Empregos e Sanidade Mental….

Abril 30, 2011

Empregos e Sanidade Mental... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que achei interessante, e que fala do estado mental de uma pessoa mal empregada, ou com  um emprego fora dos seus desejos, passo a transcrever a referida peça.

« Maus empregos. Está desempregado e deprimido? Calma, trabalhar podia ser pior

Ter um mau emprego pode deprimir mais que estar desempregado, revela um estudo australiano

“Eu acordava às sete da manhã para ir trabalhar a desejar que já fossem sete da tarde para poder ir-me embora.” Ana Martins resume assim os seis meses em que trabalhou numa agência de comunicação. “A pressão era muito grande e o ambiente muito pesado”, explicou ao i. No local de trabalho os computadores eram vigiados e todas as salas tinham câmaras. “Às intrigas entre colegas, incentivadas pelos próprios directores, juntava-se um trabalho que pouco se adequava às minhas competências”, acrescenta a jovem de 28 anos.

Na hora de se despedir a sensação foi de alívio. “Ponderei muito e aconselhei-me com muita gente antes de tomar a decisão final. Mas no dia que sai da agência consegui respirar fundo como já não fazia há meses”, contou ao i.

Um estudo realizado pela Universidade Nacional da Austrália, em Melbourne, mostra que os desempregados têm, no geral, uma saúde mental pior do que a daqueles com emprego. No entanto, os autores descobriram que a saúde mental das pessoas com trabalhos mal remunerados, incertos ou demasiado stressantes pode ser tão má ou até pior do que a dos desempregados.

Por outro lado, a pesquisa concluiu que a condição psicológica dos desempregados melhorava quando conseguiam uma colocação, piorando apenas se a qualidade do novo emprego fosse baixa.

“Os trabalhos com piores condições psicossociais não são melhores, e podem mesmo ter piores efeitos para a saúde mental do que o desemprego”, explicam os autores do estudo, que recolheram informação durante um ano, na vertente laboral e económica, de uma amostra composta por cerca de 7 mil australianos.

Mesmo estando actualmente desempregada, Ana Martins garante que não aceitaria voltar para o antigo trabalho. “Apesar da actual conjuntura e do desgaste que é a procura de emprego, prefiro não estar a trabalhar a viver com aquela pressão”, admite.

Procura “As políticas de emprego são baseadas na noção de que qualquer trabalho é melhor do que não ter nenhum”, relembram os autores do estudo. Mas “a qualidade psicossocial do trabalho é um factor crucial que deve ser considerado”, acrescentam.

Conseguir um óptimo emprego após um período de afastamento registou em média um aumento de três pontos no índice da saúde mental do trabalhador. Mas conseguir um mau emprego nas mesmas condições levou a um declínio de 5,6 pontos no mesmo índice.

Depressão masculina Um outro estudo internacional alerta ainda para outro factor com cujas consequências vamos ter de lidar em breve: a actual crise económica conduzirá a um aumento dos casos de depressão masculina.

Da autoria de Dunlop e Tanja Mletzko e publicado no “British Journal of Psychiatry”, o estudo salienta o tradicional papel e a responsabilidade do homem no lar, enquanto chefe e principal fonte de sustento da família – imagem que, apesar do crescente papel das mulheres, ainda é geralmente aceite -, que se alterou devido ao despedimento de muitos chefes de família. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119657-maus-empregos-esta-desempregado-e-deprimido-calma-trabalhar-podia-ser-pior, a 29 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça o Planning de Autógrafos da Feira do Livro de Lisboa…

Abril 29, 2011

Feira do Livro de Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo onde os fãs de autógrafos podem-me agradecer por o ter aqui transcrito, pois com a abertura da feira do livro de Lisboa no decorrer do dia de ontem, é natural que os fãs queiram um autografo o possam fazer, fica aqui o Planning das sessões.

« Feira do Livro. Mapa para um safari de caça ao autógrafo

Se o seu único objectivo é ter um autógrafo de Greg, personagem dos livros infantis “Diário de Um Banana”, tem a vida facilitada: ele está todos os dias no pavilhão da Booksmile. O feito só é possível porque é um personagem de ficção. Os escritores de carne e osso têm a agenda mais preenchida e é mais difícil apanhá-los. Aqui fica uma lista de “quem”, “onde” e “quando”, essencial para caçar um autógrafo ao seu autor preferido

 Lídia Jorge
Livro “A Noite das Mulheres Cantoras”
Onde Praça Leya
Quando 28 de Abril, 17h30

A escritora lançou recentemente mais um romance, “A Noite das Mulheres Cantoras”, pretexto para se sentar a conversar com os leitores nesta feira do livro. Para além da nova obra, os títulos antigos, mais de 20, são um pretexto para levar para casa uma assinatura da autora algarvia.

