Mais Um Sabor na Cidade de Lisboa…Desta Vez no Campo Pequeno…Venha Conhecer…

Janeiro 31, 2010

Novo Restaurante no Campo Pequeno Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Domingo, trago uma sugestão que li a semana passada num diário da nossa praça, e que achei por bem partilhar com os meus leitores, a sugestão é no Campo Pequeno, na cidade de Lisboa, vou transcrever a publi reportagem, mas não vou tecer nenhum comentário à mesma.

« Saiba qual é o restaurante que mistura sushi e polvo à lagareiro

No Campo Pequeno, em Lisboa, acaba de abrir um restaurante que mistura sabores japoneses com ingredientes tipicamente nacionais

Qual é coisa, qual é ela que antes de ser já era? O restaurante Origami Sushi Arena, na praça de touros do Campo Pequeno. O espaço abriu há muito pouco tempo, mas os sabores japoneses não são uma novidade por estas bandas. Em tempos idos, o Origami chamou-se Japa, mas acabou por fechar, de forma um tanto ou quanto inesperada. Desses tempos sobrou todo o equipamento e uma parte da decoração, como os candeeiros gigantescos. Mudou a gerência, o conceito, e os sabores. O sushi é mais ou menos como o bacalhau: pode ser feito de cem maneiras diferentes.

O Origami Sushi Arena é o irmão mais novo do Origami Sushi House, no Parque das Nações, e surgiu precisamente por causa do sucesso deste. Os clientes pediam um restaurante no centro de Lisboa e a vaga deixada pelo Japa foi a forma de juntar o útil ao agradável. Agora, neste novo espaço de dois andares é possível fazer uma incursão ao mundo do sushi, numa mistura de sabores orientais com sabores tipicamente portugueses. “A abertura de vários restaurantes japoneses fez com que as pessoas ganhassem um maior conhecimento e se tornassem mais exigentes, por isso é preciso apostar na qualidade e em coisas mais originais”, diz Vânio Spinelli, o gerente.

Da carta constam peças de sushi com coisas tão diferentes como polvo à lagareiro, tomate seco e broa de milho, bacalhau com grelos e coentros, atum com canela, salmão, rúcula e queijo da serra, tempura de feijão verde ou sardinha. Depois há as especialidades da casa, mais exóticas, como o tiramisu de chá verde, o shot de gaspacho ou os makis com salmão, queijo brie e morango. “É por causa desta variedade que temos clientes com dois anos, que estão a dar os primeiros passos no sushi, e clientes com 90, que já se tornaram fãs.”

O almoço buffet é o mais procurado. Por €14,90 é possível encher o prato repetidamente e experimentar um pouco de tudo. “É um menu muito diversificado e dirige-se, sobretudo, a quem tem pouco tempo para almoçar. As pessoas escolhem o que preferem e são elas a servir-se.” Ao jantar o processo é mais tranquilo, com o menu de degustação. “Tudo o que vem para a mesa é explicado detalhadamente, e servimos desde pratos quentes a sushi de fusão.” Tudo por €19,80.

Na abertura do Origami Sushi Arena os convidados foram brindados com uma demonstração de body sushi. Ou seja, uma jovem quase nua estendida numa mesa com o corpo coberto de peças de sushi. O restaurante pretende implementar esta ideia a médio prazo, assim que forem ultrapassadas as devidas burocracias com a ASAE. Para já os clientes têm de se contentar em comer sushi pouco convencional de forma tradicional.
Origami Sushi Arena, Pç. de Touros do Campo Pequeno, Lisboa, almoço das 12h00 às 15h00, jantar das 19h30 às 23h00. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/44261-saiba-qual-e-o-restaurante-que-mistura-sushi-e-polvo–lagareiro, a 29 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Bom Apetite

RT


Lojas Exclusivas da Cidade do Porto…Neste Momento São 4…Venha as Conhecer…

Janeiro 30, 2010

Loja Adidas na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Sábado, trago sugestões de lojas que só existem para já na cidade do Porto, e que são grandes marcas de prestigio, passo a transcrever a peça jornalística, e como se trata de uma publi reportagem, não vou tecer nenhum comentário à mesma.

«Quatro lojas que só existem no Grande Porto

Se alguém lançasse a pergunta “o que é que o Porto tem?”, esta poderia ser uma das respostas: tem espaços que não existem em mais lugar nenhum do país. Propomos-lhe uma viagem exclusiva pela Invicta

1. Adidas Originals

Quando, há quase 90 anos, Adolf Dässler começou a produzir ténis na companhia do irmão Rudolph, dificilmente imaginaria duas coisas. A primeira, que a sociedade não duraria muito tempo. Bastaram 20 anos para os irmãos se zangarem e Rudolph formar a (ainda hoje) rival Puma. A segunda, que em 2010 a sua marca estaria avaliada em quase 4 mil milhões de euros e presente em mais de 200 países. Portugal é um deles, mas com uma particularidade. É que a única loja Adidas Originals, a vertente da marca dedicada às colecções inspiradas no passado, está no Porto. Lá dentro encontram-se os produtos clássicos, os ténis Adicolor, os modelos Superstar ou os casacos inspirados nos fatos-de-treino dos anos 70. Sempre com o famoso trevo que serviu de logótipo até ao início dos anos 90.Rua Rodrigues Sampaio, 176, Porto. Tel: 223 324 253. Segunda a sábado das 11h00 às 20h00.

