Bebibas com Gás São Causa de Envelhecimento Precoce…

Bebedas Com Gás Causam Envelhecimento Precoce.. Fonte:http://3.bp.blogspot.com

Hoje trago uma notícia sobre uma curiosidade para proteger a nossa saúde, de tal forma que passo a transcrever a peça jornalística, no entanto, não a vou comentar, por ser bastante evidente.

« Bebidas com gás aceleram o envelhecimento

Elevados níveis de fosfatos também presentes em alguns alimentos causam rugas e problemas de saúde

As bebidas gaseificadas podem contribuir para o envelhecimento precoce, revela um estudo publicado na Revista da Federação de Sociedades Americanas para a Biologia Experimental. Os investigadores concluíram que o fosfato usado para criar as bolhinhas nas bebidas (em reacção com o dióxido de carbono) – também presente em carnes processadas, queijos e pão para realçar e conservar o sabor – contribui não só para o envelhecimento da pele, como para o aparecimento de doenças renais e problemas cardiovasculares associados à velhice.

“Os seres humanos precisam de uma dieta saudável e controlar as doses de fosfatos que ingerimos conta muito para uma vida longa e saudável”, explicou Mohammed Razzaque, do Departamento de Medicina, Infecção e Imunidade na Escola de Medicina Dentária de Harvard.

A experiência levada a cabo com três grupos de ratinhos serviu para comprovar a toxicidade dos altos níveis de fosfato no organismo daqueles animais – efeito que, segundo os investigadores, tem paralelo em outros mamíferos, incluindo o homem.

“As bebidas gaseificadas, especialmente as que incluem cafeína na sua composição, são das mais ingeridas em todo o mundo”, realçou Gerald Weissmann, editor da revista científica que publicou o estudo, ao “Telegraph”. “Com esta pesquisa, descobrimos que níveis equilibrados de fosfatos são fundamentais para um processo de envelhecimento saudável. Há que manter esse equilíbrio”, conclui.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/57490-bebidas-com-gas-aceleram-o-envelhecimento, a 29 de Abril de 2010, em Jornal I

Boa Dica!

RT

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Em Vez de Comprar Uma Louis Vuitton, Alugue-a ou Compre em Segunda Mão…Conheça Aqui os Detalhes…

Alugue uma Louis Vuitton... Fonte: http://www.momist.com

Hoje trago um conceito engraçado, que pode ser adoptado, pelas senhoras que querem aparentar que são ricas, no entanto, não o são. Ou seja, é algo adequado, a quem quer viver de aparências, passo a transcrever a referida notícia, mas não vou comentar a mesma.

« Não tem dinheiro para comprar uma Louis Vuitton? Alugue

Esqueça as imitações compradas em feiras. Agora há um site português onde pode alugar malas de 5 mil euros por cerca de 25 euros

No filme “Sexo e a Cidade”, a protagonista Carrie Bradshaw fica perplexa quando descobre que a sua assistente tem uma mala Louis Vuitton. Não daquelas que se vendem na feira, com o nome Luís Vítor, mas um exemplar autêntico da marca francesa – o modelo Patchwork Denim Bowly – que custa perto de 1300 euros. “Como é que uma rapariga de St. Louis, a partilhar a casa com três pessoas, consegue comprar uma Louis Vuitton?”, pergunta Carrie. Mistério explicado: “A mala é alugada.” Afinal, é uma das centenas de várias marcas (como Fendi, Moschino ou Yves Saint Laurent) disponíveis para alugar no site norte-americano de sucesso bagborrowsteal.com. Por poucos dólares por dia, alugam-se malas que chegam a custar milhares.

Inspiradas pelo filme, que por sua vez é uma adaptação da série favorita de muitas mulheres, três amigas decidiram trazer o conceito de aluguer de malas para Portugal, já comum em Espanha, França e Inglaterra. “Queríamos ter um negócio nosso e pôr em prática aquilo que criticávamos no negócio dos outros”, conta Ana Paula Rocha, uma das sócias da Glamorous, o nome da empresa.

Apesar de trabalhar como administradora hospitalar, decidiu investir 60 mil euros em malas de marca, com as amigas Lia Monteiro e Rita Tomás. Foram a Madrid e compraram os últimos modelos de Louis Vuitton, Dior, Salvatore Ferragamo ou Prada. Ao todo, cerca de 20 carteiras de dez marcas só acessíveis para quem tem muito dinheiro para as encher. Ou não.

Na passada sexta-feira as três sócias lançaram o site http://www.glamorous.pt, onde por 25 euros se pode alugar uma Louis Vuitton por três dias. “Há malas para todo o tipo de eventos, desde casamentos a reuniões de negócios”, explica Ana Paula. “E são raras as mulheres com capacidade económica para comprar estes modelos.”

Se quer fingir que a crise não chegou a si e pretende impressionar os colegas, alugue uma Birkin, o modelo clássico da Hermés. “Custou-nos 5 mil euros e estivemos um ano à espera que fosse fabricada”, conta Ana Paula. “Mesmo assim nem é das mais caras da marca… há umas que chegam a custar 8 mil euros.”

No site há várias possibilidades de aluguer: por três dias, uma semana ou um mês. “Quem quiser ser nosso sócio pode pagar 65 euros por ano e ter descontos em malas e prioridade na lista de espera para conseguir alugar a preferida.”

Em dois anos, Ana Paula prevê recuperar o investimento, mas acha que o grande sucesso da Glamorous pode ser o negócio de malas usadas, também à venda no site. “No sábado vendemos a nossa primeira carteira, um modelo antigo da Louis Vuitton, por 100 euros.” Os clientes podem pôr as suas preciosidades à venda online, desde que sejam autênticas.

A seguir às carteiras, Ana Paula quer estender o aluguer a relógios de luxo para homens: “Há muitos que gostam de assinar contratos com um relógio novo ou de ir a reuniões com modelos caros e sempre diferentes.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/57295-nao-tem-dinheiro-comprar-uma-louis-vuitton-alugue, a 28 de Abril de 2010, em Jornal I

Deixo a Questão: Que pensa de nos dias de hoje se poder viver de aparências?

Tenho Dito

RT

Em Portugal, 9 em 10 Empregos São Precários…Conheça Aqui os Detalhes…

Empregos Precários São 9 em Cada 10 Fonte: http://sanantonio.com.br

Hoje trago uma notícia, que mesmo sendo da semana transacta, eu guardei a mesma, pois queria a comentar, quando tivesse mais disponibilidade para tal, e então, reservei a mesma para o dia de hoje, vou transcrever a mesma, e de seguida vou tecer um comentário sobre o assunto.

« Nove em cada dez empregos são a prazo e nunca melhoram

Educação continua a ser premiada com salários mais altos, mas políticas devem incentivá-la

Em cada dez novos empregos, nove são precários e raras vezes desembocam em contratos permanentes.

São sobretudo ocupados por jovens, por norma mais qualificados, o que distorce a regra segundo a qual mais instrução melhora a situação profissional.

