Conheça o Blogue de Uma Empregada de Mesa…

Setembro 30, 2010

Blogue de Uma Empregada de Mesa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser ultimo dia do mês, e no decorrer do dia de ontem, o nosso primeiro ministro ter apresentado as medidas de austeridade, trago algo de humor, e passo a apresentar o blogue de uma empregada de mesa, vou transcrever a referida reportagem, onde é apresentado o referido blogue.

« Pssht ó menina! Blogue de uma empregada de mesa

O blogue já deu em livro. Pssht… ó menina! relata as aventuras de uma empregada de mesa num restaurante de Lisboa

Vera Agostinho é empregada de mesa num restaurante em Lisboa e em Julho de 2008 criou o blogue Pssht ó menina! para catarse e entertenimento dos clientes… online. E até os patrões são leitores assíduos.

Os posts em jeito de crónica humorística, relatam o dia-a-dia e os pensamentos da “menina”, que até já se sentou no sofá do 5 para a meia noite. Depois do programa, apenas um cliente a reconheceu no restaurante.

O livro, que demorou apenas dois meses a ser preparado após o convite da editora, foi lançado no dia 28 de Julho, pela Fonte da Palavra.

Entrada do dia 10 de Agosto de 2010:

“se a vida te dá limões faz limonada mas só se não te der muito trabalho

já alguma vez pensaram o que aconteceria num restaurante se, em pleno agosto, os empregados decidissem todos pôr-se a andar? seria mau, muito mau. e se todos se decidissem pôr a andar menos um? seria menos mau, pois. mas e se esse um fosse você? epá isso seria muita falta de sorte né. pois foi.
foi mesmo muita falta de sorte que a minha compincha tenha decidido ir ser gamela em itália porque lá é que é buono. também foi falta de sorte que o outro tenha decidido que era hora de voltar à dieta do feijão com arroz lá no brasil. e que a outra tenha decidido simplesmente não aparecer mais, por razões que só ela e deus sabem.
e assim fiquei eu com três novos colegas a quem tenho de explicar tudinho: aqui é onde se mete as colheres, aqui é o lixo, aqui ficam os guardanapos, aqui as palhinhas, aqui o açúcar. e depois o restaurante enche. e eles começam: os guardanapos ficam onde? cadê o açúcar? fechas esta conta? não percebi o que o senhor pediu! onde estão as palhinhas? e a cozinha começa também: olha pediram isto mal! olha levaram isto mal! olha não percebo o que é que ele quer!
e depois preciso de uma grade de águas. e onde é que ficam? aiii, deixa estar que eu vou buscar!
e pedem 3 cappucinos: olha que estás a fazer isso mal não é assim. e como é que é? aiii, deixa estar que eu faço!
e olha estão a chamar na mesa 2. e que mesa é essa? aiii, deixa estar que eu vou lá!
e chega-se ao fim do turno e digo: ena, hoje foi puxadote! -aiii, não achei não!
agora quando chega a hora do lodo já não basta uma troca de olhares com o colega para ele perceber que o casal não quer sobremesa. não basta levantar o braço para o colega perceber que preciso de gelo no bar. e não basta eu meter-me aos gritos que ninguém percebe que eu preciso de ir mijar e alguém tem de me substituir.
e depois os clientes à espera. e os pratos trocados. e eu descabelada e a bufar que ainda por cima estão 32º às 10 da noite. e explico ao outro como se pede uma pizza e coiso e tal. e depois vem ele outra vez: explica de novo. meu: vens aqui a pizzas, metes à escolha, voltas atrás, metes os ingredientes, como não há cebola voltas atrás, metes azeitonas, vais às massas carregas no perguntar ao funcionário, voltas a pizzas pões a dividir, vens ao extras que estão na parte das sopas e metes extra queijo. mas qual é a dificuldade meu?!
enfim, isto com o tempo vai lá. mas entretanto já lá vão 23 horas de trabalho em dois dias, sem folga prevista. e eu já fartinha de ouvir o meu nome a toda a hora. e ainda é 3ª feira e já tenho mais dois calos e uma dor na espinha. e quando começo a ver espanhóis a entrar sem parar só me apetece é chorar e chamar pela mãezinha.
mas se eu sobreviver a isto já fico feliz. se isso acontecer até juro nunca dizer a um cliente que não há limonada só porque não me apetece espremer limões. não é que eu já tenha feito isso. nãã. nem pensar. euuu?! nunquinha.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/64856-ponha-mesa-o-blogue-da-semana-e-culinaria, a 18 de Agosto de 2010, em Jornal I

Vale a Pena!

