Mais Um Sabor na Cidade de Lisboa…Desta Vez no Campo Pequeno…Venha Conhecer…

Novo Restaurante no Campo Pequeno Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Domingo, trago uma sugestão que li a semana passada num diário da nossa praça, e que achei por bem partilhar com os meus leitores, a sugestão é no Campo Pequeno, na cidade de Lisboa, vou transcrever a publi reportagem, mas não vou tecer nenhum comentário à mesma.

« Saiba qual é o restaurante que mistura sushi e polvo à lagareiro

No Campo Pequeno, em Lisboa, acaba de abrir um restaurante que mistura sabores japoneses com ingredientes tipicamente nacionais

Qual é coisa, qual é ela que antes de ser já era? O restaurante Origami Sushi Arena, na praça de touros do Campo Pequeno. O espaço abriu há muito pouco tempo, mas os sabores japoneses não são uma novidade por estas bandas. Em tempos idos, o Origami chamou-se Japa, mas acabou por fechar, de forma um tanto ou quanto inesperada. Desses tempos sobrou todo o equipamento e uma parte da decoração, como os candeeiros gigantescos. Mudou a gerência, o conceito, e os sabores. O sushi é mais ou menos como o bacalhau: pode ser feito de cem maneiras diferentes.

O Origami Sushi Arena é o irmão mais novo do Origami Sushi House, no Parque das Nações, e surgiu precisamente por causa do sucesso deste. Os clientes pediam um restaurante no centro de Lisboa e a vaga deixada pelo Japa foi a forma de juntar o útil ao agradável. Agora, neste novo espaço de dois andares é possível fazer uma incursão ao mundo do sushi, numa mistura de sabores orientais com sabores tipicamente portugueses. “A abertura de vários restaurantes japoneses fez com que as pessoas ganhassem um maior conhecimento e se tornassem mais exigentes, por isso é preciso apostar na qualidade e em coisas mais originais”, diz Vânio Spinelli, o gerente.

Da carta constam peças de sushi com coisas tão diferentes como polvo à lagareiro, tomate seco e broa de milho, bacalhau com grelos e coentros, atum com canela, salmão, rúcula e queijo da serra, tempura de feijão verde ou sardinha. Depois há as especialidades da casa, mais exóticas, como o tiramisu de chá verde, o shot de gaspacho ou os makis com salmão, queijo brie e morango. “É por causa desta variedade que temos clientes com dois anos, que estão a dar os primeiros passos no sushi, e clientes com 90, que já se tornaram fãs.”

O almoço buffet é o mais procurado. Por €14,90 é possível encher o prato repetidamente e experimentar um pouco de tudo. “É um menu muito diversificado e dirige-se, sobretudo, a quem tem pouco tempo para almoçar. As pessoas escolhem o que preferem e são elas a servir-se.” Ao jantar o processo é mais tranquilo, com o menu de degustação. “Tudo o que vem para a mesa é explicado detalhadamente, e servimos desde pratos quentes a sushi de fusão.” Tudo por €19,80.

Na abertura do Origami Sushi Arena os convidados foram brindados com uma demonstração de body sushi. Ou seja, uma jovem quase nua estendida numa mesa com o corpo coberto de peças de sushi. O restaurante pretende implementar esta ideia a médio prazo, assim que forem ultrapassadas as devidas burocracias com a ASAE. Para já os clientes têm de se contentar em comer sushi pouco convencional de forma tradicional.
Origami Sushi Arena, Pç. de Touros do Campo Pequeno, Lisboa, almoço das 12h00 às 15h00, jantar das 19h30 às 23h00. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/44261-saiba-qual-e-o-restaurante-que-mistura-sushi-e-polvo–lagareiro, a 29 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Bom Apetite

RT

Lojas Exclusivas da Cidade do Porto…Neste Momento São 4…Venha as Conhecer…

Loja Adidas na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Sábado, trago sugestões de lojas que só existem para já na cidade do Porto, e que são grandes marcas de prestigio, passo a transcrever a peça jornalística, e como se trata de uma publi reportagem, não vou tecer nenhum comentário à mesma.

«Quatro lojas que só existem no Grande Porto

Se alguém lançasse a pergunta “o que é que o Porto tem?”, esta poderia ser uma das respostas: tem espaços que não existem em mais lugar nenhum do país. Propomos-lhe uma viagem exclusiva pela Invicta

1. Adidas Originals

Quando, há quase 90 anos, Adolf Dässler começou a produzir ténis na companhia do irmão Rudolph, dificilmente imaginaria duas coisas. A primeira, que a sociedade não duraria muito tempo. Bastaram 20 anos para os irmãos se zangarem e Rudolph formar a (ainda hoje) rival Puma. A segunda, que em 2010 a sua marca estaria avaliada em quase 4 mil milhões de euros e presente em mais de 200 países. Portugal é um deles, mas com uma particularidade. É que a única loja Adidas Originals, a vertente da marca dedicada às colecções inspiradas no passado, está no Porto. Lá dentro encontram-se os produtos clássicos, os ténis Adicolor, os modelos Superstar ou os casacos inspirados nos fatos-de-treino dos anos 70. Sempre com o famoso trevo que serviu de logótipo até ao início dos anos 90.Rua Rodrigues Sampaio, 176, Porto. Tel: 223 324 253. Segunda a sábado das 11h00 às 20h00.

2. Ach Brito

O nome denuncia a origem alemã, mas a verdade é que os sabonetes Ach Brito nasceram no Porto, em 1887, e daí nunca mais saíram. Hoje nas bocas do mundo – incluindo na de Oprah Winfrey, que não lhes poupou elogios -, os sabonetes da marca estão à venda nas melhores lojas nacionais e internacionais, mas é em Fajozes, Vila do Conde, que eles se podem comprar ainda mais perfumados. Tudo porque é aqui que são fabricados e embrulhados no bonito papel vintage que apetece coleccionar. A loja da fábrica não é amiga de quem trabalha – está aberta das 10h30 às 16h30 e fecha para almoço – mas é uma autêntica montra de todos os produtos da Ach Brito, da recém-adquirida e ex-rival Confiança aos luxuosos sabonetes da Claus Porto. Rua de Castelões Sul, 346, Vila do Conde. Tel: 229 289 821. Segunda a sexta das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30.

3. Café Kitty Sweet

Os individuais nas mesas são a cara da Hello Kitty. As canecas que trazem o café e o chá também. E até as torradas têm a forma da cabeça da gata mais famosa do mundo. O Café Kitty Sweet fica dentro da Boutique Joy – Hello Kitty Luxe Boutique, junto à Casa da Música, e é uma perdição para os fãs da gata japonesa. Decorado em tons de cor-de-rosa e preto e situado num recanto confortável da loja especializada nos produtos da personagem mais famosa da Sanrio, o café tem tudo mas mesmo tudo relacionado com a felina, incluindo os bolos. Tão bom tão bom que até para os anti-Kitty é um sítio recomendável: sempre podem arrancar a cabeça da gata à dentada. Avenida da Boavista, 746, Porto. Tel: 226 053 932. Segunda a sábado das 10h00 às 19h30.

4. Virgin Active

O Império do senhor Virgin ou, se preferir Richard Branson, é vasto. Hotéis, aviões, foguetões, cruzeiros, telecomunicações, associações humanitárias e ginásios. São 170 clubes no mundo inteiro e o Porto é (por enquanto) o detentor do único existente em Portugal. Mas só até Fevereiro, altura em que Vila Nova de Gaia receberá o segundo ginásio Virgin Active do país (e será mega: 4 mil metros divididos por quatro pisos). O motivo do sucesso destes ginásios explica-se com o conceito que envolve toda a marca Virgin: uma óptima relação qualidade-preço, preocupações ambientais e uma cultura positiva.Centro Comercial Porto Gran Plaza, Rua Fernandes Tomás, 506 – 3.º Piso, Porto. Tel: 223 402 060. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/44260-quatro-lojas-que-so-existem-no-grande-porto, a 29 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Boas Compras!

RT

Rapazes Estão a Abandonar a Escola de Uma Forma Precoce… Saiba Porquê?

Abandono Escolar Por Parte dos Rapazes... Fonte: http://www.tralapraki.blogspot.com

Hoje trago algo, que vem confirmar as minhas teorias sobre problemas nos conteúdos programáticos das escolas, e a dedicação dos professores para solucionar os mesmos, passo a transcrever a notícia, e de seguida faço um breve comentário ao mesmo.

« Vem aí uma geração de rapazes frustrados

Em quase todos os países ocidentais, os rapazes abandonam cada vez mais o ensino no final da escolaridade obrigatória. Têm capacidades para ir mais longe, mas as escolas poderão estar a avaliá-los mal, privilegiando as raparigas. Podemos estar a criar (ou já criámos?) uma geração de excluídos e uma nova classe baixa – a dos homens. Por Clara Viana

Um calafrio: investigadores portugueses, ingleses e norte-americanos, entre outros, têm vindo a constatar que as mudanças introduzidas nas últimas duas décadas no sistema de ensino e de avaliação dos alunos estão a contribuir activamente para afastar da escola um número cada vez maior de rapazes.

