Artes Marciais para Crianças…Conheça Aqui a Sugestão…

Academia de Taekwondo Songahm Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje, e já que estamos na véspera do dia Mundial da Criança, trago uma publi reportagem que saiu no final da semana transacta. Veja a sugestão e porque não inscrever o pequeno rebento, para aprender uma arte marcial. Não vou comentar a peça, em virtude de se tratar de uma publi reportagem.

«Crianças: Queres ser um tigre a valer?

Na Academia de Taekwondo Songahm criam-se não só futuros ninjas, mas também crianças com mais confiança e auto-controle

Do longínquo Oriente vêm histórias fantásticas que deixam os nossos olhos em bico. Muitas delas estão ligadas às artes marciais, aos códigos de honra e a animais, como o ágil e destemido tigre. Há um provérbio oriental que diz: “Quando o aluno está pronto, o mestre aparece”. Na Academia de Taekwondo Songahm de Pedro Tânger, se ele é o mestre, tu podes ser o aluno. “Os nossos programas de ensino estão muito bem definidos. Temos um programa para as crianças dos 3 aos 6 anos, os Tiny Tigers e um programa para as crianças entre os 7 e os 12 anos, que é o Taekwondo for Kids.” Para Pedro Tânger, instrutor e praticante do Taekwondo Songahm ao mais alto nível em competições internacionais, “cada criança é uma vencedora. As aulas de Taekwondo pretendem transmitir valores como a confiança e auto-controle, numa atitude que é tanto do corpo como da mente”. O objectivo é vencerem as dificuldades e, sobretudo, vencerem-se a si próprias. A passagem de cintos faz-se a cada quatro meses, após a aprendizagem de determinados requisitos técnicos. As cores vão-se sucedendo, como quem salta de uma faixa para a outra de um arco-íris com dez cores: branco, laranja, amarelo, camuflado, verde, roxo, azul, castanho, vermelho e preto. “Os alunos têm de aprender uma poome-sae – sequência de movimentos que representa um combate contra um adversário imaginário – ou defesas e ataques, em sequências de movimentos feitos com um companheiro de treino”.

A Academia tem uma sala de treinos com 90 m2, balneários e sala de massagens, quatro professores e nove instrutores. Se acha que as crianças se vão cansar muito, fique a saber que os Tiny Tigers têm aulas de 30 minutos e os Taekwondo for Kids têm aulas de 45 minutos – mas acredite que para os miúdos vão passar num instante. Passando aos números, quanto custa fazer das crianças uns pequenos tigres? As mensalidades começam nos 39 euros por mês (ou seja uma aula por semana) e vão até aos 100 euros, um livre trânsito com nove treinos por semana.

Mas para começar, o melhor é propor à criança que se inscreva numa aula experimental e gratuita, para conhecer mais de perto os principais movimentos, como o pontapé frontal, semi-circular ou lateral e as técnicas de braços como as defesas médias, altas, baixas ou o golpe de punho? Depois, se ela gostar, pode participar num dos campos de férias em Julho, de segunda a sábado (de manhã), onde aprenderá Taekwondo entre diversas actividades lúdicas e educativas como jogos tradicionais portugueses e actividades ao ar livre na praia, na serra e com cavalos. Todos os dias terão um tema, que está vocacionado para um princípio de vida: Cortesia, Respeito, Integridade, Perseverança, Objectivos, Atitude e Lealdade. “As crianças que participarem nos campos de férias farão a sua primeira graduação em Taekwondo Songahm, a qual se realizará no ultimo dia, em frente aos pais. Mais do que aprenderem Taekwondo Songahm, aprenderão valores basilares da vida e a praticá-los em equipa com os seus companheiros de treino.” Os campos de férias para crianças dos 7 aos 12 anos, rapazes e raparigas, prometem ser uma aventura no mundo das artes marciais, sempre com um foco especial na pedagogia e na atitude positiva e de liderança. E são a prova como as artes marciais promovem o treino físico e mental de uma forma útil e divertida. “Como resultado, temos tido um feedback fantástico por parte dos pais dos nossos alunos. Penso que todos vêm no Taekwondo e na nossa academia uma fonte de ensino e de crescimento muito valiosa”, explica Pedro Tânger. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/61971-criancas-queres-ser-um-tigre-valer, a 28 de Maio de 2010 em Jornal I

Boas Artes Marciais!

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Conheça Onde Pode Degustar Refeições Milionárias em Hoteis de Luxo…

Refeições em Hoteis de Luxo Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Domingo, trago uma sugestão gastronómica, que apesar de já ter siso publicada à algum tempo, penso que a mesma seja, interessante, passo a transcrever a referida peça jornalística, mas não vou comentar a mesma, em virtude de ser uma publi reportagem.

