O Futuro do GPS….Venha Conhecer as Novas Tendências…

O Futuro do GPS...

Hoje trago uma novidade tecnológica, isto porque achei a mesma ideia bastante interessante, ou seja, as tendências do futuro do GPS, passo a transcrever a mesma, mas não vou tecer nenhum comentário à mesma.

« TomTom: o futuro está no GPS para andar a pé e prever o trânsito em tempo real

Mercado dos navegadores GPS está ao rubro, com Google e Nokia a tentar ocupar espaço nos telemóveis

«Há toda uma indústria de mapas em papel que será seriamente ameaçada nos próximos anos, quando os consumidores começarem a levar um GPS no bolso, ao lado do telemóvel e do iPod. Andar a pé em cidades desconhecidas será tão fácil como descobrir qual a exposição que inagura naquela galeria ou a peça que está em exibição naquele teatro.

E com as novas tecnologias de previsão de trânsito em tempo real, trazer um mapa no porta-luvas para descobrir estradas alternativas durante um engarrafamento será tão do século passado que o melhor é pôr o mapa de papel na caixa de recordações. Porque o caminho mais provável é o da extinção. “O mundo da navegação mudou”, afirma Harold Goddijn, CEO da líder europeia em navegadores portáteis TomTom, que falou com o i na sede da empresa, em Amsterdão. “A nova geração já não sabe usar mapas de papel”, reconhece o responsável da empresa, que foi pioneira no mercado e divide a liderança mundial com a Garmin. Nos próximos anos, vamos assistir a uma luta interessante entre os especialistas e os novos players, Google e Nokia, que querem o mercado dos mapas para telemóveis. Afinal, porquê comprar um navegador GPS se é possível ter a aplicação gratuita no telemóvel? A TomTom acha que sabe a resposta.

Trânsito em tempo real Quem já demorou duas horas a percorrer 15 quilómetros entre a A1 e a 2ª Circular pagaria, de bom grado, por um GPS que avisasse com antecedência o que se iria passar à frente. Mas como pode o navegador encaixado no pára-brisas receber essa informação a tempo de o redireccionar antes de chegar à cauda da fila?

“Usamos os telemóveis em funcionamento e vemos como é que se estão a mover nas estradas. Não precisam de ter GPS; o simples facto de estarem a mudar de torre de telemóvel para torre de telemóvel permite calcular a velocidade a que os donos do carros que estão a usar o telemóvel conduzem”, explica Harold Goddijn. Parece improvável, mas é assim que funcionam os navegadores da Tom-Tom com HD Traffic (trânsito em tempo real). A empresa junta os dados da triangulação dos telemóveis com a informação vinda dos carros com navegadores TomTom e adiciona informações oficiais (por exemplo, aviso da polícia de corte de estrada devido a manifestação). O resultado é, segundo o CEO, “um nível de precisão muito elevado”.

Apesar de ainda não haver concorrência nesta tecnologia, Goddijn acredita que outras empresas vão investir em soluções semelhantes. Em Portugal, a TomTom lançou o HD Traffic em parceria com a Vodafone. Não há dados sobre a adesão, visto que é um serviço pago, mas o objectivo inicial é conseguir que 30% dos clientes com navegadores capazes do serviço (isto é, com o módulo GPRS) se tornem assinantes.

GPS para peões Não é uma novidade nos navegadores para automóvel, que já incluem um “modo pedestre” há anos. Mas a ideia de comprar um navegador só para andar a pé é recente. Trata-se de um equipamento mais leve e pequeno que os tradicionais, fácil de trazer no bolso e com indicações que só interessam aos peões – lojas, empresas, pontos de interesse, ruas onde os carros não podem circular. “Vamos assistir a um maior investimento em conteúdos que permitem às pessoas andar na cidade com um equipamento de navegação. São aplicações mais baratas, é uma tendência”, garante Goddijn. A TomTom, ao contrário da Garmin, não lançou nenhum PND (portable navigation device) exclusivo para pedestres, embora esteja a investir em software. É aqui que os telemóveis podem fazer a diferença.

Telemóvel ou navegador Prever complicações no trânsito é um dos trunfos que a TomTom tem sobre as aplicações gratuitas, como as que a Nokia e a Google lançaram. Mas não é o único.

“Estamos literalmente a mexer com a vida das pessoas, a mandá-las para a esquerda ou para a direita. Influenciamos o seu comportamento de forma real, por isso é preciso sermos muito bons no que fazemos”, avisa Goddijn. Ciente da ameaça da Google, nota que “a qualidade não é boa o suficiente, excepto para uso ocasional”, já que os mapas são desenhados para ver e não para interagir. Goddijn espera que a qualidade melhore, mas vai dizendo: “As pessoas confiam nos PND, na forma como funcionam, na velocidade e precisão. Os PND vão fazer o que é preciso, os telemóveis nem sempre. O ecrã, o teclado e o sistema operativo não foram desenhados para a navegação. E se o telemóvel toca? Pára a navegação. É um tipo de utilização diferente, mais casual”, completa. O telemóvel será mais apropriado para a navegação pedestre e não para a automóvel. Ou seja, o melhor é ter os dois…»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/44633-tomtom-o-futuro-esta-no-gps-andar-pe-e-prever-o-transito-em-tempo-real—video, a 01 de Fevereiro de 2010

Boas Navegações

RT

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