Produziu-se uma inversão. O fenómeno, que é comum à maioria dos países ocidentais, Portugal incluído, está a alargar o fosso entre rapazes e raparigas no sistema educativo. As raparigas têm hoje melhores notas e vão mais longe; os rapazes desistem, muitos deles logo no fim da escolaridade obrigatória. Nos 27 países da União Europeia, só a Alemanha mantém, no ensino superior, valores equilibrados de participação dos dois sexos.

Para o director do instituto britânico de políticas para o ensino superior (HEPI, na sigla em inglês), Bahram Bekhradnia, estamos já numa corrida contra-relógio. “Penso que corremos o perigo de estar a criar uma nova classe baixa”, constituída só por rapazes, diz, depois de um estudo recente daquele organismo ter confirmado a dimensão crescente do fosso entre raparigas e rapazes, e lançado algumas pistas inquietantes sobre os motivos que explicam o fenómeno.

O problema não são os bons resultados alcançados pelas raparigas, mas as fracas classificações obtidas pelos rapazes e aquilo que isso implica: a responsabilidade da escola nesta situação, o que isto está a provocar neles e nelas, e as consequências sociais do insucesso escolar masculino. “Vamos ter uma geração de rapazes frustrados e excluídos dos sistemas escolares e profissionais por incapacidade de rivalizar com o género oposto”, prevê a socióloga da educação Alice Mendonça nas respostas que enviou, por e-mail, às questões do P2.

Em países como o Reino Unido e os EUA, mas não só, a questão já entrou na agenda política. Em Portugal não. Existe investigação sobre o tema, há estatísticas à espera de serem interpretadas e… muito silêncio. Alice Mendonça sublinha, porém, que “os pais têm de ser alertados para as consequências” do que se está a passar.

Isto está a acontecer não por os rapazes se terem tornado, de repente, mais estúpidos, mas em grande medida, avisam os investigadores, por eles estarem a ser ensinados e avaliados num sistema que valoriza as características próprias das raparigas e penaliza as dos rapazes.

Zero em comportamento

Nos últimos anos, Alice Mendonça, também docente na Universidade da Madeira, centrou a sua investigação, precisamente, no insucesso escolar na perspectiva do género. Percorreu todos os ciclos escolares. Sustenta que, para os professores, na sua esmagadora maioria mulheres, o modo como as raparigas se comportam e trabalham é “mais conforme com as suas representações do bom aluno ou aluno ideal” – o que poderá conduzir a uma “sobreavaliação” das alunas e a uma “discriminação” dos alunos.

Para a sua tese de doutoramento, a socióloga e investigadora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa, Teresa Seabra analisou, por seu turno, os resultados escolares de estudantes do 2.º ciclo do ensino básico (11-12 anos). Comprovou que “os resultados dos rapazes e das raparigas se igualavam quando excluía da amostra os alunos com problemas disciplinares”, o que a leva a concluir, disse ao P2, que, “como o comportamento afecta de modo significativo o aproveitamento, a pouca conformidade às regras escolares estará na base dos piores resultados dos rapazes”. A “atitude”, o comportamento dos rapazes, estará a comprometer irreversivelmente os resultados da sua avaliação.

Especialista em assuntos de Educação, o sociólogo francês Christian Baudelot defende que, antes de mais, aquilo que é pedido pela escola é a interiorização das suas regras, mas que estereótipos sociais ainda dominantes valorizam nos rapazes o desafio, a violência e o uso da força – um verdadeiro “arsenal antiescolar”. As raparigas, pelo contrário, são socializadas na família em moldes que facilitam a adaptação às exigências escolares: mais responsabilidade, mais autonomia, mais trabalho. “Trata-se de um conjunto de competências que as torna menos permeáveis à indisciplina”, observa Teresa Seabra. No ano passado, em Espanha, 80 por cento dos alunos com problemas disciplinares eram do sexo masculino.

Alice Mendonça confirma que as raparigas, “mais conformes às regras escolares”, ganham uma “vantagem decisiva” sobre os rapazes quando chega o momento da avaliação. Em Portugal, como também noutros países, o comportamento passou a contar para a contabilização da nota final atribuída aos alunos.

Teresa Seabra defende que se tornou indispensável lançar um debate sobre a actual forma de avaliar. “No momento actual, a escola é chamada a avaliar também o “saber ser”, mas nem sempre foi assim e não tem que assim ser”, argumenta.

Vida futura afectada

“É perverso que se avaliem instâncias cognitivas com base em comportamentos. Se um aluno indisciplinado aprende, a sua aprendizagem tem de ser reconhecida”, sustenta Nuno Leitão, antropólogo, mestre em Ciências da Educação e director da cooperativa A Torre, um colégio de Lisboa que tem a sua matriz inicial no Movimento Escola Moderna, que propõe uma pedagogia alternativa àquela que é comum aos sistemas oficiais de ensino.

No Reino Unido, o estudo divulgado pelo HEPI, que esteve na base do alerta lançado por Bekhradnia, dá conta de que os alunos do sexo masculino poderão estar a ser vítimas da reforma do sistema de avaliação adoptada em 1982. Antes, para a conclusão da escolaridade obrigatória, eram determinantes as classificações obtidas nos exames finais. Depois de 1982, passou a vigorar um sistema misto, com os exames a contribuir apenas com uma parcela, sendo as outras derivadas do trabalho ao longo do ano na sala de aula e fora dela.

Após comparar os resultados antes e depois, o HEPI constatou que os rapazes começaram a ficar sistematicamente atrás das raparigas depois desta reforma. “É preciso reconhecer que o problema existe”, alerta. E chama a atenção para o seguinte: “Se o fosso entre os sexos no final da escolaridade obrigatória (e as consequentes diferenças na participação no ensino superior) se deve em grande parte à mudança do tipo de exames e de avaliação – e existem provas de que esta mudança é, pelo menos, parte da razão -, então, nos últimos 20 anos, os rapazes têm alcançado menos do que eram capazes, e isso afectou a sua vida futura.”

O dobro dos chumbos

Em Portugal, como em vários países, a entrada maciça do sexo feminino nas escolas e universidades é um fenómeno relativamente recente, tornado possível pela igualização das oportunidades de acesso. Hoje as raparigas são mais numerosas, valorizam mais os estudos, têm mais êxito. “A diferença de resultados entre rapazes e raparigas tem vindo a acentuar-se, aumentando exponencialmente à medida que acrescem os ciclos de escolaridade, e atinge o seu auge no ensino universitário”, refere Alice Mendonça.

Logo aos 7 anos, no 2.º ano do ensino básico, há mais rapazes a ficar para trás. À entrada do segundo ciclo, no 5.º ano, as taxas de retenção masculinas têm quase duplicado as femininas. No 7.º, ano de estreia do 3.º ciclo do ensino básico, as percentagens de chumbos entre eles permanecem acima dos 20 por cento. Entre as raparigas, este é também o ano mais complicado, mas nos últimos tempos a taxa de insucesso não foi além dos 17 por cento.

No 9.º ano, o último da escolaridade obrigatória, as taxas de retenção das raparigas têm oscilado entre os 11 e os 16 por cento; as dos rapazes nunca estão abaixo dos 16 por cento e têm ultrapassado os 20 por cento.

Antes de entrar na Torre, em 1996, Nuno Leitão deu aulas no ensino oficial. Começou pelo 12.º ano, acabou no 2.º ciclo. Lembra-se de os ter à frente, alunos com 15 anos a marcar passo no 7.º ano. De como estavam magoados, encurralados: “Já não são repetentes, são resistentes à escola.”

Mão-de-obra barata

Continuam a nascer mais rapazes do que raparigas (em cada 100 nascimentos, 105 são do sexo masculino). Por causa disso o seu número é superior nos primeiros anos de escolaridade. Mas, devido a taxas de retenção muito superiores às do género oposto, e também porque são largamente maioritários entre os jovens que abandonam precocemente a escola, em grande parte por causa da experiência de insucesso quando lá estão, em Portugal os rapazes começam logo a estar em minoria no 9.º ano.

Para além de ser uma resposta ao fracasso experimentado na escola, este abandono precoce, maioritário nos rapazes, é também fomentado, em Portugal, por um “mercado de trabalho que procura mão-de-obra barata (desqualificada), especialmente masculina”, observa Teresa Seabra.

Pelo contrário, as raparigas vêem nos estudos “um modo de assegurar a sua independência enquanto adultas”. É uma forma de emancipação. No conjunto do ensino superior, já representam mais de 50 por cento dos inscritos e ultrapassam os 70 por cento em cursos como os de Direito ou os que estão ligados à saúde. Entre os que conseguem chegar ao fim de um curso e obter uma licenciatura, 60 por cento são mulheres.