O facto de a esmagadora maioria dos empregos criados serem precários e ocupados pelos mais habilitados foi realçado por Nuno Alves, Mário Centeno e Álvaro Novo para justificar o pedido de medidas que ajudem a valorizar a educação. Num estudo publicado pelo Banco de Portugal, defendem que a educação traz benefícios para quem a tem (salários mais altos) mas, sobretudo, para a sociedade. Por exemplo, referem, Portugal não poderá ser mais rico enquanto os trabalhadores e empresários tiverem um nível de qualificação global tão baixo quanto têm agora.

Por isso, entendem, as políticas públicas devem incentivar a educação e eliminar factores que distorçam esse objectivo. Entre eles está um mercado de trabalho “bastante segmentado”, ou seja, em que os empregos nos quadros das empresas, geralmente ocupados pelas gerações mais antigas e menos qualificadas, são mais estáveis do que os que vão sendo criados, na maioria precários e ocupados por jovens, por norma mais qualificados. Desta forma, os jovens não vêem recompensado o esforço feito na sua qualificação.

IRS deve incentivar estudos

Além disso, conclui o estudo, a política de impostos não incentiva as pessoas a prosseguir estudos. “O sistema fiscal deve discriminar positivamente aqueles que investem em níveis mais elevados de educação”.

Em Portugal, contudo, as deduções de despesas de educação no IRS são iguais, independentemente da formação. Para mais, o Programa para a Estabilidade e Crescimento apresentado pelo Governo em Março reduz, precisamente, o valor das deduções com despesas de educação. “É surpreendente a omissão deste argumento do debate” acerca da tributação da educação, concluem os autores. “Políticas que aumentem o custo da educação através dos impostos podem levar a maiores receitas fiscais no curto prazo, mas fá-lo-ão com o custo, a médio e longo prazo, de níveis mais baixos de educação e, consequentemente, de menor crescimento económico”, lê-se no estudo.

No curto prazo, os autores apelam, ainda, à criação de incentivos para captar “cérebros” imigrantes e evitar que os portugueses qualificados procurem outros países para trabalhar.

Ter “canudo” não é qualificação

Instrução não é sinónimo de qualificação, lembra o estudo, que apela à “universalização do ensino pré-escolar” e à “exigência permanente ao longo dos percursos escolares”. Luís Bento, professor da Católica, acrescenta: “O número de licenciados está dentro da média europeia, mas o tipo de licenciatura é diferente: temos demasiadas pessoas formadas em áreas que não são valorizadas pelo mercado de trabalho e poucas nas áreas científicas”.

Sobretudo, diz, o país conta com poucos quadros intermédios, que terminam o 12.º ano em áreas profissionais ou até fazem cursos pós-secundário.»

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1552603, a 25 de Abril de 2010, em Jornal de Notícias.

O meu comentário:

Pois bem, perante esta peça jornalística, podemos concluir que andam a brincar, com os jovens, especialmente os que estudam, e que tiram um curso superior.

Vejamos o que se passa no mercado de trabalho nos dias de hoje, actualmente os jovens licenciados sem experiência e os recém-licenciados, estão em casa, em virtude de terem ambicionado mais, de terem sido coagidos a estudar, e se formarem, tanto pelos seus familiares, bem como pelos governos, no entanto, os empresários nacionais, especialmente os da PME’s, são pessoas que possuem formação fraca, ou seja, não possuem as devidas qualificações para terem a abertura necessária, e entenderem que a diferença entre contratar uma pessoa com o 12º e um licenciado, para determinadas áreas, pode ser enorme, no que concerne a médio longo prazo, mas também em diferenciação, qualidade, vanguardismo, pioneirismo, etc.

É obvio, que depois não conseguem entender, por que razão o seu negócio está a afundar, quando o do vizinho, que até vende mais caro, é mais rentável, e até está em franca expansão…incrível…não entendem, simplesmente, porque não possuem formação, mas também não recorrem a quem tenha, nem contratam quem tenha, simplesmente com o medo da pessoa com formação, lhe roube o poiso…coisa que só mesmo, pode acontecer na cabeça destes mesmos senhores.

Perante isto, no que concerne às juventude, criam empregos sustentados em organizações de trabalho temporário, muitas delas, oriundas de fora do país, por ser mais barato, no imediato, não extrapolando para futuro das consequências dessas mesmas contratações.

Estas empresas, exploram as pessoas, e quando tão muito queimadas no mercado, mudam a denominação social, e por vezes, o numero de pessoa colectiva, e ficam-se a rir das leis nacionais, é aqui que os governantes, têm culpa, é que deviam não licenciar muitas destas organizações, e deviam às que operam, estar sob forte rigidez, e ter que justificar todos os actos mais obscuros.

Resultado, empresas de trabalho temporário, patrões com qualificações medíocres, governantes sem visão, são uma mistura explosiva, que origina o titulo da peça acima transcrita, o que é verdade, e que essencialmente dá emprego a pessoas com baixas qualificações, de modo, a estas serem mais inocentes, no que concerne aos seus direitos e regalias no mundo do trabalho.

As causas a curto prazo estão expostas, são os licenciados em casa, sem ordenado, e que por tal razão, não podem consumir, e seriam os que mais ganhariam, e logo seriam mais propensos a consumir, no entanto, nada; os precários, consomem menos do que deveriam normalmente, em virtude da precariedade do vínculo laboral, resultado, ficamos todos a perder, pois o consumo privado, e pelo menos nesta faixa etária, que é a juventude é o mais prejudicado, tenha-se em nota, que a juventude são dos que mais consome, em virtude de o custo de começar uma vida a dois, ser algo alto, é o automóvel, é a habitação, são os bebes, etc.

Denote-se que ficamos todos a perder, para agradar a empresas oriundas de lá de fora, com políticas e métodos de trabalho, por vezes pouco ortodoxos, e que não são enquadráveis na sociedade nacional, muito menos agora, que estamos numa crise sem precedentes, e devemos apostar tudo, nos jovens, pois eles são os que nos guiarão no futuro.

Tenho pena de ter que chamar de novo à atenção, no entanto, e perante a peça, volto a invocar: APOSTEM NOS JOVENS LICENCIADOS, PFFFF.

Tenho Dito

RT

Nove em cada dez empregos são a prazo e nunca melhoram

Educação continua a ser premiada com salários mais altos, mas políticas devem incentivá-la

200 Entrevistas de Emprego Com Recusa Culminam em Suicidio…

Jovem Suicida-se ao Fim de 200 Entrevistas de Emprego...

Hoje trago uma notícia muito triste, vou transcrever a referida notícia, e vou efectuar um pequeno comentário à mesma.

«Jovem suicida-se após 200 entrevistas de emprego mal sucedidas

Vicky Harrison suicidou-se aos 21 anos depois de ser recusada em mais de 200 entrevistas de trabalho. A jovem britânica morreu devido à toma de muitos comprimidos depois de procurar emprego ao longo de dois anos

A jovem deixou apenas uma nota dizendo que não queria continuar a viver sendo como era. Porém, segundo o namorado Nathan, que ainda não acredita que a jovem desapareceu, «Vicky era uma rapariga que sobressaía, divertida e bonita».

