Análise de Um Jornalista aos Certificados do Tesouro…

Certificados do Tesouro, Faça as Contas... Fonte: http://aprovadonovestibular.com/

Hoje trago uma análise que li num diário da nossa praça sobre os certificados do tesouro, vou transcrever a mesma, que foi publicada num diário da nossa praça, no entanto, não vou tecer comentários à mesma, em virtude de estar um pouco reduzido de tempo.

«Certificados do Tesouro: valem a pena, se puder esperar cinco anos

Podem render três vezes mais que os Certificados de Aforro ou menos que um depósito. A emissão arranca dia um

A partir de quinta-feira os portugueses terão acesso a um novo produto de dívida pública: os recém-criados Certificados do Tesouro (CT). Resta saber se vale a pena subscrever, o que depende essencialmente de um factor: o prazo com que se pretende investir. Quanto mais longo for, mais interessantes se tornam os Certificados do Tesouro. Na prática, o limite dos cinco anos é decisivo. Caso queira investir num horizonte inferior a esse período, fica melhor servido se apostar noutros produtos, como os simples e acessíveis depósitos bancários.

Os Certificados do Tesouro surgem a rivalizar não só com os depósitos, mas também com os Certificados de Aforro. Para prazos até cinco anos, a remuneração dos CT terá como referência os Bilhetes do Tesouro ou a Euribor a 12 meses, que está a render cerca de 1% líquido, perto da média dos depósitos. Acima de cinco anos, passam a ser remunerados à taxa das Obrigações do Tesouro (OT), apenas disponíveis para investidores institucionais. Neste momento, as OT estão a render 3,3% a cinco anos e 4,3% a dez anos. Veja ao lado as simulações com diferentes prazos, para um investimento de mil euros em Certificados do Tesouro – o mínimo permitido para este produto.

“Devido à crise de credibilidade das finanças portuguesas, estamos num período em que o rendimento das Obrigações do Tesouro é muito mais apelativo”, afirma António Ribeiro, economista da Deco. “Os Certificados do Tesouro só compensam entre cinco a dez anos, porque passam a render o mesmo que as OT. Até esse prazo, os melhores depósitos conseguem ter rendibilidades mais atractivas.”

Torna-se evidente na análise das remunerações que, a partir dos cinco anos, os Certificados do Tesouro são bem mais interessantes do que os Certificados de Aforro, que estão a render 1,2% líquidos a cinco anos e 1,5% a dez. No entanto, é necessário explicar que as actuais condições conjunturais beneficiam os CT em relação a outros produtos. Se, por um lado, temos níveis historicamente baixos da Euribor – que determina quanto rendem os Certificados de Aforro – por outro, os níveis de desconfiança em relação à economia portuguesa inflacionam o rendimento das OT. Factores a ter em conta a médio prazo, caso se verifique uma futura estabilização do mercado da dívida e a subida previsível das taxas de juro.

Contudo, as possíveis vantagens dos CT não se ficam pela rendibilidade. “Reúnem as melhores características de Certificados de Aforro e Obrigações do Tesouro: a liquidez dos primeiros, permitindo um resgate antecipado, e o rendimento dos segundos”, explica António Ribeiro. “É uma opção de investimento interessante para pequenos investidores.”

Os CT nascem assim com o intuito de promover a poupança dos portugueses, ao mesmo tempo que proporcionam uma nova fonte de financiamento ao Estado, com juros mais baixos. Segundo o governo, o objectivo é “promover a poupança de longo prazo dos particulares e dinamizar o mercado de dívida pública”. Os CT partem da “democratização do acesso a produtos equivalentes às Obrigações do Tesouro (OT) e Bilhetes de Tesouro (BT).”

Para adquirir Certificados do Tesouro terá de ter uma conta activa no Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), podendo subscrevê-los ou resgatá-los nos CTT ou directamente no IGCP.

Em conclusão, os CT são um produto seguro, indicado para investidores avessos ao risco. Regressando à pergunta do título, se vai necessitar do capital investido nos próximos cinco anos, os Certificados do Tesouro não lhe serão úteis. Mas se o dinheiro não lhe vai fazer falta durante esse período, podem ser uma boa opção, principalmente quando comparados com outros produtos similares, como os Certificados de Aforro ou os depósitos bancários. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/66639-certificados-do-tesouro-valem-pena-se-puder-esperar-cinco-anos, a 28 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Poupanças

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Bancos Vão Ser Obrigados a Divulgar o Que Cada Depositante Aufere em Juros…

Bancos Devem Dar Nome e Valor Auferido Anualmente por Depositante Fonte: http://pensarseixal.files.wordpress.com

Uma notícia que achei mais uma invasão de privacidade e um atentado à liberdade das pessoas, penso mesmo, que em parte o negócio dos bancos vai sair afectado, e só vai levar a que aos mesmos, tenham mais despesas a irem se financiar la fora. Passo a transcrever a referida noticia, e de seguida faço um breve comentário.

« Bancos não terão que divulgar saldos, só rendimentos pagos

Governo assegura que não há retroactividade

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, garantiu esta segunda-feira à agência Lusa que os bancos não vão ser obrigados a declarar a administração fiscal os activos dos contribuintes mas apenas os rendimentos pagos e as retenções na fonte.

«A lei não vem obrigar as instituições financeiras a comunicar o valor dos activos, dos depósitos, que os contribuintes tenham junto destas entidades», disse Sérgio Vasques.

