Noites do Cais do Sodré….

Noites do Cais do Sodré Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para se começar bem a semana, trago uma notícia sobre uma noite que foi durante muito tempo conotada como sendo mal fadada, no entanto, hoje é bem abençoada, passo a transcrever a referida reportagem.

« Cais do Sodré: da má fama a uma das noites mais concorridas

Marinheiros, intelectuais, mas também prostitutas e criminosos lançaram a história dos bares do Cais do Sodré, como o Jamaica, que comemora 40 anos. Hoje, a diversidade e o revivalismo fazem da zona um dos pontos obrigatórios da noite lisboeta.

Apesar de ser a “criança” do Cais do Sodré, o Musicbox quis conhecer as suas origens: durante um ano e meio, os promotores fizeram o reconhecimento da zona, falando com autarcas, párocos, donos de bares, frequentadores e moradores.

Há mais de 50 anos, devido ao movimento no Porto de Lisboa, o Cais recebia milhares de marinheiros de todo o mundo, lembra um dos promotores, Alexandre Cortez.

A sua chegada levou à abertura de lojas especializadas na navegação e inspirou os nomes e a decoração dos espaços de diversão noturna.

Os velhinhos Tokyo, Jamaica, Olso ou Viking recebiam marinheiros, artistas e intelectuais, mas também espiões, prostitutas e criminosos.

Em maio de 1968, o assassino do ativista norte-americano Martin Luther King passeava-se pela Rua Nova do Carvalho. Uma noite, entrou no antigo Clube Texas, hoje Musicbox, e conheceu uma prostituta, por quem se apaixonou.

Após dez dias em Lisboa, acabou por ser detido em Londres por um espião que o seguiu pelo Cais. Na prisão, continuava a escrever cartas à portuguesa.

“Era tudo casas de alterne, houve uma altura em que isto era mal frequentado. Agora de um lado da rua temos as discotecas e do outro são mais bares”, diz Ricardo Gouveia, gerente do Tokyo (antigo Tamisa).

A reviravolta começou após o 25 de Abril, quando a “maior liberdade de música e de expressão” começou a atrair um público que queria sobretudo dançar ao som do que antes não podia ouvir livremente.

Hoje, para Ricardo, o sucesso deve-se à “grande mistura”, visível à primeira vista: na música, nas idades (que podem ir “dos 18 aos 80”), nos estilos musicais e nos clientes, que vão desde universitários a jornalistas, atores e músicos.

Fernando Pereira, hoje filho de um dos fundadores do Jamaica e à frente do espaço diz que a primeira viragem no ambiente, na segunda metade da década de 1970, deu-se pela mão – ou pelo som – do Jamaica, do Tokyo e do Shangri-La (hoje transformado no Bar do Cais), então frequentados por quem “não procurava prostituição”.

Mais tarde, com o Europa e, já no novo milénio, com o Musicbox, dá-se a “viragem definitiva” e atinge-se uma afluência “que já não se via há muito”.

Entretanto, os bares continuam a passar as músicas ouvidas pelos marinheiros e espiões de há quarenta anos e nunca foram atrás da música da moda, mas beneficiaram da moda do revivalismo, que, afinal, “nunca deixa” de ser uma tendência.

“O facto de existiram casas com néons dava um ar misterioso e para quem aparecia no Jamaica era um desafio ir lá”, lembra Fernando.

Uma dessas casas era o Viking, que se mantém fiel às origens: todas as noites continuam a subir mulheres ao pequeno palco para espetáculos de striptease.

Também para Alexandre Cortez “o colorido daquela altura ainda se sente no ar”.

“O ideal seria que modernidade convivesse ao lado da vertente mais característica e mais forte da zona: a sua história”, remata.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/101024-cais-do-sodre-da-ma-fama-uma-das-noites-mais-concorridas-, a 28 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Grandes Noites

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A Receita Deste Domingo… Sopa Caseira

Hoje e para se contornar o Frio, que tal uma sopa caseira, passo a transcrever a referida receita.

« Sopa Caseira
Felicia Sampaio
Editora Culinária do Roteiro Gastronómico de Portugal

Ingredientes:

  • caldo de carne caseiro q.b. (ver)
  • alguns olhos de couve e folhas tenras esfarrapadas à mão
  • 3 nabos cortados em cubos
  • fatias finas de pão caseiro q.b. ou broa partida à mão
  • 3 ramos de hortelã

Confecção:

Depois do caldo pronto, coza os nabos e a couve.
Numa terrina põe-se as fatias de pão ou a broa e a hortelã.
Quando as hortaliças estiverem cozidas, retira-se a panela do lume e despeja-se na terrina, sobre o pão e a hortelã.
Tapa-se e serve-se bem quente. »

In: http://www.gastronomias.com/receitas/rec4146.htm, a 05 de Dezembro de 2010

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Uma Entrevista a Virgilio Castelo…

Virgilio Castelo... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que penso que seja interessante, nem que seja, por falar de um espectáculo que se pode ver até ao próximo Domingo, passo a transcrever o mesmo.

