Conheça as Facetas de Jim Carrey…

Julho 22, 2011

As Facetas de Jim Carrey... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo sobre Jim Carrey, que saiu num diário da nossa praça, passo a transcrever o mesmo…

« Jim Carrey. Como viver a fazer caras feias

 Não se pode pensar em Jim Carrey sem o imaginar curvado, de músculos contraídos e maxilar deslocado, em “O Melga”, com bocas estranhas em “Ace Ventura”, de sorriso amarelo em “The Truman Show” ou de olhar perdido em “O Despertar da Mente”. O actor tem mil e uma caras e caretas, mas parece já ter esgotado o repertório pela generosa lista de filmes que protagonizou. Hoje regressa às salas de cinema com “Os Pinguins do Sr. Popper”, em que um Carrey mais comedido entretém um público jovem que acredita em contos de fadas. Relembramos a prestação do actor para que no dia da estreia tire as dúvidas: afinal quantas caras tem Carrey?

 Ace Ventura – Detective Animal (1994)
Foi um sucesso de bilheteira, apesar de não ter sido bem recebido pela crítica. Ace Ventura tem um importante caso a desvendar: o desaparecimento deum golfinho. As bocas estranhas e os movimentos bruscos são comuns no detective.

 

O Melga (1996)
Irritante, insistente, maçador, obsessivo e, note-se, com o maxilar inferior para a frente. A descrição corresponde ao “Melga”. Carrey é o homem da TV Cabo com uma missão a cumprir: tornar um dos clientes o seu melhor amigo. Para isso não olha a meios, passando para lá dos limites do razoável.

 

A vida em directo (1998)
Carrey é o personagem principal de um reality show… sem o saber. A história complica-se quando começa a perceber que se passa algo estranho.

 

Ela, eu e o outro (2000)
É uma perturbação de identidade que dificulta a vida amorosa deste polícia. Carrey é Charlie, calmo e educado, mas também é Hank, um louco despropositado.

 

Bruce, o Todo- Poderoso (2003)
Ficar com sete dedos numa mão é só uma das proezas que Jim Carrey consegue alcançar neste filme. Bruce, a personagem que interpreta, é um desgraçado, perseguido por azares, até que um dia tem uma conversa com Deus e troca de lugar com ele.

 

Lemony Snicket’s: Uma Série de Desgraças (2004)
Três crianças órfãs – e menores de idade – recebem uma gorda herança. Ficam com Carrey, o tio ganancioso.

 

O Despertar da Mente (2004)
Carrey paga para esquecer um grande amor, por isso é compreensível que passe a maior parte do filme com cara de carneiro mal morto.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/138202-jim-carrey-como-viver-fazer-caras-feias, a 21 de Julho de 2011, em Jornal I

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Concentração de Motards em Faro 2011…

Julho 14, 2011

Concentração de Faro 2011... Fonte:www.motardesintra.blogspot.com

Hoje começa a festa dos Motards de Faro, passo a transcrever o referido artigo.

« Bar suspenso e Iron Maiden animam motards em Faro

 Um bar suspenso até 40 metros do chão com uma vista panorâmica sobre o recinto é uma das novidades da 30.ª Concentração Internacional de Motos de Faro, que arranca na quinta-feira em Vale das Almas.

O evento, que decorre até domingo, deverá receber 30 mil pessoas, na sua maioria espanhóis, mas também portugueses e oriundos de outros países europeus, estima o presidente do Moto Clube de Faro, José Amaro.

Apesar de ainda faltar um dia para o arranque oficial do encontro, no recinto montado em Vale das Almas, junto à praia de Faro, já estão acampados algumas centenas de motociclistas e tudo está a postos para receber muito mais.

Uma das grandes atracções do encontro deste ano deverá ser o bar que pode ficar suspenso até cerca de 40 metros do chão, uma plataforma içada por um guindaste, onde não faltará cerveja e música.

“Quem não tem vertigens pode ir lá acima, dizem que tem uma vista espectacular. Eu não vou porque prefiro andar no chão”, graceja José Amaro enquanto observa um grupo a ser içado em direcção ao céu.

Não muito longe um grupo de checos conta à Lusa, num inglês nem sempre perceptível, ter percorrido alguns milhares de quilómetros de moto apenas para assistir ao evento.

Vladislav, engenheiro de 25 anos, veio sozinho de moto da República Checa para Faro, viagem cuja distância é de cerca de 5.500 quilómetros e que demorou dez dias, contou.

