Conheça o Fashion Night Lisbon 2011…

Hoje trago um artigo interessante, sobre uma sugestão para mais logo a noite na cidade de Lisboa…

« Fashion Night Out. Limitados ao stock existente

 Vinhos, cocktails, sacos de oferta, performances, maquilhagem, DJ sets, descontos até 70%, sorteios, concursos e sessões de fotos. Reserve o final de quinta-feira para o que se segue. Entre as 19h e as 23h, o Vogue Fashion”s Night Out enche de festa 150 lojas das zonas comerciais mais em voga da capital. Para correr os quatro pontos do evento sem gastar as solas dos sapatos, apanhe boleia do Fashion Bus. Só lhe falta vestir-se a rigor e seguir o roteiro das oportunidades

Castilho
Flutes, macarons e óculos escuros 

 

Na selecta Rua Castilho apresentam-se novas tendências. Na Hoss Intropia, os clientes são convidados a escolher os acessórios preferidos da nova colecção Outono/Inverno 2011 e tirar uma fotografia que lhes será oferecida. A melhor será eleita online em parceria com o blog da Vogue. Há ainda música, champanhe e macarons de diversos sabores. Continuando no champanhe, atire-se a mais uma flute, ou passe directamente para o vodka, no Bar Absolut da BCBG MAXAZRIA, com DJ set de Xana Guerra e make up a cargo da Sisley. Na Weil oferecem-se kits Clarins e na Óptica Castilho há vouchers de 50, 100 e 20€ na compra de lentes e óculos de sol.


Liberdade

Porsches, cocktails e Louboutins


Na Com Cor esperam-se descontos de 20% em artigos seleccionados e DJ set de Mary B. A Boss Menswear Store junta mimos comestíveis a performances e oferta de peças exclusivas a clientes. Habilite-se ao sorteio de uma viagem a Zurique para dois na Dara Jewels, com alianças e anéis de noivado a preços especiais. Quer uns Louboutin? É comprar algo na Fashion Clinic e esperar que lhe caiam na rifa. Para ganhar uma novíssima mala Balzane da Longchamp alinhe no concurso de fotografia. Prove um cocktail mixology na Montblanc e encoste-se a um Porsche. Isso mesmo, o melhor modelo fotográfico junto à Porsche Design recebe prémio.


Príncipe Real
Livros, gin e jazz  na esplanada

 

Compre um artigo na D’ICI ET LÀ e receba um porta-moedas (atenção que o stock é limitado). No Lost In há danças orientais num ambiente de música e dança shanti, e sessão de jazz na esplanada. O Espaço B expõe e vende livros de moda das editoras Phaidon, Thames&Hudson e Prestel. O colectivo de designers Musa Work Lab assegura a instalação/performance no local. Na Carla Amaro lança-se nova colecção de jóias enquanto se degustam vinho do porto e chocolates. Na Andy Warhol by Pepe Jeans as promoções chegam aos 20%. O bar fará as delícias dos apreciadores de gin, que poderão abanar o corpo ao som da música ao vivo.

 

Chiado
Fruta fresca e cortes de cabelo

 

Passadeira vermelha e distribuição de crachás. Não é o supra sumo do glamour mas é o que se passa frente aos Armazéns do Chiado. Há muito mais nas imediações. Na Bershka brindam-na com mini kits. Conte com 20% de desconto na Blanco, que cede um eco bag na compra de qualquer artigo (mais uma vez atenção que a oferta é limitada ao stock existente). Para outro saquinho, veja o que foi desenhado pelo músico Pharrell Williams para a Kiehl’s, na compra de artigo da loja. Ana Salazar e a Colcci servem fruta fresca. A Exposição de Capas Icónicas da Vogue chega às galerias da Rua Garrett e na Griffe Hairstyle fazem-se cortes de cabelo a 15€. Finalize com um pastel de belém na Leitão&Irmão. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/147552-fashion-night-out-limitados-ao-stock-existente, a 07 de Setembro de 2011, em Jornal I

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Conheça As Series de Televisão Que nos Vão Acompanhar Brevemente…

Séries de Televisão... Fonte: http://www.blogverbalegis.blogspot.com

Hoje trago um artigo sobre as próximas séries que nos vão acompanhar nos dias mais frios…

« Foi-se o sol mas vieram as séries

 Setembro já não tem o sabor tão amargo de outros tempos quando o estômago doía dos nervos provocados pela contagem decrescente para o início das aulas e consequente final de férias. Primeiro porque já não andamos na escola e segundo porque temos as séries – esses minutos (às vezes horas) de televisão tão preciosos e facultadores de belos temas de conversa entre amigos ou, porque não, de elevador. Apesar de não haver nenhuma estreia bombástica, há regressos muito esperados, como “The Boardwalk Empire”, “The Good Wife”, “Dexter” e outras que tais. “The Kennedys”, uma mini-série de oito episódios estreia este mês na Fox Life, com Katie Holmes e Greg Kenear, e o canal SyFy traz “Falling Skies”, produzido por Steven Spielberg.

The Kennedys
Esta minissérie de oito episódios conta a história de uma das famílias mais conhecidas e poderosas dos Estados Unidos. Uma produção nomeada para dez Primetime Emmys, traz-nos Greg Kinear (“Uma Família à Beira de Um Ataque de Nervos”) no papel do presidente John F. Kennedy, Katie Holmes (a mãe da Suri, aquela criança que anda de saltos altos) como Jacqueline Kennedy e Tom Wilkinson (“A Conspiradora”) como o pai Kennedy. Nem Marilyn Monroe foi esquecida, interpretada por Charlotte Sullivan.

Onde FOX Life

 

Falling Skies
Parece que Steven Spielberg ganhou o gosto pela produção e não quer outra coisa. Depois de “Band of Brothers”, o realizador de E.T. larga os heróis de guerra para abraçar o que realmente gosta: extraterrestres. Noah Wyle (o dr. Carter da série “E.R.”) é Tom Mason, um professor de história, pai de três filhos, que luta por sobreviver num mundo dominado por extraterrestres maus, ao mesmo tempo que tenta libertar um dos filhos das muitas patas dos invasores de outro planeta. Will Patton também entra com um papel pouco simpático.

Onde SyFy

 

Na Casa d’Este Senhor
O sucesso desta série começou na Internet o ano passado e agora vai passar para a televisão. O “d’Este” é um vídeo artista viúvo que vive num palacete em Sintra com o seu produtor musical Sam the Kid, com Tuxa, a transexual e musa inspiradora, Adolfo o jardineiro e o gato Maniche. Juntos vão mostrar do que é feita a inspiração e o dia-a-dia deste grande artista. Para quem prefere o amor entre mulheres, estreia “Lip Service”, uma série escocesa que explora a intimidade homossexual de jovens mulheres.

