Como Poupar Nas Compras Lá Para Casa…Veja Onde Neste Momento É Mais Barato…

Setembro 27, 2011

Onde Comprar Mais Barato.... Fonte: http://www.hunkstreets.com

Hoje trago um artigo interessante, pois pode ajudar nas poupanças mensais, e com grande retorno ao final do ano…

« Pode poupar 500 euros, se escolher o supermercado mais barato

A PROTESTE visitou 578 lojas de todo o país para ajudar a poupar nas compras e revela onde se encontram os preços mais mais baixos na grande distribuição em Portugal. Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 se encontram no sul do país.

A revista dos consumidores analisou 64 950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante; outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato; e outro com 59 produtos apenas de marca própria das superfícies (marca do distribuidor). Na avaliação global, os preços mais baixos moram nas lojas dos Mosqueteiros e do Continente.

Para encher o carrinho do cabaz 1, há cinco vencedores com o título de cam­peão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende. A 2.ª posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continen­te Modelo. Mais três lojas do Intermarché arrebatam a 3.ª posição, acompa­nhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Na guerra dos preços baixos, a PROTESTE destaca o domínio do Norte e Cen­tro do País: “dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no Sul”, conclui. Entrar na morada certa vale centenas de euros no seu orçamento. Por exemplo, para uma despesa mensal de € 150 na cidade de Lisboa, quem com­pra no Japão (R. Morais Soares) gasta mais € 404 por ano do que se escolher o Continente Bom Dia (R. Agostinho Neto).

No confronto por cadeias, as várias insígnias do Continente e Ecomarché arrasam a concorrência no cabaz 1. Isolada a liderar no cabaz 2, a cadeia Eco­marché é a melhor opção. Já para o cabaz 3 as marcas próprias das diferentes cadeias pautam-se por não apresentarem uma grande diferença de preços. Ainda assim, Continente e Pingo Doce são os campeões.

Os produtos com a marca do distribuidor permitem, em média, uma pou­pança de 30% face às marcas do fabricante. A poupança atinge 38% na ca­deia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor.

Veja mais na Proteste

@SAPO

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.* »

In: http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1188713.html#page=1, a 26 de Setembro de 2011, em Sapo Notícias.

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Conheça os Modelos Mais Economicos de Automóveis à Venda em Portugal…

Agosto 30, 2011

Venda de Carros... Fonte: http://www.tudocarros.com

Hoje  trago um artigo que considero pertinente, e que pode ajudar nestes tempos de crise…

« Saiba quais são os carros mais económicos à venda em Portugal

 Comprar um carro mais barato significa fazer concessões na elegância e conforto do veículo, mas também de ‘status’ social.

A crise económica está a levar os portugueses a procurarem carros mais pequenos, com menores consumos e, sobretudo, mais baratos. Até porque a variedade de modelos económicos à venda em Portugal é vasta e para todos os gostos, quer sejam citadinos, utilitários ou até mesmo familiares.

A tendência ‘low-cost’ no sector automóvel está, de facto, a ser impulsionada por um contexto económico delicado, e a despertar o interesse entre muitos consumidores, nomeadamente, “entre os jovens, que preferem optar por um nível de equipamento mais modesto para poderem ter acesso a um automóvel a baixo custo”, realça fonte oficial da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA).

As vendas de automóveis em Portugal caíram 21,5% até Julho, como consequência da actual situação económica e do agravamento fiscal previsto nas medidas da ‘troika’. A fabricante Renault, líder de mercado, realça que “não sente” que haja uma “corrida” aos carros mais baratos, mas sim, “uma maior e mais cuidada análise de todos os critérios de forma a optar pela escolha mais ‘inteligente'”.

Modelos para todos os gostos

Em tempos de crise, como o actual, é natural que os carros de baixa cilindrada tenham alguma procura, pois além do preço ser acessível têm um consumo mais económico. Na lista de ligeiros de passageiros da ANECRA, o modelo Smart Fortwo, do grupo Daimler, é dos mais baratos, quer seja nas versões a diesel ou a gasolina, e é também dos mais amigos do ambiente.

O Diário Económico destaca alguns modelos de automóveis, tendo como baliza o preço máximo de 15 mil euros.

