Alguns Esclarecimentos No Que Concerne Aos Carros Electricos…

Carro Electrico... Fonte: http://www.ecotretas.blogspot.com

Hoje trago um artigo, que visam os mais ecológicos e que pretendem fazer protecção ao meio ambiente, desta feita, falo do que deve saber sobre carros eléctricos.

« O que precisa saber antes de comprar um carro eléctrico

Custo pelo uso da electricidade e a autonomia das baterias estão entre os temas menos claros desta tecnologia.

O veículo eléctrico constitui a melhor solução de mobilidade para responder às questões actuais do aquecimento global, da qualidade do ar que respiramos e da dependência que existe dos combustíveis fosséis. Se ainda tem dúvidas sobre os carros eléctricos, o Económico esclarece aqui algumas.

Posso levar um choque ao carregar a bateria de um carro?
Não. As fabricantes incluíram diversos sistemas de segurança para que as baterias sejam desligadas/isoladas, caso algo de errado aconteça, como um acidente. Mas, se por acaso, mexer nas baterias, poderá sofrer um grande choque.

As baterias precisam de estar descarregadas para serem carregadas de novo?
Não. Estas baterias não sofrem nenhuma perda de armazenamento se resolver recarregá-las, mesmo que ainda tenham metade da carga.

Onde é que as baterias podem ser recarregadas?
Está previsto que a rede Mobi.e coloque postos de abastecimento em parques de estacionameno de centros comerciais e zonas públicas centrais. Segundo a Nissan, cada posto pode carregar dois carros em simultâneo. Também pode carregar o seu carro em casa através de uma tomada específica para o abastecimento eléctrico.

Quanto custa o carregamento?
De acordo com as contas feitas pela japonesa Nissan, o carregamento das baterias a 100% poderá ficar em cerca de dois euros, mas este preço dependerá do operador que fornece a energia. Actualmente, carregar na rede portuguesa Mobi.e é gratuito.

Quanto tempo demora a fazer uma viagem de Lisboa ao Porto?
Ir de Lisboa ao Porto irá demorar sensivelmente três horas, o mesmo tempo que demoraria num carro dito tradicional. No entanto, como a autonomia do carro eléctrico é de 160 quilómetros é preciso efectuar uma paragem de 30 minutos que permitirá carregar a bateria a 100%.

Os carros eléctricos podem ajudar a equilibrar os consumos na rede eléctrica?
Sim. Neste momento, o equilíbrio é mantido pelas barragens e por centrais. A médio/longo prazo, com milhares de veículos eléctricos ligados à rede na maior parte do tempo, poderá ser possível usar as suas baterias como fonte de armazenamento de energia distríbuída. Isto porque grande parte das pessoas com veículos eléctricos opta por fazer o carregamento total durante a noite, numa altura em que há menos consumo de energia eléctrica. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-precisa-saber-antes-de-comprar-um-carro-electrico_123541.html, a 01 de Agosto em Diário Económico

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Empregos e Sanidade Mental….

Empregos e Sanidade Mental... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que achei interessante, e que fala do estado mental de uma pessoa mal empregada, ou com  um emprego fora dos seus desejos, passo a transcrever a referida peça.

« Maus empregos. Está desempregado e deprimido? Calma, trabalhar podia ser pior

Ter um mau emprego pode deprimir mais que estar desempregado, revela um estudo australiano

“Eu acordava às sete da manhã para ir trabalhar a desejar que já fossem sete da tarde para poder ir-me embora.” Ana Martins resume assim os seis meses em que trabalhou numa agência de comunicação. “A pressão era muito grande e o ambiente muito pesado”, explicou ao i. No local de trabalho os computadores eram vigiados e todas as salas tinham câmaras. “Às intrigas entre colegas, incentivadas pelos próprios directores, juntava-se um trabalho que pouco se adequava às minhas competências”, acrescenta a jovem de 28 anos.

Na hora de se despedir a sensação foi de alívio. “Ponderei muito e aconselhei-me com muita gente antes de tomar a decisão final. Mas no dia que sai da agência consegui respirar fundo como já não fazia há meses”, contou ao i.

Um estudo realizado pela Universidade Nacional da Austrália, em Melbourne, mostra que os desempregados têm, no geral, uma saúde mental pior do que a daqueles com emprego. No entanto, os autores descobriram que a saúde mental das pessoas com trabalhos mal remunerados, incertos ou demasiado stressantes pode ser tão má ou até pior do que a dos desempregados.

Por outro lado, a pesquisa concluiu que a condição psicológica dos desempregados melhorava quando conseguiam uma colocação, piorando apenas se a qualidade do novo emprego fosse baixa.

“Os trabalhos com piores condições psicossociais não são melhores, e podem mesmo ter piores efeitos para a saúde mental do que o desemprego”, explicam os autores do estudo, que recolheram informação durante um ano, na vertente laboral e económica, de uma amostra composta por cerca de 7 mil australianos.

Mesmo estando actualmente desempregada, Ana Martins garante que não aceitaria voltar para o antigo trabalho. “Apesar da actual conjuntura e do desgaste que é a procura de emprego, prefiro não estar a trabalhar a viver com aquela pressão”, admite.

Procura “As políticas de emprego são baseadas na noção de que qualquer trabalho é melhor do que não ter nenhum”, relembram os autores do estudo. Mas “a qualidade psicossocial do trabalho é um factor crucial que deve ser considerado”, acrescentam.

Conseguir um óptimo emprego após um período de afastamento registou em média um aumento de três pontos no índice da saúde mental do trabalhador. Mas conseguir um mau emprego nas mesmas condições levou a um declínio de 5,6 pontos no mesmo índice.

Depressão masculina Um outro estudo internacional alerta ainda para outro factor com cujas consequências vamos ter de lidar em breve: a actual crise económica conduzirá a um aumento dos casos de depressão masculina.

Da autoria de Dunlop e Tanja Mletzko e publicado no “British Journal of Psychiatry”, o estudo salienta o tradicional papel e a responsabilidade do homem no lar, enquanto chefe e principal fonte de sustento da família – imagem que, apesar do crescente papel das mulheres, ainda é geralmente aceite -, que se alterou devido ao despedimento de muitos chefes de família. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119657-maus-empregos-esta-desempregado-e-deprimido-calma-trabalhar-podia-ser-pior, a 29 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça o Planning de Autógrafos da Feira do Livro de Lisboa…

Feira do Livro de Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo onde os fãs de autógrafos podem-me agradecer por o ter aqui transcrito, pois com a abertura da feira do livro de Lisboa no decorrer do dia de ontem, é natural que os fãs queiram um autografo o possam fazer, fica aqui o Planning das sessões.