2. Ach Brito

O nome denuncia a origem alemã, mas a verdade é que os sabonetes Ach Brito nasceram no Porto, em 1887, e daí nunca mais saíram. Hoje nas bocas do mundo – incluindo na de Oprah Winfrey, que não lhes poupou elogios -, os sabonetes da marca estão à venda nas melhores lojas nacionais e internacionais, mas é em Fajozes, Vila do Conde, que eles se podem comprar ainda mais perfumados. Tudo porque é aqui que são fabricados e embrulhados no bonito papel vintage que apetece coleccionar. A loja da fábrica não é amiga de quem trabalha – está aberta das 10h30 às 16h30 e fecha para almoço – mas é uma autêntica montra de todos os produtos da Ach Brito, da recém-adquirida e ex-rival Confiança aos luxuosos sabonetes da Claus Porto. Rua de Castelões Sul, 346, Vila do Conde. Tel: 229 289 821. Segunda a sexta das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30.

3. Café Kitty Sweet

Os individuais nas mesas são a cara da Hello Kitty. As canecas que trazem o café e o chá também. E até as torradas têm a forma da cabeça da gata mais famosa do mundo. O Café Kitty Sweet fica dentro da Boutique Joy – Hello Kitty Luxe Boutique, junto à Casa da Música, e é uma perdição para os fãs da gata japonesa. Decorado em tons de cor-de-rosa e preto e situado num recanto confortável da loja especializada nos produtos da personagem mais famosa da Sanrio, o café tem tudo mas mesmo tudo relacionado com a felina, incluindo os bolos. Tão bom tão bom que até para os anti-Kitty é um sítio recomendável: sempre podem arrancar a cabeça da gata à dentada. Avenida da Boavista, 746, Porto. Tel: 226 053 932. Segunda a sábado das 10h00 às 19h30.

4. Virgin Active

O Império do senhor Virgin ou, se preferir Richard Branson, é vasto. Hotéis, aviões, foguetões, cruzeiros, telecomunicações, associações humanitárias e ginásios. São 170 clubes no mundo inteiro e o Porto é (por enquanto) o detentor do único existente em Portugal. Mas só até Fevereiro, altura em que Vila Nova de Gaia receberá o segundo ginásio Virgin Active do país (e será mega: 4 mil metros divididos por quatro pisos). O motivo do sucesso destes ginásios explica-se com o conceito que envolve toda a marca Virgin: uma óptima relação qualidade-preço, preocupações ambientais e uma cultura positiva.Centro Comercial Porto Gran Plaza, Rua Fernandes Tomás, 506 – 3.º Piso, Porto. Tel: 223 402 060. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/44260-quatro-lojas-que-so-existem-no-grande-porto, a 29 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Boas Compras!

RT


Rapazes Estão a Abandonar a Escola de Uma Forma Precoce… Saiba Porquê?

Janeiro 29, 2010

Abandono Escolar Por Parte dos Rapazes... Fonte: http://www.tralapraki.blogspot.com

Hoje trago algo, que vem confirmar as minhas teorias sobre problemas nos conteúdos programáticos das escolas, e a dedicação dos professores para solucionar os mesmos, passo a transcrever a notícia, e de seguida faço um breve comentário ao mesmo.

« Vem aí uma geração de rapazes frustrados

Em quase todos os países ocidentais, os rapazes abandonam cada vez mais o ensino no final da escolaridade obrigatória. Têm capacidades para ir mais longe, mas as escolas poderão estar a avaliá-los mal, privilegiando as raparigas. Podemos estar a criar (ou já criámos?) uma geração de excluídos e uma nova classe baixa – a dos homens. Por Clara Viana

Um calafrio: investigadores portugueses, ingleses e norte-americanos, entre outros, têm vindo a constatar que as mudanças introduzidas nas últimas duas décadas no sistema de ensino e de avaliação dos alunos estão a contribuir activamente para afastar da escola um número cada vez maior de rapazes.

Produziu-se uma inversão. O fenómeno, que é comum à maioria dos países ocidentais, Portugal incluído, está a alargar o fosso entre rapazes e raparigas no sistema educativo. As raparigas têm hoje melhores notas e vão mais longe; os rapazes desistem, muitos deles logo no fim da escolaridade obrigatória. Nos 27 países da União Europeia, só a Alemanha mantém, no ensino superior, valores equilibrados de participação dos dois sexos.

Para o director do instituto britânico de políticas para o ensino superior (HEPI, na sigla em inglês), Bahram Bekhradnia, estamos já numa corrida contra-relógio. “Penso que corremos o perigo de estar a criar uma nova classe baixa”, constituída só por rapazes, diz, depois de um estudo recente daquele organismo ter confirmado a dimensão crescente do fosso entre raparigas e rapazes, e lançado algumas pistas inquietantes sobre os motivos que explicam o fenómeno.

O problema não são os bons resultados alcançados pelas raparigas, mas as fracas classificações obtidas pelos rapazes e aquilo que isso implica: a responsabilidade da escola nesta situação, o que isto está a provocar neles e nelas, e as consequências sociais do insucesso escolar masculino. “Vamos ter uma geração de rapazes frustrados e excluídos dos sistemas escolares e profissionais por incapacidade de rivalizar com o género oposto”, prevê a socióloga da educação Alice Mendonça nas respostas que enviou, por e-mail, às questões do P2.

Em países como o Reino Unido e os EUA, mas não só, a questão já entrou na agenda política. Em Portugal não. Existe investigação sobre o tema, há estatísticas à espera de serem interpretadas e… muito silêncio. Alice Mendonça sublinha, porém, que “os pais têm de ser alertados para as consequências” do que se está a passar.

Isto está a acontecer não por os rapazes se terem tornado, de repente, mais estúpidos, mas em grande medida, avisam os investigadores, por eles estarem a ser ensinados e avaliados num sistema que valoriza as características próprias das raparigas e penaliza as dos rapazes.

