros, pois os portugueses vão voltar às agências, e penso que o horário praticados pelos bancos actualmente, não é exequível, e que as pessoas vão entrar antes das 15H, e vão lá ficar até à ultima pessoa, e os bancários não vão ter tempo para outras tarefas, caso não tenham mais agências e mais recursos humanos disponíveis.

Deixo a Questão: Que Pensa da Implementação de Uma Taxa por Utilização do MB?

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10 Sites Que Deve Sempre Ter à Mão….

Sites Uteis

Sites Uteis

Hoje por ser Domingo, e sei que muitos cibernautas têm mais tempo, para navegarem por sites diferentes da sua rotina habitual, hoje não vou tecer nenhum comentário, vou simplesmente, transcrever uma notícia que saiu num jornal diário, no decorrer da semana, que ontem nos abandonou, passo a transcrever a noticia e desejar votos de boas navegações:


« Dez sites úteis para guardar

Viver sem internet é como ir a um jardim e não ver flores, comer um cozido sem farinheira, sair de casa sem sapatos. O i fez uma lista de sites a não perder para adicionar aos seus favoritos. Para consultar sempre que tiver coisas mais importantes para fazer.

Agenda de concertos
epilepsiaemocional.org
Está farto de viver da casa para o trabalho e do trabalho para casa? Gostava de quebrar a rotina e assistir a um concerto de vez em quando mas não faz ideia do que se passa na cena musical do país? Não se preocupe. Este site tem todos os concertos de todas as bandas em todo o país. Datas, locais, horas, não falta nada. Se não conhecer nenhuma das bandas, tem um problema sério. O remédio é googlar e descobrir.

Praias
www.beachcam.pt
Descubra tudo o que há para saber sobre as praias portuguesas dadas aos desportos marítimos. Vento, ondas, temperatura do mar, condições meteorológicas e notícias de surf. Mesmo que seja um leigo nestas andanças, pode sempre dar uma espreitadela às câmaras que o site tem espalhadas pelas praias e imaginar que está à beira-mar, sentado na areia, em vez de trancado no escritório.

Dicionário
www.priberam.pt
Um
dicionário é daquelas coisas obrigatórias. Seja para verificar a ortografia de uma palavra ou para descobrir o significado de outra. Longe vão os tempos dos calhamaços encadernados a capa dura, verdadeiras armas de arremesso e distracção para os menos focados. Quantas vezes deu por si a rir enquanto descobria novas palavras de entoação cómica mas perfeitamente inúteis e a esquecer-se daquela que realmente interessava? Com o dicionário online basta escrever a palavra e pronto. A internet faz o resto.

Jornais e Revistas
www.noticias.sapo.pt
Que não tenha tempo para comprar jornais, que não haja um quiosque num raio de 500 metros no percurso para o trabalho, que nunca tenha trocos disponíveis, está muito bem, mas isso já não é desculpa para não andar informado. Nesta página encontra as capas de toda a imprensa portuguesa, bem como os links para os respectivos sites. Comece no ionline.pt e depois vá por aí fora descobrir o mundo.

Gadgets e tecnologia
gadgetsetecnologia.com
Este é daqueles sites que dão muito jeito na altura do Natal ou dos aniversários dos mais chegados. Ou então para descobrir o mais recente apoio de GPS para moto, ou a nova pen com 3452 mil gigas de memória e rádio incorporado. Perca-se por novos portáteis, PC, GPS e fique a saber as novidades relacionadas com a internet e afins. Óptimo para se distrair de tempos a tempos durante o horário de expediente.

Receitas
www.vaqueiro.pt
Nem toda a gente tem alma de Maria de Lourdes Modesto, Jamie Oliver, Sá Pessoa ou Julia Child. Ou melhor, alma até pode ter, dom para os tachos é que já é outra história. Não se deixe assustar por palavras como confitar ou bechamel. Não desista de ser dono e senhor da sua cozinha. O site da Vaqueiro pode ser a salvação, é que além de ser fácil de usar, tem toda uma panóplia de receitas divididas por tipo de carne ou peixe. É só escolher, seguir os passos e fazer um brilharete entre amigos, família ou a cara-metade.

