Mouse de Chocolate Caseira…

Mousse de Chcolate Caseira... Fonte: http://www.comida-receitas.blogspot.com

« Receita simples, rápida e deliciosa!

Mousse de chocolate caseira

Ingredientes:

6 ovos

125gr de açúcar

200gr de chocolate para culinária em barra

1 colher de sopa de margarina

Preparação:

Comece por derreter o chocolate e a margarina em banho-maria.

Bata muito bem as gemas com o açúcar e depois junte a este creme o chocolate e a margarina já derretidos.

Incorpore tudo.

Por fim junte as claras em castelo e bata muito bem.

Ponha em taças e leve ao frigorífico pelo menos 2 horas antes de servir »

 

In:http://bimby4all.livreforum.com/doce-de-colher-f32/mousse-de-chocolate-caseira-t308.htm

 

AC

Com Este Tempo…Que Tal Um Pastel e um Chazinho…

Bons Pasteis na Cidade de Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje o dia amanheceu com chuva, li no dia de ontem sugestões sobre um roteiro de confeitarias onde se pode comprar pasteis, passo a transcrever a referida reportagem.

« Eu é mais bolos. Mas um chazinho e torradas também caíam bem

Diz que dá chuva para o fim-de-semana. Esqueça as esplanadas: refugie-se no meio dos bolos e torradas destas pastelarias e cafés. Escolhemos oito em Lisboa, mas há muitas mais

Versailles e Sequeira

Na Avenida da República, praticamente lado a lado, estão duas das casas com mais história da cidade. A Pastelaria Sequeira abriu em 1902 e nos últimos 25 anos o chefe António Nuno Cochim é o responsável, entre outros, pelas merendas – de comer e chorar por mais – que a pastelaria apresenta, entre uma montra de bolos capaz de levar qualquer guloso ao céu. Com o tempo a decoração da Sequeira tornou–se mais… moderna. Já a Versailles, no quarteirão seguinte, mantém-se pouco alterada desde a sua abertura em 1922. Da carta destaca-se o chocolate quente, ideal para dias frios como estes. A dose de croquetes com salada é outro dos célebres petiscos da Versailles. Como curiosidade, estão nesta rua duas das cinco pastelarias recomendadas pelo “Lonely Planet” em Portugal.

Versailles – Avenida da República, 15 A
Sequeira – Avenida da República, 11 A

Mexicana e Biarritz

Não há lisboeta da zona de Alvalade e São João de Deus que não conheça estas duas pastelarias. Em plena Praça de Londres (em rigor a morada é Avenida Guerra Junqueiro), está a Mexicana, que data de 1946 e até hoje pertence à mesma família. Em 1962 foi remodelada e, desde então, tem uma famosa gaiola de pássaros envidraçada. Mas não é só pela arquitectura que a Mexicana fez nome. Vale a pena ir lá lanchar para comer as panquecas com mel, isto se conseguir resistir à montra de bolos caseiros que encontrará à sua esquerda depois de entrar. No Largo Feitor Pinto, mais conhecido como “largo da igreja” (de S. João de Brito) está a Biarritz. Aqui não temos dúvidas: sugerimos o pastel de nata. Em comum, estas duas pastelarias têm esplanadas muito apetecíveis e especialmente solicitadas aos fins–de-semana por pessoas que param lá para café, pequeno-almoço ou lanche, depois de comprar o jornal.

Mexicana – Avenida Guerra Junqueiro, 30 C (no limite com a Praça de Londres) Biarritz – Largo Frei Heitor Pinto, 1 (largo da Igreja de S. João de Brito, no final da Avenida da Igreja)

Brasileira e Bénard

Bem no centro do Chiado encontra, quase paredes-meias, A Brasileira e a Bénard, frequentemente com as esplanadas a abarrotar de turistas e mantendo as decorações originais. Mais conhecida pelo café e pela cadeira com Fernando Pessoa, que passava muito tempo n”A Brasileira e hoje faz as delícias de quem tem máquinas fotográficas, a Brasileira conta 105 anos de história. Já os croissants da Bénard têm fama por toda a cidade, havendo mesmo quem faça grandes desvios no trajecto só para os ir lá buscar. Uma curiosidade: o ano passado a pastelaria ganhou um processo contra a Pepsico, porque a empresa lançou uma gama de croissants embalados com a marca Bénard.

A Brasileira – Rua Garret, 120-122 (Chiado)
Bénard – Rua Garret, 104 (Chiado)

Nicola e Suíça

Chegados ao Rossio, o Nicola é paragem obrigatória. Afinal, trata-se “apenas” do café mais antigo da capital, fundado no século XVIII por um italiano, Nicola Breteiro. Hoje em dia muitos desconhecem, mas de acordo com os historiadores Norte Júnior e Raul Tojal, o Nicola como café encerrou em 1834, voltando a abrir quase 100 anos depois, em 1929. Mas antes de beber um café no Nicola, dê um salto à pastelaria Suíça, do outro lado da rua, e prove uma duchesse, sendo que os croissants também são obrigatórios. Aliás, a Suíça reclama para si a importação do croissant francês, ainda hoje o bolo mais vendido da casa, que hoje vive dos turistas. Segundo o seu site oficial (www.casasuica.pt), representam 70% do negócio.