« Refeições milionárias em hotéis de luxo

Hotéis de luxo pedem comida refinada. Desde o pequeno-almoço ao jantar, passando pelo snack, nada é simples ou banal nos hotéis onde só milionários ficam hospedados. O portal Hostels.com disponibiliza uma lista com todos os pormenores dos locais onde além de conforto e luxo, pode encontrar uma cozinha de requinte, acessível para poucas carteiras.

Pequeno-almoço

Servido no Ritz Carlton, em Moscovo, por mil euros, poderá tomar o “pequeno-almoço do czar”, composto por vodka nobre, foie gras e caviar.

Mas se o dinheiro não for preocupação, o pequeno-almoço mais caro será provavelmente servido no Le Parker Meridien em Nova Iorque. O “Zillion Dollar Frittata inclui seis ovos, lagosta e 280 gr. de caviar.

Snacks

Depois de um dia de compras em Nova Iorque, talvez um bagel de trufas do Hotel Westin seja o snack mais adequado. Coberto com creme de queijo, trufas brancas, compota Riesling e folha de ouro, o petisco fica por 645 euros. No Hotel Mandalay Bay em Las Vegas é possível optar por um hamburguer, talvez seja o mais caro do mundo. Longe dos que habitualmente se vê nas cadeias de fast-food, o Fleur Burger, tem trufas negras e foie gras entre dois pedaços de pão. O preço: 3220 euros.

Jantar

Durante o Inverno, o restaurante Ca d’Oro, do St. Moritz Kempinski Grand Hotel na Suiça serve o menu “Top of the world”. São sete pratos por 3700 euros. São quatro horas passadas na companhia de excelentes cozinheiros que ajudam na escolha dos vinhos.

Bebidas

Para beber um drink ao final do dia há sempre o “27,321”, um dos cocktails mais caros do mundo, servido no Burj Al Arab, no Dubai, por 4690 euros. Para os menos audazes, o típico “Martini on the rocks” servido no Algonquin Hotel, em Nova Iorque, pode ser uma possibilidade. De notar que, neste caso, a “rock” não é gelo, é um diamante.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20866-refeicoes-milionarias-em-hoteis-luxo, a 1 de Setembro de 2010, em Jornal I

Boas Refeições!

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Roteiro de Praias de Nudistas em Portugal… Conheça os Principais Locais…

Roteiro de Praias de Nudismo... Fonte: http://www.ionline.pt

Estamos a chegar ao verão, e como tal trago, para as mentes mais abertas, um roteiro sobre praias de nudistas, que saiu esta semana num diário da nossa praça. Passo a transcrever o referido artigo, no entanto, penso que não é necessário comentar, em virtude de se tratar de uma publi-reportagem.

«Treze praias onde não vai ficar com a marca do fato-de-banho

Sexta-feira, o sol voltará a brilhar. Mas nem precisa de comprar biquini ou calções. Ponha creme e dispa-se numa destas praias

.Desde os 16 anos que Rui Martins não gasta dinheiro em fatos- -de-banho. Foi com essa idade que o presidente da Federação Portuguesa de Naturismo (FPN) se quis despir pela primeira vez na praia. “O meu pai, armado em mirone, levou-me à praia das Furnas quando acampámos em Vila Nova de Mil Fontes”, conta Rui, que agora tem 50 anos. “Estava toda a gente nua”, recorda. “A partir desse dia passei a frequentar a praia [onde o nudismo é tolerado] e nunca mais vesti calções de banho. O meu pai ficou escandalizado.”

Se sempre sonhou com um bronzeado uniforme e com o dia em que não tem de esperar que o fato de banho seque, estas praias são para si. Conheça os melhores sítios onde o nudismo ainda não foi oficializado, mas poderá despir-se de preconceitos e besuntar-se de creme.

PRAIA DO BARRANCO Esta será a próxima praia oficialmente naturista em Portugal. A FPN está só à espera da aprovação do projecto. No concelho de Vila do Bispo, mais para os lados de Sagres, a praia do Barranco é uma pequena baía com pouca gente, rodeada de dunas e muito procurada por mergulhadores e artistas que querem sossego. Tem todas as condições pouco habituais nas praias naturistas: estacionamento, casa-de-banho, bar e nadador-salvador.

PRAIA DA URSA É quase preciso tirar um curso de alpinismo para conseguir ter acesso à praia da Ursa. Depois de passar a Azóia, perto de Sintra, siga até ao Cabo da Roca e encontrará o pequeno desvio para a praia. Chama-se Ursa por causa da enorme rocha no mar, que se assemelha a um urso fêmea, dizem os locais. Depois do cansaço da descida, vai querer mesmo tirar toda a roupa que tem colada ao corpo. A praia é frequentada por nudistas atléticos – de outra forma não conseguiriam lá chegar. Dois conselhos: tenha cuidado com o mar agitado e leve muita água e comida.