Viagens
www.skyscanner.pt
Este site é uma verdadeira pérola da pesquisa. A partir daqui pode conhecer todos os voos low cost que saem de Portugal. Não adie mais a escapadela romântica ou aquela semana de férias que tinha planeado num qualquer país europeu ou numa das nossas ilhas. E também lhe mostra as viagens mais baratas a partir de outros países.

Moda e tendências
www.tendenciasonline.com
Não é preciso ser especialista para andar na moda. Nem sequer é preciso saber os nomes de todas as cores que existem, variações incluídas, de todos os tecidos ou peças de roupa. Se não sabe o que é uma clutch, um bolero nem percebe qual a utilidade das mangas a três quartos num casaco de Inverno, não faz mal, a sério. Este site tira-lhe as dúvidas, explica-lhe que tipo de roupa usar em todas as ocasiões e até lhe mostra as tendências actuais quer de roupa quer de cabelos. Sim, porque na moda, tudo conta.

Cinema
www.cinema.ptgate.pt
Não quer ser daquelas pessoas que ocupam as filas das bilheteiras durante minutos intermináveis enquanto decide que filme quer ver, pois não? Não quer ser alvo da ira do casal atrás de si que quer ver a comédia romântica prestes a começar e cujo início vão perder graças à sua indecisão? Saiba que filmes estão em cartaz em Portugal, que outros se vão estrear, em que cinemas, a que horas, tudo explicadinho tim-tim por tim-tim. E como bónus até pode pesquisar em que outras películas entrou aquele actor cuja cara não lhe é nada estranha e que gosta muito de ver trabalhar.

Utilidades
www.indeks.pt
Este site tem o dom de reunir uma quantidade de links úteis para o dia-a-dia. Bancos, automóveis, imobiliárias, notícias, saúde, lazer, cultura, entre muitas outras coisas. Pode aceder à página da Segurança Social tão rapidamente como à dos recordes do Guinness para logo a seguir se perder no site do seu clube de eleição. É a verdadeira loucura.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/28682-dez-sites-uteis-guardar, a 20 de Outubro de 2009, no Jornal I

Votos de Bom Domingo !!!

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Em Portugal…a Pobreza já ascende os 40%…Que Será Deste País?

Pobreza em Portuga, Fixada a 40%...

Pobreza em Portuga, Fixada a 40%...

Hoje vi, uma notícia que vou confessar, me chocou, pois não penava que fosse assim tantos, mas são 40% de pobres em Portugal, passo a transcrever a mesma, e faço um comentário à mesma.

« Taxa de pobreza poderá rondar os 40 por cento

O presidente da Assistência Médica Internacional afirmou hoje, sexta-feira, no Funchal, que a taxa de pobreza poderá rondar os 40 por cento se incluir o número de pessoas com rendimento social de inserção e complemento social para idosos.

“Combater a pobreza é uma causa nacional”, disse o médico durante o terceiro congresso nacional dos economistas, que decorre até hoje na capital madeirense, acrescentando que uma análise mais profunda à situação poderá indicar que a taxa da pobreza em Portugal poderá rondar os 40 por cento, se fossem tidos em conta os números dos que usufruem do rendimento social de inserção e do complemento solidário para idosos.

Fernando Nobre argumentou assim existir uma “uma pobreza estrutural no país acima dos 40%”, declarando: “Não aceito esta vergonha no nosso país”.

A situação da pobreza em Portugal, reforçou, “é uma vergonha” e o seu combate deve constituir “uma causa nacional”.

Fernando Nobre rejeitou “as cirurgias plásticas para as mudanças no mundo” e sustentou que Portugal deve “redistribuir melhor a riqueza”, para contrariar o facto de  muitos jovens estarem a abandonar o país “porque perderam a esperança”.

Apelou aos empresários para serem mais “inovadores e empreendedores”, defendendo aumentos do salário mínimo nacional.

Para Fernando Nobre, este é “o momento de repensar que mundo queremos”.