Nicola – Praça D. Pedro IV, 24/25 (Rossio)
Suíça – Praça D. Pedro IV, 96-104 (Rossio)»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/85724-eu-e-mais-bolos-mas-um-chazinho-e-torradas-tambem-caiam-bem, a 29 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Fim Semana!

RT

 

Conheça As Pousadas de Portugal Onde Pode Dar Uma Escapadinha…

Pousadas de Portugal... Fonte: http://www.ionline.pt

Amanhã é o primeiro dia de um fim-de-semana prolongado, na semana que amanha também termina, li num diário da nossa praça sugestões para um fim-de-semana prolongado, passo a transcrever a referida reportagem.

« Pousadas de Portugal: vai uma escapadinha?

Vem aí um fim-de-semana prolongado. Aproveite as promoções e fuja da civilização. Passe três noites no melhor do país

Palmela

Histórica

Fica no alto da colina, com vista panorâmica para Setúbal e Tróia. A pousada foi construída no interior do castelo de Palmela e integra os claustros do antigo convento. Para além dos bons vinhos, pode sempre aproveitar para passear na Serra da Arrábida.

Preço desde 114€
Contactos 212 351 226
Castelo de Palmela

Ourém, Fátima

Histórica

Aqui vai sentir-se uma espécie de cavaleiro, já que esta pousada foi construída no meio de um conjunto de casas medievais. Para além disso, pode desfrutar de uma vista para o Vale da Ribeira do Rio Seiça. Se for religioso, pode aproveitar para acender uma vela no santuário de Fátima.

Preço desde 111€
Contactos 249 540 930
Largo João Manso – Castelos

Marvão

Charme

De um lado há a vila medieval, de ruelas estreitas e casas de pedra. Do outro, uma vista para a paisagem montanhosa do norte alentejano. Se for corajoso, até pode experimentar um passeio de asa delta. Caso prefira os pés assentes no chão, também se arranja.

Preço desde 90€
Contactos 245 993 201
Santa Maria de Marvão

Crato

Histórica design

A pousada é moderna mas está inserida no antigo Convento Sede do Prior do Crato. E se pensa que no Alentejo só come (bem), desengane-se. Pode praticar golfe, dar passeios a cavalo ou descobrir o caçador que há em si, atrás de faisões e perdizes. Pesca também serve.

Preço desde 140€
Contactos 245 997 210
Mosteiro da Flor da Rosa, Crato

Évora, Lóios

Histórica

Além de ser um hotel de luxo, fica mesmo no centro de Évora, cidade considerada património da Humanidade. Os quartos são as antigas celas dos cónegos que um dia viveram no Convento dos Lóios. E depois há os enchidos, as migas, a açorda, a sericaia. Percebeu a ideia?

Preço desde 140€
Contactos 266 730 070

Largo Conde Vila-Flor, Évora

Vila Viçosa

Histórica

Alguma vez sonhou andar de balão? A pousada D. João IV dá-lhe essa oportunidade. E depois há os quartos temáticos e, claro, um restaurante especialista em doces e pratos conventuais.

Preço desde 120€
Contactos 268 980 742
Pousada D. João IV, Convento
das Chagas – Terreiro do Paço

Sagres

Natureza

Primeiro o mar: todo o Atlântico ali mesmo à beira para quem ficar nesta pousada. Depois a vila de Sagres, o Cabo de São Vicente, a fortaleza e as praias desertas. E claro, o peixe fresco.

Preço desde 120€
Contactos 282 620 240
Pousada do Infante, Sagres Algarve

Estoi

Histórica design

É um palácio, que pertenceu ao Visconde de Estoi, transformado em pousada para que todos possam disfrutar dos grandes salões e dos jardins, ao melhor estilo Versailles. Ah, e tem um spa.

Preço desde 140€
Contactos 289 990 150
Pousada Palácio de Estoi,
Rua São José, Faro

Gerês

Natureza

O Parque Natural da Peneda – Gerês é um dos mais bonitos do país e ideal para passeios em família ou a dois. Esta pousada fica à beira de um miradouro natural, sob a barragem da Caniçada.

Preço desde 120€
Contactos 253 649 150
Gerês – Caniçada

Valença do Minho

Charme

É longe, tão longe que é quase Espanha. Mas é tão bonita que a distância não tem importância. Esta pousada foi construída no cimo do centro histórico de Valença, com vista sobre o Rio Minho. Deixe-se envolver pela gastronomia minhota e prove o cabrito assado ou a lampreia.

Preço desde 90€
Contactos 251 800 260
Pousada de São Teotónio,  V. Minho

Viana do Castelo

Charme

Tem uma das melhores vistas do país: a cidade de Viana do Castelo, as praias e o rioLima.
Aqui pode fazer canoagem, jogar golfe, dar passeios de barco, bicicleta ou a pé. Não deixe de provar as bolas de berlim com canela, numa das pastelarias do centro da cidade.