Onde SIC Radical

 

Awake
A produção é de Howard Gordon, o mesmo da séria “24”. Ahistória é complicada mas curiosa: depois de um acidente de carro que lhe rouba a mulher e o filho, o detective Michael Britten (Jason Isaacs, o Lucius Malfoy de “Harry Potter”), passa a viver em duas realidades distintas. Numa a mulher é viva mas o filho morreu, na outra o filho é vivo e a mulher não. Ao mesmo tempo divide-se entre dois parceiros de trabalho e vários casos diferentes. E dois psicólogos que lhe garantem que, ali, está acordado. Complexo.
Onde NBC

 

Grimm
Vindo dos produtores executivos de “Buffy, a Caçadora de Vampiros” e “Angel” (aquele vampiro amigo da Buffy que depois teve uma série só dele) só se podia esperar uma coisa com criaturas assustadoras. Nick Burckhardt (David Guintoli) é um polícia e o último dos Grimm. O que é que isso significa? Que é capaz de ver criaturas más onde o resto do mundo só vê pessoas. Para o ajudar tem  Eddie Monroe (Silas Weir Mitchell) que também não é bem uma pessoa. Os contos de fadas estão prestes a transformar-se em pesadelos.
Onde NBC

 

Suburgatory
Ah, os subúrbios americanos. O que ainda haverá para dizer? Desta feita, George Altman (Jeremy Sisto, de “Sete Palmos”), pai solteiro, fica louco quando descobre preservativos na mochila da filha Tessa (Jane Levy) e decide arrastá-la de Nova Iorque até aos subúrbios mais próximos na esperança de evitar maiores desgraças. Uma comédia familiar cheia de gente loura e dentes brancos a contrastar com o pai e filha mais normais e mal vestidos. Atenção fãs de “Sete Palmos”, Jeremy Sisto engordou uns quilinhos.

Onde ABC »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/146719-foi-se-o-sol-mas-vieram-as-series, a 03 de Setembro de 2011, em Jornal I

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Conheça a Agenda Para Este Fim Semana…

Hoje trago a habitual agenda para este fim semana…

« Agenda de fim-de-semana

Hoje

o comboio da madrugada
teatro rivoli, porto
às 21h30
preço: desde 10€

Parte de um conjunto de pequenas peças de Tennessee Williams, esta é a história sobre uma mulher velha e espampanante que vê a sua vida mudar de rumo quando recebe uma visita de um jovem. No centro da interpretação desta peça os anos 60 está Eunice Muñoz, o peso pesado dos

palcos portugueses.

 

Peixe: aVião
TMN ao vivo, armazém f,
lisboa, às 22h
Preço: 7€

Longe vão os dias em que as pessoas franziam o sobrolho ao ver escrito o nome da grupo nascido em Braga. Começaram no Verão de 2007 e ao segundo álbum, em 2010 já estavam na lista da Blitz como os sons nacionais mais promissores do ano.

 

miradouro de s. pedro de alcântara
LISBOA, às 18h

É na Travessa dos Inglesinhos, no nr 49 que mora o Indie Rock Café com uma especial adoração pelos ritmos dos anos 70. Hoje, esta adoração sai à rua, até ao miradouro, pelas mãos de Carlos Moreira que estará na mesa de mistura para um anoitecer mexido.

 

Amanhã

2b
teatro garcia resende, évora
às 21h30
preço: 8€

Falar sobre o período pós-revolução é complicado, porque não pô-lo em palavras? O espectáculo de dança, à responsabilidade de Nélia Pinheiro, expressa-se sobre o pós-25 de Abril, do comportamento e maneira de viver das pessoas.

 

the magic of the beatles
Casino de tróia
às 22h30
Preço: 20€

As bandas tributo não têm de ser deprimentes. Pode ser uma boa oportunidade para relembrar velhos tempos com família e amigos. Não são os Beatles de verdade, mas têm bastante sucesso no Reino Unido. Em palco, a recriação é levada ao pormenor: os penteados, a roupas tudo a imitar os quatro fabulosos de Liverpool.

 

abstraction and storytelling
galeria marz, lisboa
entrada livre

Esta exposição, como o próprio nome indica, é uma divagação dos artistas entre os conceitos de abstracção e narrativa. A autoria é estrangeira mas comissariada por uma portuguesa, Joana Neves.

 

Domingo

out jazz
jardim da tapada das necessidades, lisboa
às 17h
entrada livre

É já desde Maio que este evento anda itinerante por diferentes jardins e anfiteatros da cidade. Em Setembro é chegada a vez da Tapada das Necessidades. Vá com tempo e arranje um puf para disfrutar confortavelmente do ambiente e, claro, da música. A The Zany Dislexic Band e o DJ Nel Assassin são os convidados de honra.

 

welcome – cartografias do processo
palácio quintela, lisboa
entrada livre

Paula Shcer e Stefan Sagmeister, só para nomear alguns dos grandes nomes do design que abrem uma reflexão sobre o processo criativo. A exposição da Experimenta Design reúne um conjunto de 60 cartazes que a abordam a temática.

 

david fonseca
montemor-o-novo
Às 22h

Já não é preciso falar de Silence 4 para falar de David Fonseca. O homem à frente da banda, tomou um rumo a solo que tem vindo a solidificar. “Kiss me”,  “Rocketman” e a mais recente “U Know who I Am” estarão na lista das canções a tocar. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/146722-agenda-fim-de-semana, a 2 de Setembro de 2011, em Jornal I

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Soluções de Férias Cá Dentro…

Férias... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje e para se começar bem a semana…férias…

« Em tempo de férias e de crise, vá para fora cá dentro

São diferentes, um pouco por todo o país e para todos os gostos. Aproveite as propostas do i, viaje e boas férias!

Ultimamente nesta rubrica temos referido muito a palavra “crise”, e hoje não vai ser excepção. Não se aborreça connosco, é a realidade que vivemos e não nos podemos abstrair dela, mas podemos, de alguma forma, nem que seja por um dia ou dois, tentar esquecê-la e contorná-la. Hoje é um desses dias. Numa época do ano em que, provavelmente, 90% dos portugueses tiram férias, o i quer fazer-lhe algumas sugestões sujeitas ao mote do vá para fora cá dentro. Podíamos apresentar umas opções para sair do país, mas pense connosco: ficando cá consegue fazer férias um pouco mais em conta e estimular a economia nacional – lá está o tema crise de novo…

Portugal é um país de enorme variedade em termos regionais e, consequentemente, diferentes tipos de hotéis. Não gosta de praia? Siga as nossas sugestões de hotéis no campo. Acha que a vida rural não é para si e prefere o rebuliço da cidade? Espreite as nossas referências nos centros cosmopolitas. Se tem preocupações ecológicas no seu dia-a-dia e não quer abdicar delas nas férias, não se preocupe porque o i também pensou em si.

No centro de Lisboa sugerimos-lhe dois espaços, um dos quais mais que um hotel parece um palácio. Com mais de cem anos de história, as suas paredes contam a história de momentos como a implantação da República e a Segunda Guerra Mundial. Na Belle époque era considerado um dos melhores hotéis do mundo, pela localização e pelo glamour, o que explica que fosse procurado por figuras influentes da política e das artes. Também nesta cidade fazemos referência a um dos hotéis mais originais do mundo.

Num espírito mais rural, a nossa opção vai para três moinhos restaurados que deram origem a diversos quartos num empreendimento auto-sustentável. A piscina é natural e ecológica, alimentada por águas da nascente de um ribeiro e filtrada por plantas aquáticas. Ainda num espírito ecológico sugerimos-lhe um espaço na Ericeira que oferece seis casas de madeira que funcionam a energia solar. Pode ainda usufruir de um jardim biológico, onde pode colher legumes e frutos.