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Blogue de Uma Empregada de Mesa… Fonte: http://www.ionline.pt

Dicas Para Comprar Moda No Mundo da Internet…

Setembro 29, 2010

Moda na Internet Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo que versa sobre compras online, e as suas vantagens e locais onde as podemos fazer, passo a transcrever a referida reportagem.

« Blogues ou passerelles: Quem manda na moda? O mercado diz que é a Net

Como a moda no ciberespaço pode ser uma tendência e quais os blogues e sites de lojas online obrigatórios para manter o estilo

Procure o que quiser na internet que é quase certo que encontra. A realidade online é um mundo, isso já se sabe, e a oferta de produtos disponíveis, se ainda não é infinita, para lá caminha. Para perceber a tendência há que recuar até 2006. Até então o consumidor tradicional fazia compras de forma igualmente tradicional: saía de casa, entrava numa loja, escolhia o produto, experimentava e, no fim, pagava e saía consciente de ter feito uma grande compra. Com o boom das vendas online, na verdade, só mudou a dinâmica. O “ir às compras” foi naturalmente substituído por umas horas em frente ao PC e a seleccionar, entre sucessivos cliques, o objecto de desejo do momento. Na moda, isso só foi possível depois de as lojas de roupa terem alargado as suas vendas ao mundo virtual. É um ciclo vicioso. Com o aumento da procura, a oferta é obrigada a chegar-se à frente para poder dar resposta aos consumidores. E as grandes marcas aprontaram-se em inundar o mercado online. Até Karl Lagerfeld, director criativo da casa Chanel – e um tradicionalista convicto – anunciou recentemente a criação de uma marca de roupa de venda exclusiva na internet. O mesmo Karl Lagerfeld que ainda há pouco tempo criticou publicamente as colecção pensadas para as massas. Remou contra a maré até poder.

Um estudo de mercado europeu realizado em 2008 revela, aliás, que as compras de roupa efectuadas através da internet ultrapassaram, nesse mesmo ano, a venda de material informático, totalizando qualquer coisa como 18,3 milhões de euros, direitinhos para o bolso dos retalhistas online.

E se até há quatro anos eram as passerelles e as revistas de moda a ditar tendências, hoje são os fashion blogs (e bloguistas) que “decidem” o que está “in” e “out”, através de sugestões pessoais ilustradas com os modelitos do dia-a-dia. É a moda pensada e concebida de dentro para fora. Isto é, do armário, para as ruas. E tudo sem sair de casa. “As passerelles representam uma perspectiva da moda à qual a maioria das pessoas não tem acesso. É elitista, fechada e complexa. Os blogues, por outro lado, são para todos. A barreira para expor e consumir ideias de moda é mínima. Com mais facilidade vem mais visibilidade, e com mais visibilidade faz-se a moda. Não a moda clássica de passerelle, mas a de vestir o que se quer e aparecer na internet como alguém que vale a pena seguir. A YSL não seria a YSL se aparecesse hoje. Mas provavelmente seria um dos perfis mais seguidos no lookbook.nu”, explica Fred Oliveira, especialista em tecnologia e co-fundador do site techcrunch.com.

Será impossível determinar quantos são os trend-setters online, mas basta uma pequena viagem pelo mundo virtual para perceber que, além de serem aos milhares, alguns subiram de escalão e passaram de blogues a sites de consulta obrigatória para qualquer editor de moda. O style.com será, com certeza, um deles. Por lá encontram-se desde as últimas novidades da estação – definidas, claro está, por quem alimenta o site – até um arquivo exaustivo das passerelles mundiais. Sim, porque os blogues de moda não se assumem de forma arrogante. Optam por simpaticamente complementar – sem interferir – o que ditam as revistas e os designers.

Fátima Cotta, directora da edição portuguesa da revista “Elle”, não acredita que os blogues de moda sejam trend-setters, mas antes opinion makers. “São uma realidade paralela, seguem tendências que já existem e opinam sobre elas. Quem lança tendências são as semanas da moda, os criadores. Reconheço, no entanto, que os designers se possam inspirar nas ruas e nos blogues”. Maria Guedes, personal stylist e autora do blogue Stylista, acredita que a proximidade com o público é conseguida quando as “leitoras sentirem que as propostas são a recomendação de uma amiga”.

Opiniões à parte, há sempre maneira de conjugar os dois mundos: consultar a revista online e conferir se as tendências correspondem às propostas dos blogues. Depois é escolher o que se gosta, abrir uma nova janela e aceder à sua loja favorita. E tudo sem sair de casa.