Preço desde 120€
Contactos 258800370
Pousada do Monte de Santa Luzia

Mesão frio

Histórica

Está a ver o rio Douro? Da Pousada Solar da Rede vê-se o rio, as vinhas e o verde que as acompanha. Numa propriedade de mais de 40 hectares, vai poder entregar-se à ornitologia (observação de pássaros), à caça (numa actividade mais agressiva), passeios pedestres e pesca.

Preço desde 120€
Contactos 254 890 130
Santa Cristina, Mesão Frio

Manteigas

Natureza

Totalmente construída com pedra da região, esta pousada fica no alto do Parque Natural da Serra da Estrela, que é tão bonito com neve, como sem ela. Há um mundo inteiro de lagoas, vales e natureza para descobrir, a pé, de bicicleta e até de helicóptero. Não esqueça o queijo da serra.

Preço desde 90€
Contactos 275980050
São Lourenço – Penhas Douradas »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/85298-pousadas-portugal-vai-uma-escapadinha, a 27 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Fim Semana!

RT

Conheça a Quente PentHouse…

PentHouse... a Nova Publicação... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que se debruça sobre uma publicação que saiu para as bancas no decorrer do dia de ontem, passo a transcrever a referida peça jornalística.

« Penthouse Eles são os homens que vão pôr tudo a nu

Lançada hoje em Portugal, a revista “Penthouse” traz na capa rostos desconhecidos, “da miúda gira que pode ser nossa vizinha”

Sentados na sala minúscula de um quinto andar no centro de Lisboa, José Mascarenhas e Basílio Santos respiram finalmente de alívio. Há três meses que a equipa residente – da qual fazem também parte um jornalista e um editor de arte – não tem descanso. Ontem, foi dia de fecho da primeira edição da “Penthouse”. A revista masculina chega hoje às bancas portuguesas com 80 mil exemplares, umas quantas mulheres nuas e artigos que querem despertar interesse não apenas junto dos homens, mas chegar ao público em geral.

“Será uma revista abrangente. Não digo dos 8 aos 80 porque é para maiores de 18 anos, mas seguramente que será uma boa leitura também para as mulheres”, revela o director José Mascarenhas. Na outra mesa, o editor de serviço atira uma certeza para o ar: “As mulheres gostam deste tipo de revista porque é uma forma de entrar no universo masculino. E porque também gostam de ver outras mulheres.” A dupla sabe do que fala: fizeram ambos parte dos quadros da “FHM”, uma das revistas masculinas de maior sucesso em Portugal.

A fórmula da “Penthouse” recupera alguns detalhes da publicação em tempos dirigida por Pedro Boucherie Mendes. Pelo menos no que diz respeito aos textos: artigos com profundidade mas sempre acompanhados da dose certa de humor. A principal diferença está, talvez, na escolha das modelos de capa, na “Penthouse” chamadas de Pet Girls: “Cedo percebemos que Portugal é um país pequeno e que não pode ter apenas famosas na capa. Decidimos criar o nosso star system. Queremos mulheres que não aparecem nas novelas e, assim, mudar um bocadinho o país. Vamos à procura dos rostos desconhecidos, da miúda gira que passa por nós na rua e que pode estar na capa de uma revista masculina”, conta o director.

Na capa do primeiro número, disponível hoje nas bancas, estará por isso uma perfeita desconhecida. Fátima Figueiredo, 21 anos, é estudante de gestão e dançarina. Além deste modelo, a revista contará ainda com mais três sessões fotográficas de manequins estrangeiras, bem como artigos sobre temas direccionados para o universo masculino – uma secção sobre carros e motas – e outros de interesse geral, como uma agenda cultural ou críticas de cinema. Acima de tudo, conta Mascarenhas, “será uma revista portuguesa”. “Não significa que não possamos ter um bom artigo traduzido da edição americana, mas o princípio será sempre de uma revista feita por portugueses para portugueses. Introduzimos várias secções mais próximas da nossa realidade, de forma a dar-lhe uma identidade muito própria.”

Embora adaptada da edição original, a versão portuguesa da “Penthouse” será mais sóbria do que a americana ou inglesa. Ou seja, não há nada de explícito para além da nudez. “Vai ser muito mais soft, as mulheres aparecem despidas mas não se tocam. Acredito que não é isso que os nossos leitores querem. Vamos andar mais próximos das edições italianas e espanholas”, conta José Mascarenhas. A isto, Bernardo Coelho, fotógrafo da revista, acrescenta que “a ideia passa por contar uma história”. “Não queremos apenas uma mulher nua.”

Uma coisa é certa: o perfil das modelos é “transversal”. Ou seja, “há mulheres de todas as profissões, desde advogadas a contabilistas e designers”. “Quando reúno com uma possível capa faço duas perguntas: se gosta de fotografia e se tem problemas com a nudez. Se a resposta for um ”talvez”, continuo com a entrevista, mas já sei que, à partida, está fora”, garante o director da revista que, embora sem querer revelar o valor de cada sessão, garante não pagar mais de mil euros. “Há quem se dispa por uma carreira, mas raramente o fazem. Os americanos, que têm um orçamento gigantesco e imprimem 300 mil revistas todos o meses, não pagam muito melhor. Ou seja, quem faz isto, fá-lo por gosto”, acredita José Mascarenhas.

