Conheça os Detalhes da Feira Medieval de Santa Maria de Feira…

Feira Medieval de Santa Maria da Feira... Fonte: http://www.umaventuraemaveiro.blogspot.com

Começou esta semana mais uma feira medieval, desta feita  em Santa Maria da Feira, passo a transcrever um roteiro para a referida Feira que saiu num diário da nossa praça.

« Viagem Medieval A fundação de um reino… 900 anos depois

Em Santa Maria da Feira, reviver outros tempos, com os ingredientes mais importantes, dos espectáculos à alimentação típica sem esquecer as noites da Idade Média

Um salto no tempo. Uma viagem até ao século XII. Um castelo, uma rainha, o seu filho, a formação de um reino. Os cenários estão montados em Santa Maria da Feira e a ideia é, como explica Paulo Pais, administrador executivo da Empresa Municipal Feira Viva, “fazer um filme com os episódios mais relevantes dos 39 anos que medeiam o dote de Dona Teresa e a coroação de D. Afonso Henriques como Rei de Portugal”. A 14.a edição da Viagem Medieval em Terras de Santa Maria arrancou ontem e prolonga-se até ao dia 8 de Agosto, com recriações históricas a acontecerem todos os dias nos 33 hectares do recinto.

Recriações

Hoje, às 22h00, os visitantes que se deslocarem ao castelo vão receber a notícia do nascimento do “encolheito”. Como reza a crónica da época, em 1109 os condes teriam já duas filhas, Urraca e Sancha, e um filho varão belo, grande e formoso, “salvo que nasceu de pernas encolheitas”, a quem deram o nome de Afonso. Amanhã, à mesma hora e no mesmo local, D. Henrique vai ser proclamado “conde e senhor de todo o Portugal”. No domingo acontece um dos momentos altos desta viagem. Dona Teresa visita as terras da feira. O cortejo sai às 17h00 da Igreja da Misericórdia.

O filme continua durante toda a semana com batalhas, investiduras, tomadas do castelo e cortejos. O programa completo está em http://www.viagemmedieval.com.

Para as crianças

As asas de Ícaro, o Bosque Mágico, [Dês]Venturas do Reino, ou as Vivências do Mosteiro são algumas das áreas temáticas pensadas para os mais pequenos. Apesar de a entrada no recinto do evento ser gratuita, as áreas temáticas são pagas. Os preços variam consoante as actividades, mas as crianças até aos três anos não pagam. Há para todos os gostos, desde os teatros de marionetas, até aos jogos de aventuras, as acrobacias e os trabalhos manuais. Acontecem normalmente entre as 15h00 e as 20h00, mas o melhor é consultar o programa. Há ainda uma pulseira identificativa que é colocada no pulso dos miúdos à entrada no recinto.

Para comer

Quatro zonas de tabernas, quatro restaurantes de ementas diversas no Rossio, outro no castelo, um só de peixe e outro de carnes de caça, também no Rossio, e mais um de comida árabe no Sukh, o mercado municipal transformado agora em mercado árabe.

Para pernoitar

O Campo de Tendilhas é mais uma das novidades desta 14.a edição. Para quem quer ficar no centro dos acontecimentos, a Viagem Medieval tem à disposição um espaço destinado à pernoita em pleno recinto. O Campo de Tendilhas vai funcionar até 9 de Agosto, na Quinta do Castelo, junto à sede dos escuteiros.

Destina-se a maiores de 16 anos, ou menores acompanhados pelos pais ou encarregados de educação. Durante a estadia, cada utilizador terá uma pulseira identificativa, pessoal e intransmissível. Pernoitar uma noite neste espaço vai custar um euro e meio por pessoa, mais três euros pelo espaço a ocupar pela tenda, que deverá ter capacidade máxima para quatro pessoas (campodetendilhas@viagemmedieval.com;»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/71361-viagem-medieval-fundacao-um-reino-900-anos-depois, a 30 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Visitas!

RT

Sugestões Para Um Bom Mês de Agosto…

Sugestões Para Um Bom Mês de Agosto... Fonte: http://www.ionline.pt

As férias estão ai, e que tal se tivéssemos um guia para um mês de férias em grande? Ontem saiu num diário da nossa praça, um guia para um Agosto fantástico.

« ABC do Verão. Para umas grandes férias

O guia com tudo o que precisa de saber para um mês ideal. Descanso, praia, moda, cultura, comida e diversão para todos os gostos

Arribas Tenha cuidado. Portugal tem centenas de quilómetros de praias, mas nem todas são aconselháveis. Ao todo, no continente, há 172 praias sinalizadas com risco de derrocada.

Esteja atento à sinalização e evite estender a toalha nas zonas interditas

A legislação portuguesa prevê multas para quem ignorar os avisos

Este ano já houve 33 aluimentos

As principais zonas sinalizadas são o Algarve, a costa alentejana e as zonas entre a Marinha Grande e Sesimbra

Birkenstock As sandálias ortopédicas mais procuradas do Verão ganharam fama nos pés dos turistas alemães, que gostam de as usar com meias. Foram inventadas em 1774, mas continuam na moda. E são uma boa alternativa às havaianas.

Calor O Verão de 2003, talvez o mais quente da última década, já lá vai. Mas este já é considerado o mais quente dos últimos 150 anos. O i deixa-lhe algumas dicas para poder gozar os dias de praia sem comprometer a sua saúde.

Discotecas Mesmo que não goste de discotecas, é quase impossível escapar às festas de Verão. Evite confusões nos festejos com espuma e divirta-se em espaços com vista para o mar:

Lollipop: Praia Verde Resort, Castro Marim, Algarve

Manta Beach Club: Praia da Manta Rota, Algarve

Indústria: Bouça Vedra – Loivo, Vila Nova de Cerveira

Ecologia A palavra entrou – e ainda bem – para o dicionário da maioria dos portugueses. Este ano, quando planear as suas férias, opte por uma estada ecologicamente sustentável. De Viana do Castelo ao Algarve, passando pelas ilhas, o que não falta são quintas e casas de turismo rural amigas do ambiente.

Festivais Começaram timidamente com Vilar de Mouros e nos últimos anos viraram moda. Nos dias de maior calor, Portugal recebe músicos e bandas dos quatro cantos do mundo. O ideal será escolher aqueles que permitem passar o dia na praia ou no rio e à noite dar-se aos caminhos do rock’n’roll:

– Paredes de Coura The Cult, Klaxons e Prodigy são os nomes mais sonantes que vão actuar na praia fluvial do rio Tabuão.

– Super Bock Surf Fest Nos dias 12 e 13 de Agosto, a praia do Tonel, em Sagres, recebe Patrice, Vanessa da Mata, Anthony B e David Fonseca, entre outros.

– Santa Cruz Ocean Spirit Se é amante de música electrónica, este festival é para si. Bilhetes diários a 10€, com DJ para todos os gostos.

Grutas David Lamy é o melhor guia do Algarve e faz visitas às grutas do Carvoeiro desde 1980, quase todas com uma pequena praia privativa. Numa delas já se refugiaram alemães durante a Segunda Guerra Mundial, noutra existe um navio naufragado, visível quando a água está límpida.

Procure o barco do capitão, o Universus, na praia de Albandeira ou contacte-o através do 964 007 353 begin_of_the_skype_highlighting              964 007 353      end_of_the_skype_highlighting.

Haruki Murakami Nada melhor que começar um novo livro no primeiro dia de férias. Os livros do escritor japonês Haruki Murakami são sempre bons companheiros de viagem. O mais recente, “O Elefante Evapora-se”, é uma colectânea de 17 pequenas histórias passadas no Japão. Mas se ainda não leu nada dele o melhor será sem dúvida começar pelo mais óbvio nesta altura do ano: “Kafka à Beira-Mar”.

Ilhas Apanhe um barco e evite as enchentes das praias algarvias onde tem de chegar às nove da manhã para conseguir lugar para a toalha. Explore a ilha da Armona (em Olhão), a ilha Deserta (em Faro) ou a ilha de Tavira. Águas cristalinas, mornas e menos confusão que na maior parte das praias em Agosto.

Jazz O Verão não é apenas sinónimo de festivais de rock. Por estes dias o jazz anda à solta. O Cool Jazz Fest termina hoje com o espectáculo de Solomon Burke e uma convidada muito especial: Joss Stone. Entretanto, e até Setembro, os jardins da capital viram palco de concertos da música de Nova Orleães. Para o mês de Julho, o local escolhido foi o Parque Eduardo VII; Agosto será no Jardim de Belém e Setembro no Jardim das Necessidades.

Kitesurf A escola Katavento promove cursos em Portugal, de norte a sul do país, acompanhados por um monitor e com equipamento específico para ensino. Um curso básico dura 12 horas e custa 300€. Para os mais experientes há um curso avançado que custa 25€ por hora. Depois deste, o mais certo é conseguir dar aqueles saltos que costumava ver na televisão mas nunca sonhou ser capaz de fazer (katavento.net).