A mãe da jovem, Louise, de 43 anos, afirma que Vicky era «uma menina brilhante e inteligente, mas que se deixou deprimir ao não encontrar emprego. Estar parada tanto tempo era para ela humilhante e não aguentava mais».

Na carta que deixou, apenas lançou um apelo aos pais: «Por favor, não fiquem tristes. Não é vossa culpa. Quero que todo o mundo seja feliz».

SOL com agências »

In: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=170470, a 25 de Abril de 2010, em Jornal Sol.

O meu comentário:

Este caso entristece-me, pois penso que ninguém merece ser tratado como um mero numero, ou mesmo objectivo, coisa que aliás muitas organizações dos nossos dias, tem por hábito de realizar, esquecem que as pessoas são humanas e não são máquinas.

Em Portugal, ou penso que registado, nunca aconteceu algo semelhante, mas pelo andamento das nossas condições de vida, qualquer dia, vamos ter casos deste, pois a juventude, está a ser marginalizada e relegada para segundo plano, em virtude de ter estudado, de se ter licenciado.

Acreditamos que durante alguns anos, a juventude foi relegada para segundo plano, em virtude das condições económicas se terem degradado, no entanto, o que assistimos actualmente, é sim, a um desprezo pelos estudos dos jovens, e não aposta nos mesmos, o que vão gerar problemas sociais mais caóticos que os até agora aconteceram, isto se, nada for feito para dar novo animo e novo pulso, a uma geração que se esforçou, e que só quer ter direito a poder viver, direito a poder ser feliz.

Servindo de exemplo, o caso desta jovem do Reino Unido, podemos analisar que a situação é um acto de desespero, e que devemos ter em conta que, com as recusas sucessivas, as pessoas vão se abatendo, e perdendo a vontade de continuar, e culminam com um desespero, que inicialmente se sentem inúteis e posteriormente «ficam» mesmo inúteis, e tem forte tendência para situações adversas, como foi o caso desta jovem, que se suicidou.

Eu apelo mais uma vez, a todos os responsáveis, entre eles os governos, empresários, organizações, etc, que podem influir de forma directa nesta mesma situação, de tornearem e contratarem pessoas jovens e com qualificação superior, de forma a poder dar oportunidade à juventude, que ao mandar as pessoas para a reforma, que as substituam por pessoas mais novas e licenciadas.

Penso que os licenciados, merecem uma oportunidade, especialmente os mais perto dos anos 80, pois são pessoas que muitas vezes, ainda não tiveram oportunidade de mostrar o que valem, e que estão ansiosos por o fazer, ressalvando, que muitos deles, querem começar a vida com o seu par, e anseiam por ter filhos, e dar netos aos país, no entanto, o emprego precário, as recusas de emprego, e o desprezo por todos valores, está a destruir a geração dos anos 80.

Deixo mais uma vez o apelo, APOSTEM NOS JOVENS LICENCIADOS…

Tenho Dito

RT

Surgiram Mais 5 Escolhas Para Uma Saída à Noite Em Porto e Lisboa…Conheça-as Aqui…

Bar Heidi Uma Visita a Não Perder na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Neste inicio de semana, e ainda na ressaca do dia da liberdade, vou transcrever um artigo que li na semana transacta, num diário da nossa praça, cuja abordagem, consistia em descrever 5 novos espaços de bar, que surgiram nas cidades do Porto e de Lisboa.

Vou transcrever o referido artigo, no entanto, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

« Cinco novos bares em Lisboa e no Porto

A meio da peregrinação nocturna há sempre alguém que se queixa: “Oh, vamos sempre para os mesmos sítios.” É certinho, não é? Para evitar o mal-estar, o i faz as apresentações das novas capelas que iluminam a noite

01 Bar Heidi

Marc Lupien é canadiano, mas diz-se “meio suíço”. Sindi Wahlen é completamente suíço, como a pequena Heidi dos desenhos animados. E é, de resto, a menina mais famosa dos Alpes que empresta o nome ao bar destes estrangeiros radicados em Lisboa. Tal como o nome, também a decoração é vincadamente kitsch, a remeter para um chalé suíço – ou pelo menos para os chalés suíços que Hollywood nos vai mostrando -, e separando o Heidi de outros bares do Bairro. Já que falamos em espaços acolhedores, muitos dos móveis que adornam a sala foram feitos, ou pelo menos personalizados, pelo próprio Marc, outros objectos decorativos foram adquiridos em feiras da ladra suíças, e ainda há um pequeno sino que durante anos esteve na quinta da família de Sindi e hoje adorna o bar. Igualmente suíços são alguns dos petiscos, como os queijos, as carnes para picar e outras iguarias locais, e as bebidas, como o Appenzeller ou o vinho quente.

Razão para visitar: O Appenzeller é um aperitivo suíço feito a partir de 42 ervas diferentes, e em Lisboa só se bebe no Bar Heidi.

Rua da Barroca, 129, Lisboa. De segunda a quinta-feira, das 18h00 às 2h00; sexta-feira e sábado, das 18h00 às 02h45; domingo, das 21h00 às 02h45.

02 Candelabro

No Porto, como no resto do país, não há o hábito de tomar um copo ao fim da tarde. Ou melhor, não havia. Desde que abriu, no início do ano, o Candelabro impôs-se como o sítio para beber qualquer coisa naqueles minutos de lusco- -fusco, entre o fim de mais um dia de trabalho e a hora do jantar. Se o nome lhe parece familiar, é porque o Café Candelabro de hoje é a Livraria Candelabro (o alfarrabista da Baixa que entretanto mudou de poiso) de há uns anos. E o aspecto é, de resto, o mesmo, fruto do projecto de recuperação de António Pedro Valente, que também soube recuperar a Casa de Ló, mantendo-se fiel ao espírito original. Com livros e revistas espalhados pelas estantes, a dar um aspecto acolhedor à sala, e a não dar vontade de sair de lá. Então e música? Também há, apesar de não haver DJ. São os donos que vão mudando discos, e se dissermos que os Morphine são a sua banda preferida percebe-se ao que vamos.

Razão para visitar: Está aberto de dia e é ideal para beber um copo ao fim da tarde.

Rua da Conceição, 3, Porto. 966 984 250. De segunda-feira a sábado, das 13h00 às 02h00. http://cafecandelabro.blogspot.com.

03 V5

Há qualquer coisa de século xx no V5. E não, não dizemos isto só porque dois veículos clássicos são indissociáveis do novo bar. Mas vamos por partes. Começamos pela clássica moto SIS Sachs V5, que dá nome ao estabelecimento e se encontra arrumada a um canto. Das duas passamos para as quatro rodas, e destacamos o carro de 69 (um Riley) que atravessa a parede da sala principal e funciona como cabine de som. Sim, leu bem, há DJ a girar discos no banco da frente de um carro. Isto no andar de cima, que funciona como bar, e onde a música não podia ser mais ecléctica. Sublinhamos este pormenor porque em baixo há concertos, e a música, num registo entre o hardcore e o metal, é sempre mais pesada. Talvez por isso, há quem diga que o bar tem qualquer coisa de Hard Club. E na verdade tem mesmo: além do ambiente pesadão e alternativo, muito anos 90, algumas mesas vieram da saudosa sala de espectáculos.