« Virgílio Castelo “A ficção é um brinquedo caro”

O consultor para a ficção na SIC diz o que se fez na televisão nos últimos 15 anos é “notável”. Agora volta ao teatro com um monólogo. Para ver até domingo

Há vários Virgílios Castelo. Há o actor de teatro, o encenador, o galã da televisão, o consultor da SIC, o ex-director da NBP e o escritor. Encontrámo-nos com todos na esplanada da Pastelaria Benard, no Largo do Chiado, em Lisboa, mas demos mais atenção ao actor. Com 57 anos, Virgílio Castelo faz o balanço de uma carreira com mais de 30. Está no Teatro Tivoli como um banqueiro que atira tudo para o ar e procura o tão falado “sentido da vida” em “Um, Ninguém e Cem Mil”.

Com 36 anos de carreira, ainda lhe dá prazer ser actor?

Representar é vital. Se tiver saúde, há papéis para todas as idades. Mas nunca pensei em ser actor.

Nunca?

Imaginava que ia trabalhar para ajudar os meus pais. Venho de uma família pobre e eu era o mais velho de quatro filhos. Comecei a trabalhar aos 14 anos e fazer uma coisa que me desse prazer não me passava pela cabeça.

O que fazia nessa altura?

Era paquete, depois trabalhei como escriturário, fiz entrevistas de mercado, fui empregado de mesa em Paris. Ser actor aconteceu quando voltei para Portugal, em 1971 e comecei a trabalhar como modelo mas para pagar contas.

Foi convidado?

Concorri a um anúncio de modelos. Correu bem e dos 19 aos 21 anos trabalhei como modelo. Ser actor aconteceu porque conhecia a Helena Isabel que me perguntou se não queria ser secretário num grupo de teatro.

E de secretário para actor?

Já era secretário no grupo e o Francisco Nicholson e o Mário Alberto olharam para mim e disseram: “Precisamos de um rapaz e vais ser tu”. Foi o primeiro espectáculo feito em liberdade. Tudo o que se vivia era do domínio da utopia. Pegava-se num miúdo e dizia-se: “Queres ser actor, ”bora.”

Como aprendeu a posar e a representar?

Vendo os outros e depois estudei representação em Estrasburgo. Vampirizo as coisas à minha volta. No meu tempo, literatura e cinema eram caminhos para vida. Depois o entretenimento tomou conta de tudo e raramente encontramos uma coisa em que se diga “isto é importante para a minha vida”.

Como reagiram os seus pais?

Para o meu pai foi complicado. Era funcionário do antigo regime e eu estava a trabalhar numa companhia comunista [Grupo de Teatro Adoque]. Não me desaconselhou, mas ficou um bocadinho zangado. A minha mãe achou óptimo. Herdei dela a vontade de fazer sempre coisas diferentes.

Como assim?

Não consigo parar quieto durante muito tempo. O meu pai teve dois empregos e só houve o segundo porque houve o 25 de Abril. A minha mãe teve 60. Foi cozinheira nas escolas, empregada de clínicas. Aos 60 anos respondeu a um anúncio para uma pizzaria na Alemanha. Contrataram-na e foi sozinha sem falar uma palavra de alemão. Herdei essa vontade de não estar parado. Ser actor é uma vantagem, porque posso sair dos projectos e entrar noutros sem ninguém ficar chateado.

Chegou a trabalhar como apresentador no “Isto Só Vídeo”. Gostou?

Sim. Era um formato simples, despretensioso. Só apresentei mais dois programas. Recusei muitos convites.

Porquê?

Ser apresentador, nessa altura, correspondia a ganhar muito dinheiro e quando se ganha muito dinheiro criam-se hábitos de vida em função disso. Para manter essa vida, teria sempre de fazer mais um concurso. O meu trabalho como actor iria para segundo lugar.

Como é o trabalho de consultor para a ficção nacional na SIC?

É muito engraçado porque estou do lado contrário de quando estava na NBP. O que faço é dar a minha opinião sobre o texto, os actores, ao director de programas e à direcção de programas.

A ficção está a melhorar ou há muito a percorrer?

Há muito a percorrer. O que fizemos com a ficção televisiva em 15 anos é notável. Não conheço nenhum povo que tenha chegado ao patamar de qualidade que chegámos. Não podemos é comparar com o que se faz em França, Inglaterra ou Brasil. Não temos escala. Isto é um brinquedo caro. É preciso dinheiro. Nós nunca tivemos e agora ainda temos menos.

A instabilidade é uma constante na vida de um actor. Como vive com isso?