Desde que a nova publicação foi anunciada nos media portugueses, os chefes da “Penthouse” portuguesa não têm mãos a medir com o número de contactos recebidos de mulheres. “Todos os dias recebemos mails de possíveis modelos que querem posar para a revista. Portugal já não é esse país fechado”, acredita o director. Talvez esteja certo. Mas só daqui a uns meses o poderemos confirmar. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/85330-penthouse-eles-sao-os-homens-que-vao-pr-tudo-nu, a 27 de Outubro de 2010, em Jornal I

RT

Conheça os Sites Onde Pode Comprar e Poupar Mais de 100€…

Compras Online... Fonte: http://www.bomdia.news352.lu

Hoje trago algo útil, especialmente aos que querem poupar algo, para tal, basta usar com o recurso as compras online, passo a transcrever uma peça jornalística onde isso está patente.

« Sites para poupar mais de 100 euros nas compras ‘online’

Há cada vez mais portugueses que estão a trocar os centros comerciais pela internet. Saiba como utilizar a rede a seu favor e poupar alguns euros nas compras.

Tempo é dinheiro. Nunca como agora, a sabedoria popular esteve tão próxima da verdade. Os números recentemente divulgados pela Associação do Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva (ACEPI) mostram que 16% dos portugueses já faz compras pela internet de forma regular. E não é difícil perceber a razão da adesão dos consumidores: trata-se de uma forma cómoda e rápida de fazer compras, mas também mais barata. Isto porque muitos sites apresentam artigos com descontos face ao preço de loja. E o negócio pode compensar. Exemplo: Já imaginou comprar um telemóvel por 15 euros, em vez de pagar 39,90 euros? No site da Vodafone, que disponibiliza uma espécie de ‘outlet’ virtual, é possível encontrar telemóveis com grandes descontos. O fenómeno não é exclusivo da Vodafone, também os portais das restantes operadoras – TMN e Optimus – têm as mesmas práticas. Os exemplos abundam mesmo fora do sector das telecomunicações. Para quem já está a pensar na compras de Natal, o Diário Económico dá-lhe uma lista de sites a ter em conta para optimizar os gastos com presentes natalícios. São sites que o ajudarão a poupar dinheiro e tempo.

O site britânico da Amazon é uma opção mais atractiva desde este mês. Aquele que é um dos mais conhecidos portais de compras online do mundo anunciou este mês que os portugueses que fizerem compras por um valor superior a 25 libras (cerca de 28 euros), não pagam portes. No entanto, esta vantagem só é válida para quem fizer compras através da versão inglesa. Esta novidade pode fazê-lo poupar alguns euros. Senão repare nos números: antigamente caso comprasse dois DVD’s e um jogo de computador, no valor total de 50 euros, no Amazon, pagaria em portes 7,9 euros.

Um encargo que agora passa a estar isento. Este site tem ainda a vantagem de poder concentrar quase todos os produtos: desde livros, passando por material informático, música ou mesmo artigos para a casa.

Quem também tem uma política semelhante à do Amazon é o site ‘book depository’ (www.bookdepository.co.uk). Também sediado no Reino Unido, este portal permite as entregas gratuitas, livres de portes. Só tem uma limitação: é um site específico para compras de livros.

Recorde-se que se está a pensar em fazer as compras natalícias através da internet é melhor começar a pensar no assunto o mais cedo possível. Quanto mais próximo estiver do dia 25 de Dezembro mais demoradas são as entregas. Além disso, corre ainda o risco adicional do produto que encomendou estar esgotado. Assim, para evitar que o seu Pai Natal não chegue em Fevereiro ou Março do próximo ano, o ideal é começar já a preparar a lista.

E um dos sites que o poderá ajudar a fazer essa lista de presentes é o Kuantokusta (http://www.kuantokusta.pt). Não se trata de um site de compras online, mas é antes um guia de compras português que permite fazer a comparação de preços de um mesmo artigo nas várias lojas.

Imagine, por exemplo, que anda de olhos postos num portátil ‘Sony Vaio VPC-F12M1E/H’. Segundo as informações deste site, o preço deste produto pode oscilar entre os 1.088 euros e os 1.222 euros, consoante a loja que escolher. Ou seja, se optar pela solução mais barata poderá poupar 142 euros. Outro site com carimbo nacional a ter em conta é o eshop (www.eshop.pt). Este portal é uma base de dados que permite identificar as lojas online que vendem em Portugal tudo aquilo que tem em mente, dividido por 25 categorias de produtos e serviços. Há de tudo: desde lojas que vendem flores, comida, jóias, mobiliário, artesanato ou artigos para bébés. Este não é um site que lhe permite poupar euros nas compras online, mas permite-lhe antes poupar tempo em encontrar aquilo que tanto procura.

Outro detalhe importante a ter em conta é certificar-se que faz compras em sites dentro da União Europeia, já que as compras efectuadas, por exemplo, em sites americanos, estão sujeitas por vezes a elevadas taxas alfandegárias, que podem atingir o triplo do valor da encomenda.