Loulé A Noite Branca, em Loulé, é a festa algarvia mais parecido com a passagem de ano do Rio de Janeiro. No sábado, 28 de Agosto, todos se vestem de branco e saem para as ruas do centro da cidade para dançar e beber nos bares improvisados na zona histórica. Aviso à navegação: não confundir com o processo “Noite Branca”.

Marinha É a paisagem quase sempre escolhida para a publicidade do Turismo de Portugal e o cenário de um dos postais mais enviados do Algarve. Com as suas rochas amarelas e a água azul-turquesa, a praia da Marinha, no Carvoeiro, foi galardoada em 1998 com o prémio “Praia Dourada” do Ministério do Ambiente. Está na lista Michelin das 100 praias mais bonitas do mundo e é a melhor razão do Verão para descer uma escadaria de centenas de degraus.

Naturismo Se não quer ficar com a marca do fato-de-banho, escolha uma destas praias onde o naturismo é permitido e estenda-se ao sol.

– Zavial Era o segredo dos hippies alemães que a frequentavam nos anos 80. Perto de Sagres, o acesso é feito por uma estrada construída pelo dono do único restaurante da praia. A zona de nudistas fica do lado esquerdo, junto às rochas onde se apanham mexilhões.

– Adegas É a única praia oficial de nudismo com direito a nadador- -salvador – cortesia da Câmara de Aljezur em Agosto. No parque de estacionamento da praia de Odeceixe encontra um trilho que o leva até lá.

– Meco Na verdade, é a Meca dos praticantes de nudismo. Quem se quer despir tem de caminhar a custo na areia grossa até uma placa a sul que assinala a zona. É comum ver famílias sem fato-de- -banho a cobrirem-se de argila da falésia. Dizem que faz bem à pele.

Conheça mais praias em http://www.fpn.pt.

Ostras, amêijoas, percebes e mexilhões são sinónimo de Verão. Se procura um bronzeado castanho e músculos nas pernas, vá à caça de amêijoas e conquilhas na ria Formosa, no Algarve. A melhor maneira de não sujar os pés de lama é procurar os bivalves na praia, sempre na maré baixa. Não há muita ciência na apanha da conquilha. Basta agachar-se, cavar um pequeno buraco na areia e esperar que elas venham à tona. Se não está para estas brincadeiras, agarre-as no prato, num destes restaurantes:

– Ideal: Rua Infante D. Henrique, 15, Cabanas de Tavira. De 5.a a 3.a, 12h00-15h00; 19h00-22h30. Experimente a sopa do mar, com marisco dentro de um pão redondo.

– Gabriel 2: Estrada do Monte Clérigo, Aljezur. Todos os dias, 10h00-00h00. As amêijoas do Gabriel são elogiadas por figuras públicas como Júlia Pinheiro, que afirmou terem sido as melhores que comeu na vida.

– Eduardo das Conquilhas: Rua Capitão Leitão, 8, Parede. De 5.a a 3.a, 12h00-00h00. A especialidade da casa que Eduardo dos Santos abriu em 1965 são as conquilhas, vindas da ria Formosa, em doses grandes, perfeitas para partilhar.

Piscinas Naturais Se gosta de dar umas boas braçadas longe do olhar indiscreto dos turistas, em Portugal há inúmeros locais semi-selvagens por descobrir. A norte, a serra do Gerês tem vários poços e cascatas de água gelada, mesmo a calhar nestes dias de calor infernal. Visite também a serra da Lousã e descubra as maravilhas naturais da Fraga da Pena. A sul, junto de Tavira, existe o Pego do Inferno, com uma cascata e uma piscina natural.

Quermesse Verão é também sinónimo de festas religiosas e de vendas de tralha, por isso siga a nossa sugestão e saiba onde encontrar pérolas da decoração kitsch. Para quem gosta de confusão e de ficar a cheirar a sardinha assada, há a festa (também religiosa) dos pescadores no portinho da Arrifana.

– Paróquia da Ribeira de Cima Às 15h de domingo, em honra da Nossa Senhora do Desterro, há quermesse na igreja de Porto de Mós, Leiria.

– Festa dos pescadores Portinho da Arrifana, Aljezur. Sábado e domingo. Só tem de estar disposto a grelhar o seu próprio peixe e a pagar oito euros para encher a caneca as vezes que quiser.

Ressaca Convença-se de que uma ressaca é como um desgosto amoroso: só o tempo a pode curar. Enquanto espera, hidrate-se. Assim que acordar, encha com água o maior copo do armário e deite-lhe um Guronsan. Uma Coca-Cola com gelo e limão (a última Coca-Cola do deserto) também ajuda. Não fique em casa deitado no sofá. Mexa as pernas até à esplanada mais próxima e peça uma cerveja. O primeiro gole bastará para vazar metade do copo. Se só de pensar em álcool já fica maldisposto, experimente um chá gelado (na Pizaria Casanova – ao lado da discoteca Lux, em Lisboa, por exemplo), enquanto começa a recordar-se dos disparates que fez na noite anterior.

Santini Depois de muito tempo de espera, a geladaria mais famosa do país abriu uma loja no número 9 da Rua do Carmo, em Lisboa, e tornou o Chiado ainda mais concorrido. Nem toda a gente tem paciência para esperar numa fila de mais de dez minutos para comer um gelado. Mas no Santini vale a pena. Um copo com dois sabores custa 2,50€. Recomendamos os gelados de fruta e o de doce de leite, que esgota com facilidade.

Triquini Pode ter sido a pior invenção de sempre, no que diz respeito a trajes de praia. Além da marca de bronzeado artística que deixa na barriga, só pode ser usado por mulheres com corpos esculturais, caso contrário as gordurinhas das ancas tentarão escapar-se ao mais pequeno movimento.

Ultravioleta Cuidado, são perigosos. E não se pense que os raios ultravioleta só atacam quando o Sol está descoberto. Em dias de nevoeiro convém proteger-se, utilizando para isso um protector solar adequado ao seu tipo de pele. Bronzeado sim, queimado é que não.

Vinte e nove À meia-noite de 29 de Agosto, as praias de Lagos enchem-se de gente para o ritual do mergulho nocturno. A tradição já é antiga. Começou quando os camponeses desciam a serra com as suas famílias, burros e carroças para tomarem o seu banho anual de mar. Agora a ocasião é festejada com fogueiras na praia, música, chouriço assado, e um mergulho tardio, claro.

Wagen, Volkswagen No site http://www.volkstore.com.pt há carrinhas pão de forma para alugar. Se a ideia é ir para um festival de Verão, o melhor é deixar o jambé em casa e fazer-se à estrada num destes clássicos. Acredite, os seus amigos vão ficar bem mais impressionados com a sua carrinha que com as suas habilidades festivaleiras. E os vizinhos do parque de campismo agradecem.

Xisto, Aldeias do Xisto Situam–se quase todas no interior de Portugal. Ao todo são 24 aldeias que além de uma paisagem idílica oferecem experiências gastronómicas únicas. Em Arganil, Castelo Branco, Pampilhosa da Serra ou Proença-a-Nova há percursos pedestres para descobrir, bem como um património secular conservado até aos dias de hoje,

Yggyroska No YggyBar, no Bairro Alto, a Yggyroska é a bebida mais procurada e também uma das mais refrescantes deste Verão. Experimente fazê-la em casa.

3 morangos

1 colher de sobremesa de açúcar

5 cl de vodka preta de framboesa

gelo picado

Ponha 5 cl de vodka preta de framboesa (se nunca viu à venda, procure pela marca Eristoff) num shaker e junte dois morangos.

Adicione uma colher de sobremesa de açúcar e gelo picado. Se não sabe fazê-lo, damos-lhe duas dicas: ponha algumas pedras de gelo numa misturadora ou embrulhe num pano e aproveite para descarregar

o stresse nas pedras de gelo, batendo com força com a ajuda de um rolo da massa.

Agite bem o shaker. Os morangos vão ficar aos pedaços (e às vezes até entopem a palhinha).

Para enfeitar ponha um morango inteiro a boiar no copo.

Onde beber YggyBar, Rua da Atalaia, 21, Bairro Alto, Lisboa

Preço 4€ (20 cl)

Para quem? Malta nova.

zambujeira O Festival do Sudoeste está de volta já na próxima semana, entre os dias 4 e 8 de Agosto. No Verão o Alentejo é das zonas mais quentes do país, pelo que sugerimos uma ida à praia da Zambujeira do Mar, antes de mergulhar no pó da Herdade da Casa Branca. Um passe de cinco dias custa 80€ e o bilhete diário 40€.

Festival

– Jamiroquai Jay Kay, um verdadeiro embaixador do Acid Jazz, volta com a sua banda e promete pôr o Sudoeste todo a dançar. O concerto é dia 6.

– Air A dupla francesa traz à Zambujeira o seu último disco de originais, “Love2”. Mas não deverão faltar os hits de “Moon Safari” ou “The Virgin Suicides”.

– Beirut Pode não parecer, mas os Beirut nasceram nos EUA. Tocam uma fusão de folclore balcânico com pop. A não perder, no dia 8 de Agosto.