Curioso? Descubra do que estamos a falar e conheça mais sugestões na lista dos 7 que apresentamos aqui ao lado.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/145322-em-tempo-ferias-e-crise-va-fora-ca-dentro, a 26 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça a Agenda Para Este Fim de Semana…

Agenda de Fim Semana...no Porto... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser sexta feira, ou seja, a ultima sexta feira de Agosto, passo a transcrever a agenda para este fim de semana.

« Agenda de fim-de-semana

 E sem dar por isso, Agosto já está a acabar. Boa praia, noites abafadas, grandes fins de tarde? Nem por isso. É recorrente falarmos do tempo mas não se apoquente o leitor que não há motivo. É que são os bons concertos, as peças de teatro e os festivais que compensam a falta de Verão. Dançar na praia, rir num banco de jardim e ouvir tango electrónico são as nossas propostas

Hoje

 

Noites Ritual
Jardins do Palácio de Cristal, Porto
Hoje e amanhã, a partir das 21h30
preço: 5€ (passe de dois dias)

20ª edição do festival 100% português. O preço é mais que convidativo e o cartaz tem tudo para agradar. Hoje: Dan Riverman, We Trust, Guta Naki, Linda Martini, X-Wife e Zen. Amanhã: The Chargers, The Underdogs, D3Ö, Terrakota, Mind da Gap e Orelha Negra

carminho
convento das bernardas, tavira
22h
Preço: 15€

Carminho tem nome e cara de menina mas voz poderosa, de mulher vivida. A fadista que começou a cantar com apenas 12 anos, apresenta aos 27 o seu primeiro álbum “Fado”. Carmo Rebelo de Andrade – que mereceu um olhar especial de João Botelho – para ver esta noite dentro das iniciativas do Allgarve’11.

carlos do carmo bernardo sassetti
auditório municipal, vila nova de Cerveira
22h

Dois lados da música portuguesa, fadista e pianista juntam-se. É ver para crer.

 

Amanhã

 

jazz no clube ferroviário by defesa
clube ferroviário, lisboa
19h

André Cabaço, moçambicano vive há mais de 20 anos em Portugal e tem algo para dizer acerca do jazz. Melhor, tem algo para cantar. A voz potente junta-se às letras em línguas desconhecidas e a uma mistura de ritmos de vários cantos do mundo.

o homem e o urso
teatro do bairro, lisboa
21h
preço: 10€

É o ensaio de Heinrich Von Kleist, “Sobre o Teatro de Marionetas” que serve como base para esta peça de teatro recém estreada. São três personagens: um actor, uma bailarina e um esgrimista que reflectem sobre paradoxos. O Homem e o Urso é uma produção da associação cultural Máquina Agradável.

in castelo
castelo de palmela
21h30
Preço: 7,5€

In Castelo, como o próprio nome indica é uma aventura teatral dentro de um edifício com património. A ideia é precisamente despertar os sentidos e contar histórias através da História. O espectáculo é obra da DançArte, companhia de dança do Cine-Teatro S. João, em Palmela.

 

Domingo

 

gotan project
jardins do palácio de cristal, porto
22h
preço: 25€

O que fazem um francês, um argentino e um suíço num palco? Tango electrónico, pois claro. Os Gotan Project nasceram em 1999 pelas mãos de Philippe Cohen Solal, Eduardo Makaroff e Christoph H. Muller respectivamente e trouxeram uma nova cara à dança da paixão, introduzindo-lhe ritmos electrónicos. Para ver, ouvir e dançar num ambiente especial: os Jardins do Palácio de Cristal.

dona canô no festival zimbramel
Castelo de sesimbra
18h
entrada livre

Dona Canô é união. É o encontro entre o Brasil e Portugal. Iara Costa, de Brasília dá a voz e Bruno Fonseca  acompanha com a guitarra portuguesa. Este é um diálogo entre a alegria do samba e a nostalgia do fado mas também uma dança que convida a outros ritmos como o jazz, a soul e a música africana. Hoje os Dona Canô actuam no Festival ZimbraMel com a participação especial de Carlos Lopes, acordeonista dos Roda de Choro de Lisboa. Vá mais cedo e aproveite a feira do mel que também apresenta outros produtos regionais.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/145320-agenda-fim-de-semana, a 26 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheças As Estreias Cinematográficas deste Outono…

Filmes de Outono... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que serve de antecipação ao próximo Outono e aos que nos reserva em matéria cinematográfica.

« Avanço de temporada. 12 filmes que o Outono tem para nos dar

Marque na agenda as estreias mais aguardadas da nova estação. Roman Polanski, Steven Soderbergh, Woody Allen, George Clooney, Steven Spielberg ou Pedro Almodóvar vão ser responsáveis por boas horas de cinema nas tardes mais frias. O tempo dos super-heróis já lá vai, mas ainda espaço para acção e robots com a ajuda de Hugh Jackman. O Outono vai ser uma estação fria e seca e as constipações terão novo significado depois de ver “Contagion”. Talvez até encontre a solução para a crise em “Alta Golpada” e desejamos que se ria muito com “O Gato das Botas”. Conduzir na cidade e na auto-estrada será diferente quando vir “Drive” e as relações vão continuar complicadas como em “Meia-Noite em Paris”. Aqui ficam 12 apostas tão seguras como castanhas quentes

Cisne

Teresa Villaverde estreia o filme no Festival de Cinema de Veneza e depois em Portugal. Beatriz Batarda protagoniza uma história de busca de salvação através do amor.

Estreia prevista: 8 de Setembro

Realizador: Teresa Villaverde

Actores: Beatriz Batarda, Miguel Nunes e Israel Pimenta

Meia-Noite em Paris

Woody Allen trocou Nova Iorque por Paris e juntou Owen Wilson com Rachel McAdams numa comédia romântica. Pelo meio da relação aparece um intelectual chato, umas raparigas giras e as devidas confusões. Ah! Paris…

Estreia prevista 15 de Setembro

Realizador: Woody Allen

Actores: Owen Wilson, Rachel McAdams, Kathy Bates e Carla Bruni

Contagion

Depois da gripe das aves, ver este filme é muito mais assustador. Steven Soderbergh explica como o filme é coisa de ainda maior pânico. “Depois de “Psycho” podemos deixar de tomar banho no chuveiro ou a seguir a ver “Tubarão” também é possível evitar os oceanos. Agora, se queremos ter uma vida normal não podemos evitar os germes.” Com um elenco de luxo: Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet e Jude Law esta epidemia mundial transforma-se em triller.

Estreia prevista: 13 de Outubro

Realizador: Steven Soderbergh

Actores: Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law e Gwyneth Paltrow

As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne

O fazedor de sonhos, Steven Spielberg, pegou no clássico da banda desenhada belga e deu-lhe vida. Tintin, o repórter criado por Hergé, investiga um navio que pertencia ao antepassado do Capitão Haddock.

