Ofereça Experiências Neste Natal…Um Presente Cada Vez Mais Valorizado…Vale a Pena Espreitar…

Exemplo de Um Destino Fonte: http://www.presentenamorado.com

No encadeamento que tenho vindo a apresentar nos últimos tempos, e alusivo à época natalícia, trago mais uma sugestão de presentes para oferecer a quem mais gostamos no Natal, como tal, trago uma ideia inovadora, a qual hoje vou tecer um comentário, para poder diluir algumas dúvidas relativamente ao conceito.

«Natal. A nova moda é oferecer experiências em pacote

Mercado liderado por A Vida é Bela disparou em 2009, apesar da crise, e deverá valer mais de 16 milhões de euros

Noites em hotéis de charme, massagens de hora e meia com chocolate, tratamentos de caviar para as mãos, spa para cães, provas de vinho, bungee-jumping. Vale tudo para oferecer uma “experiência” pelo Natal, em vez de comprar um CD, um livro ou o tão famoso pacote com seis pares de meias.

A ideia é dar um presente personalizado e ao mesmo tempo permitir que a pessoa escolha onde, quando e como quer desfrutar da sua oferta. Oferecer serviços em vez de produtos está tão na moda que o mercado disparou em 2009 – só a líder A Vida é Bela vai aumentar a sua facturação dez vezes, passando de 600 mil euros de vendas em 2008 para oito milhões este ano, contabilizando apenas o canal de distribuição. Trata-se de uma moda ou de um novo mercado? António Quina, fundador de A Vida é Bela, acredita que este é um novo segmento. E veio para ficar.

“Os livros e os perfumes não são moda”, considera o responsável, defendendo que também os presentes-experiência não vão desaparecer. “Para dar uma prenda a alguém, precisa de conhecer profundamente a pessoa. Saber o que tem em casa, para não repetir”, frisa António Quina. É por isso que os presentes-experiência descomplicam a tarefa.

O sucesso deste novo segmento reflecte-se no número cada vez maior de players no mercado. Além d’ A Vida é Bela, marca portuguesa que também opera em Espanha e no Brasil, estão presentes a Smartbox (líder mundial), a Pulso, a Odisseias e, mais recentemente, a Lifecooler. O alargamento só prova uma coisa: os portugueses adoram dar experiências em caixas coloridas.

“As pessoas seleccionam cada vez mais os presentes”, indica Francisco Gomes, director de marketing da Lifecooler, “porque não se podem dar ao luxo de comprar coisas que não agradem”. Ou seja, em tempos de crise, os presentes-experiência constituem uma alternativa muito mais procurada – principalmente nas gamas de baixo custo. A Lifecooler, conhecida por ter o portal de turismo e lazer mais popular em Portugal, decidiu lançar o Coolgift, porque percebeu que este é um mercado explosivo. Por já ter chegado tarde, a empresa decidiu abranger segmentos que não estavam a ser cobertos – por exemplo, com a oferta “Quatro patas”, para animais de estimação, com o “pacote sexy”, para casais, e com o “pack júnior”, para crianças dos quatro aos 12 anos. “O preço médio dos nossos pacotes é mais baixo”, indica ainda Francisco Gomes, que estima em 30 milhões de euros o potencial do mercado português em 2010. É bastante menos que as contas d’A Vida é Bela que detém cerca de 70% do mercado e no próximo ano quer já facturar um valor próximo dos 30 milhões, alcançando os 100 milhões no ano seguinte.

Enquanto isso, a tendência é para a diversificação do mercado, com mais ofertas e experiências de nicho. A Pulso, marca da agência de viagens Geotur/Star, nota que o preço está também a ter um papel mais forte, com grande procura das experiências low-cost. “Percebemos que as pessoas procuram oferecer algo que marque a diferença”, indica Ana Silva, gestora de produto da Pulso. Ou seja, em vez de comprar produtos, “oferecer emoções”.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/36586-natal-nova-moda-e-oferecer-experiencias-em-pacote, a 09 de Dezembro de 2009, no Jornal i

O meu comentário:

Penso que os portugueses estão a sofrer uma mutação de comportamentos, o que já era de se esperar, pois tendencialmente caminhamos para um país onde passados de bens tangíveis para bens intangíveis, ou seja, deixamos de nos centrar apenas em coisas materiais e passamos a usar mais serviços.

A questão das prendas serem tangíveis, torna-se complicado, e como na peça enumera, na medida em que, as pessoas tem que conhecer muito bem a pessoa, e saber tudo que ela tem, para poder oferecer algo, original, e que a pessoa não possua, pois bem, como os estilos mudaram, são bem mais acelerados que à 10 anos, e as pessoas tem posturas diferentes, infelizmente, não passam tanto tempo como no passado juntas, logo o conhecimento tem tendência a desvanecer-se e a tornar-se incipiente, então porque não oferecer experiencias, momentos que a pessoa possa ser apanhada de surpresa, e seja obrigada a concretizar.

A ideia deste tipo de experiencias e consequentemente turismo, na minha óptica tem tendência a crescer, pois as pessoas, são cada vez mais informadas e cultas, e têm cada vez, mais apetência para novas experiencias, para conhecer novos lugares, etc. Como tal, penso seja sempre interessantes presentes deste tipo, pois enriquece a pessoa, espiritualmente e culturalmente, ficando logicamente, mais rica.

Economicamente, penso que ficam a ganhar as empresas enumeradas na peça, mas essencialmente o turismo, e as organizações das áreas onde são alto de servucção.

Penso que seja, uma excelente forma de dar a volta à tão flamejada crise, e como tal, ao fazer com que as pessoas, gostem das experiências, certamente as mesmas, vão querer repetir a compra, ou mesmo, aderir a outra experiência, de tal forma, que até vão recomendar a outras pessoas, ou mesmo, oferecer um presente do género a outra pessoa; sabe-se que um cliente satisfeito, é dos melhores veículos de informação ao serviço do Marketing.

Penso que, estas organizações acima mencionadas na peça, apresentam as ideias bem definidas, e têm tendência para crescer, e para se tornaram eficazes, dando desta forma, um forte contributo, para a intangibilidade dos presentes, o que pode vir a num futuro, não tão remoto, a abrir a possibilidade de podermos oferecer presentes a quem mais gostamos, e apesar de podermos não estar tão presentes na vida das pessoas, basicamente, podemos dar presentes, sem termos que estar com essa pessoa fisicamente, o que se abre aqui, um novo nicho de mercado, a que se puder um dia contribuir na sua exploração, terei muito gosto.

É mais uma ideia para um presente neste Natal, uma ideia que pode servir para elucidar as pessoas no que vão oferecer às pessoas que mais gostam, penso que seja um presente original, e algo, que com certeza vai surpreender muitas pessoas.

Deixo a Questão: Tenciona oferecer «experiências» como presente de Natal ?

Tenho Dito

RT

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