O que a lei «vem obrigar é que as intuições financeiras comuniquem à administração fiscal o valor dos rendimentos pagos, das retenções na fonte, que elas próprias façam», acrescentou o responsável.

Sigilo: Governo vai ter acesso às contas bancárias

O secretário de Estado faz uma comparação com o que se passa no mercado laboral para afirmar que o mesmo se passa quando a entidade patronal envia à administração fiscal o valor do rendimento pago e a retenção na fonte.

«É isso que as instituições financeiras têm de fazer. Em momento algum revelam o valor do saldo da conta ou dos activos que um contribuinte tenha no banco», garantiu.

Sérgio Vasques negou ainda que haja retroactividade nesta medida pois «o alargamento de deveres de comunicação em 2010 vão dizer respeito a rendimento e retenções na fonte em 2009».

«É evidente que aqui não se coloca a questão constitucional da retroactividade porque não se fala aqui de normas de tributação mas de deveres de comunicação», afirmou.

O secretário de Estado veio assim esclarecer a notícia do «Jornal de Negócios», segundo a qual o fisco vai passar a saber quanto é que cada cidadão recebe por ano em juros de poupanças. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/bancos-saldos-rendimentos-sigilo-sigilo-bancario/1173615-1729.html, a 28 de Junho de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

Perante esta noticia sou obrigado a concordar, que a mesma se trata de mais u«atentado às liberdades dos portugueses e de que os mesmos, conseguem aforrar, senão vejamos: Qual seria a razão para os governantes quererem associar um nome e um determinado valor de juro, sendo que o mesmo, é tributado, se for no continente a 20% salvo erro e a 16%, nas ilhas, pois tem a haver directamente com as taxas de IVA, pois bem, se o estado já recebe os valores retidos pela entidade financeira, só uma questão de querer saber o que cada contribuinte tem aforrado, leva a querer determinar um nome associado a um determinado valor de imposto, mas pior, neste caso, querem saber qual o valor auferido, logo sabendo, que tiraram desse valor um x de imposto, facilmente, e mediante a taxa que estiver em vigor, conseguem saber com mais ou menos certeza, o valor que o contribuinte tem aforrado.

Penso que se trata de uma invasão de privacidade, pois não conseguiram que o sigilo bancário fosse abolido, com excepção em casos de investigação de crimes, e então, para poderem aferir o que contribuinte tem, vão por este método.

Pior que este método, se um contribuinte tiver um valor alto de juros, pois tem ate aforrado algum valor, que até pode por exemplo, herdado, o mesmo se ficar desempregado, pode mesmo ver o seu subsidio em risco, não tendo em conta, que o referido contribuinte, quando esteve a trabalhar, descontou, para em caso de necessidade, ter acesso a um subsidio, como é o caso do subsidio de desemprego. Lembremos, quem tem acesso ao subsídio de desemprego, descontou para ele, quem não desconta não tem direito…devemos ter em conta, esta premissa.

Os bancos com esta medida, penso que irão perder a longo prazo, em virtude, de os contribuintes deixaram de aforrar, mantêm desta forma os valores nas respectivas contas à ordem, de forma a não auferirem juros, e desta forma o estado fica a arder, denote-se que, os dinheiros das contas à ordem, as entidades financeira, não podem usar o mesmo, para se financiar com eles, ou mesmo, para conceder créditos a terceiros, então, vão ter que ir lá fora, para recorrer ao crédito interbancários, que é mais caro, na generalidade dos casos, que o crédito solicitado aos clientes, resultado, mais raro o crédito concedidos aos portugueses, e com taxas maiores, logo mais caro, o que vai prejudicar o consumo, e prejudicar quem precisa de credito para um negócio, ou mesmo, para poder formar família, etc.

O caos social continua, e o governo, parece querer distanciar-se da realidade da maioria da população portuguesa, pois penso, que as poupanças dos portugueses são um pouco incipientes, caso contrário, a própria banca não tinha dificuldades em se financiar em Portugal, mas o que transparece e o que se vê, é que a mesma, está constantemente a financiar-se lá fora, causando desta forma incrementos nas taxas de juro a que vende o dinheiro aos particulares e às empresas.

O governo, tem que começar a atacar nata da sociedade, e as pessoas que mais auferem, e  que possuem as suas poupanças fora do país, na sua generalidade em offshore ou mesmo em paraísos fiscais, deve combater os ordenados absurdos e a multiplicidade de empregos, geralmente de políticos da nossa praça. Dou um exemplo, José Penedos, até à bem pouco presidente da REN, tinha e tem, um lugar cativo na EDP, como foi acusado, e teve que se afastar da presidência da REN, foi para o lugar que tinha na EDP, agora deixo a questão no ar? Se ele não era necessário na EDP, por que razão tinha lá um lugar cativo… São estas as situações, que os portugueses, querem que se persiga, são estas situações que têm que acabar, de modo, a que exista transparência nas sociedade e os portugueses acreditem na classe política em geral.

Deixo a Questão: Que pensa do governo ter acesso aos valores de juros auferidos anualmente por cada contribuinte?

Tenho Dito!

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SCUT’s e CHIP’s Colocam em Causa a Governação de José Socrates? Conheça os Detalhes e Deixe a Sua Opinião Sobre o Assunto…

SCUT e CHIP´s Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje, e por ser Segunda feira, após mais um fim-de-semana, é altura de voltarmos à realizada, e vou comentar uma notícia que li na passada sexta feita, e sobre as SCUT, vou transcrever a mesma e de seguida vou efectuar um breve comentário à mesma, e obviamente à actuação do nosso governo.

