Conheça 7 Truques Para Se Poupar na Reforma…

7 Truques Para Poupar na Reforma Fonte: jangadeiroonline.com.br

Hoje trago um assunto que tem sempre utilidade, neste caso, trata-se de fazer poupanças tendo em vista a reforma, passo a transcrever o referido artigo.

« Sete sugestões para poupar para a sua reforma

Além dos PPR, existem outros produtos financeiros que podem ser utilizados pelos investidores para garantirem uma velhice tranquila.

Durante todo o Verão a cigarra cantava feliz enquanto a sua vizinha formiga andava atarefada a transportar comida para o formigueiro. Quando o Inverno chegou, a cigarra não tinha nada para comer enquanto as formigas comiam do que abundantemente tinham arrecadado no Verão. Aí, a cigarra compreendeu que tinha procedido mal… Moral da história: cante menos, trabalhe mais e pense no futuro. A conhecida fábula de La Fontaine “A cigarra e a formiga” é um bom exemplo para ilustrar como devem as pessoas comportar-se no que respeita à preparação da reforma. As “estações mais quentes” devem ser escolhidas para arrecadar para melhor conseguir passar as “estações mais frias” da vida.

Até agora, a forma mais popularmente conhecida de poupar para a reforma têm sido os Planos Poupança Reforma (PPR). No entanto, as alterações impostas pelo Orçamento do Estado para 2011 no regime de deduções no IRS, nomeadamente com o estabelecimento de um tecto máximo de 100 euros nos benefícios fiscais totais, poderá levar a um menor interesse dos portugueses por este tipo de aplicações. Este ano é a última oportunidade para conseguir tirar partido do benefício fiscal máximo de 400 euros, permitido pelo investimento em PPR. Contudo, há no mercado variadíssimas ofertas de produtos de investimento vocacionados para a reforma. O Diário Económico foi à procura e dá-lhe a conhecer seis exemplos. Para além dos PPR, existem ainda certificados de reforma, fundos de ciclo de vida, seguros ‘unit-linked’, fundos de pensões abertos, certificados do Tesouro ou fundos de investimento (imobiliários, de obrigações ou mesmo de acções).

A questão da poupança para a reforma é cada vez mais importante porque é um hábito que ainda não está enraizado na mentalidade de muitas pessoas. Os estudos continuam a mostrar que, apesar dos portugueses estarem preocupados com a velhice, poucos são os que estão de facto a fazer algo para preparar uma reforma segura. Segundo o último barómetro da reforma realizado pela seguradora AXA, apenas um terço dos adultos começaram a planear a reforma. E, apesar de cada vez pensarem mais cedo na reforma, a maioria adia esse planeamento para a meia-idade ou mesmo para mais tarde. Mas qual é a melhor altura para começar? Como refere a direcção de investimentos do banco Best, deve-se “começar o quanto antes. Quanto mais cedo começar a constituir o seu plano de poupanças maior será o efeito de capitalização de rendimentos que conseguirá”. Uma questão que adquire maior importância tendo em conta as alterações no método de cálculo das pensões que vai levar a grandes cortes nos rendimentos de quem se reformar. Ainda esta semana, a gestora de fundos Optimize – especializada em produtos de poupança para a reforma – divulgou o estudo “Reforma & Pensões em Portugal”, onde conclui que no futuro o valor das pensões dos portugueses vai passar de 75% para 50% do último ordenado. Ou seja, um jovem que tenha hoje 25 anos e que se pretenda reformar aos 65 anos, vai ter apenas direito a cerca de metade do seu salário. Por isso, quanto mais cedo começar, mais conseguirá arrecadar para manter o nível de vida na velhice. Existem, aliás, alguns simuladores que permitem fazer esses cálculos. O site do banco Best, em http://www.bancobest.pt, é um exemplo. Também no site do BPI (www.bancobpi.pt) e no da gestora Optimize (www.optimize.pt) encontra ferramentas semelhantes.