« Feira do Livro. Mapa para um safari de caça ao autógrafo

Se o seu único objectivo é ter um autógrafo de Greg, personagem dos livros infantis “Diário de Um Banana”, tem a vida facilitada: ele está todos os dias no pavilhão da Booksmile. O feito só é possível porque é um personagem de ficção. Os escritores de carne e osso têm a agenda mais preenchida e é mais difícil apanhá-los. Aqui fica uma lista de “quem”, “onde” e “quando”, essencial para caçar um autógrafo ao seu autor preferido

 Lídia Jorge
Livro “A Noite das Mulheres Cantoras”
Onde Praça Leya
Quando 28 de Abril, 17h30

A escritora lançou recentemente mais um romance, “A Noite das Mulheres Cantoras”, pretexto para se sentar a conversar com os leitores nesta feira do livro. Para além da nova obra, os títulos antigos, mais de 20, são um pretexto para levar para casa uma assinatura da autora algarvia.

 

Mónica Marques
Livro “Transa Atlântica”
Onde Quetzal
Quando 29 de Abril, 18h00

O primeiro romance da jornalista Mónica Marques, “Transa Atlântica”, é agora reeditado com uma capa nova. É só uma desculpa para conhecer a autora do blogue Sushi Leblon que, ainda para mais, passa grande parte do tempo no Rio de Janeiro, Brasil.

 

António Lobo Antunes
Livro “Sôbolos Rios que Vão”
Onde Praça Leya
Quando 30 de Abril, 15h00

O maior escritor português vivo reconheceu por várias vezes a importância da Feira do Livro no seu contacto com os leitores. Vai estar na Praça Leya durante a tarde de sábado e se quiser meter conversa pergunte o que acha  da adaptação de “A Morte de Carlos Gardel” ao cinema, actualmente a ser rodada.

 

José Luís Peixoto
Livro “Livro”
Onde Quetzal
Quando 30 de Abril e 7 de Maio, 16h00

“Bom dia, pode assinar-me o livro? Qual livro? O ‘Livro’. Sim, mas qual livro? O ‘Livro’, homem de Deus.” Este hipotético diálogo entre um leitor e o escritor de “Livro” mostra bem como é divertido chamar uma obra pelo nome do objecto.

 

Jostein Gaarder
Livro “O Castelo dos Pirenéus”
Onde Zona Presença
Quando 30 de Abril, 15h00

O autor que pôs adolescentes de meio mundo a ler sobre filosofia com o bestseller “O Mundo de Sofia” regressa aos livros com “O Castelo dos Pirenéus”. Tem no dia 30 de Abril uma oportunidade de conhecer Jostein Gaarder e contar-lhe como a sua obra lhe mudou a  vida.

 

Gonçalo M. Tavares
Livro “Matteo Perdeu o Emprego”
Onde Espaço Porto Editora
Quando 30 de Abril, 15h00

O escritor com mais editoras em Portugal vai estar no espaço da Porto Editora, que lhe editou “Matteo Perdeu o Emprego”, mas podia estar no stand da Caminho ou da Campo das Letras, outras que lhe ofereceram um tecto. Um conselho: vá logo pelas 15h00 até à mesa de Tavares, as solicitações devem ser muitas.

 

Margarida Rebelo Pinto
Livro “A Minha Casa é o Teu Coração”
Onde Praça Leya
Quando 6 de Maio, 16h00

Goste-se ou odeie-se, a maior escritora de chick lit português, o equivalente nacional a Carrie Bradshaw, vende aos milhares. Daí que uma presença na feira do livro seja sinónimo de filas, muitos autógrafos e olhares desdenhosos de intelectuais de gola alta – cheios de calor, os desgraçados.

 

Richard Zimler
Livro “Ilha Teresa”
Onde Praça Leya
Quando 8 de Maio, 15h00

Quando se fala em “timing editorial” fala-se disto: “Ilha Teresa” acabou de ser lançado, mesmo em cima da Feira do Livro. O novo romance de Zimler, um americano que já criou raízes em Portugal, ainda tem cheiro a tinta fresca mas está pronto a ser autografado – com tinta ainda mais fresca.

 

José Tolentino de Mendonça
Livro “O Tesouro Escondido”
Onde Praça Amarela
Quando 8 de Maio, 17h00

O sacerdote, poeta e professor Tolentino de Mendonça vai assinar exemplares de “O Tesouro Escondido”, mas mais importante do que o ver assinar páginas é escutá-lo e aprender com um dos portugueses mais sábios. E não, não é a altura certa para confissões.

 

José Rentes de Carvalho
Livro “La Coca”
Onde Quetzal
Quando 8 de Maio, 17h00

Rentes de Carvalho, imperdível português com morada fixa na Holanda há vários anos, é tão bom conversador como escritor. Por isso é aproveitar alguns minutos da sua companhia neste domingo de sol. Se não estiver sol, é de aproveitar na mesma. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119671-feira-do-livro-mapa-um-safari-caca-ao-autografo, a 28 de Abril de 2011, em Jornal I

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A Ovelha Choné Vem a Portugal…

Ovelha Choné em Portugal... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que pode agradar aos mais pequenos, pois trata-se da Ovelha Choné que vem a Portugal, mais concretamente a Vila do Conde, passo a transcrever a referida peça jornalística.

« A Ovelha Choné está em Vila do Conde

Wallace & Gromit também vieram a Portugal, acompanhados por algumas galináceas de “A Fuga das Galinhas”. Para ver até 5 de Junho

Era uma vez dois amigos de infância: Peter Lord e David Sproxton. Estes rapazes passavam o dia a ver desenhos animados e a tentar imitar as histórias que viam. A primeira produção foi feita na sala de estar de David, ao som da música de Charlie Parker. O pai de David, na altura produtor da BBC, achou graça ao esforço dos dois miúdos e incentivou-os a ir mais longe. Mal ele sabia que estava a assistir aos primeiros passos de um dos maiores estúdios de animação da Europa.

O primeiro personagem a sério criado pela dupla chamava-se Aardman, um super herói. A BBC gostou e propôs um contrato de 15ú (qualquer coisa como 17€). Foi nesse momento que registaram o nome Aardman Animations e foi também aí que o futuro dos dois ficou definido.

