A Receita Deste Domingo é: Arroz de Bacalhau…

Arroz de Bacalhau... Fonte: http://www.saborintenso.com/

A Receita deste Domingo, é Arroz de Bacalhau…

« Ingredientes para 4 pessoas:

  • 2 postas de Bacalhau do lombo (demolhadas e sem espinhas)
  • 3 chávenas de Chá de Arroz
  • 2dl de Azeite
  • 1 Pimento
  • 4 Tomates
  • 1 Cebola
  • 6 dentes de Alhos
  • Salsa q.b.
  • Sal e Pimenta a gosto

Preparação:

1. Coza o bacalhau, retire a pele e as espinhas, desfaça-o em lascas.
2. Pique a cebola e aloure no azeite com um pequeno ramo de salsa.
3. Retire o ramo de salsa, ponha o pimento cortado às tiras finas, e deixe refogar durante uns dois minutos.
4. Junte o tomate sem pele e grainhas, mais os alhos picados.
Deixe ferver, mexa com uma colher de pau até ficar bem apurado.
5. Deite a água de cozer o bacalhau, duas chávenas e meia por cada chávena de arroz (um pouco mais se o preferir malandrinho).
6. Assim que a água levantar fervura, deite o arroz, tempere com sal e pimenta e deixe cozer tapado durante cerca de 15 minutos.
7. Quando o arroz estiver cozido, tire do lume, e salpique comum pouco de salsa picada por cima. Deixe repousar tapado, durante uns 10 minutos.

Sirva com uma salada.
Bom Apetite. »

In: http://www.saborintenso.com/f100/arroz-bacalhau-2861/, a 29 de Julho de 2011

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Conheça a Agenda Para o Ultimo Fim de Semana de Julho…

Conheça a Agenda Para o Ultimo Fim de Semana de Julho.... Fonte: http://www.ionline.pt

Como tem sido habitual e continuando na mesma linha dos últimos post que acontecem á Sexta Feira, passo a trazer a agenda de fim de semana.

« Agenda de fim-de-semana

Joss Stone vai caminhar de pés descalços pelo Terreiro do Paço e o Bairro Alto vai estar de bar aberto. Botas de biqueira de aço e vestes pretas vão invadir um largo em Leiria já inundado de música e no Castelo de São Jorge vão passear cheiros exóticos. Noutro castelo, desta vez em Montemor-o-Velho, é a Sede de O’Neill que vai predominar. Abriu-se a caixa de Pandora. E daí talvez não. É só mais um fim-de-semana, mas tem todas as razões para o viver como se fosse o último

 Hoje, 29

 

Festival Fuso
Claustros do Museu de História Natural, Rua da Escola Politécnica, lisboa
às 22h00
entrada livre

Estamos na secção competitiva do Festival Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa. O Fuso espalha imagens projectadas em jardins, esplanadas e pátios. Siga a mostra até à Rua da Escola Politécnica.

 

Citemor
Montemor-o-velho
às 22h30
preço: entrada livre

A 33.º edição do festival traz música, vídeo, teatro, dança e instalações  à vila portuguesa. Esta noite o Citemor conta com um remix da Sede, peça do dramaturgo Eugene O’Neill. É numa interacção com o espaço – um antigo castelo – que os personagens se questionarão sobre o espaço, o tempo e as vontades. 


Chullage
music box, rua nova do carvalho, lisboa
às 00h00
preço: 8€ (oferta de uma bebida a 2€)

O hip hop responde à chamada no Cais do Sodré. A noite está entregue a um dos pioneiros na matéria, Chullage, que apresenta a mixtape “Raportagem”.

 

Sábado, 30

 

Festival Neo Pop
Forte ou castelo de santiago da barra, campo do castelo, viana do castelo
às 22h00
preço: desde 10€

Já foi Anti-Pop, entretanto passou a Neo Pop. O Minho abre portas à música de dança com o carimbo electrónico de Marcel Detmann, Maceo Plex, Martin Buttrich, Marco Carola, Loco Dice, Magda, Modeselektor, Junior Boys, DJ Harvey e outros tantos. A festa prolonga-se até domingo.

 

Joss stone + x-wife
praça do comércio, lisboa
às 21h00
entrada livre

Está aí mais uma edição do Festival dos Oceanos, a oitava, e as honras de abertura serão entregues à soul da britânica Joss Stone, depois de em 2010 ter actuado nos coliseus de Lisboa e Porto. A abrir, os portugueses X-Wife, num terreiro que se prevê cheio.

 

Bar Aberto no bairro alto
On Stage, Rua Luz Soriano 18, lisboa
às 23h30
preço: 8€

Teremos lido bem? Sim, sábado há mesmo bar aberto no On Stage, pela simpática quantia de 8€. Uma verdadeira Happy Hour, ou melhor, um Happy Weekend.

 

Domingo, 31

 

Festival Gótico


largo de são pedro,
castelo de leiria
às 16h00
preço: 25€

O Entremuralhas já é uma referência para a comunidade gótica. As actuações estendem-se à  Igreja da Pena, mas para prevenir estragos, apenas 737 pessoas são admitidas em cada dia. Nesta última jornada, sobem ao palco os espanhóis Trobar de Morte e Narsilion, os suecos Arcana, e os alemães Diary of Dreams.

 

Ian Carlo Mendonza & João Miguel Sousa
Parque de Monserrate – Estrada de Monserrate, sintra
às 16h30
preço: 5 a 6€

Uma tarde dedicada às crianças com o percussionista Ian Carlo Mendoza, lendas pré-hispânicas e a quebra da tradicional piñata nesta festa mexicana.

 

Recordações de uma Revolução
casa conveniente, Rua Nova do Carvalho 11, lisboa
Sessões duplas às 20h e às 22h
preço: 10€

Última noite para assistir ao espectáculo encenado por Mónica Calle, sobe ao palco ao lado de dois dos actores com quem tem trabalhado na prisão de Vale de Judeus. »

IN: http://www.ionline.pt/conteudo/140059-agenda-fim-de-semana, a 29 de Julho de 2011, em Jornal I

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Conheça o Funchal Music Fest..

Funchal Music Fest... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo sobre mais um evento a ocorrer este verão, desta feita na região insular da Madeira…

« The Gift, Xutos & Pontapés e James são cabeças de cartaz do Funchal Music Fest

As bandas The Gift, Xutos & Pontapés e James são as cabeças de cartaz da primeira edição do Funchal Music Fest, que decorre de 19 a 21 de agosto no Parque de Santa Catarina, anunciou hoje a organização.