Para dormir

– Herdade do Touril Estrada do Cabo Sardão, Zambujeira do Mar. Quartos entre 130 e 280 euros. Reservas: 93 781 16 27 begin_of_the_skype_highlighting              93 781 16 27      end_of_the_skype_highlighting

– Zmar – Eco Camping Herdade A-de-Mateus, EN 393/1, São Salvador, Odemira. Quartos entre 30 e 242 euros. Reservas: 707 200 626 begin_of_the_skype_highlighting              707 200 626      end_of_the_skype_highlighting

– Alcaria do Clemente Monte da Alcaria do Clemente, São Teotónio, Odemira. Quartos desde 50 euros. Reservas: 283 958 628 begin_of_the_skype_highlighting              283 958 628      end_of_the_skype_highlighting

Para petiscar

– Tranquitanas Entrada da Barca, Zambujeira do Mar. De 3.ª a dom., 12h00-23h00. Reservas: 283 961 186 begin_of_the_skype_highlighting              283 961 186      end_of_the_skype_highlighting; Preço médio: 20€

– Sacas Estrada da Barca, Zambujeira do Mar. De 5.ª a 3.ª das 10h00 às 00h00. Reservas: 283 961 151 begin_of_the_skype_highlighting              283 961 151      end_of_the_skype_highlighting. Preço médio: 25€

– Azenha do Mar Azenha do Mar, Brejão. De 5.ª a 3.ª, 12h00-22h00. Reservas: 282 947 297 begin_of_the_skype_highlighting              282 947 297      end_of_the_skype_highlighting; Preço médio: 25€ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/71219-abc-do-verao-umas-grandes-ferias, a 29 de de Julho de 2010

Boas Férias!

RT

Conheça Paredes de Coura e o Seu Festival…Vamos na Edição 18…

Festival de Paredes de Coura....Edição de 2010...Edição 18.... Fonte: http://www.music-is-math.blogspot.com

Começou no dia de ontem o Festival de Paredes de Coura, no entanto só hoje tive a oportunidade de postar sobre Paredes de Coura e o seu festival anual, vou transcrever uma peça que saiu num diário da nossa praça, deixando a discussão aberta para os leitores.

« Paredes de Coura. Esta vila é feita de rock’n’roll

São estes os dias mais esperados do Verão, por quem recebe e por quem visita. A partir de hoje e até sábado

Só à noite é que o calor dá algum descanso a Paredes de Coura. No centro desta vila do Alto Minho acolhe-se o serão entre grupos vindos de toda a parte – de Portugal e do mundo, entenda-se. O desafio é escolher as melhores esplanadas. Bebem-se finos e ouve-se música com rótulos como “alternativa” ou “indie”. Lee e os irmãos “rato” e “ratu” – assim os conhecem quem por ali tem morada – aceitam largar a tenda no recinto do Festival Paredes de Coura (PdC), na Praia Fluvial do Tabuão (a banhos, sim, confirma-se) e marcar encontro com o i na vila.

Trazem T-shirts negras, com referências a bandas como os Slayer e outras que tais. Desde os dez anos que vão ao Festival e por aqui decidiram organizar o seu, dedicado a sons de outro (maior) peso. Em Setembro realiza-se o terceiro Metal Coura Fest. Receberam apoios, incluindo da autarquia, e querem ver este festival metaleiro “crescer sem ser comercial, mantendo o estilo underground”. O trio já tocava junto nos Bloody Factory e geria a promotora Incesticide Productions.

Foi um pouco assim que o PdC nasceu, “fruto da inocência de meia dúzia de rapazes que não tinham o que fazer num meio tão pequeno”, explica ao i João Carvalho, director do evento. E da mesma forma vai mudando a vila e as novas gerações, dizem-nos. “Nunca vi tanta guitarra e pessoas a aprender música em Paredes como agora. Os melhores bares a passar música em Portugal estão aqui. Vou a alguns onde trabalham em part-time miúdos de 17 e 18 anos que me dão a conhecer bandas. Sinto que criámos públicos, que este movimento todo influenciou a forma de vestir, de pensar e de ouvir música”, afirma João Carvalho. Para Paulo Silva, gerente do Pub Albergaria, foi mesmo o festival a “dar nome à terra”, que é “pouco conhecida pelo resto”.

Mentalidades

Por aqui não se acena aos visitantes como nos tempos idos do primeiro festival, em 1993. “Havia sempre um iluminado com um familiar em Lisboa que dizia que vinham duas camionetas de skinheads”, recorda João Carvalho. Na última década as coisas “mudaram muito” e a vila “tornou-se uma aldeia global”. Maria Alice Vaz, do Café do Pi, diz que “o pessoal do rock é compreensivo e paciente”. Na Barbearia Brito, a mais antiga da zona, Alcides Barreiro até corações já desenhou em couro cabeludo migrante. Tudo é “malta porreira”, mas durante o festival os clientes locais “não vêm, talvez por temerem roubos”.

Festival e vila assinaram os papéis e dificilmente se divorciam. Quase todos os cafés afixam cartazes sobre o acontecimento do ano e as contas da terra agradecem. Oitenta mil pessoas procuram palcos, tendas e o que mais houver, esgotando tanto os parques de campismo como o que resta da oferta de camas e tectos. As caixas multibanco dizem adeus a 2,5 milhões de euros. E há quem avance já com números de muitos zeros – quatro milhões de euros – para juntar à expressão “valor mediático” do PdC.

Como em qualquer terra que tenha a palavra “emigração” como inevitável, um acontecimento como este festival traz um peso aos bolsos que em tudo é bem acolhido. Mais de metade das pessoas envolvidas na produção do festival é de Paredes de Coura. Gente como Diamantino Santos, que o i encontrou a erguer arcos para as próximas festas locais onde há 20 anos “não havia nada”. Preparar estes dias de música é “muito mais trabalhoso”, confessa. Ali, Diamantino é polivalente: monta vedações, trata das ligações de água e da parte eléctrica. No meio de tudo isto, não há pista de queixume em cada uma das tarefas que realiza.

Ou seja, os quatro dias de concertos fazem o melhor amigo de facturas e seus derivados. As do Café do Pi fazem contas de “100 por cento a mais”. “É o que nos vale para o ano todo. Se tivéssemos dois por ano era uma ajudinha. O que nos ajudou mesmo foi o rock”, refere a proprietária, Maria Alice Vaz. À Loja da Feira, os festivaleiros “vão buscar água e alimentos”, fazendo subir as o número de sacos de plástico a dar saída ao que por ali se vende, conta Lucinda Pereira. “Acho que não há ninguém com negócio aqui que se queixe do festival”, comenta Cláudia Carvalho do bar Xapa’s, spot festivaleiro diurno e nocturno com público que já lhe é fiel.

Qualidade de vida

Lucro – e os sorrisos que o acompanham – é também a palavra que se aplica à pensão/restaurante Albergaria, com “80 por cento” de receitas a mais durante o festival, apesar de este ano não terem aparecido as “melhores carteiras” para as dormidas, conta o o dono, Joaquim Gomes, atento ao que se vai passando. Na vila não há muitas opções para dormir, mas na restante região dispara a especulação no mercado dos alugueres, como se também fosse coisa de acordes com a distorção no máximo. Há quem duplique o valor dos quartos durante o festival e mesmo quem arrende casas “por 1500 euros”, revela João Carvalho.

E entre visitas de quatro dias para ver e ouvir o cartaz, há quem faça descobertas preciosas. Conta quem por aqui vive que não é preciso de sair da vila por quase nada. Se fossem pessoas, as instituições e serviços de Paredes de Coura acotovelar-se-iam de tão próximas que estão. A Câmara divide o largo com Biblioteca Municipal e Posto de Turismo e ao longo da rua principal espalham-se bancos, finanças, correios, restaurantes, cafés e bares. A vizinhança inclui ainda os bombeiros e o tribunal que ficam mesmo ao lado.

Poder estacionar o carro em frente a qualquer porta, despachar tudo num máximo de 15 minutos ou acordar com o canto do galo que não falha uma manhã definem “qualidade de vida que não se encontra em mais lado nenhum”, considera o director do festival, recordando um episódio antigo relacionado com o PdC e as vantagens das novas tecnologias: “Estava na varanda da minha casa a falar com uma agência que fretava aviões sobre a hipótese de fretar um para uma banda. Falávamos de valores de 30 e 40 mil euros e de repente ouve-se um galo que não parava de cantar. Perguntaram-me onde é que eu estava e respondi que estava no meu escritório (risos). Isso dá-me um orgulho enorme!”, comenta.

Comer
No Restaurante Albergaria há pratos económicos (frango assado, entrecosto, vários tipos de bacalhau ou panados) por seis euros; encontra francesinhas (desde seis euros) no Café Pizzaria e na Churrasqueira Carla; sopas e pães com panado (pouco mais de três euros no total) na Pastelaria Courense, onde também pode provar os tradicionais biscoitos de milho; se preferir um fino com tremoços sente-se na esplanada do Xapa’s; os apreciadores de petiscos podem entrar no Café do Pi.