Se ainda não sabe do que falamos, aqui vai uma pista para os mais pequenos e outra para os crescidos: “Ovelha Choné” e “Wallace & Gromit”, da autoria de Nick Park, um dos principais animadores que nos anos 80 se juntou à família Aardman.

Mas onde querem chegar?

Calma, caro leitor, temos boas notícias: até 5 de Junho pode ver, ao vivo, na Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, objectos, cenários, bonecos, desenhos e estudos de maquetes do universo Aardman. E sim, os bonecos utilizados nos filmes, curtas e séries de animação são mesmo de plasticina, confirma Nuno Rodrigues, comissário da exposição. Mas não uma plasticina qualquer. A verdade é que os estúdios têm a patente de uma pasta especial, semelhante à plasticina, mas muito melhor e resistente.

A exposição é promovida pela Animar, um “programa de sensibilização e educação para a imagem em movimento”, baseando-se no cinema de animação. O objectivo é, segundo Nuno Rodrigues – também ele um dos directores das Curtas de Vila do Conde – “aprender a ver e a fazer animação”. Entre sessões de cinema de animação, workshops e ateliers, a Animar vai já no sexto ano de vida.

São seis cenários reais onde foram filmadas as séries da dupla “Wallace & Gromit” (o inventor louco e o seu cão sensato), “Ovelha Choné”, “Creature Comforts” e “Morph”, a primeira personagem da Aardman Animation.

Para além disso, poderá ver (mexer, talvez não) cinco conjuntos de personagens e adereços (reais, sempre reais), storyboards, estudos visuais e desenhos originais de Nick Park.

Nick Park

Qual Aardman, qual quê. Nick Park é o verdadeiro super-herói dos estúdios e o criador das séries de animação mais aclamadas e premiadas. “Wallace & Gromit”, “Ovelha Choné” e “Creature Comforts”. Foi nomeado seis vezes para os Óscares e ganhou quatro, em 2006 o de Melhor Filme de Animação com “Wallace e Gromit: A Maldição do Coelhomem”; em 1996 e 94 o de Melhor Curta de Animação, novamente com a dupla Homem e Cão; e em 1991, na mesma categoria, com “Creature Comforts”, uma série de animais que dão depoimentos sobre vários aspectos da vida, alguns bem filosóficos (se ainda não conhece, faça uma visita ao YouTube e veja, vale a pena).

Park é também responsável pelo filme “A Fuga das Galinhas”, uma parceria dos estúdios Aardman com a Dreamworks.

A exposição Mundo Aardman está patente até cinco de Junho, data em que haverá uma festa de encerramento no teatro Municipal de Vila do Conde, onde serão projectadas algumas curtas de animação.

Galeria de Arte Cinemática, R. do Lidador, Vila do Conde. Terça a sexta das 14h30 às 18h00; Sáb e dom das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 18h00. Entrada livre.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/112228-a-ovelha-chone-esta-em-vila-do-conde, a 23 de Março de 2011, em Jornal I

Boas Visitas!

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Conheça Esplanadas Onde Pode Começar a Usufruir Dos Primeiros Raios de Sol…

Kontiki Bar...Uma Boa Solução Para Apanhar Sol e Beber Uma Bebida... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo para quem gosta de ver o mar e de saborear uma bebida ou um petisco mesmo numa esplanada… passo a transcrever o artigo com esse roteiro..

« Esplanadas a ver o mar. 10 para escolher antes que o sol desapareça

O sol regressou. Como se trata de um astro com personalidade, o melhor é aproveitá-lo antes que mude de ideias. Aproveite o fim de semana para se fazer à esplanada mais próxima e gastar algumas horas a fazer a fotossíntese. Damos-lhe dez à escolha: marroquinas, com árvores, areia ou pizzas

Praia da conceição, Cascais, The Bay
Tem peixe fresco? Tem. Carne boa? Sim. Mar ali à vista? Claro. E marisco, bebidas, tapas, tostas, saladas e o que mais quiser. E fica em Cascais, terra cuja baía foi cantada durante tantos anos pelos já extintos Delfins. Mas se tiver de a trautear, faça-o baixinho. A esplanada é coberta mas as janelas, que pode abrir, são tão grandes que vai sentir-se na praia, mas sem a chatice da areia.

Horário: ter. a qui. das 11h00 às 20h00; sex. e sáb. das 11h00 às 02h00 e domingo das 11h00 às 20h00.
Telefone: 214820038


Praia da Poça, São João do Estoril Restaurante Opíparo
É dois em um. Tão depressa é um espaço romântico para jantares ou almoços a dois, com vista para o mar graças ao facto de ser todo envidraçado, como tem uma esplanada catita onde se servem refeições mais ligeiras. Há menu de pequeno almoço, almoço e jantar e after hours, o mais apetecível, com salada de polvo, favinhas com chouriço, morcela assada com puré de maçã e é melhor parar por aqui antes que coma esta página.

Horário: todos os dias das 9h00 às 02h00
Telefone: 214688600

Praia São Pedro, Estoril, Bar Pizzaria Praia São Pedro do Estoril
As pizzas são boas, mesmo boas, e até o pão de alho é em forma de pizza. A esplanada é ampla e soalheira e pode levar os miúdos para correrem na areia depois de se lambuzarem com queijo mozarela derretido, molho de tomate e, para os mais corajosos, cogumelos. Empanturre-se também sem culpas. É fim-de-semana e vale tudo. O sol é quente mas não o suficiente para trocar as calças de ganga pelo fato de banho por isso não tem (ainda) de se preocupar com a linha. Na segunda-feira, quando lhe perguntarem se o fim-de-semana foi bom, vai poder responder um ”sim” verdadeiro (e quem sabe com a cara mais bronzeada).

Horário: das 9h às 00h, sábado das 9h00 às 3h00
Telefone: 214670027

Praia Cabana do Pescador, Costa da Caparica, Delmar café
Está aberto todo o ano porque a praia também é bonita no Inverno. A esplanada é grande e até tem espreguiçadeiras viradas para o mar, onde pode beber uma caipirinha ou um galão enquanto sonha com as caraíbas. Se for do tipo friorento e adepto de esplanadas debaixo de 30º graus, pode ficar no interior sem medo de perder o mar de vista. Para comer há vários tipos de peixe e marisco para os mais frugais, os costumeiros hambúrgueres para os carnívoros e para beber há sangria, entre outras coisas que agora não temos espaço para enumerar.