Pela capital madeirense vão ainda passar, ao longo destes três dias, Expensive Soul, Rita Red Shoes, Legendary Tigerman, Fonzie e David Fonseca.

Duarte Costa, da empresa organizadora do festival, realizado numa parceria com a Câmara Municipal do Funchal, explicou em conferência de imprensa, no Funchal, que este “é o maior festival de sempre de pop rock realizado na Madeira”.

 

“Tem por objetivo pertencer ao circuito de festivais de verão que se realizam por esta altura do ano e pretende celebrar, acima de tudo, o Dia da Cidade [21 de agosto] e contribuir, com a música, para que a cidade seja projetada a nível nacional e internacional”, adiantou Duarte Costa.

O responsável acrescentou que o objetivo é transformar o Funchal Music Fest “num mini Rock in Rio”, um espaço “onde as pessoas podem ter momentos de entretenimento em família ou com amigos”.

 

Nesse sentido, Duarte Costa referiu que estão previstas iniciativas lúdicas e desportivas no decurso do festival, que espera 4.500 pessoas por dia, atividades que pretendem “complementar os concertos, que é o motivo pelo qual as pessoas se deslocarão”.

 

O bilhete para cada dia custa 25 euros, enquanto o passe para todos os concertos tem o valor de 50 euros. A organização, junto de cerca de 60 estabelecimentos, sobretudo do comércio tradicional do Funchal, obteve ofertas, válidas até ao final do ano, superior ao preço, para quem aderir ao bilhete para todo o festival.

 

“O objetivo é fazer com as que pessoas adiram aos três dias de concertos”, declarou Duarte Costa, assinalando, ainda, a vertente social e ambiental do evento.

 

A primeira passa por leiloar uma guitarra que será autografada por todos os artistas que passarem pelo palco do Parque de Santa Catarina. A receita tem como destino uma instituição de solidariedade social. A área ambiental passa por ações de sensibilização no Parque Ecológico do Funchal, que ardeu na quase totalidade o ano passado.

 

O presidente da Câmara do Funchal, Miguel Albuquerque, considerou que a iniciativa “vem colmatar uma lacuna da celebração do Dia da Cidade”, defendendo a necessidade de criação de “pólos de atratividade e de difusão” das várias artes.

 

O festival arranca dia 19 com a atuação do vencedor do concurso de bandas madeirenses, cuja final decorre no sábado, no Casino do Funchal, seguindo-se os Expensive Soul e a banda de Alcobaça The Gift.

 

No dia 20, depois da atuação de Rita Red Shoes e de Legendary Tigerman, sobem ao palco os Xutos & Pontapés, terminando o Funchal Music Fest, no dia seguinte, com Fonzie, David Fonseca e James. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/139753-the-gift-xutos–pontapes-e-james-sao-cabecas-cartaz-do-funchal-music-fest, a 28 de Julho de 2011, em Jornal I

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Roteiro de Festas de Agosto de 2011…

Festas de Agosto de 2011 Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo referente as Festas de Agosto, por este pais fora…

« Meu querido mês de Agosto Bailes, bailaricos e couratos na brasa

É quando chega o oitavo mês do ano que se dá o milagre de multiplicação das festas. Escolhemos dez. Agora, você decide

 É ver as senhoras rechonchudas e rosadas a gritarem os melhores preços atrás das suas bancas, é aceitar “mais uma corrida, mais uma viagem” na violenta dança de carrinhos, é comer algodão doce iluminado pelas luzes frenéticas dos carrosséis, é sentir o cheiro a febras assadas. É também saborear o calor ofegante, com a sangria na mão direita – cuidado que é penálti – ao som de Tony Carreira, ali mesmo no palco. Tudo isto é Agosto, uma alegria e animação pelas pequenas terras do nosso país. Se é verdade que a praia e os mergulhos sabem bem, não é menos verdade que as festas e feiras populares aquecem o corpo e o coração.

Cientes da impossibilidade de cobrir todas as ocorrências país fora, fizemos um roteiro de dez festas. É só escolher a que estiver mais à mão e fazer-se à estrada.

Festas Populares de Fernão Ferro
É já hoje que arrancam as festividades em Fernão Ferro, no Seixal. A abertura da festa é para os mais corajosos: pelas 18h30 homem e animal confrontam-se na garraiada inaugural. De seguida, actuam os Tocá Rufar, um desfile de bombos para animar o ambiente. Por fim Vítor Ginja encerra a noite para explicar a sina “quando o homem está apaixonado”. Assim continuam as animações até domingo, 31 de Julho, com espectáculos de ginástica acrobática, actuação de grupos de dança típicos, concertinas e ainda a presença de Matheus Paraizo – o miúdo que encantou no programa da TVI “Uma Canção para Ti”.

Festa Nacional de Folclore, Antões

Mulheres de saias rodadas e lenços na cabeça, homens de colete e chapéu na cabeça. Mãos no ar, música a postos e a festa começa. A reunião de grupos folclóricos de Grândola, Palmela ou Matosinhos, é em Antões, Pombal que também tem a sua representação na festa. O último dia do mês de Julho e o primeiro de Agosto são dias de muito baile e música, insufláveis para crianças e ainda uma mega feijoada.

19ª Edição das tasquinhas, Valado dos Frades

É junto ao Pavilhão Gimnodesportivo que se realiza esta festa, quatro dias de animação num rodopio de música, comida e desporto. Há sonoridades para todos os gostos, desde do rancho folclórico “Flores do Campo” à actuação da Orquestra Juvenil da Junta de Freguesia de Valado dos Frades. À festa junta-se também a Dixie Naza Jazz Band com a ajuda de trombones, clarinetes, trompetes e baterias. A actividade desportiva está garantida com um torneio de futsal e um passeio de BTT que se realizará no domingo, dia 7 de Agosto.

Romaria da Senhora da Agonia, Viana do Castelo
É em Viana do Castelo, que a 6 de Agosto se inicia um extenso programa de festas. Feiras de artesanato, uma procissão em forma de teatro, serenatas e até um desfile de bonecos cabeçudos – tradição adaptada da vizinha Espanha.