Sobre os factores que indiciam a conjuntura económica difícil, recusou existir razões para “ceder a paranóias”, sublinhando ser necessário  que as economias capitalistas sejam “prudentes”, usem de bom senso e não embarquem em “cantos da sereia”. »

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1399556, a 23 de Outubro de 2009, em Jornal de Notícias

O meu comentário:

Desde já a denotar, é lamentável que quase metade dos portugueses, sejam pobres, não admira pelo menos na minha óptica, que o país não ande para a frente, nem seja competitivo.

Curioso, é que os modelos económicos, não consagram alguma política, para tentar reparar este mal, ou seja, tentar fazer com que o país crie riqueza e a mesma, seja distribuída de uma forma justa e ordeira por todos.

Denote-se que, as pessoas que têm rendimentos, ou seja, os que estão de fora destes 40% enumerados na notícia, estão inseridas na mesma sociedade que os pobres estão, simplesmente, o termo sociedade, pressupõe que as pessoas vivem em conjunto umas com as outras, e interagem umas com as outras, logo, penso que continuar a ser incrementada esta taxa de pobreza, vai fazer com que as pessoas que tem rendimentos, trabalho, a continuar a crescer o fosso entre ricos e pobre, só vai levar à crise seja ainda mais atroz, e que vai originar, que os que não perderam emprego, possam o vir a perder, em virtude de não existir público para os produtos e serviços oferecidos.

Numa sociedade, convém ter a noção que nem tanto ao mar, nem tanto a terra, não podemos ser todos ricos, nem podemos ser todos digamos pobres, pois a sociedade, além de valores, rege-se pró princípios.

Uma sociedade rica, tem teoricamente menos problemas sociais, que uma sociedade probe.

Uma sociedade pobre, origina violência, e problemas de inserção sócias, bastante graves, e como tal, devemos ter em conta, que no caso de Portugal, a taxa de 40% é muito grande, e que fenómenos como assaltos, violência, carjacking, etc.

Penso que são muito graves e nefastas as consequências da pobreza, pois as pessoas, não tendo como sobreviver, vão se inserir pelo mundo do crime, isso é inevitável.

Em Portugal, penso, deveriam ter uma política para ajuda, a estas pessoas, e tentar tornar estas pessoas úteis, pois parte do desemprego, foi causado por questões internacionais, e como, não se controla não podemos culpar directamente as pessoas, então a solução é tentar ajudar, tentar orientar a nossa sociedade, para valores comuns, algo que se nos unirmos, e consigamos atingir o objectivo, poderemos sair da crise, poderemos criar riqueza, e sermos todos úteis…

Pena, que para já, o nosso governo, ainda não tomou posse, no entanto, espero que tenham noção destes números, e tenham em mente, tentar resolver estas situações, e criar um projecto em que nós portugueses possamos todos acreditar, e que nos una, como foi o caso, do euro 2004,

Penso que a pobreza, não ajuda ninguém, nem é boa para um país, pois pensemos, que vale uma pessoa ser rica, num país onde quase metade do país é pobre? Será que vamos ser felizes? Será que não se perde a oportunidade de tentar fazer rentabilizar o dinheiro, de o multiplicar?

Vamos a ver o que vai ser feito, espero que tentem mudar esta perspectiva, e que os 40%, baixem.

Deixo a Questão: Que Pensa de termos 40% de Pobres em Portugal?

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Ordenado Mínimo: Aumento de 25€, Valerão a Pena no Combate à Crise? Veja Aqui a Análise a Esta Questão…

Ordenado Mínimo - Aumento de 25€?

Ordenado Mínimo - Aumento de 25€?

Ainda esta semana, trouxe parte deste tema ao blog, no entanto, no decorrer de uma notícia que saiu num diário no dia de ontem, decidi chamar de novo à atenção para este tema, passo a transcrever a notícia, e de seguida dou o meu comentário:

«Salário mínimo Os aumentos levam a mais desemprego?