Horário: fins de semana das 9h00 às 24h00; durante a semana das 14h00 às 20h00. No verão está aberto 24h00.
Telefone: 919305018

Praia Nova, Costa da Caparica, Marrocos Ocean Club
O calçadão da Costa da Caparica já não é o mesmo desde que o Pólis (finalmente) reorganizou as esplanadas e deu mais areia às praias. Neste restaurante/bar pode fingir que está em Marrocos, de olhos no mar. E não faltam pufs no chão, chá quente e frio e cachimbos de água para quem gosta de tabaco com sabor a fruta. Não deixe de entrar no restaurante, nem que seja para ir à casa de banho, porque vale a pena. O menu é mesmo marroquino, feito pelo chef Rochi Addari, onde marcam presença o couscous, as tágines e as pastillas.

Horário: das 11h00 às 02h00. Encerra às 2ªs
Telefone: 927971528

Praia de São João, Costa da Caparica, Kontiki
Se olhar para a fotografia fica logo com vontade de se sentar nos sofás, deitar nos pufs coloridos tamanho XL e dormir uma sesta. E pode fazê-lo, que ninguém o vai acordar. Convém é que consuma qualquer coisa primeiro, está bem? Nem que seja uma sangria de frutos silvestres. Vai ver que adormece mais depressa.

Horário: das 11h00 às 20h00; Verão das 9h00 às 02h00

Telefone: 967967343

Parque de Albarquel, Setúbal, Made in Café
Tão depressa está no campo, como na praia. Há árvores, relva para os miúdos correrem, rio e mar a encontrarem-se e areia para passear. Desta esplanada vê-se Tróia e um bocadinho da baía de Setúbal. Os preços são baixos e ainda não há filas de pessoas nem longas esperas por uma mesa. Pode almoçar em modo buffet ou preferir uma tosta mista: há para quase todos os gostos. Ou então pode beber um café e pronto.

Horário: das 10h00 às 02h00
Telefone: 96 605 20 11

Av. Norton de Matos, Matosinhos, Lais de Guia Bar
Mesmo em cima do areal da praia de Matosinhos está um dos mais apreciados bar/esplanada do Grande Porto. O Lais de Guia abriu portas em 1996, ganhando o nome a partir de um dos nós mais usados na faina marítima, quer para atracar os barcos que chegam ao porto de abrigo, quer para arremessar e salvar náufragos. Além das mesas e das cadeiras, a esplanada oferece ainda umas confortáveis espreguiçadeiras.

Horário: das 09h00 às 02h00
Telefone: 229381428

Esplanada Praia da Luz, Avenida Brasil, Porto
A Praia da Luz é, a par com as do Molhe, uma das mais antigas e conceituadas esplanadas da Foz. Funciona durante o ano inteiro, mas é com os primeiros raios de sol que ganha mais encanto. As espreguiçadeiras alinhadas a meia dúzia de metros do mar, a música chill-out nas colunas e, claro está, um lugar privilegiado para assistir ao pôr-do-sol. Quem vê nunca mais esquece, dizem.

Horário: das 9h00 às 2h00.

Telefone: 226173234

Praia Canide Norte/Sereia, Vila Nova de Gaia, Grão d”Areia
Postada em pleno areal de uma das mais extensas praias de Vila Nova de Gaia, Canide Norte, a Grão d”Areia tem uma esplanada lounge com espreguiçadeiras e puffs. Logo em frente fica o passadiço de madeira que liga todas as praias de Gaia. Só para o caso de dar vontade de uma caminhada praia fora.

Horário: Domingo a quinta das 9h00 à 1h00; Sexta e Sábado das 9h00 às 2h00
Telefone: 227722108

Com Miguel Ângelo Pinto»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/107071-esplanadas-ver-o-mar-10-escolher-antes-que-o-sol-desapareca-, a 28 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

Altos Prazeres!!!

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Conheças 30 Coisas Que Pode Fazer Para Poupar em 2011…

Dicas Para Se Poupar em 2010

Hoje trago um artigo que li num diário da nossa praça e que versa sobre 30 dias que nos ajudam a poupar, passo a transcrever o referido artigo.

« 30 Ideias para fazer crescer o seu dinheiro em 2011

O Económico reuniu 30 conselhos que o poderão ajudar a poupar mais euros e a rentabilizar o seu dinheiro.

Há muito tempo que as famílias portuguesas não enfrentavam um cenário económico tão difícil. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, no último trimestre de 2010 a taxa de desemprego em Portugal atingiu um novo máximo histórico ao situar-se nos 11,1%. Já 2011 arrancou com o forte peso de um pacote de medidas de austeridade para enfrentar a crise onde está incluída não só a subida dos impostos como a perda de benefícios fiscais. A desafiar a capacidade de resistência dos orçamentos das famílias portuguesas, está ainda a subida das taxas de juro e dos preços dos combustíveis. Perante uma conjuntura económica tão difícil, muitos portugueses terão que recorrer a uma exigente engenharia financeira para fazer resistir os seus orçamentos familiares. Mesmo quem não viva com orçamentos muito apertados, não conseguirá escapar a cortes nos seus rendimentos. Contudo, existem sempre formas de “esticar” o dinheiro ou mesmo fazê-lo crescer. O Diário Económico apresenta-lhe 30 ideias para o conseguir concretizar.

Poupança no dia-a-dia

1 – Em casa adopte um consumo consciente: poupe em gastos domésticos como a água ou a electricidade e aposte em equipamentos energeticamente eficientes. No caso da electricidade avalie se a potência contratada é a que mais se adapta ao seu consumo ou se não lhe compensa optar pela tarifa bi-horária. Para comprová-lo experimente o simulador da EDP. Na alimentação evite também gastos exagerados. Opte por tomar o pequeno-almoço em casa e guarde a ida a restaurantes para os momentos mais especiais. Corte ou reduza também pequenos gastos como o tabaco ou o café. Por exemplo, uma pessoa que diariamente fume uma carteira de cigarros e tome quatro cafés, gasta em média 192 euros ao fim do mês. Se reduzir para metade qualquer desses hábitos, vai poupar mensalmente 96 euros, com a vantagem acrescida de que também estará a contribuir para uma saúde melhor.

2 – No supermercado sempre que possível prefira marca branca: Estes produtos tendem a ser mais baratos do que os de marcas de referência. Numa ida às compras a um hipermercado, o Diário Económico comprovou o potencial de poupança. O resultado foi que ao colocar no carrinho de compras oito produtos alimentares de marcas de referência, a factura ficou em 11,2 euros. Comprar o mesmo cabaz mas composto exclusivamente de produtos de marca própria da cadeia, custaria 7,44 euros. Ou seja, menos 3,76 euros, a que equivale uma poupança de 33%. Outra medida que pode tomar quando for às compras é, sempre que possível, pagar com dinheiro vivo. Assim, mais facilmente tem noção de quanto está a gastar.