Estudos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) confirmam que uma pessoa licenciada tem muito mais hipóteses de vir a auferir um rendimento superior ao de uma que o não seja. Em Portugal, no caso dos homens, aquela organização situou a diferença nos oito por cento.

Num artigo publicado no jornal britânico Observer, Bahram Bekhradnia lembra outras vantagens de ter um diploma: sabe-se que “a educação superior acarreta benefícios sociais e académicos”, que “uma pessoa que esteve na universidade tende a apresentar uma melhor saúde física e mental”, que esta formação e experiência têm “um enorme efeito socializante”.

No passado, estes benefícios foram negados à maioria das mulheres. Agora, são os homens que, “ao não irem para a universidade em tão larga escala”, estão a ser privados disto tudo. “Penso que é uma verdadeira desgraça”, diz Bekhradnia.

No Reino Unido, para igualar a taxa de participação feminina, teria sido preciso que, s?? no ano passado, entrassem, nas universidades britânicas, mais 130 mil estudantes do sexo masculino.

Diferentes apetências

“Se os professores não aprendem a lidar com as diferenças, os alunos acabam por chumbar. E isto verifica-se sobretudo com os rapazes”, avisou, numa entrevista à Visão, o filósofo norte-americano Michael Gurian.

Para além das diferenças entre os géneros que são culturalmente induzidas, vários estudos neurológicos têm demonstrado que as raparigas têm mais apetência para a comunicação verbal e para movimentos finos, “tarefas” a cargo do hemisfério esquerdo do cérebro, que se desenvolve nelas bem mais cedo do que nos rapazes. E os rapazes têm mais apetência para tarefas visuo-espaciais, uma vez que o hemisfério direito, “construtor e geómetra”, é mais activo no sexo masculino. “Têm vias e tácticas diferentes para aprender o mesmo”, disse ao diário espanhol El País o neurologista Hugo Liano.

O projecto PISA, lançado pela OCDE para medir a capacidade dos jovens, de 15 anos, na literacia em Leitura, Matemática e Ciências, demonstrou, com a série de três provas já realizadas nos 32 países-membros, que os melhores resultados a Matemática tendem a ser alcançados por alunos provenientes de famílias em que os níveis de educação e o status profissional são mais elevados. Mas, em média, foram os rapazes que apresentaram melhores resultados em Matemática e Ciências e as raparigas em Leitura.

Os exames nacionais do 9.º e 12.º ano têm, em Portugal, confirmado esta tendência. Mas no ano passado a média das raparigas nos exames de Matemática do secundário foi superior à dos rapazes. E esta inversão poderá não ser esporádica, avisa Alice Mendonça: “O aumento da discrepância na capacidade de leitura entre os sexos faz com que as raparigas comecem a ultrapassar os rapazes nestas matérias.” Por enquanto, e apesar de maioritárias no ensino superior, elas continuam a ser franca minoria nos cursos de Informática, Arquitectura e nos de Engenharia Técnica.

Separá-los resulta?

Para conter a maioria feminina, em Portugal, há alguns anos, houve quem chegasse a propor a introdução de quotas para homens nas faculdades de Medicina. Em países onde o debate está lançado, há quem defenda o regresso às escolas separadas. Mas são mais os que propõem estratégias de ensino diferenciado que coabitem no mesmo espaço. Seja através de aulas separadas para as disciplinas onde as diferenças são maiores, seja através de reforços específicos de certos conteúdos pedagógicos.

Nos Estados Unidos, onde os rapazes estão a abandonar o equivalente ao ensino secundário a um ritmo superior ao das raparigas (em cerca de 30 por cento), as escolas oficiais foram autorizadas a abrir turmas diferenciadas.

No Reino Unido, as escolas do pré-escolar receberam instruções do Governo para, a partir deste mês, reforçarem os exercícios de escrita com “materiais engraçados”, junto dos rapazes de 3/4 anos, de modo a reduzir as fortes diferenças entre os sexos na escrita e leitura, que se fazem sentir pouco depois, à entrada na primária.

Esta iniciativa está a ser contestada por especialistas de desenvolvimento infantil que chamam a atenção, entre outros factores, para o facto de muitas crianças, e especialmente as do sexo masculino, não terem ainda adquirido, nestas idades, as capacidades de motricidade fina necessárias ao desenvolvimento da escrita.

Alice Mendonça vê a adopção de estratégias diferenciadas nas escolas como “um novo desafio social” a que urge deitar a mão. Em Portugal, não fazem parte do programa do Governo. Resposta ministerial ao P2: “Não existe qualquer orientação expressa pelo Ministério da Educação sobre a abordagem diferenciada por género, como estratégia de aprendizagem.”

O ministério lembra que a Lei de Bases do Sistema Educativo, aprovada em 1986, atribui ao Estado a responsabilidade de “assegurar a igualdade de oportunidade para ambos os sexos”, e que, no ensino pré-escolar, “cada educador tem autonomia e responsabilidade para gerir o currículo”, devendo “estimular o desenvolvimento da criança tendo em conta as suas características individuais”.

Nuno Leitão concorda que, no geral, e não só no pré-escolar, os programas oficiais deixam um bom espaço de manobra: “É o professor quem decide, na sala de aula, a organização das aprendizagens. Pode fazê-lo optando pela que lhe dá mais jeito, mas também pode escolher, em vez disso, a que é melhor para os alunos.”

Defende que os professores devem estar sensibilizados para as diferenças entre os dois géneros, mas não apoia a adopção de estratégias diferenciadas. Na sua escola, que funciona do pré-escolar ao 2.º ciclo, incentivam-se as perguntas dos alunos (uma “pedagogia preciosa”), o debate colectivo, as experiências feitas pelas próprias crianças (em vez de estarem a ver o professor a fazê-las), a curiosidade, a memorização. “Dá-se a oportunidade aos alunos de conseguirem, de forma autónoma, construir um sentido para as coisas, que é o que eles procuram antes de mais, criando assim uma motivação intrínseca que os leva a querer saber mais.”

É quase uma ilha. E não só pelo facto de não se registar ali o hiato de resultados entre raparigas e rapazes que anda a sobressaltar meio mundo. Esse hiato, frisa Teresa Seabra, é também fomentado pelos modelos veiculados pelos media: “Ser bom aluno, sendo rapaz, funciona, em alguns grupos de pares, como um handicap.”

Se os rapazes passarem a interiorizar, maioritariamente, a ideia de que desafiar a escola e ser mau aluno é “normal”, estarão criadas as condições para que os homens sejam, amanhã, uma nova classe baixa das sociedades desenvolvidas ocidentais.»

In: http://jornal.publico.clix.pt/noticia/27-01-2010/vem-ai–uma-geracao-de-rapazes-frustrados-18656888.htm, a 27 de Janeiro de 2010, em Jornal Publico

O Meu Comentário:

A minha opinião relativamente a este assunto, é que a disparidade entre rapazes e raparigas, nos diversos graus de ensino, tende a acentuar-se, devido a diversos factores, também enumerados na peça jornalística.

De tal forma que, muitos não me espanta nada que daqui a uns anos, 75% da população estudantil que se pode encontrar nas universidades Portuguesas seja feminina.

Os problemas escolares são mais notórios nos rapazes, pois como até já aqui no blog enumerei, existe uma falta de coordenação entre as matérias escolares leccionadas e a verdadeira realidade do mercado de trabalho. As matérias em algumas disciplinas do secundário são uma «seca» para os alunos em geral, mais especialmente aos rapazes que pretendem simplesmente, ter algo prático e útil para a sua vida profissional, e como tal, desleixam-se, sabendo que o mercado cá fora, os vai absorver, mesmo não tendo estudos, pois existem empregos, onde é feito ponto de honra em não se ter qualificações, assim podem pagar o valor mais baixo possível.

As raparigas são mais metódicas e organizadas, principalmente pela sua natureza e educação, que recebem das mães e do espelho da sociedade, cerca da metade do século passado, assistimos a uma emancipação da mulher, e como tal, a mesma começou a lutar pela sua sobrevivência e pela sua emancipação, o que irá dar origem à independência da mulher, como tal, a mesma na escola aplica-se mais, e consegue melhores qualificações. Outro factor, que faz com que as raparigas, sejam mais bem sucedidas na escola, advém da sua natureza, a rapariga consegue estar dividida em várias tarefas, como tal, consegue estar concentrada a escutar o que a professora fala, escreve ao mesmo tempo, e assimila mais rapidamente; o rapaz, jã não consegue estar a realizar mais que uma tarefa de uma vez, consegue estar na aula a escrever, ouve o colega ao lado, mas não escuta o professor, e é lógico que não assimila aos mesmo tempo, logo, existe uma necessidade por parte do rapaz, em casa de trabalhar mais que a rapariga, para atingir o mesmo patamar, o rapaz, consequentemente, tem tendencialmente actividades extra curriculares mais activas, por exemplo, joga futebol, o que leva logo, necessidade de tempo para os treinos e para os jogos no fim semana, depois é mais boémio e gosta mais de estar com os amigos, é lógico que os estudos que necessitam a dedicação em dobro das meninas, vão ficar prejudicados, devido a esta actividade, mas são coisas inatas, o homem toda a sua vida, nunca foi de ficar preso muito tempo em casa, não estou desta forma, a menosprezar o comportamento das meninas, simplesmente, estou a indicar coisas que deveriam ser corrigidas nos horários dos rapazes, de modo, a que os resultados escolar fosse melhor.