Dicas para não falhar nas compras

Quando decide comprar roupa à distância, depara-se imediatamente com o obstáculo do tamanho e dos números. Não há problema. A maior parte dos sites de roupa online não faz devoluções de dinheiro, mas quase todos aceitam trocas no prazo de 15 dias ou um mês, desde que as peças estejam por usar e com as etiquetas no sítio.

Vestuário

Antes de efectuar a compra atente na numeração dos tamanhos.
•  _Para que não haja confusões consulte o site www.onlineconversion.com/clothing.htm
•  _Não se esqueça de definir se é roupa de homem, mulher ou criança – os tamanhos variam de país para país. Procure o seu em Portugal e encontre o correspondente no país de origem da encomenda.

Sapatos
Tal como na roupa, também a numeração de calçado varia consoante o país e o sexo.
•  _Vá a http://www.convertworld.com/en/shoe-size/ e escolha o seu par.

Medidas em Portugal
Se a encomenda vier de Portugal e mesmo assim ainda tiver dúvidas, o guia de tamanhos da La Redoute é uma ajuda preciosa
• _http://laredoute.pt/pt/pt/StaticPages/SizesGuide.aspx


Blogues a seguir

Style.com Completa, este ano, uma década ao serviço da moda. Conjuga as tendências de passerelle com street fashion (quem veste o quê nas ruas) e ainda faz uma perninha pelas passadeiras vermelhas do mundo inteiro. Não corresponde exactamente ao conceito de “fashion blog” – por não ser o diário de indumentária  – mas é, sem dúvida, ponto de passagem obrigatória para quem quer estar “in”.
www.style.com

LOOKBOOK.nu É “a maior fonte de inspiração em moda a partir de pessoas reais”. É mesmo isso. Se for o caso de se considerar uma pessoa com bom-gosto e bom trajar, pode tirar uma fotografia mais ou menos artística da sua indumentária e submetê-la no blogue. Mais tarde ou mais cedo vai aparecer, não se preocupe, pode é demorar umas horas, tal a afluência de fotografias de outros fashionistas pelo mundo fora. Basta identificar-se com nome, idade e localização. O Lookbook é seguido no Twitter por mais de  300 mil curiosos.
www.lookbook.nu

The Sartorialist Scott Schuman, o homem por trás do blogue, começou por trabalhar em distribuição de moda para marcas como Valentino, mas trocou tudo pela da fotografia. Começou a passear por Nova Iorque de máquina na mão, a fotografar a moda das pessoas reais. Em 2009 foi eleito pela revista “Time” um dos 100 blogues mais influentes nas escolhas dos designers.
www.thesartorialist.com

Stylista É portuguesa, chama-se Maria Guedes e é a autora daquele que será um dos maiores trend-setters nacionais. Gosta de moda, estudou moda e trabalha com moda. Dá sugestões “de amiga” às leitoras e defende a moda low-cost.
www.mariaguedes.blogspot.com


Lojas online a visitar

Zara Online Desde o início de Setembro, a Zara alargou a venda de roupa ao mercado online. A novidade foi anunciada em todos os blogues de moda nacionais e foi um frenesim. Portugal foi um dos cinco países eleitos para receber a loja virtual da marca, onde pode encontrar as colecções de mulher, homem e criança disponíveis em qualquer Zara e as encomendas podem ser levantadas na loja ou numa morada à escolha (com um acréscimo de 2,50€ ao preço total da encomenda).
www.zara.com

Net-a-Portêr É dos sites mais populares no circuito fashionista mundial. Apresenta-se com o mote “o primeiro destino online da moda de luxo”, deixando já antever uma oferta de roupa, sapatos e acessórios de marcas internacionais, ao mesmo preço das lojas. Marc Jacobs, Burberry e Miu Miu são alguns dos designers representados e podem entrar no seu armário com uma simples encomenda no site. O net-a-portêr está sediado em Londres mas aceita pedidos em toda a Europa.
www.net-a-porter.com

Topshop É talvez um dos maiores armazéns de moda do mundo (não existe em Portugal, mas já foi criado um grupo no Facebook a pedir uma Topshop em Lisboa) e a versão online oferece exactamente o mesmo que a loja. Estão representados vários designers de renome e até Kate Moss tem direito a uma colecção com o mesmo nome – que esgota no mesmo dia em que é lançada.
www.topshop.com

La Redoute Começou por ser um catálogo de compras à distância, mas já assentou arraiais na internet. Aqui encontra roupa, acessórios, têxtil-lar e até uma secção de objectos variados. As ofertas constantes podem oferecer descontos até 70%.
www.la-redoute.pt
»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/79379-blogues-ou-passerelles-quem-manda-na-moda-o-mercado-diz-que-e-net., a 21 de Setembro de 2010, em Jornal I

Boas Compras!