3 – Reduza o encargo com combustíveis: Para melhor enfrentar a subida dos preços dos combustíveis, deixe o carro em casa e prefira os transportes públicos. Se não pode dispensar o uso do automóvel existem algumas formas de baixar a factura com os combustíveis. Recorra, por exemplo, aos descontos que as gasolineiras têm. A BP dá descontos de seis cêntimos por litro a quem fizer compras nos supermercados Lidl no valor superior a 20 euros. Já a Galp tem parcerias com o Modelo e Continente e a Zon. Também a Repsol tem diversas parcerias. Quem tiver o cartão Montepio Repsol tem direito a um desconto de 6 cêntimos de euros por litro nesta marca. E um desconto de seis cêntimos por litro pode fazê-lo poupar alguns euros. Por exemplo, ao atestar um depósito de 50 litros de gasolina 95, poupará 3,5 euros na factura se recorrer a este desconto.

4 – Analise com atenção as condições oferecidas pelos bancos: Quando decidir avançar para a compra de casa através do recurso ao crédito faça simulações no número máximo de bancos e compare, para conseguir o financiamento com as melhores condições possíveis. Mais especificamente, olhe para o ‘spread’ oferecido que pode variar bastante consoante a instituição. Por exemplo, numa análise aos preçários do início de Fevereiro dos dez maiores bancos nacionais, a média dos ‘spreads’ para cada uma das instituições vai dos 2,05% aos 3,225% . Mas não olhe apenas para o ‘spread’, esteja também atento a encargos como as comissões e os seguros. Pondere também a possibilidade de subscrever produtos do banco para conseguir melhores condições em termos de ‘spread’.

5 – Dê uma entrada para a casa elevada: Quanto mais alto for o montante da entrada inicial que der para a casa menor será a prestação e os encargos totais com o crédito. Mas, acima de tudo, também ser-lhe-á mais fácil conseguir o empréstimo já que os bancos estão a exigir rácios de financiamento/garantia muito mais baixos do que antes da crise. Em muitas instituições o rácio máximo exigido é de 50%/60% do valor do imóvel. Ou seja, se o imóvel que pretender adquirir estiver avaliado em 100 mil euros, os bancos estão dispostos a emprestar-lhe apenas 50 mil ou 60 mil euros.

6 – Escolha uma casa à sua medida: Ou seja, não caia na tentação de comprar uma casa demasiado grande para as suas necessidades actuais nem se endivide mais do que pode. Tenha ainda em atenção antes de avançar para um financiamento que os encargos com todos os créditos não devem ultrapassar 33% do seu orçamento mensal. Assim, previne situações de incumprimento.

7 – Faça um ‘upgrade’ do seu imóvel antes de o colocar à venda: As melhorias podem ir desde uma simples pintura das paredes a intervenções de decoração. Existem, aliás, empresas especializadas neste tipo de melhorias: o ‘home-staging’. Segundo estudos norte-americanos, casas que sofreram este tipo de intervenção vendem-se em média duas vezes mais rápido e pode haver ainda um impacto positivo também em termos de preço final. Em alguns casos, um imóvel pode valorizar em média entre 6% e 15% face ao valor inicial.

8 – Evite por a casa à venda em muitas imobiliárias: Se o fizer isso pode indiciar algum desespero em vender. Além disso, por vezes surgem alguns problemas como a mesma casa estar à venda em várias agências por preços diferentes. Não seja também muito ambicioso no preço porque tal pode inviabilizar o negócio, especialmente tendo em conta um contexto de grande oferta de imóveis no mercado como o actual.

9 – Olhe para as taxas e custos: Antes de aderir a um financiamento, analise bem as taxas de juros oferecidas pelas diferentes instituições. O mais indicado é comparar a TAEG (Taxa Anual Efectiva Global). Nessa taxa, para além da taxa de juro e do ‘spread’, estão incluídos os encargos com comissões bancárias e seguros associados ao empréstimo.

10 – Analise os preçários: Uma forma de se inteirar e comparar, não só das taxas de juro exigidas ou oferecidas como também das comissões praticadas pelos bancos, é através da consulta dos seus preçários. Desde o ano passado, as instituições financeiras são obrigadas a disponibilizar as condições de oferta da sua gama de produtos e serviços de forma uniformizada. Basta ir aos sites dos bancos para analisar essa informação e comparar.

11 – Fuja do crédito: Evite o recurso ao crédito pessoal bem como a utilização do período de pagamento faseado permitido pelo cartão de crédito, já que em qualquer dos casos as taxas de juro tendem a ser muito altas. Por exemplo, no caso do cartão de crédito, existem vários situações em que os bancos cobram taxas de juro superiores a 30%.

12 – Poupe nas comissões: Em alguns casos , ao efectuar as operações bancárias pela internet ou multibanco consegue uma poupança considerável, uma vez que as operações que até apresentam um custo ao balcão saem a custo zero se forem concretizadas através dessas plataformas.

13 – Procure os serviços gratuitos: Há, por exemplo, bancos que isentam o pagamento da comissão de manutenção de conta se o cliente domiciliar o ordenado numa conta da instituição.

14 – Faça um controlo mensal dos seus gastos: elabore uma lista com todas as suas despesas e receitas. Existem diversas ferramentas que o podem auxiliar nessa tarefa, desde uma simples folha de Excel, a programas de computador específicos. Através do próprio telemóvel também já é possível controlar as suas finanças pessoais à distância. A aplicação eBudget lançada pelo banco Best recentemente permite-lhe fazer isso mesmo desde que tenha um iPhone, iPod Touch ou iPad. É possível guardar, organizar por categorias e gerir as despesas diárias bem como controlar os gastos através de análise gráfica, e o seu ‘download’ na App Store do iTunes é gratuito.

15 – Crie um fundo de maneio para fazer face a imprevistos: Os especialistas recomendam que este fundo seja o equivalente a pelo menos cinco ou seis ordenados.

16 – Amortize parte do crédito à habitação: Se tem algumas poupanças disponíveis os especialistas aconselham a canalizar parte desse valor para amortizar o financiamento. Suponhamos o exemplo de um agregado com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 30 anos, com o crédito indexado à Euribor a seis meses. Essa família pagaria hoje 382,45 euros de prestação. Mas se optasse por amortizar 3.000 euros do crédito, o valor da prestação cairia para 370,98 euros.