« Oposição contra chips. Isso é «fantasma do Big Brother»

Primeiro-ministro critica «visão preconceituosa» da oposição como se todas as evoluções electrónicas atentassem contra os direitos dos cidadãos

O primeiro-ministro criticou esta sexta-feira a oposição por ter impedido a cobrança electrónica de portagens, através dos chips, invocando uma espécie de «fantasma do Big Brother». José Sócrates reiterou que o identificador servirá exclusivamente para o pagamento de portagens e que será apenas obrigatório para «os veículos que passem» nas SCUT.

Veja as «bocas» da oposição

SCUT: imposto adicional para alguns?

Os critérios de isenção para quem trabalhe na área destas auto-estradas e para os residentes são, no entanto, «uma coisa muito subjectiva e que tem de ser muito bem explicada», defendeu a deputada do partido ecologista Os Verdes, Heloísa Apolónia, citada pela agência Lusa.

«Não consigo perceber como é que se juntam todas as bancadas da oposição com um único objectivo, impedir o prosseguimento do projecto de portagens de cobrança electrónica», respondeu José Sócrates.

«SCUT não comportam portagens físicas»

O primeiro-ministro disse ainda que existe uma «visão preconceituosa» de que «alguma evolução electrónica, na mente do PCP, será sempre um big brother que vai atentar contra os direitos dos cidadãos».

E fez questão de sublinhar que «já demos todas as garantias, para que não haja a mínima desconfiança. Já aceitámos que o identificador do veículo sirva apenas para a cobrança de portagens, e nada mais do que isso. Já concordámos que a obrigatoriedade devia ser apenas para aqueles veículos que passem nessas portagens».

Sócrates reiterou a informação avançada na véspera pelo secretário de Estado dos Transportes, Paulo Campos, de que uma SCUT «tem características geométricas diferentes, com mais entradas e saídas». Estas condicionantes tornam «impossível aplicar portagens físicas, a não ser que fechássemos entradas e saídas e que fizéssemos investimentos muito significativos». Até porque a colocação de praças de portagens demoraria três anos a construir.

Via Verde e chips: que diferenças?

«As portagens de cobrança electrónica são um método moderno, de maior vantagem para o Estado e para quem passa nas auto-estradas». Sócrates acrescentou que não existirem diferenças entre este sistema electrónico e a Via Verde.

Mas a deputada Heloísa Apolónia contestou: a diferença é que a cobrança da Via Verde «é voluntária» e o sistema de chips «seria obrigatório».

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/scut-portagens-chip-socrates-governo-agencia-financeira/1172980-1730.html, a 25 de Junho de 2010, em Agência Financeira.

O meu comentário:

Pessoalmente, e como já aqui manifestei anteriormente, à algum tempo, sou totalmente contra a cobrança das SCUT, visto serem vias que foram financiadas no tempo da sua construção, e tendo como objectivo que fossem gratuitas. No caso das 3 SCUT, que querem cobrar na região norte, elas foram construídas em cima de troços de estradas nacionais (EN), ou mesmo de itinerários complementares (IC), sei que a SCUT da Costa de Prata, foi construída em certos locais em cima da antiga EN109, e A28, penso que, é denominada de Porto Litoral, foi em cima da EN 107, e da EN13, a SCUT do Grande Porto, que foi construída para desviar o transito que vem de norte e sul da VCI, que é uma via muito poluída e congestionada no Porto, a mesma foi construída em cima do IC24, sendo que atravessa uma cidade densamente povoada e industrializada e onde mesmo, está colocado o Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro, refiro-me à cidade da Maia.

Perante isto, e que muito se tem discutido, penso que estas vias, poderiam ser cobradas, caso existissem vias alternativas, como qualidade mínima, pois não podemos esquecer que fazer parte da UE, quer dizer que o nosso país deve estar dotado, de infra-estruturas mínimas de qualidade, condicentes com a restante Europa, foi também, creio eu, nesse encadeamento que foram pagas pela UE, a construção das referidas SCUT, no governo de António Guterres.

Penso que, mais uma vez, foi bem feito pela oposição, o «chumbo», dos Chips, pois, os mesmo, na minha óptica serviriam em primeira instância para a cobrança de portagens, mas a qualquer momento, poderiam ser extrapolados para outras situações, como por exemplo, indicar com alguma distância à polícia, se o automóvel X, ou Y, estão a circular correctamente, com a documentação em dia, a velocidade, ou mesmo, velocidades médias, e saber quais as estradas por onde andou, pois bem, terminaria com a o «aleatório» das operações STOP, neste caso.

Este é um exemplo, mas podemos extrapolar para outros, o que basicamente terminaria com o anonimato e a liberdade a que o cidadão tem como princípios basilares da nossa constituição.

Penso que o Eng. Sócrates, está «desesperado», pois tem as contas publicas num rebuliço a qual, ele não consegue dar solução, às tantas e por ser engenheiro, pois considero que se alguém estuda gestão ou mesmo economia em detrimento de engenharia, terá mais apetência à partida para saber organizar contas, não quero menosprezar ou mesmo inferiorizar a classe dos engenheiros, mas este…enfim… Basicamente, é cada macaco no seu ganho, engenheiros para engenharias, gestores e economistas, para gestão e economia…(mas dos verdadeiros, de falsos estamos cheios).