Zero em comportamento

Nos últimos anos, Alice Mendonça, também docente na Universidade da Madeira, centrou a sua investigação, precisamente, no insucesso escolar na perspectiva do género. Percorreu todos os ciclos escolares. Sustenta que, para os professores, na sua esmagadora maioria mulheres, o modo como as raparigas se comportam e trabalham é “mais conforme com as suas representações do bom aluno ou aluno ideal” – o que poderá conduzir a uma “sobreavaliação” das alunas e a uma “discriminação” dos alunos.

Para a sua tese de doutoramento, a socióloga e investigadora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa, Teresa Seabra analisou, por seu turno, os resultados escolares de estudantes do 2.º ciclo do ensino básico (11-12 anos). Comprovou que “os resultados dos rapazes e das raparigas se igualavam quando excluía da amostra os alunos com problemas disciplinares”, o que a leva a concluir, disse ao P2, que, “como o comportamento afecta de modo significativo o aproveitamento, a pouca conformidade às regras escolares estará na base dos piores resultados dos rapazes”. A “atitude”, o comportamento dos rapazes, estará a comprometer irreversivelmente os resultados da sua avaliação.

Especialista em assuntos de Educação, o sociólogo francês Christian Baudelot defende que, antes de mais, aquilo que é pedido pela escola é a interiorização das suas regras, mas que estereótipos sociais ainda dominantes valorizam nos rapazes o desafio, a violência e o uso da força – um verdadeiro “arsenal antiescolar”. As raparigas, pelo contrário, são socializadas na família em moldes que facilitam a adaptação às exigências escolares: mais responsabilidade, mais autonomia, mais trabalho. “Trata-se de um conjunto de competências que as torna menos permeáveis à indisciplina”, observa Teresa Seabra. No ano passado, em Espanha, 80 por cento dos alunos com problemas disciplinares eram do sexo masculino.

Alice Mendonça confirma que as raparigas, “mais conformes às regras escolares”, ganham uma “vantagem decisiva” sobre os rapazes quando chega o momento da avaliação. Em Portugal, como também noutros países, o comportamento passou a contar para a contabilização da nota final atribuída aos alunos.

Teresa Seabra defende que se tornou indispensável lançar um debate sobre a actual forma de avaliar. “No momento actual, a escola é chamada a avaliar também o “saber ser”, mas nem sempre foi assim e não tem que assim ser”, argumenta.

Vida futura afectada

“É perverso que se avaliem instâncias cognitivas com base em comportamentos. Se um aluno indisciplinado aprende, a sua aprendizagem tem de ser reconhecida”, sustenta Nuno Leitão, antropólogo, mestre em Ciências da Educação e director da cooperativa A Torre, um colégio de Lisboa que tem a sua matriz inicial no Movimento Escola Moderna, que propõe uma pedagogia alternativa àquela que é comum aos sistemas oficiais de ensino.

No Reino Unido, o estudo divulgado pelo HEPI, que esteve na base do alerta lançado por Bekhradnia, dá conta de que os alunos do sexo masculino poderão estar a ser vítimas da reforma do sistema de avaliação adoptada em 1982. Antes, para a conclusão da escolaridade obrigatória, eram determinantes as classificações obtidas nos exames finais. Depois de 1982, passou a vigorar um sistema misto, com os exames a contribuir apenas com uma parcela, sendo as outras derivadas do trabalho ao longo do ano na sala de aula e fora dela.

Após comparar os resultados antes e depois, o HEPI constatou que os rapazes começaram a ficar sistematicamente atrás das raparigas depois desta reforma. “É preciso reconhecer que o problema existe”, alerta. E chama a atenção para o seguinte: “Se o fosso entre os sexos no final da escolaridade obrigatória (e as consequentes diferenças na participação no ensino superior) se deve em grande parte à mudança do tipo de exames e de avaliação – e existem provas de que esta mudança é, pelo menos, parte da razão -, então, nos últimos 20 anos, os rapazes têm alcançado menos do que eram capazes, e isso afectou a sua vida futura.”

O dobro dos chumbos

Em Portugal, como em vários países, a entrada maciça do sexo feminino nas escolas e universidades é um fenómeno relativamente recente, tornado possível pela igualização das oportunidades de acesso. Hoje as raparigas são mais numerosas, valorizam mais os estudos, têm mais êxito. “A diferença de resultados entre rapazes e raparigas tem vindo a acentuar-se, aumentando exponencialmente à medida que acrescem os ciclos de escolaridade, e atinge o seu auge no ensino universitário”, refere Alice Mendonça.

Logo aos 7 anos, no 2.º ano do ensino básico, há mais rapazes a ficar para trás. À entrada do segundo ciclo, no 5.º ano, as taxas de retenção masculinas têm quase duplicado as femininas. No 7.º, ano de estreia do 3.º ciclo do ensino básico, as percentagens de chumbos entre eles permanecem acima dos 20 por cento. Entre as raparigas, este é também o ano mais complicado, mas nos últimos tempos a taxa de insucesso não foi além dos 17 por cento.

No 9.º ano, o último da escolaridade obrigatória, as taxas de retenção das raparigas têm oscilado entre os 11 e os 16 por cento; as dos rapazes nunca estão abaixo dos 16 por cento e têm ultrapassado os 20 por cento.

Antes de entrar na Torre, em 1996, Nuno Leitão deu aulas no ensino oficial. Começou pelo 12.º ano, acabou no 2.º ciclo. Lembra-se de os ter à frente, alunos com 15 anos a marcar passo no 7.º ano. De como estavam magoados, encurralados: “Já não são repetentes, são resistentes à escola.”

