Comércio Electrónico É Pontapé de Saída Para o Desemprego Em Portugal..

Pontapé No Desemprego Com Lojas On Line...

Pontapé No Desemprego Com Lojas On Line... Fonte: http://www.publicidadinternet.files.wordpress.com

Trago hoje e por ser fim semana, o inicio da revolução do comércio em Portugal, pois nada é como dantes, o comércio como sendo algo físico, tem tendência a ficar somente em bens de primeira necessidade, hoje podemos fazer compras em Nova Yorque, em Sidney, ou onde quisermos, sem nunca lá termos estado. Esta nova faceta em Portugal, são os empresários virtuais, os que fizeram do desemprego, uma oportunidade para se entregarem ao pioneirismo em Portugal, que é o comércio electrónico, passo a transcrever a notícia, e de seguida faço um comentário:

« Do desemprego para a loja online

Perder o emprego foi o ponto de partida. A internet ofereceu uma saída para a crise

Há cada vez mais empreendedores a optarem pelo lançamento de uma loja online em vez de um negócio tradicional. Desde que a crise se agudizou, a Amen.pt – uma das maiores empresas que fornecem presenças na internet – notou um aumento significativo dos pedidos para sites de co- mércio electrónico. Nuno Matias, responsável da Amen.pt, indica que a empresa já tem 600 lojas online alojadas em Portugal, um crescimento de 40% em relação a 2008.

A facilidade e o baixo custo são os principais atractivos deste investimento. Uma loja básica de comércio electrónico na Amen, por exemplo, custa menos de 200 euros por ano. O negócio online está, por isso mesmo, a ser usado como saída para quem perdeu o emprego com a crise. Foi isto mesmo que aconteceu a Sofia Silva, uma arquitecta que passou por vários ateliês do Porto antes de ficar desempregada. Com fracas perspectivas de ter sucesso na profissão, decidiu investir numa área completamente diferente. Arranjou uma sócia, Mariana, e com ela criou a dot-baby.com.pt. É uma loja online que vende roupa e acessórios para bebés e grávidas. “A minha sócia já trabalhava na área têxtil”, explica Sofia Silva. A opção por um negócio na internet foi tomada porque “permite vender para vários sítios do mundo e tem um investimento inicial muito reduzido”.

Um ano depois do lançamento, a dot-baby já tem 700 clientes registados e vende 20% dos seus produtos para a Europa, sobretudo Inglaterra, Bélgica, França e Luxemburgo. Sofia é responsável por todo o design das roupas, que são fabricadas por pequenos grupos de costureiras e unidades fabris. O site já está em inglês e este mês passa a haver mais uma versão, em espanhol, que deverá aumentar as vendas da empresa para o país vizinho. Ainda assim, a empresa continua a ser composta apenas pelas duas sócias – o que mostra a flexibilidade associada a um negócio na internet.

O caso de Filipa Coutinho é ainda mais claro, já que é a única funcionária da sua empresa. Trabalhava num banco quando ficou desempregada e pouco antes de um processo de divórcio. “Precisava de encontrar alguma coisa que pudesse fazer a partir de casa, porque tenho dois filhos pequenos, e que não exigisse investimento”, revela Filipa, que lançou a i4.com.pt – uma empresa de web design, sites, formação e outros projectos de internet.

Para o futuro, Filipa Coutinho já tem em mente um novo projecto online, paralelo à i4, que será dedicado a fornecer serviços de teletrabalho. “Há cada vez mais pessoas no desemprego, que se podem desenrascar na internet.”

Exactamente o que fizeram Fernanda Pacheco e Elsa Henriques ao apostarem numa loja online para contornar uma situação de desemprego. Criaram a marca MyFirstShoes e lançaram o site há cerca de um ano, com design e fabrico 100% nacional, além da representação de uma marca sueca que é neste momento o principal chamariz do site. Todos os sapatos são pré–andantes, isto é, para bebés que ainda não andam.

“Acabámos por não sentir a crise porque já nascemos nela”, salienta Elsa Henriques, adiantando que o objectivo da empresa é “crescer e aumentar as vendas”, principalmente internacionais. Neste momento, a MyFirstShoes já tem um cliente no Canadá.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/31121-do-desemprego-loja-online, a 4 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que a alternativa para o desemprego, e o esforço individual, é de louvar, num estado cada vez mais alheio às suas responsabilidades, como tal, dou desde já os meus parabéns a estas pessoas, que tentaram de uma forma, dar a volta à crise, criando o seu próprio emprego.

O recurso à internet, não é nada que me surpreenda, pois sendo cada vez mais, um bem cada vez mais essencial, penso que em certas fachas etárias, supera mesmo a própria televisão.

Eu pessoalmente, sou dos poucos que não consigo viver sem a internet, passo mesmo dias, sem ver televisão, pois a televisão tem o entrave, em que tudo está tipificado e marcado, e as nossas vidas, nos dias de hoje, cada vez são menos calmas e tipificadas, como é o caso da peça jornalística, tão depressa estamos empregados, como a seguir, desempregados.

Os negócios on line, têm vindo a crescer, de uma forma gradual, tendencialmente e como já tenho aqui enumerado no blog, são negócios mais baratos, pois a não existência de rede física de lojas, e de recursos afectos a esse espaço, faz com que os custos fixos sejam inferiores, e como tal, os preços são inferiores.

Algumas das dificuldades de um crescimento exponencial, deste tipo de negócio, é o entrave cultural das pessoas em aderir às novas formas de comércio, muitas delas, por receio de utilização dos cartões de crédito, outras por considerarem a transacção intangível, e desta forma, não terem contacto imediato com o produto, etc.

Os negócios escolhidos, pelos intervenientes na peça são interessantes, mas são maioritariamente produtos, e só um é que é um serviço, no entanto, denote-se que os de produtos, tem apresentam maior carga de serviço, pois levam até às mãos do cliente, o respectivo produto, tirando o trabalho de o cliente ter que se deslocar ao espaço físico para, aquisição do produto.

Tem muitas vantagens, o tipo de negócios, penso que estes empresários, que possuem negócios sustentados pela internet, apesar de pioneiros, devem estar atentos, à concorrência que apresenta tendência de crescer, pois a internet, está hoje em qualquer canto, em qualquer lado, e pode estar a ser solicitado uma entrega para Faro, como pode, ser pedida para o Paquistão, e os empresários, tem que dar resposta, e cada vez, serão mais os concorrentes, que estarão interessados em explorar as lacunas do negócio destes pioneiros, desta forma, devem estar atentos.

No entanto, penso que Portugal tem muito potencial para crescer, neste campo, sendo que ainda agora estamos a acordar para o denominado comércio digital, principalmente como comerciantes, pois como clientes, já somos há muito, embora a expressividade seja pequena, tem vindo a crescer nos últimos tempos, penso que neste momento, está cifrada em cerca de 30%. Temos muito mercado e temos mesmo boas condições geográficas para sermos bons, basta querermos.

Deixo a Questão: Que opinião tem sobre o comércio electrónico?

Tenho Dito

Bom Fim Semana

RT

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