Razão para visitar: Os objectos que decoram o V5 foram encontrados e reutilizados.

Rua Mártires da Liberdade, 216/218, Porto. De terça-feira a sábado das 22h00 às 04h00. http://www.myspace.com/vcincobar.

04 Bar do Cais

Manda a tradição que os bares do Cais do Sodré tenham nome de cidade (ou pelo menos de sítio). No entanto, e como a tradição já não é o que era, isso tem vindo a mudar. E se de há uns anos para cá a Rua Nova do Carvalho tinha apenas um MusicBox a destoar da vizinhança, desde Fevereiro tem também um Bar do Cais. A nova sala ocupa o espaço do antigo Shangri-La – que nos anos 80 era, juntamente com o Tokyo e o Jamaica, dos sítios menos duvidosos do Cais do Sodré – e a porta ao lado. Resultado: as áreas são generosas, e o espaço é suficientemente grande para dançar ao som de alguns DJ conhecidos da noite alfacinha, que servem recomendáveis doses de house (hifenizado e cruzado com outros géneros), techno (minimal, de preferência) e, no limite, electro. E quanto à decoração? Essa é cuidada e minimal, em tons de preto e branco. Ou seja, cores só mesmo nas bebidas e nos quadros expostos nas paredes.

Razão para visitar: A programação do Bar do Cais é cuidada e costumam passar por lá DJ da Agência Rooster.

Rua Nova do Carvalho, 47, Lisboa. De terça-feira a sábado das 22h00 às 04h00.

05 Aguarela

“Mas o Aguarela não tem já uns anitos?”, retorquirá o leitor mais atento. Tem e não tem – respondemos nós. Apesar de o espaço ter aberto as portas há pouco mais de 30 anos, falamos aqui de um Aguarela renovado, a funcionar desde Fevereiro. Um espaço com uma vincada componente cultural e artística, onde se encontram patentes exposições temporárias de pintura e fotografia, onde há tabuleiros para jogar damas e xadrez, onde há estantes com livros para tirar que qualquer cliente pode ler no bar ou levar para casa (desde que ponha outro no seu lugar), onde se vão organizar tertúlias e leituras de poesia. É um daqueles sítios onde uma pessoa pode conversar, sem música em altos berros ou clientes excessivamente ébrios, como um Old Vic ou um Pavilhão Chinês (para citar dois bares lisboetas), mas virado para um público mais novo e descontraído.

Razão para visitar: A carta de chás e os cocktails são duas apostas da casa para dinamizar os finais de tarde.

Beco do Arco do Escuro, 1, Lisboa. De terça–feira a domingo, das 15h00 às 02h00.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/56553-cinco-novos-bares-em-lisboa-e-no-porto, a 23 de Abril de 2010, em Jornal I

Boa Semana e Bons Copos!

RT

Festejos do 25 de Abril de 2010…Aqui Ficam Algumas Sugestões…

Como Festejar o 25 de Abril de 2010 Fonte: http://pinpao.blogs.sapo.pt

Este Fim Semana assinala-se o 25 de Abril, li esta semana num diário da nossa praça, um roteiro de como se festejar o 25 de Abril, vou transcrever o referido artigo, no entanto não vou tecer qualquer comentário ao mesmo.

«Festejar Dez formas (giras) de comemorar o 25 de Abril de 2010

Já lá vão 36 anos, mas há muitas formas de festejar a Revolução. Siga as nossas sugestões. O cravo não é obrigatório no dress-code

01 Festa no Palácio de Belém

O ano de 2010 é de festa para uma República Portuguesa que comemora 100 anos e por isso o programa dos festejos do 25 de Abril nos jardins do Palácio de Belém e no Museu da Presidência é vasto. Há concertos de música popular, um espectáculo multimédia projectado na fachada do museu, intervenções plásticas, actividades pedagógicas e exposições sobre os presidentes da democracia. Além disso, pelos jardins do palácio vão estar espalhados 1974 cravos de papel, tantos quanto o ano da Revolução. Na sexta sobe ao palco Paulo de Carvalho e no sábado é a vez da Ronda dos Quatro Caminhos. No domingo Cristina Branco actualiza a canção de intervenção.

Palácio de Belém – Praça Afonso de Albuquerque, Lisboa. Tel: 213 614 660. Entrada livre

02 Carminho em Matosinhos

Em Matosinhos a festa dura todo o fim–de-semana. No sábado, às 22 horas, a fadista Carminho actua no Salão Nobre da câmara municipal. A entrada é livre até que a sala encha, por isso mais vale chegar cedo. A partir da meia-noite, a festa continua fora dos Paços do Concelho com fogo-de-artifício. O dia seguinte fica reservado para as comemorações oficiais e mais sérias, a partir das 11h00.

03 Festa da Revolução no Santiago Alquimista

Uma noite para ouvir os sons mais dançantes de todos os cantos do mundo: o turbo-folk dos Farra Fanfarra e os ritmos latinos de Los Cubos, terminando com o DJ set de Bailarico Sofisticado e, ainda, uma festa 80s versus 90s para recordar os êxitos da juventude a cargo de António Vibrações e Jorge Canadá.

Santiago Alquimista, Rua de Santiago, 19,

Lisboa. Sexta, a partir das 21h00

04 Abril Vinil no Porto

O Museu Nacional da Imprensa apresenta a exposição “Abril Vinil”, com uma centena de discos de 33 e 45 rotações, editados no período revolucionário do pós-25 de Abril. A mostra inclui raridades discográficas e relembra canções de algumas das mais importantes vozes nacionais como Zeca Afonso, Fausto, Amália, Paulo de Carvalho, Sérgio Godinho e Vitorino, entre outros. “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso, “Somos Livres” de Ermelinda Duarte, “Cravo Vermelho ao Peito” de José Barata Moura e “A Revolução em Marcha”, de Tonicha, são alguns dos discos da mostra, a par dos vinis dos poetas Manuel Alegre e Ary dos Santos e do actor Mário Viegas.

Museu Nacional de Imprensa, Porto.

Todos os dias, das 15h00 às 20h00

05 Arraial popular no Largo do Carmo

A já habitual festa num dos locais da Revolução este ano tem direito a dois dias de música, teatro, exposições, gastronomia e artesanato. A sexta-feira é dedicada às escolas com especial destaque para a actuação de Os Homens da Luta. No sábado o quartel está aberto para visitas e há música popular portuguesa e de países lusófonos pela noite fora.

Largo do Carmo, Lisboa. Sexta e sábado

06 Projecto (r)evolução

Jovens artistas plásticos, alunos da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, inspiraram-se em documentos existentes na Biblioteca Municipal Camões sobre a Revolução de Abril e pintaram o seu 25 de Abril. Os lojistas da Rua do Loreto e do Largo do Calhariz emprestam as suas montras como expositores dessas obras de arte, e assim se faz uma rua cultural com exposições de pintura e literatura.