 

Mónica Marques
Livro “Transa Atlântica”
Onde Quetzal
Quando 29 de Abril, 18h00

O primeiro romance da jornalista Mónica Marques, “Transa Atlântica”, é agora reeditado com uma capa nova. É só uma desculpa para conhecer a autora do blogue Sushi Leblon que, ainda para mais, passa grande parte do tempo no Rio de Janeiro, Brasil.

 

António Lobo Antunes
Livro “Sôbolos Rios que Vão”
Onde Praça Leya
Quando 30 de Abril, 15h00

O maior escritor português vivo reconheceu por várias vezes a importância da Feira do Livro no seu contacto com os leitores. Vai estar na Praça Leya durante a tarde de sábado e se quiser meter conversa pergunte o que acha  da adaptação de “A Morte de Carlos Gardel” ao cinema, actualmente a ser rodada.

 

José Luís Peixoto
Livro “Livro”
Onde Quetzal
Quando 30 de Abril e 7 de Maio, 16h00

“Bom dia, pode assinar-me o livro? Qual livro? O ‘Livro’. Sim, mas qual livro? O ‘Livro’, homem de Deus.” Este hipotético diálogo entre um leitor e o escritor de “Livro” mostra bem como é divertido chamar uma obra pelo nome do objecto.

 

Jostein Gaarder
Livro “O Castelo dos Pirenéus”
Onde Zona Presença
Quando 30 de Abril, 15h00

O autor que pôs adolescentes de meio mundo a ler sobre filosofia com o bestseller “O Mundo de Sofia” regressa aos livros com “O Castelo dos Pirenéus”. Tem no dia 30 de Abril uma oportunidade de conhecer Jostein Gaarder e contar-lhe como a sua obra lhe mudou a  vida.

 

Gonçalo M. Tavares
Livro “Matteo Perdeu o Emprego”
Onde Espaço Porto Editora
Quando 30 de Abril, 15h00

O escritor com mais editoras em Portugal vai estar no espaço da Porto Editora, que lhe editou “Matteo Perdeu o Emprego”, mas podia estar no stand da Caminho ou da Campo das Letras, outras que lhe ofereceram um tecto. Um conselho: vá logo pelas 15h00 até à mesa de Tavares, as solicitações devem ser muitas.

 

Margarida Rebelo Pinto
Livro “A Minha Casa é o Teu Coração”
Onde Praça Leya
Quando 6 de Maio, 16h00

Goste-se ou odeie-se, a maior escritora de chick lit português, o equivalente nacional a Carrie Bradshaw, vende aos milhares. Daí que uma presença na feira do livro seja sinónimo de filas, muitos autógrafos e olhares desdenhosos de intelectuais de gola alta – cheios de calor, os desgraçados.

 

Richard Zimler
Livro “Ilha Teresa”
Onde Praça Leya
Quando 8 de Maio, 15h00

Quando se fala em “timing editorial” fala-se disto: “Ilha Teresa” acabou de ser lançado, mesmo em cima da Feira do Livro. O novo romance de Zimler, um americano que já criou raízes em Portugal, ainda tem cheiro a tinta fresca mas está pronto a ser autografado – com tinta ainda mais fresca.

 

José Tolentino de Mendonça
Livro “O Tesouro Escondido”
Onde Praça Amarela
Quando 8 de Maio, 17h00

O sacerdote, poeta e professor Tolentino de Mendonça vai assinar exemplares de “O Tesouro Escondido”, mas mais importante do que o ver assinar páginas é escutá-lo e aprender com um dos portugueses mais sábios. E não, não é a altura certa para confissões.

 

José Rentes de Carvalho
Livro “La Coca”
Onde Quetzal
Quando 8 de Maio, 17h00

Rentes de Carvalho, imperdível português com morada fixa na Holanda há vários anos, é tão bom conversador como escritor. Por isso é aproveitar alguns minutos da sua companhia neste domingo de sol. Se não estiver sol, é de aproveitar na mesma. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119671-feira-do-livro-mapa-um-safari-caca-ao-autografo, a 28 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça a Cervejaria da Esquina em Lisboa….