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Simule, e Veja Qual o Banco Com as Melhores Condições Para a Sua Conta à Ordem…

Setembro 28, 2010

Melhor Conta à Ordem... Fonte: http://www.ideias-soltas.net

Li, no decorrer do dia de ontem, uma reportagem que versa sobre um simulador disponibilizado pela DECO, para as contas à ordem, passo a transcrever a referida reportagem.

« Contas à ordem: o seu banco é o melhor?

Simule as movimentações da sua conta à ordem e descubra se ela é cara ou barata

As contas bancárias à ordem são uma ferramenta frequentemente usada pela maioria dos portugueses. Mas nem todas são iguais e, porque os tempos são de crise, convém saber se a sua é a ideal ou se, pelo contrário, é das mais caras.

Naquele que é o mês da poupança, a DECO está a abrir a todos os consumidores alguns simuladores, que podem ajudar a poupar algum dinheiro. Este estará disponível até ao fim desta semana.

O simulador das contas à ordem indica-lhe qual a mais barata para os diversos canais de contacto com o banco (balcão, telefone e Internet), consoante o seu perfil de cliente. Para tal, basta indicar, nos campos, qual o saldo médio da sua conta, se usa cheques, cartão de débito, cartão de crédito e conta-ordenado, se faz transferências bancárias e operações e qual o tipo de utilização mais frequente durante o ano.

O simulador está disponível no site da DECO

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/contas-a-ordem-bancos-contas-bancarias-agencia-financeira-deco/1194529-1729.html, a 27 de Setembro de 2010, em Agência Financeira

Boas Poupanças

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Conheça As Sugestões Para Ganhar Optimismo Para Vencer A Crise…

Setembro 27, 2010

Dicas Para Encarar Com Optimismo a Crise... Fonte: http://www.territoriofeminino.blogtv.uol.com.br

De forma a se começar bem a semana, li no decorrer da semana transacta, e que versava sobre um artigo, onde uma psicóloga dava dicas como forma de se ultrapassar a crise.

« Sete lições de optimismo para vencer a crise

Os empresários, gestores, banqueiros e trabalhadores comuns podem aprender a ser optimistas. Saiba como.

Sentimos-lhe a segurança no discurso logo às primeiras palavras ditas na sala tranquila para onde a psicóloga Helena Águeda Marujo nos guia. A professora da Universidade de Lisboa diz que todos precisamos de ver valorizado o trabalho e o desempenho. Que isso acontece independente das funções ou da origem social. E muito antes de as pessoas pensarem no salário ideal ou justo.

Helena fundamenta estas certezas na experiência e nos estudos com empresas e entidades públicas, envolvendo todas as classes sociais. E garante que empresários, gestores, banqueiros e trabalhadores comuns podem aprender a ser optimistas. “Hoje é possível educar para o optimismo através do treino”. Uma solução muito relevante quando a maioria procura saídas para vencer a crise nas empresas, nos bancos, nos partidos, nas escolas, no Estado e nas famílias. Veja o que propõe esta especialista.

1. Mudar a linguagem
“Segundo a minha experiência de mais de dez anos a aprendizagem passa – do ponto de vista dos educadores e dos líderes nas organizações – por sermos mais especialistas na linguagem”, diz Helena Marujo. “É fascinante verificar que mudando a linguagem podemos mudar a identidade, as relações e a cultura”, acrescenta. A professora de psicologia e de optimismo assegura que as palavras usadas em cada momento “são uma escolha” e muito mais do que programação neurolinguística – a capacidade de moldar a identidade através da fala.

2. Divã para todos
Há uma necessidade nacional de melhorar o optimismo de empresários, políticos, banqueiros, etc: “Todos precisam de sentar-se no divã que é transversal. E por exemplo, os políticos sabem que os discursos mais optimistas são os que aumentam a probabilidade de vencer.”

Além disso, os portugueses têm, por regra, uma percepção quase sempre abaixo das respectivas condições de vida, diz. “Tivemos um pico de optimismo durante o Euro 2004 em Portugal. Mas avaliamo-nos sempre um bocadinho abaixo da nossa proporção de bem-estar. E está na altura de fazermos mudanças e de projectá-las nas novas gerações.”

