Receitas de Culinária Para Campistas…Conheça Algumas Das Iguarias…

Receitas de Campismo... Fonte: http://www.vilaflor-paisagens.blogspot.com

Por ser Domingo, trago mais umas receitas, desta feita para campistas, para o efeito vou recorrer a um artigo que saiu na semana num diário da nossa praça. Aproveitem, pois o calor está a terminar…

« Seis receitas para campista fazer

Esqueça o esparguete com atum e os enlatados. Cozinhe com a ajuda dos chefes Luís Baena, José Avillez ou Henrique Sá Pessoa

Quem já tentou cozer esparguete num fogão da CampingGaz às nove da noite sabe que não é uma missão fácil. Requer paciência e alguma fé. Provavelmente só terá começado a comer lá para as onze da noite e provou uma espécie de al dente levado ao extremo que nenhum italiano aguentaria. Se isso aconteceu, a culpa não é sua. O fogão de campismo provavelmente só tinha um bico e a pequena botija não tinha potência suficiente para tal cozinhado. Não seja forreta e compre uma das grandes. Assim, evita peripécias e atrasos.

Se depois desta aventura passou a investir em enlatados, sandes, jantares em restaurantes e tinha como maior extravagância os grelhados, não tirou partido da vida de campista. Cozinhar ao ar livre não tem de ser uma dor de cabeça. Para o ajudar, temos um guia completo, tão fácil como as tendas de dois segundos da Quechua.

Apesar do Verão estar perto do fim, ainda vai a tempo de surpreender amigos e familiares com petiscos feitos num fogão minúsculo.

Desafiámos chefes com pouca experiência de campismo, mas que aceitaram criar receitas para o campista que há em si. As restrições eram: poucos utensílios, um grelhador ou um fogão portátil. Os chefes Luís Baena, José Avillez, Henrique Sá Pessoa, Nuno Bergonse, do restaurante Pedro e o Lobo, Kiko Martins, que está a fazer uma volta ao mundo gastronómica, e Teresa Mattamouros, autora das “Receitas light” (às segundas no i) e colaboradora da “Blue Cooking” oferecem-lhe opções saudáveis e apetitosas. Pode escolher entre entradas, pratos de carne e peixe, e até uma sobremesa.

Deixe a preguiça de lado. Esqueça de vez a chispalhada, a feijoada e a dobrada em lata, as massas em pacote com molho de quatro queijos e a dieta de sandes de pasta de atum. Transforme o campismo numa experiência gourmet.

Tibornas de tomate com conservas e com espetadas de carne

4 pessoas
Chefe Luís Baena

Ingredientes
•  12 fatias de pão (3 p/pessoa)
•  2 dentes de alho
•  4 Tomates médios maduro
•  1,5 dl de azeite
•  2 sardinhas de conversa_por pessoa
•  3 latas de ovas
•  8 ramos de alecrim
•  3 colheres de sopa de pesto
•  2 cubos de carne de porco por pessoa
•  2 asas de frango por pessoa
•  1 costeleta de borrego por pessoa
•  Sal q.b.

Preparação
•  Cortar fatias de pão e torrá-las.
•  Raspar as fatias com alho cru, tomate maduro e azeite. _Sobre algumas colocar sardinhas e ovas de conserva e regar com um pouco de pesto.
•  Para as outras, arranjar uns ramos de alecrim e cortá-los com cerca de 10 cm. Retirar as folhas deixando só 2 cm no final.
•  Aproveitar o ramo para espetar os pedaços de carne (borrego, porco e frango) marinados num pouco de limão, sal e azeite.
•  Grelhar no fogão ou numa pequena fogueira.
•  Quando terminar, colocar sobre o pão e pincelar com manteiga.

Batata recheada com queijo, azeitona e tremoço

Kiko Martins, chefe de cozinha actualmente a fazer uma volta ao mundo gastronómica (eattheworld.blogspot.com)

Ingredientes
•  2 kg de batatas grandes_para cozer
•  2 unidades de queijo Palhais
•  100 g azeitonas
•  100 g tremoços
•  10 g rosmaninho
•  5 g colorau
•  30 ml azeite
•  q.b. sal
•  q.b. pimenta

Preparação
Cozinhar as batatas com casca em água com sal durante cerca de trinta minutos. Para ver quando é que as batatas estão no ponto, espetar uma faca e elevar a batata. Se esta cair, é porque está cozinhada. Abrir ao meio e retirar o interior com a ajuda de uma colher. Numa tigela, misturar os tremoços, as azeitonas, o recheio da batata e o queijo Palhais em pedaços. Temperar com azeite, sal, pimenta, colorau e rosmaninho picado. Voltar a rechear as batatas. É uma receita que serve bem acompanhada de salada ou até mesmo ao lanche.


Frittata de legumes com peito de frango

4 pessoas
Chefe Henrique Sá Pessoa

Ingredientes
•  1 embalagem de batatinha_Primor
•  1 beringela
•  1 courgette
•  1 frasco de pimentos morrone
•  1 cabeça de brócolos
•  5 cogumelos laminados
•  1 peito de frango cortado em pedaços
•  6 ovos
•  1 cabeça de alho
•  1 molho de manjericão
•  1 molho de salsa
•  azeite q.b.
•  manteiga q.b.
•  queijo parmesão q.b.
•  sal e pimenta q.b.

Preparação
•  Preparar todos os legumes: cortar a beringela, a courgette e os cogumelos às fatias, e os brócolos aos pedaços. Não esquecer de picar os alhos.
•  Cozer as batatas cortadas ao meio em água e sal. Quando a batata estiver quase cozida juntar os brócolos à cozedura.
•  Cobrir a beringela, a courgette e os pimentos com azeite. Aquecer a grelha e grelhar os legumes dos dois lados;
•  Numa taça juntar manjericão e os alhos picados com azeite e sal. Cortar aos pedaços pequenos os legumes. Depois de grelhados e juntar à taça;
•  Aquecer bem uma frigideira com azeite e colocar em primeiro lugar a batata e os cogumelos crus. Deixar a alourar;
•  Adicionar o resto do alho picado, um pouco de sal e pimenta e um pouco de manteiga. De seguida os legumes grelhados, o peito de frango em pedaços e depois os brócolos;
•  Bata os ovos ligeiramente e junte-os à frigideira mexendo sempre. Depois deixar fritar bem de um lado. Sem se esquecer de virar.
•  Tirar para um prato, polvilhar com salsa e manjericão picados. Regue com um fio de azeite e por fim junte parmesão ralado e pimenta.


Nectarinas assadas na brasa com eucalipto, mel, pinhões e iogurte grego

Chefe Nuno Bergonse, restaurante Pedro e o Lobo

Ingredientes
•  3 nectarinas
•  50 g de mel
•  3 grãos de pimenta
•  8 folhas de eucalipto partidas
•  1 iogurte
•  10 g de pinhões

Preparação
•  Colocar em cima de papel de alumínio as nectarinas sem caroço.
•  Regar com o mel e tapar com todos os outros ingredientes, excepto o iogurte e os pinhões.
•  Fazer um embrulho e assar em brasa lenta durante 25 minutos.
•  Abrir o embrulho e servir com iogurte grego e pinhões.

Saladinha de favas com morcela

4 pessoas
Chefe José Avillez

Ingredientes
•  400 g de favinhas
•  200 g de morcela da Guarda
•  1 dl de azeite extra virgem
•  3 ml de vinagre de vinho branco
•  pimenta q.b.
•  sal q.b.

Preparação
Coza as favas em água a ferver com sal, durante três minutos. Deixe arrefecer. Corte a morcela em rodelas de 1 cm. Salteie as rodelas de morcela numa frigideira antiaderente com um fio de azeite e deixe corar um pouco. Retire a pele à morcela. Junte as favinhas cozidas e tempere com azeite, vinagre, sal e pimenta.