Abril 28, 2011

Cervejaria da Esquina... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia sobre uma cervejaria, desta feita a denominada cervejaria da esquina…

« Cervejaria da Esquina. Não é a sua cervejaria habitual

O chefe Vítor Sobral contra-ataca com uma cervejaria moderna em Lisboa que pisca o olho à tradição e fecha os olhos aos lugares-comuns

 “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade”, ouvia-se ainda esta segunda-feira na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Há, no entanto, centenas de velhos noutra zona da cidade, o Restelo, a exigir “um Salazar a cada esquina”. Já o chefe Vítor Sobral defende um bom restaurante em cada esquina e tem lutado para isso no bairro de Campo de Ourique. Depois da Tasca da Esquina, onde as ruas Domingos Sequeira e do Patrocínio se cruzam, é a vez da Cervejaria da Esquino número 58 da Rua Correia Telles (antiga morada do Café Bonina).

A ideia é pegar no conceito tradicional de cervejaria (as sapateiras a olhar para nós nos aquários, a cerveja a fazer olhinhos ali no balcão) e elevá-lo ao quadrado. Talvez seja demasiado snob chamar-lhe “cervejaria sofisticada” mas há grandes diferenças entre a casa do chefe Vítor Sobral e as suas congéneres da Avenida Almirante Reis. Diferença n.º1: a Cervejaria da Esquina não está na Almirante Reis mas no tranquilo bairro de Campo de Ourique, o melhor sítio para habitar em Lisboa segundo os habitantes de Campo de Ourique, cidadãos habituados a jogar Tetris com o carro de cada vez que querem estacionar. Diferença n.º2: não há uma televisão sintonizada na Sport TV nem toalhas de papel para jogar ao galo enquanto não chegam as lambujinhas. Diferença n.º 3: não há lambujinhas.

Hoje há conquilhas, amanhã também

E para além disso: berbigão lingueirão e ameijoa vendidos à dose – ostras a 2,60€ cada. Mais: búzios, canilhas, burriés, percebes, lagostim, camarão, lavagante, lagosta, sapateira, santola e navalheira, todos eles com preços a variar consoante o peso.

Tudo isto, a par com o pão torrado com manteiga e outros mimos de cervejaria, são clássicos intemporais que remontam à bela arte de encontrar pretextos para beber cerveja – o que nos leva ao velho dilema de casualidade: o que veio primeiro, o petisco ou a cerveja?

Há os clássicos, é claro: creme de camarão, arroz de mariscos, cataplanas e bifes – este últimos suculentos, altos, de encher o olho. Outra das novidades (diferença n.º 4) é a cozinha de autor, acepipes vários trabalhados pelo próprio chefe Vítor Sobral. Quem se quiser submeter aos gostos e destreza manual do próprio só tem de escolher a a opção “nas mãos do chefe” e avisar de quaisquer incompatibilidades dietéticas. O menu é “feito na hora e raramente se repete”, conta o chefe, “escolhido a partir dos produtos dos melhores e mais frescos produtos do dia”.

O par para este tango, a cerveja, vem servida em copos baixos. A “esquininha”, bebida da casa, não é mais do que uma versão sofisticada da injustamente esquecida “lambreta” copo menor (em tamanho) com uma estranho apego à vida – a esquininha, tal como a lambreta, demora mais tempo a morrer.

Os tachos não são para enfeitar, é lá que são cozinhados os pratos de caril e as açordas, receita muito popular na tal Grândola, vila morena, terra onde em cada esquina há um amigo.

Cervejaria da Esquina, Rua Correia Teles, n.º56, Campo de Ourique, Lisboa. Terça a Domingo, das 9h30 às 15h30; das 19h39 às 23h30. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119393-cervejaria-da-esquina-nao-e-sua-cervejaria-habitual, a 27 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça o Roteiro de Quiosques de Lisboa…

Abril 27, 2011

Roteiro de Quiosques de Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma peça que achei bastante interessante e que versa sobre « quiosques», passo a transcrever a mesma.

« Quiosques. Não é preciso vestir Prada para comer na Avenida

Uma perdição para a barriga e para os amantes de neologismos como “esplanadar”. Comece de forma comedida pelo cimo da Avenida da Liberdade, provando os saudáveis smoothies, uma outra forma de falar de sumos de fruta cremosos. Se não resistir a uma salsicha no pão com recheio caprichado, delicie-se ali mesmo ao lado com um dos melhores cachorros-quentes da cidade. Descanse um pouco. Ou melhor, mexa essas pernas para agilizar a digestão e conseguir espaço para uma generosa sobremesa. Antes de chegar aos Restauradores, e de procurar uma pastilha Rennie para contrariar o efeito da gula, delicie-se com uma fatia de pizza. Finalmente, remate o roteiro com um alívio da culpa: mais uma refeiçãozinha amiga da saúde, desta vez no segundo espaço do Banana Café, que há um ano ganhou o concurso público para a exploração dos novos quiosques no coração de Lisboa.