Festival do Marisco, Olhão
Sente-se à mesa e delicie-se com os mariscos da Ria Formosa ao som da música dos Queen of Fire, banda tributo aos Queen que inauguram o festival a 10 de Agosto e depois dará lugar a nomes como Xutos e Pontapés, Pedro Abrunhosa ou Tony Carreira.

Festas em Honra da Nossa Senhora das Brotas, Mora
É uma festa religiosa que realmente conta com uma procissão pela aldeia e uma missa especial. Mas quando o sol se põe chega a animação: desde uma sessão de fados à actuação de DJs e diferentes bandas.

Festa de Santa Maria, Vales Mortos
Todos os anos, no mês de Agosto a população de Vales Mortos, uma localidade do concelho de Serpa, anima-se para um conjunto de bailes, passeios, torneios e procissões. Durante três dias, de 12 a 15 de Agosto há bailes noite adentro, um passeio BTT e outro equestre, um torneiro de cartas e uma procissão pelas ruas. Talvez por estar ali já perto da fronteira, encerra as festividades com uma “gaspaxada”.

Feira de São Mateus, Viseu
Reza a lenda que esta feira tem uma herança bastante pesada, tendo sido criada em 1188 por D. Sancho I, tomando nesta altura o nome de Feira Franca. Entretanto o evento centenário mudou de nome e também de conteúdo. Já não se trata só de um aglomerado de expositores de diferentes actividades mas sim uma festa com concertos e até acrobacias aéreas. Na música está garantida a presença de Tony Carreira, do qual se dispensam as apresentações mas também de novos talentos da música ligeira nacional como Aurea que espalhou o tema “busy (for me)” pelas rádios. O destaque vai ainda para os James, grupo britânico dos anos 80 e 90 que celebrizou músicas como “sit down” e “she”s a star”.

Festas do Mar, Cascais
É entre a Baía de Cascais, o Largo da Cidade Vitória e o Jardim Visconde da Luz que acontecem as Festas do Mar. Propostas gastronómicas para despertar o paladar, mostras de artesanato e concertos. Da brasileira Vanessa da Mata, passando pelo fado de Carminho à “Máquina” dos Amor Electro. O fogos de artifício traz cor assim como a procissão que encerra as festas, a 28 de Agosto, o último dia de festa.

Feira de Grândola
Dentro do recinto há um pouco de tudo: desde pequenas bancas a vender bijuteria e roupa a carrosséis e concertos. Este ano estão convidados os Homens da Luta, os Expensive Soul, a homenagem a José Afonso com Zeca Sempre, The Gift, Tony Carreira e, como não podia deixar de ser, um festival de folclore. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/139524-meu-querido-mes-agosto-bailes-bailaricos-e-couratos-na-brasa, a 27 de Julho de 2011, em Jornal I

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Dicas Para Quem Pretende Ser Bem Sucedido Lá Fora…

Como Ser Bem Sucedido Lá Fora...  Fonte: www.liverig.wordpress.com

Hoje trago uma notícia de como deveremos agora, para termos sucesso no estrangeiro, passo a transcrever a referida…

« Dicas para ser bem sucedido no estrangeiro

Se quer dominar as técnicas de exportação, em qualquer mercado há condições que tem de assumir como obrigatórias.

Não interessa se trabalha num sector tecnológico mais avançado ou num sector tradicional como o calçado ou agro-alimentar. Se a sua empresa já tem uma dimensão considerável ou se é ainda uma pequena empresa. O que interessa quando se fala de exportação é saber reagir aos diferentes mercados numa lógica de competição internacional. E exemplos não faltam em Portugal de Pequenas e Médias Empresas (PME) que ganharam dimensão e posição de destaque nos mercados internacionais e que em muito têm contribuido para o crescimento sustentado das exportações nacionais.

Também é verdade que existem ainda hoje muitas PME com reduzidos volumes de produção que não dominam as técnicas de exportação e são comercialmente pouco agressivas. Com sistemas de informação por vezes deficientes, são empresas que estão numa situação económico-financeira comprometedora, depois de anos e anos de subsídiodependência, como refere a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Mas para aquelas que estão bem estruturadas, e que querem iniciar a exportação para algum mercado, pode encontrar no site da Aicep – http://www.portugalglobal.pt – todos os procedimentos que deve seguir. Além dos factores de competitividade mais importantes, como o marketing, a qualidade, o design, a inovação, a marca e a imagem, não se esqueça que antes de avançar com um processo de exportação tem de reunir todas as condições de viabilidade estratégica, económica, financeira e técnica. Aqui ficam algumas dicas dos cuidados que deve ter para ser bem sucedido na exportação do seu produto ou serviço.

1. Factores críticos de sucesso
Em qualquer negócio tem de se saber quais as áreas onde a excelência é condição mais que obrigatória, já que são essas que irão determinar a decisão final de compra de um produto ou serviço.Chama-se a isto identificar os factores críticos de sucesso.

2. Vantagens competitivas
É preciso saber e ter vantagens competitivas face à concorrência. Quais são os seus pontos fortes? Esta é uma resposta que tem de saber responder com exactidão e na ponta da língua. Caso tenha hesitado, não é bom sinal.

3. Fazer diferente
É preciso desenvolver capacidades de fazer e de produzir diferente. Desta forma, não só transmite valor acrescentado aos clientes como passa uma imagem corporativa de excelência do seu negócio.

4.Informação estratégica
É preciso potenciar a informação estratégica relevante disponível e fidedigna que permita não só o conhecimento dos mercados, mas também das oportunidades de negócio que existem ou que facilmente podem ser geradas nesses mesmos mercados.

5. Pessoas
Não pode fazer nada sem uma boa equipa de recursos humanos. Precisa de recrutar quadros superiores e intermédios especializados, motivados e com formação em internacionalização, técnicos e financeiros.

6. Gestão
Deter capacidades de gestão interactiva e de organização nem que sejam mínimas mas dedesde que sejam as adequadas e suficientes à maior complexiddade dos processos de exportação.

7. Marketing
Tem de ter uma pequena estrutura para o desenvolvimento de todas as acções relacionadas com o marketing.

8. Responsabilidade
Seja responsável nas suas decisões e gestos. Seja prudente e tenha sempre presente que é melhor ir crescendo de forma gradual. Não dê um passo maior que a perna. E é bom não fugir da realidade da empresa. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/dicas-para-ser-bem-sucedido-no-estrangeiro_123334.html, a 26 de Julho de 2011, em Diário Económico.