Quando chegou a Vale das Almas, onde está pela primeira vez, conheceu um grupo de compatriotas a quem se juntou para apreciar “o bom vinho português” e “conhecer pessoas” numa festa que só acabará no domingo.

A banda britânica de “heavy metal” Iron Maiden encabeça o cartaz musical da concentração e sobe ao palco no primeiro dia do evento num concerto cuja abertura estará a cargo dos algarvios Mindlock.

Contudo, apesar de a banda poder atrair muitos curiosos de fora do circuito “motard”, José Amaro sublinha que o concerto é “sobretudo dirigido aos motociclistas” e que a concentração não é um festival de música.

O evento conta com 1400 voluntários e ainda com uma equipa de 40 médicos, 75 enfermeiros e 90 socorristas e motoristas.

A entrada no recinto é feita mediante um bilhete único de 45 euros para os quatro dias. »

In: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Faro&Concelho=Faro&Option=Interior&content_id=1906831&page=3, a 13 de Julho de 2011, em Jornal de Notícias.

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Conheça a Peça « Catatua Verde »…

Fevereiro 18, 2011

A Peça Catatua Verde... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo para os amantes da arte da representação, mais concretamente o teatro, passo a transcrever a notícia.

«Vinte e seis actores, uma taberna e uma revolução

“A Cacatua Verde”, com encenação de Luís Miguel Cintra traz-nos a revolução francesa e um jogo da verdade e da mentira. Aqui ficam boas razões para ir vê-la

Quando entramos na sala somos recebidos por actores de macacão preto que nos olham nos olhos. No meio deles distingue–se uma pessoa encostada a uma mesa. É Luís Miguel Cintra, o único de camisa branca e avental. Toca o início da “Carmagnole”, a música mais popular da Revolução Francesa, numa pequena concertina. De repente os actores começam a cantar, saem do palco e desaparecem.

É assim que entramos na taberna parisiense Cacatua Verde. Estamos no dia 13 de Julho de 1789, a véspera de um dia histórico. Na madrugada seguinte dá-se a tomada da Bastilha e o pontapé de saída da Revolução Francesa. O povo toma o poder e grita: “Liberdade!”

Antes de transformar este pequeno texto numa ode à revolução ou prevendo até alguma referência rebuscada às notícias do Egipto, explicamos do que se trata. É a nova peça do Teatro D. Maria II, com encenação de Luís Miguel Cintra. Vinte e seis actores dão vida a “Cacatua Verde”, do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler, até dia 27 de Março. Aqui ficam algumas razões para sair de casa e dar um salto ao teatro.

diz que é uma espécie de Comédia Na taberna de Próspere, os aristocratas encontram o divertimento perfeito. Convivem com ladrões, assassinos, prostitutas, vigaristas, num ambiente seguro. É quase como uma ida ao jardim zoológico com direito a entrar nas jaulas com os tratadores. Próspere contratou os antigos actores, que trabalhavam na sua extinta companhia de teatro, para fazerem o papel de criminosos. Muitas vezes tem de os dirigir, tal qual no teatro. Um deles grita muito alto, exaltado, e Próspere corrige: “O teu papel não é fazer de doido mas de criminoso.”

Luís Miguel Cintra O encenador, actor e director do Teatro Cornucópia é um dos grandes nomes do teatro. Se já o viu, vale a pena revê-lo. Se ainda não assitiu a nenhuma peça com Luís Miguel Cintra, há uma grave lacuna no seu currículo. A vontade de fazer uma peça sobre a Revolução Francesa era antiga. Só agora surgiu a oportunidade, a convite de Diogo Infante. “Há muitas peças que me aborrecem. Já fiz muitas coisas de todas as épocas. Conheço o teatro muito bem, mas chegamos a uma fase na vida em que fazemos balanços. [Mais tarde vai acrescentar: “Estive a fazer estas fantuchadas todas na vida, de forma muito séria, para quê?”] Não gostaria de me instalar numa posição de prestígio que sei que adquiri. Quero continuar a ter prazer”, explica aos jornalistas.

Onde está a verdade? “A maneira mais bonita de não levar a vida a sério é ser actor.” As reflexões sobre o teatro e sobre a arte vão surgindo ao longo da peça. As personagens mostram-se contraditórias e o espectador fica na dúvida: os actores que representam os bandidos são verdadeiramente criminosos? No final, a dúvida cria o clímax da acção, que não podemos revelar por razões profissionais.