Rua do Loreto e Largo do Calhariz, Lisboa

07 Carlos do Carmo no parque da cidade

A voz do fadista Carlos do Carmo vai ecoar pelos cantos do Parque da Cidade no Barreiro. E não vem só, o concerto conta ainda com a participação especial de Bernardo Sassetti. Antes do espectáculo realiza- -se o Desfile da Liberdade, a partir das 21h00, da Avenida de Santa Maria até ao Parque da Cidade. Depois do concerto, a festa prossegue junto à Chaminé do Parque.

Sábado, 22h00, Parque da Cidade (Barreiro)

08 “A cantiga é uma arma” no Tokyo

Na véspera do 25 de Abril, a pista do Tokyo no Cais do Sodré transforma-se numa espécie de plataforma de um comício. Esta é uma noite de intervenção em que o mote para a dança será dado através da recordação de alguns nomes da música portuguesa como José Afonso, Manuel Freire, José Mário Branco, Sérgio Godinho, Fausto e muitos outros. Dançar é recordar.

Sábado, das 23h55 às 4h00. Consumo Mínimo: €5.Tokyo Lisboa, R. Nova do Carvalho, 12, Lisboa

09 Hip-Hop 25 de Abril

A Casa da Música, no Porto, recebe uma estreia absoluta: o novo projecto de Tiago Pereira mistura técnicas de documentário com vídeo e áudio manipulados em tempo real. Para “Fireworks”, o realizador e visualista recolheu os mais variados aspectos da paisagem sonora da Revolução de Abril, actualizando as suas repercussões nas gerações seguintes. O senhor que se segue é NBC. Depois da esplêndida actuação com a Orquestra Nacional do Porto, em 2009, NBC regressa à Casa da Música para celebrar o 25 de Abril com o seu rap eloquente em “A Força das Palavras”.

Sábado, 23h00, na Casa da Música, Porto

Bilhete: €5

10 25 de Abril no Chapitô

O Chapitô assinala o mês da Revolução na noite de sábado, fundindo os seus princípios com as artes do espectáculo. A partir das 22 horas, os festejos começam com uma performance dos alunos da escola, onde o centro é o público e o objectivo é “olhar de novo”. Segue-se a exibição de dois filmes documentários: “Cartas a Uma Ditadura”, de Inês de Medeiros, e “48”, de Susana Sousa Dias, seguida de uma conversa com as autoras. À conversa vão estar também Pedro Lourtie, secretário de Estado para os Assuntos Europeus, Tiago Rodrigues Bastos, advogado, e Rui Zink, escritor, num debate sobre a actualidade da Revolução. À meia-noite, ouve-se “Grândola Vila Morena”.

Sábado, a partir das 22h00. Rua da Costa do Castelo, 7, Lisboa»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/56550-festejar-dez-formas-giras-comemorar-o-25-abril-2010, a 23 de Abril de 2010, em Jornal I

Bons Festejos!

RT

Como Escolher Um Livro Em Pouco Tempo…Veja Aqui o Guião De Como o Fazer…

Guião Para Escolher Livros... Fonte: http://www.gersonsouza.com

Hoje e por se assinalar hoje o dia mundial do livro, trago um artigo sobre como escolher bons livros para se comprar, passo a transcrever o referido artigo que saiu no dia de ontem num diário da nossa praça.

«Ler para crer: o segredo para escolher um livro

Na véspera do Dia Mundial do Livro, o nosso crítico literário foi às livrarias testar um simples método de compa: ler uma página ao calhas

Que partes do nosso cérebro se iluminam quando compramos um livro? Comprar livros em anos bissextos reduz a fertilidade? Quais os riscos de comprar um livro e tomar banho meia-hora depois? Este artigo não responde a nenhuma destas questões. Em alternativa, apresentamos um método revolucionário de escolha de livros. Fique connosco.

Os clientes da Amazon estão habituados a receber sugestões com base nas últimas compras, nos títulos que pesquisaram e nos níveis de colesterol. Tentámos perceber como é que as livrarias convencionais respondem ao marketing personalizado. Mas antes de o fazer realizámos uma intensa pesquisa sobre a história deste negócio. Os primeiros vendedores de livros apareceram há milhares de anos em tribos africanas. Enquanto que os seus vizinhos, que se dedicavam à pastorícia ou à agricultura, prosperavam, os vendedores de livros morriam à fome. Os que sobreviveram foram trabalhar em call-centers. As livrarias foram uma invenção mais tardia e surgiram no Antigo Egipto. Os cientistas não sabem se foram criadas por uma inteligência cósmica superior ou por um engenheiro, mas não têm dúvidas de que se tratava de alguém com bons contactos na banca.

Basta entrar numa livraria para perceber que hoje os tempos são outros. Há ar condicionado, música ambiente e, se nos próximos 10 anos o estado da economia melhorar, está prevista a introdução gradual de funcionários simpáticos. A agenda cultural é intensa. Todos os dias há lançamentos de livros, cuja certificação de qualidade depende da presença de um inspector da IGAC e de Pedro Mexia. O marketing pode não ser personalizado mas não faltam vantagens. A Fnac dá descontos, facilidades de pagamento e todos os clientes que atinjam os 200 mil pontos têm direito à vida eterna, com a condição de não comprarem livros no Book Depository durante esse período. Ns Bertrand, assim que entramos, somos abraçados pelo sorriso best-seller de Nora Roberts que promete “Um Sonho de Esperança”. As contracapas berram citações do “The New York Times”, “arrebatadoramente fantástico”, do “Observer”, “fantasticamente arrebatador”, e do “Correio da Manhã”, “filho fantástico congela mãe arrebatadora.” A Fnac tem uns marcadores que dizem “A Escolha do Vendedor” mas que não são muito fiáveis porque eu próprio já coloquei um por cima de uma pilha de livros de Bret Easton Ellis. Durante a minha visita às livrarias observei o comportamento dos potenciais clientes. Pegam no livro, sopesam-no, cheiram-no, encostam o ouvido à lombada (dizem os antigos que desta forma é possível ouvir os sons da floresta cujas árvores foram transformadas naquele livro. Eu experimentei e só ouvi a máquina de café da Fnac) e acidentalmente lêem a badana. Pura perda de tempo. A nossa sugestão é simples: pegue num livro qualquer, abra numa página ao calhas e leia-a. Nós comprovámos a eficácia deste método. Veja aqui em baixo.

Wolf Hall
Hilary Mantel, Civilização, p. 457

Catarina, uma senhora com os dedos inchados, confessa ao senhor Cromwell que falhou perante o país dele “que, nesta altura, também já é o meu país.” Como facilmente se depreende trata-se de uma imigrante ilegal que tenta seduzir um inspector do SEF, o senhor Cromwell. “É-me impossível acreditar que durante anos fui uma prostituta.” Não é o que dizem todas? Ainda por cima, Catarina tem uma ligação com um tipo conhecido no submundo do crime como “O Rei”.

Veredicto: Compro. Já tinha saudades de livros sobre prostitutas narrados na terceira pessoa.