O nosso Presidente da Républica, não teve coragem de dissolver o governo, pelo menos enquanto pôde, mas creio que, Sócrates está a seguir num caminho sem retorno, e que invariavelmente o vai levar a uma única saída, que é de colocar o seu lugar a disposição, e serem convocadas eleições antecipadas.

A margem ficou muito reduzida, e cada vez mais estreita, parece mesmo que os apoiantes de Sócrates, aos poucos estão a desistir, de um sonho deste primeiro-ministro de tentar para já, controlar o incontrolável, neste caso, «chipar os portugueses», de tentar saquear o mais possível os Portugueses, e de tentar governar sem saber bem o que anda a fazer. Parece-me mais que ele tentar, dar nas vistas, penso mesmo, que terá um lugar assegurado na nossa história, como o pior a todos os níveis primeiro-ministro da história Portuguesa.

Deixo um pedido aos nossos governantes e mesmo a Sócrates, se ainda quiser dar a volta (se é que a mesma existe), ganhem juízo, olhem para princípios basilares como o desemprego, e o pouco ou mesmo nulo investimento na juventude portuguesa, especialmente a licenciada, com cursos pré Bolonha, que é a que pode dar reviravolta as nossas contas, pois é a que está com maior apetência para a carreira, mas ao mesmo tempo, com fortes indícios de incremento da natalidade, que ajudaria e muito, a resolver o problema da nossa dívida e índices de competitividade portuguesa.

Tenho Dito!

Uma Boa Semana!

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Lisboa Tem Até dia 15 de Julho Exposições Exclusivas de Miguel Palma…

Exposição de Peças Exclusivas de Miguel Palma em Lisboa Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago como sugestão, um acto cultural para se ficar um pouco mais rico, passo a transcrever uma reportagem que saiu num diário da nossa praça, mas em virtude de a mesma ser uma publi reportagem, não vou comentar a mesma.

« Esculturas exclusivas de Miguel Palma expostas em Lisboa

A Casa Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, (CMMA) tem patente a instalação “Tempo de Imagem” de Miguel Palma. O artista internacional criou exclusivamente sete esculturas/instalações que estarão expostas ao longo do museu, proporcionando um momento inesquecível para os verdadeiros amantes da arte e da cultura.
Arquitectonicamente pensada e criada, a exposição estará integrada nos ambientes, proporcionando um cenário envolvente. Durante o percurso, poderá acompanhar as alterações temporais sofridas pelo famoso relógio BREGUET, que pertenceu ao General Junot. O relógio faz parte desta colecção e que será projectado em cada uma das seis esculturas, através de um sistema audiovisual de mini câmaras de filmar e pequenos projectores de vídeo.
A imagem do relógio que é filmada na primeira instalação é posteriormente projectada na segunda, criando uma imagem de segunda geração. Consequentemente, esta projecção é filmada por uma segunda mini câmara e a imagem da mesma será projectada na terceira instalação, criando uma imagem de terceira geração. O sistema desenvolve-se consequentemente desta forma até à sexta instalação. A imagem final de todo o processo será projectada juntamente à zona onde o relógio é pela primeira vez filmado, de forma a que se possam comparar os dois.
Miguel Palma, artista internacional, nasceu em Lisboa em 1964 e estudou na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (ESBAL). Com uma carreira artística invejável, já apresentou exposições em Portugal e em vários países europeus, como Espanha, Holanda, França, Áustria, Japão e E.U.A, sendo também representado em inúmeras colecções públicas e privadas.
O seu trabalho integra maquinismos e objectos com frequente alusão aos contextos lúdicos das miniaturas e dos brinquedos, projectando com imaginação e humor a sua visão sobre o mundo contemporâneo.

A exposição decorre até  15 de Julho, de segunda a sexta, das 13h às 17h30 e sábados das 10h às 17h30.

A visita à CMMA tem o custo de 5€ para adultos e 3€ para crianças dos 10 aos 16 anos e mais de 65 anos. Caso prefira uma vista guiada, pela CMMA, terá que fazer antecipadamente a reserva que terá um custo de 6€ por pessoa.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/59802-esculturas-exclusivas-miguel-palma-expostas-em-lisboa, a 13 de Maio de 2010, em Jornal I

Boas Visitas!

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Festejos em Honra a S. Pedro.. Veja os Detalhes dos Mesmos na Cidade de Vila Nova de Gaia e Póvoa de Varzim…

São Pedro Fonte: http://meninaboneca.zip.net

Hoje trago uma óptima sugestão para este fim-de-semana, passado os festejos do Santo António, do São João, chega a hora de se festejar já este fim de semana o São Pedro, vou transcrever uma reportagem que saiu no dia de ontem em um diário da nossa praça, sobre os festejos do são Pedro, mas não vou comentar a mesma, em virtude de se tratar de uma publi reportagem.

« Depois do Santo António e S. João… chegou o S. Pedro

Continuam as festas populares, com um programa que vai dos concursos de karaoke aos torneios de futebol. Tudo com bairrismo.

O Porto ainda mal teve tempo para recuperar da folia do S. João e à sua volta já se deu início a outras celebrações. Na Freguesia de S. Pedro da Afurada, em Vila Nova de Gaia, arranca hoje o primeiro fim-de-semana das festas em honra de S. Pedro.