Quando chega a altura de escolher os investimentos devem ser tidos em conta sobretudo três factores: para além da necessidade de diversificar os investimentos, o perfil de risco do investidor e o espaço de tempo a que dista a idade de reforma são os principais pontos a considerar. Aí, a regra deverá ser quanto maior o horizonte temporal de investimento e menores as necessidades previsíveis de liquidez no curto/médio prazo, maior o risco a incorrer. Segundo o Activobank, “o investidor não deve esquecer que os investimentos em activos com maior risco (como as acções) têm um potencial de valorização superior a longo prazo do que os investimentos realizados em activos sem risco”. Uma opinião partilhada pela direcção de investimentos do Best. “Fará sentido em horizontes de investimento muito longos ter inicialmente uma forte componente accionista na carteira de investimento. No entanto, deverá ter em atenção que há medida que se aproximar da idade de reforma é aconselhável reduzir progressivamente o nível de risco”. Como referiu Diogo Teixeira, administrador da Optimize, em anteriores colaborações para o Diário Económico, a exposição a acções de um investidor de 30 anos deve variar entre 30% e 50% do investimento total. À medida que a idade de reforma se aproxima essa exposição deverá ser de, entre 20% e 40% no caso de um indivíduo com 50 anos, e de 10% e 20% para quem já tem 60 anos. Este tipo de questões deve preocupar sobretudo quem gere autonomamente a sua carteira de poupança através da escolha de acções ou fundos de investimento. Mas, existem alguns “pacotes” de produtos que servem esse tipo de objectivos. É o caso dos fundos de ciclo de vida ou dos fundos PPR e fundos de pensões abertos. O Diário Económico dá-lhe a conhecer as características destes e de outros produtos que se podem adaptar ao seu objectivo de reforma.


Sete produtos para poupar para a reforma

Planos Poupança Reforma
Sobre a forma de seguro ou fundo de investimento, parte da sua atractividade resulta dos benefícios fiscais associados. Os PPR sob a forma de fundo podem ter diversos níveis de risco (no máximo a exposição a acções é de 55% da carteira). Já sob a forma de seguro, salvo algumas excepções, como a maioria tem capital garantido o seu perfil de risco é normalmente conservador. Os PPR sob a forma de seguro renderam, em média, 2,5% em 2009. Já os fundos PPR ganharam, em média, 2,3% nos últimos 12 meses, segundo dados da APFIPP.

Certificados de Reforma
Também conhecidos como PPR do Estado, os Certificados de Reforma foram lançados em Março de 2008 com o objectivo de ser mais uma alternativa para complemento de reforma dos portugueses. Partilham os mesmos benefícios fiscais dos PPR privados e permitem aos subscritores descontar mensalmente 2%, 4% ou 6% do ordenado (consoante a idade) para uma espécie de fundo que é gerido pelo Estado. Nos últimos 12 meses, o retorno dos Certificados de Reforma foi de 1,17%.

Fundos de ciclo de vida (‘target funds’)
Também conhecidos como fundos de ciclo de vida, investem com base numa data de resgate pré-definida, sendo que a política de investimento acompanha o ciclo de vida do fundo. A alocação de activos é mais agressiva no início e, à medida que se aproxima a data de maturidade, torna-se mais conservadora de forma a preservar o capital e rendimentos dos primeiros tempos. No caso dos fundos de ciclo de vida com objectivo para além de 2015, a rentabilidade média dos últimos 12 meses é de 13,3%.

Seguros ‘Unit-Linked’
São produtos de poupança de médio/longo prazo, sob a forma de seguros de vida, cujos prémios são aplicados em fundos de investimento. Estes produtos têm garantia de capital mas usufruem de vantagens fiscais. Beneficiam de uma redução da taxa de retenção de imposto sobre os rendimentos obtidos nos investimentos a mais de cinco e oito anos. Se estiver investido entre cinco e oito anos beneficia de uma taxa de IRS de 17,2% e a mais de oito anos a taxa de IRS é de 8,6%.

Fundos de Pensões abertos
Estes fundos são geridos por sociedades gestoras e destinam-se a financiar planos de pensões a vários associados, entre os quais não tem que existir qualquer vínculo comum, estando as novas adesões dependentes apenas da aceitação por parte da entidade gestora. À semelhança dos fundos PPR, os fundos de pensões abertos também têm diferentes níveis de exposição a acções. Segundo os dados da APFIPP, estes produtos geraram uma rentabilidade média de 0,5% nos últimos 12 meses.

Certificados do Tesouro
Trata-se do mais recente produto de dívida pública do Estado, lançado em Julho. É vocacionado para o médio /longo prazo, com um horizonte máximo de investimento de 10 anos. O capital é garantido e permite o resgate antecipado, total ou parcial, após os primeiros seis meses da data de subscrição. Contudo, quanto mais alargado for o horizonte de investimento mais rentável se torna. Para subscrições feitas em Novembro, a TANB ao fim de 10 anos é de 5,65%. Por um período de cinco anos a taxa é de 4,30%, enquanto entre o primeiro até ao quinto ano a remuneração bruta é de 1,5%.

Fundos de investimento
Os fundos imobiliários são uma alternativa para perfis de risco moderados, oferecendo um rendimento acima dos juros de curto prazo (Euribor). Os fundos de obrigações são outra opção para investir a médio/longo prazo, apesar do risco de perdas, caso as taxas de juro de longo prazo subam. Para os menos avessos ao risco ou mais novos, os fundos de acções são também uma opção de médio/longo prazo. Os fundos têm a vantagem de terem carteiras com alguma diversificação e ser possível investir com pequenos montantes. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sete-sugestoes-para-poupar-para-a-sua-reforma_105354.html, a 29 de Novembro de 2010, em Jornal Económico

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Conheça a Feira de Arte de Lisboa…

Feira de Arte de Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago algo culturalmente rico, para se começar bem a semana, trata-se da feira de Arte de Lisboa.