Enfim, depois temos outro problema, eu vou aqui enumerar, eu sempre gostei mais de ter professores homens em detrimento de professores mulheres, não que tenha algo contra as mulheres, que não nada, somente a questão aqui, é que penso que os homens são mais justos a dar notas, no entanto, denoto que como o sistema não é perfeito, as meninas são sempre beneficiadas perante os meninos, e isto advém, possivelmente, de as meninas serem o sexo mais «fraco», e como tal se uma menina estiver em duvida para passar ou reprovar, digamos, se estiver ali na corda bamba, ela vai ser beneficiada, e vai passar; a mesma situação aplicada ao menino, já vai ser tomada como reprovação, e isto, se especialmente for uma professora mulher, tem maior probabilidade de acontecer, pois bem, não estou a dizer que as mulheres são as más da fita, mas penso que é uma das conclusões que concordo com a peça jornalística, pois da mesma, podemos tirar essa conclusão, mas penso que não seja por malvadez das mulheres professoras, mas sim por mais rigor que as mesmas, apresentam e controlam a avaliação, e como tal, o rapaz porque não está tão atento, como tem um comportamento pior, é obvio que quando está na corda bamba cai, penso que, será este o juízo correcto para a situação.

Penso que muito havia a indicar, mas acima de tudo, saliento que o principal problema e mais notório, é a discrepância entre os conteúdos programáticos e a realidade, que fazem com que os jovens se voltem de costas para a escola, tendo como especial preponderância os rapazes.

Tenho Dito

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Conheça os Grandes Hoteis Onde Foram Rodados Filmes de Hollywood…Existe Um Português…Venha Saber Onde…

Hotel Plaza em NY é um dos selecionados para os filmes.... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

Hoje e mais acto curioso, trago mais um tema sobre hotéis, neste caso trago os hotéis onde foram rodados filmes de Hollywood, passo a transcrever a mesma, mas não tecer nenhum comentário, devido a não perder a piada.

«Hotéis que são estrelas de cinema

Oito hotéis que fazem parte de Hollywood

São hotéis que se tornam tão ou mais importantes do que os actores em alguns filmes que fizeram história em Hollywood e Portugal também faz parte da lista dos hotéis que se converteram em estrelas de cinema.

«007, ao serviço de Sua Majestade» foi rodado em 1969 e o cenário escolhido foi o Hotel Palácio Estoril. O filme, protagonizado por George Lazemby, ficou famoso por ser o único em que o 007 deixa o epíteto de solteirão e casa, enviuvando logo de seguida. Construído em 1930, o Hotel Palácio de hoje mantém muitas características desse período.

A saga 007 continua: em «Casino Royale», as mesas de jogo servem de ponto de encontro entre 007 e os adversários e podem ser visitadas no Grandhotel Pupp em Karlovy Vary, na República Checa.

O jogo é rei e senhor em Las Vegas, e não poderia ser outro o cenário do «Ocean`s Eleven». Juntos, 11 especialistas do crime assaltam o cofre de um casino cheio de gente no Bellagio Hotel, num remake do filme Rat Pack, de 1960.

Este é o dois em um: No hotel The Plaza em Nova Iorque, filmou-se o «Crocodile Dundee e Sozinho em Casa 2, no qual até o próprio antigo dono Donald Trump aparece numa cena.

Outro dois em um, mas desta vez em Paris: o Hotel Raphael, que se diz ter sido um dos favoritos de Audrey Hepburn, recebeu «The darjeeling limited», um filme de Wes Andersson sobre três irmãos que viajam pela Índia. O prólogo é uma curta-metragem independente, «Hotel Chevalier».

Um Jack Nicholson louco vagueia pelo isolado Overlook Hotel. Quem quereria visitar este espaço que aparece no fime «The shining»? Mas ele existe mesmo, é no Stanley Hotel e está situado mesmo ao lado do Rocky Mountain National Park no Colorado (EUA).

«Pretty woman», a famosa comédia romântica com Richard Gere e Julia Roberts foi encenada maioritariamente noBeverly Hills Hotel, situado na Wilshire Boulevard, perto do famoso Rodeo Drive.

Finalmente, Tóquio e «Lost in translation»: Scarlett Johansen e Bill Murray começam a gostar da estadia em Tóquio quando se conhecem , estabelecendo uma relação mágica. O hotel onde ambos ficam hospedados é o Park Hyatt, cujo restaurante fica, imagine-se, no 52º piso! »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/hoteis-hollywood-cinema-turismo/1134366-4058.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 26 de Janeiro de 2010, em Agência Financeira

Bons Filmes

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Onde Colocar as Poupanças em 2010…Veja Os Melhores Perfis de Investimento…

Perfil de Investimento Para 2010 Fonte: http://www.vitlog.com.br

Hoje trago uma notícia que pode ser sempre útil, para poder canalizar os investimentos deste mesmo ano, aproveitando uma notícia que vou aqui transcrever e que saiu ontem num diário da nossa praça, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

«Perfil de investidor. Diz-me onde investes e dir-te-ei quem és

Fique a saber quais os investimentos mais adequados ao seu perfil

Nas últimas duas semanas, as perdas registadas pelo principal índice da bolsa portuguesa poderão ter tirado o sono a alguns investidores. Se é o seu caso, talvez seja melhor avaliar se o seu perfil de investidor tolera o risco associado às acções.

Se é daquelas pessoas que investem em acções, mas, quando enfrenta um ciclo de perdas das bolsas, fica nervoso ou não consegue dormir descansado, então provavelmente não devia ter acções na sua carteira de investimentos.

A teoria é apresentada por muitos especialistas de forma a explicar qual a tolerância de cada investidor ao risco e, a partir daí, concluir que activos devem compor o seu portefólio.

Existem, no entanto, outras formas de avaliar o perfil de investidor. Tendo atenção ao actual momento dos mercados financeiros, a questão pode revelar-se ainda mais importante.

No início de cada ano, investidores e gestores aproveitam para reorganizar a carteira e rever as estratégias em função das previsões e expectativas.

Em 2009, ano que terminou positivo para os principais mercados, a praça nacional não foi excepção e o PSI 20 encerrou o ano com ganhos de 34%.

O índice nacional arrancou em 2010 a subir. No entanto, interrompeu o ciclo de ganhos há duas semanas; só na semana passada acumulou uma perda de 4,43%. Alguns investidores tremeram com o susto – um indicador de que a tolerância que têm ao risco pode ser bem menor do que pensavam. O PSI 20 acabou por seguir a tendência das restantes praças europeias, que encerraram a última sessão em queda. Contas feitas, desde este ano o PSI 20 está a perder 4,08%.

Apesar das correcções da última semana, os especialistas mostram-se optimistas para a primeira metade do ano. Por essa razão, muitos investidores que não conseguiram aproveitar a onda de ganhos de 2009 equacionam agora a possibilidade de entrar no mercado de acções. Mas será que todos devem investir nesta classe de activos? E que peso cada classe de activos deve ter na carteira?

Para responder a estas questões, o i pediu aos especialistas da direcção de investimentos do Banco Best que elaborassem um teste composto por nove perguntas que lhe permitam avaliar, de uma forma genérica, qual o seu perfil de investidor.

Os resultados permitem enquadrar os investidores em quatro perfis: muito conservadores, conservadores – ambos avessos ao risco -, moderados (aceitam correr algum risco para conseguir um retorno mais elevado) e dinâmicos, os mais ousados, que não têm receio de apostar em aplicações mais arriscadas.

Para determinar se um investidor deve seguir uma estratégia mais agressiva ou moderada há que avaliar não só os conhecimentos financeiros mas também experiência, situação financeira e objectivos de investimento nos mercados financeiros.

Para que possa começar a organizar a sua carteira, depois de conhecer o seu perfil, descubra quais as aplicações ideais, e que peso cada uma deve ter para os três tipos de perfil de investidor mais comuns: conservador, moderado e dinâmico.

O i pediu a três casas especialistas que apresentassem uma carteira de investimento para cada um dos perfis em que o investidor tenha um horizonte temporal de investimento de pelo menos dez anos. O Activobank7 apresenta uma proposta para um perfil conservador, o Banco Best faz uma sugestão para um perfil moderado e o Banco Big para um perfil dinâmico.

Dado o horizonte temporal, as propostas apresentadas devem ser avaliadas a longo prazo. Ainda assim, o conselho dos especialistas é que “todo o investidor deverá garantir, em qualquer momento de mercado, um grau de diversificação dos riscos da sua carteira suficiente e condizente com os objectivos que traçou no momento em que tomou a decisão”, explica o director de investimentos do Banco Big, Rui Broega.