Petisco de mexilhão com tomate e chouriço

4 pessoas
Teresa Mattamouros, autora das “Receitas light” (às segundas no i e colaboradora da “blue cooking”

Ingredientes
•  600 g mexilhão
•  1 lata tomate pelado em cubos
•  1 frasco pimentos assados
•  ¼ chouriço de carne
•  1 chávena de vinho branco mesa
•  2 dentes alho
•  1 cebola
•  6 colheres sopa azeite
•  Sal
•  Pimenta preta
•  Pão saloio

Preparação
Numa frigideira grande aqueça o azeite e junte a cebola e o alho picados. Deixe refogar durante 8-10 minutos e junte ¼ do chouriço às rodelas e dois pimentos assados cortados às tiras. Deixe ganhar sabor durante dois a três minutos e junte o tomate pelado e o vinho branco. Deixe cozinhar durante mais 10 minutos, ajuste o tempero de sal e pimenta. Por fim junte os mexilhões, cozinhando durante alguns minutos até estarem completamente abertos. Sirva o pão fatiado com o molho de tomate e mexilhão por cima.
Nota: para poupar trabalho pode comprar a cebola e o alho já picados. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/75204-seis-receitas-campista-fazer, a 25 de Agosto de 2010, em Jornal I

Bons Cozinhados!

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Férias Alternativas à Praia no Norte do País…Conheça a Alternativa…Aventura…

Parques Aventura no Norte do País Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago uma reportagem alternativa, para as férias que alguns se encontram, e para os que ainda irão entrar. Se a sua preferência não passa pela praia, então tem aqui algo que pode ser um programa alternativo à praia, vou transcrever a publi-reportagem.

« Aventura, para quando a praia não é opção

Sempre que o calor aperta, a praia não é o único caminho disponível. Na Região Norte, multiplicam-se os parques aventura. Descer por uma parede apenas com umas cordas à volta do corpo ou deslizar por um cabo de aço por cima de um rio não está, à primeira vista, ao alcance de todos. Mas depois de experimentar uma primeira vez, não vai querer outra coisa.

Azurara Parque Aventura

O Azurara Parque Aventura está situado na margem Sul do Rio Ave, em Vila do Conde. E tem uma vasta gama de actividades cobrindo praticamente todas as exigências dos aventureiros. Paintball, escalada, rappel, slide, moto 4, caça ao tesouro, arborismo, tiro com arco ou torres multi-aventura são algumas das propostas deste espaço criado no meio do arvoredo da região. Para os mais tradicionais, há ainda espaços próprios para futebol, ténis ou passeios pedestres. A adrenalina está garantida com um trajecto de 14 pontes de corda com graus de dificuldade variáveis e alturas entre os 15 e 16 metros. O circuito termina com um slide de 300 metros! (www.azurara-parque-aventura.com)

Rates Park

O Rates Park, na Póvoa de Varzim, é outra possibilidade. Localizado na freguesia de S. Pedro de Rates, oferece actividades como escalada, BTT, rappel, slide, orientação ou canoagem. Para os mais recatados, e pouco dados a grandes aventuras e acessos de adrenalina, oferece passeios a cavalo ou em charrete, em trilhos definidos ou em volteio. Jogos tradicionais, pedal kart e paramotor são outras das propostas do Rates Park. (www.ratespark.net)

Parque Aventura Ermesinde

O aterro da Lipor em Baguim do Monte, Ermesinde, foi durante anos famoso pelas piores razões. As cerca de 2,5 milhões de toneladas de lixo que ali se acumularam, não só deixavam no ar um cheiro pestilento, como se tornaram poiso favorito para gaivotas. A empresa de tratamento de resíduos decidiu então selar o espaço e construir no local um parque aventura. Parque infantil, campo de jogos, insufláveis e um parque radical com escorregas, slide, escalada e outros divertimentos em madeira, dão agora outra cara a um espaço aberto à população. Tem ainda percursos para bicicletas e trilhos pedestres. (www.lipor.pt)

DiverLanhoso

À sombra do Gerês, o parque DiverLanhoso ocupa uma área total de 170 hectares no coração do concelho da Póvoa de Lanhoso. Geralmente considerado uma referência do género na Europa, tem seis bungalows (T2 a T5), duas camaratas, com 40 camas para homens e outras tantas para mulheres, um restaurante panorâmico e, entre outras valências, um lago artificial. Pontes flutuantes, bungee jumping, pêndulo, rappel, slide, death ride, asa delta, rafting, labirinto subterrâneo, ou kartcross são apenas algumas das muitas actividades de que pode desfrutar neste parque. (www.diverlanhoso.pt) »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/69330-aventura-quando-praia-nao-e-opcao, a 16 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Aventuras!

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Conheça as Ultimas Tendências do Design Na Cidade do Porto…

Conheça as Ultimas Têndencias do Design Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e apesar de terminar hoje, trago uma sugestão para aproveitar o resto deste Domingo, pelo menos se encontrar na cidade do Porto, vou transcrever a referida reportagem que saiu num jornal da nossa praça na semana transacta, no entanto, em virtude de se tratar de uma publi-reportagem, não vou comentar a mesma.

«78 marcas expõem no Porto o melhor do design

A terceira edição do Oporto Show começou ontem na Alfândega e acaba domingo. De lareiras com comando a sofás psicadélicos, o i selecciona algumas peças em exposição

Peças de mobiliário, acessórios, têxteis, iluminação, cozinhas, design e arquitectura de interiores. Na terceira edição da mostra de Design, Arte e Arquitectura The Oporto Show, patente até domingo na Alfândega do Porto, há propostas de 78 marcas nacionais e estrangeiras. Paulo Cruz, da organização, refere que o certame reúne “o melhor que se faz no mundo do equipamento para decoração”. As entradas custam entre os 2,5 euros (estudantes) e cinco euros. O i seleccionou algumas peças.

Candeeiros com vitrais Desça as escadas e deambule pela Design Manifesto, uma nova exposição que pretende dar a conhecer projectos de jovens talentos portugueses. Salete Peixinho e Sofia Castro, por exemplo, apresentam peças de decoração feitas à mão a partir de várias técnicas como a talha, a cerâmica, o ferro e a louça esculpida. Que peças? Candeeiros com vitrais, oliveiras feitas de ferro ou caixas de charutos.

Sofás psicadélicos Os sofás psicadélicos de Karim Rashid, as novidades de inspiração silicone, de Gaetano Pesce, e as mesas Roll Roll de toque automóvel, de Lapo Elkann, são algumas das propostas da Meritalia. Segundo a representante em Portugal, Alice Barroso, “é a primeira vez” que a marca está em Portugal.

A casa que se transforma O stand do gabinete Design Factory, da RAR Imobiliária, destaca-se pelo formato de asterisco. No interior há três propostas arquitectónicas associadas a diferentes estilos de vida: da casa entendida como plano de “sensações”, à habitação para adeptos de materiais como a madeira natural e ainda ao estilo new bohemian, virado para o humor, moda e arte. É ainda apresentada uma “casa do futuro” que se adapta às fases da vida, podendo começar por ser um T1 e transformar-se facilmente num T3.

Cadeiras sem parafusos O designer londrino Tom Dixon aproveita restos de madeira. Não usa cola nem parafusos. É tudo feito por encaixe. Pelo espaço espalham-se bengaleiros, cadeiras, mesas e candeeiros. Segundo explicou ao i, o designer “quer que haja o mínimo de intermediários, a peça é feita e depois vendida directamente”. Pretende-se que o material seja “o mais prático possível”. Podem encaixar-se até 30 Peg Chairs umas em cima das outras.

