Aprenda a Escrever…Veja Aqui Como Conseguir o Fazer Bem…

Aprenda a Escrever Bem... Fonte: http://www.ionline.pt/

Para se começar bem a semana, e mesmo com vista a inspirar futuros bloguers, li no final da semana transacta, uma peça jornalística, que versa sobre aprender a escrever, a passar ideias para o papel.

«Contra a folha em branco, escrever escrever

Uma escola de escrita criativa para dar novos conteúdos ao Verão e para preparar a rentrée com um novo olhar sobre o potencial das palavras

Gostava de começar a escrever de forma mais criativa? De se tornar jornalista desportivo por um dia ou de escrever uma peça de teatro? E, sobretudo, de passar a escrever sem erros ortográficos daqueles que até fazem as palavras corar? A resposta a todas estas perguntas está na Escrever Escrever. Nesta escola de escrita onde a palavra de ordem é derrotar a folha em branco, há cursos sobre diferentes temas, com duração de um dia, um mês ou três meses, como explica Conceição Garcia, a mentora e coordenadora do projecto. “Temos aulas de guionismo, ensaboadela no português, escrita profissional, cartas de amor, escrita erótica ou de letras para canções, escrita sobre viagens, poesia e conto, entre muitas outras. A Escrever Escrever tem dois anos e meio e duas regras transversais a todos os cursos. Os grupos são pequenos, no máximo dez pessoas, para que haja grande participação dos formandos.”

Este sábado é um dia único para descobrir o que é a escrita criativa com Susana Otão. “Há uns dez anos, comecei a frequentar cursos de escrita criativa e a interessar-me por isso. A Escrever Escrever é uma escola familiar, informal onde se tratam as pessoas pelos nomes. Há uns que querem divertir-se, outros desbloquear a escrita e outros ainda que levam a escrita mais a sério. Já tive todo o tipo de alunos, médicos, juízes, estudantes, electricistas e até uma stripper.”

Todas as letras Sabia que o futebol também se escreve? No curso Escrever Futebol – Jornalismo Desportivo, o jornalista Rui Farinha ensina a entrar em campo e a jogar com as palavras. Tem a táctica infalível para que os alunos vençam o desafio de escrever textos inspirados sobre a bola sem nunca ficarem fora de jogo: como escrever uma crónica de futebol, elaboração de notícias ou a realização de uma entrevista.

Se gostava de escrever as palavras a que os actores dão vida, Escrever Para Teatro é o workshop indicado. Através de exercícios e da visualização e análise de uma peça pode criar a estrutura necessária. Luís Mestre é encenador e dramaturgo no Porto e vem de propósito a Lisboa dar o curso. “Damos ferramentas aos alunos para iniciarem a escrita de uma peça de teatro e também algumas soluções para não bloquearem e conseguirem ultrapassar os problemas iniciais.”

Estes cursos têm lugar amanhã, entre as 11 e as 18 horas, mas durante a segunda quinzena de Agosto há muitos outros cursos que pode frequentar ao fim da tarde. Raquel Ochoa, escritora e professora de escrita criativa é a formadora de Escrita Criativa nos Jardins. “É uma oportunidade única, não vai haver outro este ano. Os jardins são espaços onde a vida se renova constantemente e vamos analisar a escrita de um policial no Jardim Botânico, a escrita do fantástico no Jardim dos Prazeres e observar a cidade e os contos contemporâneos do miradouro do Jardim do Torel. A quarta e última sessão será em Sintra.” Perguntámos a Raquel que material é preciso levar para o curso. “A cabeça aberta, para nos inspirarmos a partir dos locais e das árvores e um caderno para escrever em cima dos joelhos.” Raquel Ochoa tem uma boa explicação para o sucesso dos cursos da Escrever Escrever. “Há muito talento e potencial nos alunos, que se organizam e até fazem blogues, as turmas continuam a encontrar-se depois dos cursos. Os formadores estão disponíveis, dão o máximo que podem aos alunos.”

Se gosta de escrever e quer aprender alguns segredos da língua portuguesa, o curso Revisão de Textos ensina-o a rever o que escreve, corrigindo erros com a ajuda de ferramentas desconhecidas do Word e fontes para tirar dúvidas. O seu formador é Manuel Monteiro, que já trabalhou como revisor literário de diversas editoras e é colaborador do Ciberdúvidas, exerce a actividade de jornalista e é autor de livros. “Além de escritores, temos tradutores, informáticos, biólogos, pessoas que fazem teses académicas e os curiosos, que não querem continuar a dar erros de escrita. Todos damos erros. Uma das coisas que faço é dar recortes de imprensa aos alunos, textos de Miguel Sousa Tavares e António Lobo Antunes, que também dão erros.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/73601-contra-folha-em-branco-escrever-escrever, a 13 de Agosto de 2010, em Jornal I

Boas Escritas

RT

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