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Amy Winehouse….O Fim Trágico de Uma Grande Voz…

Amy Winehouse... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo sobre a mítica cantora que faleceu no passado sábado, fala da controversa Amy Winehouse…

« Amy Winehouse. Assim se cala uma grande voz

Gerou amores e ódios, encantou e desiludiu. No sábado morreu em casa para tristeza dos fãs de “Rehab”. Amy tinha tudo para ser grande, mas o corpo não deixou

Toda a gente sabia que aconteceria, inevitavelmente. O fim avisava-se há já alguns anos, quando as actuações em palco começaram a chamar mais a atenção de tablóides do que propriamente de amantes da música. Amy Jade Winehouse cultivava amores e ódios à sua volta à velocidade com que dava tragos de uísque em palco. Foi encontrada morta em casa no sábado. Apesar de a polícia ainda não ter avançado com pormenores, o “Daily Mirror” revelou que terá sido uma combinação fatal entre ecstasy de má qualidade e álcool que ditou o destino da cantora.

Nascida no Norte de Londres em 1983, no seio de uma família judia, interessou–se desde cedo pela música. “Frank” (2003) foi a sua entrada triunfal. O álbum de estreia foi nomeado para o Mercury Prize, prestigiado prémio britânico. Três anos depois chegaria “Back to Black”, a encantar meio mundo com uma voz quente e rouca que acompanhava letras pessoais e profundas. O álbum que reunia temas como “Rehab” ou “You Know I’m no Good” venceu cinco das seis nomeações em que estava nomeado para os Grammy. Um terceiro álbum estaria para sair, ainda envolto num certo mistério.

Por trás das músicas envolventes e melancólicas, estavam graves problemas com álcool, drogas e ainda um relação destrutiva com o ex-marido Blake Fielder-Civil. “Não tenho dúvidas: ninguém lhe quis dar a mão”, diz o cantor Fernando Tordo, acrescentando que Amy “era um talento, um cromo! Uma pessoa diferente mas uma rapariga muito frágil”. Poderosa, extraordinária, doce, frágil têm sido alguns dos adjectivos usados para a descrever.

“São situações que acontecem no teatro, no cinema. São excepções, por isso é que são notícia”, comenta Manuel Moura dos Santos, agente musical e ex-jurado do programa “Ídolos”. O próprio confessou-se fã da cantora, apesar de uma má recordação do Rock in Rio, onde teve uma prestação “deplorável”.

Com 27 anos, Amy morreu e consigo levou o eyeliner carregado, o cabelo negro, a cintura de vespa e a voz enorme.

 

Cabelo
Até tem nome: beehive, por fazer lembrar uma colmeia. A senhora que criou o famoso penteado dos anos 50 e 60 foi Margret Vinci Heldt, dona do cabeleireiro a que emprestava o mesmo nome, em Chicago. O penteado, que se baseia em formar um grande alto no topo da cabeça, foi recuperado pela cantora que o trouxe para o novo milénio. Amy inspirou-se nas The Ronettes, uma banda feminina dos anos 60.

Peito
Respirava blues e R&B. Em criança ouvia Frank Sinatra com o pai, mas foi aos 13 anos que recebeu a primeira guitarra para logo depois começar a escrever. O peito da cantora foi motivo de alguma controvérsia não só por ter colocado silicone mas também porque o pai, Mitch Winehouse, o elogiou num programa de televisão: “Está fantástica, as mamas dela estão óptimas também”, deixou escapar.

Voz
De um lado, os escândalos relacionados com a sua vida pessoal e amorosa, com drogas e álcool à mistura, do outro, os rasgados elogios feitos à sua voz, escrita e interpretação. Grandes nomes da música elogiaram Amy, a britânica esquálida e magricela que brotava uma voz forte e rouca que tantas vezes parecia demasiado potente para o seu corpo. Winehouse era um contralto, tipo de voz que está entre o tenor e o mezzo-soprano. Resumindo: tinha um timbre robusto, a potência de uma voz masculina.

Tatuagens
No antebraço direito, um pássaro com a frase “never clip my wings” que traduzido seria “nunca me cortem as asas”. Uma ferradura (símbolo de sorte), uma boneca pin-up e a expressão “menina do papá” aparecem no braço esquerdo. No peito exibia um pequeno bolso onde estava escrito o nome do ex-marido ­– “Blake’s” ou “do Blake”. Na barriga, mesmo ao lado do umbigo tinha desenhada uma âncora com as palavras “hello sailor”. Ao todo, “12 ou 13”  tatuagens, disse numa entrevista.

Pernas
Há fotos que relembram o quanto foram rechonchudas, mas nos últimos anos eram magras, escanzeladas. Muitas vezes tinham nódoas negras e cortes. A cantora teria por hábito cortar-se mas também sofreu agressões do ex-marido, Blake.

Roberta Medina: “No momento em que a Amy aterrou ficamos mais aliviados”

A cantora fez a sua estreia em Portugal no Rock in Rio 2008. Como foi a experiência de a ter como convidada? Na verdade foi bem característico, se fosse tudo certo não era a Amy. Nunca sabia se ia vir ou não, não sabia se estava na clínica ou não. No momento em que aterrou ficámos mais aliviados.

E o concerto? Recorda-se de algo em particular? Para mim foi uma experiência estranhíssima andar pelo público e ver pessoas dançando – porque realmente a banda é muito boa – e outras olhando assim para Amy, espantadas, porque não estava como se esperava.

Como é que recebeu a notícia da morte? Repito a frase de amigos [da cantora]: é assustador mas não é surpreendente. Na música, também no Brasil, acompanhámos talentos como Cazuza, Cássia Eller ou Renato Russo com um fim trágico.

Neste meio é inevitável a relação com as drogas ou o álcool? Acho que é super evitável. Até porque a maior parte dos músicos são saudáveis. As digressões são muito esgotantes, você tem de ter uma energia enorme para ser simpático, você é o centro das atenções. É uma vida difícil. Não é preciso drogas mas é difícil canalizar essas energias.

