Conheça as Melhores Mães da Ficção…

Conheça as Mães da Ficção... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo, que embora esteja um pouco atrasado, achei bastante piada visto que o mesmo é referente às mães…

« Dez mães inesquecíveis. Além da nossa, claro

 Domingo celebra-se mais uma efeméride propícia ao desenvolvimento do negócio das flores: o Dia da Mãe. Não lhe vamos sugerir presentes para a sua mãe guardar em cima da cómoda, nem t-shirts com fotografias de família. Em tempos de crise, fazemos uma homenagem às mães ficcionais que nos acompanham na literatura, no cinema, na televisão e na música. Não são perfeitas mas vale a pena recordar. Pedimos desculpa, em avanço, por algum excesso de lamechice maternal

 TELEVISÃO

01 Marge Simpson; “Simpsons”

É a mãe que nos acompanha há mais tempo. Marge Simpson merece um lugar no livro do Guiness como a mais paciente das mães. Há 20 anos que a vemos tratar de uma bebé, que apesar de todas as atenções e carinhos não fala (só o fez uma vez com a voz de Elizabeth Taylor), de um terrorista e de uma intelectual. Marge Simpson dedica a vida à família e sabe adaptar-se a todas as situações. Dos dramas teológicos e científicos de Lisa, às crises de mau feitio de Bart e às necessidades de Maggie.

02 Gloria; “Uma família muito moderna”

É um tributo às mães latinas. Gloria (Sofia Vergara) está sempre agarrada a “Manny”, um miúdo gordinho, intelectual, muito adulto para a idade. É uma mãe que sabe ser autoritária quando é preciso, mas estraga-o com mimos. Só não gosta quando ele arranja namoradas. Começa a competição: “Ela ou eu?”

03 Estelle Constanza; “Seinfeld”

Prémio de mãe mais chata e com a voz mais estridente da televisão vai para Estelle Constanza (Estelle Harris). A mãe de George Constanza é uma dona de casa dedicada que ensina uma bonita lição ao filho: a vida é dura, as discussões são coisas normais e um casal disfuncional também funciona. Quer o melhor para o seu “Georgie” e não tem problemas em envergonhá-lo.

Cinema

04 Leigh Anne Tuohy; “Um sonho Possível”

Supermãe americana que vai fazer tudo por tudo para que os filhos tenham sucesso. O empenho é tal que decide adoptar um adolescente negro com um passado problemático. “Tens algum sítio para dormir? Não te atrevas a mentir-me.” Apresentações feitas, Leigh (Sandra Bullock) passa a tomar conta de Mike com a mesma dedicação que dá aos seus próprios filhos.

05 Christine Collins; “A Troca”

Neste filme ficamos a conhecer a perseverança de uma mãe. Christine Collins, que, com um ar frágil, luta para encontrar o filho desaparecido e não vai desistir por nada. A polícia dá-lhe uma criança que não é a sua e Christine não alinha na história inventada pelas autoridades. É internada num manicómio, mas não desiste de saber o que aconteceu ao filho. Baseado numa história verídica, o filme é de Clint Eastwood e tem Angelina Jolie como protagonista.

06 Mrs. Gump; “Forest Gump”

“My momma always said” (a minha mãe sempre disse), é uma das frases mais repetidas por Forest Gump (Tom Hanks). A mãe era Sally Field, uma mulher inteligente, solidária e que educou sozinha um filho com problemas mentais. Fez dele um homem independente e sem medos. “A vida é como uma caixa de bombons, Forest. Nunca sabes o que te vai calhar”, é a sua frase mais conhecida.

Música

07 Julia, “The Beatles”

Em 1968, John Lennon escreveu uma letra que imortalizou a sua mãe. É certo que não é uma figura de ficção, mas está incluída nesta categoria porque já faz parte da cultura popular. John Lennon perdeu a mãe quando tinha 17 anos. Depois do tema “Julia”, ainda com os The Beatles, escreveu outra música de homenagem: “Mother”. Julia não era uma mãe exemplar, mas foi ela que ensinou John Lennon a tocar o banjo e lhe comprou a primeira guitarra.

Literatura

08 Gertrudes; “Hamlet”

É uma mãe muito polémica. Gertrudes casa com o cunhado, Claudio, que terá assassinado o seu marido. Não sabemos se é por ser muito inocente ou muito perversa. Seja como for, Hamlet continua a gostar da mãe e ela tenta apoiá-lo ao máximo. Existem muitas teorias sobre a mãe de Hamlet e estudiosos garantem que ela não sabia que o marido tinha sido assassinado pelo cunhado.

09 Mrs. Bennet; “Orgulho e preconceito”

A típica mãe conservadora que quer o melhor para as suas filhas. No século xix, isso significava casar com homens ricos. Era uma daquelas mães inconvenientes, que dizem coisas que não devem, e um pouco preconceituosa. Tinha um grande coração, estava era mesmo junto à boca e saia tudo cá para fora. Ser bela e bela parecer era o mais importante.

10 Mrs. March, “Mulherzinhas”

É preciso um pulso forte para educar sozinha quatro filhas: Jo, Meg, Beth e Amy. A escritora Louisa May Alcott criou uma mãe solidária, trabalhadora, amorosa, ética e inteligente. Mrs. March está sozinha porque o marido está na guerra e tem de trabalhar para sustentar a família. As filhas têm tempo para discussões sobre boas maneiras ou se devem ou não trabalhar. Nesta casa não há espaço para castigos corporais. Santa mãe. Só pode ser uma personagem de ficção, tal é a falta de defeitos. Desculpem mães, mas sabemos que são humanas. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/120104-dez-maes-inesqueciveis-alem-da-nossa-claro, a 02 de Maio de 2011, em Jornal I

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