Mas antes de comprar saiba que deve ter em atenção alguns pormenores que, no final, fazem a diferença. “Os critérios mais importantes na decisão da compra de um carro serão, além do preço, a análise dos custos de utilização, nível de equipamento, sistemas de segurança e performance do motor. No fundo deve optar-se pela melhor relação preço/qualidade”, realça fonte oficial da Renault.

Porém, para o consumidor adquirir um carro ‘low-cost’ ou mais barato significa aceitar fazer concessões em termos de ‘status social’ e elegância do carro, bem como de conforto interior. “Neste clima de incerteza que atravessamos, os consumidores privilegiam as necessidades racionais e afirmam-se dispostos a renunciar a uma sofisticação e a desempenhos considerados supérfluos. O consumidor comum quer manter o veículo o máximo de tempo possível e reduzir as deslocações”, adianta fonte oficial da ANECRA.

Sérgio Martins, director de comunicação da Fiat, realça que, cada vez mais, “é importante o factor ecológico, que toca directamente nas economias dos clientes devido ao impacto que tem no ISV assim como prova de consumos baixos”. A escolha entre gasóleo e gasolina, outra das decisões a tomar, é também cada vez mais “complexa”. “Se antes o motor Diesel só se justificava para quem fizesse maiores deslocações, hoje, com preço cada vez mais competitivo, a opção a gasóleo pode tornar-se económica mesmo para quem não faz tantos quilómetros”, destaca Miguel Tomé, director de comunicação da Opel.

A título de exemplo, para um cliente que faça menos de 15.000 km por ano, “um carro a gasolina poderá fazer sentido”, refere Pedro Bronze, director de comunicação da Honda.

Dacia é a única ‘low cost’

A Dacia, marca romena subsidiária da Renault, que tem tido bastante sucesso em diversos mercados europeus, nomeadamente em Espanha e também em Portugal, é a primeira marca assumidamente ‘low cost’. O que não quer dizer necessariamente que seja o carro mais barato do mercado.

Em Portugal, o Sandero é um dos carros mais baratos. Este modelo, derivado da anterior geração Renault Clio, está equipado com o mesmo motor 1.2 do modelo francês, e custa a partir de 8.950 euros, segundo a fabricante.

 

  • Veículos ligeiros de passageiros a diesel

 

Marca Modelo Versão P.V.P
 Smart  Fortwo  0.8 cdi 54cv pure  12.495,39
 Fiat  Panda  1.3 Multijet 16v Dynamic 5p  14.537,73
 Dacia  Sandero  1.5 dCi 70cv Pack 5p MY10  14.541,53
 Smart  Fortwo  0.8 cdi 54cv passion  14.555,64
 Hyundai  i10  1.1 CRDI VGT Comfort 5p  14.639,64
 Kia  Picanto  1.1 CRDi EX 5p  14.758,59
 Smart  Fortwo  0.8 cdi 54cv Cabrio pure  15.348,99
 Kia  Picanto  1.1 CRDi EX Sport 5p  15.368,51
 Fiat  Panda  1.3 Multijet 16v Mamy Tom Tom 5p  15.757,56
 Dacia  Sandero  1.5 dCi 85cv Confort 5p MY10  15.863,02

 

  • Veículos ligeiros de passageiros a gasolina

Marca Modelo Versão P.V.P.
 Suzuki  Alto  1.0 GA 5p   8.750,50
 Smart  Fortwo  1.0 pure (61cv)   8.833,63
 Nissan  Pixo  1.0i 68 Visia 5p   9.146,67
 Toyota  Aygo  1.0 VVTi 3p EU5   9.457,47
 Chevrolet  Spark  1.0 L 5p  10.031,33
 Citroen  C1  1.0i Airdream X 3p  10.041,91
 Dacia  Sandero  1.2 16v 75cv Access 5p  10.067,20
 Peugeot  107  1.0i 68 Urban 3p  10.573,16
 Hyundai  i10  1.2 MPi Comfort 5p  10.863,54
 Kia  Picanto  1.0 EX 5p  11.182,48

Fonte: ANECRA »

 

In: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-quais-sao-os-carros-mais-economicos-a-venda-em-portugal_125145.html, a 29 de Agosto de 2011, em Diário Económico

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Conheça os 10 Mandamentos do Desempregado…

Agosto 10, 2011

Os 10 Mandamentos do Desempregado... Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago um guia, que achei interessante, pois são os 10 mandamentos, mas desta feita, os 10 mandamentos do desempregado.