Lareiras com comando A GlammFire vem ao The Oporto Show expor uma gama de lareiras a etanol que chegam a custar 3000 euros. Algumas funcionam com ecrãs que podem ser regulados com um comando para observar imagens de fogo, praias e cascatas, que emitem sons como o crepitar da lenha ou a água a correr. O aquecimento é feito com resistências laterais. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/65089-78-marcas-expoem-no-porto-o-melhor-do-design, a 18 de Junho de 2010, em Jornal I

Boa Exposição!

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Calções de Banho Para Todos os Tipos de Homem…Conheça Todas as Alternativas Para o Seu Caso…

Fatos de Banho Para Todos os Gostos.... Fonte: http://www.ionline.pt

Estamos quase em clima de férias e como tal, temos que ter em conta que alguns homens possuem uns quilinhos a mais, e como tal, não há forma nas praias de esconder esses quilinhos a mais, como tal, deixo aqui a transcrição de uma peça jornalística, onde ajuda os homens a escolher o fato de banho de acordo com a sua constituição física.

«Calções de Banho: Meninas, cheguei

Para escolher calções de banho não basta abrir a gaveta. Três especialistas combatem a vergonha na praia

Não é preciso ser metrossexual ou vaidoso para ler este artigo. É para o menino e para a menina. É também para quem acha que a tanga fica irresistível em qualquer corpo ou que a melhor forma de disfarçar a barriguinha é com uns calções puxados até esbarrar no umbigo.

A moda de praia masculina não é tão variada e complexa como a feminina mas continua a valer o argumento da ilusão de óptica. Traduzindo: chamar a atenção para a melhor parte do corpo ao mesmo tempo que disfarça os defeitos. Mas, homens, aqui vai uma mensagem dura, ao estilo de “o Pai Natal não existe”, não há forma de disfarçar a barriga. Desculpem, mas é verdade. As mulheres sempre têm os fatos de banho que ajudam a esconder uns quilinhos. A não ser que regressem aos trajes do início do século XX, há pouco a fazer. “Não existe um modelo mais ou menos adequado para disfarçar a barriga, mas em casos de barriga proeminente, devem evitar modelos com elástico no cós. Os calções devem ser rectos e com comprimento pelo joelho”, explica Alexandra Simões de Carvalho, consultora de imagem da “Style your Life”.

Se não é possível fazer desaparecer a barriga, pode disfarçá-la. Tal como as mulheres, também existem cinco formatos de corpos masculinos. O trapézio é o mais equilibrado e o que tem a vida facilitada. Encontre o seu formato e descubra a melhor forma de tirar partido do corpo que tem.

Aqui vai um resumo das lições a decorar: “Os calções largos demais nunca favorecem, aumentam o peso de um homem com uns quilos a mais e reduzem o de um homem magro. Se é magro fica bem de calções com padrões ou bolsos. Se tem peso a mais opte por calções em tons e padrões discretos”, diz Helena Penteado, consultora de imagem da Let’s Shop. Quanto à altura é simples: “se for baixo opte por calções que acabam acima do joelho e lisos, que dão a ilusão de ser mais alto”.

E a tanga? Helena Penteado dá a explicação necessária. “As tangas devem ficar reservadas para a prática de natação em piscinas ou para homens com um corpo perfeito e que se sentem à vontade nesse tipo de fato de banho.”

Parecer mais é magro é possível

Pernas atléticas: Não vale a pena encolher a barriga cada vez que se levanta da toalha e vai ao banho. Desista dessa estratégia. Nunca resulta. Um corpo oval tem a zona da barriga larga em relação ao resto do corpo e as pernas mais magras. O truque é para fazer esquecer o pneu, ao mostrar as pernas. “Oobjectivo é aproximar-se do tipo de corpo trapézio reduzindo visualmente a zona da barriga e desviando a atenção para as pernas. Para parecer mais magro o ideal é optar por calções a direito, curtos e com cintura regulável”, diz Helena Penteado. Os calções devem ser lisos, simples, em tons escuros e sem bolsos. As bermudas podem lhe parecer muito giras e jovens, mas esqueça. Só vão realçar a zona da barriga. Totalmente proibido são os slips. “Se tem as coxas grossas, dê preferência a calções folgados na perna (sem bolsos aparentes), com comprimento pelo joelho ou ligeiramente abaixo, no caso de a estatura ser alta” defende Alexandra Simões de Carvalho.

Ombros largos para quem não os tem

Ombros confiantes: Se não teve tempo de ir ao ginásio regularmente e investir a sério no remo, não há problema. Uns bons calções de banho vão criar a ilusão de que tem os ombros mais largos do que na realidade tem. Primeiro que tudo, tire as medidas. Se tem a largura do ombro, cintura e anca aproximadamente iguais, ou seja, em forma de rectângulo, estes conselhos são para si. “Opte por calções lisos e em tons escuros. Nunca escolha calções largos. Se for baixo evite as bermudas com comprimento abaixo do joelho. Se estiver em forma pode usar slips em tons escuros”, diz Helena Penteado, da Let’s Shop. Aqui o objectivo é reduzir a zona da anca e fazer com que os ombros se destaquem e se aproxime do corpo trapézio. A produtora de moda Paula Farraia dá outra dica: “O calção nunca pode ser puxado para cima, na linha do umbigo. Só vai acentuar a barriga e não favorece ninguém.”

Proporções de deus grego

A vida é fácil: Bermudas, calções curtos, às flores, com riscas, até a sunga (mais aconselhada à prática desportiva da natação do que à convivência na praia) lhe fica bem. Tem a vida facilitada quando vai à praia. É pegar no primeiro calção de banho e siga. “É o tipo de corpo considerado ideal por ser o mais proporcional. Os ombros são largos e tem uma anca média”, diz Helena Penteado. Nem tudo é um mar de rosas. Pode ter o corpo em forma de trapézio e não estar em forma: massa a mais ou a menos. “Homens magros ou baixos devem dar preferência a calções mais curtos (acima do joelho ou pelo meio da perna) e semi-ajustados, do tipo short. Evitar tanto modelos muito justos, como muito largos na perna, assim como modelos muito compridos, porque vão parecer ainda mais magros e baixos”, aconselha Alexandra Simões de Carvalho, da Style Your Life.

Homem não tem anca. Nunca!

“Olha para os meus olhos”: Checklist: ombros descaídos, mais estreitos do que a zona da anca, a parte de baixo do corpo é mais pesada do que o tronco. Se confirma esta descrição, a solução é simples: reduzir a atenção da anca. “O objectivo é aproximar-se mais do tipo de corpo trapézio e tentar reduzir a zona da anca. Para isso opte por calções em tons escuros e lisos”, diz Helena Penteado. Escolha calções com um corte a direito e que sejam do seu tamanho. O correcto, sim. Aquele que lhe aconselham nas lojas. Mais largos só vão aumentar a zona da anca e das pernas em vez de a reduzir. “O comprimento deve terminar a meio da coxa ou ser mais comprido, nunca abaixo do joelho porque vai parecer que tem as pernas mais curtas quando o objectivo é alongar a perna para parecer mais magra”, acrescenta a consultora de imagem.

Tronco forte, sem anca a condizer

Não sou o Schwarzenegger: A ideia é sempre a mesma, não ter vergonha de andar na praia e aproximar-se do corpo de um deus grego. Pronto. Não é preciso exagerar. Queremos que mostre o que de melhor tem para dar. No caso do triângulo invertido, o homem tem um tronco forte mas a anca é mais estreita. O truque é alargar a zona da anca (para se aproximar mais do corpo trapézio, o ideal). Alexandra Simões de Carvalho aconselha calções com bolsos, cores vivas e padrões. Helena Penteado acrescenta: “opte por um corte a direito, com riscas horizontais (vão fazer a anca parecer maior) e aposte em cores claras.”A consultora de imagem diz que este é o tipo de corpo que pode usar  sungas para chamar a atenção para a zona das pernas e anca, desde que não haja pneus. Outra dica: sunga não é amiga de corridas, futebol e nem as senhoras são muito fãs. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/64899-calcoes-banho-meninas-cheguei, a 17 de Junho de 2010, em Jornal I

Boa Praia!