17 – Poupar com regularidade: Sempre que receber o ordenado reencaminhe imediatamente um montante fixo para uma conta poupança. Aquilo que os especialistas recomendam é colocar mensalmente de parte pelo menos 10% do que se ganha.

18 – Depósitos a prazo: É uma das alternativas de poupança mais populares entre os portugueses. Para além do seu perfil conservador, este tipo de aplicações também se tornou mais rentável nos últimos tempos. A maior necessidade de captar recursos junto dos clientes está a levar os bancos a aumentar a remuneração dos depósitos a prazo. Hoje já é relativamente fácil encontrar aplicações que pagam taxas juro brutas acima de 4%.

19 – Certificados do Tesouro: Para quem possa abdicar de uma determinada soma (mínimo 1.000 euros) por um período alargado pode encontrar neste produto de poupança do Estado uma alternativa rentável para aplicar as suas poupanças. Quem subscrever Certificados do Tesouro em Março e mantiver a aplicação durante 10 anos terá direito a uma remuneração bruta anual de 7,1%. Mesmo quem só pretenda investir por um prazo de cinco anos terá uma taxa muito atractiva. O Estado promete um retorno bruto anual de 6,8%.

20 – Fundos de investimento: Outra forma de rentabilizar o seu dinheiro será através da aplicação em fundos de investimento. Há no mercado nacional vários fundos portugueses que têm tido nos últimos 12 meses rendibilidades atractivas. É o caso do BPI América que a 12 meses valorizou 24,9%. É o melhor fundo nacional segundo a APFIPP. A rendibilidade anualizada dos últimos 12 meses também é atractiva: 25,8%. Além dos fundos nacionais existem também fundos de casas gestoras internacionais que têm performances elevadas. E, neste campo, o melhor fundo a 12 meses é o Amundi Funds Thailand – AU (C) que valorizou 59% neste período. Importa, no entanto, ressalvar que se tratam de fundos de acções, com um nível de risco elevado.

21 – Alargar o prazo de pagamento do empréstimo: Face ao actual contexto, para muitas famílias esta é a forma mais fácil e indicada para reduzir os encargos mensais com o crédito da casa. Mas atenção, esta solução também tem desvantagens, pois no longo prazo os encargos com o pagamento de juros disparam. Assumindo o exemplo de uma família com um empréstimo a pagar em 20 anos, tendo como referência a Euribor a seis meses relativa a Janeiro e um ‘spread’ de 1%, a prestação mensal actual deste agregado é de 518 euros. Ao prolongar o pagamento do empréstimo por mais 20 anos, a prestação mensal vai descer para os 316,36 euros. No entanto, os encargos com juros ao longo da vida do empréstimo disparam, dos 24.320 para os 51.852 euros.

22 – Pedir um período de carência: Outra das soluções para suportar as subidas das prestações da casa, passa por pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas juros relativos ao capital em dívida. Uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 2,254% e que tenha hoje uma prestação de 518 euros, se optar por pedir a carência de capital durante cinco anos, a prestação baixará para os 187,83 euros. Mas findo esse prazo, a prestação vai agravar-se para os 655,27 euros. Além disso, ao optar por pedir a carência de capital, os custos com os juros globais disparam. Para o caso simulado, os encargos totais do empréstimo (sem carência de capital) situavam-se nos 24.320 euros. Já com carência de capital, os custos com o pagamento de juros subiria para 29.219 euros. Ou seja, mais 20%.

23 – Consolidar créditos: Se tiver vários créditos e estiver numa situação de sobreendividamento, a consolidação dos vários empréstimos num único pode ajudar a baixar os encargos mensais. Em alguns casos, com esta solução, consegue-se a redução dos encargos mensais entre 30% até 60%. Uma simulação recente efectuada pela Maxfinance para o Diário Económico permite visualizar esse impacto. Tendo em conta uma família com três créditos (habitação, pessoal e cartão de crédito) e um encargo total mensal de 964 euros, com a consolidação e o estabelecimento de um plano financeiro é possível reduzir os encargos mensais para os 463 euros. No entanto, alguns especialistas aconselham os consumidores a recorrerem ao crédito consolidado em último caso.

24 – Procure ajuda: Se nenhuma das soluções anteriores se adequar à sua situação, ou se estiver numa situação muito complicada sempre pode pedir ajuda a familiares e amigos. Os empréstimos entre particulares são, aliás, uma solução regulamentada e que o pode ajudar a ultrapassar uma fase conturbada. Outra alterna passa por contactar o banco ou em último caso o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco para pedir aconselhamento e apoio na renegociação dos créditos.

25 – Entregue a tempo a declaração de impostos: É que a multa por ultrapassar a data limite pode custar-lhe até 2.500 euros. O início de Março marca o arranque para o prazo de entrega da declaração.

26 – Aproveite a última oportunidade para incluir no IRS algumas aplicações: Este é o último ano em que poderá deduzir 25% dos prémios entregues nos seguros de vida, até um limite de 65 euros (se for solteiro) ou 130 euros (no caso de um casal). A partir do próximo ano estas deduções serão eliminadas. Já no caso dos PPR, os contribuintes podem ainda deduzir 20% das entregas feitas até a um limite que varia entre os 300 e os 400 euros , consoante a idade do investidor. A partir deste ano, devido à imposição de limites nos benefícios fiscais, os portugueses poderão deduzir apenas 100 euros, no máximo.

27 – Antecipe reembolso pela internet: Entregue a declaração de IRS pela internet e receba o reembolso mais cedo do que os contribuintes que fizerem a entrega em papel. Entretanto, poderá utilizar este valor para fazer uma aplicação financeira.

28 – Seguro automóvel: Avalie se não está a pagar de mais pelo seguro do carro. Porque não tentar renegociá-lo ou mesmo mudar de seguradora para poupar alguns euros.. As seguradoras ‘online’, por exemplo, oferecem normalmente seguros mais baratos, já que a sua estrutura de custos também é mais baixa.

29 – O melhor prazo para o financiamento: Se vai comprar carro a crédito atente aos prazos de financiamento. Prazos dilatados diminuem a prestação mensal mas encarecem o empréstimo. O ideal será dar uma entrada elevada e contratar prazos curtos. Evite os períodos de carência e o diferimento de capital: reduzem a prestação mensal mas tornam o empréstimo também mais caro.

