A Revolta Dos Que Hoje Tem 30 Anos é Superior Aos Da Ternura dos 40…É Triste, Mas É Verdade…

Fim da vida Será aos 30 anos???  Fonte: www.magraemergente.com

Fim da vida Será aos 30 anos??? Fonte: http://www.magraemergente.com

Hoje trago, um artigo sobre a crise dos 40 anos no homem, no entanto, faço uma análise um pouco mais profunda do artigo, penso que hoje, a mesma se aplica a pessoas com 30 anos, mas que a sociedade não tem soluções, devido ao laxismo, ganância e falta de sensibilidade de muitos, penso que passe o comentário, podem transcrever o mesmo, difundam-no no mundo, passem por mail, quero é que o mundo saiba, que em Portugal, existem fascistas, e existem pessoas que têm cursos, 30 anos, mas que não são felizes, devido essencialmente, a factores que não controlam, como a economia, e a sociedade, e lembre-se, estas pessoas não pediram para nascer, nem escolherem serem excluídas por terem estudado. Passo a transcrever a noticia, seguida do meu comentário, só peço, difundem-no, conheço casos e quero ajudar..

«Quando os homens de 40 acreditam que podem voltar a ter 20 anos

Conceito surgiu quando os hippies dos anos 70 começaram e envelhecer e a lidar mal com isso

A chegada à ternura dos 40 tem destas coisas: um dia acorda e decide que quer comprar um Ferrari. Antes de adormecer, fantasia em arranjar uma namorada com idade para ser sua filha. O problema é que não tem dinheiro para o carro e as miúdas de 20 anos não olham para si com segundas intenções, por muito que se esforce e tente fazer acrobacias sempre que passa por alguma. Já viveu alguma destas situações? Parabéns, chegou à crise de meia-idade.

Depois dos 40 anos, o homem despe a capa de super-homem e percebe que, afinal, não é imortal. “Faz-se um balanço de tudo o que já se viveu e conseguiu, do tempo que ainda resta e dos objectivos que estão por atingir”, explica o psicólogo e terapeuta familiar Manuel Peixoto. Um exercício que, levado ao limite, pode trazer consequências profissionais, sociais e emocionais – desde mudanças de emprego precipitadas a divórcios.

Há casos em que esta “consciência profunda da vida” – como prefere chamar–lhe Manuel Peixoto – acontece aos 35. Outros homens experimentam-na aos 55 anos. “O envelhecimento é um processo normal, mas que torna as pessoas mais vulneráveis. O aumento do índice de depressões nos homens entre os 35 e os 55 anos está, normalmente, associado a sentimentos de juventude perdida e à ideia de que já não se é atraente”, acredita o sexólogo Fernando Mesquita.

A maioria dos homens “sente que as ambições que tinha na juventude não foram realizadas e que a idade actual já não lhes permitirá realizar algumas delas”. Perante estes pensamentos, alguns ficam deprimidos. Outros adoptam comportamentos diferentes do habitual. “Começam a ter mais cuidado com o aspecto físico, investem grande parte das economias em gastos supérfluos ou assumem comportamentos estereotipados da juventude”, exemplifica o sexólogo. E o mito do interesse por mulheres mais novas tem a sua razão de ser. “Acontece uma reorientação da sexualidade para pessoas mais jovens, como forma de negação de que já não se tem tanta energia e não se é tão atraente como quando se é mais jovem”, admite o sexólogo.

O rol de angústias já é grande, mas não fica por aqui. Esta é, também, a idade em que a saúde se começa a deteriorar. Fernando Mesquita explica que, embora os homens não experimentem as alterações físicas de forma tão visível como as mulheres que entram na menopausa, passam por um processo de declínio dos níveis de testosterona: “O que conduz a uma diminuição do desejo sexual, redução da força muscular, aumento da gordura corporal, tornando ainda os homens mais susceptíveis a alterações de humor.” Do ponto de vista físico, envelhecer traz outras mudanças: a excitação torna-se mais lenta, a erecção mais progressiva, o período de latência entre duas relações é mais prolongado.

Por estas e por outras, a entrada na ternura dos 40 tem muito pouco de ternurento para a maior parte dos homens. “Os níveis de stress são grandes, há perda de interesse pela companheira, podem surgir depressões, há que lidar com os preconceitos culturais ligados ao envelhecimento”, acrescenta o sexólogo. Por outro lado, entre os 40 e os 50 anos, a pressão é grande.

Os compromissos profissionais são maiores, as responsabilidades familiares exigentes. Muitas vezes, recorda Manuel Peixoto, “a quantidade de tarefas leva a um colapso”. Também nesta fase os filhos já estão crescidos e saem de casa “o que conduz a um vazio”. Ver envelhecer os próprios pais e ter de lhes prestar cuidados é outro factor que mexe com o homem, “ao perceber, de forma crua, que o ser humano é finito”.