Três carteiras

Perfil conservador: para este tipo de investidores o objectivo principal é não perder dinheiro. Preferem investimentos de risco baixo, assumindo por isso uma expectativa de rentabilidade mais limitada. O ActivoBank7 propõe uma carteira com 90% em obrigações e 10% em acções. Dentro da classe de activos de obrigações, recomenda 50% do investimento no fundo UBS (LUX) SF Yield (EUR) BG.

Perfil moderado: são investidores dispostos a assumir algum risco para obter um retorno  mais atractivo. O  Banco Best propõe uma carteira diversificada, em que as acções assumem o maior peso. “Dado o horizonte temporal de muito longo prazo, cremos que o investidor moderado não deseja uma exposição excessiva a risco, mas a extensão temporal do investimento permite uma alocação maioritária a instrumentos de maior risco.”

Perfil dinâmico: estes investidores estão dispostos a arriscar mais para conseguir maiores rendibilidades. O Banco Big privilegia o segmento de acções. “A proposta assenta numa alocação mais diversificada, que combina diferentes prémios de risco de mercado a fim de assegurar a estabilidade da carteira no longo prazo, preservando o capital do investidor.”
A carteira tem 80% em acções e 20% em obrigações.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/43488-perfil-investidor-diz-me-onde-investes-e-dir-te-ei-quem-es, a 25 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Bons Investimentos

RT

O Hotel Menos Reputado do Mundo…Não é Em Portugal…Espreitem e Fiquem a Saber Onde é…

O Pior Hotel do Mundo.... Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

No decorrer do dia de ontem, trouxe um dos melhores hotéis do mundo, e que está em pleno coração do nosso Alentejo. Hoje trago os piores hotéis existentes na Europa, e nisto, podemos ficar descansados que para já, estão no Reino Unido, passo a transcrever a notícia mas não vou tecer nenhum comentário à mesma.

« O pior hotel da Europa

Sujo e imundo classificam Grosvenor. Oito em 10 dos piores hotéis europeus ficam no Reino Unio

O hotel Grosvenor fica perto da torre de Blackpool, em Lancashire, no Reino Unido, mas as más notícias para os hóspedes é que não é possível ver a atracção turística da cidade porque as janelas estão demasiado sujas.

Segundo o «Daily Mail», que se baseia nas votações online do TripAdvisor, dez hotéis figuram na lista dos piores da Europa, encabeçada pelo Grosvenor, em Blackpool, no Reino Unido, seguido de Villaggio Club Porto, em Budoni, Itália, e o Hotel do Park, em Londres.

Os utilizadores do TripAdvisor queixam-se dos quartos mal cheirosos, dos lençóis com manchas, das paredes com humidade e das camas que se assemelham a bancos de jardim.
Os comentários publicados no TripAdivsor vêm acompanhados por fotografias de louças de casas de banho partidas, tectos imundos e tomadas eléctricas sem conserto.

Mas o Grosvenor, que cobra 25 libras por pessoa, não é o único hotel no Reino Unido a precisar de uma reforma: desta lista dos piores da Europa figura 8 hotéis britânicos.

Dos 33 clientes que fizeram a avaliação do hotel de 2 estrelas, 28 admitiram ter passado uma estadia «terrível».

Um dos hóspedes do hotel escreveu: «Quando abri a porta, fui recebido por paredes com humidade, tecto com bolor, azulejos a cair na casa de banho, buracos nas tomadas eléctricas e o cabo da televisão pendurado».

Nesta lista, constam ainda, em quarto lugar, o Boston Court, em Londres; em quinto, o Cromwell Crown, também na capital britânica; seguido do hotel Dam, em Amesterdão, Holanda. Os 7º, 8º e 9º lugar da lista de piores hotéis são também em Londres e a 10 posição cabe ao hotel Minster, em York. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/dinheiro/reino-unido-hotel-hoteis-viagens-ferias-tripadvisor/1134064-3851.html, a 25 de Janeiro de 2010, em Agência Financeira

Nem Tudo é Mau em Portugal…

RT

Em Portugal Existe Um Dos Melhores Hoteis do Mundo… Espreite e Veja Onde…

Um dos Melhores Hoteis do Mundo.... Fonte: http://www.ionline.pt/

Para se começar a semana em grande, uma boa notícia, saiu na semana passada num diário da nossa praça, sabia que um dos melhores hotéis do Mundo, está em Portugal, saiba onde na noticia que vou transcrever.

« Um dos melhores hotéis do mundo está no meio do Alentejo

O Convento do Espinheiro é o único hotel português a figurar no ranking dos 500 melhores hotéis do mundo da revista “Travel and Leisure”. Saiba porquê

Um dos melhores do mundo
O Convento do Espinheiro, em Évora, tem menos de cinco anos de existência, mas foi reconhecido pelos leitores da revista norte-americana “Travel and Leisure” como um dos 500 melhores hotéis do mundo. Para Maria Carapinha, sub-directora do espaço, esta distinção veio trazer “mais peso e responsabilidade a um hotel que procura a exclusividade e excelência do serviço, e que trabalha para que os clientes se sintam em casa”. O complemento do nome do convento – A Luxury Collection Hotel & Spa – deixa adivinhar porque foi o único hotel português incluído no ranking. Os Luxury Collection são um grupo de hotéis e resorts que oferecem um serviço de alta qualidade a uma clientela de elite. E luxo é aqui a palavra de ordem, das suites com camas de príncipe aos oito hectares de jardins, passando pelo heliporto.

A história
A envolvente histórica e cultural do Convento do Espinheiro é uma das suas mais–valias. Serviu de hospedagem a muitos reis e, em 1481, D. João II, devoto da Virgem do Espinheiro, escolheu o convento para realizar as Cortes. Actualmente o convento está classificado como monumento nacional e o hotel faz por preservar “o contacto com tudo o que é genuíno e autêntico na região”: as ervas aromáticas da zona, o azeite feito a partir das 500 oliveiras do espaço ou os passeios organizados para conhecer os costumes e tradições alentejanas. O hotel fica numa colina a dois quilómetros de Évora, com vista sobre a cidade.

A gastronomia
No Alentejo, nada como ser-se alentejano. O Convento do Espinheiro faz questão que os hóspedes saiam de lá a saber o mais possível. E gastronomicamente satisfeitos. Há aulas de culinária (é o sítio ideal para aprender a fazer migas) e visitas à horta e à adega, com mais de 600 referências de vinho. Há vários restaurantes e bares à disposição: o Acqua Lounge Pool Bar, à beira da piscina, com sanduíches, saladas, tapas e pratos quentes; o Cisterna Wine Bar, com provas de vinhos e degustações de produtos regionais; o Pulpitus, situado na antiga cozinha dos monges; o restaurante Claustrus, para pequenos-almoços e almoços à la carte, com cozinha mediterrânica; e o restaurante Divinus, na antiga adega, com cozinha de fusão.

O spa
Pelo simples facto de ficar longe de uma grande cidade, no meio do Alentejo, o Convento do Espinheiro já parece um bom sítio para relaxar. Mas se quiser levar o conceito ainda mais longe, pode sempre aproveitar o Diana Spa, que também já recebeu várias distinções. A mais recente foi em 2009, com o prémio Portugal’s Leading Spa Resort, atribuído pelo World Travel Awards. O spa oferece tratamentos corporais desintoxicantes, adelgaçantes, tonificantes e refirmantes, massagens com chocolate, esfoliações com óleos, sais ou café, tratamentos especiais para homem, massagens com pedras quentes, tratamento à base de ouro marinho, bambuterapia, rituais de rejuvenescimento ou tratamentos para grávidas. Se preferir actividades mais enérgicas, pode dar umas braçadas nas piscinas (exterior e interior), dar uso ao ginásio ou jogar uma partida de ténis ou paddle.

O alojamento
Tratando-se de um hotel de luxo, já pode imaginar o que o espera: camas de tamanho gigante, banheiras desenhadas por Philippe Stark, LCD e leitores de DVD, amenities Bulgari, vistas para a piscina ou para o jardim, jacuzzis e terraços privativos. Os preços por noite vão dos €245 aos €2500.

Convento do Espinheiro, Canaviais, Évora, 266 788 200. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/43109-um-dos-melhores-hoteis-do-mundo-esta-no-meio-do-alentejo, a 22 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Boa Semana!!

RT

Entrevista de Manuel Moura dos Santos do Programa Idolos da Sic…Vale a Pena Espreitar…

Manuel Moura dos Santos Juri do Idolos da Sic Fonte: http://i.ytimg.com

Hoje e por ser Domingo, é dia do programa da SIC, o ídolos, esta semana o elemento crucial do júri deu uma entrevista a um diário da nossa praça, hoje vou transcrever a referida notícia na integra, mas não vou tecer nenhum comentário à mesma, deixando ao livre arbítrio de cada um, a posição perante a mesma.