A ideia de que o impacto não é significativo é objecto de disputa entre economistas, mas a situação da indústria recomenda prudência

Aproxima-se a batalha negocial entre confederações patronais, sindicatos e governo em relação ao valor do aumento do salário mínimo nacional em 2010, intensifica-se a pressão e reforçam-se argumentos de todas as partes, mas deixa-se de lado a pergunta: afinal que impacto tem uma subida do salário mínimo nos custos das empresas e no mercado de trabalho no contexto actual de recessão e desemprego recorde? A resposta continua ainda hoje a gerar controvérsia entre economistas, mas sugere prudência ao governo: tradicionalmente uma subida do salário mínimo não tem impacto significativo no emprego, mas na situação actual poderá trazer problemas à indústria portuguesa.

A questão é pertinente numa altura em que CGTP e UGT pedem um aumento da remuneração mínima no próximo ano dos actuais 450 euros para 475 euros – a meio caminho da meta de 500 euros em 2011, acordada há quatro anos na concertação social. As confederações empresariais, como a CIP (indústria) e a CTP (turismo), estão contra os aumentos, invocando o esmagamento financeiro provocado pela crise e a ausência de medidas de apoio aos sectores em que o salário mínimo pesa mais. Os sindicatos recusam rever o acordo e defendem que o aumento dinamiza a procura interna.

“O impacto da subida nos custos das empresas em termos médios tende a ser muito reduzido”, aponta ao i Ricardo Paes Mamede, economista do ISCTE, em Lisboa. O estudo de previsão que fez para 2008 (ano em que o salário mínimo subiu de 426 para 450 euros) aponta para um impacto médio de apenas 0,13% no custo das empresas com estes trabalhadores. “Desde a realização do estudo aumentou o número de pessoas com salário mínimo, mas ainda assim arriscaria dizer que o impacto nunca será superior a 1% dos custos salariais, o que significa em média 0,25% dos custos totais das empresas”, acrescenta Paes Mamede. A conclusão – que peca “por defeito”, avisa o economista, uma vez que há mais 111 mil trabalhadores com salário mínimo em 2008 – está em linha com as conclusões de um dos estudos referenciais na década de 90 (que gerou reacção forte), que defende o impacto nulo desta prestação no fecho de empresas e subida do desemprego.

Contudo, resta saber de que maneira o actual ciclo económico e o peso específico do salário mínimo na indústria afectam estas conclusões. Um estudo do Banco de Portugal de Maio de 2008 revelou pela primeira vez que as empresas com maior incidência de salário mínimo são mais vulneráveis a choques externos negativos, sobretudo porque estão proibidas por lei de descer os salários. “De facto, as restrições do salário mínimo mostraram que aumentam a taxa de insucesso das empresas”, conclui o estudo dos economistas Pedro Portugal e Anabela Carneiro.

É sobretudo na indústria que o problema se levanta: está exposta à concorrência internacional e tinha antes de 2008 o maior peso de trabalhadores com salário mínimo (25,7%). Além da subida deste custo pouco flexível (que aumentou 23% desde 2004), contam-se outras dificuldades como o euro forte (mais 20% desde Fevereiro), a subida do petróleo e a restrição do crédito. Por outro lado, o salário mínimo é muitas vezes um valor de entrada no mercado de trabalho – ao subir-se a fasquia, várias empresas poderão contratar menos, num ano em que a OCDE espera que o desemprego ultrapasse os 11%.

Contudo, os economistas e alguns empresários sugerem que há formas alternativas de compensar as eventuais perdas, sem mexer na remuneração dos 365 mil a salário mínimo, como ajudas aos sectores mais afectados, o que de resto já faz parte do acordo de 2006. Sublinham que esta prestação não é referência para os restantes trabalhadores. “Estamos a falar do mínimo e não do geral, que, se subisse na mesma proporção, causaria graves problemas de competitividade”, aponta Paes Mamede. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/29054-salario-minimo-os-aumentos-levam-mais-desemprego, a 22 de Outubro de 2009, no Jornal i

O meu comentário:

Sobre o aumento de apenas 25€ no ordenado mínimo, já aqui, ainda esta semana, manifestei aqui a minha opinião sobre este assunto, em que penso, que para bem do país e para bem da motivação dos trabalhadores, motivação do país em torno de uma causa comum que é a recuperação económica e tentar ultrapassar a crise.