3. Valorização e salário
Helena Águeda Marujo diz que os professores “têm ainda mais tendência para uma visão desanimada e muito crítica” da vida. “Precisam desesperadamente de apoio, de ser reconhecidos e apreciados na importância da sua acção”. “Mas nos estudos em geral, quando questionamos sobre os passos que fariam as pessoas sentirem-se mais satisfeitas na sua profissão, respondem: ‘valorização, apreço e reconhecerem o meu trabalho’. Isto acontece em todas as profissões e em todas as classes. Sempre, sem excepção”, garante a especialista. “Falam de valorização mesmo antes do salário, e em todos os casos”, acrescenta. A ausência desse reconhecimento profissional “pode destruir” uma empresa ou uma sociedade. “Pode levar as pessoas a elevarem os níveis de depressão e nós temos indicadores nacionais muito preocupantes.”

4. Inspiração para o sucesso
A inspiração é essencial para obter bons resultados de acordo com a professora universitária Helena Marujo. “Tenho que acreditar: se à partida não acredito, já não invisto da mesma maneira e aumento as probabilidades de insucesso. É um círculo vicioso que tem de ser compensado com um círculo virtuoso.”

5. Crescer o que funciona
“Uma empresa só funciona bem se cada coisa negativa que acontecer for compensada com pelo menos três coisas positivas. Devemos criar condições para aumentar o que faz florescer as nossas relações e os nossos processos”, acrescenta Helena Marujo. “Temos que mudar a abordagem e começar a fazer crescer o que funciona, o que está bem. Sabemos hoje que o trabalho nas empresas melhora quando se aumentam a gratidão, o perdão e a generosidade”, revela.

6. Refúgios de optimismo
Há refúgios de optimismo. “Tive aqui numa aula o caso de uma empresa farmacêutica portuguesa que ía à falência. Os trabalhadores juntaram-se e compraram-na. Isso demonstra que é a partir de pequenas experiências que nos revelamos enquanto povo, enquanto nação, e enquanto cultura na nossa capacidade de contrariar uma tendência cultural de desânimo e de queixumes.”

7. Espiritualidade
Quando fala na espiritualidade levada para o meio profissional Helena Águeda Marujo diz que não está “a falar necessariamente de religiosidade. Trata-se, apenas, de encontrar um sentido para as coisas e já temos aqui em Portugal certos bancos que dão aos funcionários uma tarde por semana para fazerem trabalho de voluntariado”. “A mudança que isso representa é enorme, por ser uma intervenção espiritual e uma forma de ajudar alguém a dar um sentido à vida”, conclui. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sete-licoes-de-optimismo-para-vencer-a-crise_99322.html, a 23 de Setembro de 2010, em Diário Económico

Boas Dicas!

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Saiba A Relação Que Existe Entre Universidades e Baptismo de Voo…

Setembro 26, 2010

Baptismo de Voo... Fonte: http://www.ionline.pt

Por ser fim de semana, e por estarmos em pleno inicio de ano lectivo, é normal vermos nas nossas ruas caloiros, e como tal, li no final da semana que terminou no dia de ontem, uma reportagem sobre como ajudar no «baptismo» de alguns «Caloiros».

« Roteiro académico. Os caloiros precisam de ajuda

Proporcionar ao seu filho um baptismo de voo não é barato. Mas a felicidade das crianças não tem preço. Estes são os locais onde deve ir para tirar o pé do chão

VOOS DE FIM DE SEMANA João Sottomayor tem 27 anos e é natural de Lisboa. Desde pequeno sonhava ser piloto de aviões e por isso, em vez de ir para a faculdade foi para a escola de aviação. Tirou o CIPLA – Curso Integrado de Piloto de Linha Aérea e agora procura lugar numa companhia aérea. Mas como a crise chegou a todo o lado, enquanto não arranja colocação vai pilotando aviões como pode. Uma forma de o fazer é a passear ao fim-de-semana com quem quer proporcionar aos filhos uma primeira experiência aeronáutica. Sempre que o telefone toca com um pedido, João dirige-se ao aeródromo de Tires e trata do aluguer da aeronave (normalmente um Cessna 152, um avião de fabrico americano e dois lugares) bem como de todas as formalidades, para que quem paga possa chegar e descolar sem demoras. Por norma o passeio dura cerca de 40 minutos – que ficam registados na caderneta do piloto, que assim junta horas à sua experiência de voo – e segundo Sottomayor é possível fazê-lo por pouco mais de €100. E se a criança enjoa? “Temos os famosos sacos para o enjoo e aterramos assim que possível”, garante o piloto. (Tel.: 919367292)

