Leve os Miudos a Conhecer as Mais Diversas Oficinas…Veja Aqui Os Detalhes…

Diversas Oficinas Para os Mais Pequenos... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje por ser Domingo, trago uma sugestão que li no final da semana transacta para os mais pequenos, e que versa sobre ocupações dos mesmos, neste época estival, passo a transcrever a referida peça.

« Oficinas criativas. No Verão fazem-se artistas de palmo e meio

Para que Agosto não seja preenchido apenas por dias de calor entre areia e mar, uma proposta que quer motivar a criatividade através das exposições do Museu Berardo

O mais provável é o seu filho não saber o que quer ser quando for crescido. Mas com toda a certeza ele sabe o que quer fazer durante estas férias: aproveitar o tempo o melhor possível. O que é o mesmo que passear com a família, visitar espaços novos e passar a semana ocupado em actividades criativas e artísticas. E tudo isto ele pode viver no Museu Berardo, durante um dia ou por uma semana inteira – já lá vamos.

Este sábado ou domingo, leve o seu filho a viajar pelo mundo do Octávio e do Gustavo, dois gémeos brasileiros que desde pequenos adoram desenhar juntos e pintam paredes como ninguém. A exposição chama-se Para Quem Mora Lá, o Céu é Lá e as cores e temas vão deixá-lo de olhos abertos de espanto. Cristina Gameiro, coordenadora do serviço educativo e responsável pela programação das actividades, refere: “Temos sempre no espaço do museu actividades a decorrerem para todos os públicos que venham visitar as exposições, nomeadamente para as crianças. Estas actividades têm participação livre e nelas cada um poderá deixar a sua marca e a sua mensagem. A ideia desta actividade, Ideias à Solta, é escrever ou desenhar uma reflexão sobre o mundo e as crianças têm materiais para pintar e mostrarem como vêem o mundo, em folhas que são fixas na parede.”

Em seguida, apresente-lhe a colecção Berardo, na exposição Tudo o que é Sólido Dissolve-se no Ar. Trata-se de uma excelente oportunidade para o seu filho conhecer alguns dos mais importantes artistas contemporâneos, na companhia de um caderno pedagógico gratuito que poderá preencher com a sua ajuda. “O livrinho ”Descobrir o Museu” encontra- -se na recepção e tem uma série de pistas, estimula as respostas, pinturas e jogos. No fim da visita, levam-no para casa. O museu fornece os lápis de cor”, explica Cristina Gameiro.

Do conteúdo do livro fazem parte uma curta apresentação do museu e uma folha para que cada criança desenhe o seu auto-retrato. Entre as intervenções gráficas de Basquiat e a procura de diferenças entre as imagens, o quadro minimalista de Carl Andre, as flores de Andy Warhol, o telefone lagosta de Salvador Dalí, a obra surrealista de Roberto Matta e o retrato de Olga desenhado por Picasso, as crianças têm uma aula prática de arte. No final, pede-se que desenhem a obra que mais gostaram de ver e apresenta-se o dicionário com as novas palavras aprendidas, como “Cubismo”, “escala”, “minimalismo”, “pop”, “serigrafia”, “textura”, “surrealismo”. Por isso, não se admire se o seu filho à saída do Museu Berardo lhe disser com ar convicto que, quando for crescido, quer ser artista.

Verão artístico E porque depois do fim–de-semana vem aí uma semana inteirinha para ocupar, de 16 a 20 de Agosto, as crianças entre os quatro e os seis anos podem viver a Chuva de Verão. Mas é uma chuva diferente, com muitas cores: amarelo, azul, verde, vermelho e todas as outras cores do arco-íris. Se o atravessarem, as crianças vão descobrir muitas surpresas, lugares fantásticos com habitantes curiosos como animais que falam ou mesmo o seu gémeo. Alguém muito parecido mas diferente.

Se o seu filho tem entre sete e nove anos, deixe-o descobrir a oficina de fotografia Vês o que Vês. Descobrir o que é um enquadramento, fazer fotografias em grupo, desenhar numa câmara escura, fotografar através de uma moldura e colar murais das imagens individuais.

Ainda com o tema da visão, o workshop dedicado à faixa etária dos dez aos 13 anos chama-se O Comando é Teu, Mas Quem Vê Sou Eu. O que cada um vê é diferente do que o outro vê? Como é que cada cérebro edita imagens de forma diferente? Como se cada um tivesse uns óculos diferentes, os participantes vão explorar distintos pontos de vista e diferentes olhares começando sempre no que o outro acabou. Nos cruzamentos de imagens explora-se a ideia de colagem como um processo dinâmico de relação com as obras, que se estende do cinema aos percursos das exposições mas também às memórias de cada um. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/73600-oficinas-criativas-no-verao-fazem-se-artistas-palmo-e-meio, a 13 de Agosto de 2010, em Jorna I

RT

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