Estreia prevista: 27 de Outubro

Realizador: Steven Spielberg

Actores: Jamie Bell, Andy Serkis e Daniel Craig

Puro Aço

E se num ringue de pugilistas utilizássemos robots em vez de humanos? Shawn Levy teve esta brilhante ideia e com Hugh Jackman deu um lado emocional à história. Não se trata apenas de um filme de porrada. Jackman, um viúvo ex-pugilista, e o seu filho distante são o foco central. “Está é mais uma história sobre pai e filho”, disse o actor.

Estreia prevista: 3 de Novembro

Realizador: Shawn Levy

Actores: Hugh Jackman, Evangeline Lilly e Kevin Durand

Alta Golpada

O que fazer aos mega-ricos que comentem fraudes? Ben Stiller, Matthew Broderick, Casey Affleck e Gabourey Sidibe (“Precious”) parecem ter a solução. A comédia de Brett Ratner é perfeita para os tempos de crise. Os trabalhadores da torre de luxo onde vive um empresário milionário decidem roubar o empresário Arthur Shaw que os enganou com um esquema financeiro. Eles querem roubar-lhe 20 milhões de dólares. Regra nº 1 de Eddie Murphy: “Num assalto tudo pode mudar rapidamente e temos de saber nos adaptar”.

Estreia prevista: 10 de Novembro

Realizador: Brett Ratner

Actores: Eddie Murphy, Ben Stiller, Casey Affleck, Matthew Broderick e Alan Alda

The Ides of March

Mergulhamos na máquina de uma campanha presidencial nos Estados Unidos. George Clooney é o candidato e Ryan Gosling o jovem estratega encarregue de lidar com os media. Quando ele descobre um segredo capaz de destruir a campanha, vê-se encurralado. Deverá optar pelos seus valores morais e revelar a verdade ou fazer tudo para ganhar? Esta é a questão.

Estreia prevista: 10 de Novembro

Realizador: George Clooney

Actores: Paul Giamatti, George Clooney, Philip Seymour Hoffman e Ryan Gosling

La Piel que Habito

O realizador espanhol Pedro Almodóvar esteve nomeado para a Palma de Ouro com este filme protagonizado por António Banderas. Um cirurgião plástico cria uma pele sintética capaz de suportar tudo. Como cobaia tem uma misteriosa mulher por quem está obcecado. Mas que consequências podem surgir desta criação?

Estreia prevista: 17 de Novembro

Realizador: Pedro Almodóvar

Actores: António Banderas, Elena Anaya e Jan Cornet

O Gato das Botas

No segundo filme “Shrek”, o Gato das Botas conseguiu roubou um bocadinho a cena ao monstro verde. Percebeu-se que este valente e vaidoso gato tinha muito para dar. Finalmente, a Pixar emancipou o boneco com voz de António Banderas. Chris Miller dirige esta aventura e encontrou a parceira ideal: Salma Hayek, em forma de gata.

Estreia prevista: 1 de Dezembro

Realizador: Chris Miller

Actores: António Banderas, Salma Hayek e Zach Galifianakis

Moneyball

Filme adequado para quem sonha em mudar o sistema. Baseado numa história real, Bennett Miller realiza a película sobre Billy Beane [Brad Pitt] que gere Oakland Athetics e descobre que a sabedoria do jogo de baseball está errada. Com uma equipa fraquinha, pouco dinheiro e a ajuda de um programa de estatísticas feitas por computador, vai tentar mudar tudo. Garantimos que não se trata apenas de um filme para fãs de desporto. Aqui fala-se de revolução.

Estreia prevista: 1 de Dezembro

Realizador: Bennett Miller

Actores: Brad Pitt, Robin Wright e Jonah Hill

Drive

Ryan Gosling é um duplo de carros que gosta de acção e aventura. No meio das suas actividades paralelas – gosta de trabalhar como motorista de criminosos – ele acaba por se envolver num crime muito mais complicado. O filme de Nicolas Winding Refn recebeu o prémio de Melhor Realizador em Cannes.

Estreia prevista: 8 de Dezembro

Realizador: Nicolas Winding Refn

Actores: Ryan Gosling, Carey Mulligan e Bryan Cranston

Carnage

Quatro pessoas, dois casais e uma casa. Mais do que suficiente para 1h19 de entretenimento puro, com espaço para reflexões. Em Brooklyn, quatro pais resolvem o problema entre os seus filhos. Um deles agrediu os outros. À medida que o tempo passa, os conflitos aumentam, o comportamento dos adultos torna-se mais infantil e o caos hilariante surge.

Estreia prevista: 29 de Dezembro

Realizador: Roman Polanski

Actores: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/144613-avanco-temporada-12-filmes-que-o-outono-tem-nos-dar, a 23 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça Coisas Boas Na… Margem Sul…

Maegem Sul... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo para se começar bem a semana…

« Margem Sul cool: fuja do trânsito e vá petiscar

Ao contrário da crença (im)popular, a Margem Sul não é um deserto. Mas pode ser um pesadelo de trânsito se insistir em debandar das praias às mesmas horas que a restante população. E quem é que gosta de uma seca de duas horas depois de um dia tão bem passado? Sobretudo quando o corpo grita por alimento que não venha entre duas fatias de pão. Em vez de ir para casa ao final do dia, damos-lhe sugestões para matar a fome e as horas de trânsito. Setúbal, Sesimbra, Meco, Comporta, Arrábida ou Costa da Caparica. Há restaurantes para todos os gostos

Para quem vem da Caparica

 

Costa da caparica
Tasca do Nana

Pode optar pelo peixe, que é sempre fresco, claro, ou não fosse a Costa da Caparica uma terra de pescadores. Se quiser também pode optar pela carne (entrecosto, secretos e afins) que ninguém o vai julgar. Faça o que fizer, não saia sem provar o arroz de grelos. Garantimos que vale mesmo a pena. Malandro como deve ser, em tachinho de barro, a fumegar, acabado de fazer. Cuidado com o pão, o chourição e o queijo amanteigado das entradas: guarde espaço para os pratos principais.

Rua Manuel Silvestre Costa, nº 5 B, Costa da Caparica. 212 913 638

charneca da caparica
Oh Carlos

Entre o rodízio de sardinhas, um verdadeiro festim deste peixe estival, o marisco fresquinho, os croquetes de alheira, os carapaus, a carne de porco, vaca, arroz de marisco e afins, bifes para os mais simples, ameijoas e cadelinhas ou ostras para os mais requintados, este restaurante tem tudo o que precisa para um belo fim de dia, uma bela despedida da praia, um dia em cheio.

Rua Pedro Costa, 1247, Charneca da Caparica. 212961128

almada
tapada dos frades

Ao contrário das sugestões anteriores, aqui não há peixe para ninguém. Para desenjoar do cheiro a maresia, nada como atirar-se às tapas de belo presunto e ao copo de vinho português. Se achar que bebeu de mais, tem bom remédio: este restaurante, que até enlatados bons vende, entre as mesas de madeira típicas e bancos corridos, fica mesmo ao pé dos barcos de Cacilhas.