PRAIA DO ZAVIAL A praia era o segredo dos hippies alemães que a frequentavam nos anos 80. Perto de Sagres, o acesso é feito por uma estrada construída por Ernesto Mochacho, dono do único restaurante da praia. A zona de nudistas fica do lado esquerdo, junto às rochas onde se apanham mexilhões. No Verão tem nadador-salvador e é muito frequentada por surfistas.

ILHA DA ARMONA Na Fuzeta apanhe o barco para a Ilha da Armona e, chegando à praia, caminhe 15 minutos para a direita (para oeste). No areal extenso terá dificuldade em escolher um sítio para estender a toalha: todos parecem bons e a praia tem pouca gente. É o sítio ideal para levar as crianças, já que a água é limpa, morna e sem ondas.

PRAIA DO TONEL Ninguém o vai chatear se fizer nudismo, porque na verdade poucos a conhecem. Atenção: não a confunda com a praia com o mesmo nome em Sagres, onde não é habitual ver pessoas sem roupa. Na estrada que vai da Zambujeira do Mar até ao Cabo Sardão, vire para a Herdade do Touril. Atrás do turismo rural encontrará uma das praias mais bonitas e selvagens da Costa Alentejana. Prepare-se para uma descida acentuada agarrado a uma corda. Leve pouca carga – e pouca roupa.

PRAIA DA FIGUEIRA Deixe o carro no parque de estacionamento desordenado junto à placa da praia na pequena povoação da Figueira, perto de Sagres. Prepare-se para caminhar 500 metros por um trilho cheio de vegetação. Vai chegar a uma praia deserta, que não seria um cenário despropositado para a série “Lost”. No cimo da falésia vêem-se ruínas de uma fortificação do séc. XVI. O seu telemóvel não terá rede, mas não vai sentir saudades da civilização.

PRAIA DO MALHÃO Perto de Vila Nova de Milfontes, o Malhão é uma alternativa à praia das Furnas. Na estrada que liga a ilha do Pessegueiro a Milfontes, vire na saída a seguir ao parque de campismo. Deixe o carro no terceiro parque de estacionamento – se é isso o que chamamos a uma clareira de terra batida – e procure um trilho seguro para a praia. Cuidado com o mar, tem muitas correntes.

E agora as oficiais
Meco
É a Meca dos praticantes de nudismo. Quem se quer despir tem de caminhar a custo na areia grossa até uma placa a sul que assinala a zona. É comum ver famílias sem fato-de-banho a cobrirem-se de argila da falésia. Faz bem à pele, dizem.


Praia 19
A menos que queira ter uma experiência promíscua nas dunas, não aconselhamos esta praia. É conhecida como uma praia gay, mas virou local de práticas sexuais em público. É o sítio na Costa da Caparica com mais exibicionistas e tarados.


Homem nu
Para aqui chegar tem de apanhar o comboio para a praia do Barril (2 euros). No cemitério de âncoras dos tempos da pesca do atum, vire à direita e, uns metros à frente, chegará à zona de naturismo: água morna e pouca gente.


Adegas
É a única praia com direito a nadador-salvador – cortesia da Câmara de Aljezur em Agosto. No parque de estacionamento da praia de Odeceixe encontra um trilho que o leva até esta praia.
O nadador-salvador é a única pessoa com fato-de-banho.


Nus
É também conhecida como a praia do Salto, em Porto Côvo. O acesso é complicado e o melhor é usar as escadas da praia ao lado (da Cerca Nova). Tem luxos como um duche de água doce que escorre da falésia.


Alteirinhos
Colada à Zambujeira do Mar, é a única praia oficial no concelho de Odemira. Era conhecida como a praia dos hippies. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/61602-treze-praias-onde-nao-vai-ficar-com-marca-do-fato-de-banho, a 26 de Maio de 2010, em Jornal I

Boas Praias!

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Governo Acusa Jovens de Só Ocuparem Metade Das Vagas Dos Estágios PEPAC… Veja Aqui os Detalhes

Estágios PEPAC Fonte: http://www.teia-clds.com

Hoje trago algo que saiu na imprensa no dia de ontem, referente aos estágios PEPAC, e onde, indica que parte do ónus de não cobertura de todas as vagas, deve-se somente à culpa dos jovens, bem mas vou transcrever a referida peça e depois vou tecer um breve comentário.

« Apenas metade dos estágios da Função Pública foram ocupados

Apenas cerca de 2.700 jovens licenciados até aos 35 anos aceitaram até agora vagas para os estágios na Função Pública, um número que surpreendeu o Governo, uma vez que fica aquém dos 5.000 lugares disponíveis.