30 – Lazer “em conta”: Em tempos de crise, os orçamentos são apertados e os gastos são controlados. Uma das primeiras áreas em que as famílias cortam despesas é nas actividades de lazer. Mas isso não significa que tem de estar fechado em casa. Sempre que possível privilegie as actividades ao ar livre e pesquise na internet os programas culturais gratuitos. No Facebook, por exemplo, existem páginas que divulgam este tipo de eventos. Uma delas é a página da “Agenda cultural dos tesos”. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/30-ideias-para-fazer-crescer-o-seu-dinheiro-em-2011_111999.html, a 28 de Fevereiro de 2011, em Diário Económico

Boas Poupanças

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Conheça os 10 Melhores Blogues de Economia…

Blogues de Economia...

Hoje trago um artigo, que nos vai ajudar a poupar, desta feita, são os melhores 10 blogs que falam de economia, passo a transcrever o referido artigo.

« 10 Blogues que o ajudam a investir melhor o seu dinheiro

As últimas estimativas apontam para que haja 152 milhões de blogues na internet.

O Diário Económico mergulhou no universo da blogosfera financeira e encontrou uma dezena de blogues que merecem figurar na lista de “favoritos” do seu ‘browser’.

1 -Abnormal Returns
http://abnormalreturns.com

Há cinco anos na rede, o “Abnormal Returns” é hoje uma das maiores referências da blogosfera financeira. Sob a orientação de Tadas Viskanta, que conta com mais de 20 anos de experiência passados nos mercados, o “Abnormal Returns” agrega diariamente um conjunto variado de pequenos textos de opinião dos seus autores ao mesmo tempo que agrega uma extensa base de dados com as principais notícias do dia que estão a marcar o universo da bolsa.

2 – FT Alphaville
http://ftalphaville.ft.com

Criado em 2006, o blogue do Financial Times disponibiliza diariamente dezenas de artigos de opinião sobre os temas do mercado de capitais mais “quentes” do momento. Os primeiros artigos começam a ser publicados mesmo antes de o sol nascer na Europa, com três relatórios matinais com os temas que marcarão o dia no Velho continente, EUA e Ásia. Uma referência para todos os investidores.

3 – The Reformed Broker
http://thereformedbroker.com

Apesar de o autor deste blogue ser consultor financeiro, o “The Reformed Broker” não dá qualquer conselho de investimento aos seus leitores. Os textos de Josh Brown, que também escreve com regularidade para “The Wall Street Journal”, “Forbes” e “CNN Money”, centram-se num ponto de vista muito pessoal de Brown sobre o dia-a-dia da bolsa, economia e finanças, num registo muito descomplexado e divertido.

4 – The Big Picture
http://ritholtz.com/blo
g/
O “The Big Picture” tem como principal autor dos textos Barry Ritholtz, um dos jornalistas económicos mais influentes nos EUA. Numa escrita bastante acessível e por vezes até com uma boa dose de ironia, Ritholtz e a sua equipa de ‘bloggers’ alimentam o “The Big Picture” diariamente com vários textos que focam os fundamentais do mercado de capitais de Wall Street e da economia global.

5 – Dealbreaker
http://dealbreaker.com

O “DealBreaker” não é um blogue no sentido mais tradicional. De acordo com os seus autores, é “um tablóide ‘online’ de negócios e um sítio de fofocas de Wall Street, que abrange as personalidades e a cultura que molda a indústria financeira”. Na prática, os leitores do “Dealbreaker” podem, diariamente, contar com vários artigos divertidos sobre o lado mais circense dos mercados financeiros.

6 – Bespoke Invest
http://bespokeinvest.com

O “Bespoke Invest”, também conhecido por “Think Big”, consiste num dos blogues mais populares entre os gestores e analistas financeiros. O “Bespoke Invest” oferece uma combinação interessante de textos focados na análise técnica com comentários de profissionais sobre tendências macroeconómicas em redor de acções, obrigações, ‘commodities’ e outros activos financeiros.

7 – Blog Optimize
http://optimize.pt/blog

No blogue da sociedade gestora Optimize os investidores encontram ideias de investimento para as suas poupanças. Os textos são escritos por José Santos Teixeira, Diogo Santos Teixeira e Claire Moulard, fundadores da Optimize e que contam com vários anos de experiência no aconselhamento financeiro. Apesar de o blogue não ter uma produção diária de textos oferece um conjunto de outras ferramentas, como simuladores e guias de investimento, de grande utilidade para os investidores.

8 – Bons Investimentos
http://bonsinvestimentos.com/blog

Todos os dias o gestor e analista André Ribeiro publica no “Bons Investimentos” a sua opinião acerca do tema mais em foco no mercado de capitais. A análise feita pelo ‘blogger’ é focada em conceitos de análise técnica que são quase sempre acompanhadas por gráficos e vídeos, maioritariamente sobre o mercado norte-americano.

9 – Economia &Finanças
http://economiafinancas.com

O “Economia & Finanças” conta com mais de quatro anos de existência e milhares de visitantes. Pelo “Facebook” são mais de 7.300 seguidores. A escrever para o blogue estão quatro ‘bloggers’ com formação académica na área da Economia O textos publicados seguem uma abordagem centrada nas finanças pessoais, com dicas sobre fiscalidade, poupanças e reforma, recorrendo a uma linguagem clara e acessível a toda a gente.

10 – Maisvalias
http://www.maisvalias.net

O “Mais-valias” é actualmente o blogue de economia e finanças em Portugal mais visitado, com quase 4.000 visitas por dia, segundo dados compilados pelo Weblog. Tal como o blogue anterior, os textos do “Mais-valias” estão sobretudo focados na poupança e na fiscalidade, com o objectivo de contribuir positivamente na gestão do orçamento das famílias portuguesas. »

In : http://economico.sapo.pt/noticias/10-blogues-que-o-ajudam-a-investir-melhor-o-seu-dinheiro_110553.html, a 10 de Fevereiro de 2011, em Diário Económico

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A Vida de Sophia de Mello Breyner…

A Vida de Sophia Mello Breyner.. Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia que penso que seja bastante interessante, e que versa sobre o espólio de Sophia de Mello Breyner.