« Moura dos Santos “Irrita-me o folclore à volta do ‘Ídolos'”

É júri do programa da SIC e agente de Jorge Palma: quer um, quer outro dão-lhe água pela barba

Filho de um coronel da força aérea, Manuel Moura dos Santos viveu quatro anos numa base militar, mas não cumpriu o seu sonho: ser piloto de aviões. Em vez disso, conquistou prémios ao lado de Jorge Palma, Ala dos Namorados ou Rio Grande, de quem foi agente. Hoje, conhecemo-lo como o júri implacável do “Ídolos”. O i entrevistou-o no seu quartel-general – o escritório da agência MS Management, em Belém.

Quem o vê no “Ídolos” fica com a sensação de que está ali a fazer um frete.

Não é um frete, fazer televisão é uma coisa muito difícil. Nunca sabemos qual é o momento em que estamos bem ou mal. E nos últimos tempos não tenho estado muito descontraído.

Porquê?

O programa já se arrasta há muito tempo, as pessoas estão cansadas, e às vezes descarrega-se lá para dentro. Cá fora, as coisas também não estão fáceis: antes de deixarem de comprar batatas e arroz, as pessoas deixam de comprar discos e ir a espectáculos. E um gajo é humano, reflecte-se em tudo. Bem sei que o público não tem nada a ver com isso, mas sou um tipo muito genuíno e quando estou mal disposto não disfarço.

Sente-se enquadrado naquela confusão de miúdos e famílias aos berros?

Abstraio-me de tudo isso. Há uma parede entre mim e o público. Estou focado no que se passa à frente.

Não foi bem o que aconteceu recentemente, com a polémica dos Anjos [Moura dos Santos criticou os músicos e foi vaiado].

Não gosto de ser interrompido quando falo, é apenas isso. O resto passa-me ao lado, aquela gritaria, os apoios. Só estou no plateau quando tenho mesmo de estar. Ao mínimo intervalo saio.

Que sentiu quando soube que os Anjos iam estar no programa seguinte?

Houve ali uma coincidência infeliz. A SIC já tinha decidido convidá-los antes. Até foram eles que se ofereceram. De vez em quando, o programa tem de meter umas coisas destas. Tem a ver com audiências e com o facto de a TVI ter duas novelas ao mesmo tempo. Era algo que a produtora já tinha previsto.

Não foi uma decisão inédita?

Não. No Natal foram lá os Shouts. Também acontece lá fora. E já estava no meu contrato que eu ia faltar nessa semana. Era um compromisso pessoal que eu já tinha há imenso tempo. Foram coincidências infelizes.

Essa até foi bastante feliz.

Não foi nem deixa de ser. Estou-me nas tintas se as pessoas pensam que eu fugi. Além disso, para quem quiser saber, eu estava com o João Gil de férias na neve. Não era segredo para ninguém, o Gil até fez o diário da viagem no Facebook. Mas percebo que a produção não tenha retirado o convite aos Anjos porque isso ia causar ainda mais polémica.

Provavelmente a produção até lamentou a sua ausência. O tema era quente, prometia audiências.

Se tivesse estado lá, as coisas teriam sido normais. Eu cumprimentava-os, se eles retribuíssem muito bem, se não muito bem na mesma. Nada me move contra os Anjos.

Alguma vez foi maltratado na rua por discordarem da sua opinião?

Não, nunca. Nem nas redes sociais em que estou. Na rua, as pessoas são simpáticas. Por exemplo, entre a segunda e a terceira edição passaram quatro anos. Nesse período, abordavam-me para dizer que tinham saudades. Perguntavam-me quando voltaria.

No fundo, a postura do júri agrada o público, aguça-lhe a curiosidade.

Aceito que haja um certo voyeurismo em ver alguém numa situação difícil, não é que eu concorde, mas está na natureza humana. E este tipo de programas também joga um bocado com aquilo que as pessoas são. Quem inventa estes conteúdos, sabe exactamente o alvo e como chegar a ele.

Não sente que exagera?

Nenhum júri está ali para mandar o concorrente aprender. Há talentos que são inatos, como cantar, pintar ou escrever. E uma coisa é ter alguma dureza e ser directo nas apreciações, outra é insultar. E eu nunca insultei ninguém. Posso não gostar e dizer “eh pá, dedica-te à pesca”. Admito que isso não seja o português mais coloquial.

Ou classificar um estilo de “azeitola”.

Por exemplo. Mas, no norte, essa é uma palavra comum, tal como morcão. O azeiteiro cá em baixo é o foleiro.

Como vê a mediatização do programa? Dá a sensação de que não é a sua praia, recusa-se a alimentar polémicas nos jornais.

Não é o meu lugar, de facto. A minha mais valia televisiva, a existir, é aquilo que eu digo e como digo. Todo o folclore à volta do programa irrita-me imenso. Um dia estava aqui e recebi uma chamada de um jornal, com quem não falo, e perguntaram-me qualquer coisa sobre o Luís Jardim. Apenas disse para não me chatearem com parvoíces. No dia seguinte estava na capa desse jornal: “Moura dos Santos chama parvo a Luís Jardim”. Aquilo é só má fé. Resultado: pedi à minha advogada para tratar do assunto. Não tenho paciência para estas merdas. E é isso que os irrita, estar-me nas tintas, não falar, não alimentar.

Acredita que um programa como o “Ídolos” pode lançar uma carreira, como acontece lá fora?

Eu gostaria que fosse feita uma tentativa séria de estabelecer uma ligação entre o programa e a indústria, mas as experiências do passado mostram-nos o contrário, que isto é um puro entretenimento e que a transposição do que se passa ali para a indústria é reduzida. Eu percebo que não há dinheiro. Na América, têm singles a sair no dia seguinte à gala. Aquilo é imediato, há uma equipa enorme que já está a gastar dinheiro com cinco concorrentes, sabendo que apenas um vai ganhar.

E nesta edição do “Ídolos”?

Gosto muito dos miúdos e acho que em termos de popularidade esta edição bateu por uma grande margem as outras: a adesão do público, as audiências. Acredito que desta vez o vencedor e alguns dos finalistas terão mais facilidade. De qualquer maneira, há ideias da Freemantle [a produtora] e da SIC para não deixar morrer estes miúdos na praia.

Os exemplos mais recentes não são muito animadores.

O Nuno Norte continua comigo, com um percurso dificílimo. Teve uma fase mais completa quando estava na Filarmónica Gil, agora a solo está a gravar um projecto de Rock chamado “Lama”. Não explodiu.

Enquanto manager, considera-se um caça talentos?

Tenho alguns miúdos em quem estou a apostar, mas não sou caça-talentos.

Há muita cobiça de artistas por parte dos managers?

Nunca em circunstância alguma abordei um artista que já tivesse agente. Formou-se em economia, mas acabou a trabalhar na música. Como?

No verão de 1989, tive uma esplanada em Belém, que era frequentada pelo Rui Veloso, amigo do meu irmão. Quando o negócio acabou fui convidado para trabalhar com o Rui na área comercial e financeira. Nunca cheguei a acabar o curso, fiquei no quinto ano, com umas cadeiras por fazer. É um percurso um tanto invulgar. Queria ser piloto aviador, como o meu pai que é coronel da força aérea no resguardo, e vivi no meio militar durante imenso tempo: quatro anos na base aérea nos Açores e na de Tancos.

Como chegou ao Jorge Palma?

Nunca mais me esqueço: estávamos num concerto dos Rio Grande em São Pedro do Sul. O Palma, com aquele ar desengonçado do gajo e já bem disposto, dizia: “Já sei que vais ser o meu manager.” Foi a Marta, manager dos Xutos, a querer que eu pegasse nele.

É fácil trabalhar com ele?

Tivemos uma relação inicial bastante conturbada. Eu vinha de artistas muito focados e o Jorge era o feeling puro. Tinha aquela faceta extraordinária do “está tudo bem, isto ensaia-se em 10 minutos”. E eu habituado ao Veloso, que ensaiava um mês para uma digressão. Ao longo dos anos, com muitas conversas, foram-se limando várias arestas e o respeito mútuo foi conquistado. Mas chegamos a ter um trato: eu dizia-lhe ‘sempre que chegar a um concerto e tu não estiveres em condições, venho-me logo embora’. E ao princípio, meu amigo, aquilo era uma carga de trabalho. Vinha quase sempre embora. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/42923-moura-dos-santos-irrita-me-o-folclore–volta-do-idolos, a 21 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Bom Domingo!

RT

Bares No Porto e Lisboa Onde Se Pode Refugiar Deste Inverno…Vale a Pena Espreitar…

Onde Sair Neste Inverno.... Fonte: http://www.aquivip.com.br

Como já é habitual nas rubricas de fim-de-semana, em passar alguns dos bons locais lazer, e nisso um diário da nossa praça, sabe o fazer muito bem. Pois bem, hoje trago os melhores bares para se frequentar no inverno, mais uma vez com o patrocínio do referido diário, no entanto, não vou tecer comentário à publi reportagem em questão.