Além dos palcos
No Café com Broa a música é boa, a vista panorâmica do terraço com esplanadas é desarmante e à noite polvilha-se de luzes. Há wireless e tomadas. O Centro Cultural oferece uma programação paralela com sessões de cinema, exposições, concertos e teatro.

Cartaz


28 julho
Palco After-Hours
Isidro LX 01h45
Memory Tapes 00h30
Los Campesinos! 23h00
Cosmo Jarvis 22h00

29 julho
Palco Principal
Caribou 01h10
The Cult 23h10
Enter Shikari 21h50
Gallows 20h40
Eli Paperboy Reed 19h35
Vivian Girls 18h30
Palco After-Hours
DJ Coco 04h00
Best Coast 03h00
We Have Band 02h00
Palco Ibero Sounds
Lost Park 17h45
Nouvelle Cuisine 16h45
Jazz na Relva
José Valente e Experiences of Today 16h00

30 julho
Palco Principal
Klaxons 00h50
White Lies 23h20
Peter Hook 21h50
The Courteeners 20h40
PAUS 19h30
The Tallest Man on Earth 18h30
Palco After-Hours
Mega Bass 03h00
Plus Ultra 02h30
Palco Ibero Sounds
Madame Godard 17h45
Boat Beam 16h45
Jazz na Relva
Zelig 16h00

31 julho
Palco Principal
The Prodigy 01h00
The Specials 23h10
Mão Morta 21h40
The Dandy Warhols 20h30
Jamie T 19h20
Os Dias de Raiva 18h30
Palco After-Hours
Os Yeah 03h15
Dum Dum Girls 02h30
Palco Ibero Sounds
Triangulo de Amor Bizarro 17h45
Samuel Úria 16h45
Jazz na Relva
Barbez 16h00»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/71030-paredes-coura-esta-vila-e-feita-rocknroll, a 28 de Julho de 2010, em Jornal I

Bom Festival!

RT

Conheça o Museu Dedidado ao Design e ao Artesanato Que Vai Abrir em Évora…

Conheça a Fantástica Maquina Fotográfica com Excelente Design... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago algo um pouco diferente, falo de design, e porque não serem expostos 2500 objectos, com design fora do tradicional, face aos seus mais directos «irmãos»? Pois bem, vai abrir em Évora um museu de Design, e onde estarão presentes 2500 objectos que o publico pode admirar, vou transcrever a reportagem, e fica aberta a discussão, sobre o respectivo museu.

« O design contado em 2500 objectos

Évora vai ter um Museu do Design e Artesanato, com a colecção de Paulo Parra. Alguns ícones do design industrial estarão lá

Uma invenção de génio, como uma réplica perfeita da lâmpada que fez Thomas Edison inaugurar a  expressão “fez-se luz”, gira-discos com aspecto de nave espacial, máquinas fotográficas que parecem objectos intocáveis, máquinas de costura de 1957 com aparência de 2010. E os que ficarão para a história com o estatuto de “primeiros”: a primeira caneta de tinta permanente – uma Waterman de 1884, que o coleccionador Paulo Parra procurou durante 20 anos, o Tupperware original, o pioneiro walkman ou a primeira máquina de escrever. Em breve todos estes objectos – de uma pedra lascada a um iPod – irão chegar a Évora, onde será instalado o novo Museu do Design e do Artesanato – Colecção Paulo Parra.

Um quarto dos 2500 objectos que devem chegar ao Museu no início de 2011 são considerados ícones do design industrial; alguns fazem parte de colecções do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque ou do Design Museum de Londres. Paulo Parra chegou a receber propostas de museus como o de Londres ou da Trienalle de Milão, mas optou por ceder a sua colecção ao Alentejo. Porquê? “Porque foi feita para estar em Portugal.”

O director do curso de Design da Universidade de Évora, que começou a criar o espólio quando ainda era estudante, não se descose sobre quanto pagou por cada um dos objectos. À excepção de um: o primeiro. Por uma polaróide de plástico comprada na Feira da Ladra nos anos 80 deu 500 escudos. A antiguidade, a raridade e os materiais determinam o valor da peça. Paulo Parra já conseguiu comprar obras raríssimas por pechinchas, como a balança de Marianne Brandt. “É uma peça muito valiosa e, além de ter sido barata, ainda me ofereceram um desconto.” Mas sabe que há outras que não enganam ninguém: “É impossível comprar uma Kodak barata. Há objectos que têm escrito na cara o valor que têm.”

PENTI Trioplan, 1959
VEB Design Team

“Daquelas peças que toda a gente adora, principalmente o público feminino”, adianta Paulo Parra. E quem diria que é um produto da Alemanha de Leste. É compacta, tem traços contemporâneos, “um toque fashion” e ainda era inovadora em termos tecnológicos: lembra-se de ter de rebobinar o rolo até ao fim? Nesta era só preciso carregar na alavanca.


ELECTROHOME Model 831
Electrohome Design Team

Um gira-discos que faz lembrar o “2001 – Odisseia no Espaço”. Inspirado no imaginário espacial, foi produzido no Canadá. É possível agregar umas colunas, mas parte do som sai por baixo do gira-discos. Paulo Parra só chegou até ele porque um amigo antiquário se lembrou de lhe dizer que o tinha vendido a outro colega de profissão.

Regency TR-1G, 1954
Painter, Tengue and Petertil (EUA)

Se ouvir dizer que era um Sony, estará a ser enganado. Palavra de Paulo Parra: afinal, o Regency é que foi o primeiro rádio transistorizado da história. O director da Sony descobriu-o nos EUA, percebeu a potencialidade e comprou a patente. Até Dieter Rams, o designer da Braun, deve ter ido lá buscar umas ideias – a gama de cinzentos e a linguagem geometrizada.


NECCHI Mirella, 1957
Marcelo Nizzoli (Itália)

A Mirella revolucionou as máquinas de costura. Marcelo Nizzoli conseguiu levar para o ambiente doméstico dos anos 50 uma máquina com uma linguagem contemporânea, que lhe rendeu o Prémio Compasso d’Oro de 1957. A máquina de costura deixa de ter um ar agressivo e passa ter o ar friendly que aos computadores só chegou com o iMac da Apple.


GENERAL_ELECTRIC Edison Lamp, 1870
Thomas Edison (EUA)

Quer saber de que forma Thomas Edison descobriu como se fazia luz? Com uma lâmpada igual a esta. Peça comemorativa dos 50 anos da invenção da lâmpada eléctrica “igualzinha à lâmpada original”. Thomas Edison foi autor de 1093 patentes nos EUA. É sobretudo por esta que lhe agradecemos.


KODAK_Bantam Special, 1936
Walter Dorwin Teague (EUA)

“A câmara fotográfica mais bonita que já foi desenhada”, assim a descreve Paulo Parra, e nós não hesitamos em concordar. Lacada a negro, com estrias metálicas que servem para prender os dedos, sublinhar a linguagem da câmara e proteger o lacado. Walter Teague, durante anos designer da Kodak, desenhou-a à medida das câmaras digitais actuais.


Pedra Lascada, 10000 a.C.

Dos primeiros artefactos produzidos pelo homem. “É uma peça de excelência do artesanato alentejano mas também da história do design, uma vez que artesanato e design se confundem”, conta Paulo Parra, que herdou esta pedra do avô. Não eram desenhadas mas já eram projectadas  e a sua importância definiu mesmo um período da história: o Paleolítico.

Ruppelwerk GmbH Scale, 1930
Marianne Brandt (Alemanha)

Dos produtos projectados por Marianne Brandt para a Ruppelwerk, é impossível contornar esta balança para correspondência. O equilíbrio das suas formas geométricas puras, a relação claro-escuro e as influências construtivistas confirmam-na como um dos melhores exemplos de design industrial dos anos 30.


SINGER CR607 “Pedalinho”, 1996
Paulo Parra (Portugal)

Detentora de uma patente mundial e desenhada por Paulo Parra no atelier N.C.S./Neumeister Design. Ganhou o prémio “Best of If” na categoria de “aplicações domésticas”, na feira de Hannover, em 1998. Pela simplicidade, porque foi feito só com um molde e porque é amigo do ambiente: usa apenas um terço do material que os pedais antigos usavam. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/70841-o-design-contado-em-2500-objectos, a 27 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Relíquias!

RT

Lista de Livros a Levar Para a Praia, Neste Verão de 2010… Conheça Alguns…

Lista de Livros Para a Praia de 2010... Fonte: http://www.ionline.pt

Com o calor que nos assola, que tal uma visitinha à praia, e porque não se fazer acompanhar de um livro? Pois bem, no decorrer do dia de ontem, saiu num jornal da nossa praça, uma lista de 10 livros, e um suplente para nos fazermos acompanhar à praia. Vou transcrever a reportagem, no entanto, deixo em aberto o espaço no blog, para sugerirem alternativas, se assim o entenderem.