Fernando Tordo: “Amy não me ouviu”
“Triste, muito triste.
E se não fosse a idade que me traz pacificação, estaria danado com quem deixou Amy Winehouse mais uma vez sozinha; desta vez foi fatal, o fim. Acabou-se a droga, o álcool; mas pior do que tudo foi ter acabado uma originalidade, uma força tão frágil.
E bela. Dediquei-lhe uma canção – “Amy” – gravada há mais de um ano e que faz parte do meu próximo álbum, “Por este Andar” – com arranjos de Pedro Duarte. Não me ouviu. A Amy não ouviu um tipo insignificante que a admirava muito e que sabia que ela só tinha dois caminhos. Hoje ela escolheu um deles.”
Músico
[Fernando Tordo escreveu este texto
no sábado, dia em que Amy morreu] »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/139044-amy-winehouse-assim-se-cala-uma-grande-voz, a 25 de Julho de 2011, em Jornal I

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Conheça o Novo Disco dos GNR…

Novo Discos dos GNR Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje e para se começar bem a semana, trago um artigo interessante, desta feita, feito pelo Grupo Novo Rock, mais conhecido pela sigla de GNR…

« GNR. “As coisas mais engraçadas ainda estão para acontecer”

Aos 30 anos de vida a banda aterra com “Voos Domésticos”. De bagagem pesada, o trio falou do passado com olhos postos no futuro

 É numa mesa redonda que os três membros do grupo conversam entre si. Um fala, outro interrompe, outro ri-se, mais uma história, mais uma gargalhada, piscar de olho para aqui, acenar de cabeça para ali. Recordam um concerto, uma pessoa, uma música. Esquecem-se da pergunta. O Grupo Novo Rock esteve para se chamar Trompas de Falópio, sobreviveu à ressaca do rock, rebentou pelas costuras o Estádio de Alvalade, com um público ansioso por fazer de coro a “Dunas” e chega aos 30 anos de carreira com a convicção de que a banda é a coisa mais importante das suas vidas. Em 1981 era editado “Portugal na CEE”. Três décadas depois, Rui Reininho, Tóli César Machado e Jorge Romão apresentam “Voos Domésticos”, disco que oferece um novo twist aos clássicos dos GNR. Coincide com o festejo do aniversário redondo, mas não é para o celebrar, garantem.

Como é olhar para trás e ver passar estes 30 anos?

(Tóli César Machado) É bom e é mau. É bom porque me sinto bem, é mau porque passou muito depressa. É um instantinho.

(Rui Reininho) E com a viragem do século é ainda mais complicado, dizer que somos músicos do século passado.

Os “Voos Domésticos” vêm fazer as honras da comemoração?

(TM) Este disco não é por causa dos 30 anos, coincide com os 30 anos do grupo mas não fizemos o disco para o aniversário. Continuamos no activo, isto não é um come back, continuamos a fazer digressões, tivemos um disco de originais o ano passado… Este ano pensou-se que seria interessante fazer uma coisa mais abrangente, pegar em discos e gravá-los outra vez. Não é aquele aproveitamento, daquelas bandas que já não fazem nada e que de repente voltam. E não é “vamos fazer 30 anos e um disco em forma de best of”. Aliás, são 30 anos ininterruptos, sem pausas.

Não é um ritmo um pouco cansativo?

(TM) Sei que é bom poder parar mas aqui não se pode, é impossível. Mesmo a pequena estrutura que nós temos não nos permite fazer isso. É um bocado como os bombeiros, estar sempre ao pé do telefone.

E como é que tudo começou? Quais eram os principais objectivos dos GNR?

(RR) Depois de ver estes senhores a tocar, fui-lhes fazer uma entrevista, portanto podemos ter aqui uma candidata a entrar nos GNR [risos].

(TM) Os objectivos de qualquer grupo são gravar um disco e tocar. Não se pensa que vai durar não sei quantos anos ou que vai parar aqui e ali ou que vai tocar lá fora. É o prazer de tocar e de ser visto a tocar e gostar da sua música. Passa apenas por isso. E as coisas vão acontecendo e as ambições vão sendo diferentes

(Jorge Romão) Enquanto permanece o gosto de tocar é arriscar.

(RR) Arriscar sempre, não é? Ir aos Coliseus, ir a Lisboa, são pequenas metas. E aquela história dos estádios…

(TM) Agora preferimos sítios mais pequenos [risos] de outra maneira, uma coisa mais assim para a nossa idade, mais tranquila e intimista. Nos festivais as pessoas também gostam mais.

(JR) Da maneira como as coisas estão também já não há quatro estações, não se pode programar um espectáculo ao ar livre em Setembro.

Hoje em dia gostam de fazer espectáculos mais pequenos, intimistas?

(TM) Não é gostar, são coisas diferentes. Eu agora acho mais piada porque é o espectáculo que estamos a fazer, mas gosto das duas coisas. Fizemos no Delta Tejo, com a orquestra da GNR tal. Eu gosto de fazer as duas coisas.

O que recordam melhor do dia em que encheram o Estádio de Alvalade?

(RR) Por acaso tenho uma memória fresca, porque passou na RTP Memória há algum tempo. É engraçado ver como aquilo foi filmado, com as condições da época, está a fazer 20 anos. Mas a memória é recente.

(TM) Por acaso quando falaste em 20 anos pensei que era menos.

Quando dão grandes espectáculos não ficam com receio de não conseguir alcançar esse nível novamente?

(RR) Isto é um bocadinho como as paixões, uma pessoa pensa sobre uma paixão que tem há 20 anos: “Será que vou tornar a apaixonar-me?” Eu acho parecido. Se acontecer, tudo bem, se não, não vivemos de recordações.

Há alguma situação ou peripécia particular de que se lembrem desse dia?

(TM) A única coisa que recordo não posso contar.

(RR) Recordo de ter estado ali a dar uns toques numa bola de vólei cá fora.

(TM) Lembro-me que parecíamos uns palhaços todos maquilhados. Parecíamos o Batatoon. Mas quando íamos para a televisão tínhamos de ser assim.

(RR) Foi diferente no sentido em que fomos para lá com um dia de antecedência. É engraçado aquilo, foi quase um casamento de ciganos, durou três dias, para aí. Os festivais eram menos frequentes e foi a primeira vez que participámos assim numa estrutura tão grande.

(TM) Aquilo era um bocado brincar às superbandas, não é? Como ser os Rolling Stones, não é? Aquela ideia que as equipas vão à frente e só temos de chegar e fazer. Nós não, somos os primeiros a chegar e os últimos a sair.

(RR) Tem de se ter o trabalho de casa bem feito.

(JR) Tecnicamente convém.

(TM) É como nos discos, aquilo é “rec”, toca a gravar, não vamos para lá fazer palha, fazer jam sessions, estar lá a curtir. Tenho mais que fazer.