« Os dez mandamentos do desempregado

Saiba o que deve fazer para encontrar um novo emprego.

Não se deixe deprimir
Pena de si próprio é o que não pode sentir. Tente pensar positivamente. Levante-se de manhã, leia jornais e saia de casa como se fosse trabalhar. Faça da procura de emprego o seu emprego a tempo inteiro. Fale com amigos e conhecidos e não se isole nem se feche em casa porque esse não é, de todo, o espírito que se quer.

Faça um bom currículo
Um bom currículo é essencial para quem avalia a sua candidatura. Actualize o seu e siga algumas regras básicas. Desde logo, o currículo deve ser pequeno e não exceder as duas páginas e incluir outros interesses além dos curriculares. Saiba também que os vídeo-currículos estão na moda.

Mantenha-se actualizado
Leia jornais, ‘sites’, navegue na Internet, vá às redes sociais, ao Facebook, fale com amigos, envie e-mails, etc… Manter-se actualizado sobre o que se passa é muito importante para não se desligar do mundo só porque não está a trabalhar. Não só para se manter ocupado, mas para estar mais preparado se, de repente, conseguir uma entrevista de emprego.

Estabeleça contactos
O ‘networking’ é fundamental, nos dias de hoje, para conseguir emprego. Ligue a amigos, conhecidos e consultores de recrutamento. Diga-lhes que está à procura de emprego. Apareça. Combine tomar um café, conte que está desempregado, dê a conhecer as suas habilitações e o tipo de ocupação que procura. Faça com que se lembrem de si.

Procure empresas em contraciclo
Essas são as empresas que poderão estar a contratar. É importante que se mantenha a par e perceba o que se passa no mercado e onde poderão estar as oportunidades de emprego. Para isso, leia e mantenha-se a par para detectar quais são essas empresas que, apesar da crise, estão em contraciclo e podem estar a aceitar novos colaboradores.

Prepare-se bem para a entrevista
Faça o trabalho de casa. Leia tudo o que encontrar sobre a empresa a que se vai candidatar, o sector de actividade, etc. Prepare-se bem. Antecipe respostas para perguntas que lhe possam fazer. Construa uma descrição interessante do seu perfil e argumente bem porque deve ser o candidato escolhido. E não se esqueça que a aparência também conta.

Adeque o seu perfil à função
Adeque o perfil e as competências à função a que se está a candidatar, mas sem mentir. No fundo, tente lembrar-se do que no seu perfil é mais adequado para desempenhar aquele lugar e o que poderá agradar mais a quem o vai entrevistar. Explique bem por que aquele lugar é feito para si. Mas não minta porque esse é um erro que pode vir a ser fatal.

Seja pró-activo
Apresente ideias e projectos que pode vir a desenvolver na empresa caso esta o contrate. Pense bem nisso antes de ir à entrevista. Uma atitude pró-activa é sempre bem recebida e pode marcar a diferença na comparação com outro candidato. Estruture a ideia, os argumentos para a defender e para convencer os interlocutores.

Não diga mal de quem o despediu
É um erro tentador, mas que pode ser prejudicial. Não se mostre zangado nem caia no erro de dizer mal de quem o despediu nem entre em demasiados pormenores sobre
o que se passou. Limite-se a dar uma explicação consistente, mostrando que é uma história passada. E não perca tempo a queixar-se e a culpar a economia por ter perdido o emprego.

Seja interessado e flexível
Não coloque demasiadas condições para aceitar o emprego e, sobretudo, não seja arrogante. Mas também não exagere na gratidão, porque demonstra falta de confiança. Mostre-se interessado e flexível, sem abdicar do que considera essencial. Tenha bem definido, à partida, até onde pode ceder e aquilo de que não pode abrir mão seja a nível de salário ou de outros direitos. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/os-dez-mandamentos-do-desempregado_124333.html, a 9 de Agosto de 2011, em Diário Económico

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Alguns Esclarecimentos No Que Concerne Aos Carros Electricos…

Agosto 2, 2011

Carro Electrico... Fonte: http://www.ecotretas.blogspot.com

Hoje trago um artigo, que visam os mais ecológicos e que pretendem fazer protecção ao meio ambiente, desta feita, falo do que deve saber sobre carros eléctricos.