« Dez livros para levar para a praia (e um suplente)

No Verão toda a gente quer uma leitura de toalha – estar horas estendido ao sol às tantas cansa e fica sempre bem surpreender o vizinho do lado. Se ainda anda à procura do livro ideal, não perca horas em livrarias recheadas de bestsellers e promessas de bestsellers. Pedimos aos entendidos que escolham por si: cinco escritores sugerem cinco romances e seis especialistas recomendam seis obras nas suas áreas. Quem não aprecia romances e prefere um bom livro de história ou de política não deve sentir-se excluído. Já agora, uma dica: experimente levar uma cadeira. Deixe-se de ideias românticas: por mais posições que tente, deitado na areia nunca irá encontrar posição que não incomode. Vai voltar-se 1500 vezes na toalha, sentir os cotovelos dormentes, os olhos a queimar ou os ombros esmagados. Acomode-se: ler na praia não tem de ser uma tortura

Ficção

“Adoecer”, de Hélia Correia
Edit: Relógio d’Água _Preço: €15,14
Recomendado por: Lídia Jorge

“É um romance como já não lia há muito: bem escrito, com uma reconstrução histórica muito bem feita. Lembra o estilo da Agustina Bessa Luís, assim os leitores não se perdem. É uma biografia ficcionada da Elisabeth Siddal, passada durante o período romântico.”
Fique com o aperitivo (primeira frase):
“Se a pátria assinalar uma pessoa como um cão assinala um candeeiro, a minha condição de portuguesa transporá os portões antes de mim e uma espécie de aviso subirá, fazendo com que as aves estremeçam.”

“Peregrinação”, de Pedro Rosa Mendes
Edit: D.Quixote      Preço: €17,06
Recomendado por: José Eduardo Agualusa

“Não deixa o leitor indiferente. É sobre Timor e sem uma única personagem portuguesa. Só podia ser escrito por alguém que conhece profundamente a realidade timorense mas, como tem um pé dentro e outra fora, pode dar-nos outra visão.”
Fique com o aperitivo (primeira frase):
“Às 9 horas da manhã de sábado, 4 de Setembro de 1999, no Hotel Ma’hkota, em Díli, Ian Martin, chefe da missão internacional, anunciou os resultados da consulta popular em Timor-Leste: 21,5 por cento tinham votado a favor da autonomia, 78,5 por cento votaram contra.”

“Cordilheira”, de Daniel Galera
Edit: Caminho    Preço: €12,11
Recomendado por: Ana Maria Magalhães

“Começa no Brasil e acaba em Buenos Aires, uma cidade que adoro. A personagem principal vive no dilema de não querer ser uma escritora famosa e querer dedicar-se à família, até conhecer alguém que lhe muda as ideias. É uma história que só podia ser escrita no final no século XXI.”
Fique com o aperitivo (primeira frase):
“Os argentinos se reproduzem por osmose, garantiam meus amigos que já tinham passado pela excruciante experiência de tentar seduzir uma argentina.”

“Solar”, de Ian McEwan
Edit: Gradiva     _Preço: €12,80
Recomendado por: João Tordo

“Um dos meus romancistas preferidos, que neste livro, impregnado de humor, conta a história fascinante e algo ridícula de um galardoado com o prémio Nobel da Física, Michael Beard, na fase descendente da sua carreira: deprimido, frustrado, pouco atraente, à beira do divórcio e enganado pela mulher, cujo destino, embora pareça selado, ainda lhe reserva uma derradeira surpresa. Muito, muito bem escrito e muito engraçado, ideal para o Verão.”
Fique com o aperitivo (primeira frase):
“Ele pertencia a essa classe de homens – de aparência vagamente desagradável, muitas vezes calvos, baixos, gordos, inteligentes – que são inexplicavelmente atraentes para certas mulheres belas.”

“O Papagaio de Flaubert”, de Julian Barnes
Edit: Quetzal      Preço: €15,65
Recomendado por: José Luís Peixoto

“Um bom pretexto para descobrir a obra de Flaubert e, ao mesmo tempo, um romance lúdico. Propõe jogos ao leitor à volta da literatura mas também de questões profundas. Só que até essas questões que podiam ser pesadas são discutidas de forma ligeira e convidativa.”
Fique com o aperitivo (primeira frase):
“Seis norte-africanos estavam a jogar boule sob a estátua de Flaubert. As pancadas secas ouviam-se sobre o ruído do trânsito congestionado.”


Política
“À Tona de Água”,
de Vários autores
Edit: Tinta da China
Preço: €16

Marcelo Rebelo de Sousa recomenda. “Uma obra colectiva de dois volumes que estuda as “Necessidades em Portugal, Tradição e Tendências Emergentes”. Um retrato completíssimo da nossa situação económica e demográfica e de como é viver num país em mudança.”

Música
“A Última Valsa de Chopin”,

de José Jorge Letria
Edit: Oficina do Livro
Preço: €13,12

Maestro Victorino d’Almeida recomenda. “Não costumo achar os livros sobre música brilhantes. Mas este é um livro muito bonito, um retrato do lado menos conhecido e mais inquieto do compositor polaco, que mostra como Chopin queria fugir do destino ligado à música.”

História
“Memórias”
de Raul Brandão
Ano: Relógio d’Água
Preço: €14,13

O historiador Amadeu Carvalho Homem recomenda. “Brandão relata o ambiente caótico do fim da monarquia e início da república. Há uma força tamanha de sonho e desalento na obra dele. Era um descrente do seu tempo e nós também não estamos muito crentes do nosso.”

Gastronomia
“Cogumelos – Do Campo até à Mesa”, de Maria de Lourdes Modesto e J.L. Baptista-Ferreira
Edit: Verbo
Preço: €36

Eng. Bento dos Santos recomenda. “É um grande livro de cozinha sem receitas e essa é a melhor maneira de aprender a cozinhar. Não é um livro para passar horas na cozinha, é para desfrutar e aprender.”

Viagens
“Kim”,
de Ruddyard Kipling
Edit: Penguin
Preço: €3,50

Gonçalo Cadilhe recomenda. “É rotulado como literatura juvenil, mas é um dos maiores contos que algum ocidental já escreveu sobre a Índia. Conta a aventura de Kimbawl O’Hara, órfão que cresce à solta pelas ruas de Lahore, sabe tudo sobre os indianos, mas como é inglês acaba por ser usado como espião.”

Não-Ficção
“Zeitoun”,
de Dave Eggers
Edit: Quetzal
Preço: €15,96

Bruno Vieira Amaral, crítico de literatura do i, recomenda. “Uma Nova Orleães devastada pelo Katrina serve de denúncia às fragilidades institucionais da democracia norte-americana. Da caracterização das personagens à gestão da intriga não há falhas. Não dizemos que se lê como um romance, porque há poucos assim.”  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/70682-dez-livros-levar-praia-e-um-suplente-, a 26 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Leituras

RT

Livros Raros e Obras Perdidas na Cidade do Porto… Conheça os Locais Onde Estão…

Livraria Lumière Fonte: http://www.ionline.pt

De forma a começar bem a semana, trago algo muito útil, especialmente a quem anda atrás de raridades, como tal, vi uma reportagem no final da semana transacta, sobre locais na cidade Invicta, onde se podem aceder a algumas raridades, no que concerne a livros.

« Em busca das raridades perdidas no Porto

Na Baixa do Porto há alfarrabistas para todos os gostos e carteiras: livros dos 25 cêntimos aos 25 mil euros, da relíquia quinhentista ao Tintim

Têm obras para todos os gostos e feitios. São cerca de 30 os livreiros e alfarrabistas (muitos separados por alguns passos) que “paginam” a Baixa do Porto. Se em vez da praia preferir comprar ou vender um livro usado, saia de casa e calcorreie os paralelos. Encontrará livros a 25 e 50 cêntimos e preciosidades de 25 mil euros. Desde forais quinhentistas a Bíblias ilustradas e autobiografias musicais: é entrar e escolher. O i deixa-lhe algumas sugestões.

Académica Abriu em 1912 e guarda perto de 100 mil volumes. Predomina a literatura, mas também encontra obras de história, arte, localidades e genealogia. Em várias línguas. Os preços variam entre os 2,5 euros se quiser saber mais sobre o império dos Mongóis, por exemplo, e os 25 mil euros do Foral de S. João da Pesqueira, entregue por D. Manuel I em 1510. A sugestão do proprietário, Nuno Cadavez, é uma colecção completa (a 15 mil euros) com 56 números da revista “Presença”, dos anos 20.

Livros e Coisas O nome deste alfarrabista diz tudo. Aqui vende-se tudo, diz o dono. “Raridades e livros antigos” de todas as áreas, mas também mobiliário, objectos decorativos, gravuras e quadros. O mais raro que passou pelas mãos de João Falcão foi uma primeira edição (1589) de “Diálogos de Dom Frei Amador Arraiz – Bispo de Portalegre”. Quem procurar relíquias ainda pode espreitar a primeira edição de um Dicionário de Teologia (1718) de Bergier.

TimTim Por TimTim É fã de banda desenhada? Vá à TimTim Por TimTim e perca-se em mundos aos quadradinhos de todos os géneros. Descubra Tintim, o famoso repórter criado por Hergé, ou outra personagem que povoe o seu imaginário. Atente no menos acessível, como o exemplar de “Le Petit Vingtième”, onde surge pela primeira vez “As Aventuras de Tintim”, ou ainda a colecção “Grilo”, dos anos 50.