Esta sexta-feira tem como ponto alto uma noite de fados, pelas 22h. Amanhã haverá noite de karaoke com a presença de do DJ Zé Tomix. Domingo é dia de festival folclórico a partir das 15h, com a participação do Rancho Folclórico da Afurada, Grupo de Folclore da Cela (Alcobaça), Grupo Folclórico da Madalena (Gaia), Rancho Danças e Cantares da Lapa (Póvoa do Varzim) e do Grupo de Danzas e Cantares (Espanha).

Como explicou ao i o presidente da Junta de S. Pedro da Afurada, Eduardo Matos, tratam-se de festas “fundamentalmente religiosas”, pelo que um dos destaques da edição deste ano será a “missa campal” e a procissão com o andor que sairá da Igreja de Santa Marinha (Gaia) e seguirá por via marítima até à Afurada. “Vamos recriar as primeiras festas de S. Pedro, a primeira procissão de 1918”, refere Eduardo Matos.

Além do tradicional fogo-de-artifício, as festas incluem ainda as participações musicais de nomes como Tony Carreira e Quim Barreiros. “Certamente que não encontrará umas freguesia com cinco mil habitantes com nomes musicais como Tony Carreira e, a nível religioso, temos a melhor procissão que já vi”, comenta o presidente.

A primeira jornada das Festas de S. Pedro da Póvoa de Varzim inicia-se hoje, pelas 15h, com a iniciativa “S. Pedrinho e a Pequenada”, que conta com a participação dos jardins-de-infância do concelho, no auditório da lota. Às 22h é exibido no Diana Bar o documentário “O Casamento de Eça de Queiroz”, realizado por Luís Costa Ribeiro. No sábado, às 18h, é inaugurada a exposição de Júlio Resende no Museu Municipal de Etnografia e História. Domingo haverá jogo de futebol, pelas 17h30, entre a Câmara Municipal e as juntas de freguesia. Para as 22h está marcada a inauguração dos tronos de Regufe, Belém,

Mariadeira, Sul, Matriz e Norte. O programa geral das festas de S. Pedro da Póvoa de Varzim inclui a missa, procissão e uma noitada de S. Pedro com animação, sardinhas e vinho nas ruas da cidade até ao amanhecer.

As Festas de S. Pedro realizam-se na Póvoa de Varzim desde 1962. No Arquivo Municipal estará patente uma exposição de cartazes, programas e documentos até ao final das Festas.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/66240-depois-do-santo-antonio-e-s-joao-chegou-o-s-pedro, a 25 de Junho de 2010, em Jornal I

Bons Festejos!

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Conheça o Lugar de Portugal, na Escala da Pobreza…Veja Aqui os Detalhes e a Análise…

Portugal em 3º no ranking da Pobreza...

Hoje trago um assunto que penso ser pertinente, nos dias que correm, trata-se de os Portugueses terem problemas em pagar as suas despesas mensais, no que concerne a bens de primeira necessidade, vou transcrever a referida peça jornalística, e de seguida vou tecer um breve comentário.

«Portugueses no Top3 dos que têm mais dificuldades no fim do mês

Somos ultrapassados só pela Grécia e Letónia

As famílias portuguesas são as terceiras da União Europeia a «deitar as mãos à cabeça» quando chegam as contas no final do mês. Piores que nós estão apenas as da Grécia e as da Letónia, de acordo com o Eurobarómetro.

Questionados sobre se o orçamento doméstico é suficiente para pagar as despesas correntes, como as alimentares, 82% dos portugueses responderam afirmativamente, sendo a média da UE de 83%.

No entanto, quando o questionário acrescenta o pagamento de dívidas assumidas, 39% dos portugueses reconhecem ser «uma luta constante», 32% dizem ter «por vezes» dificuldades, 22% respondem não ter quaisquer problemas com pagamento de contas e 7% admite deixar dívidas por pagar. A média europeia é de, respetivamente, 15, 34, 46 e 5%.

A sondagem mostra que um em cada seis europeus declara ter constantemente dificuldade para pagar as despesas correntes e três quartos consideram que a pobreza aumentou no seu país no último ano.

Mas no relatório para analisar a percepção de pobreza nos 27 países da EU, a Comissão conclui que se a questão é «se algumas ou muitas contas» ficam por pagar, 7% dos portugueses responde «sim». Vários países nos ultrapassam, nomeadamente os espanhóis (8%). Ainda a Letónia fica nos 17%, a Bulgária 15% e a Grécia 14%. Aqui, a média da Europa fica nos 5%.

Ainda segundo a sondagem do Eurobarómetro, mais de 90% dos portugueses tem a percepção de que a pobreza aumentou em Portugal nos últimos 12 meses.

O inquérito mostra que 61% dos inquiridos em Portugal consideram que a pobreza «aumentou muito», a que acrescem os 30% que respondem que «subiu ligeiramente». Nesta categoria, os números só são superiores na Grécia, onde 94% dos inquiridos considera que a pobreza aumentou nos últimos 12 meses.

A média dos 27 estados-membros da União Europeia (EU) é de 73%, com 38% a considerarem que a pobreza «aumentou muito» e 37% a dizerem que «cresceu ligeiramente».

Este inquérito surge quando já decorreu a primeira metade do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social e após o compromisso assumido no passado dia 17, pelos dirigentes da UE, de retirar 20 milhões de europeus da pobreza e da exclusão social na próxima década.