« O que precisa saber antes de comprar um carro eléctrico

Custo pelo uso da electricidade e a autonomia das baterias estão entre os temas menos claros desta tecnologia.

O veículo eléctrico constitui a melhor solução de mobilidade para responder às questões actuais do aquecimento global, da qualidade do ar que respiramos e da dependência que existe dos combustíveis fosséis. Se ainda tem dúvidas sobre os carros eléctricos, o Económico esclarece aqui algumas.

Posso levar um choque ao carregar a bateria de um carro?
Não. As fabricantes incluíram diversos sistemas de segurança para que as baterias sejam desligadas/isoladas, caso algo de errado aconteça, como um acidente. Mas, se por acaso, mexer nas baterias, poderá sofrer um grande choque.

As baterias precisam de estar descarregadas para serem carregadas de novo?
Não. Estas baterias não sofrem nenhuma perda de armazenamento se resolver recarregá-las, mesmo que ainda tenham metade da carga.

Onde é que as baterias podem ser recarregadas?
Está previsto que a rede Mobi.e coloque postos de abastecimento em parques de estacionameno de centros comerciais e zonas públicas centrais. Segundo a Nissan, cada posto pode carregar dois carros em simultâneo. Também pode carregar o seu carro em casa através de uma tomada específica para o abastecimento eléctrico.

Quanto custa o carregamento?
De acordo com as contas feitas pela japonesa Nissan, o carregamento das baterias a 100% poderá ficar em cerca de dois euros, mas este preço dependerá do operador que fornece a energia. Actualmente, carregar na rede portuguesa Mobi.e é gratuito.

Quanto tempo demora a fazer uma viagem de Lisboa ao Porto?
Ir de Lisboa ao Porto irá demorar sensivelmente três horas, o mesmo tempo que demoraria num carro dito tradicional. No entanto, como a autonomia do carro eléctrico é de 160 quilómetros é preciso efectuar uma paragem de 30 minutos que permitirá carregar a bateria a 100%.

Os carros eléctricos podem ajudar a equilibrar os consumos na rede eléctrica?
Sim. Neste momento, o equilíbrio é mantido pelas barragens e por centrais. A médio/longo prazo, com milhares de veículos eléctricos ligados à rede na maior parte do tempo, poderá ser possível usar as suas baterias como fonte de armazenamento de energia distríbuída. Isto porque grande parte das pessoas com veículos eléctricos opta por fazer o carregamento total durante a noite, numa altura em que há menos consumo de energia eléctrica. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-precisa-saber-antes-de-comprar-um-carro-electrico_123541.html, a 01 de Agosto em Diário Económico

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Dicas Para Quem Pretende Ser Bem Sucedido Lá Fora…

Julho 27, 2011

Como Ser Bem Sucedido Lá Fora...  Fonte: www.liverig.wordpress.com

Hoje trago uma notícia de como deveremos agora, para termos sucesso no estrangeiro, passo a transcrever a referida…

« Dicas para ser bem sucedido no estrangeiro

Se quer dominar as técnicas de exportação, em qualquer mercado há condições que tem de assumir como obrigatórias.

Não interessa se trabalha num sector tecnológico mais avançado ou num sector tradicional como o calçado ou agro-alimentar. Se a sua empresa já tem uma dimensão considerável ou se é ainda uma pequena empresa. O que interessa quando se fala de exportação é saber reagir aos diferentes mercados numa lógica de competição internacional. E exemplos não faltam em Portugal de Pequenas e Médias Empresas (PME) que ganharam dimensão e posição de destaque nos mercados internacionais e que em muito têm contribuido para o crescimento sustentado das exportações nacionais.

Também é verdade que existem ainda hoje muitas PME com reduzidos volumes de produção que não dominam as técnicas de exportação e são comercialmente pouco agressivas. Com sistemas de informação por vezes deficientes, são empresas que estão numa situação económico-financeira comprometedora, depois de anos e anos de subsídiodependência, como refere a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Mas para aquelas que estão bem estruturadas, e que querem iniciar a exportação para algum mercado, pode encontrar no site da Aicep – http://www.portugalglobal.pt – todos os procedimentos que deve seguir. Além dos factores de competitividade mais importantes, como o marketing, a qualidade, o design, a inovação, a marca e a imagem, não se esqueça que antes de avançar com um processo de exportação tem de reunir todas as condições de viabilidade estratégica, económica, financeira e técnica. Aqui ficam algumas dicas dos cuidados que deve ter para ser bem sucedido na exportação do seu produto ou serviço.