Mão-de-obra barata

Continuam a nascer mais rapazes do que raparigas (em cada 100 nascimentos, 105 são do sexo masculino). Por causa disso o seu número é superior nos primeiros anos de escolaridade. Mas, devido a taxas de retenção muito superiores às do género oposto, e também porque são largamente maioritários entre os jovens que abandonam precocemente a escola, em grande parte por causa da experiência de insucesso quando lá estão, em Portugal os rapazes começam logo a estar em minoria no 9.º ano.

Para além de ser uma resposta ao fracasso experimentado na escola, este abandono precoce, maioritário nos rapazes, é também fomentado, em Portugal, por um “mercado de trabalho que procura mão-de-obra barata (desqualificada), especialmente masculina”, observa Teresa Seabra.

Pelo contrário, as raparigas vêem nos estudos “um modo de assegurar a sua independência enquanto adultas”. É uma forma de emancipação. No conjunto do ensino superior, já representam mais de 50 por cento dos inscritos e ultrapassam os 70 por cento em cursos como os de Direito ou os que estão ligados à saúde. Entre os que conseguem chegar ao fim de um curso e obter uma licenciatura, 60 por cento são mulheres.

Estudos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) confirmam que uma pessoa licenciada tem muito mais hipóteses de vir a auferir um rendimento superior ao de uma que o não seja. Em Portugal, no caso dos homens, aquela organização situou a diferença nos oito por cento.

Num artigo publicado no jornal britânico Observer, Bahram Bekhradnia lembra outras vantagens de ter um diploma: sabe-se que “a educação superior acarreta benefícios sociais e académicos”, que “uma pessoa que esteve na universidade tende a apresentar uma melhor saúde física e mental”, que esta formação e experiência têm “um enorme efeito socializante”.

No passado, estes benefícios foram negados à maioria das mulheres. Agora, são os homens que, “ao não irem para a universidade em tão larga escala”, estão a ser privados disto tudo. “Penso que é uma verdadeira desgraça”, diz Bekhradnia.

No Reino Unido, para igualar a taxa de participação feminina, teria sido preciso que, s?? no ano passado, entrassem, nas universidades britânicas, mais 130 mil estudantes do sexo masculino.

Diferentes apetências

“Se os professores não aprendem a lidar com as diferenças, os alunos acabam por chumbar. E isto verifica-se sobretudo com os rapazes”, avisou, numa entrevista à Visão, o filósofo norte-americano Michael Gurian.

Para além das diferenças entre os géneros que são culturalmente induzidas, vários estudos neurológicos têm demonstrado que as raparigas têm mais apetência para a comunicação verbal e para movimentos finos, “tarefas” a cargo do hemisfério esquerdo do cérebro, que se desenvolve nelas bem mais cedo do que nos rapazes. E os rapazes têm mais apetência para tarefas visuo-espaciais, uma vez que o hemisfério direito, “construtor e geómetra”, é mais activo no sexo masculino. “Têm vias e tácticas diferentes para aprender o mesmo”, disse ao diário espanhol El País o neurologista Hugo Liano.

O projecto PISA, lançado pela OCDE para medir a capacidade dos jovens, de 15 anos, na literacia em Leitura, Matemática e Ciências, demonstrou, com a série de três provas já realizadas nos 32 países-membros, que os melhores resultados a Matemática tendem a ser alcançados por alunos provenientes de famílias em que os níveis de educação e o status profissional são mais elevados. Mas, em média, foram os rapazes que apresentaram melhores resultados em Matemática e Ciências e as raparigas em Leitura.

Os exames nacionais do 9.º e 12.º ano têm, em Portugal, confirmado esta tendência. Mas no ano passado a média das raparigas nos exames de Matemática do secundário foi superior à dos rapazes. E esta inversão poderá não ser esporádica, avisa Alice Mendonça: “O aumento da discrepância na capacidade de leitura entre os sexos faz com que as raparigas comecem a ultrapassar os rapazes nestas matérias.” Por enquanto, e apesar de maioritárias no ensino superior, elas continuam a ser franca minoria nos cursos de Informática, Arquitectura e nos de Engenharia Técnica.

Separá-los resulta?

Para conter a maioria feminina, em Portugal, há alguns anos, houve quem chegasse a propor a introdução de quotas para homens nas faculdades de Medicina. Em países onde o debate está lançado, há quem defenda o regresso às escolas separadas. Mas são mais os que propõem estratégias de ensino diferenciado que coabitem no mesmo espaço. Seja através de aulas separadas para as disciplinas onde as diferenças são maiores, seja através de reforços específicos de certos conteúdos pedagógicos.

Nos Estados Unidos, onde os rapazes estão a abandonar o equivalente ao ensino secundário a um ritmo superior ao das raparigas (em cerca de 30 por cento), as escolas oficiais foram autorizadas a abrir turmas diferenciadas.

No Reino Unido, as escolas do pré-escolar receberam instruções do Governo para, a partir deste mês, reforçarem os exercícios de escrita com “materiais engraçados”, junto dos rapazes de 3/4 anos, de modo a reduzir as fortes diferenças entre os sexos na escrita e leitura, que se fazem sentir pouco depois, à entrada na primária.

Esta iniciativa está a ser contestada por especialistas de desenvolvimento infantil que chamam a atenção, entre outros factores, para o facto de muitas crianças, e especialmente as do sexo masculino, não terem ainda adquirido, nestas idades, as capacidades de motricidade fina necessárias ao desenvolvimento da escrita.