Rua Cândido dos Reis, 88-94, Cacilhas. 967759953

 

Para quem vem do Meco

 

aldeia do meco
Tasca do Domingos
Aqui quem põe a mesa é o cliente. Não há mordomias para ninguém. Ainda assim, está sempre cheio, pelo que se pede um pouco de paciência. Os petiscos são bons e variados, desde salada de polvo a mexilhões. Não caia no erro de tentar enganar o senhor Domingos só porque ele não escreve num papel tudo o que pediu ao balcão: fica tudo apontado na cabeça. Não se entusiasme, olhe que de petisco em petisco pode ter um desgosto com a conta.

Rua do Comércio, 26, Aldeia do Meco. 212 683 511

 

celmar
Este é para quem sai da praia com a barriga a dar horas e com o estômago colado às costas a pedir alimento. Comece com as saladas de mexilhão, ovas ou camarão. Siga para o casco de sapateira, entregue-se ao fondue de lagosta com gambas ou à caldeirada de espadarte. Se preferir uma massada de peixe também se arranja, ou até um ensopado de enguias. Para quem prefere carne mas não quer bifes, há javali e coelho à caçador.

Rua Central do Meco, Aldeia do Meco.  212683704

 

sesimbra
O rodinhas
Se quiser os melhores caracóis dos arredores, é aqui que os encontra. Se não for fã, não se preocupe, também há outros petiscos. Choco frito, ameijoas, mexilhão à espanhola ou lagostins grelhados. Não deixe de se entregar aos doces. Ouvimos dizer que o pudim de caramelo com bolachas e natas (um dia não dias), é muito bom.

Rua Marquês de Pombal 25, Sesimbra. 963166695

 

para quem vem da arrábida

SETÚBAL
A TASCA DO CHICO DA CANA
Dizem os entendidos que é aqui que se encontram os melhores salmonetes da região. As sardinhas também não ficam atrás. E sim, há choco frito, claro que há, estamos a falar de Setúbal. Não se preocupe com isso. O Chico da Cana, senhor que dá nome a esta tasca, foi um dos principais músicos populares da cidade e que transformou a cana num instrumento musical. Mas não irá encontrá-lo lá, o senhor já morreu.

Travessa Seixal, n.º 8, Setúbal. 265 233 255

 

novo 10
Em Setúbal, coma peixe e choco frito. Não vai encontrar melhor. No entanto se o seu estômago ansiar por uma carne suculenta, nada tema, aqui também se arranja. Renda-se aos secretos, medalhões ou plumas de porco preto. Mas tenha em conta que há todo um mundo lagosta, cherne e mexilhão para explorar. Mesmo de frente para a fonte luminosa de Setúbal, este restaurante oferece um ambiente típico, de azulejos e mesas escuras.

Avenida Luísa Todi, 420/2, Setúbal. 265525212

 

azeitão
restaurante azeitão
Se quiser passar por este restaurante, recomenda-se que limpe a areia dos pés, calce uns sapatos e vista umas calças. Trata-se de um local mais requintado que serve magret de pato com carpaccio de manga e lombo de robalo grelhada. As entradas são de chorar por mais e dão para duas pessoas. Perca a cabeça e entregue-se a elas, como se não houvesse mais pratos. Há casca de batata frita com natas, camembert assado com azeite ou queijo de azeitão gratinado com mel.

Quinta do Peru, Alameda da Serra, 2, Quinta do Conde. 212 134 325

 

para quem vem da comporta/tróia

comporta
o zé
Se anda saudoso de um arroz de lingueirão mas não tem tempo para rumar ao Algarve, este restaurante tem a solução: arroz malandrinho de lingueirão e ovas fritas. E também há a versão risotto. Para não falar do arroz de tamboril, camarão ou lagosta. Mais uma vez, e para não variar, as entradas são obrigatórias: morcela de porco preto com puré de maçã, ovos mexidos com farinheira de porco preto, peixinhos da horta e mais uma infinidade de coisas para o deixar satisfeito depois de um dia ao sol.

Rua do Comércio, 10, Comporta. 265 497220

 

A Dona Bia
Este restaurante bem português fica ali a meio caminho entre a Comporta e o Carvalhal, na estrada que liga as duas localidades. Para comer há canja de cherne com espinafres e ameijoas, sopa de cação, filetes de peixe galo com açorda de ovas e pataniscas, o que nos parece muito bem.

Estrada Nacional 261, Torre. 265497557

 

a escola
Esteja descansado que não o estamos a convidar para jantar numa cantina cheia de crianças aos gritos, tabuleiros de plástico e arroz que mais parece massa de vidraceiro. É que este restaurante tomou de assalto uma antiga escola primária, daquelas típicas dos anos 50. A ementa tem iguarias onde o coelho é rei, tão apelativas como açorda de coelho bravo, empada de coelho bravo ou coelho de coentrada. A linguiça frita com pimentos desfiados também é aconselhável. Um conselho: vá cheio de fome.

Estrada Nacional 253, Cachopos, Comporta. 265612816 »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/143949-margem-sul-cool-fuja-do-transito-e-va-petiscar, a 19 de Agosto de 2011, em Jornal I

RT

Conheça a Agenda Para Este Fim de Semana…

Agenda de Fim de Semana.... Fonte: http://www.ionline.pt

Como já vem sendo habitual, trago a agenda para este fim de semana…

« Agenda de fim-de-semana

O Minho sugere rusgas, concertinas, jogos tradicionais e ainda a sempre aclamada actuação de Quim Barreiros. As ilhas entram em modo festivaleiro, para não deixarem o continente a rir sozinho. O Algarve mostra que há vida além da praia e, pela capital do país a meio gás, há jazz e cinema. O Porto mostra o que tem de melhor em cafés e lounges. E o fado desagua em Cascais. Preparado?

 Hoje

 

5to César Cardoso Hot clube
Teatro do bairro,  Lisboa
23h30
Preço: 5€ a 10€

A festança, programada pelo Hot Clube, põe hoje em palco o saxofonista César Cardoso (nova geração de músicos de jazz portugueses). A acompanhá-lo, Bruna Santos (guitarra), Filipe Melo (piano e fender rhodes), Demian Cabaud (contrabaixo), e Bruno Pedroso (bateria).

 

Tabú com música dos trigala, cine-concerto
jardim da cordoaria, porto
22h
entrada livre

“Tabu”, filmado em Bora Bora com os locais como protagonistas, conta a história de um triângulo amoroso. Há forças sobrenaturais à semelhança do Nosferatu. Exacto, o realizador é o mesmo, F. W. Murnau. Ao mesmo tempo, actuam os Trigala (Norberto Lobo, Ian Mendonza e Guilherme Canhão).

 

Out sessions na avenida
Avenida da Liberdade, lisboa
22h00
Entrada Livre

Logo há 3Wyzemen no quiosque O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo. Amanhã, live act de Gonçalo Gonçalves.

 

 

Amanhã

Casa da baixa
Rua de Santa Teresa, 4, Porto
09h30 às 03h
Preço: o que consumir

Um copo de vinho ao final da tarde, umas tapas ou uns canapés. Vale a pena conhecer esta guest house com um café-bar no rés-do-chão.