Lumière Em plena Travessa de Cedofeita encontra “livros que já não vê nas livrarias de livros novos”, comenta Alexandra Ribeiro. Obras de autores portugueses, de história, teatro e poesia. Entre, beba um café, mexa à vontade nas estantes e se quiser sente-se no chão. Note que não há apenas livros neste alfarrabista: repare nos discos de vinil, cadernetas de cromos antigas e BD. Há pechinchas menos procuradas desde “25 e 50 cêntimos”, como um “Encontro de Reflexão Política”. E raridades como uma “Bíblia Raphaelis” de 1790, toda em gravuras.

Poetria Esta livraria reúne nomes grandes da poesia e do teatro. Obras teatrais levam-nos a Brecht, Beckett, Nelson Rodrigues e Jacinto Lucas Pires. Já Fernando Pessoa, António Nobre, Camões e Teixeira de Pascoaes oferecem poemas. A especialização surge como “contraponto à globalização”, explica a proprietária Dina Silva. Neste espaço ainda há obras “difíceis de encontrar”, como “Dos Líquidos”, de Daniel Faria.

Livraria Vieira Ao passar na Rua das Oliveiras é capaz de se aperceber de um caixote à porta deste alfarrabista, sempre repleto de livros baratos (literatura, arte, história, etc.), desde um euro. Pode levar postais antigos e até jornais (abriu originalmente como tabacaria e livraria). Se gostar dos autores tradicionais escolha um Camilo ou um Eça, mas se preferir letras musicadas pegue em “Take It Like a Man”, autobiografia de Boy George. Já que está na Praça Carlos Alberto, aproveite e visite a Livraria Lello, que tem barbas mais compridas que muitos alfarrabistas. Inaugurou em 1881 e instalou-se na Rua das Carmelitas em 1906. Goza de madeiras imponentes e escadas principescas, embora “o rei seja o cliente”, explica Antero Braga. A oferta é “multifacetada”, não se vendem só bestsellers. Folheie a edição especial (esgotada) de “Os Lusíadas” ilustrada pelo pintor Gouveia Portuense. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/70354-em-busca-das-raridades-perdidas-no-porto, a 23 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Buscas de Raridades…

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Conheça os Melhores Cantos Para Poder Degustar Caracóis na Cidade de Lisboa…

Caracóis em Lisboa... Fonte: http://www.aprenderefazer.com

Hoje e por ser domingo, trago uma sugestão gastronómica e um pouco propicia aos dias quentes que se tem feito sentir, vi a referida sugestão num diário da nossa praça no final da semana transacta. Vou transcrever a mesma, tendo somente pena, de a mesma só versar sobre locais onde saborear caracóis na cidade de Lisboa.

« Caracóis há muitos. E os melhores estão aqui

Conheça os segressos (possíveis) de algumas das mais saborosas travessas de caracóis de Lisboa

As folhas escritas à mão em tascas e restaurantes anunciam a chegada do Verão: “Há caracóis.” Comer caracóis é um acto gastronómico que divide: há os que adoram e os que nem se atrevem a prová-los; há quem se interrogue se são lesmas com casca ou parentes próximos das ostras. O que é certo é que são um petisco obrigatório nos meses de Verão. Com louro, alho, bacon ou colorau, mas sempre acompanhados de uma cerveja gelada.

O Filho do Menino Júlio dos Caracóis

Com gerência de Vasco Rodrigues, o Restaurante Cervejaria O Filho do Menino Júlio dos Caracóis é especialista em cozinhar caracóis provenientes das melhores regiões de Portugal e Marrocos, com receita antiga e exclusiva. Mas não é de admirar que Vasco Rodrigues goste tanto de caracóis. “Nasci no próprio restaurante, que na altura além da carvoaria também tinha habitação. Como caracóis desde criança.” Com 21 anos já era dono do espaço, onde apenas o seu pai, Júlio, e a sua mulher, Fernanda Rodrigues, conhecem o segredo da receita, que nem com as duas filhas do casal partilharam ainda. Vasco Rodrigues apenas adianta: “Os caracóis são lavados de um dia para o outro, ficam 30 minutos em lume brando e depois adiciono-lhes cebola, alho, sal e o tal segredo do tempero. Tenho um cliente que tem o recorde de 15 pratos de caracóis seguidos”, acrescenta o dono do restaurante.

R. Vale Formoso de Cima 140 – B Lisboa

Tel.: 218 596 160/Tm.: 936 470 077

O Palácio Em Alcântara encontra-se a Marisqueira Palácio, onde se podem saborear diariamente os vários frutos que o mar dá, da lagosta à amêijoa. Pode-se dizer que aqui o marisco é rei todo o ano, mas o caracol é o príncipe do Verão. João Agostinho Alves, sócio-gerente, explica o segredos dos caracóis da Palácio. “O caracol é guloso, não enche, mas sabe muito bem. Os caracóis são um petisco delicioso e os nossos levam orégãos, cebola, sal e presunto, para lhes dar gosto.” A acompanhar os caracóis vêm tostas torradas com manteiga. Outro dos petiscos mais requisitados deste restaurante são as caracoletas assadas com molho de manteiga, limão e piripíri.

R. Prior do Crato 140, 1350 Lisboa

Tel.: 213 961 647

Túnel de Santos João Gonçalves, o dono do Túnel de Santos, explica: “Os caracóis comem-se nos meses sem ‘r’, tal como a sapateira e as ostras. O nosso caracol vem de Santarém, é mais seco, e serve-se em pires ou travessas com molho picante, cebola e orégãos, acompanhado de pão torrado e manteiga e uma imperial fresca.” Na esplanada, as travessas de caracóis e o aroma do petisco confirmam as palavras de João Gonçalves.

Largo de Santos, 1 A/B/C Tel.: 912151850

Eduardo das Conquilhas Eduardo dos Santos e o seu filho Ricardo são os donos do Eduardo das Conquilhas, uma tasca tradicional, com decoração simples e ambiente acolhedor. Aberta há 45 anos, a casa é conhecida sobretudo pelas conquilhas, mas no Verão os caracóis também lhe trazem muita fama e clientes. À entrada, um azulejo ao balcão aconselha: “Não traga pressa, traga apetite” e este conselho aplica-se à experiência de degustar caracóis na esplanada. “Há muitas maneiras de os cozinhar, mas os caracóis têm um segredo culinário que não se pode revelar. Há dias em que chego a cozer mais de sete panelas, cada uma com doze quilos de caracóis”, conta Eduardo dos Santos. De tamanho médio, têm acentuado sabor a orégãos e picante, com direito a malaguetas no prato.

Rua Capitão Leitão, 8, Parede

Tel.: 214 573 303

Festival do Caracol Saloio Até 26 de Julho, o caracol é o centro das atenções na 11.a edição do Festival do Caracol Saloio, em Loures, onde se aguardam milhares de apreciadores de caracóis e caracoletas. O evento conta com a participação de 11 restaurantes, que disponibilizam pratos confeccionados com muita imaginação e gosto, como o rancho de caracoleta, creme aveludado de caracóis com gengibre, caracoleta à lagareiro, pataniscas de caracol, farinheira com ovos e caracóis, espetadas de caracoleta com enchidos, massinha de caracol e chili de caracoleta, entre muitas outras propostas. O festival, organizado pela Câmara Municipal de Loures, decorre entre as 17 e as 24 horas durante os dias da semana e aos fins-de-semana entre as 16 e as 24 horas.

Parque de estacionamento junto ao Pavilhão Paz e Amizade, em Loures »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/70353-caracois-ha-muitos-e-os-melhores-estao-aqui, a 23 de Julho de 2010, em Jornal I

Bom Apetite!

RT

Hoje e por ser domingo, trago uma sugestão gastronómica e um pouco propicia aos dias quentes que se tem feito sentir, vi a referida sugestão num diário da nossa praça no final da semana transacta. Vou transcrever a mesma, tendo somente pena, de a mesma só versar sobre locais onde saborear caracóis na cidade de Lisboa.

« Caracóis há muitos. E os melhores estão aqui

Conheça os segressos (possíveis) de algumas das mais saborosas travessas de caracóis de Lisboa

As folhas escritas à mão em tascas e restaurantes anunciam a chegada do Verão: “Há caracóis.” Comer caracóis é um acto gastronómico que divide: há os que adoram e os que nem se atrevem a prová-los; há quem se interrogue se são lesmas com casca ou parentes próximos das ostras. O que é certo é que são um petisco obrigatório nos meses de Verão. Com louro, alho, bacon ou colorau, mas sempre acompanhados de uma cerveja gelada.