A lista final dos jovens selecionados devia ter sido publicada na quarta feira, mas o Governo decidiu prorrogar por uma semana o período para os candidatos aceitarem os convites de estágio, dando uma última oportunidade aos candidatos para preencher os lugares disponíveis.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, admitiu que o número fica “aquém” das expetativas para o programa, fruto do próprio funcionamento do sistema, mas disse acreditar que nos próximos dias haverá ainda “várias centenas” de jovens a aceitar os convites endereçados.

Depois das várias notícias vindas a público durante os processos de selecção, um grupo de jovens criou um blogue e uma página no Facebook entitulada PEPAC – Porque Estágios Parecem Algo Complicado. “Independentemente de quaisquer filiações ideológicas ou partidárias, de quaisquer crenças ou religiões, ou da idade, o que está em causa é a necessidade de alertar para uma profunda injustiça e para a gritante incompetência dos decisores políticos e da burocracia estatal, mais até do que no que diz respeito a este tão propagandeado PEPAC”, alerta Samuel de Paiva Pires, fundador do movimento. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/61881-apenas-metade-dos-estagios-da-funcao-publica-foram-ocupados-, a 27 de Maio de 2010, em Jornal I

O Meu Comentário:

Perante esta notícia, tudo aponta, ainda que de forma errada, que a culpa sejam dos jovens, o que mentira, pois desde o inicio, o sistema tem sido bastante tendencioso, pois não se compreendem como é que jovens deturpam as regras, e dão informações falsas na inscrição, no entanto, as mesmas não são comprovadas, nem sequer os candidatos são entrevistados, de modo, a se poder obter o candidato mais adequado a função.

Destaque-se que o estado, parte do pressuposto que as pessoas são todas iguais, e se distinguem simplesmente pela formação, experiencia profissional, e outros aspectos, que no caso, dos inscritos nos estágios, dá origem a um número, simplesmente oriundo de uma formula matemática. Este sistema, sempre foi usado nos concursos públicos sérios, o que são muito raros, mas em nenhum se coloca a questão de entrevista, geralmente, entra para o Estado, os amigos, ou os familiares, ou seja, as cunhas…

No caso do PEPAC, parece que cheira a «cunhas», embora se possa considerar um sistema de cunhas mais arrojado, pois envolve informática, e que simplesmente daria uma formula, com um valor máximo, sendo que pode muito bem ter sido «comunicado», a quem interessa, a maneira de se ter a classificação máxima, e indicando aos mesmos, que não é necessário apresentar CV, nem sequer são submetidos a qualquer tipo de teste ou mesmo entrevista. Mais escandaloso é que já nem se consegue aceder às classificações dos candidatos, quando no inicio, era possível essa mesma situação, o que é esquisito, e que pode mesmo corroborar esta mesma tese.

É obvio que não passa de uma tese, não de uma acusação, é a minha opinião sobre os estágios PEPAC, e como sou livre de a dar, partilho a mesma com os leitores deste blogue.

Vou deixar também o link correcto, sobre o blogue que vem na peça jornalística, pois o que está na peça, não dá acesso ao blogue.

O Blogue correcto é:  http://porqueosestagiosparecemalgocomplicado.blogs.sapo.pt/

Agradeço que comentem, e partilhem a vossa opinião aqui no blogue.

Tenho Dito!

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As Tendências Para O Verão de 2010, Segundo o Estilista Nuno Baltazar…

A Moda de Verão 2010, Segundo o Estilista Nuno Baltazar Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago, algumas tendências para a moda do verão que se avizinha, sugestões estas que li num diário da nossa praça, e são dadas por Nuno Baltazar, vou transcrever o referido artigo, no entanto, não vou comentar o mesmo.

«Tape a barriga, aposte nos vestidos compridos e diga adeus às flores

Os cinco mandamentos de Nuno Baltazar para se vestir bem num Verão muito quente

Nuno Baltazar acha que as revistas de moda podem dar bons conselhos sobre como rechear o armário de peças de roupa cheias de estilo. “Isto, claro, se as pessoas as lerem realmente e não as comprarem apenas para ficar com os brindes”, brinca o estilista de 34 anos.

Se esse foi o seu caso, se não conseguiu resistir aos chinelos de borracha verde-alface ou ao pareo de praia com padrões tropicais que usará uma vez na vida, não se preocupe. A tal revista provavelmente já foi reciclada, mas Nuno Baltazar recorda-lhe os mandamentos essenciais para se vestir bem neste Verão, que, dizem os meteorologistas, será o mais quente dos últimos 160 anos.