« Arte Lisboa. A feira onde a crise fica à porta

Chegam a vender-se esculturas de 850 mil euros. O i assistiu à montagem da feira de arte contemporânea que é hoje inaugurada

A escultura de uma africana de chinelos e manga à cava a segurar numa moldura é o centro das atenções da Arte Lisboa. Embora esteja num canto recatado da feira de arte contemporânea, dificilmente passaria despercebida: tem mais de dois metros e a sua expressão é de tal forma real que quase pensamos estar diante de uma gigante.

“Parece a minha mulher”, comenta um homem que acaba de pousar uma caixa onde se lê “Frágil!” em todos os lados. “Tem cuidado, não entres aí no stand”, avisa um colega, antes de voltar para a chuva para descarregar mais mercadorias frágeis de um camião. A galeria Two Heads Chicken ainda está a preparar o seu expositor para a inauguração da Arte Lisboa (hoje, às 18h00, com a presença da ministra da Cultura Gabriela Canavilhas) e os quadros amontoam-se por toda a parte. “Aquela escultura tem duas vezes o tamanho de um homem e é do artista canadiano Jamie Salmon”, explica a espanhola Eva Hernández, directora da galeria. “Vale 850 mil euros… Ele costuma demorar um ano inteiro a fazer estas peças e os cabelos são postos um por um.”

Encostada à parede está uma fotografia do artista chinês Zhang Peng, conhecido por retratar crianças orientais em cenários imaginativos. “Também temos uma inédita de Robert Whitaker, fotógrafo dos Beatles”, acrescenta Eva.

A galeria que abriu em 1986 em Múrcia, Espanha, e se mudou este ano para Évora é uma das 41 que vão estar representadas na 10.ª edição da Arte Lisboa. “Este ano, 14 delas são espanholas”, adianta Miguel Comporta, director da área de feiras da FIL. Por causa da cimeira da NATO, a feira de arte que habitualmente se realizava num pavilhão na FIL, no Parque das Nações, mudou-se para o Centro de Congressos de Lisboa. “O espaço é mais pequeno, mas tem uma arquitectura fantástica do Keil do Amaral.”

Eva Hernandéz, da Two Heads Chicken, gosta que a feira “não seja muito grande”. “Assim as pessoas não se dispersam e podem ver tudo. Temos um contacto maior com os coleccionistas e reparam sempre em ti.”

Para Fátima Mota, directora da galeria Fonseca Macedo, de Ponta Delgada, é “mais do que vital estar presente na feira”. “Como a galeria fica numa pequena cidade rodeada de água tenho sempre de me deslocar aos grandes centros à procura de mercado.” Fátima está habituada a mostrar o trabalho de artistas dos Açores (na Arte Lisboa deste ano a galeria também terá telas do angolano Lino Damião) em feiras internacionais. “Em Espanha acho que já fui a todas e no próximo ano também vamos estar na ARCO”, diz. “Mas em comparação com o estrangeiro, aqui falta-nos público e principalmente um especialista da feira que traga mais curadores.”

A espanhola Pilar Beltrán, directora da galeria Cànem, também se queixa do mesmo: “Devia haver mais público e os portugueses deviam comprar mais aos estrangeiros.”

O director Miguel Comporta quer que a crise não afecte a feira e espera dois tipos de visitantes: “Os curadores e os curiosos da arte contemporânea.” Eva Hernández está confiante nas vendas da sua galeria: “O mercado português é bom.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/90204-arte-lisboa-feira-onde-crise-fica–porta, a 24 de Novembro de 2010, em Jornal I

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A Receita Deste Domingo é: Massa com Espinafres e Bacon

Masa de Massa com Espinafres e Bacon Fonte: http://www.moliveiracookbook.blogspot.com

Massa com Espinafres e Bacon

Ingredientes

  • 400 gr de Espinafres (pode utilizar congelados, em folhas ou picados)
  • 200 gr de Bacon
  • 5 Dentes de Alho picados
  • Azeite q.b
  • Sal e pimenta a gosto
  • Queijo ralado
  • 1 Cubo de Caldo de vegetais ou galinha
  • Massa de seu gosto (espirais, esparguete, macarrão)
  • 2 a 3 Pacotes de Natas

 

Preparação

Descongele os espinafres, ou se utilizar frescos coza-os previamente.
Coza a massa em água, sal e meio cubo de caldo de vegetais e reserve.