Em Portugal foram questionadas 1005 pessoas, 695 através de telefone fixo e 310 via telemóvel.

As entrevistas foram feitas pela Consulmark, entre 18 e 22 de maio. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/contas-portugal-europa-agencia-financeira-dinheiro-familias/1172082-4058.html, a 22 de Junho de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

À muito tempo que já não comentava uma notícia, no entanto, pelas questões acima mencionadas é realmente muito triste.

A peça jornalística indica que cada vez está mais difícil as pessoas poderem pagar contas de bens essenciais como a casa, a comida, ou mesmo factores higiénicos, digamos que a maior parte dos portugueses, veio para a parte inferior da pirâmide de Maslow, ou seja, passou a não conseguir ter uma vida, onde as necessidades básicas ficam asseguradas.

Num estado, onde se diz democrata e onde a constituição da republica portuguesa, pressupõe igualdade de direitos e oportunidades para todos os cidadãos nacionais, no entanto, vemos que os jovens deste país continuam, sem apoio e sem emprego, ou seja, não conseguem sequer atingir o em prego, para conseguir ter dinheiro para as suas necessidades básicas, falo nomeadamente de uma geração que muitos deles investiram o que tinham e o que não tinham em estudos especializados, como é o caso dos estudos no ensino superior.

O próprio ordenado mínimo, é ridículo, como é possível com o ordenado mínimo nacional, as pessoas conseguirem ter um nível de vida condigno, mesmo em casal, onde as seriam pelo menos 2 os ordenados mínimos a entrar, o valor dos mesmos, não chega à fasquia dos 1000€, logo, este casal para ter uma vida minimamente aceitável, ou tem ajudas externas, nomeadamente de familiares, tais como país, ou então vive em casa dos país de um ou de outro, o que de certa forma não é correcto, pois em 99% dos casos é origem de conflitos familiares e já la diz o ditado «Quem casa, Quer Casa».

Como é possível, vir neste cenário, solicitar que as pessoas, tenham filhos, e incrementem a taxa de natalidade, de forma a poder assegurar a manutenção das reformas e dos apoios concedidos pela Segurança Social? Não é possível! Os nossos governantes, têm essa mesma noção dessa necessidade, no entanto, não querem dar o braço a torcer e dar a oportunidade aos jovens, especialmente aos jovens recém licenciados, e como tal, estamos a perder gerações, nomeadamente as gerações nascidas na década de 80.

Peço a que os nossos governantes, especialmente os que possuem ordenados chorudos, para tentaram viver com o ordenado mínimo nacional, nomeadamente fazer a vida com bens básicos e recorrerem a transportes públicos para se moverem, e possam ver que não existe, possibilidade de se viver assim.

É óbvio, que perante isto que os índices de pobreza estão a sofrer incrementos no nosso país, o estudo, não qualifica, mas se fizer um estudo mais qualitativo, podemos verificar que possivelmente as gerações mais novas, são as que estão a cair em pobreza, sendo que estamos num limite muito ténue, que é os jovens recém licenciados, poderem aos poucos fazer parte dessa triste realidade, pois apesar de possuírem qualidades e qualificações, não lhes é concedida a oportunidade, voltando para aquilo que os patrões denominam de toneladas de experiencia, coisa que anteriormente já abordei aqui.

Para concluir, deixo um apelo aos nossos governantes, que tenham consciência que estão a causar danos que podem ser irreversíveis na nossa sociedade, causando lacunas a nível demográfico, que num mundo desenvolvido e capitalista, dificilmente poderemos encontrar um país chamado de Portugal, nos próximos séculos.

Mais uma vez pede-se mais qualidade de vida, maior rendimento disponível, para que exista um incremento no consumo, e se possa, sair desta crise, e retomar o caminho do progresso.

Tenho Dito

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Desejo Boa Noite de S João a Todos….

Hoje é noite de S João, portanto espero que logo a noite as cidades portuguesas, que festejam o S João, estejam cheias de gente na rua de martelinho ou mesmo de alho porro.

Concretamente vou estar na cidade do Porto, como aliás faço todos os anos, a festejar o S. João.

Desejo a todos os leitores, uma boa noite de S. João.

Boa Noite de S. João Fonte: http://1.bp.blogspot.com

Boa Festa!

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Alusão ao Dia Europeu da Musica…Que Foi Ontem…

Dia Europeu da Música... Fonte: http://www.ionline.pt

Ontem foi dia Europeu da Música, no entanto só hoje me foi possível, fazer alusão a esta mesma situação, como tal, vou transcrever um artigo que saiu no dia de ontem num diário da nossa praça, mas não vou comentar o mesmo, em virtude de ser tratar de uma publi -reportagem.

« Cantigas da rua: são de toda a gente

Hoje é o Dia Europeu da Música e milhares de artistas estão nas cidades do velho continente para celebrar canções e melodias. Mas, por Lisboa, há quem nos dê música todo o ano

“Larguei tudo, inclusive o trabalho que tinha, e vim para Lisboa. Pus-me aqui a cantar e foi um êxito.” Começa assim, em 1979, a história de Toni Banza, o fadista-trovador que hoje deita notas de fado na calçada da rua Garrett, em pleno coração de Lisboa. Alentejano de gema, Toni é um dos milhares de músicos do mundo cujo palco é o espaço livre e, apesar de já ter uma cassete editada e um CD feito em casa, um dia pensa gravar “um disco a sério”.