Aproveite os dias especiais de promoções

Para ter direito a descontos há ainda um outro ponto a ter em conta: os dias especiais. A TMN e a Vodafone, por exemplo, apresentam às segundas feiras um equipamento com um preço de desconto, numa iniciativa conhecida como ‘I love monday’s’ na Vodafone e a ‘Blue Monday’ na TMN. Além destes dias de promoções que algumas marcas fazem há ainda dias internacionais para obter descontos nas compras ‘online’. Exemplo disso mesmo é o Cyber Monday. Trata-se de um conceito que foi criado nos EUA e que marca o início da época natalícia para os responsáveis do comércio online. Neste dia, é possível obter descontos interessantes para quem faça compras utilizando a internet. Apesar de ter sido inicialmente um conceito americano, a iniciativa foi adoptada pelos retalhistas de outros países, incluindo Portugal. No ano passado, o Cyber Monday em Portugal conseguiu reunir a adesão de 100 lojas online que disponibilizaram produtos com descontos até 40%, durante uma semana. Este ano, o Cyber Monday comemora-se entre 29 de Novembro e seis de Dezembro. Marque estas datas na sua agenda.


Três dicas para fazer compras na net:

1 – Segurança
Antes de tudo certifique-se que o site onde está fazer compras tem garantia de segurança. Estas páginas têm um símbolo de um cadeado. Se o site não disponibilizar uma morada ou um telefone fixo para contactos, desconfie. Além disso, ao dar os seus dados pessoais, certifique-se que o site lhe dá conhecimento sobre os fins para os quais serão utilizadas essas informações.

2 – Informação
Além de ter atenção às informações que faculta ao site, deverá também prestar atenção aos dados disponibilizados pelo site sobre os produtos que pretende comprar. Por isso a página online deve conter informações sobre o preço dos produtos que vai adquirir e especificar quais são os custos de envio, os impostos e outros custos adicionais. Tudo isto para evitar surpresas desagradáveis.

3 – Transacção
Já escolheu os produtos que quer comprar e só lhe falta inserir o número do cartão de crédito? Certifique-se que o site lhe pede apenas as informações necessárias para concluir a compra. Além disso, se criar um cartão virtual também estará mais protegido. Esteja atento ao extracto do seu banco para conferir se os valores que lhe foram debitados correspondem ao valor das compras efectuadas.


Sites indispensáveis

Comparar preços
Existem vários sites que permite identificar a loja online que pratica os preços mais baixos para um mesmo produto. E neste campo é impossível não falar no português www.kuantokusta.pt. Por exemplo, quer comprar uma televisão Samsung do modelo UE26C4000. O KuantoKusta diz-lhe não só onde poderá comprá-lo, identifica os preços praticados para este modelo. Neste caso o intervalo de preços varia entre os 368 e os 549 euros. Mas existem mais sites a fornecer o mesmo tipo de informação. Um dos mais conhecidos a nível internacional é o www.pricegrabber.com. O próprio google tem uma ferramenta – google shopping- que permite pesquisar os preços de um mesmo artigo.

Entregas gratuitas
Uma das formas de poupar dinheiro com as compras na internet passa por aproveitar os sites que não cobram taxas de porte. É o o que se passa com a versão britânica da Amazon. Os clientes portugueses que fizerem encomendas no valor superior a 28 libras ficam isentos do pagamento destas taxas. Já para quem costuma utilizar a internet para comprar livros, o site www.bookdepository.co.uk também não cobra taxas pelo envio dos mesmos.

Preços mais baixos
Muitas lojas online oferecem descontos em alguns artigos que sejam adquiridos através deste canal. Um dos exemplos mais notórios dessa prática são os sites das operadoras móveis em Portugal. Quer a Vodafone, TMN e Optimus dão vantagens a quem compre um telemóvel através do site. A Optimus, por exemplo, dá descontos de 10 euros a quem compre na loja online equipamentos de valor superior a 69,99 euros. Além disso, várias empresas têm ainda um dia por semana em que dão descontos especiais.»

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sites-para-poupar-mais-de-100-euros-nas-compras-online_102298.html, a 25 de Outubro de 2010, em Diário Economico.

Boas Compras!

RT

Conheça o Novo Trabalho de Nuno Prata…

Nuno Prata... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago a história de um professor de Educação Visual, que se virou para a música e edita o seu segundo disco, passo a transcrever a peça jornalística que saiu num diário da nossa praça no decorrer do dia de ontem.

« Nuno Prata. O professor de educação visual que se deixou levar pelas cantigas

Depois de fundar uma das bandas de maior culto em Portugal, os Ornatos Violeta, Nuno Prata aventura-se no segundo disco a solo

“Deve Haver”. A expressão até pode meter números e contabilidade à mistura, mas quando perguntámos a Nuno Prata a razão do título escolhido para o seu segundo disco, a resposta veio em jeito de história: “Na casa do meu avô havia um livro de caixa que gostava muito. Um dia trouxe-o e comecei a escrever nele as minhas canções. No topo das páginas havia essas duas palavras, o deve e o haver. Soou-me bem e achei que fazia sentido, já que para este disco fiz muito trabalho de recolha, daquilo que já tinha feito e o que era preciso fazer.” O novo registo do ex-Ornatos Violeta, produzido por Hélder Gonçalves, dos Clã, chega hoje às lojas.