Dentes de Leite
Ignacio Martínez de Pisón, p. 132

O mistério da fada dos dentes é um tema recorrente na obra dos grandes escritores. Tolstoi esteve para escrever sobre o assunto mas à última da hora decidiu visitar uns primos e esqueceu-se. Hemingway nunca escreveu sobre a fada dos dentes mas acertou-lhe de raspão durante uma caçada no Quénia. Quando o escritor diz que há um género de mulheres que parece sempre estar a fazer mais do que realmente faz nota-se que enquanto escrevia terá sido interrompido pelo barulho do aspirador.

Veredicto: Não compro. Nem todos os problemas conjugais dão boa literatura.

Rei Artur: O Filho do Dragão
M. K. Hume, Bertrand,
p. 125

Dois homens nus dançam para uma mulher “confortavelmente sentada num trono”. Até aqui tanto pode ser um ritual macabro como uma coreografia de um espectáculo de Madonna. Entretanto, aparece Llanwith, logo seguido de Artorex, que não sabemos se é um guerreiro ou um frasco de loção capilar.  “Segundo julgo, este cavalheiro deve ser o Severinus, que está a imitar Set, o deus egípcio do mundo subterrâneo.” Ainda bem que há romancistas que explicam as coisas como deve ser.

Veredicto: Compro. É preciso saber até onde vai a capacidade humana para inventar nomes ridículos.

Mudar
Pedro Passos Coelho, Quetzal, p. 69

Sabendo que os eleitores estão fartos de os ouvir dizer banalidades, os políticos decidiram escrevê-las. Nesta página, a primeira do capítulo intitulado A Função da Política, Passos Coelho fala da chegada do homem à Lua e de um discurso de Kennedy para destacar “a capacidade e a determinação de ver, apontar e mobilizar para atingir resultados concretos”. Diz também, e aqui assegura a posteridade, que é importante “realizar, mas realizar tendo sempre em vista o benefício dos resultados”.

Veredicto: Não compro. Pedro Passos Coelho pode ter voz de barítono mas escreve em falsete.

Toda uma Vida, Henrique Monteiro, Dom Quixote, p.103

Muito azar. Abrimos na página em que a narradora confessa que a vida sexual dela morreu. Para não desanimar o leitor lúbrico a narradora conta como, através de uma denúncia anónima, descobriu que o marido, Juan Miguel, andava metido com a irmã dela, Pilar. Reconhece que o facto “embora horrível, pode ter ironicamente contribuído para uma melhoria substancial da minha vida”. Caro leitor, se for apanhado na cama com a sua cunhada, diga à sua mulher que está a contribuir ironicamente para o bem estar dela.

Veredicto: Compro. Sem pestanejar. A possibilidade de um ménage a trois com duas irmãs espanholas é autêntico viagra literário.

Os Espaços em Branco
Samantha Harvey, Bertrand, p. 117

Uma das personagens afirma que “tudo o que diz a Bíblia é verdade, à sua maneira.” Bem pode pregar o Papa contra o relativismo que haverá sempre algum escritor pronto para a blasfémia. Depois, a personagem recorda uma semana em que esteve fechada com a família num abrigo antiaéreo: “Começámos a pensar que as orações estavam a tornar-nos imunes. Depois, uma noite, uma bomba rebentou com a porta do nosso abrigo e levou um dos pés do meu pai.” O lado positivo é que, sem orações, o pai provavelmente teria ficado sem pernas.

Veredicto: Não compro. Precisamos de pensamento positivo, do poder da oração e de pessoas que construam bunkers mais seguros.

Como Deus Manda
Niccolò Ammaniti, Bertrand, p. 245

“Danilo vomitara três litros de álcool e emborcara uma cafeteira pequena de café, agora sentia-se um pouco melhor ainda que não pudesse dizer que a bebedeira já passara.” A primeira coisa que pensamos é que Danilo é um estudante na viagem de finalistas em Benidorm. Ou um estudante numa sexta-feira qualquer em Santos. Ou um estudante em qualquer lado. Mas Danilo não é um estudante. Ele bebe porque a filha morreu num acidente.

Veredicto: Não compro. Pensamento positivo e o livro fala de crianças mortas em acidentes rodoviários? Mudando de ideias, vou comprar o livro de Pedro Passos Coelho.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/56364-ler-crer-o-segredo-escolher-um-livro, a 22 de Abril de 2010, em Jornal I

Boas Compras Literárias.

RT

Guia Para Emagrecer Até ao Verão…Veja Aqui Os Detalhes…

Guia Para Se Preparar Para o Verão Fonte: http://www.kitmulherzinha.com.br

Hoje trago um artigo que saiu num diário da nossa praça no dia de ontem, e que pode ser bastante útil para perder aqueles quilinhos a mais, que ganhamos no inverno, passo a transcrever o referido guião, mas não vou comentar o mesmo, em virtude de ser um guião.

«Plano para chegar ao Verão em boa forma

Se quer correr na praia com pose escultural de protagonista de “Marés Vivas”, tem exactamente dois meses. Siga o plano que um nutricionista e uma personal trainer deram ao i para não corar atrás do seu melhor fato-de-banho

Seja céptico Procure especialistas. Não acredite em fórmulas, comprimidos ou dietas milagrosas. A dieta é sua ou da vizinha da frente?

Active a memória Faça cinco a seis refeições diárias. Não se esqueça do “chip” de memória. Se tomar o pequeno-almoço às 8h30 e almoçar às 13h30 vai deixar o organismo sedento de alimentos.

Sopa, não? Coma fruta Não se esqueça da sopa antes do prato principal. Além de ser uma fonte importante de líquidos e de conter vitaminas e sais minerais, ajuda a reduzir o apetite para o prato principal. Se não gostar de sopa, substitua-a por uma salada ou uma peça de fruta.

Beba água Ingira 1,5 a 2 l por dia. Se gosta de refrigerantes frescos ou chá gelado faça as suas próprias bebidas e sem calorias. Com uma infusão com gelo e adoçante líquido nem terá de se preocupar com o valor calórico. Troque os gelados por sorvetes.

Reduza Faça o jantar num prato de sobremesa. Não se esqueça de incluir vegetais (cerca de 50% do prato), carne ou peixe (25%) e arroz, massa ou batata ( 25%).

Escolha o molho certo Evite maionese ou molho cocktail, para não comer saladas mais calóricas do que um bitoque. Um molho de iogurte com ervas aromáticas é muito menos calórico.

Plano nutricional elaborado por

Rui Sousa Lopes, formador de Nutrição e Nutrição Desportiva no Cefad e dietista na Clínica de Dermatologia do Areeiro

Plano de treino físico

1ª Semana
2ª, 4ª e 6ª – Não se meta logo em grandes aventuras se não quer ficar com o corpo dorido. Comece por fazer 20 a 30 minutos de marcha e/ou corrida. Termine com alongamentos (não se esqueça de manter cada exercício de alongamento durante 20 minutos) . Alongar sempre todos os grupos musculares: pernas, braços e tronco.

