Grande Hotel do Porto…Transforma-se Num Restaurante Com Nome de D Pedro II…Veja Aqui os Detalhes…

Conheça o Restaurante D Pedro II na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago como sugestão gastronómica, trago um artigo que saiu a semana passada num diário da nossa praça, trata-se de um espaço renovado, na cidade do Porto, passo a transcrever a referida reportagem, mas não vou comentar a mesma.

« D. Pedro II. À mesa do imperiador

O Grande Hotel do Porto está renovado. A revolução começou na cozinha (o restaurante agora chama-se D. Pedro II) e custou 1,5 milhões de euros

O hotel mais antigo do Porto já se pode mostrar ao público de cara lavada. Depois de sofrer obras totais de remodelação, o Grande Hotel do Porto está pronto para receber hóspedes e para ser visitado por quem passa na Rua de Santa Catarina.

Situado em pleno coração da cidade, este hotel de charme foi construído em 1880 e, poucos anos depois passou para as mãos da família Melo Lopes, onde se mantém até hoje. Não faz parte de nenhuma cadeia de hotéis nem tão pouco pertence a um forte grupo económico, mas nem por isso deixa de estar de boa saúde e com boas cores.

Fernando Marques de Oliveira foi o arquitecto responsável pela remodelação das áreas públicas e o gabinete de arquitectos Roberto Cremascoli, Edson Okumura e Marta Rodrigues, tiveram a cargo os quartos. O estilo clássico mantém-se, reinventado aqui e ali com pormenores contemporâneos.

O restaurante mudou de nome e passou de Renascença a D. Pedro II, em homenagem ao Imperador do Brasil que por lá passou. O preço médio de uma refeição ronda os 25 euros, e o chefe Joaquim Sousa promete surpreender o visitante com a sua criatividade. Filetes de sardinha marinada com cama de alho francês em pão da avó, tempura de queijo de cabra com chutney de figo e salada de maçã, bife de espadarte com redução de cebola roxa e batatinha torneada, ou naco de vitela lacada com pistáchio salteado de tronchuda e caramelo de vinho do Porto, foram alguns dos pratos que nos deixaram com água na boca.

O preço da estadia é variável, mas conseguimos dizer que a média rondará os 125 euros. Marta Henriques, directora do hotel, diz que o melhor é mesmo pegar no telefone e ligar. “Os preços podem baixar para metade se, por exemplo, o hotel não estiver cheio.”

As obras de remodelação, orçadas em cerca de 1,5 milhões de euros, começaram em 2007 e foram feitas por fases. “Nunca encerramos o hotel, apenas partes dele”, explicou a directora ao i. Na verdade, o Grande Hotel esteve sempre com as portas abertas e as obras foram feitas por pisos. “Foi difícil, mas seria pior se tivéssemos fechado”, admite Marta Henriques.

Até agora as críticas dos clientes habituais têm sido muito boas, mas há que salvaguardar sensibilidades mais apertadas. É que, muito embora o hotel seja em estilo clássico, a decoração dos quartos é mais minimalista e despojada, ornamento que não agrada a todos. “O nosso 1º piso é o piso clássico, pois lá os quartos têm uma decoração diferente, mais clássica e mais ao gostos de certos clientes que se sentiam chocados com tanta modernidade.” É também nesse piso que ficam as duas únicas suites do hotel: Manoel de Oliveira e Guilhermina Suggia. Dois nomes grandes da cultura nacional e portuense, e cujas vidas se cruzaram com o Grande Hotel. O realizador rodou lá dois filmes, e a violoncelista conheceu o marido entre as quatro paredes do hotel. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/60935-d-pedro-ii–mesa-do-imperiador, a 21 de Maio de 2010, em Jornal I

Boas Refeições

RT

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