No entanto, penso, e como aqui ainda disse esta semana, que seja um custo, no entanto, penso que é custo que os patrões devem tomar como sendo um investimento, ou seja, ao dar mais 25€ a mais no ordenado, já de si mísero, pois ninguém consegue viver, somente com o ordenado mínimo, vão incrementar a produtividade e aumentar a motivação dos portugueses, no local de trabalho.

Se repararmos, nas áreas onde se paga o ordenado mínimo, caso o trabalhador não seja aumentado, dá azo para que, este salte, ou então desmotive, dê origem a fuga de informação para os concorrentes, e muitas vezes, vão mesmo para a concorrência, levando consigo a formação que foi dispendida com o trabalhador, e o know-How, que se tinha na organização, sendo, que no pior das hipóteses, pode mesmo levar colegas, e assim desfasar e desmotivar a equipa que tínhamos na nossa organização.

O custo, pode ser, feito com redução de disparidade entre quem aufere ordenados baixos, e quem aufere os mais altos ordenados, é grande, como tal, penso que uma redução em quem aufere mais, para dar aos mais abaixo, pode causar uma coesão da equipa, que labora numa organização, em torno de um objectivo, e deve-se ter em conta, que se tivermos, uma boa equipa, é mais de 50% para alcançarmos o sucesso.

Outra questão, é preferível que se aumente 25€, em vez de percentagens, pois convenhamos que 5% de 500€, é muito diferente de 5% de 5000€, ou seja, quanto mais alto, é o valor base, maior será o aumento, logo, quem sai beneficiado são quem aufere mais, aumentando o fosso entre quem aufere menos e quem aufere mais.

Penso que a guerra, relativamente ao ordenado mínimo, ainda agora está a começar, e ainda muita tinta vai correr, no entanto, penso que como em tudo, existe a regra do bom senso, em que devem se entender e essencialmente cumprir com o prometido anteriormente, no entanto, caso não seja possível, penso que se deve dar outra regalia de forma a suprimir esta lacuna.

A minha opinião, era de se elevar os 25€, penso que é um valor justo e que em 14 meses de trabalho, seria praticamente quase um ordenado, pois daria 350€, o que, penso que por vezes, existem despesas secundárias nas empresas, que são bem superiores e não tem tanto cariz de investimento, como incrementar a motivação dos funcionários com apenas mais 25€ mensais.

Deixo a Questão: Que Pensa do Aumento de 25€ ao Ordenado Mínimo Nacional?

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Euro ou Dolar Americano…Qual a Melhor Moeda de Referência Para as Transacções Comerciais Mundiais?

Dolar Americano ou Euro... Será que estamos perante uma mudança de moeda referência em transacções internecionais?

Dolar Americano ou Euro... Será que estamos perante uma mudança de moeda referência em transacções internacionais?

Hoje trago, uma notícia sobre a uma possível alteração de moeda de referência, passagem de Dólar Americano, para Euro, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um pequeno comentário:

« E se o euro comandasse o mundo?

Há três consequências imediatas O dólar está «tremido» e a hipótese mais falada tem sido a substituição da moeda de referência pelo euro. O que aconteceria então se o mundo fosse dominado pela moeda única europeia?

De acordo com o responsável do Instituto de Estudos Económicos (IEE), Gregorio Izquierdo, citado pelo site espanhol «Invertia», há três consequências imediatas.

Em primeiro lugar, no que respeita aos empréstimos sem juros para a Zona Euro, os restantes países iriam querer ter euros e isso traduzir-se-ia num fluxo de moedas de outros países. Resumindo, este dinheiro que entraria não implicava qualquer tipo de taxas de juro.

Relativamente às matérias-primas, se fossem trocadas em euros, já não se ficaria dependente do dólar para comprar, por exemplo o petróleo, ou seja, no preço final só teria influência o preço de origem. Actualmente, além da subida ou descida de um determinado produto, é preciso somar-lhe a apreciação ou depreciação da moeda usada como referência, o dólar.