Alice Mendonça vê a adopção de estratégias diferenciadas nas escolas como “um novo desafio social” a que urge deitar a mão. Em Portugal, não fazem parte do programa do Governo. Resposta ministerial ao P2: “Não existe qualquer orientação expressa pelo Ministério da Educação sobre a abordagem diferenciada por género, como estratégia de aprendizagem.”

O ministério lembra que a Lei de Bases do Sistema Educativo, aprovada em 1986, atribui ao Estado a responsabilidade de “assegurar a igualdade de oportunidade para ambos os sexos”, e que, no ensino pré-escolar, “cada educador tem autonomia e responsabilidade para gerir o currículo”, devendo “estimular o desenvolvimento da criança tendo em conta as suas características individuais”.

Nuno Leitão concorda que, no geral, e não só no pré-escolar, os programas oficiais deixam um bom espaço de manobra: “É o professor quem decide, na sala de aula, a organização das aprendizagens. Pode fazê-lo optando pela que lhe dá mais jeito, mas também pode escolher, em vez disso, a que é melhor para os alunos.”

Defende que os professores devem estar sensibilizados para as diferenças entre os dois géneros, mas não apoia a adopção de estratégias diferenciadas. Na sua escola, que funciona do pré-escolar ao 2.º ciclo, incentivam-se as perguntas dos alunos (uma “pedagogia preciosa”), o debate colectivo, as experiências feitas pelas próprias crianças (em vez de estarem a ver o professor a fazê-las), a curiosidade, a memorização. “Dá-se a oportunidade aos alunos de conseguirem, de forma autónoma, construir um sentido para as coisas, que é o que eles procuram antes de mais, criando assim uma motivação intrínseca que os leva a querer saber mais.”

É quase uma ilha. E não só pelo facto de não se registar ali o hiato de resultados entre raparigas e rapazes que anda a sobressaltar meio mundo. Esse hiato, frisa Teresa Seabra, é também fomentado pelos modelos veiculados pelos media: “Ser bom aluno, sendo rapaz, funciona, em alguns grupos de pares, como um handicap.”

Se os rapazes passarem a interiorizar, maioritariamente, a ideia de que desafiar a escola e ser mau aluno é “normal”, estarão criadas as condições para que os homens sejam, amanhã, uma nova classe baixa das sociedades desenvolvidas ocidentais.»

In: http://jornal.publico.clix.pt/noticia/27-01-2010/vem-ai–uma-geracao-de-rapazes-frustrados-18656888.htm, a 27 de Janeiro de 2010, em Jornal Publico

O Meu Comentário:

A minha opinião relativamente a este assunto, é que a disparidade entre rapazes e raparigas, nos diversos graus de ensino, tende a acentuar-se, devido a diversos factores, também enumerados na peça jornalística.

De tal forma que, muitos não me espanta nada que daqui a uns anos, 75% da população estudantil que se pode encontrar nas universidades Portuguesas seja feminina.

Os problemas escolares são mais notórios nos rapazes, pois como até já aqui no blog enumerei, existe uma falta de coordenação entre as matérias escolares leccionadas e a verdadeira realidade do mercado de trabalho. As matérias em algumas disciplinas do secundário são uma «seca» para os alunos em geral, mais especialmente aos rapazes que pretendem simplesmente, ter algo prático e útil para a sua vida profissional, e como tal, desleixam-se, sabendo que o mercado cá fora, os vai absorver, mesmo não tendo estudos, pois existem empregos, onde é feito ponto de honra em não se ter qualificações, assim podem pagar o valor mais baixo possível.

As raparigas são mais metódicas e organizadas, principalmente pela sua natureza e educação, que recebem das mães e do espelho da sociedade, cerca da metade do século passado, assistimos a uma emancipação da mulher, e como tal, a mesma começou a lutar pela sua sobrevivência e pela sua emancipação, o que irá dar origem à independência da mulher, como tal, a mesma na escola aplica-se mais, e consegue melhores qualificações. Outro factor, que faz com que as raparigas, sejam mais bem sucedidas na escola, advém da sua natureza, a rapariga consegue estar dividida em várias tarefas, como tal, consegue estar concentrada a escutar o que a professora fala, escreve ao mesmo tempo, e assimila mais rapidamente; o rapaz, jã não consegue estar a realizar mais que uma tarefa de uma vez, consegue estar na aula a escrever, ouve o colega ao lado, mas não escuta o professor, e é lógico que não assimila aos mesmo tempo, logo, existe uma necessidade por parte do rapaz, em casa de trabalhar mais que a rapariga, para atingir o mesmo patamar, o rapaz, consequentemente, tem tendencialmente actividades extra curriculares mais activas, por exemplo, joga futebol, o que leva logo, necessidade de tempo para os treinos e para os jogos no fim semana, depois é mais boémio e gosta mais de estar com os amigos, é lógico que os estudos que necessitam a dedicação em dobro das meninas, vão ficar prejudicados, devido a esta actividade, mas são coisas inatas, o homem toda a sua vida, nunca foi de ficar preso muito tempo em casa, não estou desta forma, a menosprezar o comportamento das meninas, simplesmente, estou a indicar coisas que deveriam ser corrigidas nos horários dos rapazes, de modo, a que os resultados escolar fosse melhor.