O Filho do Menino Júlio dos Caracóis

Com gerência de Vasco Rodrigues, o Restaurante Cervejaria O Filho do Menino Júlio dos Caracóis é especialista em cozinhar caracóis provenientes das melhores regiões de Portugal e Marrocos, com receita antiga e exclusiva. Mas não é de admirar que Vasco Rodrigues goste tanto de caracóis. “Nasci no próprio restaurante, que na altura além da carvoaria também tinha habitação. Como caracóis desde criança.” Com 21 anos já era dono do espaço, onde apenas o seu pai, Júlio, e a sua mulher, Fernanda Rodrigues, conhecem o segredo da receita, que nem com as duas filhas do casal partilharam ainda. Vasco Rodrigues apenas adianta: “Os caracóis são lavados de um dia para o outro, ficam 30 minutos em lume brando e depois adiciono-lhes cebola, alho, sal e o tal segredo do tempero. Tenho um cliente que tem o recorde de 15 pratos de caracóis seguidos”, acrescenta o dono do restaurante.

R. Vale Formoso de Cima 140 – B Lisboa

Tel.: 218 596 160/Tm.: 936 470 077

O Palácio Em Alcântara encontra-se a Marisqueira Palácio, onde se podem saborear diariamente os vários frutos que o mar dá, da lagosta à amêijoa. Pode-se dizer que aqui o marisco é rei todo o ano, mas o caracol é o príncipe do Verão. João Agostinho Alves, sócio-gerente, explica o segredos dos caracóis da Palácio. “O caracol é guloso, não enche, mas sabe muito bem. Os caracóis são um petisco delicioso e os nossos levam orégãos, cebola, sal e presunto, para lhes dar gosto.” A acompanhar os caracóis vêm tostas torradas com manteiga. Outro dos petiscos mais requisitados deste restaurante são as caracoletas assadas com molho de manteiga, limão e piripíri.

R. Prior do Crato 140, 1350 Lisboa

Tel.: 213 961 647

Túnel de Santos João Gonçalves, o dono do Túnel de Santos, explica: “Os caracóis comem-se nos meses sem ‘r’, tal como a sapateira e as ostras. O nosso caracol vem de Santarém, é mais seco, e serve-se em pires ou travessas com molho picante, cebola e orégãos, acompanhado de pão torrado e manteiga e uma imperial fresca.” Na esplanada, as travessas de caracóis e o aroma do petisco confirmam as palavras de João Gonçalves.

Largo de Santos, 1 A/B/C Tel.: 912151850

Eduardo das Conquilhas Eduardo dos Santos e o seu filho Ricardo são os donos do Eduardo das Conquilhas, uma tasca tradicional, com decoração simples e ambiente acolhedor. Aberta há 45 anos, a casa é conhecida sobretudo pelas conquilhas, mas no Verão os caracóis também lhe trazem muita fama e clientes. À entrada, um azulejo ao balcão aconselha: “Não traga pressa, traga apetite” e este conselho aplica-se à experiência de degustar caracóis na esplanada. “Há muitas maneiras de os cozinhar, mas os caracóis têm um segredo culinário que não se pode revelar. Há dias em que chego a cozer mais de sete panelas, cada uma com doze quilos de caracóis”, conta Eduardo dos Santos. De tamanho médio, têm acentuado sabor a orégãos e picante, com direito a malaguetas no prato.

Rua Capitão Leitão, 8, Parede

Tel.: 214 573 303

Festival do Caracol Saloio Até 26 de Julho, o caracol é o centro das atenções na 11.a edição do Festival do Caracol Saloio, em Loures, onde se aguardam milhares de apreciadores de caracóis e caracoletas. O evento conta com a participação de 11 restaurantes, que disponibilizam pratos confeccionados com muita imaginação e gosto, como o rancho de caracoleta, creme aveludado de caracóis com gengibre, caracoleta à lagareiro, pataniscas de caracol, farinheira com ovos e caracóis, espetadas de caracoleta com enchidos, massinha de caracol e chili de caracoleta, entre muitas outras propostas. O festival, organizado pela Câmara Municipal de Loures, decorre entre as 17 e as 24 horas durante os dias da semana e aos fins-de-semana entre as 16 e as 24 horas.

Parque de estacionamento junto ao Pavilhão Paz e Amizade, em Loures »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/70353-caracois-ha-muitos-e-os-melhores-estao-aqui, a 23 de Julho de 2010, em Jornal I

Bom Apetite!

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Passe um Fim de Semana Diferente…Veja a Sugestão de um Verde, e em Lisboa…

Fim de Semana no Jardim Botânico em Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt

Li ontem uma reportagem num diário da nossa praça, sobre a oportunidade de se passar um fim-de-semana diferente do habitual, então lembrei-me de partilhar essa mesma sugestão com os leitores, então vou passar a transcrever a mesma.

« Fim-de-semana verde. Verdadeiras lições da mãe natureza em família

O Museu de História Natural e o Jardim Botânico, em Lisboa, têm uma série de exposições e actividades que podem transformar o seu filho num Charles Darwin

A mãe natureza tem muito para ensinar aos seus filhos (e, porque não, a si) e está reunida no Museu Nacional de História Natural e no Jardim Botânico, em Lisboa, com diversas exposições e actividades. Entre fósseis, plantas com nomes difíceis de pronunciar, coloridas borboletas, insectos que inspiram um olhar curioso e aranhas que provocam respeito, venha descobrir as histórias que a terra escreve há milhares de anos. Quem sabe não descobre que tem lá em casa um Charles Darwin escondido ou um biólogo por nascer, enquanto passa um dia ao ar livre e em família.

Comecemos por uma visita ao Museu Nacional de História Natural, especialmente vocacionado para a investigação científica e às suas secções de zoologia, antropologia, mineralogia e paleontologia. Nele encontram-se a colecção de minerais da Mina da Panasqueira, gemas e fósseis e uma enorme colecção da fauna nacional e mundial. Mesmo ao lado, no Jardim Botânico, que tem uma área de quatro hectares podem observar-se espécimes vegetais oriundos de diversas partes do mundo, entre as quais plantas com nomes complicados como cicadácias, gimnospérmicas ou outros mais fáceis de pronunciar como palmeiras e figueiras tropicais.

E depois, que tal colocar os Insectos em Ordem, nome da exposição incluída no programa Bioeventos 2010? Nela os visitantes aprendem factos e curiosidades sobre 16 espécies diferentes de insectos, transformando esta experiência num grande jogo didáctico e interactivo da biodiversidade. O ponto de partida é assimilar os princípios da identificação das espécies de insectos e então, a exposição torna-se num labirinto educativo com 600 m2, em que os visitantes se transformam em biólogos por uma hora e têm como missão identificar a ordem taxonómica do insecto preservado em resina que lhes é dado à entrada.

E por falar em insectos, haverá espécie animal mais bela e delicada do que as borboletas? As borboletas são insectos fascinantes, com os seus padrões invulgares e o seu curioso ciclo de vida. O Lagartagis é a primeira estufa de borboletas vivas, na Europa, constituída por espécies comuns da fauna ibérica. As borboletas são importantes polinizadores de diversas espécies de plantas e o seu ciclo de vida engloba diversas etapas, passando do ovo à larva, do casulo à fase adulta.

Também o Aracnário do Lagartagis tem muito para ensinar. Este novo espaço pretende dar a conhecer a importância ecológica dos aracnídeos nos ecossistemas. As aranhas são extremamente importantes para a manutenção do equilíbrio ecológico. Carnívoras, alimentam-se principalmente de insectos que se prendem nas teias ou que são caçados e são elas próprias presas de outros insectos.

A lição de biodiversidade e ambiente ainda não acaba por aqui. Não acha que está na hora de saber quem foi Charles Darwin? A exposição “Darwin Now”, no Museu Nacional de História Natural é dedicada ao autor da mais famosa obra científica jamais escrita.

Foi Charles Darwin quem, pela primeira vez, apresentou o processo de selecção natural como um princípio para explicar a origem das espécies e a sua evolução. A sua teoria evolucionista foi revolucionária e enfrentou vários obstáculos e provocou grandes discussões. Ainda hoje o seu trabalho continua a influenciar a biologia e outros ramos da ciência e as suas ideias estão no centro da investigação contemporânea em biologia e medicina.

Com uma vida tão longa e rica, o que não terá a terra para contar? A Aventura na Terra relata a história e evolução do planeta ao longo dos últimos 4 600 milhões de anos. A história desenrola-se ao longo de um friso cronológico que equivale a uma linha do tempo geológico, no qual se sucedem os eventos geológicos e biológicos que ilustram os episódios evolutivos mais marcantes da história da Terra. Cada metro representa 50 milhões de anos, convidando o público a compreender a história do planeta e a evolução da vida na sua verdadeira relação temporal. Globos terrestres representando diferentes idades do planeta, módulos interactivos, fósseis e modelos tridimensionais de seres vivos do passado complementam este friso cronológico, convidando a uma verdadeira aventura interactiva sobre a evolução do nosso planeta. Com a garantia que depois desta enorme e divertida aula sobre a terra, o ambiente e a biodiversidade, os seus filhos vão passar a olhar para a mãe natureza com outros olhos.

Museu Nacional de História Natural, Rua da Escola Politécnica, Lisboa. Sábado e Domingo, das 11h às 18h »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/70355-fim-de-semana-verde-verdadeiras-licoes-da-mae-natureza-em-familia, a 23 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Visitas!