O dólar pode deixar de ser a moeda de referência?

Finalmente, na política monetária, seriam os países do euro que poderiam utilizar as taxas à sua conveniência de forma a modificar a balança comercial.

Com a redirecção de fluxo de capital que se produziria, as taxas de juro da Zona Euro seriam sempre mais baixos face a outras economias. O inverso aconteceria com os investimentos no Velho Continente, já que estes subiriam.

De acordo com o «Invertia», a inflação e as taxas de juro nos EUA aumentariam se a OPEP finalmente se decidisse pelo euro como moeda para fixar o preço do barril de crude, de acordo com Instituto espanhol Juan de Mariana. O preço do petróleo para os EUA subiria cerca de 50% e a repatriação massiva de dólares, sobretudo dos países da OPEP, China e Índia, geraria uma enorme inflação monetária ao colocar-se em circulação uma grande quantidade de dólares.

No entanto, esta ficção de um mundo de euros parece estar longe, mas não há dúvida que algo está a mudar. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1096882&div_id=1729I,a 21 de Outubro de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Na minha opinião, penso que no caso do continente europeu, e na união europeia, era benéfica, pois poderia comandar a compra de mercadorias de valor incipiente, como por exemplo, o petróleo, o que levaria a menores flutuações, pois desta forma o petróleo flutuaria, consoante a lei da oferta e da procura, e não estaria também influenciado, pela flutuação da moeda de referência internacional, que é actualmente o dólar.

Neste momento, estamos dependentes de uma moeda, que é o dólar, que nos últimos tempos, tem perdido valor no mercado internacional, apesar de a crise que entretanto surgiu, ter dado em alento ao dólar, em virtude de a crise ter sido, bastante agreste no continente europeu.

No entanto, existem muitos países interessados, em que o Euro, seja moeda referência, não me refiro somente aos países da união europeia, ou mesmo europeus, no continente asiático, países como o Japão e a China, pretendem esta moeda, pois facilitaria as suas transacções com o continente europeu; outros países, interessados, e que já vieram a público, dizer que os ajudaria mais, concretamente, nas suas transacções comerciais de petróleo, são os países de médio oriente.

O que mais contribui, para o crescimento, e para se candidatar a ser uma moeda de referência, são a estabilidade, que o Euro possui, mesmo, em períodos de crise, o Euro, manteve-se relativamente estável, o que perante, uma volatilidade enorme do dólar, é um grande ponto a favor.

No entanto, se o Euro vingasse, o poder negocial, e de fixação de politicas económicas, passaria para outro lado do atlântico, fazendo com que as taxas de juro, sejam mais baixas no continente europeu, beneficiaria uma liberdade de trocas, e de valores de moedas, pois todas se referenciariam com a moeda da Europa, que é o Euro.

No entanto, o inverso aconteceria no continente Americano, onde subiriam as taxas de Juro, e o crude, comprado pelos Americanos, seria superior o valor, em cerca de pelo menos 50%, o que penso, que não iria agradar aos americanos, sendo que mesmo as suas taxas de juro, essencialmente as de referência para empréstimos seriam influenciadas.

Digamos, que a centralidade económica, ficaria centrada no continente Europeu, e como tal, os investimentos subiriam de uma forma atroz, o que penso, que não agradaria aos americanos, que deixariam de ser o centro do mundo, não que defenda, uma guerra por centralismos, penso que, quem deve estar á frente dos destinos do mundo, deverão ser, essencialmente os mais competentes, hoje são os Americanos, amanhã, podemos ser os Europeus, amanha podem ser Asiáticos, desde que trabalhem para termos uma vida cada vez melhor, e que tenhamos um planeta cada vez melhor.

Como diz a notícia, tudo não passa de um sonho, vamos a ver o que os desenvolvimentos económicos o futuro nos vai reservar.

Deixo a Questão: Que pensa do Euro passar a ser moeda de referência?

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