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Conheça Os Grandes Destinos Mundiais Que Existem em Portugal…

Resposta ao Repto Presidencial...Grandes Destinos Mundiais em Portugal... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago algo que achei piada e que se trata de uma resposta ao nosso Presidente da Republica, para passarmos férias dentro do nosso país, vou transcrever a mesma, mas vou não vou comentar a mesma.

«Vá para fora cá dentro. Interpretação literal do repto presidencial

Três continentes em três dias e um só país? Em Portugal, ir de França a Cuba é como ir de Trás-os-Montes ao Alentejo. Mesmo

Quando Cavaco Silva sugeriu a 5 de Junho que os portugueses deviam fazer férias cá dentro, evitando sair para o estrangeiro, o intrépido explorador dentro de cada um de nós soluçou – e em desespero percorreu Copenhaga, Tóquio, Texas, Estocolmo e Oslo, tudo na mesma noite. Estes bares do Cais do Sodré podem servir para afogar as mágoas, mas não matam o bichinho de galgar quilómetros.

“Neste tempo difícil que atravessamos, os portugueses devem fazer turismo no seu próprio país, pois é uma ajuda preciosa para ultrapassar a situação difícil em que o país se encontra”, anunciou o Presidente da República depois de cortar a fita de um pavilhão desportivo em Albufeira.

Atendendo às preocupações de Cavaco e às dos jovens modernos que sentem a necessidade de actualizar o status do Facebook com todos os sítios por onde passam, encontrámos uma maneira de conciliar as duas vontades. Uma interpretação extrema do repto presidencial aliada à beleza da toponímia homófona. É possível num dia percorrer Toledo (como a cidade Espanhola), ir almoçar marisco a Porto Novo (capital do Benim), lanchar em Gibraltar (dizer olá aos ingleses) e jantar na Galiza – um gelado do Santini na província espanhola?  Outros roteiros mais ambiciosos propõem uma escapadela de dois dias por França (a de Trás-os-Montes), Jerusalém (aldeia também conhecida como Jerusalém de Romeu) e Castela. São Paulo está ao alcance de toda a gente que faça um desvio em Pombal; e Cuba fica mesmo a mão durante qualquer viagem ao Alentejo. Tal como a Califórnia. Não há, neste roteiro, Torre Eiffel, escolas de samba, terras santas ou estrelas de cinema. Mas há comunistas, aldeias de xisto e açordas de espargos. Um roteiro alternativo para agradar ao presidente sem deixar de laurear a pevide.

França (Bragança)

População 275
Área 56 km2
Atracções No coração do Parque Natural de Montesinho, onde o Norte de Portugal se funde com a Galiza. As casas de granito e os telhados de lousa fazem desta aldeia um museu ao ar livre.
Onde ficar Solar de Rabal, mansão restaurada na aldeia de Rabal. A 10 minutos de carro de França.
Km de Lisboa 543 (5h43)
Km do Porto 299 (3h)

Jerusalém de Romeu (Mirandela)

População 301
Área 14,2 km2
Atracções Perto de Jerusalém do Romeu há o Monumento ao Jet Ski. A aldeia tem uma famosa ponte ferroviária da Linha do Tua, casas de xisto e o restaurante Maria Rita – açorda de espargos bravos e bacalhau à Romeu fazem parte do menu.
Onde ficar Casa dos Araújos, turismo rural na aldeia de Frechas.
Km de Lisboa 482 (4h50)
Km do Porto 168 (2h)

Malta (Vila do Conde)
População 1206
Área 1,85km2
Atracções O nome vem da Abadia de Malta, edifício pertencente à ordem com o mesmo nome. Existe ainda a Capela de Santa Apolónia.
Onde ficar A Residencial Falcão, em Pinhel, é o alojamento mais próximo. Lugar modesto para passar a noite e mais em conta do que a nação homónima.
Km de Lisboa 337 (3h)
Km do Porto 27 (26m)

São Paulo de Frades (Coimbra)
População 5912
Área 15km2
Atracções Impressione os amigos e diga a toda a gente que vai a São Paulo visitar a Igreja Matriz. Depois volte no dia seguinte com um sorriso largo e trocista. A piada não é assim tão boa, mas a verdade é que nada disto lhe vai ficar caro.
Onde ficar A oferta em Coimbra é vasta e fica mesmo ali ao lado.
Km de Lisboa 211 (2h11)
Km do Porto 121 (1h20)

Toledo (Lourinhã)
População 1143 (freguesia do Vimeiro),
Área 7km2
Atracções Tal como Toledo, em Espanha, esta pequena aldeia tem um passado bélico. Foi aqui perto que se travaram algumas batalhas das Linhas de Torres.
Onde ficar O Hotel Golf Mar, junto à praia de Santa Rita, domina a paisagem e oferta hoteleira
Km de Lisboa 118 (1h30)
Km do Porto 232 (2h21)

Porto Novo (Maceira)
População Em época alta corresponde à taxa de ocupação das pensões à beira-mar
Área Depende da maré
Atracções Porto Novo é a capital do Benim. Como as probabilidades de visitar este país entre a Nigéria e o Congo são escassas, fique-se pela belíssima praia entre Santa Cruz e o Vimeiro
Onde ficar Ver “Toledo”
Km de Lisboa Subtrair quilómetros a Toledo
Km do Porto Somar quilómetros a “Toledo”

Gibraltar (Torres Vedras)
População 2081 (freg. da Ponte do Rol)
Área 9km2
Atracções A placa a anunciar “Gibraltar” parece faz sucesso junto dos turistas ingleses. A aldeia está perto de Torres Vedras e das praias do Oeste.
Onde Ficar A residencial O Ninho, na aldeia de Casalinhos de Alfaiata, oferece alojamento a uma belíssima relação qualidade-preço.
Km de Lisboa 63 (1h)
Km do Porto 281 (2h42)

Galiza (Cascais)
População indisponível
Área indisponível
Atracções Galiza é um bairro perto de São João do Estoril. Nos arredores há uma casa de gelados Santini, menos conhecida e menos movimentada.
Onde ficar Em casa, se viver em Lisboa.
Km de Lisboa 5h a pé
Km do Porto Três dias a andar. É mais fácil chegar à outra Galiza e até há uma justificação para isso: a romaria a Santiago de Compostela

Califórnia (Montemor-o-novo)
População Provavelmente nenhuma
Área n/d
Atracções No coração do Alentejo, acessível por uma estrada de terra. Não é uma aldeia ou bairro, mas sim um “lugar”, com o que de vago a definição carrega. Perto de Casa Branca ou Santiago do Escoural.
Onde ficar As lojas Decathlon e Sportzone têm uma oferta variada de tendas a bons preços
Km de Lisboa 116 (1h22)
Km do Porto 426 (4h)

Cuba (Beja)
População 310
Área 69 km2
Atracções A vila fez uso da confusão com o país do Caribe e anunciava à entrada: “Zona Livre de Armas Nucleares”. A alentejana não tem armas mas comunistas e uma estátua de Colombo, navegador que em 1492 aportou em Cuba – a americana.
Onde ficar Residencial Chave de Ouro, na Rua da Esperança.
Km de Lisboa 176 (2h)
Km do Porto 454 (4h)

Assunção (Elvas)
População 10.200
Área 8 km2
Atracções A riqueza de Assunção não está na sua terra nem na sua gente, mas sim na quantidade de resultados diferentes na Wikipedia quando pesquisamos o seu nome. Assunção pode ser um navio, um dogma católico ou a capital do Paraguai.
Onde ficar Sugerimos a Pousada de Elvas
Km de Lisboa 207 (2h)
Km do Porto 484 (4h20)

Castela (Ponte de Lima)
População 1176 (freguesia de Anais)
Área 7 km2
Atracções Este lugar na freguesia de Anais não tem nada a ver com o glorioso reino de Castela ou qualquer província espanhola. É um lugar ermo e desinteressante que permite, no entanto, uma série de trocadilhos divertidos com o nome da freguesia. É aproveitar.
Onde ficar n/d
Km de Lisboa 384 (3h35)
Km do Porto 71 (1h)»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/64538-va-fora-ca-dentro-interpretacao-literal-do-repto-presidencial, a 15 de Junho de 2010,em Jornal I

Boas Passeatas!

