Como Se Ultrapassa o Pessimismo dos Portugueses Face à Economia…Venha Saber Como…

Como Contornar o Pessimismo dos Portugueses... Fonte: http://www.cybereconomia.files.wordpress.com

Hoje trago um artigo onde é analisado o pessimismo dos Portugueses, face à sua vida, à economia, e ao país onde estamos inseridos, passo a transcrever a referida peça e de seguida vou efectuar um comentário ao assunto.

«Portugueses sofrem de pessimismo: há luz ao fundo do túnel?

Consumidores olham com desânimo para a tendência da economia, da situação financeira da sua família, para a tendência do desemprego e até para a sua capacidade de poupar

Os consumidores portugueses começaram a ficar mais confiantes em Abril de 2009. Mas, ao chegarem perto do final do ano, as coisas descambaram. Há quatro meses que o pessimismo está de volta. De mês para mês, os consumidores perdem confiança e em Fevereiro os portugueses não encontraram um único motivo de alento.

Os Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores, feitos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), analisam o sentimento dos portugueses em relação a vários aspectos, para concluir se estão mais ou menos optimistas. Em Fevereiro, nenhum dos aspectos analisados animou os portugueses: a queda da confiança resultou do contributo negativo de todas as componentes.

O saldo de respostas extremas (SER) relativo às perspectivas sobre a evolução da situação económica do país tem vindo a diminuir significativamente desde Dezembro, apresentando o contributo negativo mais intenso. Mas também o SRE das expectativas sobre a evolução da situação financeira do agregado familiar diminuiu nos últimos três meses, mais significativamente em Fevereiro, contrariando a trajectória ascendente iniciada em Setembro.

Do mesmo modo, o SRE das expectativas relativas ao desemprego aumentou nos últimos quatro meses, embora de forma menos expressiva em Fevereiro, invertendo a forte diminuição observada desde Abril.

Sem surpresa, as perspectivas de evolução da poupança têm vindo a agravar-se desde
Novembro, contrariando a recuperação iniciada em Maio, mas apresentando um movimento ténue no mês de Fevereiro.

Clima económico também piora

O indicador de clima económico tem vindo a diminuir ligeiramente desde Dezembro, contrariando o forte aumento iniciado em Maio, após ter atingido nos dois meses anteriores o mínimo histórico da série.

Ainda assim, em Fevereiro observou-se um aumento dos indicadores de confiança sectoriais correspondentes à Indústria Transformadora, ao Comércio e aos Serviços, mais significativo no último caso. Em sentido oposto, agravou-se a trajectória descendente do indicador relativo à Construção e Obras Públicas.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-europa-confianca-pessimismo-agencia-financeira-clima-economico/1142287-1730.html, a 25 de Fevereiro de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

Relativamente ao tema em análise, penso que é uma triste realidade, mas os portugueses sofrem de pessimismo, mas não por serem pessimistas, mas por saberem analisar os problemas que os rodeiam, por detectarem que as condições de vida vão paulatinamente regredindo, em vez de sofrerem incremento.

Parece que só os governantes, é que não conseguem ver, que as condições de vida dos portugueses tem vindo a decrescer, apesar de o referido governo, ter enumerado que a crise já terminou, no entanto, a taxa de desemprego tem disparado, e neste momento sobe pelos 2 dígitos acima, o que convenhamos, é um caso preocupante, se denotar-mos que este ano, foi ano em que as pessoas mais solicitarem reforma, apesar das penalizações por se reformarem antes dos 65 anos, logo concluímos que o caos, está nos casais de meia idade, e especialmente gravíssimo num nicho muito importante da sociedade, os licenciados jovens, estes são os que fazem com que o país evolua, são os responsáveis por crescimento dos países, e no caso português, são os que são mais desprezados pelos governantes.

Outro problema, é que os portugueses, começam a tomar consciência que, com a baixa natalidade, e com o decréscimo ainda mais acentuado que se vai notar na natalidade, as reformas dos que se reformam nos dia de hoje, não devem ficar asseguradas até ao final da vida das pessoas, isto tendo em conta, que a taxa de esperança média sofreu um incremento nos últimos 15 anos, elevando a vida das pessoas, para níveis nunca vistos antes.

Então…Qual a solução? Esta é a questão colocada por muitos portugueses, e que continua sem resposta, e que tende a morrer solteira, pois a solução, pelo menos na minha óptica passa por um plano, que deve ser idealizado e colocado em prática no médio a longo prazo, o que convenhamos, em 4 anos de mandado de cada governo, não dá para se colocar o mesmo em prática, pois 4 anos, é muito curto, outro factor adverso é que muda a cor política, muda o teor das leis governativas, ou seja, em vez de se continuar com o iniciado pelo executivo transacto, quebra-se e faz-se tudo de novo, e então, nunca se consegue o pleno.

Penso mesmo, que os governantes ainda não sabem para quem trabalham, e para quem trabalham, são os portugueses, e como tal, devem responder às necessidades, desejos e motivações dos portugueses.

O país tem como mais urgente o desemprego das pessoas licenciadas e a estabilidade dos empregos das mesmas, para que se consiga incrementar a natalidade, de forma a não só assegurar as reformas dos mais idosos, mas também de dar continuidade a profissões que podem vir a desaparecer, e consequentemente, vir a originar mais desemprego, tais como educadoras de infância, professores, pediatras…etc.

O que os portugueses pedem aos governantes, são soluções tangíveis e capazes de levar os país a bom porto, necessitam de respostas e não comunicações de mais sacrifícios, necessitam de planos a médio e longo prazo, e não soluções que abarcam e remedeiam somente no imediato.

Venho desta forma, indicar mesmo, que a solução do problema de Portugal, passa invariavelmente por uma aposta concreta na juventude licenciada, esta juventude, serão os governantes de amanha, e se agora se sentem «presos» e não conseguem viver por si, ou seja, terem liberdade, como pensam, que vão orientar o país no futuro? Como pensam que vão educar os filhos, com que princípios?

Deixo um apelo, mais uma vez e para terminar.

APOIEM OS JOVENS LICENCIADOS…

Deixo a questão: Que Opinião tem Sobre as Causas do Pessimismo dos Portugueses?

Tenho Dito

RT

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2 pensamentos sobre “Como Se Ultrapassa o Pessimismo dos Portugueses Face à Economia…Venha Saber Como…

  1. por vezes eu tenho dito: que em portugal as unicas pessoas felizes serão os doidos, porque devido á sua falta de consciencia perante a realidade, não chegam a perceber esta dura realidade.

    • Olá Nelson Cravo

      Desde já agradeço a sua participação no Blog.

      Gostei do seu comentário, tem razão, é verdade, só mesmo os loucos é que não se apercebem da bandalheira em que anda o país.

      Sem mais agradeço

      RT

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