 

Grandes clássicos da ópera e canções napolitanas
FIARTIL – Feira de Artesanato do Estoril – Pç. José Teodoro dos Santos, estoril
21h30
Preço: 2,5€

O certame mais antigo de Portugal reúne mais de três centenas de artesãos, durante dois meses. As técnicas e tradições ancestrais são passadas em revista e as actuações ao vivo trazem mais uma pitada de animação à mostra. Sábado é noite de clássicos.
 
Cinema no nimas
avenida 5 de outubro, 42b Lisboa
21h
Preço: 3€

Para ver “A Este de Bucareste” (2006), de Corneliu Porumboiu, parte do ciclo de cinema romeno que antecipa e complementa a estreia de um documentário sobre a vida do ditador romeno Nicolau Ceausescu, a 25 de Agosto.

 

 

Domingo

 

Zenith lounge
hotel ipanema park, Rua de Serralves 124, Porto
a partir das 22h
preço: o que consumir

No 15º piso do Ipanema Park, a piscina do hotel transformou-se num lounge para apreciar a bela vista sobre a foz e a cidade do Porto, provar um cocktail ou forrar o estômago com um jantar. Com sorte, apanha uma festa ao final do dia, para abrir o apetite para o final deste domingo no Zenith.

 

Jazz na relva
Jardim da Torre de Belém, Lisboa
17h
entrada livre

Já circularam pelo Jardim da Estrela, por Monsanto, pelo Campo Grande, e estacionam este mês junto à Torre de Belém para quem continua de pedra e cal na cidade. São os concertos de jazz na relva, o de hoje assegurado por Filipe Gonçalves.

 

Carminho + ana lains
baía de cascais
22horas
Entrada livre

Um espectáculo marcado para uma zona imortalizada pelos Delfins, mas sem vestígio de qualquer uma das suas músicas. O fado, ou os fados de Carminho e Ana Lains têm a palavra esta noite. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/143969-agenda-fim-de-semana, a 19 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Veja Aqui Uma Entrevista a José Figueiras…

Entrevista a José Figueiras... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo sobre um apresentador de televisão que anda um pouco distante dos ecrãs.

« José Figueiras. “Fui expulso de uma conferência de imprensa com o Pinochet”

A brincar, a brincar o tempo passa. E o rapazinho da meteorologia dos primórdios da SIC que virou estrela a apresentar o “Muita Lôco” cresceu. Cresceu, já tem 44 anos e “uma filha quase com 18”. José Figueiras começou como jornalista na Rádio Comercial, mas deixou uma carreira “séria” para se meter na televisão. Apresentou tudo o que era programas em horário nobre na SIC, cantou o tirolês pelo país fora e apareceu em capas de revistas semanas a fio. Agora fica-se pela SIC Internacional e passa o Verão de festa em festa. “Festivais, apresentação de tudo e mais alguma coisa”, diz. Este fim-de-semana, por exemplo, vai rumar a Bragança, para apresentar a festa do emigrante. Trabalhos “que já foram mais bem pagos”, confessa. Mais de uma década depois de “Ai os Homens”, o Figueiras diz que não tem saudades do passado: “Não sou nada saudosista.” Recusa admitir que está na prateleira, mas não esconde que gostava de fazer mais coisas em televisão, só que as últimas direcções de programas não têm facilitado.

Houve uma altura, no final dos anos 90, em que aparecia em tudo o que era capa de revista e só fazia programas em horário nobre na SIC. Entretanto deixou de aparecer. O que é que lhe aconteceu?

Acho que são fases próprias da evolução das carreiras. Há alturas em que estamos mais na berra do que outras. Na altura tinha menos dez ou 12 anos do que tenho hoje e fazia sobretudo programas mais direccionados para jovens, como o “Muita Lôco”, o “Ai os Homens” ou o “Cantigas da Rua”.

E esse público cresceu?

Penso que sim. Mas eu não sou nada nostálgico, nem me agarro às coisas do passado. Fiz coisas giras e tenho orgulho de ter feito parte do crescimento e da evolução da SIC em termos de audiências. Obviamente que os tempos mudaram e a televisão também mudou, muito…

A televisão está de facto diferente. Já não há espaço para o Figueiras, é isso?

Não sei. Eu cresci muito, como é óbvio. Se calhar o [João] Manzarra está seguir um bocado os caminhos que eu percorri há dez ou 12 anos. Faz parte da evolução das coisas. Hoje estou a fazer outro tipo de programas, mas continuo a ter uma visão do que é o entretenimento muito diferente da de algumas direcções de programas. Penso que há públicos para entretenimento e para novelas. Há uns anos a aposta era, claramente, no entretenimento. Hoje é na ficção nacional – e ainda bem que assim é. Contudo, parece-me que os programas de entretenimento para toda a família, como os que eu fiz, ainda poderiam caber na televisão actual. Mas sabemos que a maior aposta das direcções de programas tem sido a ficção: novelas, novelas, novelas.

É por haver menos espaço para o entretenimento que a televisão está diferente?

Sim, mas também acho que as coisas são reversíveis e que a qualquer momento as pessoas podem fartar-se de novelas e querer outras coisas: programas como havia antigamente e nos quais a SIC foi pioneira. É uma questão de hábito, pura e simplesmente. Faz falta, na televisão portuguesa, essa vertente de entretenimento, que existe em vários países. Mas são as direcções que têm, naturalmente, a legitimidade para decidir o que querem pôr no ar. Eu gosto da fórmula dos programas de variedades, aos fins-de- -semana e às sextas à noite. Programas com música, conversa, onde cabe tudo.

Isso não é a fórmula dos programas da tarde dos três canais?

Não, porque é um público diferente.

Está a falar numa coisa mais jovem?

Sim. E numa coisa menos de bater ao sentimento e menos lamechas. Uma coisa à noite não poderia assim! No fundo isto não é nada de novo, não estou a inventar nada, são programas que continuam a ter sucesso no estrangeiro e que prendem as pessoas.

Isso seria um programa à sua medida?

Um programa à minha medida, e tenho a perfeita noção disso, é uma coisa de fim-de-semana à tarde, feita na praia, em espaços abertos. Andar na estrada, de Redondo a Bragança, contactar com as pessoas. Esses programas mobilizam as populações e cria-se uma proximidade muito real com a televisão, algo que se está a perder. E esta era a receita inicial da SIC. Claro que o grande problema agora é que não há dinheiro. De qualquer forma, parece-me que se pode apostar nessa lógica com menos meios.

Chegou a apresentar projectos às direcções?

Sim.

E o que é que lhe disseram?

Que gostavam muito das ideias. Toda a gente gostava sempre das sugestões, mas o problema era a falta de verbas. Na altura até cheguei a dizer que se fosse preciso arranjava uma equipa para ir bater às portas das grandes empresas. Mas o assunto ficou sempre de molho.

Sente que está na prateleira?

Não! Não me sinto na prateleira, porque continuo a ter capacidade para fazer coisas. Sinto é que poderia dar muito mais à casa. Só que, por questões de direcção, nos últimos três ou quatro anos… as coisas não correram muito bem. Mas no fundo não me posso queixar: até há seis anos tinha os meus programas de entretenimento. As últimas direcções é que mudaram um bocado as coisas. Há pouco tempo entrou uma nova, vamos ver. Continuo a fazer coisas, agora estou a trabalhar num programa da SIC Internacional. Mas claro que gostava de voltar ao mercado nacional. Não é porque procure fama, porque já tenho a minha dose. Não preciso de escandaleiras para aparecer, até fujo disso, mas sinto que tenho o meu público à minha espera. Sinto isso quando ando na rua.