RT

Ferias de Verão das Crianças…Conheça 14 Sugestões Para As Férias Grandes Deles…

Sugestões de Férias para os Miudos... Fonte: http://www.ionline.pt/

Como as férias dos mais pequenos está quase ai, li no decorrer do dia de ontem, uma reportagem que achei interessante, e com diversas soluções para as férias grandes dos mais pequenos, vou transcrever a referida reportagem, no entanto não vou comentar a mesma.

« 14 sugestões para dar férias às suas crianças e ficar tão feliz como elas

As férias vão começar e não sabe onde deixar os seus filhos? Transforme-os em mini-Picassos, pequenos marinheiros ou amigos do ambiente

Pais deste país, esqueçam a hipótese de ficar à beira de um ataque de nervos. Já lá vai o tempo em que a solução para ocupar as férias grandes dos mais pequenos se resumia à casa dos avós. Hoje o difícil é mesmo escolher. Há programas para todas as bolsas e para todas as vontades das crianças: as aventuras radicais ou em alto-mar para as mais ariscas, o teatro, a dança ou a pintura para as mais artísticas, a descoberta do Oriente para os pequenos historiadores, jogos de detectives para os mais curiosos e campos de férias com tantas actividades que nenhum miúdo vai sair de lá birrento.

Deixar as crianças dormir fora de casa pode parecer assustador mas, segundo os especialistas, são mais as benesses do que os riscos. “Os pais devem apostar na capacidade dos filhos de cortarem o cordão umbilical. Estar longe deles promove a capacidade de sobrevivência, torna -os mais fortes e ensina-os a dar mais valor à família”, adianta a psicóloga Rita Jonet. Por isso, se é daqueles que acham que colónias de férias para menores de 16 anos nem pensar, está na hora de pensar duas vezes. Até porque nem todas se resumem a piscina, karaoke e experiências radicais.

Se tem um orçamento mais reduzido, há workshops e actividades de um dia em várias cidades do país ou até colónias de férias que tratam de ir buscar as suas crianças e de as levar a casa no final do dia. Ouvir as crianças na hora de decidir um ateliê é importante, mas o melhor é não se deixar contaminar. O mais provável é que digam que querem ir para a praia com o primo ou para a Disneylândia. “Os interesses da criança devem ser ouvidos e respeitados. Mas são os adultos que convivem com elas que já devem conhecer o que vai ao encontro das suas preferências. Não se manda para uma escola de futebol quem gosta de artes”, alerta a psicóloga.

Só mais uma dica: “Não são só as actividades intelectuais que motivam as crianças. Colher legumes numa horta ou uma ida à praia podem ser roteiros muito mais estimulantes.” Se quer que aprendam inglês ou outra língua, inscreva-as num programa divertido. Nenhuma criança vai querer sentir-se fechada numa sala de aula em tempo de férias.

Esta vida de marinheiro…
Já pensou em proporcionar aos seus filhos a experiência de vida a bordo? Deixe-os embarcar num navio e no regresso encontrará minimarinheiros. A Bee – Aventura em Movimento organiza em parceria com a Marinha uma viagem marítima de uma semana a bordo do navio-escola Creoula, com destino a Ceuta. Único requisito: saber nadar. Irão aprender a fazer nós, a içar velas, a fazer navegação, leme e vigia ou a trabalhar na casa das máquinas. E mais: ainda vão ficar longe dos computadores e dos telemóveis. Afinal, em alto-mar não costuma haver rede.
Contactos:
917 962 817
Preço:
Entre 400€ e 500€/+ 15 anos

Desperte o roqueiro
E que tal aprender a dançar hip-hop com o campeão do mundo, Nelson? Ou aprender música com o Vintém dos Dzrt? Ou ainda desfilar na passerelle com a ajuda de uma manequim? Longe das grandes cidades, o Campo Rock, em Coruche, promete fazer vibrar as veias artísticas, mas não esquece a piscina ou as actividades radicais. Além disso, como no campo está a ser gravada uma novela da TVI, os participantes ainda poderão ver com que fios se cose uma novela.
Contactos
: 214 360 080
Preço:
335€ (6 dias)/8-16 anos

Da praia ao zoo
Se o seu filho pertence ao leque dos indecisos, a Viagem das Letras tem o programa certo. Durante 15 dias ou um mês inteiro, há itinerários diferentes para cada dia. Visitas ao Zoo ou ao Oceanário, a parques, ateliês e museus ou simples idas à praia. E para que os pais possam tirar folga, o programa inclui almoços e ir buscar e levar as crianças a casa, nos distritos de Lisboa e Setúbal.
Contactos
: 913 091 020
Preço:
390€  (quinzena) ou 695€  (mês), com tudo incluído. Possibilidade de outros programas/ 3-11 anos

A arte dos quadradinhos
“Férias sem stresse” é o lema do Museu do Traje, em Lisboa. Criar uma história a partir do traço, do desenho e da imagem, vestir as personagens com trajes de diferentes épocas, seleccionar tecidos e bordados e confeccionar colecções ou até aprender artes dramáticas e produzir um musical.
Contactos:
217 567 622
Preço:
145€ (com almoço)/5-15 anos

Ser detective em Serralves
A Fundação de Serralves tem mais de 20 actividades para entreter os miúdos. Jogos ao estilo “Cluedo” para explorar a faceta Sherlock Holmes, experiências para fazer desabrochar o pequeno cientista, passeios por estábulos e galinheiros, introdução ao ramo da construção ou aventuras na cozinha para preparar compotas ou bolachas.
Contactos:
226 156 500
Preço:
50€ (uma oficina/5 sessões)/4-12 anos

Férias debaixo de água
São dez dias temáticos inspirados nos oceanos. Dormir com tubarões, mergulhar no Índico, inventar novas espécies com a ajuda de um pincel e descobrir que o dragão-marinho parece uma alga em movimento e que o peixe–balão incha e tem espinhos são apenas algumas das propostas, no Oceanário, em Lisboa.
Contactos:
218 917 002
Preço:
180€ (5 dias)/4-12 anos

Aventura radical
Já se sabe que os miúdos não estão nem aí para as quedas. Se eles estão sempre a pedir um fim-de-semana radical, mas morre de medo de que eles voltem com o corpo todo esfolado, já não precisa de se preocupar: a Quinta da Eira (Penafiel) tem monitores para os amparar. Iniciação ao mergulho, paintball, corrida de buggies, downhill ou uma vertiginosa descida de slide.
Contactos:
961 221 845
Preço:
290€ (estadia e alimentação incluídas)/8-16 anos

A cozinha não morde
Primeiro descobre-se a horta, depois a cozinha. Graças a este curso, os seus filhos vão descobrir que afinal as couves não nascem no supermercado e, com sorte, ainda vão ser os mestres da culinária lá de casa. Além de recolherem os legumes e ervas aromáticas da horta, serão os próprios a preparar o almoço e o lanche. Com supervisão, claro (em Cascais).
Contactos:
919 177 177
Preço
: 60€ (2 dias)/6-15 anos