NÃO IMITARÁS
Esqueça as imitações de camisas Ralph Lauren da feira ou a roupa comprada no supermercado. “Devemos fugir de peças mal confeccionadas e compradas em grandes superfícies, que, geralmente, são cópias de criadores”, recomenda Nuno Baltazar. Se a crise se instalou no seu guarda-roupa, como uma nuvem negra que teima em não desaparecer, o estilista com ateliê no Porto pode ter a solução…

NÃO POUPARÁS NOS BÁSICOS
“Quem tem menos disponibilidade financeira deve apostar sempre em bons básicos, porque são as peças mais versáteis e resultam bem em diferentes situações”, explica. “Quando as mulheres podem gastar mais, devem apostar em vestidos compridos afastados do corpo. Mais descomprometidos, mais descontraídos, mas sempre com um toque sofisticado.”

NÃO USARÁS FLORES
Quem disse que os padrões floridos voltaram a estar na moda estava enganado. “Não há um ano que não se fale de flores ou padrões de animais. Neste Verão acho que seria mais diferente apostar em jogos de cores, geometrias e num look mais jovem, em vez do look floral.”

NÃO ESTARÁS DE LUTO
Preto é a cor a evitar no dia-a-dia, segundo Nuno Baltazar, e o mesmo diz de sapatos ou sandálias com demasiado verniz. “A menos que seja numa festa”, salienta. Para quem procura alternativas ao luto, recomendam-se “cores saturadas pelo sol”, como o castanho e o bege, “que nos remetem para um universo mais africano”. Estão também na moda “cores muito fortes”, por exemplo o amarelo, o violeta e o fúcsia, “que se usam todas misturadas”.

NÃO MOSTRARÁS A BARRIGA
O estilista não tem dúvidas: nada mais out do que “cintura descaída e um top curto, a deixar ver a barriga”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/61427-tape-barriga-aposte-nos-vestidos-compridos-e-diga-adeus-s-flores, a 25 de Maio de 2010, em Jornal I

Boa Moda de Verão!

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A Crise Chega Agora ao Tabaco…Veja Aqui os Detalhes…

Tabaco de Enrolar Torna-se Estrela na Crise... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago, algo que pode ajudar um nicho da população e economizar alguns tostões, apesar de não ser fumador, penso que pode ajudar as pessoas que fumam. A notícia saiu, num diário da nossa praça no dia de ontem, passo a transcrever a mesma, no entanto, não vou comentar a mesma, pois penso que a mesma encontra-se bastante completa, no entanto, está aberta à discussão dos frequentadores do blog.

«Tabaco de enrolar: suave mudança de hábitos para carteiras com filtro

Fumar cigarros como o velho Lucky Luke – antes de ele os ter trocado por uma palhinha – tem cada vez mais adeptos. O tabaco de enrolar também mata, mas mói menos as bolsas

Poderia vir com o rótulo: “Tabaco para tempos de crise.” Quem trocou os cómodos cigarros embalados pelo tabaco de enrolar garante que, no final do mês, a mudança compensa. Mas nada de ilusões: se ouvir que o cigarro de enrolar é menos prejudicial à saúde, estará a ouvir apenas um mito. Shane Watson, cronista do “Sunday Times”, contava há uns meses como o culto de enrolar cigarros tinha deixado de ser cool e uma “cerimónia privada admirável” para passar a ser um indicador económico. Enrolar tabaco – envolve filtros, mortalhas, tabaco, destreza e, ufa, uma paciência de santo – tem o seu charme e voltou a estar na moda. O tabaco de enrolar não é amigo dos pulmões, mas parece ser mais saudável para a carteira.

Pedro Cartaxo, operador de backoffice, de 28 anos, aderiu há um ano ao tabaco de enrolar e, feitas as contas, garante: “No final do mês, poupo mais de 50%.” Para poupar tempo e combater a falta de jeito para enrolar cigarros à mão, comprou uma máquina de tubos. E até já descobriu a altura perfeita para se aventurar no trabalho manual. “Enquanto estou a ver um jogo de futebol na TV, uso a máquina e faço o equivalente a um maço num instantinho.”

Os astecas fabricavam-nos em folhas de junco ou tubos de cana. O pistoleiro mais rápido do que a sombra tinha sempre um, bem enrolado, ao canto da boca. Isto até o seu criador ter decidido passar uma mensagem antitabágica e transformar Lucky Luke num cowboy com hábitos politicamente correctos: a beata de tabaco enrolado ao canto da boca foi substituída por uma palhinha.

Em Portugal, com o aumento dos preços do tabaco e com a crise à mistura, os velhos hábitos deste cowboy têm conquistado mais adeptos. Diogo Domingues, da tabacaria do Centro Comercial Colombo “Puros & Companhia”, afirma que a venda de onças de tabaco de enrolar “terá triplicado” naquela loja. Se três maços de tabaco podem custar 10,80€, Diogo Domingues avança que “com uma onça de White, marca com conteúdo equivalente ao Marlboro, a mesma dose consegue-se por 4€”. Faltarão os filtros e as mortalhas que, quando comprados em doses gigantescas, saem a preços irrisórios. A oferta tem acompanhado a tendência dos fumadores: há cada vez mais marcas de tabaco de enrolar no mercado, sem ou com aromas e sabores – e até marcas conceituadas já se renderam à venda do seu tabaco em bruto.