“Cada um tem as suas bênçãos e a minha é cantar”, explica, encolhendo os ombros num sorriso fugaz. A mãe cantava enquanto trabalhava no campo, na aldeia de Rio de Moinhos (perto de Aljustrel), onde nasceu o cantor. E o ouvido não parou de lhe encontrar encanto. O coração falou mais alto que o emprego e o jovem fadista baixinho e simpático trocou as planícies alentejanas pela cosmopolita Lisboa. Em troca, ganhou sanidade. “Se não cantasse já tinha morrido ou dado em doido”, confessa Toni Banza enquanto ergue bem alto um dedo de razão.

Dos primeiros tempos de fado e cançoneta portuguesa, o artista recorda as “belas desgarradas” em que participava. “Era o tempo da Amália, do Fernando Maurício, da Cidália Moreira… Lisboa era a verdadeira capital do fado!”, diz o músico, a agarrar a guitarra como se fosse um livro. Hoje, se lhe perguntamos pelo Dia Europeu da Música ou pela Festa da Música, que se assinala a 21 de Junho por todo o mundo, Toni Banza desconhece a data. “Em Portugal não se dá muito por essas coisas…”

Mas o sonho do fadista passa pelas luzes da ribalta, como o próprio confessa com alguma revolta: “Às vezes vejo na televisão cada cantor… e penso para mim: porque não estou eu ali?” Cantar na rua já lhe deu “momentos muito bonitos com o público”, mas “num palco é outro status”, considera o artista.

É num Coliseu ou num programa de televisão que Toni pensa com mais brilho nos olhos. Nisso e em gravar um CD de fado. Mesmo assim, dá um subtil jeito à cabeça para baixar o olhar e dizer em segredo: “Se ficasse rico, vinha cantar na mesma para a rua.”

O balafom e uma cabana De outras andanças vêm os Draska, o grupo que se formou quando um jovem suíço chamado Drasta foi até ao Burquina Faso para aprender a tocar balafom e por lá descobriu mais do que este instrumento. Encontrou Kadidia Traore, a actual vocalista do grupo, esposa de Drasta e mãe do seu filho (com dois anos), que, dizem os músicos, é uma das grandes inspirações da banda.

Desde 2007, o palco principal dos Draska é um Largo do Chiado atravessado por milhares de turistas e trabalhadores que quase todos os finais de tarde se cruzam com as influências africanas e europeias do grupo através da voz, do n’goni (instrumento de cordas originário da África Ocidental), do balafom e da cabaça (tocada pelo moçambicano Tsetse). Há quatro anos que vivem da música e Tsetse, com um grande sorriso, admite que “foi uma escolha muito difícil”. Mas o espaço livre, segundo o companheiro Drasta, é “a mais real e melhor escola”. “É muito mais pessoal tocar na rua e o público é bem mais crítico”, nota Drasta.

Além disso, na rua, os Draska sentem–se independentes da indústria da música. Não fazem arte para vender, mas para que as pessoas gostem dela. Ao mesmo tempo, consideram o que fazem uma atracção e um apoio à oferta comercial e turística de uma cidade. Mas também há contras: “Já tivemos alguns problemas com a polícia, porque não nos é permitido actuar na rua, embora tenhamos pedido licença várias vezes à Câmara de Lisboa”, conta Drasta, acrescentando em tom sorridente: “Como tudo em Portugal, ter licença é complicado.”

Além do Largo do Chiado, os Draska já actuaram em casas como o Onda Jazz e a Fábrica do Braço de Prata. A próxima paragem é a 25 de Junho, no Festival Med, em Loulé, que conta com nomes como o de Goran Bregovic, Mazgani, The Legendary Tiger Man ou Virgem Suta. A vocalista dos Draska, Kadidia, costuma dizer: “Se acreditarmos muito numa coisa, ela acontece” e este concerto é um desses desejos de Aladino. Eis os planos do grupo a partir daí: “Vamos viajar por esse mundo e tocar para todos!”

Também os Guents dy Rincon acreditam que a música, quando nasce, é para todos. “É um fenómeno de espaço livre”, diz o cabo-verdiano Santos Cabral, vocalista e compositor do grupo de música do mundo que elegeu Lisboa como palco, em 2006. Com os cabo-verdianos Zema (percussão e voz) e Zé Braz (guitarra e cavaquinho), a espanhola Luzia (guitarra) e o português Ângelo Neto (piano e guitarra), Santos Cabral tem partilhado muito crioulo no Largo do Carmo, nas Portas do Sol e em várias casas de espectáculos do país. Mas acredita que a melhor sala de concertos é o espaço livre. “Aqui participam o chão, o céu, os cães, as pombas, a natureza e o público. Quando tocamos em frente a um café, a esplanada está sempre cheia”, nota o músico.

Para este cabo-verdiano que cresceu com arte a fazer-se no quintal ou na praça (como fazia Cesária Évora), “o conceito de música de rua é exclusivamente europeu e leva à discriminação”. O único requisito para se fazer “um bom som”, assegura, não é o espaço mas a dedicação, porque “quem quer ser músico tem de o ser a full-time. Num trejeito ritmado que lhe tolda a expressão, Santos Cabral conta que vive da sua arte há mais de quatro anos e nunca teve problemas com isso. A justificação vem logo a seguir, sem que o cantor perca o compasso: “A música é tão necessária como beber água ou fazer sexo.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/65461-cantigas-da-rua-sao-toda-gente, a 21 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Musicas!