Não é igual para todos Apesar de tudo, a crise da meia-idade é, sobretudo, existencial, porque o homem se apercebe de que tem menos tempo para viver. Mas a forma como atravessa este período depende de cada um. Quanto mais insatisfeito estiver com aquilo que tem, mais tentado se sentirá a mudar tudo.

Manuel Peixoto dá um exemplo: “Os homens que mantiveram relações afectivas mais turbulentas são mais vulneráveis.” Muitos chegam à conclusão de que querem criar rupturas definitivas “com o argumento de que querem ser felizes, viver sem sobressaltos, assentar”.

Necessariamente infiel? A crise de meia-idade não conduz, necessariamente, à infidelidade. “Quando acontece – e é frequente – é por que algo está mal na vida do casal. Não é o homem que arranja uma amante, é o casal que arranja uma amante”, defende Manuel Peixoto. E mesmo o interesse súbito por mulheres mais novas tem o que se lhe diga: “A maioria procura jovens não pelo sexo, mas para mostrar que conseguem tê- -las”, defende Margarida Pedroso Lima, da Faculdade de Psicologia de Coimbra E há que desmistificar: “A vida sexual é mais activa em casais em que a mulher é mais velha, porque a sexualidade feminina não declina, apesar das alterações fisiológicas.” Ainda tem dúvidas? “Depois de passarem pela menopausa, muitas mulheres sentem-se mais sensuais e têm mais desejo”, explica a especialista.

O melhor é não se precipitar. “Se é capaz de apaixonar-se por outras pessoas e outros projectos que não os que tem, então também é capaz de tentar resolver o que está errado”, defende Manuel Peixoto. Fugir à realidade e aos problemas não é boa ideia, muito menos “procurar soluções fora do contexto do casal e fora de si próprio”. Esperar que passe, por muito simplista que possa parecer, é uma solução.

Embora muitos homens procurem a ajuda de anti-depressivos, esta é uma solução errada. “É um erro. Os medicamentos não resolvem nada, porque os problemas continuam a existir, é só uma anestesia”, garante o psicólogo. Reflectir sobre os problemas é fundamental. Se não der resultado, o processo pode ser conduzido, em casal ou individualmente, por um especialista – um psicólogo ou um sexólogo.

Para as questões mais biológicas, pode–se consultar um endocrinologista, um andrologista, um urologista ou, simplesmente, o médico de família.

Mas não faça dramas. Todos gostamos de organizar a vida em ciclos. “Só que as fases são meramente circunstanciais e fruto de uma construção social”, defende Magarida Pedroso Lima. Encare a realidade: o ser humano é finito. “Não podemos querer viver como um ser estático”. Todos os ciclos da vida têm vantagens e desvantagens. “Não significa, necessariamente, que se esteja a declinar. No início do século XIX, a esperança média de vida era de 40 e poucos anos. Hoje, nessa idade, está-se a meio da vida”, lembra a psicóloga.

Fernando Mesquita recomenda, acima de tudo, que se opte por um estilo de vida mais saudável. “E tem de se ter noção de que a idade afecta as erecções – o homem não pode esperar uma erecção tão forte aos 40 como tinha aos 18.” Recorrer a “técnicas de auto-afirmação cuidando da aparência física” é outro truque. Mas há mais: combater as “ideias pré-concebidas em relação ao envelhecimento”, reduzir a ingestão de bebidas alcoólicas (uma bebida dá-lhe coragem, outra solta as inibições, mas a terceira pode causar dificuldades de erecção), evitar o tabaco (que costuma andar de mãos dadas com a disfunção eréctil) e acabar com o stress.

Será que estou mesmo em crise? “Um paciente disse-me, na primeira consulta, que tinha vindo ao consultório porque lhe disseram que, devido à idade, poderia estar a entrar na andropausa. Quando lhe perguntei o que sentia, disse-me que não se apercebia de nada de diferente.” Margarida Pedroso Lima pertence ao grupo de investigadores que acredita que a crise de meia-idade não passa de um mito. O conceito apareceu depois da década de 1970, quando os hippies americanos começaram a envelhecer e entraram em crise. Com a idade a avançar, tiveram de se preocupar com valores que sempre negaram, como a importância do trabalho e do dinheiro. “Alguns teóricos procuraram entender o fenómeno, mas não houve nem há resultados empíricos que demonstrem que a crise da meia-idade seja normativa”, defende a especialista. Através do cinema, o conceito acabou por se espalhar e chegou à Europa. A psicóloga defende que o envelhecimento é um processo contínuo. Só que a pressão cultural é grande e “muitos homens acham que têm necessariamente de passar por uma crise a meio da vida”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/27037-quando-os-homens-40-acreditam-que-podem-voltar-ter-20-anos, a 10 de Outubro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

A minha análise desta peça, e que a nossa sociedade pressiona os homens a esta mesma situação, a sentirem inúteis, e porque as mulheres dão mais atenção aos filhos.