Na tabacaria Tab Tagus, no Tagus Park, em Oeiras, as intenções de poupança também levaram ao aumento das vendas do tabaco de enrolar, filtros e mortalhas. Ali conhece-se todo o tipo de clientes: os que “experimentam e ao fim de algum tempo desistem porque dá mais trabalho” – afinal, não é só chegar, pagar e fumar. E também os que “passam a fumar menos porque têm menos paciência.

Enrolar à mão exige agilidade, perseverança e algum treino. As máquinas são baratas e ajudam. Há mortalhas e mortalhas – umas não são recomendáveis a principiantes, pois vão fazer o cigarro morrer rapidamente. Seguindo as pistas do i, é capaz de chegar lá. Mas, ponto número um: sim, o tabaco de enrolar faz mal à saúde. Ponto número dois: sim, é capaz de lhe dar algum trabalho. Mas sempre dá para poupar uns trocos ou, quem sabe, desistir de vez.

Máquinas de enrolar. Tecnologia pensada para ajudar o vício

Num dos seus textos publicados no “Sunday Times”, a cronista Shane Watson descreve o acto de enrolar um cigarro como uma forma de apreciar os prazeres lentos da vida. E diz que fumar tabaco de enrolar não se limita ao fumo, não tem a ver com uma fixação oral ou um tique nervoso. De facto, há qualquer coisa de ritual em enrolar um cigarro manualmente. Mas para os mais cépticos existem máquinas que substituem a destreza manual. Uma delas, uma caixa metálica parecida com uma cigarreira, serve para guardar o tabaco e fazer um cigarro. Basta para isso abri-la, despejar o tabaco e voltar a fechar: voilà, cigarro enrolado. Entre as novidades no mercado estão as máquinas de tubos. Em vez de mortalhas, estas máquinas utilizam o tubo vazio de um cigarro já com filtro, bastando apenas enchê-lo de tabaco. Exige alguma prática, sobretudo no que toca à quantidade de tabaco – tal como acontece com outras máquinas –, mas o resultado é um cigarro normal. Uma caixa de 250 tubos custa cerca de 2€. Já as máquinas variam entre os 4€ e os 12€.


Mortalhas. Coloridas ou até com sabor

São rectangulares, em papel de arroz ou normal. Há quem lhes chame “lençol” ou simplesmente “papel”. Antigamente, as mortalhas pareciam folhas de impressora, tal era a sua grossura, o que fazia com que o tabaco se consumisse mais depressa. Técnicas como a da “gravata” – pôr saliva no borrão para atrasar a combustão – eram frequentemente utilizadas. Hoje a prática está associada a outro tipo de consumos. No mercado português há “papéis” para todos os gostos: de vários formatos, combustão lenta ou rápida, às cores, com desenhos e transparentes. E, tal como nos preservativos, há mortalhas com sabores. Em média, cada carteira traz cinquenta, embora seja possível comprar embalagens de 300. Outra solução são os rolos, que permitem escolher o tamanho do cigarro. Os preços variam entre os 0,75€ e os 3€.

Mitos & Conselhos

O tabaco de enrolar é menos prejudicial à saúde? Há quem o defenda, dizendo que não tem tantos químicos como os cigarros normais. Mas o argumento vale para o outro lado da discussão: a sua produção é mais barata e o controlo de qualidade inferior.

Ao abrir uma onça de tabaco de enrolar, não rasgue completamente o fecho selado. Essa é a melhor forma de conservar a frescura do tabaco, caso contrário o ar seca as folhas.

Gosta de chegar ao fim do dia e sentar-se em frente à televisão a relaxar? Então aproveite e enrole os cigarros para o dia seguinte. Evite andar de bolsos cheios (tabaco, mortalhas, filtros) e não precisa de andar a enrolar cigarros à frente dos seus colegas de trabalho preconceituosos.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/61257-tabaco-enrolar-suave-mudanca-habitos-carteiras-com-filtro, a 24 de Maio de 2010, em Jornal I

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O Melhor Restaurante do Mundo…É na Dinamarca…Veja Aqui os Detalhes…

O melhor Restaurante do Mundo Está na Dinamarca... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e no seguimento do dia de ontem, trago uma reportagem que saiu à algum tempo num diário da nossa praça, no entanto, não vou comentar a mesma, vou me limitar a transcrever a mesma.