Arnold Schnitzler “É um autor muito leve na escrita, próximo do champanhe. Os diálogos são sucintos, com um humor muito subtil”, explica Luís Miguel Cintra. E acrescenta: “A peça não fala de teatro nem de revolução, mas da arte e da vida.” Para o encenador, “A Cacatua Verde” fala das revoluções na própria realidade, tema que lhe interessa e não deixa o público indiferente. “Muitos dos espectáculos são passatempos mais ou menos elaborados, mais ou menos inteligentes. É difícil encontrar uma relação profunda entre a realidade e a vida. É mais um objecto de consumo do mundo burguês. Sou inconsolável em relação a isto”, conclui. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/105169-vinte-e-seis-actores-uma-taberna-e-uma-revolucao, a 17 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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Conheça a ARCO a Feira de Arte Com Mais Notoriedade de Espanha…

Fevereiro 17, 2011

Arco...A Mais Conhecida Feira de Arte de Espanha... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que visa sobre a maior feira de arte de Espanha a «ARCO», passo a transcrever o referido artigo.

« ARCO. Tudo pode ser arte na feira mais famosa de Espanha

Até um quadro de miúdos pode valer 15 mil euros. Começa hoje, em Madrid, a ARCO e os galeristas portugueses explicam porque é importante participar

Há quatro anos, a jornalista espanhola Fanny Estévez entrou na ARCO, a feira de arte contemporânea de Madrid, com um quadro escondido na mala. De manhã, um grupo de doze miúdos de um infantário tinha lançado as pequenas mãos cheias de tinta à mesma tela. O objectivo da reportagem do programa “El Buscador”, do canal Telecinco, era mostrar que “qualquer coisa pode passar por arte na feira mais prestigiada de Espanha”. Até mesmo um quadro esborratado por miúdos de 2 e 3 anos.

“Nota-se que é um quadro feito por um homem com uma carga erótica muito grande, mas também reprimida”, disse um dos visitantes, enquanto analisava a pintura. Pouco tempo antes, a jornalista tinha pendurado o quadro num canto recatado da feira e conseguira arrancar algumas opiniões do público. Uma rapariga distinguia uma “paisagem vegetal” na tela, enquanto um homem acreditava que reflectia “um desespero por um caminho novo”. Nas reacções que podem ser vistas no YouTube (uma pesquisa por “El Buscador en ARCO” basta) chega a ver-se uma mulher que considera 15 mil euros “um preço barato” para o quadro.

Este ano, a feira de arte contemporânea comemora a sua trigésima edição e os visitantes podem continuar a filosofar sobre as obras de arte de 190 galerias internacionais. Por exemplo, o trabalho “Pão com Pão” (fotografia aqui em cima), do cubano Wilfredo Prieto, poderá suscitar a seguinte dúvida: trata-se mesmo de uma obra ou do lanche de alguém esquecido na prateleira?

Conselhos

“Para comprar arte é essencial gostar da peça, mas primeiro recolher informações sobre o currículo do artista”, aconselha Vera Cortês, dona de uma das doze galerias portuguesas presentes na ARCO 2011. A peça mais valiosa que levou para a feira foi um vídeo da dupla inglesa John Wood & Paul Harrison. “O preço são os artistas que decidem, não é inflacionado pela feira”, garante a galerista. Entre as peças do seu stand está um conjunto de 500 fotocópias da artista Joana Bastos onde se pode ler “Sorry, had to go to work”. O Preço? 250 euros.

Porquê ir

“É sempre importante participar na ARCO”, diz Cristina Guerra, dona da galeria homónima em Lisboa. “É a feira mais importante da Península Ibérica. A de Lisboa [a Arte Lisboa] praticamente não existe.” Para a galerista, compensa sempre participar: “Os transportes são mais baratos, as vendas correm bem e fazem-se bons contactos com coleccionadores, curadores e directores de museus.”

A feira em Madrid abre as portas hoje, mas só para convidados VIP, os primeiros a fechar negócio com as galerias. A partir de sexta e até domingo transforma-se numa gigante exposição de arte contemporânea, aberta a quem quiser pagar 32 euros por dia.