Na peça, há coisas que não concordo, mediante a demografia da nossa sociedade, penso que nos 40 anos, não são os filhos que saem de casa, hoje em dia, é impossível sair de casa, pelo menos para a juventude que decide tirar cursos, depois penso que a decisão de procurar mulheres mais novas, além de denotar que as conseguem ter, mas principalmente se tal questão acontece, deve-se essencialmente a revelar que o homem teve uma vida sexual débil, e que devido em muito à pouca abertura das mulheres a terem uma vida sexual, dentro das necessidades que exige um casamento, por exemplo, sabemos que geneticamente o homem é um ser sexualmente insatisfeito, e que gosta teoricamente de o fazer muitas vezes, mas a mulher, é mais recatada devido a factores genéticos, no entanto, culturalmente ainda é incitada a negar, mesmo ao companheiro, e isso pode causar constrangimentos no casal, como tal, nem deve ser à maneira do homem, nem da mulher, penso que o meio-termo, é a solução mais plausível.

O artigo, penso que pode ser extrapolado para idades acima, por exemplo, penso que este artigo deveria também ser denominado como ternura dos 30, sem carreira.

Hoje em dia, assistimos a homens, e mulheres, que estão prestes a entrar em depressões, e que estão a borrifar para viver o mais possível, porque tiveram educações de cariz fascista, estudaram e tiraram licenciaturas, mas sempre tiveram empregos precários, e nunca conseguiram se fazer valer das competências e dos seus estudos, hoje namoram em namoros de quase décadas, estão confinados a namoros dos anos 30, onde não podem ter contactos físicos, pois sem dinheiro e mediante regimes fascistas em casas onde vivem, ambos os membros do namoro, o contacto físico é muito escasso, e não tendo meios de empregabilidade duradoura, como os país tiveram, não conseguem o casamento precipitado, como no tempos dos país. Esta geração, quando chegar aos 40, estará desiludida, pois pessoalmente não pode vingar, a vida amorosa não existe a não ser teoria, não possuem carreira, e mesmo que a venham a ter, nunca será como deveria ter sido. Posso só dizer, será uma geração seca, e sem sensibilidade à dor, pois nada lhes dói, porque sempre levaram pancada, será o fim da sociedade justa como até agora a conhecemos.

A minha escrita deste problema, é que penso que o jovem ou a jovem, mas mais o primeiro, na casa dos 30 anos, e que quer sair de casa, desde muito cedo, mesmo antes dos 18, e que se valorizou com educação, que se arraste em namoro, e não vê a sociedade, reconhecer o seu esforço, dando-lhe emprego, e valor; este jovem, sente o que está descrito no artigo, no geral, excepto, na parte física.

Conheço muitos jovens que na casa dos 30, namoram à décadas, em namoros de contacto físico quase inexistente (tem quase 30 anos…), queriam ter filhos (como o nosso primeiro ministro, pede), queriam ser independentes, vivem sob fascismo em casa dos país, tudo, porque parece que tiveram azar de estar numa crise, e as pessoas não têm soluções de emprego…

Não acham, que para se sentir a ternura dos 40,se deveria ter 40 anos??E não os 30? Não Acham que é precoce condenar pessoas, que soluções têm para esta geração? Pergunto a muitas pessoas, querem ter reforma? Querem ter netos? Querem ter quem trate de vós na velhice? Penso que toda as pessoas são unânimes em dizer que querem o melhor para os filhos, mas e os outros?? São animais?? Até estes têm direito á vida e à liberdade

Peço desculpa, mas há coisas que me revoltam, uma delas, é as pessoas ficarem velhas, e verem que os filhos não podem evoluir, por a sociedade que estamos inseridos, não ter a sensibilidade de distinguir pessoas de máquinas, de realidade de utopia.

Peço a todos, peguem na geração perdida, facultem apoio, eles vão vos agradecer para sempre, lembrem-se tal como as pessoas no amor precisam de carinho e afecto, estas pessoas não pediram para nascer, mas já que nasceram, precisam de dinheiro e emprego para viver, são necessitados, pois vivem em fascismo que deveriam ter desaparecido há mais de 30 anos…

Por favor façam algo, conheço muitos casos, posso dar casos concretos, façam algo, enquanto há vida

Tenho Dito

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