As pessoas reconhecem-no?

Nem é a questão de ser reconhecido. As pessoas vêm ter comigo e perguntam- -me mesmo quando é que me vão voltar a ver num programa disto ou daquilo.

Tem saudades da altura em que fazia esses programas?

Não tenho saudades. Tenho é vontade de fazer coisas em televisão.

A verdade é que nem começou no entretenimento, mas como jornalista. Apesar de ser licenciado em Línguas e Literaturas Modernas…

Não cheguei a acabar o curso, andei lá três anos e aborreci-me de morte. O latim… aquilo tudo… odiei. Depois fui tirar Jornalismo para o CENJOR. Quando acabei fiquei colocado na Rádio Comercial. O que fazia era jornalismo puro e duro, era o Cavaco Silva primeiro-ministro. Há dois anos voltei a inscrever-me na universidade, em Relações Internacionais, que foi o curso que sempre quis fazer, mas não havia na minha altura. Foi engraçado, os caloiros pensavam que eu era professor (risos). Fui por uma questão de valorização pessoal. Só fiz o primeiro ano, porque entretanto apareceu-me muito trabalho e… enfim… já não voltei. Mas fiz os exames nacionais para maiores de 23 anos e tudo! Foi muito giro. Quando era miúdo achava que queria ser guia turístico, para andar a explicar os monumentos aos turistas, e sempre tive imenso jeito para as línguas. Mas não aconteceu. Recordo-me que, nas visitas de estudo, estava sempre agarrado ao microfone do autocarro a explicar os pontos por onde íamos passando.

E ainda fez trabalhos de jornalismo a sério?

Fiz coisas fantásticas. Na rádio, mandaram-me acompanhar o Lusitânia-Expresso, o barco que ia a Timor depositar a coroa de flores em Díli depois do massacre de Santa Cruz. Foi o melhor trabalho que fiz até hoje. Mas o episódio de que mais me recordo foi uma conferência de imprensa no Estoril, com o Pinochet, em que fui expulso da sala…

Porquê?

Ele estava em Portugal, mas na altura ninguém sabia quem o tinha convidado. Caiu a imprensa toda no Hotel Estoril-Sol. Cheguei e entra o Pinochet, ar muito general e tal. Começaram as perguntas e eu levantei-me e perguntei quem é que o tinha convidado a vir. Gerou-se um burburinho, apareceram uns seguranças e fui expulso da conferência de imprensa. Foi a notícia do dia.

Nunca pensou em voltar a meter-se no jornalismo?

Não se proporcionou. Entretanto abriram os canais privados, mandei o meu currículo e a verdade é que não fui escolhido. Um dia encontrei um anúncio no jornal que dizia que um canal privado a abrir brevemente estava à procura de comunicadores. Fiz os testes, aquilo pareciam as filas do “Ídolos”, e fiquei. No final é me disseram que era para apresentar a meteorologia. Foi um balde de água fria. De qualquer forma, estava nos quadros da rádio e conseguia conciliar as duas coisas. De manhã estava na Comercial a fazer informação e à tarde ia para a SIC. Até que um dia me cruzei num corredor com o Emídio Rangel e mudou tudo.

Porquê?

Ele ia a passar e disse-me: “Preciso de si a tempo inteiro aqui na SIC.” Fiquei assustadíssimo e disse-lhe que não podia ser, porque também estava na rádio e na SIC estava a recibo verde. E ele, à típico Emídio Rangel, disse-me que saísse da Comercial logo no dia seguinte e que me fazia um contrato, tipo merceeiro. Eu respondi que teríamos de falar melhor sobre o assunto e fiquei de ir ter ao gabinete dele no dia a seguir. É claro que cheguei lá e ele já nem se lembrava da conversa do dia anterior [risos]. Mas conversámos, eu larguei a Comercial e continuei a fazer a meteorologia por uns tempos. Muitos colegas diziam-me que eu só podia ser estúpido por deixar uma carreira de jornalismo sério para me tornar num rapazinho do tempo. Passados uns meses, o Rangel e o Ediberto Lima vieram ter comigo e apresentaram-me o projecto do “Muita Lôco”. Fiquei em pânico: será que vou conseguir fazer isto? E foi assim que começou a minha carreira em televisão.

É verdade que fez anúncios de preservativos?

[risos] É. Foi antes da rádio, antes de tudo. Inscrevi-me numa agência para fazer um anúncio, não sabia o que era. Tinha de fazer uma declaração à Julieta, que estava numa varanda, e ela mandava-me um balde de água para cima. No segundo dia tocava-lhe à campainha e mostrava-lhe um preservativo.

Os seus pais não devem ter achado grande piada a isso…

Pior ainda! Eu andava no 12.o ano e comecei a ser reconhecido, no autocarro, no comboio, como o gajo dos preservativos. Na escola foi um gozo terrível.

E os seus pais?

O meu pai não ligava nada a essas coisas, só me dizia que escolhesse uma profissão decente e, mesmo quando entrei para a televisão, achava que eu devia era arranjar um trabalho a sério. Ele trabalhava numa fábrica (eu cresci em Queluz) e a minha mãe tomava conta de nós. E então ele achava que eu devia seguir um ofício – podia ser um bom electricista, engenheiro, pedreiro. Uma profissão de homem e nada de palhaçadas. O meu pai sempre foi uma pessoa muito reservada e, mesmo quando entrei para a SIC, não disse nada. Mas é engraçado que quando lia as notícias na Comercial ele ouvia e comentava. Mas se se falasse de fazer disso profissão vitalícia, ele mudava de assunto.

Anos depois casa com uma austríaca. Como é que isso aconteceu?

A Eva trabalhava, ainda trabalha, na embaixada e conhecemo-nos numa noite dos santos populares. Costumo dizer que deve ter sido obra do Santo António [risos]. Ela mal falava português e eu mal falava alemão, mas lá nos entendemos. Já lá vão mais de 20 anos e temos dois filhos, a mais velha já tem quase 18 anos e parece que foi ontem. É terrível.

Ganhou uma afinidade enorme com a Áustria…

Sim. Faço questão de lá ir uma vez por ano. A Eva e os miúdos vão mais vezes, visitar os avós.

É uma cultura muito diferente.

Sim. Eu não conseguiria viver na Áustria o resto da vida. Já pusemos essa questão. Talvez um dia, quando nos reformarmos, passemos metade do tempo lá e outra parte aqui. Acho que há coisas maravilhosas no nosso país. O clima, a comida, as pessoas. Adoro esta confusão saudável e muito portuguesa, mas também gosto do lado muito civilizado da Áustria. Mas é civilizado de mais, é muito organizado! As pessoas são mais educadas, mas mais frias, com temperamento germânico. Gosto da nossa desorganização, do nosso caos, da nossa hospitalidade, do nosso acolhimento e do nosso sol. Mas para compensar a Eva por estes anos todos passados em Lisboa, e como temos casa lá… talvez possamos ir no Inverno para a Áustria e passar o Verão cá. Mas pegar nas malas e ir para lá de vez, isso não conseguia.