Se não quiser pagar nem ir a Madrid há outra hipótese: os utilizadores do iPhone e iPad podem descarregar no iTunes uma aplicação gratuita que lhes permite conhecer as obras virtualmente.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/104933-arco-tudo-pode-ser-arte-na-feira-mais-famosa-espanha, a 16 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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Rolos de Espargos Com Fiambre… Para Uma Alimentação Saudável e Light…

Setembro 12, 2010

Rolos de Espargos com Fiambre Fonte: http://www.ionline.pt/

Por ser Domingo, e de acordo com uma sugestão que li num diário da nossa praça, deixo uma receita para poder desfrutar deste ultimo dia do fim-de-semana.

« Receitas light: Rolos de espargos com fiambre

Ahhhh… mas são verdes. O espargo, pois claro, é o ingrediente que dá sabor às receitas desta semana. Alimentação saudável que se preze tem tons esverdeados

Rolos de Espargos com Fiambre

4 pessoas
Tempo de preparação: 15 min.
Dificuldade:  Fácil

200 g de espargos verdes
100 g de fiambre de peru
¼ chávena de queijo fresco
Pimenta-preta

Preparação:
Corte as pontas mais fibrosas aos espargos e coza-os num tacho com água e sal, até estarem tenros ao toque.

Depois de cozidos, escorra, passe por água fria e corte-os ao meio.

Coloque numa tábua de cozinha uma fatia de fiambre e barre a parte central da fatia com o queijo fresco.

Polvilhe com pimenta-preta e coloque um molho com 3-4 espargos no meio.

Com cuidado enrole a fatia de fiambre à volta dos espargos, apertando bem. Enrole outra fatia de fiambre à volta do rolo e corte fatias grossas com uma faca bem afiada.

Informação nutricional (Dose individual)

Calorias // 90 calorias

Nutrientes // Hidratos de carbono 6 g ( dos quais 1 g de fibra e 1 g de açúcar), lípidos 3 g, proteínas 6 g

Cuscuz com Espargos Verdes e Beringela

4 pessoas
Tempo de preparação: 20 min.
Dificuldade:  Fácil

300 g de espargos verdes

Meia beringela; 1 chávena de cuscuz;

2 chávenas de caldo de legumes; 3 colheres

de sopa; azeite; sal; alecrim fresco

Coloque o cuscuz numa tijela e verta o caldo de legumes a ferver por cima. Cubra a tijela com película aderente e deixe cozer. Ao fim de 10 minutos pique com um garfo para soltar. Corte os espargos em pedaços (deite fora a parte mais grossa do caule) e a beringela em pequenos cubos. Aqueça o azeite num wok e salteie durante 5-7 minutos os legumes, com uma colher de chá de alecrim picado, até os espargos estarem tenros. Ajuste o tempero de sal, junte ao cuscuz e, se necessário, mais uma colher de azeite.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/76868-receitas-light-rolos-espargos-com-fiambre, a 06 de Setembro de 2010, em Jornal I

Bom Proveito

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Tenha Um Fim De Semana Medieval…Em Leça do Balio…Conheça os Detalhes…

Setembro 11, 2010

Feira Medieval de Leça do Balio... Fonte: http://www.ionline.pt

Para um fim de semana diferente, que tal uma visita à feira medieval em Leça do Balio, no concelho de Matosinhos, vou transcrever a peça jornalística referente a essa Feira  Medieval.

«Hospitalários Um fim-de-semana no passado

Junto ao Mosteiro de Leça do Balio, uma viagem a outros tempos, para reviver tradições e recuperar receitas com séculos de história

Há mais de 700 anos casaram, no Mosteiro de Leça do Balio, El Rei Dom Fernando e Dona Leonor Teles. Foi o único casamento real celebrado fora de Lisboa. Este fim-de-semana poderá ver como tudo se passou. Saia de casa e aprenda um pouco sobre a vida dos seus antepassados enquanto se diverte. Desde cavaleiros, torneios de armas, a recriações históricas de vários momentos, o passado vai ser vivido nas imediações do mosteiro que foi cenário do casamento real.

“Os hospitalários no caminho de Santiago” é o nome desta feira medieval que já vai no quinto ano consecutivo e que, pelo seu êxito, está em terceiro lugar no ranking nacional de eventos deste género. Durante quatro dias (começou ontem e termina domingo) quem por lá passar vai deparar-se com o cenário de toda uma sociedade portuguesa de há sete séculos. E são esperadas qualquer coisa como 200 mil pessoas.