« Quer comer no melhor restaurante do mundo? Tem de ir à Dinamarca

O melhor restaurante do mundo é, de acordo com a revista britânicaNoma situado em Copenhaga, na Dinamarca. Na lista dos melhores restaurantes do mundo, o El Buli do chefe espanhol Ferran Adrià, que foi durante cinco anos consecutivos eleito como o local onde servem os melhores pratos, foi este ano ultrapassado pelo Noma.
O júri que avalia os melhores restaurantes da revista “Restaurant” é composto por 800 elementos. Nesta lista, Espanha é o país mais bem representado, com quatro restaurantes no top 10.
Os dez melhores restaurantes do mundo são, então:
“Restaurant”, o 1. Noma, em Copenhaga, Dinamarca;
2.
El Buli, em Roses, Espanha;
3
. The Fat Duck, em Bray, no Reino Unido;
4. El Celler de Can Roca, em Girona Espanha;
5.
Mugaritz, em Errenteria Gipuzkoa, Espanha;
6.
Osteria Francescana, em Modena, Itália;
7.
Alinea, em Chicago, nos EUA;
8.
Daniel, em New York, nos EUA;
9.
Arzak, em San Sebastián, Espanha
10.  Per Se, em New York nos EUA. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/57651-quer-comer-no-melhor-restaurante-do-mundo-tem-ir–dinamarca, a 29 de Abril de 2010, em Jornal I

Boas Refeições

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Grande Hotel do Porto…Transforma-se Num Restaurante Com Nome de D Pedro II…Veja Aqui os Detalhes…

Conheça o Restaurante D Pedro II na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago como sugestão gastronómica, trago um artigo que saiu a semana passada num diário da nossa praça, trata-se de um espaço renovado, na cidade do Porto, passo a transcrever a referida reportagem, mas não vou comentar a mesma.

« D. Pedro II. À mesa do imperiador

O Grande Hotel do Porto está renovado. A revolução começou na cozinha (o restaurante agora chama-se D. Pedro II) e custou 1,5 milhões de euros

O hotel mais antigo do Porto já se pode mostrar ao público de cara lavada. Depois de sofrer obras totais de remodelação, o Grande Hotel do Porto está pronto para receber hóspedes e para ser visitado por quem passa na Rua de Santa Catarina.

Situado em pleno coração da cidade, este hotel de charme foi construído em 1880 e, poucos anos depois passou para as mãos da família Melo Lopes, onde se mantém até hoje. Não faz parte de nenhuma cadeia de hotéis nem tão pouco pertence a um forte grupo económico, mas nem por isso deixa de estar de boa saúde e com boas cores.

Fernando Marques de Oliveira foi o arquitecto responsável pela remodelação das áreas públicas e o gabinete de arquitectos Roberto Cremascoli, Edson Okumura e Marta Rodrigues, tiveram a cargo os quartos. O estilo clássico mantém-se, reinventado aqui e ali com pormenores contemporâneos.

O restaurante mudou de nome e passou de Renascença a D. Pedro II, em homenagem ao Imperador do Brasil que por lá passou. O preço médio de uma refeição ronda os 25 euros, e o chefe Joaquim Sousa promete surpreender o visitante com a sua criatividade. Filetes de sardinha marinada com cama de alho francês em pão da avó, tempura de queijo de cabra com chutney de figo e salada de maçã, bife de espadarte com redução de cebola roxa e batatinha torneada, ou naco de vitela lacada com pistáchio salteado de tronchuda e caramelo de vinho do Porto, foram alguns dos pratos que nos deixaram com água na boca.

O preço da estadia é variável, mas conseguimos dizer que a média rondará os 125 euros. Marta Henriques, directora do hotel, diz que o melhor é mesmo pegar no telefone e ligar. “Os preços podem baixar para metade se, por exemplo, o hotel não estiver cheio.”

As obras de remodelação, orçadas em cerca de 1,5 milhões de euros, começaram em 2007 e foram feitas por fases. “Nunca encerramos o hotel, apenas partes dele”, explicou a directora ao i. Na verdade, o Grande Hotel esteve sempre com as portas abertas e as obras foram feitas por pisos. “Foi difícil, mas seria pior se tivéssemos fechado”, admite Marta Henriques.

Até agora as críticas dos clientes habituais têm sido muito boas, mas há que salvaguardar sensibilidades mais apertadas. É que, muito embora o hotel seja em estilo clássico, a decoração dos quartos é mais minimalista e despojada, ornamento que não agrada a todos. “O nosso 1º piso é o piso clássico, pois lá os quartos têm uma decoração diferente, mais clássica e mais ao gostos de certos clientes que se sentiam chocados com tanta modernidade.” É também nesse piso que ficam as duas únicas suites do hotel: Manoel de Oliveira e Guilhermina Suggia. Dois nomes grandes da cultura nacional e portuense, e cujas vidas se cruzaram com o Grande Hotel. O realizador rodou lá dois filmes, e a violoncelista conheceu o marido entre as quatro paredes do hotel. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/60935-d-pedro-ii–mesa-do-imperiador, a 21 de Maio de 2010, em Jornal I

Boas Refeições

RT

Sugestão Musical Deste Fim de Semana…Conheça Aqui os Detalhes…

Sugestão de Fim Semana... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser inicio de fim-de-semana, trago uma sugestão que li na semana que hoje termina, num diário da nossa praça, passo a transcrever a referida situação, mas não vou comentar a mesma, em virtude se tratar de uma publi reportagem.