Nuno Prata é um músico diletante. Andou no conservatório e na Escola de Jazz do Porto mas diz que a sua paixão é coisa de autodidacta, de “um tipo que gosta de fazer coisas em vez de as estudar”. Talvez seja essa a relação mais descomprometida que um músico pode ter com a sua arte e, se assim for, “Deve Haver” será o reflexo mais fiel das horas que Nuno Prata gasta a compor no seu quarto. “Sim, as canções reflectem quem eu sou, mas de alguma forma são também o olhar de um personagem construído. Há aqui qualquer coisa de diálogo com o outro. Como costumo compor sozinho, o outro será sempre uma projecção”, explica.

Quando os Ornatos Violeta acabaram, em 2002, Nuno já tinha algumas canções feitas, longe de imaginar que os seus esboços ganhariam forma num primeiro disco. “Nessa altura escrevia muito, compunha, estava sempre a gravar ideias. Este disco acaba por ser o resultado de muitas dessas músicas, umas baseadas em duas ou três notas, outras sem princípio meio e fim, outras mais acabadas”, recorda.

As palavras de Nuno Prata transpiram modéstia – nada falsa, diga-se -, sempre que fala do acto de cantar ou compôr. Enquanto baxista dos Ornatos Violeta, o músico raramente escrevia canções ou cantava. “Era quase inevitável comparar com o ”mestre””, conta. O “mestre” é, obviamente, Manel Cruz, o vocalista e letrista da banda, hoje a braços com o projecto Foge Foge Bandido. Ao mesmo tempo, Manel tornou-se um dos principais motivadores e Nuno avançou naturalmente para o primeiro disco, “Todos os Dias Fossem Estes/Outros”.

“Acabou por não correr como esperava, deixei a coisa esmorecer um pouco.” No espaço temporal que separa o primeiro registo de “Deve Haver”, nasceu a sua primeira filha, terminou um curso de Escultura, trabalhou numa loja de discos e foi professor de educação visual. “Quando andava na Soares dos Reis, sonhava um dia voltar à escola como professor”, conta. A experiência não correu, todavia, da melhor forma. “Os colegas diziam-me ”o que estás aqui a fazer? esta é a pior altura para começar uma carreira docente”.”

Foi desse momento que começou a nascer “Deve Haver”, como se de uma nova tentativa se tratasse. O disco, que conta com as participações de Manuela Azecvedo, dos Clã, e de B Fachada, parte de textos do autor, “de coisas que quero dizer”, e só depois ganha vida musical. “Essa Dor Não Existe (Tu sabes disso, não sabes?)”, o primeiro single, já toca nas rádios. A apresentação oficial é quarta-feira, no Hard Club, no Porto. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/84947-nuno-prata-o-professor-educacao-visual-que-se-deixou-levar-pelas-cantigas, em Jornal I, a 25 de Outubro de 2010

RT

Cinco Grandes Obras de Arquitectura da Cidade do Porto…

Casa da Musica na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

De forma a se começar uma semana em grande, por que não admirar a arquitectura da cidade do Porto

« Cinco edifícios que fazem do Porto um catálogo de arquitectura

Vale a pena passear pela cidade para admirar algumas das obras mais marcantes de Siza Vieira ou de Souto Moura – que, além de serem bonitas, têm óptimos restaurantes e espaços de lazer

Sempre se falou com grande respeito da escola de arquitectura do Porto, onde surgiram nomes como Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto de Moura, Fernando Távora ou Alcino Soutinho, responsáveis pela renovação da uma linguagem arquitectónica que galgou fronteiras e se afirmou em termos internacionais. No Porto e arredores há obras que merecem ser visitadas e que, além das paredes e do betão, oferecem outros serviços, como refeições ou simples bebidas quentes em dias frios. Aqui fica um pequeno roteiro.

Casa da Música

Idealizado pelo arquitecto holandês Rem Koolhaas, a Casa da Música depressa se tornou um verdadeiro ícone do Porto. Após todas as polémicas em torno da derrapagem orçamental da obra, a cidade adoptou o edifício e a vida cultural nortenha já não passa sem ela. Tem visitas guiadas até aos locais geralmente fora dos olhares de quem a frequenta, que deixam sempre os visitantes de boca aberta, e um restaurante, o Kool, onde se come bem e onde um pequeno terraço permite ter uma vista deslumbrante sobre a zona da Boavista.

Pç. Mouzinho de Albuquerque (Rt. da Boavista)

Casa de Chá da Boa Nova

É uma das obras mais emblemáticas de Álvaro Siza Vieira e está classificada como Monumento Nacional desde 2006. Pousada sobre as rochas e com amplas janelas envidraçadas, oferece, para lá do chá quente em dias de borrasca, refeições de qualidade. Como curiosidade refira-se que a construção surgiu de um concurso lançado pela Câmara de Matosinhos, em 1956, vencido pelo arquitecto Fernando Távora, que acabou por entregar o trabalho a um dos seus colaboradores, que começava a dar os primeiros passos na arquitectura, Siza Vieira.

