Dicas Para o Sudoeste 2011…

Sudoeste... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo interessante, sobre um guia para o festival do Sudoeste, passo a transcrever a respectiva peça.

« Sudoeste: a bússola manda e o povo obedece

 Não tem de sacrificar-se para ouvir boa música. Saiba o que ver, onde passear e o que comer para aproveitar ao máximo o festival que arranca hoje e acaba Domingo

Já não há muito a dizer sobre o Sudoeste. O festival está lá todos os anos. E para lá se vai, todos os anos. A maioria são festivaleiros fiéis e experientes que olharão para estas páginas com desdém – esses, que atentem à coluna da direita e testem os seus conhecimentos da edição deste ano. Aos novatos, dedicamos estas quatro colunas de texto com uma série de dicas para ter um campismo bem sucedido, dias de praia bem passados e uma barriga consolada.

Ah e, claro, não se esqueça de ir ver os concertos. Do espectáculo de cores e luzes que Kanye West promete, ao rap puro e duro de Snoop Dog, à dança imparável dos Scissor Sisters. Sonoridades e géneros diferentes juntam-se: David Guetta, Deolinda, The National, Janelle Monáe, Clã ou Interpol. Estes e muitos mais numa festa de quatro dias com mais de 70 convidados em palco e cerca de 40 mil no público.

O mundo lá fora é uma selva
Talvez a expressão seja um pouco exagerada mas a verdade é que deve tirar pelo menos uma tarde para riscar tudo o que precisa da lista. Acampar não é uma tarefa do outro mundo mas pode tornar-se uma experiência desagradável se não pensar as coisas ao pormenor.

Tente chegar o mais cedo possível. Por esta altura é provável que já tenha dificuldade em arranjar o lugar perfeito para montar o estaminé, mas pelo menos ainda deve conseguir uma agradável sombra. Não se esqueça de limpar do chão objectos e/ou bichos estranhos.

Na mochila, chapéu e protector solar não devem faltar, assim como uma lanterna para enfrentar a escuridão do campismo e papel higiénico ou toalhetes para preservar o mínimo da higiene diária. Leve também uma venda – senão conseguir arranjar um lugar à sombra esta será a melhor maneira de resistir à luminosidade quando o sol nascer pelas 6h40 – e alguns comprimidos entre analgésicos e outros que o livrem das maleitas de uma noite de diversão a mais.

A música é boa mas a praia não lhe fica atrás
Poderá banhar-se nas paradisíacas águas da Costa Vicentina. Há muitas praias à escolha, a que está mais à mão é da Zambujeira, rodeada de ravinas, rochas mergulhadas na água de um azul claro. Parece-lhe bem? Assim como a muita boa gente, cerca de 40 mil – contas feitas ao público do ano passado. Por isso, se preferir afastar-se um pouco da confusão festivaleira dirija-se à praia da Amália. O nome deve-se precisamente à fadista que gostava muito de se banhar por estes lados. Pode ser que tenha de se aventurar numa espécie de escalada para pisar as areias desta praia mas, ao menos, terá alguma privacidade garantida. Alguma, sublinhamos. Até porque as circunstâncias propiciam a prática de nudismo mas também de outras actividades menos controversas como o surf ou a pesca. Se esta adrenalina não lhe chega, aconselhamos uma visita à praia do Tonel, igualmente rochosa, recatada e de difícil acesso. Há relatos de pneus que se furam no caminho e para chegar lá tem que descer por uma corda.

A vontade de passear e interagir com a natureza ainda prevalece no dia de encerramento de festival? Então – se o seu destino for para norte – faça uma visita ao Badoca Safari Park, em Santiago do Cacém.

Um estômago prevenido vale por dois
Os festivais já não são o que eram. E os festivaleiros também não. As condições melhoram de ano para ano, as infra-estruturas também e quem vai para um festival não quer só saber da música. Os festivais funcionam como miniférias e o que as pessoas querem é descansar, divertir-se e, claro, comer bem.

Novamente apelando à memória de Amália Rodrigues, visite um restaurante perto da praia do Tonel, na Azenha do Mar (o nome é o mesmo, Azenha do Mar). Não perca os percebes da casa, que segundo o que se diz eram o petisco favorito da cantora. Mais perto da Zambujeira do Mar tem ainda o restaurante “A Barca Traquitanas”, onde não pode perder a feijoada de búzios.

Se ao início da tarde começar a sentir um desejo de algo de adocique o paladar, então temos a dica ideal. É em Vila Nova de Milfontes que está a Mabi, uma pastelaria com croissants de chocolate e doce de ovos de chorar por mais. Tem ainda gelados caseiros feitos no dia: os sabores variam entre os clássicos de morango e noz ou uma exótica caipirinha.

Programa completo em www.sudoeste2011.com »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/140999-sudoeste-bussola-manda-e-o-povo-obedece, a 03 de Agosto de 2011, em Jornal I

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