«Quentes e bons: dez bares ideais para o Inverno

Porque as noites da estação não precisam de ser passadas em casa, o i sugere-lhe dez bares ideais para esta altura do ano, em que conforto e aquecimento são palavras-chave

01 Marrakesh
Só o nome já traz a promessa de um calor vindo de terras longínquas. Dentro deste restaurante e lounge bar situado no Porto, a primeira impressão confirma-se. Enormes almofadas brancas e mesas baixas convidam a sentar e a aninhar neste espaço que parece ter sido inspirado nas mil e uma noites. Enquanto as velas, a música oriental e as shishas compõem o resto do ambiente, os chás e as tagines confortam o estômago.

02 Mezzanine do Bairro Alto Hotel
Por cima da animação do bar do hotel, respiram-se ambientes mais serenos. Trocam-se os deliciosos cocktails por uma chávena de chá e as batidas do DJ de serviço pelo prazer do silêncio. Na mezzanine há sofás confortáveis onde se pode passar uma tarde inteira a preguiçar, a ler jornais, livros e revistas ou a ver televisão com vista para a Praça Luís de Camões. A lareira é a companheira perfeita para os dias de Inverno na capital.

03 Metro e Meio
Deve o seu nome à altura da porta de entrada, que obriga todos os visitantes de estatura média a baixarem-se para entrar; um entrave que nunca o foi e se tornou a imagem de marca deste espaço de Lisboa. Há mais de 30 anos que assim: a mesma medida, o mesmo piano, o mesmo conceito. Lá dentro, o bar (que também é restaurante durante o dia) está dividido em vários espaços, uma espécie de labirinto cheio de recantos. É só escolher uma poltrona e arranjar a posição mais confortável para uma longa noite de tertúlia.

04 Galeria Bar Santa Clara
Em Coimbra conhecem-no pela esplanada, com vista para o Mondego e para a cidade. Mas no Inverno, o bar da galeria Santa Clara é igualmente acolhedor. Não tem lareira, é verdade, mas quase. É uma salamandra que aquece os visitantes nas noites mais frias de Inverno, numa das salas maiores. Nas outras, mais intimistas, o ambiente é ideal para encontros a dois (secretos ou não). Ou, quiçá, para reuniões conspirativas, alimentadas pelos bolos caseiros e os excelentes cocktails.

05 Casa Azul
Quem põe os olhos nesta típica casa algarvia à entrada de Cacela Velha fica de imediato com vontade de entrar e ficar. E se a casa convida, a vista deslumbra: de um lado a ria, do outro o mar, mais ao longe Espanha. Nos dias em que o sol resolve aparecer, sabe bem desfrutar da esplanada no terraço, para os outros, em que o frio marca presença, o lugar ideal para estar é na sala com lareira. Para ser perfeito só mesmo com a companhia dos sabores da Casa Azul. Prove o peixe fresco grelhado, a tagine de frango e as deliciosas sobremesas.

06 Praia da Luz
Ai, o Inverno. E a praia no Inverno… o mar revolto, a areia molhada, o vento gelado e a zumbir nas rochas. O cenário não é agradável e indica tudo menos conforto. A não ser que… a não ser que estejamos dentro do Bar Esplanada Praia da Luz, no Porto, uma das mais conhecidas da Foz e que consegue conciliar, de forma perfeita, uma vista sobre o mar revolto e um ambiente aconchegante, sobretudo se envolver uma manta sobre os joelhos, um chocolate quente nas mãos e um sofá na sala panorâmica junto à lareira.

07 Casa do Livro
Quando uma livraria se transforma num bar que faz questão de manter o espírito da casa, o resultado só podia ser bom. É o que acontece na Casa do Livro, que fica na Baixa do Porto e consegue juntar cocktails e vinhos a livros que estão por todo o lado, espalhados nas várias salas do bar ou guardados em armários. Decorado com um gosto clássico chique, de cadeirões retorcidos, espelhos dourados e até um piano, a Casa do Livro conta ainda com uma programação habitual que inclui concertos, DJ convidados e até peças de teatro.

08 Casa do Cerro
Bares de Inverno no Algarve? Sim, eles existem. Como este Casa do Cerro, um espaço de inspiração marroquina, que foge a tudo que se espera de um bar algarvio. No bom sentido. Cores quentes, ambiente tranquilo e uma esplanada que no Inverno é fechada e aquecida. Os cocktails da casa valem um desvio do conceito norte-africano, mas se se quiser manter fiel às raízes do bar, escolha um dos chás da carta. E desfrute esparramado no primeiro pufe que encontrar livre.

09 Colares Velho
Em tempos foi uma taberna e uma mercearia, até se transformar, nos últimos 30 anos, num dos restaurantes mais conceituados e clássicos da zona de Sintra. Desde o ano passado com nova gerência, o Colares Velho é mais do que um restaurante. É também um salão de chá com duas salas intimistas e confortáveis, uma delas equipada com lareira e perfeita para saborear um café ou um chá acompanhado de um scone ou de uma fatia de cheesecake caseiro.

10 Foxtrot
No Foxtrot não se dança foxtrot nem qualquer outro estilo, mas pode comer–se um bife fora de horas, beber um whisky ou um cocktail, ver futebol num ecrã gigante, jogar snooker ou até gamão. E claro, pode não se fazer absolutamente nada a não ser ficar numa das poltronas a conversar e a ouvir música. Aberto inicialmente por Luís Pinto Coelho, proprietário do mítico Pavilhão Chinês, o Foxtrot é uma réplica lisboeta do tradicional pub inglês e está cheio de recantos confortáveis. No Inverno, a sala mais concorrida – e há quatro diferentes – só podia ser mesmo a da lareira. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/43112-quentes-e-bons-dez-bares-ideais-o-inverno, a 22 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Bons Momentos !

RT

Análise ao Ensino em Portugal…Em Que Ponto Está Portugal em Matéria de Ensino…O Que Devemos Mudar Para Ter Mais Qualidade no Ensino em Portugal…

Hoje deparei-me com uma análise ao nosso ensino e os progressos realizados nos últimos 50 anos, passo a transcrever a peça jornalística e de seguida, vou efectuar um comentário à mesma e ao assunto.

«Ensino. Portugal está no mesmo ponto de partida de há 50 anos

Dados do INE revelam que Portugal deu um salto gigante, mas os especialistas avisam que o atraso face aos países desenvolvidos permanece igual

Em cinco décadas, o número de crianças no pré-escolar cresceu 40 vezes, a taxa de escolaridade no ensino secundário escalou de 1,3% para 60% e o acesso das raparigas ao ensino subiu 15%. Este é o retrato do ensino português publicado nos “50 Anos de Estatísticas da Educação”, que ontem o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulgou. Os dados mostram que o país deu um salto gigante entre 1960 e 2008 mas, para os especialistas, essa evolução significa que Portugal está exactamente no mesmo ponto de partida de há 50 anos. “Fartámos de correr, mas não conseguimos ainda apanhar o pelotão da frente”, avisa o sociólogo do Instituto de Ciências Sociais Manuel Villaverde Cabral.

O crescimento numérico é inegável, mas os dados estatísticos não traduzem uma recuperação de Portugal face aos outros países desenvolvidos, esclarecem os investigadores. “Houve uma massificação do acesso ao ensino, mas a qualidade não acompanhou essa evolução”, defende o professor universitário Santana Castilho. A única conclusão a retirar da publicação do INE é que, há 50 anos, os portugueses viviam na idade das trevas. “O que me salta aos olhos é que o sistema educativo antes do 25 de Abril era realmente mau, porque 99% da população estava excluída da escola”, desabafa Paulo Feytor Pinto, presidente da Associação de Professores de Português.

O ensino secundário é para Manuel Villaverde Cabral o exemplo mais flagrante do atraso português. “Nos Estados Unidos, a taxa de escolaridade até ao 12º ano era de 100% ainda antes da Segunda Guerra Mundial; em Portugal o ensino obrigatório até aos 18 anos só acontecerá a partir de 2013.” De acordo com o INE, só 60% dos portugueses completaram o ensino secundário; a mesma percentagem de norte-americanos tem habilitações superiores. “Os países escandinavos, por exemplo, conseguiram recuperar o atraso face aos EUA e, na década de 60, 100% da população já estava escolarizada ao nível do secundário”, conta o sociólogo e autor do estudo “Sucesso e Insucesso – Escola, Economia e Sociedade”.

Todos os países desenvolvidos como França, Alemanha ou Espanha conseguiram taxas plenas de sucesso no ensino secundário, recorda o investigador do Instituto de Ciências Sociais, mas “em Portugal, 30 a 40% da população não consegue ir além do 9º ano”. O sistema exclui sobretudo os que mais precisam: “O insucesso escolar acontece principalmente no interior do País e nas periferias de Lisboa e Porto.” Duplicar ou até triplicar o investimento na educação poderá ser uma solução para apanhar o comboio da modernidade, propõe Villaverde Cabral que está convencido de que o atraso no sistema educacional “muito se deve” às elites governamentais que tomaram opções erradas e contribuíram para um modelo de ensino “ineficiente e dispendioso”.