Rua Boa Nova, Leça da Palmeira

Museu de Arte Contemporânea de Serralves

Envolvido pelo Parque de Serralves, é um edifício com a marca distintiva de Siza Vieira. De linhas muito rectas e imensa luz natural, foi implantado na zona da horta da antiga Quinta de Serralves, cujo declive permitiu como que semi-enterrar a estrutura. Já foi palco de exposições de nomes tão famosos como Francis Bacon e Andy Warhol. Tem um restaurante com capacidade para 80 pessoas, com um menu que custa 20 euros por pessoa. Os Amigos de Serralves têm 10% de desconto. Importante: ao domingo de manhã a entrada no museu é gratuita.

Largo D. João III (junto à Escola Francesa)

Sede da Vodafone

Da autoria dos arquitectos José António Barbosa e Pedro Guimarães, o edifício da Vodafone no Porto tornou-se um ponto de paragem obrigatória para os amantes de arquitectura. De linhas arrojadas, trata-se de um volume em betão branco uno, que alterna com áreas envidraçadas. Assume claramente uma ruptura com a envolvente, maioritariamente constituída por moradias antigas. Tem cinco pisos acima do solo, três no subsolo e 19 metros de altura.

Avenida da Boavista

Estação de S. Bento

Nem só de modernidade vive a arquitectura da cidade do Porto. E um dos nomes que marcaram de forma clara a paisagem portuense foi Marques da Silva. O Teatro Nacional S. João ou o Liceu Alexandre Herculano são obras que deixou para a posteridade. Mas a Estação de S. Bento merece uma visita demorada, não só pela sua imponência em plena Baixa do Porto, mas também pelos bonitos painéis de azulejos com que o interior está decorado. E pode sempre aproveitar para apanhar o comboio rumo ao Douro e observar a explosão de cores que o Outono trouxe.

Praça Almeida Garrett»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/84556-cinco-edificios-que-fazem-do-porto-um-catalogo-arquitectura, a 23 de Outubro de 2010, em Jornal i

Grandes Obras!

RT

Bolo de Bolacha…

Bolo de Bolacha Fonte: http://www.pt.petitchef.com

Hoje dei a edição do blog a uma pessoa convidada, e como é Domingo, traz a habitual receita, desta feita é um bolo de bolacha, com grau de preparação fácil.

« BOLO DE BOLACHA

6 PESSOAS

INGREDIENTES

– 250g de Bolacha Tipo Maria

– 2,5dl de café pronto

Creme de leite condensado

– 5dl de leite condensado

– 4c. (sopa) de açúcar

– 2c. (sopa) de farinha maisena

3 gemas e 1 pitada de sal fino

Decoração

– 100g miolo de amêndoa com pele moído

– 1 morango

Preparação

1. Para o creme, disponha num tacho antiaderente todos os ingredientes indicados. Leve ao lume, mexendo sempre com uma vara de arames até ferver, por dois minutos. Retire e deixe arrefecer.

2. Num prato de servir faça camadas alternadas de creme e bolachas passadas pelo café até esgotar as bolachas. Em seguida, barre o bolo com o restante creme e polvilhe com o miolo de amêndoa moído. Decore com o morango cortado ao meio e leve ao frio até servir.

40 minutos

581Kcal por dose

Dificuldade: Fácil »

Receita Retirada de “Cozinha Pratica de Sucesso” nº 95

AC

Sugestão Musical Para o Fim Semana em Lisboa…

Festival de Musica Alternativa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão para aproveitar o fim semana, a quem está em Lisboa, passo a transcrever a referida reportagem.

«A capital está a ser invadida por (muita) música alternativa

O Jameson Urban Routes é um festival que reúne algumas das bandas nacionais e internacionais mais estimulantes do momento

É verdade, ontem a entrada para o festival era gratuita mas não é razão para desanimar. O Jameson Urban Routes 2010 traz muito boa música que faz valer a pena cada tostão – são 12 € a entrada e um Jameson de oferta. Esta é já a quarta edição do festival que teima em trazer a Lisboa os sons mais alternativos do momento.

Hoje à noite, as luzes recaem sobre a vinda de Louie Austen a Portugal. O artista austríaco, de 64 anos, é um cantor de baladas que mescla o jazz e a electrónica harmoniosamente num ritmo só. Austen vai apresentar o seu mais recente trabalho: “Last Man Crooning/ Electrotaining You!”. A segunda noite do festival conta ainda a performance louca da dupla britânica “The Correspondents”. DJ e MC em palco para gerar um espectáculo de (con)fusão. O passado é trazido para o presente e o presente recambiado para o passado. Uma mistura de swing, hip hop, drum”n”bass e electrónica. A noite conta ainda com a marca portuguesa com a presença de Tó Trips. O vocalista dos Dead Combo tem o projecto a solo para apresentar: “Guitarra 66”.