Enfim, depois temos outro problema, eu vou aqui enumerar, eu sempre gostei mais de ter professores homens em detrimento de professores mulheres, não que tenha algo contra as mulheres, que não nada, somente a questão aqui, é que penso que os homens são mais justos a dar notas, no entanto, denoto que como o sistema não é perfeito, as meninas são sempre beneficiadas perante os meninos, e isto advém, possivelmente, de as meninas serem o sexo mais «fraco», e como tal se uma menina estiver em duvida para passar ou reprovar, digamos, se estiver ali na corda bamba, ela vai ser beneficiada, e vai passar; a mesma situação aplicada ao menino, já vai ser tomada como reprovação, e isto, se especialmente for uma professora mulher, tem maior probabilidade de acontecer, pois bem, não estou a dizer que as mulheres são as más da fita, mas penso que é uma das conclusões que concordo com a peça jornalística, pois da mesma, podemos tirar essa conclusão, mas penso que não seja por malvadez das mulheres professoras, mas sim por mais rigor que as mesmas, apresentam e controlam a avaliação, e como tal, o rapaz porque não está tão atento, como tem um comportamento pior, é obvio que quando está na corda bamba cai, penso que, será este o juízo correcto para a situação.

Penso que muito havia a indicar, mas acima de tudo, saliento que o principal problema e mais notório, é a discrepância entre os conteúdos programáticos e a realidade, que fazem com que os jovens se voltem de costas para a escola, tendo como especial preponderância os rapazes.

Tenho Dito

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Conheça os Grandes Hoteis Onde Foram Rodados Filmes de Hollywood…Existe Um Português…Venha Saber Onde…

Janeiro 28, 2010

Hotel Plaza em NY é um dos selecionados para os filmes.... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

Hoje e mais acto curioso, trago mais um tema sobre hotéis, neste caso trago os hotéis onde foram rodados filmes de Hollywood, passo a transcrever a mesma, mas não tecer nenhum comentário, devido a não perder a piada.

«Hotéis que são estrelas de cinema

Oito hotéis que fazem parte de Hollywood

São hotéis que se tornam tão ou mais importantes do que os actores em alguns filmes que fizeram história em Hollywood e Portugal também faz parte da lista dos hotéis que se converteram em estrelas de cinema.

«007, ao serviço de Sua Majestade» foi rodado em 1969 e o cenário escolhido foi o Hotel Palácio Estoril. O filme, protagonizado por George Lazemby, ficou famoso por ser o único em que o 007 deixa o epíteto de solteirão e casa, enviuvando logo de seguida. Construído em 1930, o Hotel Palácio de hoje mantém muitas características desse período.

A saga 007 continua: em «Casino Royale», as mesas de jogo servem de ponto de encontro entre 007 e os adversários e podem ser visitadas no Grandhotel Pupp em Karlovy Vary, na República Checa.

O jogo é rei e senhor em Las Vegas, e não poderia ser outro o cenário do «Ocean`s Eleven». Juntos, 11 especialistas do crime assaltam o cofre de um casino cheio de gente no Bellagio Hotel, num remake do filme Rat Pack, de 1960.

Este é o dois em um: No hotel The Plaza em Nova Iorque, filmou-se o «Crocodile Dundee e Sozinho em Casa 2, no qual até o próprio antigo dono Donald Trump aparece numa cena.

Outro dois em um, mas desta vez em Paris: o Hotel Raphael, que se diz ter sido um dos favoritos de Audrey Hepburn, recebeu «The darjeeling limited», um filme de Wes Andersson sobre três irmãos que viajam pela Índia. O prólogo é uma curta-metragem independente, «Hotel Chevalier».

Um Jack Nicholson louco vagueia pelo isolado Overlook Hotel. Quem quereria visitar este espaço que aparece no fime «The shining»? Mas ele existe mesmo, é no Stanley Hotel e está situado mesmo ao lado do Rocky Mountain National Park no Colorado (EUA).

«Pretty woman», a famosa comédia romântica com Richard Gere e Julia Roberts foi encenada maioritariamente noBeverly Hills Hotel, situado na Wilshire Boulevard, perto do famoso Rodeo Drive.

Finalmente, Tóquio e «Lost in translation»: Scarlett Johansen e Bill Murray começam a gostar da estadia em Tóquio quando se conhecem , estabelecendo uma relação mágica. O hotel onde ambos ficam hospedados é o Park Hyatt, cujo restaurante fica, imagine-se, no 52º piso! »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/hoteis-hollywood-cinema-turismo/1134366-4058.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 26 de Janeiro de 2010, em Agência Financeira

Bons Filmes

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Onde Colocar as Poupanças em 2010…Veja Os Melhores Perfis de Investimento…

Janeiro 27, 2010

Perfil de Investimento Para 2010 Fonte: http://www.vitlog.com.br

Hoje trago uma notícia que pode ser sempre útil, para poder canalizar os investimentos deste mesmo ano, aproveitando uma notícia que vou aqui transcrever e que saiu ontem num diário da nossa praça, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

«Perfil de investidor. Diz-me onde investes e dir-te-ei quem és

Fique a saber quais os investimentos mais adequados ao seu perfil

Nas últimas duas semanas, as perdas registadas pelo principal índice da bolsa portuguesa poderão ter tirado o sono a alguns investidores. Se é o seu caso, talvez seja melhor avaliar se o seu perfil de investidor tolera o risco associado às acções.

Se é daquelas pessoas que investem em acções, mas, quando enfrenta um ciclo de perdas das bolsas, fica nervoso ou não consegue dormir descansado, então provavelmente não devia ter acções na sua carteira de investimentos.

A teoria é apresentada por muitos especialistas de forma a explicar qual a tolerância de cada investidor ao risco e, a partir daí, concluir que activos devem compor o seu portefólio.

Existem, no entanto, outras formas de avaliar o perfil de investidor. Tendo atenção ao actual momento dos mercados financeiros, a questão pode revelar-se ainda mais importante.