Parece um rali de tasquinhas típico de um vilarejo do interior em pleno mês do emigrante. Na verdade, são os cinco novos pontos de paragem que vão povoar a Avenida da Liberdade já a partir do próximo mês. Não é obrigatório corrê-los de fio a pavio no mesmo dia, mas fica o convite para este circuito gastronómico pelo passeio público mais nobre da capital em versão low cost.

“O objectivo é devolver vida à Avenida da Liberdade, onde todos os serviços são caríssimos. Queremos ofertas acessíveis a todos”, explica Maria Ribeiro e Castro, do Banana Café, que se une a outros nomes conhecidos da restauração como O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo, Hot Dog Lovers ou Maritaca, do chefe Fausto Airoli.

A animação está na rua. E se dúvidas houvesse sobre a aposta crescente na sua revitalização, um estudo do mercado imobiliário sobre Lisboa apresentado em Março pela Aguirre Newman põe a Avenida da Liberdade entre as zonas mais solicitadas para a abertura de lojas.

A inauguração oficial está agendada para o fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, com direito a música ao vivo, workshops e uma feira de alfarrabistas e antiguidades que se irá repetir todos os segundos sábados de cada mês, uma iniciativa promovida pelo Movimento Verde Alfacinha. Mas na próxima semana já é possível encontrar os quiosques em funcionamento que, para além das iguarias servidas, disponibilizam ainda internet wireless.

Os engravatados da artéria mais luxuosa de Lisboa podem associar-se à euforia dos transeuntes sem abandonarem as suas secretárias. Está previsto serviço de take away e de entrega aos escritórios vizinhos. Depois de quiches, empadas, pastéis de nata, croissants, travesseiros, queijadas de Sintra, gelados e sumos, entre Outubro e Novembro é esperada a abertura do sexto quiosque, com crepes doces e salgados.

Se por esta altura já está a magicar como se irá proteger do sol de Verão e dos rigores do Inverno, recomendamos que não aborreça os neurónios com este tipo de preocupação. Nos próximos meses, os guarda-sóis quadrados farão de tudo para prevenir insolações indesejadas. Quando o frio se sentar nas cadeiras das esplanadas, há aquecimento exterior garantido.

Os quiosques vão estar abertos todos os dias das 9h00 às 23h00, com horário alargado até às 2h00 às quintas, sextas e sábados. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119225-quiosques-nao-e-preciso-vestir-prada-comer-na-avenida, a 26 de Abril de 2011, em Jornal I

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Sabe a Quem Pertence a Gravação em Vinil Mais Valiosa??… Conheça Aqui a Resposta…

Abril 26, 2011

Os Sex Pistols Possuem a Gravação Mais Valiosa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para se começar a semana, após um fim semana extra prolongado, trago uma curiosidade, desta feita, sobre os Sex Pistols, passo a transcrever o referido artigo.

« Sex Pistols são autores da gravação vinil mais valiosa de sempre

Uma gravação rara de “God Save The Queen” dos Sex Pistols tornou-se o registo em vinil mais valioso de sempre, avaliado em mais de 9 mil euros, segundo a revista Record Collector.


O conhecido single do grupo inglês foi produzido pela A&M Records mas a maioria das cópias acabou destruída. É por isso que “quando se encontra um exemplar de um single ou de um álbum icónico em bom estado” há um grande interesse e um “certo mercado disposto a investir”, explica Ian McCann, editor da Record Collector, em declarações à imprensa britânica.


O valor atribuído a esta gravação rara de “God Save The Queen” supera “Please Please Me”, dos Beatles, que aparece em segundo lugar com um valor estimado de 3961 euros.

 

O registo de estreia homónimo dos Rolling Stones, lançado em 1964, também está na lista dos cinco melhores investimentos em vinil de 2011, segundo aquela publicação, ocupando o quinto lugar com uma avaliação a rondar os 1100 euros.


O saxofonista de jazz Hank Mobley e o músico de rock Wil Malone são outros dos nomes que figuram no top da revista, com os seus álbuns homónimos de 1957 e 1970, respectivamente.


Em leilão, gravações raras como estas podem, no entanto, alcançar valores muito maiores como aconteceu em 2009 quando uma cópia inédita do single “Do I Love You (Indeed I Do)”, de Frank Wilson, foi vendida por cerca de 30 mil euros. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/118898-sex-pistols-sao-autores-da-gravacao-vinil-mais-valiosa-sempre, a 26 de Abril de 2011, em Jornal I

Boa Música!

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25 de Abril…

Abril 25, 2011

Desejo a todos um Bom Dia de Liberdade…

25 de Abril de 1974.... Fonte: http://www.levespinceladas.blogspot.com

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Uma Boa Páscoa…

Abril 24, 2011

Desejo a todos uma Santa Páscoa.

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