Numa frigideira coloque os alhos bem picado  e azeite e deixe alourar um pouco, adicione o bacon em cubos. Deixe alourar em lume brando. Adicione os espinafres e envolva bem, adicione a outra metade do caldo de vegetais e tempere com sal e pimenta a gosto. Deixe cozinhar durante alguns minutos e adicione as natas. Envolva bem. Adicione a massa e envolva bem.

Sirva polvilhado com queijo ralado, ou leve ao forno a gratinar.

Sirva como acompanhante ou mesmo como prato principal.

Sugestão: Torne esta receita um pouco mais light substituindo as natas por natas light.

 

Fonte: http://www.aprenderefazer.com/?p=1333

AC

Antevisão da Actuação de Sergio Godinho Hoje Na CulturGest…

Sérgio Godinho Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão para este dia, desta feita é no auditório da Culturgest, e o artista é Sergio Godinho, passo a transcrever o referido artigo.

« Sérgio Godinho canta rascunhos em palco

A Culturgest revela, a partir de hoje, uma antevisão do novo disco do músico e compositor

Aqui a lição é dada pelo mestre. Sérgio Godinho tem o génio de transformar palavras em canções e sobe amanhã ao palco da Culturgest, em Lisboa, para explicar como se faz. O cantautor apresenta “Final de Rascunho“, uma série de concertos onde vai desvendar parte do seu universo criativo. As múltiplas facetas, como a poesia e a spoken word, estarão em evidência, num espectáculo que se quer intimista. E em boa companhia: a acompanhar a banda estará Bernardo Sassetti e o violoncelista António Serginho.

O espectáculo surgiu de forma natural. Há muito que as datas dos concertos na Culturgest (sexta, sábado e domingo) estavam marcadas. “Mas ainda sem um programa definido”, conta Sérgio Godinho ao i, a partir do estúdio onde está a preparar o concerto. Inicialmente previsto para o ano de 2010, o seu novo disco acabou por não sair. Mas foi dos seus preparativos que nasceu a ideia de levar para o palco “um espectáculo encenado e espontâneo, construído e imprevisível”. Uma decisão inédita, quase uma introdução ao novo registo.

“Enquanto as canções foram surgindo, achei que seria interessante partilhá-las sem rede, com o público. No fundo é isso que este espectáculo representa: resulta de um work in progress e pretende ao mesmo tempo mostrar como se foram desenvolvendo as canções”. Mas sempre “de modo muito informal”, sem revelar grandes detalhes.

O autor é muito ciente desse trabalho solitário, dos primeiros esboços feitos em casa ou num “lugar qualquer”, cuja natureza raramente se revela. “A primeira partilha é com nós mesmos e com interlocutores imaginários. Quando se compõe, projecta-se sempre para os outros. Pode ser muito romântico dizer que não, mas não faz sentido nenhum. Mesmo os que dizem furiosamente que escrevem para si, fazem-no sempre para alguém.”

Além de deambular por um conjunto de novas canções, “Final de Rascunho” inclui um alinhamento “mais vasto”. “Vamos também tocar coisas mais antigas, todas elas cruzam esta mesma linguagem.” Em palco, Sérgio Godinho promete ainda evidenciar uma das facetas mais apreciadas: a escrita. Serão lidos poemas do seu livro de poesia, “Sangue por Um Fio”, em jeito de spoken word, acompanhados pela banda e pelos músicos convidados, que têm papel activo não só no concerto mas também no disco.

“Sempre pensei que este próximo disco teria outras pessoas para além da nossa banda. Foi por isso que convidei o Bernardo Sassetti e o António Serginho. Entram na dupla condição de instrumentistas em palco, mas também para conceber arranjos.” Sérgio Godinho confessa que há muito tempo queria trabalhar com Sassetti e o resultado desse desejo ganha agora forma num tema inédito. Chama-se “Dias Consecutivos” e é uma “espécie de valsa macabra.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/90482-sergio-godinho-canta-rascunhos-em-palco, a 25 de Novembro de 2010, em Jornal I

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Solução Para a Resolução de Conflitos Organizacionais…

Como Resolver Conflitos Organizacionais.... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um tema sempre muito útil, e que se deve ter sempre presente, nas nossas actividades a nível empresarial, que são a resolução dos conflitos laborais.

« Conflitos no local de trabalho. Como gerir o que não consegue evitar

Lidar com pessoas é uma das mais difíceis técnicas a incluir no currículo. Porém, “não há crescimento sem conflito”, diz Amândio da Fonseca. “Este tem é de ser bem gerido”

É uma questão de profundidade. Em qualquer mesa de trabalho há conflitos, embora nem sempre sejam visíveis. Contam- -se grau a grau: aos conflitos interiores juntam-se aos conflitos pessoais, fora e dentro do trabalho, e acima desses os profissionais, de interesse ou de valor. Aos gestores e líderes de equipa cabe aliviar tensões mais ou menos saudáveis.