Domingo Faça do seu treino um programa familiar: assim custará menos. Caminhe ou ande de bicicleta com familiares e/ou amigos. Escolha um percurso plano. No final, alongamentos.

2ª Semana
2ª, 4ª e 6ª
Aumente a duração do seu treino.

1 – Caminhe durante 10 a 15 minutos
2 – Treino de fortalecimento muscular:
2 séries de 10 abdominais
2 séries de 10 agachamentos
2 séries de 10 extensões de braços
3 – Continue o treino com 20 a 30 minutos de marcha e/ou corrida.
Termine com alongamentos.

Domingo Caminhe ou ande de bicicleta com familiares e/ou amigos. Escolha um percurso plano com algumas subidas.
No final, não esquecer os alongamentos.

4ª e5ª Semana
2ª, 4ª e 6ª
Aumente o número de séries do treino.
1 – Caminhe durante 10 a 15 minutos
2 – Treino de fortalecimento muscular:
3 séries de 10 abdominais
3 séries de 10 agachamentos
3 séries de 10 extensões de braços
3 – Continue o treino fazendo 20 a 30 minutos de bicicleta ou natação. Terminar o treino com 4 ou 5 séries de alongamentos.

Domingo Caminhe ou ande de bicicleta. Percurso plano com algumas subidas, descidas e diferentes tipos de piso. Alongamentos evitam lesões

6ª e 7ª Semana
2ª, 4ª e 6ª
Aumente o número de repetições do seu treino.
1 – Caminhe durante 10 a 15 minutos
2 – Treino de fortalecimento muscular:
3 séries de 20 abdominais
3 séries de 20 agachamentos
3 séries de 15 extensões de braços
3 – 20 a 30 minutos de marcha e/ou corrida.
Para evitar lesões, alongar todos os grupos musculares.

Domingo Ande de bicicleta com familiares e/ou amigos. Faça alterações de velocidade e intensidade. Alongamentos.


8ª e 9ª Semana
2ª, 4ª e 6ª
Aumente a intensidade do treino.
1 – Corra durante 10 a 15 minutos
2 – Treino de fortalecimento muscular:
1 série de 20 abdominais
1 série de 20 agachamentos
1 série de 15 extensões de braços
3 – Repita o ponto nº 1 e nº 2

Domingo Ande de bicicleta com familiares e/ou amigos. Faça alterações de velocidade e intensidade. Os alongamentos da praxe.

Este plano de treino foi elaborado com a ajuda de Joana Serpa, licenciada em Ciências do Desporto e pós-graduada em psicologia do Desporto. Personal trainer e group trainer no complexo de piscinas do Jamor

Ginásios onde pode treinar:

Club L Cadeia de health clubs em Oeiras, Amadora, Torres Vedras e Faro.
Mensalidade: 70 euros (para utilização até às 18h) ou 80 euros (para utilização depois das 18h)

Holmes Place Ao aderir, pode frequentar qualquer um dos Holmes Place em Portugal ou Espanha. Existem no norte e centro do país e também no Funchal.
Valor de inscrição: 150 euros
Mensalidade: Entre 49 e 118 euros
Personal Training: Entre 200 e 500 euros

Clube VII No Parque Eduardo VII, em Lisboa.
Mensalidade: preço apresentado após visita às instalações

Solplay Clube de desporto e lazer, em Linda-a-Velha.
Mensalidade: preço apresentado após visita às instalações

Solinca No norte do país, em Lisboa e em Oeiras.
Valor de inscrição e mensalidade: preço apresentado apenas pós visita às instalações.

Mega Craque Clube Apenas no Alto da Faia, em Lisboa.
Mensalidade: apresentada após visita às instalações.

Virgin Active Health Clubs Apenas no Porto e em Gaia.
Mensalidade: preço não divulgado via telefone.

Academia Life Club Não faltam opções para exercício físico. Apenas em Santos, Lisboa. Mensalidade: preço ajustado ao plano de treino, mediante visita à Academia »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/56161-plano-chegar-ao-verao-em-boa-forma, a 21 de Abril de 2010, em Jornal I

Bom Exercício

RT

Desemprego Jovem Em Portugal Pode Causar Danos Irreversíveis… Veja Aqui As Causas Alarmantes Desta Situação…

Desemprego Juvenil e os Seus Danos... Fonte: http://www.dialogosuniversitarios.com.br

Hoje trago  um assunto, a qual tenho tentado de todas as formas ao meu alcance combater, pelo menos chamando à atenção, registando e fornecendo soluções para o mesmo, no entanto, parece que não revela frutos, embora eu não dê por terminada a minha cruzada, e sempre que se justifique, ou penso que seja necessário, voltarei a publicar e a comentar sobre o desemprego, nomeadamente, e neste caso, o desemprego dos jovens.

Vou transcrever um artigo sobre esta mesma situação, e posteriormente, vou tecer um comentário ao mesmo.

« Desemprego jovem: Portugal fica acima dos 20% até 2012

A geração dos 15 aos 24 anos é penalizada pela falta de criação de emprego

Um em cada cinco portugueses entre os 15 e os 24 anos está desempregado. A crise actual, que passou de financeira a económica, é também social. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal tem uma taxa de desemprego jovem de 21,1%, um número que não deve descer significativamente nos próximos anos. O desemprego jovem em Portugal vai manter-se acima dos 20% até 2012.

Nos últimos dois anos, assistiu-se em Portugal a uma escalada da taxa de desemprego. Fábricas a fechar, trabalhadores despedidos e empresas impedidas de contratar. No entanto, apesar de os trabalhadores com mais de 25 anos constituírem a fatia principal da mão-de-obra, se há segmento que tem sentido a curva ascendente no desemprego é o dos jovens. Em 2007, a taxa de desemprego entre os 15 e os 24 anos era 16,1%. Hoje é cinco pontos percentuais superior e a OCDE estima que no final de 2011 continuará elevada, nos 20,9%, mais do dobro da taxa de desemprego entre os adultos (ver gráfico). Uma perspectiva que pode ter como consequência o adiamento do tão falado processo de qualificação da mão-de-obra disponível em Portugal.

“Até 2009 assistiu-se a uma criação líquida de emprego qualificado significativo, apesar de nessa altura já se registar um ligeiro aumento do desemprego”, afirma Pedro Adão e Silva, investigador do Instituto Universitário Europeu. “O problema é que o mercado vai estar congelado. A destruição de emprego pode até nem continuar, mas também não haverá uma dinâmica de criação”, conclui.

A crise económica impôs uma travagem a fundo na criação de emprego, com limitações que dificultam a obtenção de emprego pelos mais novos. A OCDE também não tem dúvidas: “As perspectivas a curto prazo para o desemprego jovem nos países da OCDE continuam sombrias”, pode ler-se no relatório. A organização que junta os países mais desenvolvidos do mundo estima que, apesar de a retoma já ter começado em alguns países, o nível de desemprego continuará a ser preocupante. “A criação de emprego deverá ficar significativamente para trás em relação à recuperação económica. Neste contexto, estima-se que o desemprego jovem permaneça a um nível elevado nos próximos dois anos e muitos jovens desempregados deverão passar por períodos prolongados de desemprego.”