Aposta tardia Para Paulo Feytor Pinto, o nível com maiores lacunas continua a ser o pré-escolar, com uma escolarização de 77,7%. “Foi uma aposta tardia do país, que só começou com o primeiro governo António Guterres. Fez-se muito e ainda há muito a fazer, pois é nessa idade que se decide muita coisa, para o bem e para o mal.” Critica ainda o facto de, mais uma vez , as estatísticas não distinguirem o abandono escolar de retenções. “A retenção é administrativa, o importante seria perceber que alunos saem da escola antes do tempo. Não conseguimos perceber se há uma melhoria ou não – faz-se o diagnóstico, mas não se traça a evolução.” A diferença verificada entre a taxa de escolarização aos 15 anos (99,7% em 2006/07) e a taxa de escolarização para o secundário (60% no mesmo ano lectivo) representa outra preocupação. “Eu e outros colegas temos cada vez mais a sensação de que o abandono e a desmotivação começa sobretudo a partir 11º ano.”

Na hora de traçar caminhos para o futuro, as ideias focam-se na disciplina de língua portuguesa. “Precisamos de mais horas lectivas. Temos hoje três horas (quatro tempos de 45 minutos) para a língua materna, quando na generalidade dos países são seis, sete ou oito. Portugal é o caso excepcional.” Outro passo importante seria reconhecer uma “componente experimental ao português”, como acontece nas disciplinas científicas. “Permite o desdobramento das turmas, o que seria útil por exemplo para aprender a escrever com o professor ao lado. Não é com trabalhos de casa que se consegue essa aprendizagem.”

Esforço notável Santana Castilho admite que “o esforço do país na escolarização é notável, sobretudo nos últimos 30 anos”. Porém, considera que os números não podem ser lidos como um retrato fidedigno da educação em Portugal. Para o professor universitário, “números são números” e apenas transmitem “a quantidade, nunca a qualidade”. “Políticas de educação feitas para as estatísticas” e o “decréscimo da exigência do ensino para combater o abandono escolar” estão na mira de ataque do analista em educação. Se existem hoje 27 vezes mais alunos matriculados no ensino secundário do que na década de 60, Santana Castilho realça ser preciso fazer uma leitura dos dados de acordo com as mudanças recentes naquele grau de ensino, como o aumento do número de cursos profissionais. “No mandato de Maria de Lurdes Rodrigues, 20 mil alunos matricularam-se no ensino profissional. O preço de termos menos jovens a abandonarem a escola é que até se criaram cursos de treinador de futebol que dão equivalência ao 12º ano.”

Somando número de alunos e número de docentes nas escolas portuguesas no ano lectivo 2006/2007, a publicação do INE mostra que existe hoje uma média de 9,75 alunos por cada professor. Esse número, para Santana Castilho, está “completamente desvirtuado” da realidade. “Basta percorrer meia dúzia de escolas para concluirmos que uma turma tem quase sempre muito mais de dez alunos. É preciso ter em conta que os professores do ensino especial ou a desempenhar tarefas administrativas também entram nesse cômputo, e que duas mil escolas – onde a relação professor/aluno era muito baixa – já fecharam.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/42939-ensino-portugal-esta-no-mesmo-ponto-partida-ha-50-anos, a 21 de Janeiro de 2010, no Jornal I

O meu comentário:

Na minha óptica esta peça jornalística transcreve o que se passa na educação em Portugal, no entanto, devemos ter em conta, que o problema da educação em Portugal, não deve ser analisado de uma forma tão leviana, ou visto, só como uma comparação de 50 anos.

No panorama nacional, em 50 anos, foi óptimo termos melhorado notoriamente a quantidade de pessoas que passaram a ter acesso à educação em Portugal, no entanto, penso que o nosso maior problema aqui, e que deve ser tido muito em conta, é mesmo a falta de qualidade no ensino leccionado em Portugal, penso que estamos em patamares mínimos, o que para um país que faz parte da União Europeia e em 2013, vai consagrar o 12º ano, como ensino obrigatório, tem que ter mais qualidade.

Outro aspecto que se deve ter em conta, é a fraca envolvência entre intervenientes dentro das escolas, senão vejamos, Há muitos anos defendia ainda nos meus tempos de liceu, que as escolas não poderiam ter como presidente do conselho executivo um professor, especialmente um professor que leccionava na própria escola, penso que não era justo para os seus colegas, votarem numa lista x ou y, constituídas por professores, penso que, mesmo sendo um voto secreto, é sempre uma situação bastante constrangedora, isto já, para não falar, que era tendencial, pois penso que os clientes, neste caso os alunos ou em sua representação os encarregados de educação, deveriam ter o direito ao voto, ou a uma percentagem dos mesmos, visto serem os mais interessados, para que o ensino fosse ministrado com qualidade. Pois bem, parece que ouviram, e mudaram, agora a gestão das escolas já está fora do enquadramento dos professores, passou para pessoas teoricamente isentas e imparciais, não quero dizer que os professores que lã estavam não possuíam estes valores, acredito que 99% os teria, mas não eram muito transparentes as coisas se lá continuassem.

O problema da qualidade que aqui levanto, tem a haver como é feita a prestação de um serviço, que é o ensino, os professores não possuem a culpa toda, especialmente porque as turmas são muito grandes, o que só se entende, pelo factor da despesa, pois professores e infra-estruturas para ministrar aulas é o que mais por aí há. No entanto, como referia, a grande extensão das turmas, não permite o acompanhamento dos alunos, pelo menos, numa proximidade que penso que seria desejável, o que leva a que os professores tenham que deixar cair, um determinado aluno, pois não lhe dá garra, pois vem mal preparado do ano anterior, e não possui as bases, como tal, em vez de o apoiar, e ajudar, e tentar a incentivar a que o mesmo ultrapasse estas lacunas, o professor desiste dele, o que é lastimável, na vida encontrei muitos professores assim, mas muitos que não, que me incentivaram, que me davam a possibilidade de recuperar e sentir que é possível não deixar a cadeia, a esses, só tenho a agradecer, aos outros horas de formação humana e pedagógica, era algo que precisavam.

Outro factor de falta de qualidade notória nas escolas, é tratar as pessoas como quartel, as pessoas cada vez mais cedo, são mais exigentes e não toleram que se mande nelas, penso que o ideal, em vez de controlar quem falta, quem não faz o trabalho de casa, era sim persuadir, motivar, e mostrar que os comportamentos como faltar ou não fazer os trabalhos de casa, não eram benéficos, e que estariam a originar problemas a médio e longo prazo, caso persistissem, Penso que na persuasão as coisas são mais produtivas, que se impor, senão vejamos, ninguém gosta de fascismo por ser um sistema muito imperativo e punitivo, geralmente gostam mais de democracia, por ser mais liberal e justo, pelo menos tendencialmente.

Um problema mais geral, trata-se da nítida desadequação dos conteúdos programáticos às vivencias de hoje em dia, e das reais necessidades, o jovem nos dias de hoje é mais prático, gosta mais de viver o causa-efeito, e não é teórico, logo, existem cadeiras que ele vai deixando para trás, por não se espelhar a sua realidade de vida, nos conteúdos programáticos, isso é especialmente notório a partir do 10º ano, onde as pessoas tem que fazer todas as cadeiras e não deixar cair nenhuma, pois tem que as limpar, até ao final do 12º ano, seja para conquistar o titulo do ensino secundário, quer seja para conquistar a ambicionada entrada na universidade. Um exemplo, deste desfasamento é os cursos profissionais, cada vez possuírem mais pessoas, sendo que a cada ano lectivo que começa, se bate recordes no acesso aos mesmos.

Para terminar, pois este comentário já vai longo, tudo que disse são medidas que devem ser colocadas em primeira estância, para melhorar a qualidade de ensino, visto que em quantidade, parece que as pessoas já entenderam, mas muito mais teria a indicar, pois a escola deve ser olhada e vivida como uma organização, e ver que os clientes, que neste caso são os alunos, devem possuir orgulho nela, devem gostar das aulas, e não somente ir para a escola, para estar com os amigos, coisa que é muito vulgar nos dias de hoje.

Um dia, se tiver oportunidade, gostaria de estar à frente de um estabelecimento de ensino, e poder colocar em práticas estas e muitas mais medidas, de modo, a pelo menos sentir me realizado, mas acima de tudo, ver no sorriso de cada estudante, a vontade de aprender e de ir às aulas, sentir que a cada dia que passa ficam mais instruídos, e possuírem a vontade de aprender mais, de tentar ir mais longe, e o anseio que o dia seguinte surja, para novos conhecimentos se assimilem.

Apostem na qualidade do ensino, existem escolas e professores para o efeito.

Deixo a Questão: Que pensa do ensino ministrado em Portugal?

Tenho Dito

RT