Foi o limiar destas tensões que levou um antigo chefe de Jorge Tomé, 27 anos, a distribuir um livro entre a sua equipa de trabalho, num centro de psicoterapia. “Era um ambiente de trabalho um pouco pesado. Lidávamos com pessoas carentes e deprimidas, o que acabava por afectar o relacionamento entre nós. Acho que ele percebeu isso e deu a cada um de nós ”O Que Podemos Aprender com os Gansos”, um livro sobre como melhorar a comunicação no ambiente de trabalho.” Resultou? “Não propriamente”, admite Jorge. “Continuou a haver muita fofoquice e descontentamento.”

Nuno Nogueira, gestor financeiro do grupo Amorim na Benelux, dá outro tipo de soluções no seu Portal Gestão. Melhor do que resolver é, desde o início, evitar cenários propícios a conflitos, defende. Alguns exemplos que costumam potenciar conflitos são a “falta de clareza na definição das funções” ou a “organização inadequada” entre tarefas e competências de cada trabalhador. “As pessoas tendem a evitar tarefas essenciais ou então várias pessoas vão tentar fazer a mesma coisa”, avisa.

Outro problema está na distância entre o gestor e o “trabalho no terreno”, explica Nuno Nogueira. “Se se escondem nos seus gabinetes, os conflitos podem tornar-se incontroláveis.” No topo dos comportamentos potenciadores de conflito está, mais uma vez, a falta de comunicação, lembra o mesmo responsável.

Amândio da Fonseca, fundador e director-geral da Egor, defende que o gestor deve assumir a função de mediador quando os conflitos pessoais começam a afectar visivelmente o funcionamento da empresa. “Nestes casos, tem toda a legitimidade para actuar, deve recolher o máximo de informação das partes e tomar uma decisão.” Ainda assim, lembra as propriedades construtivas da noção de conflito. “O conflito é mau se for ignorado, mas se for bem gerido é um factor de crescimento, tanto para a pessoa como para a empresa. Não há crescimento sem conflito.” O segredo é encontrar um ponto de equilíbrio “Um ambiente de trabalho de constante combate pode ser seriamente desmotivador para a maioria das pessoas”, diz o gestor do grupo Amorim.

Diferenças Os conflitos no local de trabalho seguem padrões, mas são culturalmente diferentes. “Na Holanda, onde trabalho agora, as pessoas tendem a ter uma atitude defensiva, e a fonte de conflito são questões práticas”, conta Nuno Nogueira. “Têm muita atenção a discrepâncias no nível salarial ou nas faltas e aproveitam essas oportunidades para reivindicar.” Fora estes factores, o choque de personalidades é um problema quase eterno. “As pessoas diferem quanto ao que conseguem tolerar no comportamento dos outros. Se os gestores criam equipas constituídas por membros que não sabem conviver entre si, os conflitos são inevitáveis. A construção da equipa e o desenvolvimento do trabalho em equipa são as principais tarefas dos gestores”, conclui.

Leia mais em http://portal-gestao.com/ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/90545-conflitos-no-local-trabalho-como-gerir-o-que-nao-consegue-evitar, a 25 de Novembro de 2010, em Jornal I

Grande Ideia!

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Quer Um Vestido Igual ao de Kate Middleton…Veja Aqui Onde o Pode Encontrar…

Saiba Onde Encontrar um Vestido Igual ao de Kate Middleton Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que pode ser interessante para muitas mulheres, especialmente as que querem estar à altura de uma princesa.

« Consiga o “look princesa” de Kate Middleton por 20 euros

Uma semana depois de o príncipe William ter anunciado o noivado com Kate Middleton, eis que nasce novo ícone de moda. A noiva do sucessor ao trono britânico, apareceu no anúncio oficial com um vestido azul conjugado com um anel de safiras e diamantes, escolhido pela princesa Diana em 1981. Até aqui, nada de novo, não fosse o fenómeno comercial que se seguiu à apresentação.
O vestido de Kate, assinado pela marca brasileira Issa London foi, nos dias seguintes, o mais procurado nas lojas britânicas. O modelo original, à venda por 400 euros, esgotou em poucas horas e sem possibilidade de reposição de stock, pelo que muitas clientes foram para casa de saco vazio. Ora, as marcas fashion low-cost apressaram-se a responder à procura com um remake do vestido que não ultrapassa os 20 euros.
E a lista de imitações é infinita: o site Ingenue foi o primeiro a açambarcar o mercado com um modelo azul safira por 100 euros. A ideia foi boa, mas não conseguiu fazer frente à marca F&F, que baixou o preço do mesmo vestido para 20 euros, acabando por esgotar os modelos disponíveis na loja londrina.
Actualmente as réplicas do vestido “Kate Middleton” estão esgotadas, mas as marcas já fizeram saber que estão “em fase de produção e a aceitar encomendas em toda a Europa”. Até há alguns blogs que prometem o “look princesa de Kate” por 100 euros. Com sapatos e réplica do anel incluídos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/90051-consiga-o-look-princesa-kate-middleton-20-euros, a 22 de Novembro de 2010, em Jornal I

