Conheça o Hyunday Veloster…

Hoje e para se começar bem a semana, trago a sugestão de um novo automóvel, desta feita da Hyunday

« Romper com os conceitos tradicionais para criar e conquistar um nicho de clientes

A Hyundai tem no Veloster uma proposta original, com uma porta do lado do condutor e duas portas do lado contrário. É giro e funcional

 Nunca houve tantos construtores a lançarem automóveis destinados a nichos de mercado muito especiais como actualmente. A receita começou a intensificar-se na segunda metade da década de 1980, quando os construtores de viaturas todo-o-terreno chegaram à conclusão que a maior parte dos utilizadores de jipes, a maior aventura a que levavam os seus carros era subir os passeios nas cidades, e vá de aligeirá-los. Nasceram assim os SUV, já sem o robusto chassis em escada e sem caixas de redutoras, construídos a partir de plataformas já existentes na marca em automóveis de turismo.

Depois disso foram aparecendo variações à volta do tema, até que no início de 2007 a Nissan revelou o Qashqai, um conceito de automóvel que cruza um SUV com a funcionalidade de um carro de passageiros e com o ar mais agressivo de um desportivo. Foi um êxito.

Mais recentemente, a Citroën (com o DS3), a Honda (CR-Z), a Peugeot (RCZ) e a Renault (Mégane Coupé) também investiram em conceitos diferentes e o público aderiu. A Hyundai fez o mesmo com o Veloster, cruzando um desportivo com um coupé (visto do lado do condutor é a essa a imagem com que se fica, mas, se dermos a volta ao carro e formos para o lado do passageiro, o que teremos é a imagem de uma berlina de quatro portas).

Num spot de publicidade falado em holandês que anda pela internet é curioso o lema do carro: as portas do lado certo.

Todo o carro está bem pensado e desenhado, com interiores de boa qualidade, instrumentação bem posicionada e a posição de condução agradável e de fácil adaptação.

O maior óbice no capítulo da habitabilidade é a altura dos assentos traseiros ao tejadilho, que, como é um pouco cortado, obriga a que os passageiros com mais de 1,80 metros viajem com a cabeça muito próxima ou mesmo a roçar o tecto.

Como se imagina, o acesso aos bancos traseiros apenas se faz pela porta do lado do passageiro, uma porta de dimensões normais numa berlina compacta do segmento C, igual à porta dianteira desse lado. Já a porta do lado do condutor é maior, igual à de um duas portas, mas não permite o acesso normal à parte de trás.

O maior óbice, no entanto, é a motorização única que o Veloster tem, o motor a gasolina 1.6 de injecção directa, com 140 cv. Sabendo-se que no mercado europeu as mecânicas diesel são as preferidas por mais de metade dos utilizadores e que neste segmento essa preferência subirá até perto dos 80%. A inexistência desse tipo de propulsor pode restringir–lhe bastante as vendas. Segundo sabemos, aos responsáveis pela marca coreana nem sequer estão a pôr a hipótese de vir a lançar uma versão diesel, sendo muito mais provável que surja a versão 2 litros a gasolina a pensar no mercado norte-americano.

Em Portugal está disponível em dois níveis de equipamento, Confort e Style.

Na versão de entrada, que custa 22 880 euros, conta com luzes diurnas, faróis de nevoeiro, airbags frontais, laterais e de cortina, controlo de tracção e de estabilidade, pressão dos pneus, sensores de luz e chuva, alarme, ar condicionado, computador de bordo, volante com regulação em altura e profundidade, rádio com leitor de MP3 e porta auxiliar USB, Bluetooth com reconhecimento de voz e comandos no volante, pedais desportivos e vidros eléctricos à frente e atrás. A versão Style, disponível por 24 990 euros, acrescenta retrovisores com rebatimento eléctrico, banco do condutor com regulação eléctrica, cruise control e bancos parcialmente em pelo. Como extras há na versão Confort sensores de ajuda ao estacionamento traseiro e na versão Style sensores com câmara de vídeo, tecto panorâmico, sistema de navegação e bancos em pele. A caixa automática é também um extra e custa mais 2500 euros. »

In:  http://www.ionline.pt/conteudo/151372-romper-com-os-conceitos-tradicionais-criar-e-conquistar-um-nicho-clientes, a 23 de Setembro de 2011, em Jornal I

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