Sábado traz novidades fresquinhas. O destaque vai a presença inédita do espanhol El Guincho e do americano Toro y Moi. Apesar do novo disco ser de “Pop Negro”, El Guincho traz música repleta de paisagens coloridas. A receita é simples: uma reinvenção dos 80s, um toque de afro, uma pitada de tropicalismo e uns pingos de pop-rock. Uma união alegre entre Vampire Weekend, Animal Collective e Manu Chao. Já “Toro y Moi” é o nome artístico de Chazwick Bundick, um músico na flor da idade. Este miúdo de 23 anos, catalogado pela crítica como um dos nomes maiores do chamado “chillwave, apresenta o seu álbum de estreia, “Causers of This”. “Noiserv” é o português que abre a noite. David Santos traz ritmos suaves e melódicos para começar o espectáculo como deve ser: com muita paz na alma.

O festival faz uma pequena pausa para seguir na sexta-feira dia 29. A noite rebenta com Marina Gasolina. A ex-vocalista dos Bonde de Rolê, Marina Vello iniciou um projecto a solo depois de se separar da banda. O disco já está a fermentar e tudo pode acontecer na presença da brasileira. Destaca-se ainda a presença dos dinamarqueses WhoMadeWho. Nascidos em 2003, já andaram em digressão com os Hot Chip e foram aplaudidos pelas fantásticas actuações ao vivo, comparáveis a Soulwax ou a LCD Soundsystem.

Para o dia de encerramento pode contar com ritmos suaves mas de dar um pezinho de dança. O italiano Nicola Conte traz uma fusão entre o bossa nova e o jazz num tom melancólico e sensual.

Rua Nova do Carvalho, nº 24, Cais do Sodré, Lisboa. Bilhetes 12€ (com oferta de um Jameson). http://www.musicboxlisboa.com »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/84555-a-capital-esta-ser-invadida-muita-musica-alternativa, a 22 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Som!

RT

O Hotel Mais Querido Pelos Artistas Vai Ser Vendido…

Hotel Mais Conhecido Pelos Artistas Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia sobre curiosidade sobre um hotel, passo a transcrever a referida peça jornalística.

« Chelsea, o hotel mais desejado pelos artistas vai ser vendido

A casa de todos os artistas e escritores, em Nova Iorque, está no mercado. Construído em 1883, foi imortalizado em canções e filmes

Que hotel no mundo se pode orgulhar de ter acolhido quase todos os artistas, músicos, pensadores, actores e escritores mais conhecidos da história? Que hotel tem mais músicas a si dedicadas do que uma musa inspiradora, curvilínea e de pestanas compridas?

A resposta é só uma: Hotel Chelsea. Chelsea Hotel, para os amigos. Arthur Miller viveu ali, com Marilyn Monroe. E Bob Dylan escreveu canções nos quartos de Chelsea, tal como Leonard Cohen. Construído em 1883, é um dos ícones de Nova Iorque e foi, até 1899, o edifício mais alto da cidade, com doze andares. O Hotel Chelsea nasceu como a primeira cooperativa privada de apartamentos da cidade, tendo-se transformado em hotel em 1905, mantendo, no entanto, a lógica dos apartamentos para arrendar. Hoje conta com 125 quartos e 101 unidades residenciais.

Desde 1946 que o hotel está nas mãos de três famílias que agora decidiram vender o edifício. “Está na altura de deixar que um novo proprietário com, talvez, algumas ideias e recursos inovadores, revitalize e dê uma nova energia ao Chelsea”, referiu em comunicado Paul Brounstein, um dos proprietários do hotel.

“Adoro este sítio, mais do que qualquer outra coisa, mas faz sentido. Olhamos em volta e o quê? Este é o único sítio do mundo que não muda? Isso não faz sentido. Claro que tem de mudar”, referiu David Linter, um dos moradores do Hotel Chelsea, ao canal NY1.

No comunicado, os proprietários acrescentam ainda que “irão sentir falta do espírito do edifício, bem como dos moradores”. “Mas sabemos que o Chelsea vai ser sempre uma referência e local de passagem obrigatória para as grandes mentes criativas do passado, presente e futuro”, referem.

Quanto ao futuro dos moradores, é uma questão ainda envolta em dúvida. A carta que receberam por parte dos proprietários não explica o que poderá acontecer.

Uma portuguesa em Chelsea

Rita Barros é fotógrafa, mudou-se para Nova Iorque em 1980 e desde 83 que vive no Hotel Chelsea. É autora do livro “Quinze Anos: Chelsea Hotel”, publicado em 1999.

Rita foi apanhada de surpresa pela carta dos proprietários: “As razões invocadas são pouco compreensíveis dado que o prédio que funciona como hotel e residências continua a ser rentável mesmo durante esta recessão. É um golpe difícil de digerir. O hotel, mais do que um prédio de interesse público, representa uma verdadeira comunidade de pessoas com interesses comuns e maneiras de viver semelhantes. O lobby, com as paredes cobertas de obras de residentes ou antigos residentes, acaba por ser a sala de estar onde negócios são feitos, filmes planeados e diferentes grupos se encontram para trocar ideias.”

Muitas das obras de arte expostas no hotel, foram doadas pelos artistas como forma de pagamento pelos quartos. O preço pelo qual o hotel será colocado no mercado não é ainda conhecido.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/84359-chelsea-o-hotel-mais-desejado-pelos-artistas-vai-ser-vendido, a 21 de Outubro de 2010, em Jornal I

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