In english
Quem disse que aprender línguas não pode ser divertido? Nos cursos de Verão do British Council, em Lisboa, pode-se experimentar diversos materiais e ser um verdadeiro Picasso, ou até encenar uma peça. Tudo em inglês, claro.
Contacto
: 213 214 500
Preço:
30€ + Propina de curso de 30 horas (365€)/6-17 anos

Pequeno Einstein
Como aprender geometria com palhinhas? Porque há vulcões, sismos e tsunamis? Como é que as estrelas nascem e morrem? As respostas estão no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que no Verão promete transportar as crianças para o mundo de Charles Darwin, em versão divertida.
Contactos:
239 854 350
Preço:
34€ (quatro dias)/5-12 anos

Aprender no sentido oriente
Sabia que o won-sam é uma peça do guarda-roupa coreano e que na Índia as noivas se vestem de vermelho? Nas férias de Verão no Museu do Oriente, em Lisboa, as suas crianças vão descobrir isto e muito mais.
Contacto:
213 585 200
Preço
: Desde 40€ (cada oficina)/7-12 anos

Acha que sabe dançar?
Um dia a dançar kizomba, outro dança contemporânea, outro em ambiente Bollywood. É a proposta diversificada dos ateliês artísticos do Fórum Dança. Pelo meio, e para quem, além de pés de bailarino, tem outros dotes, há aulas de música, teatro e vídeo.
Contacto
: 213 428 985
Preço
: 110€/7-13 anos

Volta ao mundo das plantas
O sítio – Jardim Botânico da Universidade de Coimbra – vale por si. As hipóteses de a sua criança voltar com “O Mundo das Plantas” debaixo do braço ou andar a observar com lupa as plantas lá do quintal são elevadas. Pelo meio há lições de ecologia, oficinas de expressão dramática, plástica e musical.
Contacto
: 919 191 360
Preço:
90€ (uma semana)/6-10 anos

Empreendedores e saudáveis
O Gymboree promove os campos de férias ideais para crianças dos três aos sete. Vantagem para os pais: estão espalhados por todo o país. “Há desporto, claro – do ténis ao hóquei – e mais do que isso: aulas de música ou, mais improvável, educação para o empreendedorismo ou aulas sobre hábitos de alimentação e vida saudáveis.
Contacto:
217 578 196
Preço:
Desde 16€ (dia inteiro)/3-7 anos »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/64349-14-sugestoes-dar-ferias-s-suas-criancas-e-ficar-tao-feliz-como-elas, a 14 de Junho de 2010, em Jornal i

Boas Férias!

RT

Sete Maravilhas Que Deve Visitar em Portugal…

Uma Das Belas Maravilhas de Portugal Fonte: http://www.ionline.pt/

Domingo… Porque não aproveitar para dar uma escapadinha, deixo aqui uma transcrição de uma peça jornalística, que saiu na semana transacta, e onde são apresentadas 7 maravilhas do nosso país. Não vou comentar, em virtude de se tratar de uma publi-reportagem.

«Sete maravilhas da natureza para mergulhar de cabeça

Pelo meio da vegetação, embrenhados no monte e longe dos olhares indiscretos dos turistas de Verão, em Portugal há lugares que escondem verdadeiras obras-primas da natureza. Pequenas e grandes cascatas, piscinas de água gelada e lagos de cortar a respiração fazem parte de um património rico em segredos bem guardados. Se não gosta da confusão das praias, este guia é para si. Ponha a mochila às costas e parta à descoberta

Cortes do Meio

Pelos caminhos da serra da Estrela

Os habitantes do sopé da serra da Estrela costumam dizer que ali há nove meses de Inverno e três de Inferno. Com o Atlântico a tantos quilómetros, nada como refrescar-se num ribeiro de neve derretida, a correr entre as pedras quentes. Cortes do Meio fica a poucos quilómetros da Covilhã, na antiga estrada da Beira, depois do Tortosendo. Estacione o carro junto ao tanque da povoação e siga o caminho de terra em direcção à montanha. Terá de andar cerca de 30 minutos, até uma antiga estrutura de granito, do lado esquerdo. Lá em baixo há cascatas, pequenas piscinas e recantos mágicos para relaxar.

Onde? No sopé da serra da Estrela, a cerca de 17 quilómetros da Covilhã.

Como chegar? Na N 230 vire à direita na placa de Cortes do Meio. O caminho pela serra fica junto ao tanque municipal. Trinta minutos depois encontra o local.

Paúl
Pesca desportiva? Não, vamos a banhos

Situadas a cerca de 20 quilómetros da Covilhã, as cascatas da vila do Paúl não obrigam a grandes caminhadas nem aventuras pelo meio da serra. A ribeira da Caia fica a cinco minutos a pé da estrada que liga a vila ao Tortosendo, sendo um dos afluentes do Zêzere mais apetecíveis. Duas cascatas convidam a um mergulho nestas piscinas de água gelada, onde há também um pequeno ilhéu, perfeito para estender a toalha. Mas atenção:se vir uma placa que diz “Pesca Desportiva”, ignore. Até porque ali os pescadores são quase tão raros como os peixes.

Onde? Vila situada na vertente sul da serra da Estrela.
Como chegar? No Tortosendo, perto da Covilhã, apanhe a N343 até ao Paúl. Quase a chegar à povoação há um caminho de terra, à esquerda, junto às primeiras casas. A ribeira fica a 300 metros.

Fraga da Pena
Uma cascata com mais de 20 metros

É provavelmente o acidente geológico mais curioso das serras portuguesas. Uma cascata com mais de 100 metros de altura que desagua numa piscina, onde se pode receber uma massagem e nadar livremente. Localizada no coração da área protegida da serra do Açor, a Fraga da Pena é um atractivo até para o mais pacato dos aventureiros:cascatas seguidas de piscinas de água bem fria, enquadradas numa encosta xistosa onde abundam os carvalhos e os eucaliptos, entre outras espécies. Para facilitar a vida aos visitantes é possível escalar as encostas através dos degraus esculpidos nas pedras de xisto. Lá em cima outras maravilhas da natureza esperam por si.

Onde? Mata da Margaraça, Benfeita, Lousã.


Como chegar? Na Lousã apanhe a N342 até à Benfeita. Procure as placas de madeira que dizem “Fraga da Pena”.

Senhora da Piedade

Um parque aquático escavado na rocha

No alto da vila da Lousã, junto à ermida da Senhora da Piedade, há uma piscina fluvial que convida a população e os turistas a uma investida de cabeça na água. Mas é pela ribeira de São João acima que se escondem alguns dos melhores locais para mergulhar, longe do olhar indiscreto dos veraneantes. A caminhada obriga a um certo espírito aventureiro, já que uma boa parte é feita dentro da própria ribeira, a abrir espaço entre a vegetação que se precipita para a água e as pedras do caminho. Vire à direita na primeira bifurcação. Pouco depois encontrará uma piscina com um escorrega de pedra com mais de três metros de altura. Se tiver coragem, atire-se.

Onde? Lousã, Ermida da Senhora da Piedade.
Como chegar Na vila há indicações para chegar à piscina fluvial. Depois aventure-se rio acima.

Serpins
A garganta de onde apetece saltar

Diz quem sabe que a freguesia de Serpins é das povoações mais antigas do concelho. Mas a sabedoria popular não é certamente tão ancestral como
a formação geológica mais impressionante daquelas bandas. A garganta do Cabril até pode não ser assim tão isolada, mas quem chega perto dela não pode deixar de se sentir minúsculo tal é a dimensão desta obra-prima da natureza. Vista de baixo, a formação rochosa que o tempo partiu em duas parece chamar-nos para um mergulho suicida. A nossa sugestão é que se fique pelas pedras que parecem ter sido colocadas de propósito do lado esquerdo do desfiladeiro. A água é cristalina, mas verifique sempre a profundidade antes do mergulho.