RT

Como Escolher Peixe e Fruta Fresca…Veja Aqui as Dicas…

Mafalda Pinto Leite dá Dicas de Como Escolher Bom Peixe e Fruta Fresca... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje, e para se começar bem uma semana, trago um artigo de abrir o apetite, que tal almoçar a ver o jogo da nossa Selecção com um bom peixe, passo a transcrever a reportagem, de como, se escolher um bom peixe.

« Aprenda a escolher o melhor peixe e a fruta mais fresca com Mafalda Pinto Leite

Fomos às compras com com uma especialista. Mafalda Pinto Leite tem um novo programa na SIC Notícias a estrear amanhã. No Mercado de Cascais comprámos peixe fresco, legumes e fruta

Cor, cheiro e consistência. Três regras básicas para escolher o melhor peixe, fruta e legumes. Mas há outro truque. Mais fácil do que aprender a ler os olhos de um peixe ou conhecer o peso de uma boa melancia é fazer um amigo no mercado. O conselho é de Mafalda Pinto Leite, cozinheira de 33 anos, que estreia amanhã, às 11h30, o programa de culinária “Dias com Mafalda”, na SIC Notícias. “Ficar amiga dos vendedores significa não ter problemas. É um amigo que se ganha para a vida porque se tudo correr bem, eles sabem que vamos voltar.” Mafalda Pinto Leite já fez alguns amigos no Mercado de Cascais e é lá que vamos às compras. Mas antes conhecemos a cozinha que poderá ver todos os sábados no programa de televisão.

Encontrámo-nos com a cozinheira, que trabalhou com Jamie Oliver, às 10h30 no Monte do Estoril. Na sua casa já não há câmaras de filmar, mas sempre que é preciso gravar mais um episódio a cozinha transforma-se em estúdio de TV e o frigorífico é arrastado para o corredor. “Há dois anos que pensava neste projecto. Sentia que fazia falta um programa descontraído com receitas rápidas – em 20 minutos fazemos três a quatro – saudáveis, com os sabores que conhecemos”, conta Mafalda.

Sem guião, com queimaduras pelo meio – da cozinheira – e filhos a aparecer para provar ou roubar um bocado de chocolate da tigela, “Dias com Mafalda” é inspirado nos programas de Jamie Oliver. “O programa é na minha cozinha porque quero que as pessoas sintam como se estivessem aqui comigo. Numa cozinha normal, com utensílios básicos.” Mafalda nem se importa que não siga à risca as suas receitas, quer apenas que fique com vontade de ir para a cozinha.

Antes de seguir o conselho da mãe do Vasco, de 3 anos, e da Marina, de 7, que vai ver muitas vezes a cirandar pela cozinha e a provar as receitas, aprenda a escolher os melhores produtos com Mafalda Pinto Leite.

Peixe: “Olhos claros e limpos indicam que o peixe é fresco. Se abrir as guelras e encontrar sangue é um bom indicador”, diz Mafalda Pinto Leite. Outro detalhe a ter em atenção é que se cheirar muito a peixe é sinal que já está em deterioração. Tenha em atenção se o corpo do peixe está firme, com a barriga normal, sem estar murcha ou inchada.

Fruta: A cor da fruta, se está mole ou rija e o cheiro são os indicadores a ter em conta. “Estamos na altura das cerejas, dos morangos, das framboesas e dos pêssegos. Qualquer coisa que cheire bem é bom sinal.” Mas aqui vai o passo-a-passo para cada fruta. “Apalpe e cheire os pêssegos. Procure um cheiro doce e escolha os que se estão um bocadinho moles, pois se estiverem muito rijos não dá.” As cerejas escolhem-se pela cor e querem-se vermelhinhas. A melancia não dá para escolher pelo cheiro mas sim pelo peso. “Tem de a sentir pesada.” Melões e meloas têm de ter um cheiro adocicado, mas há outro truque. “Carregue nas extremidades e se cederem um bocado é bom sinal”, diz Mafalda Pinto Leite. Para escolher morangos tem de estar atento à cor mais escura e ao cheiro doce. Opte pelos que têm o caule verde vivo e que não tenham zonas acastanhadas.

Vegetais: A textura e cor dos legumes são o espelho da saúde do legume. As alfaces querem-se estaladiças e não podem estar amareladas, com furos ou pegajosas. O tomate de qualidade tem pele lisa, esticada e sem manchas. Mafalda Pinto Leite dá outro conselho: “As curgetes mais pequeninas e mais verdinhas são as melhores. É que à medida que crescem ficam mais esponjosas.”

Receita fresca para o Verão, depois de aprender a escolher os morangos:

Salada de morangos, hortelã e coco Receita do blogue: http://mafaldapintoleite.blogs.sapo.pt/

Ingredientes:

250 g de coco em lascas torrado

500 g de morangos cortados ao meio

2 Colheres de chá de açúcar castanho

Açúcar de hortelã

1 Chávena de folhas de hortelã

¼ Chávena de açúcar fino

Coloque o coco, os morangos e o açúcar numa tigela e misture. Para fazer o açúcar de hortelã, coloque a hortelã e o açúcar numa robot e bata até estar misturado. Polvilhe por cima da salada e sirva. Pode usar basílico em vez da hortelã. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/65088-aprenda-escolher-o-melhor-peixe-e-fruta-mais-fresca-com-mafalda-pinto-leite, a 18 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Refeições!

RT