Os saltimbancos irrompem pelas ruas, enquanto os “cuspidores” de fogo dão os espectáculo e as bailarinas de dança do ventre prendem os olhares. Ao mesmo tempo, no mercado, ouvem-se os pregões e nas tabernas brinda-se com canecas de barro. É este o cenário que se pode encontrar. Era assim que os nossos antepassados viviam. Desde recriações históricas, ceias e concertos de música medieval há espaço para tudo, criando-se uma sensação de regresso ao passado que só eventos deste género trazem.

O ponto alto da feira, que tem como principais objectivos promover o Mosteiro de Leça do Balio, dinamizar e reavivar o troço de Matosinhos nos Caminhos de Santiago e recuperar a posição de relevo de Matosinhos nestas peregrinações, será a recriação do casamento real que fez o Mosteiro e a cidade entrarem para a história.

O fim-de-semana em Matosinhos vai ser diferente. O século XIV voltou e com ele o reavivar das tradições e dos costumes para além de ter diversão garantida pelos vários animadores e recriações a que se pode assistir.

O que se pode fazer na feira?

O mercado
Atravessa todo o espaço da festa e o comércio é real. Pode-se comprar frutas, legumes ou artesanato. Num ambiente de antigamente com bancas cobertas de tecido e em ateliers de artesãos ao ar livre a palavra-chave é tradição. Os mercadores estão vestidos a rigor e vai poder ouvir os pregões de outros tempos. A azáfama dos mercados medievais que só se vê nos filmes volta às rua de Leça do Balio, num fim-de-semana que promete surpresas.

As tabernas
As canecas de barro e as mesas de madeira trazem o sabor especial de uma boa “merenda”. Pode ir a qualquer uma das tabernas caracterizadas a rigor e deliciar-se com pratos típicos ao ser servido por verdadeiros “taberneiros” do século XIV trajados para a ocasião. Ao durante o dia ou à noite, nada melhor do que petiscar num sítio diferente e ver as surpresas que “Os Hospitalários no caminho de Santiago” lhe reservam.

Ceias medievais com animação
E porque não um jantar diferente, este fim-de-semana? À noite, por volta das 20H30, pode participar na ceia medieval que, durante os quatro dias conta com animação. Hoje pode assistir, por exemplo, ao torneio medieval a cavalo e apeado. Amanhã o “encantador de serpentes” mostra a sua arte enquanto a ceia é saboreada e no último dia, ao mesmo tempo que janta pode assistir a uma aplicação de penas em praça pública, onde “criminosos” e “desertores” vão ser julgados e castigados. »

In : http://www.ionline.pt/conteudo/77642-hospitalarios-um-fim-de-semana-no-passado, a 10 de Setembro de 2010, em Jornal I

Bom Regresso ao Passado…

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Alfaiates Ainda Existem…Senão Acredita Espreite Aqui…

Setembro 8, 2010

Alfaiates para todos os gostos...Este é em Aveiro... Fonte:http://www.ionline.pt

Já pensou na ideia de fazer um fato por medida? Pois bem, se pensa que é difícil, trago uma peça jornalística que vai desmentir esta questão. Tem também algumas casas, e alfaiates, onde pode recorrer e alguns preços de referência para o efeito.

« “O alfaiate é como o barbeiro. Se servir bem, é para a vida”

Diz-se que não há nada como um fato executado a partir de um modelo real. O i falou com os mestres nacionais na arte do corte e costura e tirou a prova de que estão cá para ficar

Hoje em dia é fácil encontrar fatos por medida em lojas como a Massimo Dutti ou a Hugo Boss, mas se procura o real deal o melhor é ir à origem da confecção. Na década de 30 eram os alfaiates os responsáveis pelo trajar clássico da alta roda nacional. Em 2010 são os filhos desses mesmos artesãos a dar continuidade a uma arte em vias de extinção. A escassez de técnicos especializados é hoje o elefante na sala de qualquer ateliê. São por isso os habitués (e jovens com sentido estético apurado) – que não abdicam de ter no armário peças únicas e personalizadas – que dão alento à sobrevivência do corte e costura por medida. “Quer um fato bem feito? Vá a um alfaiate!”, diz João Teodósio, que sabe do que fala.