Onde? Serpins, Lousã.
Como chegar? Fica a 9 quilómetros da Lousã, pela N342. Esteja atento às placas que dizem “Cabril”.

Ferraria

Banhos de água quente com vista para o mar

Tem o melhor de dois mundos: está no mar e numa piscina de água quente ao mesmo tempo. Não precisa de apanhar um avião e de aterrar nas Caraíbas para tomar um banho de mar com água quente.Na Ilha de São Miguel existe uma piscina natural imperdível. Na Ponta da Ferraria encontra um spa a céu aberto. A piscina fica numa enseada e tem nascentes submarinas de água quente. Quando a maré está baixa, a temperatura pode mesmo chegar aos 61 graus. Para isso só de tem de se encostar às rochas. O acesso não é muito difícil, mas mesmo assim é garantido que não vai encontrar o local cheio de pessoas.

Onde? Nascente termal, Ponta da Ferraria, Ilha de São Miguel, Açores.
Como chegar? No lado este da ilha de São Miguel, na Estrada Nacional 719.

Caldeirão Verde
A cascata guardada por cinco túneis

Para chegar à Levada do Caldeirão Verde, na Madeira, é preciso atravessar cinco túneis de pedra basáltica. O percurso começa no Parque Florestal das Queimadas e atravessa a floresta, conhecida pela sua humidade subtropical e temperada (laurissilva). Ao longo dos seis quilómetros de extensão, deixe-se deslumbrar pelas muitas espécies que habitam a região, como as faias-europeias, os cedros de madeira, pau-branco e as urzes centenárias (mas tenha cuidado com a cabeça: há túneis baixos e com os tectos molhados). Se a flora não o entusiasma, descanse. Quando chegar ao fim do percurso deleite-se com uma espantosa cascata, onde pode mergulhar e nadar.

Onde? Madeira, freguesia de Santana

Como chegar? A cerca de 30 minutos do Funchal, na Via Rápida, siga as placas “Santana”. Na cidade, dirija-se ao Parque Florestal das Queimadas.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/63632-sete-maravilhas-da-natureza-mergulhar-cabeca, a 09 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Maravilhas!

RT

Conheça a Europa a Pé e Tenha Acesso a Paisagens Que Não Se Têm Acesso Através de Qualquer Transporte…

Conheça a Europa a pé Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje e por ser fim-de-semana, quase de Verão, ou seja, que estamos quase a entrar no período de férias que os Portugueses mais veneram, e como tal, nessa orientação, li na semana, que hoje apresenta o seu terminus, uma reportagem onde fala, de uma viagem a pé pela Europa, neste caso, entre Viena e Budapeste. Vou transcrever a referida reportagem, mas penso que não é necessário comentário da minha parte à mesma, deixo ao livre arbítrio o comentário dos leitores.

« A Europa descobre-se a pé

De Viena a Budapeste, 290 quilómetros para conhecer com pouco mais que botas e mochila

Estávamos em Dezembro de 1933 e um inglês de 18 anos, Patrick Leigh Fermor, calçou botas com protectores, vestiu um sobretudo em segunda-mão, agarrou numa mochila e deixou Londres a bordo de um navio com destino a Roterdão, a partir de onde planeava viajar 2400 quilómetros até Istambul – a pé, quase sem dinheiro. Com base nesta jornada de um ano escreveu dois livros: “A Time of Gifts” e “Between the Woods and the Water”.

Pode um jovem com pernas fortes e pouco dinheiro encontrar o mesmo espírito de hospitalidade que Leigh Fermor encontrou? No final de Março lancei-me a descobrir a resposta. O meu plano era caminhar de Viena até Budapeste, uma jornada de 290 quilómetros em que tentaria seguir o rasto de Fermor, ao longo do Danúbio até Bratislava, capital eslovaca, e depois até à Hungria. Após duas noites em Viena, estava impaciente. Por isso, atravessei o Danúbio, pus às costas a minha mochila de 20 quilos e comecei a caminhar pela Donauradweg, uma ciclovia que vai da nascente do rio até à sua foz, no Mar Negro. Neste primeiro dia, decidi levar as coisas com calma e fazer apenas 24 quilómetros. O ideal seria atingir 29 quilómetros por dia – umas seis horas a caminhar – para atingir o meu objectivo. Parecia razoável, num terreno plano.

No entanto, havia obstáculos ocultos. Uma tentativa de atalhar caminho por um depósito de combustível deixou-me com arranhões e mais cinco quilómetros. Mas se me tivesse mantido no trilho, nunca me teria cruzado com Jean-Marc e Marie, ciclistas franceses recém-casados que pararam para dizer olá quando viram um caminhante solitário. Estavam a gozar uma longa lua-de-mel: uma viagem de bicicleta de dois anos, desde a sua casa em Paris até ao Japão! “Sabem onde vão ficar esta noite”, perguntei-lhes. Não sabiam. Disse-lhes para se encontrarem comigo em Ort an der Donau, uma pequena vila austríaca uns quantos quilómetros Danúbio abaixo, onde arranjara lugar para ficar através do CouchSurfing.org.

Na manhã seguinte, a caminhada começou bem. Os meus pés estavam macios mas a planura da Marchfelddamm, uma berma alta que faz de ciclovia e impede inundações, assegurava-me que não teria de me esforçar: estava no coração do Parque Nacional de Donau-Auen. Passaram 20 quilómetros antes de parar para almoçar e mais dez antes de chegar ao meu objectivo do dia: Bratislava.

Depois do check-in no Hotel Kyjev fui para a rua: não estava moído, nem mesmo cansado. Tinha bolhas nos pés mas eram tratáveis. Os meus tornozelos, porém, estavam inchados. Tomei ibuprofeno, um duche e a seguir jantar. Era sexta-feira da Páscoa judaica e, tal como qualquer outro judeu errante, queria uma refeição do Sabbath. Graças à Chabad, a organização da comunidade de judeus hassídicos, consegui uma, na casa do rabi Baruch Myers.

No sábado, inspirado pelo rabi e por causa dos meus pés, descansei e contemplei o futuro. Tinha caminhado 65 quilómetros até aí e se os meus tornozelos serviam de indicação, nunca conseguiria fazer os restantes 225 quilómetros. A não ser… Se apanhasse um comboio num curto trajecto até Bratislava – digamos, 25 quilómetros para nordeste – poderia, seguramente, caminhar mais 15 quilómetros. Estaria a quebrar as minhas regras, mas tratavam-se de regras arbitrárias.

A tarde já ia avançada e os meus tornozelos gritavam. O mapa que guardava no meu iPhone colocava a próxima cidade a 25 quilómetros mais a leste. Precisava de descansar – mas onde? Enquanto caminhava pelo passeio, vi um homem e uma mulher da minha idade a passear o seu cão. No meu melhor eslovaco, perguntei: “Onde é que há um sítio para acampar?” Quinze minutos depois, estava sentado à mesa da cozinha da família.

Desde Velky Grob caminhei 25 quilómetros por estradas cobertas de lixo e terrenos agrícolas desoladores, chegando a Sered, uma cidade cinzenta que odiei. Era segunda-feira de Páscoa e tudo em Sered e no país inteiro, ou pelo menos assim parecia, estava fechado. No dia seguinte, o dono da pensão deu-me boleia por alguns quilómetros até Strkovec, uma propriedade onde Leigh Fermor tinha ficado com o Barão Philip Schey, um dos personagens mais coloridos dos seus livros.