Aproveitem a Dica

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O Pão Pode Ser Um Objecto Gourmet… Conheça Uma Padaria Que Sabe Fazer Bom Pão na Cidade de Lisboa…

Segredos de Uma Padaria Portuguesa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que achei bastante interessante, sobre uma padaria na cidade de Lisboa, passo a transcrever o referido artigo.

« A Padaria Portuguesa: O pão também pode ser chique

Abriu este mês e já conquistou clientes habituais. Tem mais de 30 variedades de pão e vários bolos caseiros

Imagine uma padaria com mais de 30 tipos de pão. Agora, imagine que nessa padaria há pão quente a sair várias vezes ao dia. Junte-lhe bolos diversos, um toldo às riscas com um toque parisiense – porque a decoração também importa – e uma bicicleta pasteleira, cheia de espigas de trigo, mesmo à entrada. Quem passa fica com os olhos presos na montra, cheia de pão de todos os tamanhos e feitios. Também há pão com chouriço de porco preto, a um euro, pão de azeitonas e de tomate seco. Há sandes de torresmos em pão de vianinha e de carne assada com cogumelos e mostarda de coentros, em baguete. E de salmão. E de mozzarella e tomate. Vamos parar antes que não consiga controlar a água na boca e explicar do que falamos.

Chama-se A Padaria Portuguesa e abriu dia 5 de Novembro, na Avenida João XXI, em Lisboa. “Abrimos só às 11h45, pensando que íamos ter um dia calmo, com tempo para organizar tudo, mas não. Antes de abrirmos a porta já tínhamos uma fila de 20 e tal pessoas à espera para entrar”, conta Nuno Carvalho, um dos sócios da padaria e mentor do projecto.

Nuno tem 32 anos. Depois de vários anos a trabalhar na Jerónimo Martins na área da gestão, onde se licenciou, decidiu criar o seu próprio negócio. A inspiração, diz, veio do próprio Alexandre Soares dos Santos, presidente do império Jerónimo Martins, com quem calhou almoçar. “Ele falou-me da fundação que quis criar e da importância de fazer alguma coisa da vida sem ser só trabalhar. Andei dez dias a pensar naquilo. Até voltei a fazer voluntariado, a distribuir alimentos aos sem abrigo, mas não era aquilo que me preenchia.” E pronto. Usou a experiência de gestão na área alimentar e criou A Padaria Portuguesa. O fabrico é próprio e cumpre as regras do artesanal.

Por enquanto é só uma, mas a ideia é criar uma verdadeira cadeia de padarias. “Há cadeias de roupa, de supermercados, porque não de pão?”, diz Nuno.

Apesar da futura massificação, os três mandamentos do negócio não serão afectados: “Produtos com relação qualidade preço acima da média; ambiente da loja, com decoração acolhedora e preocupação na utilização de produtos portugueses; papel activo na vida do bairro”, garante Nuno. “Queremos que o cliente entre na Padaria e o empregado já saiba o que ele vai comer.”

A Padaria Portuguesa abre às 8h00 e fecha às 20h00. Tem menus de pequeno-almoço a 2,50€ com direito a um sumo natural, uma sanduíche em pão de leite, croissant ou pão normal e um café. Ao almoço pode comer por 4,90€ e ao lanche, fica satisfeito por 2,50€.

Se quiser fazer um brilharete num almoço ou lanche em casa dos pais/tios/avós/amigos há bolos (inteiros) caseiros de chocolate, laranja, mármore e noz, a três euros. É só tirar o papel vegetal com o símbolo da padaria e jurar a pés juntos que foi feito por si.

Não se esqueça de tirar a senha assim que entra, que é para não haver confusões de quem chegou primeiro ao balcão.

E se é amante de esplanadas, façam 27 ou 7 graus, A Padaria Portuguesa já providenciou uns aquecedores de rua e umas mantas, para que possa comer brioches (ou pasteis de nata, ou bolas de Berlim) ao ar livre. Se adorar fritos de natal mas detestar o cheiro que implica fazê-los, a padaria também trata disso. E do bolo rei. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/89465-a-padaria-portuguesa-o-pao-tambem-pode-ser-chique, a 20 de Novembro de 2010, em Jornal I

Grade Ideia!

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Como Poupar no IRS: 10 Despesas Passíveis de Dedução….