O perfil adiado A elevada taxa de desemprego jovem é ainda mais preocupante para Portugal, tendo em conta os esforços para mudar o perfil de mão-de-obra do país. A crise veio atrasar o processo de qualificação da população activa, que tinha como objectivo deixar de apresentar a mão-de-obra barata como o principal cartão de visita do país.

“Esta crise é mais dramática, porque além das dificuldades económicas que acarreta, acentua as nossas debilidades estruturais e torna mais difícil ultrapassá-las”, explica Adão e Silva. “O processo de mudança de perfil da mão-de-obra, que, por si só, já é uma transição demorada e que não seria feita nesta ou na próxima legislatura, é adiado”, garante.

No entanto, Portugal está longe de ser o único nesta posição. A subida do desemprego é um fenómeno comum a todos os países da OCDE, onde nos últimos dois anos o desemprego jovem subiu seis pontos percentuais. Actualmente, existem 15 milhões de jovens desempregados nos países da OCDE, mais quatro milhões do que no final de 2007. Em Espanha, por exemplo, a taxa de desemprego jovem é de quase 40% e na Irlanda registou-se uma subida de mais 18 pontos percentuais nos últimos dois anos.

Porquê os jovens? Toda a gente conhece pelo menos uma história de um recém-licenciado que não consegue arranjar emprego. Mas por que são os jovens sempre muito penalizados quando o desemprego sobe? Segundo Pedro Adão e Silva, existem algumas dificuldades que vêm sempre à tona em contextos de crise. “As crises tendem a aprofundar a segmentação do mercado e a diferença entre emprego mais protegido e menos protegido. No último segmento estão obviamente incluídos os jovens, uma faixa etária onde os vínculos precários são mais comuns”, sublinha. “Além disso, é muito mais difícil entrar num mercado do que já lá estar presente”

O relatório da OCDE refere ainda que falhar na procura do primeiro emprego ou ter dificuldades em conservá-lo poderão deixar cicatrizes para o futuro. “Além dos efeitos negativos no salário e empregabilidade futura, períodos longos de desemprego enquanto jovem criam muitas vezes cicatrizes permanentes através de efeitos nocivos, incluindo felicidade, satisfação no trabalho e saúde”, revela o relatório.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/55830-desemprego-jovem-portugal-fica-acima-dos-20-ate-2012, a 19 de Abril de 2010, em Jornal I

O meu Comentário:

Perante esta peça jornalística, sou forçado a indicar, que as pessoas continuam a menosprezar as capacidades e potencialidades dos mais jovens, no entanto, querem estar mais a frente que o concorrente, querem ter um negócio mais rentável, e mais bonito aos olhos dos clientes, mas esquecem-se que para que existam essas nuances, devem investir, e apostar essencialmente, em pessoas mais novas, sem vícios de experiencias e criativas, para poder fazer a diferença, penso mesmo, que a maior parte delas, e que podem fazer o desequilíbrio são os jovens recém-licenciados.

Eu como jovem, tento dar o meu melhor a quem me contracta, penso que a contratação, é uma aposta, uma aposta que deve ser ganha, e como tal, esforço-me ao máximo para poder dar a ganhar a quem em mim apostou, no entanto, quem contracta, penso só em experiência, e mais experiência, pois bem, penso que muita experiência, pode ser bom ou mau, na minha óptica e de observação dos anos, digo, em 75% dos casos é péssimo, pois traz com a pessoa vícios e postura, que podem não ser benéficas à organização.

Um aparte, outro dia, vi um anúncio que pedia 15 anos de experiência… pensei, porque não tentam contratar um reformado…às tantas é o que procuram…a empresa deve ser do século passado…enfim, sem comentários…

Eu como licenciado, sinto que ainda não tive a oportunidade de poder vingar, de poder digamos por uma organização a ganhar, pois penso que as apostas são muito tremidas, as pessoas apostam por períodos reduzidos e não dão oportunidades sequer de se cumprir o acordado, sendo que em todas, esta calendarizado, no entanto, se está calendarizado para 6 meses, querem em 2 ou 3 meses, o de 6, entendo que sejam exigentes, mas devem pensar que o patrão das empresas, é o cliente, e este, é que vai definir as «condições».

De lamentar, é que o que acontece com os jovens nascidos nos anos entre 78 até 90, são desprezados, e não são colocados no mercado de trabalho, especialmente os licenciados, a não ser em mais de 95% dos casos com recursos a cunhas, os factores para a não aposta nestas pessoas, é dada por valores como falta de experiência, o prestígio da universidade, crise, etc.

A do prestigio da universidade, é relativo, podemos ter alunos brilhantes em universidades privadas sem grande nome no mercado, como podemos ter alunos fracos em universidades de prestígio, penso que a escolha de universidade, quando ingressamos nela, tem mais a haver com factores económicos que outra coisa, especialmente quando são instituições privadas..

Psicologicamente os jovens destas gerações, andam desorientados, e não crêem em nada, resultado disso, pode ser visto por taxas de abstenção nas eleições, os jovens não se reconhecem como fazendo parte de uma sociedade, pois não têm direito a emprego, e como tal, estão privados de poderem constituir família, e contribuir para o incremento da taxa de natalidade que o nosso governo tanto necessita, para a sustentabilidade da segurança social..

Conheço casos de pessoas que namoram há mais de 10 anos, que tiraram cursos superiores, querem se casar mas não podem, pois não possuem empregos, muito menos empregos que permitam casar e ter mesmo filhos, é obvio que situações destas existem bastante, e como tal, vão deixar sequelas nas pessoas, e na sociedade, pois essas mesmas pessoas não podem seguir as suas vidas, e quando o puder, nunca será como deveria ter sido.

Conheço também pessoas, que não querem saber de nada, que entraram para empregos com recurso às famosas e tão badaladas cunhas, e que até compraram já casa, pois têm o emprego assegurado, no entanto, não querem dar nenhum contributo à sociedade, ou a gratidão à mesma sociedade pela estabilidade profissional, não querem ter só uma mulher, nem querem filhos sequer… aqui penso que , deve existir a liberdade de escolhas, não condeno nem um, nem outro, mas penso, que está em jogo a justiça, de quem quer e não pode, e de quem pode, e não quer.

Para concluir, apelo a todos os que podem mudar esta mesma situação, de ponderarem, de apostarem nos jovens, especialmente os que não tiveram as cunhas, e de darem oportunidade, para que estes possam mostrar o que valem, de poderem se casar de constituir família, de dar netos aos avós, que anseiam por uma reforma sossegada e com netos.

Mandem para casa os mais velhos, que se querem reformar, apostem nos jovens e assentem em internacionalizações, caso o mercado nacional, não satisfaça as necessidades de cada organização.

Termino indicando, que a aposta nos jovens licenciados das gerações de 80, são aposta ainda pautadas por ensino sustentado e de qualidade, e que irá traduzir no médio e longo prazo, numa aposta certeira e com grandes ganhos humanos e monetários.

Tenho Dito

RT