No início de cada ano, investidores e gestores aproveitam para reorganizar a carteira e rever as estratégias em função das previsões e expectativas.

Em 2009, ano que terminou positivo para os principais mercados, a praça nacional não foi excepção e o PSI 20 encerrou o ano com ganhos de 34%.

O índice nacional arrancou em 2010 a subir. No entanto, interrompeu o ciclo de ganhos há duas semanas; só na semana passada acumulou uma perda de 4,43%. Alguns investidores tremeram com o susto – um indicador de que a tolerância que têm ao risco pode ser bem menor do que pensavam. O PSI 20 acabou por seguir a tendência das restantes praças europeias, que encerraram a última sessão em queda. Contas feitas, desde este ano o PSI 20 está a perder 4,08%.

Apesar das correcções da última semana, os especialistas mostram-se optimistas para a primeira metade do ano. Por essa razão, muitos investidores que não conseguiram aproveitar a onda de ganhos de 2009 equacionam agora a possibilidade de entrar no mercado de acções. Mas será que todos devem investir nesta classe de activos? E que peso cada classe de activos deve ter na carteira?

Para responder a estas questões, o i pediu aos especialistas da direcção de investimentos do Banco Best que elaborassem um teste composto por nove perguntas que lhe permitam avaliar, de uma forma genérica, qual o seu perfil de investidor.

Os resultados permitem enquadrar os investidores em quatro perfis: muito conservadores, conservadores – ambos avessos ao risco -, moderados (aceitam correr algum risco para conseguir um retorno mais elevado) e dinâmicos, os mais ousados, que não têm receio de apostar em aplicações mais arriscadas.

Para determinar se um investidor deve seguir uma estratégia mais agressiva ou moderada há que avaliar não só os conhecimentos financeiros mas também experiência, situação financeira e objectivos de investimento nos mercados financeiros.

Para que possa começar a organizar a sua carteira, depois de conhecer o seu perfil, descubra quais as aplicações ideais, e que peso cada uma deve ter para os três tipos de perfil de investidor mais comuns: conservador, moderado e dinâmico.

O i pediu a três casas especialistas que apresentassem uma carteira de investimento para cada um dos perfis em que o investidor tenha um horizonte temporal de investimento de pelo menos dez anos. O Activobank7 apresenta uma proposta para um perfil conservador, o Banco Best faz uma sugestão para um perfil moderado e o Banco Big para um perfil dinâmico.

Dado o horizonte temporal, as propostas apresentadas devem ser avaliadas a longo prazo. Ainda assim, o conselho dos especialistas é que “todo o investidor deverá garantir, em qualquer momento de mercado, um grau de diversificação dos riscos da sua carteira suficiente e condizente com os objectivos que traçou no momento em que tomou a decisão”, explica o director de investimentos do Banco Big, Rui Broega.

Três carteiras

Perfil conservador: para este tipo de investidores o objectivo principal é não perder dinheiro. Preferem investimentos de risco baixo, assumindo por isso uma expectativa de rentabilidade mais limitada. O ActivoBank7 propõe uma carteira com 90% em obrigações e 10% em acções. Dentro da classe de activos de obrigações, recomenda 50% do investimento no fundo UBS (LUX) SF Yield (EUR) BG.

Perfil moderado: são investidores dispostos a assumir algum risco para obter um retorno  mais atractivo. O  Banco Best propõe uma carteira diversificada, em que as acções assumem o maior peso. “Dado o horizonte temporal de muito longo prazo, cremos que o investidor moderado não deseja uma exposição excessiva a risco, mas a extensão temporal do investimento permite uma alocação maioritária a instrumentos de maior risco.”

Perfil dinâmico: estes investidores estão dispostos a arriscar mais para conseguir maiores rendibilidades. O Banco Big privilegia o segmento de acções. “A proposta assenta numa alocação mais diversificada, que combina diferentes prémios de risco de mercado a fim de assegurar a estabilidade da carteira no longo prazo, preservando o capital do investidor.”
A carteira tem 80% em acções e 20% em obrigações.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/43488-perfil-investidor-diz-me-onde-investes-e-dir-te-ei-quem-es, a 25 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Bons Investimentos

RT


O Hotel Menos Reputado do Mundo…Não é Em Portugal…Espreitem e Fiquem a Saber Onde é…

Janeiro 26, 2010

O Pior Hotel do Mundo.... Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

No decorrer do dia de ontem, trouxe um dos melhores hotéis do mundo, e que está em pleno coração do nosso Alentejo. Hoje trago os piores hotéis existentes na Europa, e nisto, podemos ficar descansados que para já, estão no Reino Unido, passo a transcrever a notícia mas não vou tecer nenhum comentário à mesma.

« O pior hotel da Europa

Sujo e imundo classificam Grosvenor. Oito em 10 dos piores hotéis europeus ficam no Reino Unio

O hotel Grosvenor fica perto da torre de Blackpool, em Lancashire, no Reino Unido, mas as más notícias para os hóspedes é que não é possível ver a atracção turística da cidade porque as janelas estão demasiado sujas.

Segundo o «Daily Mail», que se baseia nas votações online do TripAdvisor, dez hotéis figuram na lista dos piores da Europa, encabeçada pelo Grosvenor, em Blackpool, no Reino Unido, seguido de Villaggio Club Porto, em Budoni, Itália, e o Hotel do Park, em Londres.

Os utilizadores do TripAdvisor queixam-se dos quartos mal cheirosos, dos lençóis com manchas, das paredes com humidade e das camas que se assemelham a bancos de jardim.
Os comentários publicados no TripAdivsor vêm acompanhados por fotografias de louças de casas de banho partidas, tectos imundos e tomadas eléctricas sem conserto.