Aprendi a viver com a insegurança e com a rejeição. Quando dizem “aqueles tiveram cunhas” ou “outras entram porque são bonitas”. Tudo isso pode existir. Mas tem um tempo limite. Ninguém sabe explicar como é que um actor ou actriz tem sucesso. É completamente arbitrário, porque as modas mudam. Há uns actores que são especiais que têm um estilo inconfundível, mas isso são meia dúzia. Todos os outros, que são normais como eu, levam alguns anos até encontrarem a sua especificidade.

Lidar com a rejeição é fácil?

Há boas e más histórias. Num casting que fiz com o encenador Jorge Lavelli, por exemplo, vi nos olhos dele o pensamento: “O que é que este tipo está aqui a fazer? Não tem jeito nenhum.” Saí dali destruído, nem precisei falar com a produção. Pelo lado positivo, fiz um casting no meio de um corredor, com técnicos a passar, num desrespeito total. Começo a enervar-me e desato aos gritos a insultar toda a gente. A realizadora contratou-me para protagonista da série de 1990 “Procura-se”.

Está no Teatro Tivoli com “Um, Ninguém e Cem Mil”. Porque decidiu interpretar um texto do Nobel Pirandello que nem era uma peça de teatro?

O Nelson Monforte queria trabalhar comigo. Contactou-me e propôs-me alguns textos, sempre monólogos. Quando apareceu o de Luigi Pirandello, achei que era o mais adequado. O texto é sobre quem somos e o que andamos aqui a fazer. Vem muito a propósito. A cereja no cimo do bolo é o facto do protagonista ser um banqueiro, filho de banqueiro, casado com filha de banqueiros, que larga tudo e acaba sozinho à procura de si mesmo. Achei que era uma metáfora sobre a actual conjuntura. O mais difícil foi adaptar o texto.

Porquê?

Aquilo é um romance, não uma peça. Além disso, queríamos uma adaptação que chegasse a todos os públicos. Deixámos o esqueleto da progressão da personagem e de lado ficaram as divagações. Resultou. Quando andámos em digressão uma senhora disse: “Isto são as coisas que nós pensamos antes de adormecer”. É isso mesmo.

Moscardo é um banqueiro meio enlouquecido ou está em busca de identidade. Costuma transportar as personagens consigo?

Um pouco, mas é preciso desmistificar isso. Se estou a fazer um personagem trágico, há um peso. Se andar a fazer comédia ando mais bem dispostos. Ao longo destes anos tive dificuldade com três personagens. Nada de especial.

Quais?

A principal foi na peça “A Rua”, de 1989. O meu personagem tinha sido interpretado pelo vocalista dos Sex Pistols, no Reino Unido. Era uma coisa violenta, sobre sexo, drogas e rock”n”roll. Precisava de duas horas para esgotar a adrenalina. Saía do teatro e tinha de ir dançar ou andar a pé. Não ficava a pensar: “Ai meu Deus, sou como ele”. O nosso trabalho é como o director da escola em Estrasburgo onde estudei dizia: “O actor tem de assegurar o mínimo da personagem, depois, de vez em quando, os deuses descem e somos bons”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/101092-virgilio-castelo-a-ficcao-e-um-brinquedo-caro, a 28 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Boa Peça!

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Conheça os Nomeados Para A Corrida dos Óscares…

Corrida Para Óscares... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma noticia que versa sobre os óscares, desta feita passo a transcrever a referida peça.

« Óscares. Começou a corrida ao ouro

 

Foram ontem reveladas as nomeações para os mais importantes prémios do cinema. Conheça os quatro filmes que lideram a competição: “O Discurso do Rei”, com 12 nomeações. “True Grit – Indomável”, com dez, “A Rede Social” (9), “The Fighter – o Último Round” (7)

 

O Discurso do Rei- De Tom Hooper, com Colin Firth, Helena Bonham- Carter e Geoffrey Rush

O futuro rei da Grã Bretanha, George IV (Colin Firth), tem um problema que o atormenta desde a infância: gaguez. Inconformado com a incapacidade de dizer uma frase de seguida e com a subida eminente ao trono, decide contratar um conceituado terapeuta da fala, Lionel Logue (Geoffrey Rush) para o ajudar.

Nomeações: Melhor Filme, Argumento Original, Realizador, Actor Principal, Actor Secundário, Actriz Secundária, Direcção Artística, Fotografia, Guarda-Roupa, Montagem, Banda Sonora Original, Mistura de Som.

 

True Grit – Indomável- De Joel Coen e Ethan Coen, com Jeff Bridges, Matt Damon

Antes que pergunte: sim, é um western. Rooster Cogburn (Jeff Bridges) é o mais temido (e quase alcóolico) xerife da zona cujos serviços são requisitados por Mattie Ross, uma rapariga de 14 anos cujo pai foi assassinado. Juntamente com o ranger do Texas, LaBoeuf (Glen Campbell), vai tentar apanhar o assassino.