« Sophia de Mello Breyner Andresen. Cinco peças numa obra essencial

Cadernos rasgados, poemas inéditos, cartas à família. O espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen foi doado à Biblioteca Nacional. Hoje é a cerimónia oficial, com a inauguração da exposição “Vida e Obra” e leitura de poemas por Beatriz Batarda e Luís Miguel Cintra

“A sua amiga é muito bonita, só é pena é que faça versos”, escrevia Miguel Torga sobre Sophia de Mello Breyner Andresen a um amigo em comum. Fernando Vale apresentou-os quando a poeta ainda não tinha publicado uma só linha. “A minha mãe ficou furiosa. O Torga dava a entender que ela não precisa de se armar em esperta. Então, ela decidiu enviar-lhe poemas. O Torga gostou muito e incentivou-a a publicar. Encontraram-se em Fevereiro de 1944 e em Agosto saiu “Poesia””, recorda Maria Sousa Tavares, filha da poetisa.

O início da vida poética de Sophia de Mello Breyner Andresen torna-se agora ainda mais claro. “Depois de ler o espólio fiquei a conhecer melhor a minha mãe. Acho-a mais frágil no início, mas também muito forte”, diz ao i Maria Sousa Tavares. A avaliação do espólio da poetisa foi feita pela filha em conjunto com Manuela Vasconcelos (especialista em tratamento de espólios de Literatura Portuguesa Contemporânea) e Luísa Sarsfield Cabral (colaboradora no início do processo). Encontraram-se poemas inéditos, emendas a textos e cadernos rasgados. O tesouro estava guardado em dois escritórios e em mais de 80 caixotes que foram doados à Biblioteca Nacional. A cerimónia de doação acontece hoje, com a inauguração da exposição “Sophia de Mello Breyner Andresen – Uma Vida de Poeta”, comissariada por Teresa Amado e Paula Morão. Há ainda o lançamento do catálogo da exposição e a leitura de poemas por Beatriz Batarda e Luís Miguel Cintra. “São 200 e poucas peças, entre poemas, fotografias de infância, com filhos, com o marido Francisco Sousa Tavares, cartas à família, a amigos e inéditos. A primeira pré-selecção foi feita pela Maria Sousa Tavares e nós começámos a trabalhar em Março. Organizámos a exposição segundo dois grandes núcleos: vida e obra”, explica Teresa Amado. Paula Morão destaca como mais tocante a possibilidade de se ver os manuscritos. “A emoção para quem trabalha criticamente literatura é ver o poeta a pensar. O trabalho de emenda mostra que a poesia é uma busca, uma busca de perfeição, uma busca interminável. Só os grandes poetas são assim, Sophia faz parte dessa categoria.”

Antes de doarem o espólio, a família ainda perguntou se Câmara Municipal de Lisboa estaria interessada em comprar a casa de Sophia para fundarem um museu. A resposta foi evasiva. Até a inclusão da poetisa no talhão de escritores no Cemitério dos Prazeres, em 2004, foi estranha. “Na altura da vereação do Santana [Lopes], responderam-nos por telefone que teriam de tirar a Natália Correia para a pôr. Fiquei tão escandalizada que comprámos no cemitério de Carnide uma sepultura perpétua”, recorda Maria Sousa Tavares. A filha da poetisa está feliz com este trabalho e espera que os jovens investigadores se interessem pelo espólio. “Há muito trabalho a fazer.”

Mapa do tesouro na exposição

1 – Carta da mãe de 1944 Falava sozinha, dançava na rua, coisas exóticas para o meio onde Sophia tinha nascido. A mãe escrevia-lhe: “Aos 15 anos ser original tem graça, aos 24 parece uma tonta”. Em 1944, depois de publicar o primeiro livro “Poesia”, a opinião mudou. “Minha querida filha, minha rica, chegaram aqui os seus versos, guardei um livro para mim que li e reli. (…) Custou-me tanto a habituar-me à ideia de uma filha poeta, não esperava nada que isso me acontecesse mas agora já sei como é, já compreendo tudo.” A carta faz parte do espólio e pode ser vista na exposição. “A minha mãe levava cada raspanete. Ela dizia-lhe para que fosse uma pessoa normal”, conta Maria Sousa Tavares. “Percebe-se que não estava a par das criações e ficou assustada. Mas depois há uma rendição. Compreendeu que era uma coisa muito especial”, refere uma das comissárias da exposição, Teresa Amado.

2 – Cadernos rasgados Uma prenda de aniversário improvisada esteve na origem de uma das maiores descobertas do espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen. No baú das fotografias antigas, que a filha Maria Sousa Tavares herdou, estavam escondidos cadernos com poemas inéditos e textos da adolescência. “A 17 de Março 2010, a minha irmã Sofia fazia anos, como não tive tempo de lhe comprar um presente, decidi procurar uma fotografia antiga. Ao remexer, apercebi-me que o baú tinha uma espécie de fundo falso. Levantei a tampa e encontrei alinhadinhos cadernos com poemas de 1933. E os tais cadernos rasgados”, recorda Maria Sousa Tavares. Esta é uma das peças mais interessantes do espólio: os cadernos com os primeiros poemas. “Percebe-se que Sophia passou por uma fase de insegurança, de dúvida. Mas também entendemos que poesia não foi um acaso, era qualquer coisa que estava com ela. Até escrevia em papéis de recados”, diz a comissária da exposição. Os dois cadernos rasgados são referidos em poemas posteriores. E quem os colou foi o amigo António Calém.

3 – 25 de Abril “Criámos um núcleo 25 de Abril, porque foi uma coisa importantíssima. Ela tinha 53 anos na altura e esteve um ano na Assembleia Constituinte. Ler os discursos dela é interessante porque vê-se que não tinha uma linguagem politica sistematizada, diz exactamente o que pensa”, defende Teresa Amado. Na exposição podemos ler um poema de 27 de Abril de 1974. “Esta é a madrugada que eu esperava/ O dia inicial inteiro e limpo”.

4 – Inéditos “São muito bons, é quase pleonástico dizer isto”, refere Teresa Amado. Um dos poemas encontrado é: “Um dia, mortos, gastos, voltaremos/ A viver livres como os animais/ E mesmo tão cansados floriremos/ Irmãos vivos do mar e dos pinhais.” Outro texto em prosa a destacar é “A coisa mais antiga de que me lembro é uma tarde de Primavera em que eu talvez ainda não tivesse nascido” que nunca foi publicado.

5 – Primeiro Poema “Sophia disse que o primeiro poema que escreveu foi “Primeira noite de Verão”, mas há dúvidas”, explica Teresa Amado. “Esse poema está datado de 38, mas em 33 ela já tinha poemas”, refere Maria Sousa Tavares. »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/100587-sophia-mello-breyner-andresen-cinco-pecas-numa-obra-essencial, a 30 de Janeiro de 2011, em Jornal I

 

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