1. Factores críticos de sucesso
Em qualquer negócio tem de se saber quais as áreas onde a excelência é condição mais que obrigatória, já que são essas que irão determinar a decisão final de compra de um produto ou serviço.Chama-se a isto identificar os factores críticos de sucesso.

2. Vantagens competitivas
É preciso saber e ter vantagens competitivas face à concorrência. Quais são os seus pontos fortes? Esta é uma resposta que tem de saber responder com exactidão e na ponta da língua. Caso tenha hesitado, não é bom sinal.

3. Fazer diferente
É preciso desenvolver capacidades de fazer e de produzir diferente. Desta forma, não só transmite valor acrescentado aos clientes como passa uma imagem corporativa de excelência do seu negócio.

4.Informação estratégica
É preciso potenciar a informação estratégica relevante disponível e fidedigna que permita não só o conhecimento dos mercados, mas também das oportunidades de negócio que existem ou que facilmente podem ser geradas nesses mesmos mercados.

5. Pessoas
Não pode fazer nada sem uma boa equipa de recursos humanos. Precisa de recrutar quadros superiores e intermédios especializados, motivados e com formação em internacionalização, técnicos e financeiros.

6. Gestão
Deter capacidades de gestão interactiva e de organização nem que sejam mínimas mas dedesde que sejam as adequadas e suficientes à maior complexiddade dos processos de exportação.

7. Marketing
Tem de ter uma pequena estrutura para o desenvolvimento de todas as acções relacionadas com o marketing.

8. Responsabilidade
Seja responsável nas suas decisões e gestos. Seja prudente e tenha sempre presente que é melhor ir crescendo de forma gradual. Não dê um passo maior que a perna. E é bom não fugir da realidade da empresa. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/dicas-para-ser-bem-sucedido-no-estrangeiro_123334.html, a 26 de Julho de 2011, em Diário Económico.

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Finanças Alienam Imoveis a 1 Cêntimo…

Julho 7, 2011

Casas a 1 Cêntimo.... Fonte: http://www.coimbracity.olx.pt

Hoje trago um artigo interessante, pelo menos para quem anda atrás de bons negócios no imobiliário.

«Moody’s: novas medidas «já foram tomadas em conta»

Vice-presidente da Moody’s diz que austeridade não foi suficiente para evitar «riscos de deterioração»

 Há casas à venda em Portugal por um preço-base de 1 cêntimo. As Finanças têm colocado vários imóveis e terrenos no mercado com a licitação mínima definida pela Direcção-Geral dos Impostos, segundo constatou o jornal «Sol».

Tudo por causa da pressão para angariar receitas e porque a crise está a afugentar os compradores das hastas públicas.

As Finanças têm optado assim por vender casas penhoradas através da negociação directa, com preços-base muito simbólicos.

Os bens são depois vendidos por preços mais altos. À espera das melhores propostas, o negócio acaba no entanto por ficar muito abaixo dos preços praticados no mercado, dado o valor da licitação.

O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues de Azevedo, explicou ao mesmo jornal que as vendas deste tipo resultam de «hastas públicas que ficaram desertas». O mesmo é dizer que foram negócios que não interessaram a nenhum comprador. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/moodys-austeridade-divida-portugal-rating-troika/1264945-1730.html, a 6 de Julho de 2011, em Agência Financeira.

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Conheça Como Funciona o Novo Imposto Sobre o Subsidio de Natal…

Julho 6, 2011

Novo Imposto Sobre o Subsidio de Natal... Fonte: saldopositivo.cgd.pt

Hoje trago um artigo, sobre o funcionamento do imposto que vai ser alvo os subsídios de natal, passo a transcrever a referida peça.

« Saiba como vai funcionar o novo imposto extraordinário

A contribuição extraordinária, que incidirá sobre o subsídio de Natal, deve ser cobrada de uma só vez e num único momento.

