Soluções Para Se Poupar Com o Subsídio de Natal…

Hoje e por ser dia de receber o subsidio de Natal, trago uma notícia onde podem ter algumas dicas se pretenderem poupar alguma parte do mesmo, passo a transcrever a notícia, sem efectuar algum comentário, pois são simplesmente algumas dicas.

«Subsídio de Natal. Não gaste. Aplique e ganhe dinheiro

Para quem não se quer deixar levar pela febre do consumo neste Natal de crise, há várias opções para fazer render o subsídio. Saiba quais

Dia 15 de Dezembro é já amanhã e com ele chega também o tão desejado subsídio de Natal. Para alguns, a liquidez suplementar é crucial para pagar as dívidas que se foram acumulando nos últimos meses, para outros é simplesmente um extra que vem bem a calhar para comprar um presente de Natal mais caro. Qualquer que seja a situação, muitas famílias nem sempre sabem o que fazer com ele. Se também ainda não decidiu que destino dar ao seu subsídio de Natal, o i apresenta-lhe algumas soluções sobre como utilizar esse dinheiro.

Em média, o subsídio de Natal dos portugueses é de 894 euros, um montante mais que suficiente para justificar que reserve parte desse valor para uma poupança adaptada à sua realidade financeira. Como qualquer decisão sobre onde aplicar dinheiro, a solução escolhida deve reflectir o seu perfil de investidor e consumidor. Entre os vários os destinos possíveis para esse dinheiro – isto para quem não quiser deixar-se levar pela época festiva e gastar todo o dinheiro – o i analisou três opções de poupança: amortizar o crédito da casa, abrir um depósito a prazo, investir num PPR e assumir um investimento com pouco risco.

“A escolha da tipologia de produto deve estar de acordo com o perfil de investidor de cada pessoa. Deve levar-se em linha de conta variáveis fundamentais como o objectivo desse investimento, o prazo pelo qual se pretende investir e o tipo de retorno potencial desejado”, explica a direcção de investimentos do Banco Best, uma instituição especializada em aconselhamento financeiro.

Numa situação de crise económica, amortizar o crédito é sempre uma boa opção. Alivia o endividamento das famílias, muitas vezes sufocadas por múltiplos créditos. “Em teoria, amortizar dívidas é sempre uma boa alternativa e, neste momento de crise económica e financeira, dificilmente há uma alternativa melhor”, defende João Fernandes, economista da DECO. “É preciso ter muita atenção aos custos da amortização mas, dependendo sempre da situação financeira das famílias, é sempre bom diminuir a dívida.”

Considerando um crédito à habitação de 100 mil euros a pagar em 30 anos, uma amortização de dois mil euros representa uma poupança anual de 100 euros (ver caixa). A amortização é especialmente recomendada em casos de taxas de juros elevadas, como muitas vezes têm os cartões de crédito, em que podem ultrapassar os 30%. No entanto, não é esta a realidade actual, uma vez que as taxas de juro estão nos valores mais baixos de sempre.

No caso de estar mais interessado em contribuir para uma poupança a médio prazo, os depósitos são sempre das opções mais procuradas pela sua simplicidade e facilidade de acesso, apesar da rentabilidade baixa. Já num horizonte bastante mais alargado, pode optar também por um Plano Poupança Reforma (PPR), que visa complementar a pensão de reforma da Segurança Social e que tem a vantagem adicional de ter benefício fiscal.

A direcção de investimentos do Banco Best recomenda a constituição de um pé-de-meia para fazer face a alguma emergência. “Na nossa vida surgem, por vezes, situações inesperadas, algumas delas com repercussões financeiras associadas, que passam pela perda de rendimentos ou pela necessidade de fazer face a despesas inesperadas. O recomendado habitualmente é que qualquer pessoa detenha um fundo de emergência que possa fazer face a seis meses de despesas fixas do seu agregado familiar. O subsídio de Natal pode ser uma boa forma de iniciar esta poupança”, segundo o Best.

Se o seu perfil de investimento não for tão conservador, pode optar por investir o dinheiro com um nível de risco baixo. Os fundos de obrigações são uma hipótese com rentabilidades interessantes, apesar de não terem capital garantido. Nos últimos 12 meses tiveram ganhos médios de 5,6%, segundo a associação do sector (APFIPP). »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/37373-subsidio-natal-nao-gaste-aplique-e-ganhe-dinheiro, a 14 de Novembro de 2009, no Jornal I

Boas Compras!

RT

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