GUIAS DE EXPERIÊNCIAS Oferecer ao seu filho um baptismo de voo sem ter muito trabalho é hoje uma tarefa simples e que não requer grandes pesquisas, culpa das inúmeras empresas de experiências que proliferam no mercado. A Odisseias tem uma oferta alargada em baptismos de voo, com preços a partir dos €50 por pessoa e descolagens em Santa Cruz, Tires ou Évora. Após uma análise ao catálogo online irá encontrar aquela que parece a opção mais interessante para experimentar com as crianças. Por €74,90 poderá voar num Cessna 172, um avião monomotor com capacidade para quatro passageiros, e passear pelos céus da região Oeste com partida e chegada no aeródromo de Santa Cruz. (www.odisseias.com)

DO PRODUTOR AO CONSUMIDOR Mas se não quer passar pelo fornecedor de experiências pode ir directamente a um operador aéreo. No Aeródromo Municipal de Cascais, em Tires, a Air Nimbus lembrou-se especificamente das crianças e através do seu Air Nimbus Kid Club criou o “Flying Kids”, uma experiência de vôo sobre os céus de Cascais – óptima para os pais voyeurs que têm curiosidade em ver de cima as casas da Quinta da Marinha – com duração de 20 minutos e um preço de €101,88 por pessoa. O avião usado é um Piper Cherokee Six e o tempo começa a contar assim que o motor é colocado em marcha. Aconselha-se a marcação com um mínimo de 48 horas de antecedência e deve haver pelo menos um adulto a acompanhar a criança. (www.airnimbus.pt)

É UM PÁSSARO? UM AVIÃO? Não, é um helicóptero. E se o seu filho já viajou de avião esta pode ser uma experiência nova e interessante, até porque se trata de algo que, ao contrário das viagens de avião, o seu descendente dificilmente fará muitas vezes. A menos que se torne multimilionário… ou acabe a trabalhar no trânsito da manhã na TVI. Esta experiência só é possível, porque em Novembro de 1907, Paul Cornu, um engenheiro francês fabricante de bicicletas, fartou-se de circular no chão e efectuou aquele que é considerado o primeiro voo de helicóptero, apesar de não ter durado mais de 20 segundos. Hoje se quiser voar de helicóptero não por 20 segundos, mas por 20 minutos, pode fazê-lo entre o aeródromo de Tires e o Cabo da Roca, regressando à casa da partida e pagando um valor que oscila entre €110 e os €275 por pessoa, dependendo do número de passageiros. http://www.falcaoazul.com

O BALÃO DO JOÃO Nos primeiros anos do século XVIII, o jesuíta português Bartolomeu Lourenço de Gusmão começou a fazer experiências para construir uma máquina voadora, com o patrocínio do rei D. João V, daí a alcunha de “Padre Voador”. Mas só em 1783 é que os irmãos franceses Etiene e Joseph Montgolfier, filhos de um fabricante de papel, construíram o primeiro avião tripulado. Pouco depois, em Junho 1785, outro francês, o químico Jean-François de Rozier, tenta atravessar o canal da Mancha de balão… e morre, naquele que é considerado o primeiro acidente aéreo da História. Mas hoje, três séculos depois, andar de balão é considerada uma das formas mais seguras de voar, sendo que as condições atmosféricas desempenham um papel preponderante nesta actividade. Em Portugal, a empresa Wind Passenger é especialista há mais de 20 anos em viagens de balão e possui autorização do INAC (Instituto Nacional da Aviação Civil) para voar. Os preços das viagens, realizadas em Coruche ou Évora, começam nos €150 por pessoa. Além de um voo de uma hora, o preço inclui seguro e um certificado de voo entregue aos passageiros no final. (info@windpassenger.pt; www.windpassenger.pt) »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/79909-roteiro-academico-os-caloiros-precisam-ajuda, a 24 de Setembro de 2010, em Jornal I

Boas Aventuras!

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Conheça as Alternativas A Um Fim De Semana Sem Carro…Conheça Aqui Algumas Soluções Para a Cidade de Lisboa…

Setembro 25, 2010

Fim de Semana Sem Carro... Fonte: http://www.ionline.pt/

Apesar do Dia Europeu Sem Carro no passado dia 22 de Setembro, trago uma reportagem, que li num diário da nossa praça, no decorrer do dia de ontem, vou transcrever a mesma, e para que se aproveite o fim de semana.

