Conheça o Novo Citroen C4…

Conheça o Novo Citroen C4... Fonte: http://www.motorauthority.com

Hoje e para se começar bem a semana, trago um artigo, onde apresento o novo Citroen C4, passo a transcrever o mesmo.

A marca do Double Chevron está de volta ao topo do segmento C, o que mais vende na Europa (…)

O novo Citroën C4 evolui bastante em relação à anterior geração. É maior, mais bem construído e bastante confortável

Já nada é como dantes. E a verdade é que escrevo esta frase com saudosismo, eu que durante muito anos fui citroënista convicto, começando pela espectacular Arrastadeira do meu pai, ainda menino de bibe, e já mais crescidinho passando pelo 2CV, pelo Mehari, pelo GS e acabando num XM que comprei já muito velho, tive pouco tempo e me deu quase tantos problemas como alegrias.

E escrevo com saudosismo porquê? Porque cada modelo da Citroën que saía era uma inovação tecnológica, uma diferença abissal para tudo o que estava à volta. Depois a Citroën tornou-se num construtor com automóveis iguais aos outros e deixou de ter piada. Dessa altura ainda tive um Visa Clube, que se conduzia quase como um 2CV (o motor não era muito mais potente), isto é, nas subidas arrastava-se, mas nas descidas acabava por se chegar aos que o tinham ultrapassado.

Com a versão anterior do C4 (2004) a Citroën voltou a inovar, já não tanto em termos mecânicos, mas mais estéticos, e o carro não correspondeu, em termos de vendas, às esperanças da marca. O volante com o centro fixo e a colocação do painel de instrumentos no centro do tablier não caíram no goto dos potenciais compradores e a marca francesa teve de se render às evidências. Afinal estamos a falar de um carro do segmento C, o de maior volume de vendas na Europa.

O novo C4 é um pouco maior do que o da geração anterior, tendo crescido 5 cm em comprimento, 2 cm em largura e 3 cm em altura, o que lhe melhora a habitabilidade (só é batido no segmento C pelo VW Golf) e fez crescer o volume da mala que passou de 320 para 408 litros, tornando-se a referência no segmento. O que melhorou bastante foi a qualidade dos materiais e a sua montagem, o que torna o C4 um carro compacto sem ruídos parasitas e muito mais refinado interiormente.

Exteriormente o novo C4 está também mais refinado, com pequenas alterações que são o suficiente para lhe dar um ar mais agressivo.

Testámos as duas variantes do motor 1.6 HDi de 112 cavalos. A normal e a e-HDi, que acrescenta o sistema start- -stop (talvez o mais rápido a responder, já que o trabalho é feito pelo mesmo aparelho, um alternador reversível, que funciona também como motor de arranque) acoplado a uma caixa manual pilotada, uma variante da caixa manual de seis velocidades, em que o trabalho da embraiagem e do engrenamento das várias relações é comandado electronicamente, transformando o sistema, na prática, numa caixa automática, com a hipótese de comando sequencial, embora ele não possa ser feito na alavanca, mas apenas nas patilhas do volante.

Isto transforma o C4 num automóvel menos gastador e mais amigo do ambiente, por emitir menos CO2.

A suspensão foi revista, estando menos bamboleante nas curvas, mas mantendo o bom nível de conforto a que a marca francesa nos habituou, embora o eixo traseiro acuse alguma tendência para saltitar em curvas com o piso mais degradado.

As performances ficam-se pelo satisfatório, com uma velocidade máxima de 190 km/h, mas 12 segundos para chegar de parado a 100 km/h.

As recuperações, índice muito importante, porque é determinante na segurança das ultrapassagens, mostram-nos que o C4 gasta 5,3 s dos 40 aos 80 km/h, 6,7 s dos 60 aos 100 km/h e 9,5 s dos 80 aos 120 km/h e isto são valores muito bons, superiores, por exemplo, aos demonstrados quer pelo VW Golf 1.6 TDI, quer pelo Renault Mégane 1.5 dCi, os seus concorrentes mais directos.

Quanto a consumos, conseguimos numa média ponderada 5,9 litros, mais do que os 4,2 L/100 km anunciados pela marca.

Na versão de equipamento da unidade ensaiada, a Exclusive, o nível mais elevado, o equipamento é generoso, contando de série com ABS e CBC e EDB, faróis de nevoeiro airbags frontais, laterais e de cortina, ar condicionado automático bi-zona, cornering lights, vidros traseiros escurecidos, limitador/regulador de velocidade, volante multifunções em cabedal, rádio com leitor de MP3 e entrada USB, computador de bordo e bancos dianteiros com massagem e ajuste eléctrico do apoio lombar.

O Sistema de navegação era opcional (990€), bem como o tecto panorâmico em vidro (700€). »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/122964-a-marca-do-double-chevron-esta-volta-ao-topo-do-segmento-c-o-que-mais-vende-na-europa—video, a 13 de Maio de 2011, em Jornal I

RT

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