10 Despesas Passíveis de Dedução no seu IRS Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago algo em que lá para Março vai colher frutos, e versa sobre como emagrecer o IRS, mais concretamente, o que lá deve colocar para poder ter mais retorno.

« 10 formas de ‘emagrecer’ a factura do IRS

Aproxima-se o prazo limite para recolher todas as facturas que poderá apresentar ao fisco para diminuir a sua factura com o IRS.

Aproveite porque este será o último ano em que poderá ter acesso a benefícios fiscais sem limites. Saiba quais as despesas que poderá deduzir.

1 – Saúde
Este tipo de despesas é uma das componentes mais importantes para a maioria das famílias. Este ano, os agregados poderão deduzir até 30% das facturas de saúde sem qualquer limite, desde que se tratem de despesas isentas de IVA ou com IVA de 5% (em vigor até ao final de Junho de 2010) e de 6% (taxa em vigor a partir de Julho de 2010). Já os medicamentos com IVA superior (20% até final de Junho e 21% a partir de Julho) também são dedutíveis desde que o contribuinte apresente receita médica e até ao limite de 65 euros.

2 – Educação
As despesas de educação estão também entre as mais importantes para as famílias portuguesas. Este ano, será possível deduzir até 30% das despesas relativas a educação até um limite de 760 euros. Para ter acesso à dedução máxima terá de apresentar despesas no valor de 2.533 euros. São aceites, entre outras, facturas relativas à compra de material escolar, mensalidades de jardins de infância ou escolas do ensino básico, secundário ou superior. No caso das famílias com mais de três dependentes, o limite é acrescido de 142,5 euros por cada dependente.

3 – Seguros de vida
Este é o último ano em que os portugueses poderão deduzir 25% dos prémios entregues nos seguros de saúde, até um limite de 65 euros (se for solteiro) ou 130 euros (no caso de um casal). A partir do próximo ano estas deduções serão eliminadas. Também a partir do próximo ano serão também eliminadas as deduções relativas a prémios de acidentes pessoais.

4 – Habitação
Este ano os contribuintes poderão deduzir até 30% das despesas relativas ao pagamento de juros e amortizações de empréstimos à habitação até um valor máximo de 591 euros. Para ter acesso a esta dedução máxima, as famílias terão de apresentar despesas no valor de 1.970 euros. Nos casos em que o rendimento colectável do agregado se situe até ao 2º escalão (até 7.250 euros), ou no 3º (mais de 7.250 euros até 17.979) e 4º (mais de 17.979 até 41.349 euros) escalões de IRS existe uma majoração no limite de dedução. Até ao 2º escalão o montante máximo dedutível é de 886,5 euros. No 3º e 4º escalões o limite passa para 709,2 euros e 650,1 euros.

5 – Rendas
Quem não tem casa própria e vive numa casa arrendada também poderá deduzir 30% das rendas pagas ao longo do ano, com o objectivo de baixar a factura de IRS. No total, o fisco aceita deduções até a um valor máximo de 591 euros. Para atingir esse montante terá de apresentar despesas no valor 1.970 euros.

6 – PPR
Os planos de poupança reforma (PPR) são das aplicações financeiras que mais benefícios fiscais têm dado às famílias. No entanto, esta situação vai alterar-se. Este ano os contribuintes poderão deduzir 20% das entregas feitas nos PPR até a um limite que varia entre os 300 e os 400 euros , consoante a idade do investidor. Ou seja, para ter acesso ao benefício máximo, os investidores terão de fazer entregas no PPR no valor de 2.000 euros. No próximo ano, e devido à imposição de limites nos benefícios fiscais, os portugueses poderão beneficiar de uma dedução de apenas 100 euros, no máximo.

7 – Seguros de saúde
Este ano, os contribuintes poderão deduzir até 30% dos prémios pagos em seguros de saúde até a um limite de 85 euros (solteiro) ou 170 euros (se tratar-se de um casal). A este valor deverá acrescentar ainda 43 euros por cada elemento dependente. No próximo ano, este tipo de despesas será considerado benefício fiscal.

8 – Energias Renováveis
Este ano poderá deduzir no IRS 30% das despesas feitas com a compra de equipamentos que funcionam com energias renováveis (como é o caso dos painéis solares até ao limite de 803 euros). Para ter acesso a esta dedução terá de apresentar despesas no valor de 2.677 euros. No próximo ano, estas despesas passam a ser consideradas como benefício fiscal. E como tal, o contribuinte poderá deduzir até a um valor máximo de 100 euros.

9 – Encargos com lares
Este ano, os contribuintes poderão deduzir no IRS também 25% das despesas feitas com lares e instituições de apoio à terceira idade até ao limite de 403,75 euros. Para conseguir obter esta dedução máxima terá de apresentar facturas no valor de 1.615 euros. São também aceites despesas com lares e residências autónomas para pessoas com deficiência, seus descendentes, ascendentes e colaterais até ao terceiro grau desde que os rendimentos não superem o ordenado mínimo nacional.