RT

Demitir-se e Mudar o Rumo da Vida…Conheça Aqui os Detalhes…

Mudança de Vida de João Quadros... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e na continuação das férias, pode num cenário mais radical, e caso não se esteja satisfeito com o trabalho ou mesmo o cargo que se ocupa, por que não aproveitar, para se bater com a porta?

À algum tempo atrás li uma notícia, sobre um exemplo, de alguém que bateu com  a «porta», vou transcrever a dita reportagem, ficando aberta a discussão de todos os leitores, sobre o tema de se mudar, só porque não estamos enquadrados.

« “Senhor director, venho apresentar a minha demissão”

Todos pensámos fazê-lo, poucos arriscaram. Despedir-se sem novo emprego garantido envolve cada vez mais riscos. Mas pode ser uma oportunidade de mudar para melhor

“Estava numa reunião e comecei a fazer desenhos. Um colega anunciou que em Setembro ia trabalhar para as vindimas e eu só imaginava a sorte dele. Comecei a pensar que gostava de escrever e que devia sair da empresa. Talvez em Setembro, pensei. Olhei para o relógio. Estava um calor de morte naquela sala. E se fosse hoje? E se fosse agora? Saí, vim para a rua, tirei a gravata, mesmo à filme. Nunca mais voltei.” O guionista João Quadros recorda aquele dia de há 16 anos como “o mais feliz da sua vida”. Aos 30, era director de recursos humanos, ganhava “optimamente”, mas não era feliz. A decisão foi tomada a quente e valeu a perplexidade de colegas e família: “Pensaram que estava maluco.”

Largar de forma voluntária um emprego fixo a troco de uma posição incerta no mercado de trabalho pode parecer insensato, mas também pode ser proveitoso. “É a forma errada de pensar mas a certa para vencer”, defendeu um dos mais respeitados criativos da publicidade, Paul Arden, no livro “Whatever You Think, Think The Opposite”. “Se fores bom, e estiveres no emprego certo, a tua carta de demissão não vai ser aceite. Se aceitarem a tua demissão, estavas no emprego errado e é melhor continuares à procura.”

O preço da liberdade
A decisão envolve riscos proporcionais aos compromissos financeiros. Na altura, João Quadros não tinha filhos e era solteiro. Em Setembro foi para as vindimas com o amigo. No mês seguinte, depois de participar num curso de escrita criativa, já recebia tanto como no emprego anterior, com a diferença substancial de que fazia o que sempre quis. Escreveu para Herman José (lembra-se do “Eu é que sou o presidente da junta?”), Maria Rueff e Bruno Nogueira. Hoje é um dos guionistas do programa “Lado B”. Não tinha contactos, nem formação superior na área, mas tinha o mais importante: um objectivo. Filipe Fidanza, director-geral da Work Shop – Centro de Orientação de Carreira, confirma-o: “A mudança deverá transmitir um rumo; não deve existir sem explicação fundamentada.”

Não é preciso sentir-se infeliz para decidir despedir-se. “A mudança é benéfica quando a actual posição já não constitui um desafio”, adianta Fidanza. Talvez tenha sido por isso que Daniel Deusdado abandonou a revista sobre empreendedorismo que ajudara a criar, a “Ideias e Negócios”, que até incluía a rubrica “Despeça-se já!”. Em 2001 embarcou com a mulher num projecto próprio de produção de conteúdos para média, a Farol de Ideias. “Na primeira noite não dormimos, a pensar no que tínhamos feito. O primeiro ano foi muito difícil, tal como é para todas as empresas, dizem os estudos.”

Se está a ficar entusiasmado, Filipe Fidanza alerta que o mercado de trabalho perdeu valor nos últimos dois anos. “Os próprios orçamentos para as novas posições são de forma global inferiores, diminuindo a capacidade de atrair quadros ‘empregados'”. A legislação protege quem tenha um emprego estável e convida à pouca mobilidade. “Não haverá muitos quadros que se disponibilizem a dar um salto no desconhecido porque, na prática, isso tem um preço”, reforça.

Os que o fazem sucumbem a algo de incontornável na expressão “despeço- -me”: uma inversão de papéis com a entidade patronal que exacerba o ego, traduz João Quadros. Um “alívio” para uns, “liberdade” para outros. Em qualquer das situações, um novo começo. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/69222-senhor-director-venho-apresentar-minha-demissao, a 15 de Julho de 2010, em Jornal I

Bons Desafios!

RT

Férias Diferentes, Conheça Recantos do Planeta com Paisagens Deslumbrantes…

Istanbul... Fonte: http://perso.wanadoo.es

Hoje e por estarmos em plena época de férias de verão, trago uma reportagem que li no passado sábado, num sitio da Internet, que tem como principal tema a economia, no entanto, publicou um a peça jornalística sobre alguns destinos de férias, passo a transcrever a referida peça.

«Férias que valem pela paisagem

Turquia, Tanzânia, Hong Kong, Tailândia, Peru e Marrocos têm maravilhas por descobrir. Mas Portugal também

Se quer visitar um país onde se possa sentir como se fosse da casa, nada melhor do que adormecer e acordar em hotéis de onde se podem apreciar as melhores paisagens. O portal de reservas hotéis.com garante que há locais com vistas de perder a respiração e capazes de levar os turistas a outras épocas da História.

Os eleitos são a Turquia, Tanzânia, Hong Kong, Tailândia, Peru e Marrocos. Mas Portugal também entra na lista.

Comecemos por Istambul, na Turquia. A vista da cidade a partir do estreito de Bósforo é imperdível. Este local é famoso por dividir a Europa e a Ásia. Ambos os lados da cidade descem até à água como um vale urbano. Dali podem avistar-se várias mesquitas, cujas cúpulas e minaretes elevados «parecem sair de contos de fadas».

Paisagens para apreciar a partir do Radission Blu Bosphorus Hotel. Com cinco estrelas, este hotel tem 120 quartos de luxo e foi desenhado pelo guru de interiores, Sinan Kafadar.

Já a cratera de Ngorongoro é uma das maiores caldeiras do mundo e fica na Tanzânia. Depois da explosão de vários vulcões, formou-se um planalto elevado e rodeado de montanhas altas. A vista inclui a natureza selvagem característica daquela zona, onde passeiam elefantes, leões e outros animais.

O Ngorongoro Wildlife Lodge, de três estrelas é um hotel construído em pedra natural e com madeira local, as suas janelas panorâmicas têm vista para a cratera.

Bem diferente é a vista sobre a ilha de Hong Kong, repleta de arranha-céus com luzes de néon. A vista que se tem sobre a ilha «parece saída de um filme de ficção científica» e é «particularmente impressionante pelas 20h, quando se transforma numa espécie de show de luzes», aponta o hotéis.com.

A escolha deste portal é o Intercontinental Hong Kong, com uma classificação de cinco estrelas. Este é considerado, aliás, como um dos melhores hotéis do mundo, pela proximidade com o mar, mas também graças às vistas para o porto de Victoria e para a Ilha de Hong Kong.

Já na Tailândia, a opção recai sobre a vista da Baía de Phang Nga. Este pedaço da natureza encontra-se na ilha de Phuket e Thai continental e inclui centenas de pequenas formações calcárias que se elevam centenas de metros acima do mar. Há dez mil anos era possível caminhar entre estas torres. Mas agora só os tipos estão visíveis. É, no fundo, como se fosse a parte de cima de uma cidade afundada.

A norte da ilha de Phuket está o Aleenta Resort e SPA, de cinco estrelas. Cada uma das suites deste hotel oferece vistas para o mar e a maioria dispõe de piscinas privadas.

A vista de Machu Picchu, no Peru, uma cidade Inca, destaca-se pela sua localização: está no topo de uma cadeia de montanhas sobre o vale Urumba, e rodeada em três lados por vales íngremes. Os turistas que por ali passam ficam com a sensação de que estão pousados no ar. O Machu Picchu Sanctuary Lodge, de quatro estrelas, está situado nos limites das antigas ruínas da cidade, com vistas para a Montanha Huyana Picchu e para o Rio Urubamba.

A cidade antiga de Fez, em Marrocos, está situada entre um conjunto de colinas. Da Medina de Fez, Património Mundial da UNESCO, podem apreciar-se os tectos brancos e beges da cidade medieval, os becos e os pátios labirínticos. A não perder, no centro, está a Universidade de Al-Karaouine. Fundada em 859, é a mais antiga do mundo.

Para passar férias, pode optar pelo Sofitel Palais Jamais Fes, de cinco estrelas. Construído em 1879, tornou-se a residência do Grand Vizir de Jamaï.

Mas por cá também há verdadeiras relíquias da natureza. É o caso da vista da Serra de S. Mamede e para o Castelo de Marvão. Os rochedos sobre os quais se ergue a vila serviram para a tornar inacessível a inimigos de outros tempos. Actualmente, são palco para uma das melhores vistas para o Parque Natural da Serra de São Mamede. A Pousada de Marvão de quatro estrelas é o sítio indicado para desfrutar da paisagem. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/ferias-viagens-turismo-paisagens-agencia-financeira/1177472-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 17 de Julho de 2010, em Agência Financeira.

Boas Férias!

RT