Mas o Grosvenor, que cobra 25 libras por pessoa, não é o único hotel no Reino Unido a precisar de uma reforma: desta lista dos piores da Europa figura 8 hotéis britânicos.

Dos 33 clientes que fizeram a avaliação do hotel de 2 estrelas, 28 admitiram ter passado uma estadia «terrível».

Um dos hóspedes do hotel escreveu: «Quando abri a porta, fui recebido por paredes com humidade, tecto com bolor, azulejos a cair na casa de banho, buracos nas tomadas eléctricas e o cabo da televisão pendurado».

Nesta lista, constam ainda, em quarto lugar, o Boston Court, em Londres; em quinto, o Cromwell Crown, também na capital britânica; seguido do hotel Dam, em Amesterdão, Holanda. Os 7º, 8º e 9º lugar da lista de piores hotéis são também em Londres e a 10 posição cabe ao hotel Minster, em York. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/dinheiro/reino-unido-hotel-hoteis-viagens-ferias-tripadvisor/1134064-3851.html, a 25 de Janeiro de 2010, em Agência Financeira

Nem Tudo é Mau em Portugal…

RT


Em Portugal Existe Um Dos Melhores Hoteis do Mundo… Espreite e Veja Onde…

Janeiro 25, 2010

Um dos Melhores Hoteis do Mundo.... Fonte: http://www.ionline.pt/

Para se começar a semana em grande, uma boa notícia, saiu na semana passada num diário da nossa praça, sabia que um dos melhores hotéis do Mundo, está em Portugal, saiba onde na noticia que vou transcrever.

« Um dos melhores hotéis do mundo está no meio do Alentejo

O Convento do Espinheiro é o único hotel português a figurar no ranking dos 500 melhores hotéis do mundo da revista “Travel and Leisure”. Saiba porquê

Um dos melhores do mundo
O Convento do Espinheiro, em Évora, tem menos de cinco anos de existência, mas foi reconhecido pelos leitores da revista norte-americana “Travel and Leisure” como um dos 500 melhores hotéis do mundo. Para Maria Carapinha, sub-directora do espaço, esta distinção veio trazer “mais peso e responsabilidade a um hotel que procura a exclusividade e excelência do serviço, e que trabalha para que os clientes se sintam em casa”. O complemento do nome do convento – A Luxury Collection Hotel & Spa – deixa adivinhar porque foi o único hotel português incluído no ranking. Os Luxury Collection são um grupo de hotéis e resorts que oferecem um serviço de alta qualidade a uma clientela de elite. E luxo é aqui a palavra de ordem, das suites com camas de príncipe aos oito hectares de jardins, passando pelo heliporto.

A história
A envolvente histórica e cultural do Convento do Espinheiro é uma das suas mais–valias. Serviu de hospedagem a muitos reis e, em 1481, D. João II, devoto da Virgem do Espinheiro, escolheu o convento para realizar as Cortes. Actualmente o convento está classificado como monumento nacional e o hotel faz por preservar “o contacto com tudo o que é genuíno e autêntico na região”: as ervas aromáticas da zona, o azeite feito a partir das 500 oliveiras do espaço ou os passeios organizados para conhecer os costumes e tradições alentejanas. O hotel fica numa colina a dois quilómetros de Évora, com vista sobre a cidade.

A gastronomia
No Alentejo, nada como ser-se alentejano. O Convento do Espinheiro faz questão que os hóspedes saiam de lá a saber o mais possível. E gastronomicamente satisfeitos. Há aulas de culinária (é o sítio ideal para aprender a fazer migas) e visitas à horta e à adega, com mais de 600 referências de vinho. Há vários restaurantes e bares à disposição: o Acqua Lounge Pool Bar, à beira da piscina, com sanduíches, saladas, tapas e pratos quentes; o Cisterna Wine Bar, com provas de vinhos e degustações de produtos regionais; o Pulpitus, situado na antiga cozinha dos monges; o restaurante Claustrus, para pequenos-almoços e almoços à la carte, com cozinha mediterrânica; e o restaurante Divinus, na antiga adega, com cozinha de fusão.

O spa
Pelo simples facto de ficar longe de uma grande cidade, no meio do Alentejo, o Convento do Espinheiro já parece um bom sítio para relaxar. Mas se quiser levar o conceito ainda mais longe, pode sempre aproveitar o Diana Spa, que também já recebeu várias distinções. A mais recente foi em 2009, com o prémio Portugal’s Leading Spa Resort, atribuído pelo World Travel Awards. O spa oferece tratamentos corporais desintoxicantes, adelgaçantes, tonificantes e refirmantes, massagens com chocolate, esfoliações com óleos, sais ou café, tratamentos especiais para homem, massagens com pedras quentes, tratamento à base de ouro marinho, bambuterapia, rituais de rejuvenescimento ou tratamentos para grávidas. Se preferir actividades mais enérgicas, pode dar umas braçadas nas piscinas (exterior e interior), dar uso ao ginásio ou jogar uma partida de ténis ou paddle.

O alojamento
Tratando-se de um hotel de luxo, já pode imaginar o que o espera: camas de tamanho gigante, banheiras desenhadas por Philippe Stark, LCD e leitores de DVD, amenities Bulgari, vistas para a piscina ou para o jardim, jacuzzis e terraços privativos. Os preços por noite vão dos €245 aos €2500.

Convento do Espinheiro, Canaviais, Évora, 266 788 200. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/43109-um-dos-melhores-hoteis-do-mundo-esta-no-meio-do-alentejo, a 22 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Boa Semana!!

RT