 

Nomeações: Melhor Filme, Argumento Adaptado, Realizador, Actor Principal, Actriz Secundária, Direcção Artística, Fotografia, Guarda-Roupa, Edição de Som, Mistura de Som.
A Rede Social- De David Fincher, com Jesse Einsenberg, Andrew Garfield

A história é verdadeira: Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), estudante de Harvard, decide criar um programa informático que mais tarde se tornaria no Facebook. Uma história real de pouca consideração pelo melhor amigo, inimigos, oportunistas, dificuldades de relacionamento social e muitos milhões de dólares.

 

Nomeações: Melhor Filme, Realizador, Actor Principal, Fotografia, Edição, Banda Sonora Original, Mistura de Som, Argumento Adaptado.

 

The Fighter – O Último Round – De David O. Russell, com Mark Wahlberg e Christian Bale

Dois irmãos lutam pela realização de um sonho: ser campeões de boxe. No entanto, só um consegue vingar. Micky Ward (Mark Wahlberg) divide-se entre a lealdade ao seu irmão Dicky Eklund (Christian Bale) e a possibilidade de vencer.

 

Nomeações: Melhor Filme, Realizador, Actor Secundário, Actriz Secundária, Actriz Secundária,  Edição, Argumento Original

 

Todas as categorias:

 

Melhor filme:

“O Cisne Negro” – Darren Aronofksy

“The Fighter – Último Round” – David O. Russell

“A Origem” – Christopher Nolan

“Os Miúdos Estão Bem” – Lisa Cholodenko

“O Discurso do Rei” – Tom Hooper

“127 Horas” – Danny Boyle

“A Rede Social” – David Fincher

“Toy Story 3” – Lee Unkrich

“Indomável” – Ethan e Joel Coen

“Winter´s Bone” – Debra Garnik

 

Melhor realização:

Darren Aronofksy – “O Cisne Negro”

David O. Russell – “The Fighter – Último Round”

Tom Hooper – “O Discurso do Rei”

David Fincher – “A Rede Social”

Ethan e Joel Coen – “Indomável”

 

Melhor ator:

Javier Bardem – “Biutiful”

Jeff Bridges – “Indomável”

Jesse Eisenberg – “A Rede Social”

Colin Firth – “O Discurso do Rei”

James Franco – “127 Horas”

 

Melhor ator secundário:

Christian Bale – “The Fighter – Último Round”

John Hawkes – “Winter´s Bone”

Jeremy Renner – “A Cidade”

Mark Rufallo – “Os Miúdos Estão Bem”

Geoffrey Rush – “O Discurso do Rei”

 

Melhor atriz:

Annette Bening – “Os Miúdos Estão Bem”

Nicole Kidman – “Rabitt Hole”

Jennifer Lawrence – “Winter´s Bone”

Natalie Portman – “Cisne Negro”

Michelle Williams – “Blue Valentine – Só Tu e Eu”

 

Melhor atriz secundária:

Amy Adams – “The Fighter – Último Round”

Helena Bohnam Carter – “O Discurso do Rei”

Melissa Leo – “The Fighter – Último Round”

Hailee Steinfeld – “Indomável”

Jacki Weaver – “Animal Kingdom”

 

Melhor argumento adaptado:

“127 Horas”

“A Rede Social”

“Toy Story 3”

“Indomável”

“Winter’s Bone”

 

Melhor argumento original:

“Another Year”

“The Fighter – Último Round”

“A Origem”

“Os Miúdos Estão Bem”

“O Discurso do Rei”

 

Melhor filme de língua não inglesa:

“Biutiful”, Alejandro Gonzalez Iñárritu (México)

“Canino”, Yorgos Lanthimos (Grécia)

“Haevnen”, Susanne Bier (Dinamarca)

“Incendies”, Denis Villeneuve (Canadá)

“Fora da lei”, Rachid Bouchareb (Argélia)

 

Melhor filme de animação:

“Como treinares o teu dragão”

“O mágico”

“Toy Story 3”

 

Melhor documentário:

“Exit Through the Gift Shop”

“Gasland”

“Inside Job”

“Restrepo”

“Waste Land”

 

Melhor documentário em curta-metragem:

“Killing in the Name”

“Poster Girl”

“Strangers No More”

“Sun Come Up”

“The Warriors of Qiugang”

 

Melhor curta-metragem:

“The Confession”

“The Crush”

“God of Love”

“Na Wewe”

“Wish 143”

 

Melhor curta-metragem de animação:

“Day & Night”

“The Gruffalo”

“Let´s Pollute”

“The Lost Thing”

“Madagascar, Carnet de Voyage”

 

Melhor direção artística:

“Alice no País das Maravilhas”

“Harry Potter e os talismãs da morte”

“A Origem”

“O Discurso do Rei”

“Indomável”

 

Melhor fotografia:

“Cisne Negro”

“A Origem”

“O Discurso do Rei”

“A Rede Social”

“Indomável”

 

Melhor montagem:

“Cisne Negro”

“The Fighter – Último Round”

“O Discurso do Rei”

“127 Horas”

“A Rede Social”

 