« Fim-de-semana sem carro mas no melhor dos caminhos

No passado dia 22 assinalou-se mais um Dia Europeu Sem Carros. O i aproveita a boleia e mostra-lhe cinco formas de explorar a cidade ao fim-de-semana, sem ter de pegar no carro

UM ELÉCTRICO CHAMADO DESEJO Considerado uma das 1000 experiências de viagem mais importantes do mundo pela Rough Guide to the World, o eléctrico 28 é a melhor forma de conhecer a Lisboa antiga. O percurso tem início no Cemitério dos Prazeres, em Campo de Ourique. Após percorrerem a Rua Saraiva de Carvalho, estes carros amarelos com dois motores de 45 cv, rumam à Basílica da Estrela e descem na direcção de São Bento. O percurso segue pela Praça Luís de Camões e pelo Chiado, passando junto à Sé e ao miradouro de Santa Luzia, em direcção à Voz do Operário. A recta final é percorrida entre a Graça e o Martim Moniz. (Tarifa de bordo: 1,45€; http://www.carris.pt)

LISBOA VISTA DO TEJO A Transtejo não se limita a levar e trazer moradores da Margem Sul para Lisboa e tem um departamento dedicado a passeios turísticos. E como nem todos podem fazer um cruzeiro no Mediterrâneo, um cruzeiro no Tejo já não é mau. O embarque é no Terreiro do Paço às 15h00, subindo o barco o rio até ao Parque das Nações, onde dá a volta para descer e passar debaixo da Ponte 25 de Abril, mostrando de uma perspectiva diferente monumentos como a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. O passeio dura cerca de duas horas e meia e custa 20 euros para adultos e 10 euros para crianças e reformados. A bordo há serviço de refrigerantes e águas. (www.transtejo.pt/pt/turismo/turismo.html)

I WANT TO RIDE MY BIKE Há 15 anos a Tejo Bike lembrou-se de disponibilizar veículos a pedal para os lisboetas passearem junto ao rio. Hoje têm dois espaços no Parque das Nações. No primeiro, junto ao posto de informações ao lado do Pavilhão Atlântico, pode alugar bicicletas de montanha, pasteleiras, karts e até patins. No segundo posto, situado na Praça Sony, além do aluguer de equipamento, funciona também a escola de patins em linha. Os preços começam nos 2,5 euros por meia hora numa bicicleta de adulto. Até Outubro é possível passear até às 20h00. Mas se o Parque das Nações é longe para si, existe o Fun Track, na Rocha Conde D”Óbidos, por trás do Museu do Oriente. (Tejo Bike; Tel.: 218 919 333; http://www.tejobike.pt)

POWER BALANCE Não estamos a falar das pulseiras, mas sim do veículo mais inovador dos últimos anos, o Segway. Inventado em 2001, nos EUA, funciona a electricidade e tem autonomia até 38 km. A velocidade máxima é de 20 km/h e, de uma forma redutora, podemos dizer que funciona com a inclinação do corpo. Hoje é comum ver seguranças de centros comerciais ou polícias a fazerem patrulhas de Segway. A Go Segway Tours criou seis passeios, distribuídos pelas zonas mais emblemáticas da cidade. Os passeios são antecedidos de um briefing de 20 minutos. Já a Gray Line Portugal criou um tour de Segway pela Baixa da cidade e um outro por Alfama, com preços entre os 25 e os 35 euros e um mínimo de dois participantes. (www.gosegwaytours.com; http://www.graylineportugal.com)

MOTA E COMPANHIA Sempre quis ter uma mota mas nunca teve coragem para tornar o sonho realidade? Já pensou em ter uma scooter para andar na cidade? A Scooter Mania pode ser um bom começo. Esta rent-a-scooter, com preços a partir de 30 euros por um dia numa motorizada com 50 cc, está localizada no coração da Baixa, na Rua do Crucifixo. Só precisa de ter mais de 18 anos, levar o BI, licença ou carta de condução e está pronto para correr a cidade em duas rodas. E se quiser passear todo o fim-de-semana, o aluguer de três dias custa 80 euros. Se não lhe chegar uma scooter básica, há também Vespas, e motas com 125 cc. (Rua do Crucifixo, 17; Tel.: 213 467 144 ou 707 201 052; www.scooter-mania.pt) »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/79910-fim-de-semana-sem-carro-mas-no-melhor-dos-caminhos, a 24 de Setembro de 2010, em Jornal I

Bons Passeios!