E como é que surgiu a ideia para o nome da banda?

(TM) O nome… já nem sei de quem foi a ideia, minha não foi. Havia outros nomes em cima da mesa, esse era o mais engraçado. Havia outro nome, Trompas de Falópio, era assim um disparate. Havia assim uma série de nomes, esse era o que tinha mais graça. E chamava a atenção por causa das siglas, iguais à da guarda.

E o primeiro impacto? Perceberam logo que podiam ter sucesso com o “Portugal na CEE”?

(TM) Por acaso quando foi o lançamento não era o boom do rock na altura, as coisas correram muito bem, nem sei se foi disco de ouro. Mas quando fizemos o segundo disco já era a ressaca do boom do rock e era um disco um bocadinho mais ousado. Mas pronto, teve altos e baixos, não se tem noção se se vai ser grande ou não – se é que somos grandes, que eu na verdade não tenho essa noção. Realmente há discos que se vendem mais do que outros, mas nunca fomos uma banda muito de top.

Passados tantos anos, os vossos sucessos continuam a ser ouvidos por diferentes gerações, há miúdos que ainda aprendem a tocar viola com as “Dunas”.

(RR) As pessoas lembram-se, fica essa parte afectiva e recíproca.

(Tóli) Acho que este disco é um bocadinho para essas gerações, para ouvir estas músicas com uma roupagem um bocadinho diferente. Mas também não é do género “toda a gente sabe tocar as nossas músicas”. Conhecem uma ou outra…

(JR) Ainda agora no Delta Tejo alguém disse “ah, esta música é dos GNR?”

E o rock que se faz hoje em dia?

(TM) Em Portugal aparecem e têm aparecido muitas bandas rock. Coisas boas.

(RR) Mas com um formato muito pop, não é? As pessoas adoptaram muito aquela questão das músicas realmente não ultrapassarem os dois, três minutos, não há aquele solo de outros tempos, parece que já está um pouco démodé.

E o que é que se ouvia na altura, quando nasceu a banda?

(TM) Eu ouvia muito Talking Heads, Elvis Costello. Também gostava bastante dos Rolling Stones e de coisas mais distintas, de rock sinfónico.

Assistiu-se a algumas entradas e saídas no grupo, nomeadamente do Vítor Rua e do Alexandre Soares. Alguma vez chegaram ao ponto de ruptura? De pensar que podiam acabar?

(TM) Tivemos fases más, mas nunca se pensou em acabar, pensou-se sempre em começar. Houve uma crise muito grande que é coincidente com a entrada do Jorge e foi também a altura da crise económica do país, em 83. Foi uma altura a seguir ao boom, veio tudo por aí abaixo. Fixámos a banda talvez a partir dos anos 90, foi com a saída do Alexandre, que saiu duas vezes [risos].

(RR) A certa altura houve umas crises e uns processos e isso acaba por dar mais união. Uma pessoa acorda maldisposta e tem duas soluções: ou desiste ou anda para a frente e enfrenta as contrariedades e as animosidades. Não é muito fácil, sem querer ser choninhas ou queixinhas, mas há um tipo de força numa imprensa, específica, especializada, em cortar. Isto não serve, isto não vai servir, isto já acabou. Fazem funerais antecipados por ser giro, porque não têm mais nada de que falar e porque não conhecem, também. Acabaram mais jornais e programas que bandas. E continuamos aí. Hoje acho que é mais difícil uma pessoa sobreviver ao segundo disco, o primeiro pode correr bem mas o segundo se não corre bem é quase morte anunciada.

Dentro da banda cada um sabe o seu lugar?

(RR) É espontâneo isso, e nós damos connosco a tratar de tudo. Aquilo de que se fala lá fora, de management, não é muito eficaz em Portugal. São pessoas normalmente muito pouco qualificadas. Acabamos por ser nós a tratar de tudo. Eu posso dizer 30 vezes que tenho vertigens e que não posso ficar acima de um terceiro andar, não me adianta nada.

(TM) E eu que não me importo acabo sempre no terceiro.

(RR) Muitas vezes temos de nos relembrar uns aos outros para fazer cumprir horários.

Chegaram aos 160 mil discos vendidos com o “Rock in Rio Douro”, por exemplo. Os GNR são abastados?

(JR) Não vivemos mal, mas abastados também não. Vivemos sem saber o dia de amanhã, isso é verdade, sem subsídios.

(RR) Não me posso dar ao luxo de dizer vou parar agora este Verão. Já estou para ir ao Butão há cinco anos!

(TM) Ao Bolhão? [risos]

(RR) É um ponto pequenino enfiado ali entre o Paquistão e o Nepal… Não gostam de turistas, acham que os turistas estragam, então tem de se marcar a visita com antecedência de dois anos. Mas depois nunca dá jeito porque estamos sempre à espera que o telefone toque. É só um exemplo de como as coisas podem ser difíceis.

[O telefone toca.]

(TM) Ó diabo! Ganhou uma viagem ao Butão. [risos]

Isso quer dizer que a banda é a prioridade das vossas vidas? Ou um capricho juvenil?

(RR) É um bocadinho isso. Pode dizer-se que não é como aqueles torneios de ténis para seniores, faz parte das nossas vidas. Isto não é um part-time.

(TM) Se a situação está má, tem de se fazer mais. Eu não posso fazer outra coisa, não sei fazer mais nada.

Os GNR são amigos fora do palco?

(RR) Com certeza que somos minimamente solidários, seja por amizade, seja por amor ou interesse. Vamos tomando decisões, este é um meio com muita entropia, muita queixa. Tem é de se ser positivo nestas fases. Já ouvi dizer duas vezes que o seu jornal ia acabar e vocês aguentam-se, dizem que “o i não tem pernas para andar e tal”, mas continuam a publicar, não é? É um pouco esse espírito, está tudo ligado.

Quando ouvem uma música vossa, num café, na rádio, o que fazem?

(JR) Ponho-a mais alto!

(RR) Às vezes as pessoas no supermercado presenteiam-nos e põem a música mais alto, isso é um bocadinho embaraçoso. Até porque às vezes enganam-se e metem de outro. Do género “esta música é muito bonita” – e é dos UHF. E, sem ser pretensioso, acho que grande parte das músicas já não nos pertence, não é?