A dada altura até passou a cantar o tirolês…

Pois foi. Apanhou aqueles anos brutais em que eu não parava. Cheguei a fazer um disco com a banda “Muita Lôco”.

E vendeu alguma coisa?

Então não vendeu? Foi disco de ouro! Tenho-o lá em casa, venderam-se mais de 25 mil cópias.

Guarda muitas coisas dessa altura, recortes de revistas?

Não, mas há uma divisão da casa, uma espécie de escritório, em que emoldurámos as capas das revista todas em que eu saí na altura. É o cantinho das recordações. Na altura recortava. Agora já passou e já não penso nisso.

E passados estes anos todos ainda lhe pedem que cante o tirolês?

Então não pedem! Não há festa nenhuma em que não me peçam! Ainda há uns tempos fui apresentar o Moda Faro – uma coisa superelite nas muralhas de Faro, num ambiente glamoroso, tudo muito chique. No final do desfile, com as tias todas e as figuras públicas sentadas na primeira fila, o povo começa a pedir-me que cantasse o tirolês. E lá tive de quebrar o protocolo e cantar. Isto para dizer que não há sítio nenhum onde não tenha de cantar o tirolês. Costumo dizer, na brincadeira, que hei-de ser velhinho, de canadianas e cadeira de rodas, e hão–de pedir-me que cante o tirolês [risos].

Já pensou que a geração que via o “Muita Lôco” é a mesma que hoje está à rasca?

Curiosamente, tenho uma história bem recente que até contradiz isso. Fui acompanhar a minha mãe ao Hospital Amadora-Sintra para fazer uns exames e o médico, estetoscópio ao peito, veio ter comigo e disse-me que assistia a todos os programas, que eram gravados na Valentim de Carvalho. Achei extraordinário, genial. Mas sim, a malta que agora tem 30 e poucos anos é a mesma que na altura invadia o estúdio, com 13, 14, 15 anos.

E não gostava que o tempo voltasse para trás?

Não. Não sou nada saudosista. Gosto é que as coisas andem para a frente. Há momentos fantásticos do passado que são para recordar, mas não me agarro a isso. Pelo contrário, estou sempre a olhar para o futuro. Farto-me de apresentar propostas, estou sempre na expectativa de que para o ano é que é, vai aparecer um projecto fantástico. E depois… estou a chegar a uma altura da vida – já tenho 44 anos – em que a minha profissão e a minha carreira são importantes, mas em que já se começa a pensar de outra forma. Já se quer um pouco de paz. Estivemos há pouco tempo na Florida e até comentámos, meio a brincar, que um dia, quando nos reformarmos, vendemos tudo em Portugal e vamos para ali! Hoje penso sobretudo no futuro, no bem-estar da minha família. Gostava de ter uma reforma feliz, tranquila e com qualidade de vida. Mais do que andar obcecado com os programas que vou fazer na próxima época. O passado já foi. E foi tão giro… Olho para os discos de ouro, para as fotografias, foi tudo maravilhoso. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142610-jose-figueiras-fui-expulso-uma-conferencia-imprensa-com-o-pinochet, a 11 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça a Agenda Para Este Fim de Semana…

Agenda para o Fim Semana... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e como tem sido habitual, trago a agenda para o Fim Semana…

 

« Agenda de Fim-de-Semana

 

 Esta é uma semana especial. O querido mês de Agosto está a meio caminho do regresso à vida normal, mas nada tema. Temos propostas tão deliciosas como o Festival do Marisco em_Olhão, o Festival Super Bock, Surf Fest ou os Deolinda. Sem esquecer, claro, as festas e romarias populares que, nas vésperas do 15 de Agosto, se adensam

 

Hoje

 

Cheikh LÕ

grande auditório,

CCB, praça do Império,

Lisboa

Preço: 5€ a 10€

O cantor, guitarrista, percussionista e compositor “faz música a partir paz”. Uma coisa que se precisa em vários sítios. O_músico senegalês funde os ritmos tradicionais do seu país com reggae, flamenco e jazz.

 

Super bock surf fest

Praia do tonel, Sagres

Preço: 40€

19h

Depois do Festival Sudoeste, segue-se um evento mais calmo, dedicado aos espíritos livres do surf. A vila piscatória de Sagres recebe o Super Bock Super Fest 2011 com grandes nomes. Hoje é dia de Gentleman, do reggae do alemão e de Dub Incorporation. A ajudar a festa temos Kid Cudi, o belga Millow e o português Frankie Chavez. No menu ainda John Dimas, Intelectronik e Nuno Reis & Luís Oliveira.

 

Atlantihda

Casa da música, Porto

21h30

Entrada Livre

Gisela João dá a voz ao projecto musical Atlantihda, um misto de canção rural, fado e erudita. Para agradar a gregos e troianos.

 

 

Amanhã

 

Em Viagem

Centro Cultural de Paredes de Coura,

21h30

Preço: Entrada livre

No Verão não é só Sol. Ir ao teatro é uma boa opção. A nova produção do Trigo Limpo Teatro Acert fala das peripécias de um casal em viagem. Com este tema todos nos identificamos.

 

Maria joão e Mário laginha

Palácio de cristal, R. D. Manuel II, Porto

22horas

Preço: 5€

O Porto Blue Jazz 11 recebe a dupla do jazz mais conhecida em Portugal. Maria João e Mário Laginha navegam por terras desconhecidas do improviso mas lançam a âncora no jazz seguro. Trocadilhos de linguagem_à parte, é sempre uma boa desculpa para ver o concerto de dois grandes músicos portugueses.

 

João Penalva

Centro de Arte moderna – José Azeredo Pedrigão, r. Dr. Nicolau Bettencourt, Lisboa

Até às 18h.

Preço: 4€

A obra de João Penalva, a viver em_Londres em “Trabalhos com Texto e Imagem”, como foi baptizada a exposição, para ver e apreciar.

 

 

Domingo

 

Ópera em palmela

Igreja de Santa maria, no Castelo de Palmela

22horas

Entrada Livre

Excertos de musicais americanos, Mozart, Rossini, Verdi e as óperas de Puccini transformados num grande espectáculo para a família. “Missão (Im)possível” é da responsabilidade da Companhia de Ópera do Castelo, com apoio da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos. O_espectáculo vale por duas razões: ópera à borla e um castelo lindo.

 

O meu tio

Espaço nimas, Av. 5 de Outubro, Lisboa

21horas

preço: 3€

Um clássico de cinema por dia, não sabe o bem que lhe fazia. Já dizia o ditado ou provérbio que acabamos de inventar. O Espaço Nimas dedica o mês de Agosto a Jacques Tati. Hoje é o clássico, dos clássicos “O_Meu Tio”.

 

Deolinda

Recinto das festas

da Batalha

22horas

Entrada livre

Dispensam apresentações e são tão bons como uma travessa de sardinhas no Verão._A banda lisboeta traz na bagagem “Dois Selos e Um Carimbo”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142816-agenda-fim-de-semana, a 12 de Agosto de 2011, em Jornal I

 

Bons Divertimentos

 

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