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Conheça o Que Escondem As Malas Das Senhoras…

Setembro 24, 2010

Os Segredos das Malas das Senhoras... Fonte: http://www.enomis.blogs.sapo.pt

Hoje trago um artigo engraçado, e que versa sobre os mistérios que existem nas malas das senhoras, passo a transcrever o respectivo artigo.

« O misterioso mundo das malas femininas. Descubra de quem são

O i assaltou as malas das mulheres. A missão: desvendar os mistérios que atormentam os homens e descobrir o que existe lá dentro. Dos 21 aos 87 anos, as portuguesas não tiveram problemas em revelar os seus segredos. Aprendemos que é difícil apanhar uma mulher desprevenida e que é preciso resistência para carregar tanto peso. Agora é consigo. Arme-se em sociólogo e estude o conteúdo destas malas. Quem são as fumadoras? O terço pertence a que mulher? E qual das seis anda com mini-pastas e uma calculadora?

01 Rita Guedes, 41 anos, designer “A minha mala é mista: profissional e pessoal. Tento-me controlar para não levar muita coisa. Sofro das costas. Tenho sempre um bloco para pensamentos, esboços, guardar as contas e as informações da escola dos meus filhos. A minha carteira é de homem para caber tudo e mal fecha. O imprescindível? É tudo. Das pastilhas, aos óculos de sol e telemóveis, baton do cieiro. Ah! E tenho caramelos por causa dos meus filhos.

02 Ana Nogueira, 48 anos, designer “Tudo faz falta, por isso é que ando carregada. Quer pesar? Ando sempre com malas grandes e têm de ser boas. Esta tem três anos e custou-me 500€. Bem, paguei metade porque trabalho com a Diesel. Preciso de andar com muita coisa. Uma Moleskine para guardar contas, uma pen, a carteira quase a rebentar e uma bolsa para medicamentos, pensos e lenços de papel. Também preciso da máquina fotográfica por causa dos clientes. Faço decoração de interiores. Como gosto de cinema, tenho um panfleto com as sessões. Demoro muito tempo a encontrar as chaves e o telemóvel, às vezes não atendo.”

03 Carmelinda Espírito Santo, 87 anos, reformada“Ando com o porta-moedas onde tenho as fotografias dos netos e bisnetos, um lencinho para pôr na cabeça, se está vento, e os óculos para ver ao perto. Tenho sempre dois pentes, um espelho e batom. Ando com o livro de cheques porque é mais seguro do que ter  dinheiro. Trago um terço. Sou católica e a sua presença dá-me força para tudo. Também não me esqueço das pilhas do aparelho de ouvir. Com medo dos assaltos, o meu marido disse-me para arranjar uma daquelas bolsas de pôr à cintura. Detesto isso. Uma mala compõe sempre uma senhora e tenho dez. ”

04 Inês Melo, 21 anos, estudante de teatro e arquitectura“Costumo andar carregada, com uma água [1,5 l] e com malas deste tamanho ou maiores. Aqui dentro tenho tudo o que preciso. Os amigos gozam porque demoro muito tempo até encontrar, mas não me falta nada. Da carteira às bolachas. A bolsinha com medicamentos e outras coisas. Muitas vezes tenho vernizes, um desodorizante e perfume. Transpiro horrores. Mas o mais importante na mala é o telemóvel e a carteira.”

05 Vera Costa, 35 anos, aderecista “Tenho para aí umas 50 malas, mas no dia-a-dia uso mochilas. Ainda tentei usar malas, mas levava tanta coisa que as alças partiam-se. Prefiro sair com tudo o que possa precisar. Detesto ter de voltar a casa porque me esqueci de alguma coisa. A carteira, os óculos de sol, para conduzir e o telemóvel são essenciais. Mas no meu trabalho preciso de procurar adereços para os realizadores, medi-los e fazer as orçamentos. A calculadora, fita métrica e máquina fotográficas não podem faltar. Ando sempre com uma agenda e um caderno e as minhas cinco pastinhas para os documentos e facturas.”

06 Uliana Gridina, 23 anos, manequim “As malas são a minha perdição. Esta é uma Roberto Cavali. Foi um presente. Ando com uma mala bem maior, mas como acordei cedo para vir para as aulas trouxe pouca coisa. Tenho tabaco, óculos de sol, carteira, um telemóvel e bloco de princesa para escrever umas coisas. Foram os meus amigos que me ofereceram porque me chamam princesa. É lá que escrevo os horários de comboio, as moradas, é quase uma agenda. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/79714-o-misterioso-mundo-das-malas-femininas-descubra-quem-sao, a 23 de Setembro de 2010, em Jornal I

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