Finalmente, chegara à Hungria e Budapeste ficava apenas a 65 quilómetros. Dois dias de caminho, se os meus tornozelos não se revoltassem. Antes, no entanto, tinha de me conseguir arrancar de Esztergom, a cidade mais bonita desde Viena.

Quando parti nessa manhã, descendo a ciclovia nas margens do rio, tive a dolorosa sensação de que a caminhada daquele dia – 25 quilómetros até Visegrad – poderia ser a última. Os meus tornozelos estavam inchados mas não doíam muito. Só que depois de três horas, estavam transformados em pára-raios de agonia. Cheguei a Visegrad a meio da tarde e montei a tenda (pela primeira vez) num parque de campismo à beira da estrada, sabendo que no dia seguinte, depois de visitar o castelo de Visegrad, no alto do monte, apanharia a camioneta para Budapeste.

E foi assim que o meu passeio teve um fim prematuro. Se fiquei desapontado por ter feito todo o caminho a pé? Nem por isso. Percorri 180 quilómetros a pé e vi coisas que nenhum outro viajante de autocarro ou de comboio teria visto. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/62606-a-europa-descobre-se-pe, a 02 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Caminhadas Europeias!

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A Época Balnear Já Abriu… Aproveite o Feriado de Hoje Para Uma Visitinha à Praia…

Praias Portuguesas Estão Oficialmente Abertas... Fonte: http://www.loveporto.com

Hoje e apesar da época balnear ter começado no dia da criança, trago uma notícia alusiva a esta abertura, e ao bom tempo que nos tem assolado, vou transcrever a referida reportagem, no entanto, não vou comentar a mesma, pois trata-se somente de assinalar a abertura da época balnear de 2010.

« Troque a secretária pela praia e estenda a toalha

Começou ontem a época balnear e as praias já foram invadidas. Aos dias de semana, há até quem falte ao trabalhe para dar um mergulho

Patrícia não resistiu ao calor de segunda-feira e inventou uma desculpa no trabalho para ir dar um mergulho: “Disse que tinha ido às Finanças”, ri-se, “mas já vou voltar para lá”. A julgar pela quantidade de pessoas na praia de Carcavelos não deve ter sido a única. O casal de reformados Elvira e Humberto Monteiro, de 71 e 74 anos, é especialista em avaliar praias na época baixa e ficou surpreendido com a multidão: “Não contávamos com tanta gente a um dia de semana”, diz Humberto debaixo do chapéu de sol. “Costumamos ir para a Fonte da Telha onde há menos pessoas, mas hoje não me apeteceu atravessar a ponte.”

A poucos centímetros da sua toalha já se vêem famílias com crianças a resgatarem sandes de lancheiras azuis. Filipa Carvalho até trouxe cerveja fresca e vai dando uns golos enquanto garante que os filhos não faltaram às aulas para ir à praia. “Eles tiveram acampamento da escola e hoje têm o dia livre.”

Filipa pode faltar quando quiser. É dona da fábrica de bolos Tondelense e o marido ficou no seu lugar. “Os homens precisam mais de trabalhar”, brinca.

Quem não falta, aproveita os intervalos do emprego para fingir que está de férias. Antes de dar aula de musculação, João Silva vai surfar durante duas horas. Ricardo Viegas é polícia e enquanto espera pelo turno da noite obriga a namorada a acompanhá-lo até Carcavelos. É a sorte de quem trabalha de madrugada: João Valente é porteiro na discoteca W, mas já tem um bronze de fazer inveja. “É do solário”, justifica.

Embora a época balnear só tenha começado ontem (com um jovem desaparecido na praia do Pescador, na Costa da Caparica, e 240 praias a exibirem a Bandeira Azul – mais 14 do que no ano passado), o calor e as enchentes já parecem de Agosto. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/62624-troque-secretaria-pela-praia-e-estenda-toalha, a 02 de Junho de 2010, em Jornal I

Bons Banhos…

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Conheça as Aventuras Debaixo de Água Que Acontecem em Cascais…

Fundo do Mar em Alta Definição... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Segunda-feira, e estarmos de ressaca da Páscoa, trago para os que gostam de aventura, algo que uma empresa faz em Cascais, passo a transcrever a notícia, mas como se trata de uma publi-reportagem, não vou tecer comentários à mesma.

« Cascais-Lisboa em 90 minutos e debaixo de água

A Come 2 Sea proporciona passeios de barco completos pela Costa do Estoril. Céu, terra e fundo do mar, nada escapa a bordo do Sublime. Damos-lhe cinco razões para optar por este e não outros barcos

1. Veja o fundo do mar em alta-definição

Sempre teve vontade de experimentar mergulho, mas por qualquer fobia parva, nunca se aventurou? Uma voltinha no Sublime pode ser a solução para satisfazer a sua curiosidade sobre o que se passa nas profundezas do mar. É que este barco é especial: não tem fundo, ou melhor, tem, mas é transparente. O hidrofoil Looker 350 veio da Rússia (nada a ver com espionagem) e o vidro do fundo, de acrílico modificado, permite ver até nove metros de profundidade. Vê-se tudo o que por ali passa: estrelas-do-mar, polvos, alforrecas e até golfinhos. Cada passeio é diferente e revela novas espécies de fauna ou flora.

2. Aprecie a Costa de Cascais até Lisboa
A Come 2 Sea é a primeira empresa a fazer passeios regulares com partida da marina de Cascais com destino a Lisboa. O normal é o percurso inverso. Os pacotes normais da Come 2 Sea são viagens de 30 minutos de Cascais até Oeiras, de 60 minutos do Estoril até à Guia ou até Oeiras e de 90 minutos até à zona de Belém. Sempre sem perder a costa de vista. Mas se o cliente tiver outras ideias, é possível ajustar o percurso à sua vontade.

3. Ver o céu a partir do mar

Mais do que uma aula de biologia, pode encarar-se um passeio no fundo do mar como uma aula de astronomia ou apenas como algo romântico. É que do Sublime também se pode avistar o céu em pormenor, através de um vidro. E se olhar as estrelas e a lua lhe dá para o romantismo, então convide a sua cara-metade para um passeio e, quem sabe, peça-a em casamento. Tudo é possível combinando com a Come 2 Sea.

4. Sobre o mar sem enjoar

Para quem enjoa só de ouvir falar na palavra barco, este hidrofoil pode ser uma novidade agradável. Pode atingir um máximo de 40 nós de velocidade (74 km/h), o que dificulta a vida ao enjoo. Ao contrário de muitos outros barcos que permitem ver o fundo, este tem a vantagem de ser “naturalmente” arejado. Ao mínimo sinal de enjoo é voltar ao ventinho na face. Mas isso não será necessário, porque quando for altura de olhar através do “olho de vidro”, o comandante do barco abranda ou pára para que se possa apreciar tudo com calma.

5. Sinta-se uma estrela em Saint Tropez ou nas Caraíbas

Entre os vários barcos estacionados na Marina de Cascais, há um que congrega as atenções de toda a gente que passa: é o Sublime. Se dar nas vistas é o que pretende, este é o seu barco. É o primeiro Looker 350 em Portugal, por isso a exclusividade está garantida. E não há quem lhe fique indiferente. Há quem o ache parecido com uma rã outros com uma espécie de submarino, mas a verdade é que todos que lhe põem a vista em cima o acham digno de um filme do agente secreto James Bond.

Um passeio no Sublime pode custar entre os 15 euros para 30 minutos e os 40 euros para 90 minutos. Horário: de segunda a quinta das 10h00 às 21h00, de sexta a domingo das 10h00 às 22h00. A Come 2 Sea fica na Marina de Cascais, loja 10. Tel/Fax: 214 861 911.

www.come2sea.pt»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/53471-cascais-lisboa-em-90-minutos-e-debaixo-agua, a 01 de Abril de 2010, em Jornal I

Boas Aventuras Aquáticas.

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