Melhor caracterização:

“The Way Back”

“O Lobisomem”

 

Melhor guarda-roupa:

“Alice no País das Maravilhas”

“Eu Sou Amor”

“O Discurso do Rei”

“The Tempest”

“Indomável”

 

Melhor banda sonora original:

“Como treinares o teu dragão” – John Powell

“A Origem” – Hans Zimmer

“O Discurso do Rei” – Alexandre Desplat

“127 Horas” – A.R. Rahman

“A Rede Social” – Trent Reznor e Atticus Ross

 

Melhor canção:

“Coming Home” (“Country Strong”) – Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey

“I See the Light” (“Entrelaçados”) – Alan Menken e Glenn Slater

“If I Rise” (“127 Horas”) – A.R. Rahman, Dido e Rollo Armstrong

“We Belong Together” (“Toy Story 3”) – Randy Newman

 

Melhor montagem de som:

“A Origem”

“Toy Story 3”

“Tron: O Legado”

“Indomável”

“Imparável”

 

Melhor mistura de som:

“A Origem”

“O Discurso do Rei”

“Salt”

“A Rede Social”

“Indomável”

 

Melhores efeitos visuais:

“Alice no País das Maravilhas”

“Harry Potter e os Talismãs da morte”

“Hereafter – Outra Vida”

“A Origem”

“Homem-de-Ferro 2” »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/100563-oscares-comecou-corrida-ao-ouro, a 27 de Janeiro de 2011, em Jornal I

 

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Conheça o Aniversário da Discoteca Jamaica…

Discoteca Jamaica...  Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia que versa sobre o assinalar de mais um aniversário de uma discoteca.

« Discoteca Jamaica celebra 40 anos e junta todos os DJ

A discoteca Jamaica, em Lisboa, cumpre 40 anos e voltará a reunir os DJ que marcaram a identidade musical do espaço, entre eles Mário Dias e Bruno Dias, o primeiro e o atual disc-jockey. Pai e filho.

O encontro está marcado para quinta-feira à noite, quando for apresentado o programa dos 40 anos do Jamaica para os próximos meses, e juntará na cabine os cinco homens que colocaram música ao longo destes anos.

Mário Dias, a trabalhar na rádio TSF, foi o primeiro DJ do Jamaica, em 1975, quatro anos depois da abertura da discoteca. Tinha na altura 23 anos e viu naquele trabalho a oportunidade de se aproximar daquilo que mais queria: fazer rádio.

Na altura não era comum dizer-se DJ, mas sim alguém que passava música numa discoteca, mostrando e apresentando vinil atrás de vinil, com as novidades rock e reggae que chegavam de fora e também com o que se ouvia em Portugal: Zeca Afonso, Sérgio Godinho, Fausto.

Em entrevista à agência Lusa, Mário Dias recordou que muita gente também levava discos de casa, alguns que ainda não tinham saído em Portugal, como os primeiros singles dos Talking Heads, de Blondie e Bruce Springsteen.

“O Jamaica era frequentado essencialmente por malta de esquerda e como eu tinha o privilégio de usar o microfone, era sempre o reviralho a noite inteira. Falava entre os discos, apresentava as músicas, mandava bocas, que é coisa que não se faz agora”, disse Mário Dias entre risos.

O jornalista da TSF ficou no Jamaica até 1987 e desde aí até 2006 o lugar foi ocupado por Jorge Bernardino, Armando Oliveira e Pedro Rodrigues.

Atualmente é Bruno Dias, o filho, de 30 anos, que assume o mesmo papel do pai, Mário Dias.

É o DJ residente do Jamaica desde 2006, depois de ter passado pelo Ritz Club e pelo Tokyo, mas lembra-se desde sempre de estar naquela discoteca.

“Sentava-me em cima de uma caixa de vinil na cabine e passava lá as noites, porque achava piada àquilo. Uma vez por outra deixavam-me passar uns discos e fui ganhando o bichinho”, explicou o DJ à agência Lusa.

Hoje, Bruno Dias ainda inclui na seleção musical muitos temas que passavam há 30 anos no Jamaica, “porque as boas músicas são intemporais”.

“Noto, mas dá-me gozo, passar um Zeca Afonso, olhar para a pista e ver que há meia dúzia de pessoas que ficam com cara de quem não está a gostar da música”, reconheceu.

Ainda que refugiado no espaço do DJ, na cabine atrás do aparelho de onde debita a música, Bruno Dias tem a perceção que há várias gerações a dançar no espaço do Jamaica: “De vez em quando aparecem pessoas que dizem que conheciam o meu pai e que gostavam”.

Apesar do desgaste da vida noturna, do qual não tem saudades, Mário Dias relembra com alguma saudade as histórias de muitas noites a escolher música para os outros, ainda que esses outros fossem músicos.

