Deguste os Sabores Gregos na Cidade do Porto… Colheça Onde Pode Degustá-los…

Conheça Hellenikon na Cidade do Porto... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje e por ser Domingo, trago um sabor, que existe na cidade do Porto, vou transcrever a referida reportagem, no entanto, em virtude de se tratar de uma publi-reportagem não vou comentar a mesma.

«Já é hora de aprender a dizer “kolomythokeftédes”

Gosta de sabores mediterrânicos? Então vá ao Hellenikon, no Porto, provar uns petiscos gregos. Quer mesmo saber o que são kolomythokeftédes? Leia o texto e aprenda a sua primeira palavra grega

Quando tanto se fala dos “sabores mediterrânicos” que unem a gastronomia portuguesa à espanhola ou italiana, não nos podemos esquecer da Grécia. A comida grega é um pouco mais exótica e carregada de sabores fortes, mas estabelece realmente uma ponte com a nossa tradição, pela conjugação de uma série de produtos que nos são familiares. No Porto, o Hellenikon é um restaurante que se apresenta como uma “casa de pasto grega”.

Instalado num antigo tasco com 100 anos acabados de fazer, numa esquina pitoresca da zona do Carvalhido, o Hellenikon abriu em 2004. Pequeno, distribui-se por duas salinhas acolhedoras, com uma decoração quase barroca que recicla, com alguma perspectiva kitsch, imenso material recolhido na casa de família do dono original.

Christos Bakopoulos, ateniense, cozinheiro de carreira feita em bons restaurantes, vivia já há alguns no Porto quando decidiu resgatar esta velhinha “casa de pasto”, a dois passos do apartamento onde vivia com a namorada, Xana Ribeiro. Foi ele que criou a ementa original do local, que tem sofrido algumas inovações, mas que ainda se mantém na sua estrutura básica. Em 2007, decidiu mudar de vida e regressou à Grécia. Cozinheira de mão cheia, Xana já tinha aprendido de cor as regras dos petiscos gregos e manteve o restaurante.

A primeira enchente do Hellenikon foi para ver o dramático jogo Portugal-Grécia, no final do Euro 2004. Um grego e cerca de 30 portugueses. A manifestação de alegria do cozinheiro teve danos colaterais. “Algumas dessas pessoas nunca mais cá voltaram”, conta Xana. Mas, passados cinco anos, ainda são muitos os curiosos que fazem a sua estreia no “grego”. Por isso, se o objectivo for um jantar de fim-de-semana, convém reservar mesa com alguma antecedência.

E o que é que se come no Hellenikon? Muita coisa. Não se acanhe com os nomes arrevesados dos pratos e arrisque novos sabores! Só entradas são 18, mais cinco tipos de salada, seis pratos de peixe, nove pratos de carne, e duas opções que vão agradar aos vegetarianos, numa categoria “nem carne nem peixe”. E ainda sete sobremesas.

Comece por pedir um Ouzo, um típico aperitivo anisado, que pode ser bebido simples, de cor límpida e transparente, ou com água e gelo, ficando assim com um aspecto de leite. Nas entradas, duas sugestões: os Kolomythokeftédes (cá está: croquetes de legumes com queijo Kefalotiri e sete ervas aromáticas, acompanhados de Tzatziki, um típico molho de iogurte e pepino) e as Riganadas (tostas de pão, tomate fresco, queijo feta, azeitonas, azeite grego, orégãos e salsa – “A essência da gastronomia grega resumida a um pequeno prato, original de Creta”, esclarece a ementa).

Nas saladas, a mais conhecida é a Horiatiki, com tomate, pepino, pimento verde, cebola, alcaparras, azeitonas gregas e queijo Feta, temperada com sal, azeite, vinagre e orégãos. No peixe, as opções são entre dois pratos de bacalhau, dois de camarão e um de lulas. A “orgulhosa especialidade da casa” é o Bakalianos Melintzana: bacalhau desfiado, com bechamel caseiro, enrolado em beringela panada, é assado no forno e sai acompanhado com batatas fritas. Na carne, as escolhas são entre anho, boi/vitela e frango, sob a forma de hambúrgueres, bifes, costeletas ou empadas.

Mas o “mais típico prato de família grego” é mesmo o Moussaka, uma deliciosa combinação de batata, beringela, carne de boi (picada e especialmente temperada) e bechamel caseiro. O Fourlou é o ideal para os vegetarianos não muito fundamentalistas: abóbora, curgete, cenoura, pimentos, cebola e tomate assados com cobertura de leite, ovo e feta, acompanhado com salada verde e batatas fritas. Nas sobremesas, o destaque vai para a da casa, Hellenikon, uma mistura de iogurte grego com nozes e mel, doce de abóbora ou compotas.

Para acompanhar estes sabores, o restaurante disponibiliza uma carta de vinhos gregos, com 10 tintos e 11 brancos. Mas o melhor mesmo é pedir meio litro de Retsina Especial bem fresco, que é o mais famoso e característico branco, com um acentuado travo a resina de pinheiro que lhe confere um paladar único.

Acolhedor e descontraído, o Hellenikon propõe um menu de €18 por pessoa, que contempla apenas a comida (uma entrada, uma salada e dois pratos principais à escolha). De resto, sobremesa, vinho e café incluídos, um jantar pode oscilar entre os €20 e os €25 por pessoa.

Rua S. Dinis, 205 / Travessa da Bica Velha, 3, Porto. 228 316 547. De terça-feira a sábado, das 20h às 24h. Encerra ao domingo e feriados. Não tem MB nem VISA. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/39035-ja-e-hora-aprender-dizer-kolomythokeftedes, a 24 de Dezembro de 2009, em Jornal I

Boas Refeições

RT

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