10 – Pensões de alimentos
As despesas que possam estar a cargo do contribuinte relativas ao pagamento de pensões de alimentos podem também ser dedutíveis no IRS. O fisco aceita 20% das despesas feitas com este objectivo, sem impor um limite máximo. No entanto a partir do próximo ano, o caso muda de figura. Segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2011 a partir do próximo ano, as pensões de alimentos pagas pelos contribuintes continuam a ser deduzidas apenas em 20% do valor pago, mas passam a ter um limite mensal equivalente a 2,5 vezes o salário mínimo. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/10-formas-de-emagrecer-a-factura-do-irs_104729.html, a 22 de Novembro de 2010, em Diário Económico

Boas Deduções

RT

Vantagens e Desvantagens da Taxa Fixa ou Indexada do Crédito Habitação…

Taxa Fixa ou Taxa Indexada? Fonte: http://economico.sapo.pt

A notícia que hoje trago, versa sobre as vantagens de fixar ou não a taxa de juro do empréstimo habitação, passo a transcrever o referido artigo.

« Prós e contras de fixar a taxa de juro no crédito à habitação

Optar pela taxa fixa ou variável é uma decisão de risco que tem de ser definida com base em alguns pressupostos.

1. Certeza do valor da prestação Esta é a principal vantagem de optar por um crédito à habitação de taxa fixa. Durante o período do contrato em que os encargos com o crédito à habitação está associado a uma taxa fixa, as famílias sabem sempre com que prestação contar no final do mês. Por oposição, os créditos de taxa variável estão sempre dependentes da evolução das taxas Euribor a que estão indexados.

2. ‘Spreads’ semelhantes Por norma, o ‘spread’ praticado pelos bancos na taxa fixa não difere do oferecido na taxa variável. Ou seja, o cliente tendencialmente não verá o seu ‘spread’ agravado pelo facto de ter a segurança da taxa de juro fixada num determinado patamar. Esta situação é facilmente comprovada através da análise das simulações efectuadas através dos sites dos bancos.

3. Uma aposta no escuro Ao fixar a taxa de juro do crédito à habitação, a balança tanto pode desequilibrar-se no sentido das perdas como dos ganhos. Uma das razões que leva as pessoas optarem por créditos de taxa fixa é esperarem uma subida das taxas Euribor no futuro. Se isso se confirmar, o cliente fica a ganhar. Caso contrário, se houver uma descida das Euribor, o cliente acaba por pagar mais. Já no caso do crédito de taxa variável, paga apenas aquilo que é devido.

4. Timing do contrato A taxa fixa tem a particularidade de ser determinada um dia antes da data da escritura. Isto cria incerteza na contratação devido ao desfasamento entre a aprovação do crédito e a concretização da escritura. Imagine que aprovou o crédito no dia 2 de Junho de 2008, quando a taxa ‘swap’ a 10 anos cotava a 4,78%. Se assinou a escritura no dia 3 de Julho, a taxa já foi de 5,1%, e é aquela que passou a vigorar no contrato. Mas, o raciocínio também pode ser contrário, e a taxa ‘swap’ estar mais baixa na data da escritura.

5. Comissões mais caras No caso de um crédito à habitação de taxa variável, a penalização por amortizações antecipadas não pode exceder 0,5% do capital amortizado. Já se tiver um crédito de taxa fixa, a penalização máxima é de 2%. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/pros-e-contras-de-fixar-a-taxa-de-juro-no-credito-a-habitacao_102299.html, a 18 de Novembro de 2010, em Diário Económico

RT

A Receita de Hoje… Tarte de Limão…

Hoje trago uma receita de uma tarte de limão deliciosa.

« Bolacha Maria: 1 pacote
Margarina: 120 g
Natas: 1 pacote
Leite condensado: 1 lata
Limão: 2

Para a massa:
Trituram-se as bolachas e junta-se a margarina derretida até obter uma massa consistente. Forra-se a tarteira com a massa e vai ao forno cerca de 1 minuto.

Para o recheio:
Junta-se o leite condensado com as natas e o sumo (e raspa) dos limões. Mexe-se tudo muito bem e deita-se por cima da massa de bolacha que cobre a tarteira.
Leva-se ao forno até cozer.

Serve-se frio.

Sugestões
Pode-se enfeitar com raspas de limão, com uma rodela de limão ou simplesmente com bolacha ralada.

 

5 Pessoas

50 Minutos

Fácil »

 

 

Fonte: http://pt.petitchef.com/receitas/tarte-de-limao-rapida-fid-1089729
AC