Para este CD tiveram de estudar muita coisa passada…

(TM) O trabalho de regravarmos coisas de que já não nos lembrávamos, para tirar notas e acordes… Achei piada a ouvir coisas que não ouvia há anos. Mas há coisas que não gosto de ouvir, são um bocado naifs, não é? Por isso é que gravámos este disco. Algumas que achamos que mereciam ser mexidas, outras que tentámos e não conseguimos, outras que foram complicadas, como o “Sangue Oculto”, que é muito difícil, porque é um hit. É como o “Dunas”, que é ainda pior. Nem tentámos.

Depois de tantos anos a actuar ao vivo, nunca se fartam?

(TM) Não damos muitos, queríamos era dar mais. Isto é um bocadinho como o desporto, como jogar futebol. O que cansa é fazer poucos jogos, não é fazer muitos. Porque com poucos não se tem o ritmo de espectáculos que é preciso ter.

(JR) A espera é que cansa.

(TM) Se bem que isto é um bocado como a bicicleta. Com a rodagem que temos dos anos já quase fazemos isto de olhos fechados. Mas aquele ritmo de concerto, o timing de espectáculo, é uma coisa que só se tem se se tiver 15 ou 20 datas. E uma pessoa até fica a dormir melhor.

Que recordações vos tiram mais o sono?

(TM) Ui… As recordações são tantas… Quando o palco cedeu, e ele desapareceu… [Rui Reininho]

(RR) Parti quatro costelas.

(TM) Também estivemos fechados com um gajo num camarim com uma pistola. Porquê? Isso agora…

(JR) Era uma festa de Carnaval!

(RR) As coisas mais engraçadas estão para acontecer, de certeza. »

 In: http://www.ionline.pt/conteudo/138740-gnr-as-coisas-mais-engracadas-ainda-estao-acontecer, a 23 de Julho de 2011, em Jornal I

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A Receita Deste Fim Semana É: Pargo Assado No Forno…

Pargo Assado no Forno... Fonte: http://www.petiscos.com

A receita que trago este Domingo, trata-se nada mais, nada menos que Pargo Assado no Forno, e aqui fica a respectiva receita.

« Ingredientes:

  • 1 pargo
  • 1 cebola média picada
  • 1 cenoura
  • 1 ramo de salsa picada
  • 1 alho picado
  • 1 colher de sopa de banha
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1/2 colheres de chá de colorau doce
  • 2 dl de água
  • 3 colheres de sopa de vinho branco
  • 2 pitadas de oregãos
  • farinha, sal, pimenta, sumo de limão e manteiga q.b.


Preparação:

Coloca-se o peixe num tabuleiro, cobre-se com a cebola, salsa e alho. Põe-se por cima a cenoura em tirinhas, polvilha-se com pimenta e os oregãos, regam-se com o azeite e deitam-se no fundo do tabuleiro o vinho misturado com a água, nos quais de defez a 1/2 colher de chá de colorau e a banha em pedacinhos. Assa-se em forno brando, regando-o, de vez em quando, com colheradas do molho que for fazendo. A meia assadura, rodeia-se com batatas cozidas em quartos. Depois de assado, retira-se, escorre-se o molho para um tachinho, junta-se-lhe uma colher de chá de farinha desfeita num pouco de água e leva-se a calor brando, mexendo sempre até engrossar e cozer a farinha. Tira-se, adiciona-se-lhe um bocadinho de manteiga e um fio de sumo de limão, deita-se sobre o peixe e serve-se. »

In: http://www.receitasemenus.net/content/view/1653/153/, a 23 de Julho de 2011

Bom Apetite!

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Conheça a Agenda Para Este Fim Semana….

Agenda de Fim Semana... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo que achei engraçado, pois trata-se da agenda para o fim de semana em que estamos…

« Agenda de fim-de-semana

 Apesar do vento que não parece estar interessado em abandonar o país e rumar para paragens mais merecedoras, há muitas coisas para fazer, ver e ouvir. Afinal, é Verão. Júlio Pereira toca junto ao rio Sorraia, Sassetti vai às Caldas da Rainha, Lisboa recebe performances e espectáculos onde os espectadores sobem ao palco, na Culturgest. Há festas à noite, margaritas para beber em Sintra, flores exóticas e música para dançar. Vista uma malhinha e faça-se à estrada

Sexta-feira, 22

 

Música
Bernardo Sassetti
Centro cultural e Congressos, caldas da rainha
às 21h30
preço: €10 e €15

Boas notícias para quem não conseguiu assistir ao bailado criado pelos coreógrafos portugueses para o Dia Mundial da Dança, a 29 de Abril. Madalena Vitorino, Rui Horta, Rui Lopes Graça, Olga Roriz, entre outros, dirigem a Companhia Nacional de Bailado, a partir da composição e interpretação  de Bernardo Sassetti. Respire fundo. O rejuvenescimento é garantido.

 

Chifre
Musicbox, lisboa
A partir das 23h30
preço: €8

Livros, discos, filmes e design cabem todos dentro da mesma editora portuguesa, a Chifre. E o motivo parece ser  suficiente para pôr gentes a dançar toda a noite. Na festa de apresentação é para ouvir o rock de Capitão Fausto e d’A Armada e as canções de Diego Armés e David Pires – os primeiros nomes da Chifre, pois. E ainda fazem uma DJ Battle com Pedro Ramos e Pedro Moreira Dias da rádio Radar.

 

Águas de maio
Teatro Lethes, teatro Municipal de faro
às 22h00
preço: €5
Concerto de apoio aos prejuízos causados pela inundação da sede da Associação Cultural Música XXI. Os espectáculos são de Duo em Sol Maior, Duo violiNacordeão, Eudoro Grade, Gonçalo Pescada, José Alegre, Outras Vozes, Rui Baeta e António Lopes, e Vá-de-Viró. Depois de um relaxante dia de praia, uma infinidade de músicas calham bem.

 

Performance
Histórias Suspensas

Centro Cultural de Belém, Lisboa
às 18h00
preço: entrada livre

São três contadores de histórias que entram para dentro da história. Saltam, voam e desviam a narrativa, inventando outras realidades, com muita imaginação. E o melhor é que dá para toda a família.