“O Joe Strummer veio cá com a banda [The Clash] e ficou mais oito ou 15 dias de férias e todas as noites ia ao Jamaica. Ficámos amigos. Era um gajo do caraças e passava completamente despercebido, era o anti-vedeta absoluto”, elogiou o radialista.

Há pelo menos uma tradição que passou de pai para filho, e também pelos restantes DJ que puseram música naquela discoteca ao longo de 40 anos: As noites do Jamaica terminam sempre com uma valsa.

++++ Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico +++ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/100684-discoteca-jamaica-celebra-40-anos-e-junta-todos-os-dj, a 26 de Janeiro de 2011

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Almoçe No Parque das Nações… Comida Que Traz de Casa…

Comer a Hora de Almoço no Parque das Nações... Fonte:http://www.ionline.pt

Hoje trago uma solução cada vez mais usual nos nossos dias, o levar o almoço de casa de forma a poupar mais uns euros, passo a transcrever o referido artigo.

«Almoço bom e barato. O segredo está em levá-lo na marmita

A ementa é mais saudável e económica. E não tenha medo de ser gozado: diga que agora está na moda

Faça as contas. Quanto dinheiro gasta com os almoços à base de bitoque, massas com molho três queijos, hambúrgueres e, nos dias de extravagância, sushi? Se conseguir a proeza de pagar 7 euros por dia – esforço digno de um atleta de triatlo – são 140 euros por mês. Mas há mais um factor nesta equação alimentar: poder escolher o que come. A dietista Eduarda Alves, directora da Clínica dos Alimentos, defende que é uma escolha mais económica e mais saudável. “Podemos seleccionar o que comemos, fazemos combinados mais saudáveis, em vez de batatas fritas, levamos uma salada ou arroz. E sabemos como foram preparados os alimentos”, diz ao i. Nós acrescentamos: até pode recordar os bons velhos tempos da infância quando levava um termo do Snoopy.

Se passar no Parque das Nações, em Lisboa, na hora do almoço num dia de sol, vai reparar que há cada vez mais pessoas a almoçar na rua. De fazer inveja às senhoras nova-iorquinas que bebem café a escaldar enquanto comem e correm. Sinal dos tempos? “Vejo cada vez mais pessoas no Parque das Nações a comerem como eu. Almoço com duas colegas e trago comida de casa há um ano e meio”, explica Susana Pinto, assessora de comunicação, de 28 anos. As vantagens são óbvias: “O facto de ter de pensar no que se vai comer dá outro nível de consciência. Quando comemos por impulso, cheios de fome, caímos nas escolhas menos saudáveis. Além disso, aqui não consigo comer por menos de nove euros.” Susana já testou quase todos os restaurantes das redondezas e nada se compara à ementa caseira. Apesar de não ter microondas no trabalho, o termo resolve tudo. “Trago sopa, outras vezes saladas ricas, com ananás, camarão, rúcula, tomate.” Susana Pinto reconhece que por vezes é chato andar com saco, talheres e comida, mas compensa. E há sempre um dia da semana para ir ao restaurante.

Mafalda Afonso, de 27 anos, também faz parte do clube e diz que esta é a melhor forma de “nos safarmos da fast food”. “É engraçado ver todo o tipo de marmita e há pessoas que as levam camufladas em sacos de lojas de roupa”, diz a delegada comercial. O hábito ficou-lhe dos tempos de estudante e ainda hoje leva a comida que a mãe faz ao fim-de-semana. Quando não é possível, opta por saladas, massas ou peixe cozido com vegetais.

Ao contrário de Mafalda, que já fazia da marmita um hábito, Carla Carromeu, de 28 anos, começou a levar almoço apenas quando sobrava qualquer coisa do jantar. O cardápio parece ser unânime: saladas e sopas. Transportá-las é muito fácil, garante Carla, que trabalha no departamento de marketing de um banco. “Trago a comida em tupperwares e em sacos. Mas nas malas das mulheres cabe quase tudo.” À laia de conselho, fica o recado: “Usem caixas quadradas ou rectangulares, são mais práticas.”

Marta Cristiano dá outro conselho: “Habituar-se a cozinhar a mais para ter restos para levar na marmita.” A designer está habituada a almoçar em tupperwares e diz que todas as comidas servem. “Desde bacalhau à Brás ou com natas, empadão de carne, caril de frango, arroz de pato, todo o tipo de sopas, frango guisado com massa, ovo mexido com arroz…” Há seis anos que deixou de ser cliente de restaurantes à hora do almoço. “Comecei quando fui trabalhar para a Rua Garrett, a ganhar o ordenado mínimo nacional (na altura 374 euros) e ainda tinha de pagar transportes. Não era comportável comer em restaurantes.” Mas Marta, 29 anos, abre-nos o apetite. “Saber a qualidade do que estou a comer é importante. Muitas vezes uso legumes do quintal dos meus pais e frango criado nos galinheiros da minha avó.” Convencido? Ah! E não tema ser mal visto pelo seu chefe. Conhecemos relatos que provam que não será discriminado. Aqui fica um exemplo: chefe convida colaboradora jovem para almoçar fora. A profissional recusa o convite, pega na lancheira da Hello Kitty e dirige-se para a copa. Não foi despedida. Garantimos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/100396-almoco-bom-e-barato-o-segredo-esta-em-leva-lo-na-marmita, a 25 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Bom Apetite.