João Milheiro Teodósio A falta de mão–de-obra contribuiu para o encerramento da alfaiataria com o mesmo nome. “Trabalho não falta, já não há é pessoal.” Aos 73 anos está reformado, mas por “amor à profissão” – a única que conhece desde os 11 anos – mantém o ateliê em casa. A clientela, “homens nos 50 anos, porque a mocidade já não liga a estas coisas”, é seleccionada, mas deixa saudades dos tempos em que bastava passar nos Pastéis de Belém, perguntar pelo “João alfaiate e toda a gente sabia onde era”. João promete executar um fato clássico, “à antiga, feitinho à mão”, em duas semanas. Mas só porque está sozinho, porque antes ele e a mulher, “a melhor costureira de Lisboa”, eram a “dupla temível” da alfaiataria nacional. Rápidos, eficientes e perfeitos.

Travessa de Santo António, 23, Lisboa;

Tel: 213 625 280. Preço: 500€

Camisaria Pitta “Somos a camisaria mais antiga da Península Ibérica, com 123 anos de existência.” Quem o diz é o Sr. Vasco, responsável pela loja desde 1977 e defensor da ideia de que “um bom fato é como um quadro”, sendo o alfaiate o artista por excelência. Excelência é, aliás, o fio condutor da imagem da casa. A oficina tem um leque completo de serviços: tiradas as medidas, resta escolher a fazenda disponível no catálogo da loja e, se for o caso, levar uma camisa que faça pendant. Depois é esperar um mês e meio para conhecer o resultado. E como a história da moda é feita de regressos à origem, nesta alfaiataria o “clássico” é transversal a todas as épocas: “Os fatos que se vendem nas lojas saem de moda rapidamente. Aqui não. Confeccionamos os fatos de sempre e para sempre.”

Rua Augusta, 193 2.º, Lisboa; Tel: 213 427 526; Preço: 2000€

Américo Gonçalves Américo, o pai, abriu o ateliê em 1973. Hoje são os filhos a dar continuidade ao negócio. Vítor, 52 anos, é um dos mais novos mestres portugueses na arte da costura. Lembra com orgulho uma das páginas do livro de honra da Casa Gonçalves, na qual um rapaz de 19 anos descreveu o seu primeiro fato por medida como uma “experiência fabulosa”. Apesar de não impor o seu gosto pessoal aos clientes, admite que prefere que a roupa fique com um aspecto “fofo”, fugindo à traça quase exclusivamente clássica da concorrência. Ao contrário de outros colegas de profissão, a procura é de tal forma heterogénea que não lhe permite definir um cliente-tipo. “É que os alfaiates são como os barbeiros. Se servirem bem, é para vida.”

Rua Galeria de Paris, 36-1.º Esq. Porto;

Tel: 222 059 695. Preço: 800€

Lourenço & Santos, Lda Em Outubro, a loja celebra o primeiro centenário. A gerência mudou há uns anos, mas o nome ficou para sempre. Agora, sob a alçada do grupo Diniz & Cruz, é Paula Cruz a dar a cara pela marca. Situada no coração da Baixa lisboeta, pela porta entram diariamente “executivos, bancários e até jogadores de futebol” da nossa praça. O método tradicional (de confecção artesanal) continua a dar cartas nas vendas, mas o semitradicional (com algumas entretelas coladas) é o mais indicado para os clientes apressados. É a diferença entre esperar uma semana e um mês pela execução de um fato por medida. Por enquanto o target é masculino, mas Paula admite “vir a alargar o leque de vendas à roupa feminina por medida”. Mas não há pressa. É que a Diniz & Cruz já está no mercado de pronto-a-vestir para mulheres, representada pela marca Dalmata.

Praça dos Restauradores, 47-A e B, Lisboa; Tel: 213 462 570. Preço: 500€

Fernando Martins Almeida Aprendeu a ser alfaiate durante a escola primária, mas só depois do serviço militar é que se especializou na confecção industrial para outras marcas. Hoje, aos 60 anos, trabalha em parceria com a mulher, Maria de Lurdes. “Tiro as medidas, faço as provas, o corte e os acertos. Depois a minha mulher fica responsável pela confecção.” Homem de dois ofícios, relata com entusiasmo a viagem, há dois anos, a Basileia “para tirar medidas à selecção suíça de hipismo”. Trabalha com tecidos importados de Inglaterra e Itália e até tem em stock alguns catálogos “da marca que fornece os tecidos à Casa Branca”.

Rua Dias Cainarim, 15, Esgueira, Aveiro;

Tel: 234 311 528 Preço: 700€ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/77027-o-alfaiate-e-como-o-barbeiro-se-servir-bem-e-vida, a 7 de Setembro de 2010, em Jornal I

Boas Roupas!

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