Na sua primeira intervenção no Parlamento, na quinta-feira passada, o primeiro-ministro anunciou que o Governo está a preparar a adopção com carácter extraordinário de uma contribuição especial que incidirá sobre todos os rendimentos que estão sujeitos a englobamento em sede de IRS. Uma sobretaxa de imposto, cujo recorte técnico só estará concluído dentro de duas semanas e que deverá render aos cofres do Estado 800 milhões de euros. Os sacrifícios são pedidos a três milhões de contribuintes. Segundo Passos Coelho, a aplicação deste imposto especial foi decidida na sequência de “um desvio de mais de dois mil milhões de euros” nas contas públicas.

Saiba qual o impacto do novo imposto extraordinário e quais os rendimentos abrangidos.

1. O que é a contribuição especial de IRS?
É um imposto extraordinário, que corresponde a 50% do subsídio de Natal, acima do salário mínimo nacional (SMN) e será aplicado só em 2011. O imposto não será contabilizado para valores iguais ou inferiores ao SMN. A correspondência é em termos financeiros e não quer dizer que incide sobre subsídio de Natal. Trata-se de uma sobretaxa única a aplicar sobre o IRS.

2. Sobre que rendimentos incide?
Sobre todos os tipos de rendimentos já englobados no IRS. Ou seja, rendimentos de trabalhadores dependentes e independentes, pensionistas, titulares de rendimentos comerciais, industriais e agrícolas, rendimentos prediais (rendas) e mais-valias. Há, no entanto, dúvidas sobre se alguns rendimentos de capitais também terão de pagar mais, como os juros e dividendos, visto que, por estarem já sujeitos a taxas liberatórias, estes rendimentos podem ser de englobamento facultativo no IRS. Está por esclarecer, assim, se escapam à sobretaxa os ganhos que os accionistas retiram das empresas e os juros recebidos pelos depósitos, títulos de dívida e unidades de participação.

3. Quanto é que um contribuinte vai perder?
Será o equivalente a 50% da parte do subsídio de Natal acima do salário mínimo nacional, que está fixado em 485 euros mensais. Ou seja, um contribuinte com um subsídio de Natal de 1.000 euros, por exemplo, pagará o imposto em valor equivalente a 258 euros (ver infografia). Ou seja, o imposto extraordinário para este exemplo seria de 257,5 euros (sobretaxa mensal de 1,8%). Também não foi esclarecido como é que a regra é aplicada no caso de haver englobamento de vários tipos de rendimentos.

4. Como vai ser calculado o imposto?
Ainda não se conhece a formulação técnica que está a ser desenhada pelo Governo para regulamentar esta decisão política. O recorte técnico da nova contribuição especial estará pronto dentro de duas semanas. As formas de o fazer são várias. Em 2010, a opção recaiu no aumento das taxas de retenção mensal de IRS. O único dado certo é que para o cálculo do valor do imposto, só se contabiliza os rendimentos acima de 485 euros (valor do SMN).

5. Quando é que vai ser aplicada a contribuição extraordinária?
A sobretaxa deverá ser aplicada de uma só vez e até ao final de 2011. No caso dos trabalhadores dependentes e pensionistas poderá ser no momento da liquidação do subsídio de Natal (até 15 de Dezembro) através da retenção na fonte pela entidade patronal ou Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações. Já no caso dos trabalhadores independentes, que não recebem subsídio de Natal, poderá haver um reforço do pagamento por conta este ano ou um reforço na taxa de retenção na fonte. O único dado certo é que a contribuição extraordinária será cobrada uma única vez e, ao que tudo indica, num único momento.

6. E as mais-valias bolsistas que só são apuradas no fim do ano?
A solução para as mais-valias que são apuradas a 31 de Dezembro de cada ano, pela diferença de saldos entre as mais e as menos-valias, poderá levar a transferir o pagamento do imposto para 2012, altura da entrega da declaração.

7. É inconstitucional?
Especialistas alertam que pode violar princípios constitucionais se for aplicado aos rendimentos do ano todo, devido à não retroactividade fiscal. Para o fiscalista Rogério M. Fernandes Ferreira, a natureza “extraordinária” da medida será justificada pela excepcionalidade da situação económica e da necessidade deste ajustamento orçamental e pelo carácter temporário da mesma. Esta natureza e características ajudarão a argumentar contra eventuais questões constitucionais. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-como-vai-funcionar-o-novo-imposto-extraordinario_121981.html, a 04 de Julho de 2011, em Diário Económico.

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