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Conheça os Detalhes das Nomeações dos Razzies…

Nomeações Razzies... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma peça a que achei alguma piada e que versa sobre as nomeações para as piores interpretações em filmes, passo a transcrever a referida peça jornalística.

« “Eclipse” e “O último Airbender” lideram nomeações dos Razzies

Os filmes “Eclipse” e “O Último Airbender” lideram, com nove nomeações cada, os Razzies, os prémios que são atribuídos pela Fundação Golden Raspberry Award às piores longas-metragens estreadas nos Estados Unidos.

As nomeações foram conhecidas hoje em Los Angeles, na véspera de se saber quem são os nomeados para os Óscares.

“O Último Airbender”, de M. Night Shyamalan, e “Os filmes “Eclipse” e “O Último Airbender” lideram, com nove nomeações cada, os Razzies, os prémios que são atribuídos pela Fundação Golden Raspberry Award às piores longas-metragens estreadas nos Estados Unidos.

As nomeações foram conhecidas hoje em Los Angeles, na véspera de se saber quem são os nomeados para os Óscares.

“O Último Airbender”, de M. Night Shyamalan, e “A Saga Twilight: Eclipse”, de David Slade, competem, por exemplo, para o Razzie de pior filme do ano.

Nesta categoria foram também incluídos “Ex-Mulher Procura-se”, comédia protagonizada por Jennifer Aniston, “Sexo e a Cidade 2” e “Ponha Aqui o seu Dentinho”, uma paródia aos filmes com vampiros.

M. Night Shyamalan está nomeado para pior realizador do ano e o filme “O Último Airbender” compete para o Razzie de pior argumento, pior elenco e pior filme em 3D.

O elenco de “Eclipse” também está nomeado para o Razzie de pior interpretação do ano, com Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner.

Também as quatro atrizes de “Sexo e a Cidade” estão nomeadas para a pior representação do ano, assim como Cher, Liza Minnelli, Barbra Streisand na categoria de pior atriz secundária.

Os vencedores dos Razzies serão conhecidos a 26 de fevereiro, um dia antes da cerimónia da 83.ª edição dos Óscares.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico *** »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/96211-deixe-aqui-os-seus-votos-2011, a 24 de Janeiro de 2011, em Jornal I

 

RT

Conheça o Novo SUV da KIA….

Novo SUV da Kia... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia para se começar bem a semana, uma reportagem sobre uma categoria de automóveis, que parece estar cada vez mais em voga.

« Objectivo principal: tornar-se uma referência

Um bom produto e sete anos de garantia são trunfos para vencer neste povoado segmento

Há dez ou 15 anos um SUV era um jipe ligeirinho, normalmente sem caixa de redutoras, mas tinha tracção às quatro rodas. Só que se chegou à conclusão de que a maioria dos condutores só os utilizavam no asfalto e, vai daí, os construtores passaram a fazê-los com tracção dianteira. Depois a Nissan lançou o conceito crossover com o Qashqai e tudo se baralhou. Actualmente há SUV que parecem crossovers e vice-versa. Talvez o que ainda mais os diferencie seja a altura ao solo… e mesmo assim!

Para aqui não importa muito estar a caracterizar o Kia Sportage em termos de classe. Diga-se que é um bom produto, melhorando ainda mais se tivermos em conta a relação qualidade/equipamento/preço.

A Kia deu-se a conhecer no mercado fora da Coreia como uma marca em que o preço era o principal argumento. Depois subiu de qualidade e com o modelo Cee”d foi precursora a oferecer sete anos de garantia, que a partir do início deste ano é extensiva a todos os modelos da marca. Agora quer ser uma marca de referência e parece ir no bom caminho.

O novo Sportage ganhou em todas as frentes face ao antecessor: materiais de melhor qualidade, melhor motor, mais conforto e melhor desempenho, tudo isto com um preço bastante sensato.

O trabalho desenvolvido no motor é bom, permitindo que haja potência disponível a muito baixas rotações e que os 115 cv, embora não sejam nada de espantar, permitam um desempenho que não envergonha nada, com bons consumos (médias abaixo dos 7 litros/100 km) e apenas 135 g. de CO2 por quilómetro. É uma escolha inteligente »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/99740-objectivo-principal-tornar-se-uma-referencia, a 21 de Janeiro de 2011, em Jornal I

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A Receita de Hoje É… Arroz de Feijão com Enchidos…

Arroz de Feijão com Enchidos... Fonte: http://www.cozinharcomosanjos.blogspot.com

Hoje e por ser Domingo trago uma receita, desta feita trata-se de arroz de Feijão com enchidos, passo a transcrever a mesma.