Por detrás da cortina (Visita encenada)
Grande auditório da Culturgest, Lisboa
às 13h00 e às 17h30
preço: €5

Vamos por partes. Antes de mais convém saber que a peça regressa à Culturgest, para fugir logo de seguida e hoje é o último dia em cena. Durante a representação há Verão e Inverno, calor e frio. E ainda, os actores são acessórios e os espectadores acabam por subir ao palco.  Parece que está tudo trocado, mas é convite para descobrir o que está para lá da cortina.

 

Sábado, 23

 

Teatro
O avarento
Teatro Carlos Alberto, porto
às 21h30
preço: entre €10 e €15

O público do Festival de Almada elegeu-o como Espectáculo Honra 2011. Areposição é imperdível, não fosse este uma comédia pura de Molière.

 

Música
Do amor
jardim do Centro cultural vila flor, guimarães
Às 23h00
entrada livre

Em Portugal ainda não são muito conhecidos, pelo menos como banda. Antes,  dividiam o palco com  Caetano Veloso e com os Los Hermanos. Os Do Amor apresentam o álbum de estreia no jardim do CCVF. Sugestivo q.b.?

 

Júlio Pereira
praia fluvial do parque ecológico do gameiro, mora
às 21h00
preço: €1

O cenário é idílico: árvores e o rio Sorraia mesmo ali, à beira dos pés (e das mãos). Antes que se prepare para ir a banhos, tenha em conta que vai ouvir o cavaquinho de Júlio Pereira. E as noites estão frias, é melhor guardar o mergulho para depois.


Orquestra sinfónica portuguesa
largo de são carlos, lisboa às 20h00
preço: entrada livre

A noite é de óperas e de suas aberturas. Há “O Barbeiro de Sevilha”, “Parsifal”, “I Vespri Siciliani”, “Hänsel e Gretel” e “1812”. A direcção musical é de Martin André. E é ao ar livre, num dos largos mais bonitos de Lisboa, o que também ajuda à festa.

 

Exposições
Round the corner
Teatro da trindade, lisboa das 15h00 às 20h00
preço: entrada livre

Conjunto de retratos individuais, mais a atirar para o documental do que para o encenado. Alípio Padilha, o fotógrafo, disse que a ideia é reproduzir dois encontros: um entre o próprio artista e o retratado e outro entre o espectador e a personagem. Confuso? O melhor é mesmo ir lá tirar as dúvidas.

 

Teatro
Quem controla o passado controla o futuro

teatro turim, estrada de benfica, 723, lisboa
às 22h00
preço: 10€

Ana Ribeiro e António Duarte encenam este texto a partir da obra de George Orwell. Depois da adaptação de “O Triunfo dos Porcos”, no teatro da Trindade, a dupla volta ao autor. A peça parte de “1984” que em palco é dividido em pequenas histórias.

 

Domingo, 24


Música
Frankie Chavez
fnac almada fórum
às 22h00
preço: entrada livre

Não parece, mas o miúdo é português. Tem é uma paixão pelos states. E cowboys e surf e isso.

 

Linda Martini
Parque Santiago, setúbal
às 22h30
preço: entrada grátis
Jantar choco frito ao som de uma das bandas de culto portuguesas parece uma boa forma de acabar o fim-de-semana. Sem pagar a música, pois.

 

Festas
Festival do ar
praia de melides, grândola
das 9h00 às 19h00
preço: entrada grátis

Vai ser a loucura dos ares: kitesurf, papagaios e parapente. Acrobáticos e coloridos, a encher o céu do Alentejo. E DJs e tudo.

 

Jardim do México
jardins de monserrate, sintra
das 15h30 às 19h00
preço: 6€

Imagine um jardim cheio de plantas exóticas, flora rica e luxuriante. Já está? Não precisa de imaginar, é só ir a Sintra ver com os próprios olhos. E há margaritas. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/138461-agenda-fim-de-semana, a 22 de Julho de 2011, em Jornal I

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Conheça as Facetas de Jim Carrey…

As Facetas de Jim Carrey... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo sobre Jim Carrey, que saiu num diário da nossa praça, passo a transcrever o mesmo…

« Jim Carrey. Como viver a fazer caras feias

 Não se pode pensar em Jim Carrey sem o imaginar curvado, de músculos contraídos e maxilar deslocado, em “O Melga”, com bocas estranhas em “Ace Ventura”, de sorriso amarelo em “The Truman Show” ou de olhar perdido em “O Despertar da Mente”. O actor tem mil e uma caras e caretas, mas parece já ter esgotado o repertório pela generosa lista de filmes que protagonizou. Hoje regressa às salas de cinema com “Os Pinguins do Sr. Popper”, em que um Carrey mais comedido entretém um público jovem que acredita em contos de fadas. Relembramos a prestação do actor para que no dia da estreia tire as dúvidas: afinal quantas caras tem Carrey?

 Ace Ventura – Detective Animal (1994)
Foi um sucesso de bilheteira, apesar de não ter sido bem recebido pela crítica. Ace Ventura tem um importante caso a desvendar: o desaparecimento deum golfinho. As bocas estranhas e os movimentos bruscos são comuns no detective.

 

O Melga (1996)
Irritante, insistente, maçador, obsessivo e, note-se, com o maxilar inferior para a frente. A descrição corresponde ao “Melga”. Carrey é o homem da TV Cabo com uma missão a cumprir: tornar um dos clientes o seu melhor amigo. Para isso não olha a meios, passando para lá dos limites do razoável.

 

A vida em directo (1998)
Carrey é o personagem principal de um reality show… sem o saber. A história complica-se quando começa a perceber que se passa algo estranho.

 

Ela, eu e o outro (2000)
É uma perturbação de identidade que dificulta a vida amorosa deste polícia. Carrey é Charlie, calmo e educado, mas também é Hank, um louco despropositado.

 

Bruce, o Todo- Poderoso (2003)
Ficar com sete dedos numa mão é só uma das proezas que Jim Carrey consegue alcançar neste filme. Bruce, a personagem que interpreta, é um desgraçado, perseguido por azares, até que um dia tem uma conversa com Deus e troca de lugar com ele.

 

Lemony Snicket’s: Uma Série de Desgraças (2004)
Três crianças órfãs – e menores de idade – recebem uma gorda herança. Ficam com Carrey, o tio ganancioso.

 

O Despertar da Mente (2004)
Carrey paga para esquecer um grande amor, por isso é compreensível que passe a maior parte do filme com cara de carneiro mal morto.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/138202-jim-carrey-como-viver-fazer-caras-feias, a 21 de Julho de 2011, em Jornal I

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