«Au Revoir Simone ou Lou Rhodes. Que companhia para esta noite?

Três garotas americanas rendidas à pop electrónica ou uma inglesa que já vendeu os sintetizadores? Este fim-de-semana há pop feminina para todos os gostos

Lou Rhodes e o trio de pop electrónica Au Revoir Simone estão em Portugal para três concertos em seis cidades diferentes. Quase que compensa comprar o passe de InterRail. São visitas diferentes, é certo (a cantora inglesa e as três americanas nunca se vão cruzar), mas nenhuma delas servirá para matar saudades.

A antiga vocalista dos Lamb teve nos palcos portugueses uma segunda casa durante os primeiros anos desta década. O conjunto de pop electrónica, que ainda levou com a etiqueta trip-hop durante uns tempos, teve em “Fear of Fours” (disco de 1999) e numa passagem memorável por Paredes de Coura no ano seguinte, a base para um pequeno culto em Portugal. A imensa minoria de fãs dos Lamb cresceu até “What Sound”, disco de 2001 que trouxe a banda de Manchester até ao mainstream – quem não se fartou de “Gabriel”, canção que se ouviu até ao enjoo num anúncio a cerveja?

Os Lamb passaram de banda expulsa de um palco por quererem tocar mais tempo (o tal concerto em Paredes de Coura) aos habitués de serões de festival de Verão e queimas das fitas que pareciam passar cá o ano.

Louise, a metade dos Lamb que escrevia as letras – Andy Barlow, produtor, tratava da música – regressa agora a Portugal com menos bagagem: já não há sintetizadores e caixas de ritmos para declarar nas alfândegas. A solo, a música de Lou Rhodes é mais despida, confiando apenas na voz e guitarra de cordas de aço. Um regresso às origens e uma adaptação da música da cantora inglesa para a paisagem rural. Recentemente, Rhodes trocou a cinzentona Manchester) pelo campo – Lou vive agora numa comunidade rural, em Wiltshire. “Acho que na música de dança e noutra música baseada em batidas electrónicas já foi tudo tentado”, contou a cantora ao jornal “The Guardian”.

Salut Simone

Ainda em Outubro de 2009 as Au Revoir Simone tocaram em Portugal. “Que concerto, que deusas”, comentou então um utilizador da rede social Last.fm poucos minutos depois de terminado o concerto na Aula Magna. A julgar pelas reacções e afluência de público, estavam criadas as bases para um fenómeno de culto nacional – um tema a analisar cuidadosamente, dadas as idiossincrasias de grupos que parecem só fazer carreira por cá, como os Guano Apes, James, dEUS ou Lloyd Cole.

A banda de Annie Hart, Erika Forster e Heather D’Angelo, todas nos teclados e voz, conseguiu esse estatuto em Portugal e prepara-se para tomar o passo seguinte: a mini-digressão nacional. Alcobaça, Guimarães e Estarreja recebem por estes dias a banda que o realizador David Lynch elogiou e classificou como “inocente, na moda e refrescante”. Já o semanário musical inglês “New Musical Express” descreve a música deste trio norte-americano como “música de engate para o andróide dentro de cada um de nós”.

As Au Revoir Simone formaram-se em Brooklyn, EUA, no final de 2003. “Still Night, Still Night” é o terceiro disco e o conjunto de canções que justifica este regresso a Portugal. Se tudo correr bem, e este trio regressar ao nosso país com a frequência que tem mantido (uma vez por ano), é possível que venham a comprar uma casa no Algarve por altura da reforma. Foi o que fez Cliff Richards e vejam como ele se está a sair bem.

Lou Rhodes toca hoje na Figueira da Foz (Centro de Artes e Espectáculos, 21h30) e amanhã em Braga (Theatro Circo, 00h). As Au Revoir Simone estão hoje em Alcobaça (Cine-Teatro, 22h), amanhã em Guimarães (Centro de Artes e Espectáculos São Mamede, 22h) e Domingo podem ser vistas em Estarreja (Cine Teatro, 21h30)»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/60931-au-revoir-simone-ou-lou-rhodes-que-companhia-esta-noite—video, a 21 de Maio de 2010 em Jornal I

Aproveitem

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