« Arroz de Feijão

Dicas para a confecção: Coze-se o feijão, faz-se um refogado apurado com a cebola, alhos, tomates e azeite. Quando o feijão estiver quase cozido juntam-se os enchidos inteiros e o toucinho, depois de estar cozdido, retiram-se os enchidos e o toucinho e cortam-se em bocados que se voltam a colocar-se ao feijão, adiciona-se também o refogado e por fim coloca-se o arroz e deixa-se cozer.

Época de Confecção: Todo o ano.

Caracteristicas: Alho, Alhos, Arroz, Azeite, Cebola, Chouriço de carne, Toucinho fumado, Feijão vermelho ou branco, Tomates »

In: http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=328832&funcao=topico&tipos=5 , a 21 de Janeiro de 2011

Bom Apetite

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Conheça Uma Mítica Sala de Espetáculos que Vai Encerrar Em Lisboa…

Cabaret Maxime... Fonte: http://www.ionline.pt

A notícia que trago hoje, versa sobre o fim de uma sala de espectáculos carismática da cidade de Lisboa, passo a transcrever a referida peça.

«Cabaret Maxime. Agora vão pregar para outra freguesia

A última festa do Maxime é dia 29. Mas Manuel João Vieira diz que vão abrir um cabaret noutro lado e já estão à procura de sítio

Não puxe já dos Kleenex. Nem vale a pena escolher uma peça de roupa preta em sinal de luto. O Cabaret Maxime, na Praça da Alegria, em Lisboa, fecha as portas no dia 29 de Janeiro. Mas Manuel João Vieira, vocalistas das bandas Ena Pá 2000, Irmãos Catita e Corações de Atum, e sócio da casa, revela ao i que estão à procura de novo poiso. A casa de espectáculos mais irreverente e catita da capital abandona o mítico cabaret criado no fim dos anos 40, desligando assim o interruptor. “Tenho muita pena. Era um sítio especial. Nos anos 50 era o melhor de Lisboa. Raul Solnado estreou-se aqui e grandes bandas passaram por aqui. Depois, entrou numa fase de decadência, mas agora tinha conquistado um óptimo lugar. Era uma nostalgia felliniana, com coisas novas”, explica ao i Manuel João Vieira.

Mas como os grandes generais romanos que não fugiam da batalha, nem quando o fim estava perto, o Cabaret Maxime termina os seus dias com uma festa “tremenda, soberba, excessiva, inesquecível, um acontecimento bestial com implicações no próprio Produto Interno Bruto, e até no clima do planeta, uma festa que até os nossos bisnetos irão relembrar com saudade!”, escreveram no site oficial.

“Auf Wiedersehen * Maxime * Goodbye” realiza-se no dia 29 e durante as três horas de rambóia pode ver o espectáculo dos Irmãos Catita, de Sandro Core o “cantor italiano tetra-romântico” e de Victor Gomes, o rei dos Gatos Negros, o rock n”roll que fazia tremer o Maxime na década de 60. Manuel João Vieira fala-nos ainda do espectáculo de striptease à antiga. “Antes do strip ela faz uma espécie de karaoke de música espanhola. Era muito comum antigamente.”

Os licenciamentos O encerramento do Cabaret foi confirmado na quarta-feira. Em causa estão divergências entre a gerência do Maxime, a produtora do músico Companhia dos Milagres e a empresa Joing, a quem arrendam o espaço, que por sua vez alugam ao Grupo Bernardino Gomes. Os problemas estão relacionados com o contrato de arrendamento e o alvará da casa. Passamos a explicar. Numa das vistorias, descobriu-se a falta de licenciamento de umas obras realizadas nas décadas de 60 e 70. A casa teve de ser encerrada durante seis meses. “A empresa que subaluga o Maxime ficou encarregada de o fazer, mas não o fizeram”, diz Manuel João Vieira. O receio é que a dada altura, a câmara intervenha, o que irá acontecer. “Podíamos ficar até ao final do ano, porque apesar da empresa nos ter posto uma providência cautelar, nós ganhámos. Mas não há condições. Estamos em litígio, em tribunal com essa empresa, o ambiente não é favoravel a prosseguir o negócio”, explica Manuel João Vieira. Segundo o jornal “Público”, o grupo Bernardino Gomes pretende transformar o edifício num hotel, mas manterá o Maxime.

O músico “meteu-se nisto” porque queria dar uma ajuda ao projecto, a nível de imagem, programação e relações públicas. “Fizemos alguma coisa importanteporque deu origem a que se abrissem outros bares com projecções de filmes, teatro.” Como momentos altos do Cabaret Maxime, Manuel João Vieira recorda o concerto de José Cid que relançou a carreira do músico. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/99466-cabaret-maxime-agora-vao-pregar-outra-freguesia, a 21 de Janeiro de 2011, em Jornal I

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