Conheça a ARCO a Feira de Arte Com Mais Notoriedade de Espanha…

Arco...A Mais Conhecida Feira de Arte de Espanha... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que visa sobre a maior feira de arte de Espanha a «ARCO», passo a transcrever o referido artigo.

« ARCO. Tudo pode ser arte na feira mais famosa de Espanha

Até um quadro de miúdos pode valer 15 mil euros. Começa hoje, em Madrid, a ARCO e os galeristas portugueses explicam porque é importante participar

Há quatro anos, a jornalista espanhola Fanny Estévez entrou na ARCO, a feira de arte contemporânea de Madrid, com um quadro escondido na mala. De manhã, um grupo de doze miúdos de um infantário tinha lançado as pequenas mãos cheias de tinta à mesma tela. O objectivo da reportagem do programa “El Buscador”, do canal Telecinco, era mostrar que “qualquer coisa pode passar por arte na feira mais prestigiada de Espanha”. Até mesmo um quadro esborratado por miúdos de 2 e 3 anos.

“Nota-se que é um quadro feito por um homem com uma carga erótica muito grande, mas também reprimida”, disse um dos visitantes, enquanto analisava a pintura. Pouco tempo antes, a jornalista tinha pendurado o quadro num canto recatado da feira e conseguira arrancar algumas opiniões do público. Uma rapariga distinguia uma “paisagem vegetal” na tela, enquanto um homem acreditava que reflectia “um desespero por um caminho novo”. Nas reacções que podem ser vistas no YouTube (uma pesquisa por “El Buscador en ARCO” basta) chega a ver-se uma mulher que considera 15 mil euros “um preço barato” para o quadro.

Este ano, a feira de arte contemporânea comemora a sua trigésima edição e os visitantes podem continuar a filosofar sobre as obras de arte de 190 galerias internacionais. Por exemplo, o trabalho “Pão com Pão” (fotografia aqui em cima), do cubano Wilfredo Prieto, poderá suscitar a seguinte dúvida: trata-se mesmo de uma obra ou do lanche de alguém esquecido na prateleira?

Conselhos

“Para comprar arte é essencial gostar da peça, mas primeiro recolher informações sobre o currículo do artista”, aconselha Vera Cortês, dona de uma das doze galerias portuguesas presentes na ARCO 2011. A peça mais valiosa que levou para a feira foi um vídeo da dupla inglesa John Wood & Paul Harrison. “O preço são os artistas que decidem, não é inflacionado pela feira”, garante a galerista. Entre as peças do seu stand está um conjunto de 500 fotocópias da artista Joana Bastos onde se pode ler “Sorry, had to go to work”. O Preço? 250 euros.

Porquê ir

“É sempre importante participar na ARCO”, diz Cristina Guerra, dona da galeria homónima em Lisboa. “É a feira mais importante da Península Ibérica. A de Lisboa [a Arte Lisboa] praticamente não existe.” Para a galerista, compensa sempre participar: “Os transportes são mais baratos, as vendas correm bem e fazem-se bons contactos com coleccionadores, curadores e directores de museus.”

A feira em Madrid abre as portas hoje, mas só para convidados VIP, os primeiros a fechar negócio com as galerias. A partir de sexta e até domingo transforma-se numa gigante exposição de arte contemporânea, aberta a quem quiser pagar 32 euros por dia.

Se não quiser pagar nem ir a Madrid há outra hipótese: os utilizadores do iPhone e iPad podem descarregar no iTunes uma aplicação gratuita que lhes permite conhecer as obras virtualmente.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/104933-arco-tudo-pode-ser-arte-na-feira-mais-famosa-espanha, a 16 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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A Nossa Humilde Homenagem a José Saramago…

A cultura portuguesa ficou mais pobre no dia de ontem, pois perdeu-se o nosso Prémio Nóbel da Literatura, o único, e que já vem do ano de 1998, faço obviamente de José Saramago, que se despediu ontem pelas 12:45, Hora de Lanzarote e de Portugal.

O Xávena de Palavras presta os mais sinceros sentimentos à Família, Amigos e Admiradores de José Saramago, e da sua escrita.

José Saramago - Prémio Nóbel da Literatura 1998 Fonte:http://files.nireblog.com

Muito Obrigado, por tudo, os Portugueses devem-te muito!

Até Sempre!

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Barcelona Com Sabor a Português…

Sabores Portugueses em Espanha.... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma reportagem que achei piada, por falar de uma grande cidade Espanhola, que é Barcelona, passo a transcrever a mesma, no entanto, não vou comentar, pois trata-se de uma reportagem sobre uma cidade, que não merece nenhum reparo, por se tratar de uma grande cidade, penso mesmo, de uma nação.

«Barcelona. O sítio onde portugueses e japoneses estão em casa

Num dos bairros mais cosmopolitas da cidade, a Casa Portuguesa tem Licor Beirão e concertos de Jorge Palma

Sair de Portugal e ir viver para outro país implica muitas vezes ter de habituar o paladar à gastronomia local. E se as barrigas mais curiosas se satisfazem com tudo – desde sabores picantes a molhos condimentados, passando por bifes de animais que não fazem parte da alimentação mediterrânica -, há sempre um momento em que as lusitanas saudades se fazem sentir.

“Sou gulosa” Leonor Castro Pinto tem 32 anos e vive em Barcelona há sete. Nasceu na Covilhã, licenciou-se em Ciências da Comunicação e especializou-se em cinema. Trabalhar na sétima arte era o seu grande sonho e, por isso, foi para Barcelona, onde começou por frequentar um master de guionismo. Quando partiu, pensava ficar em Espanha apenas alguns meses, mas a vida trocar-lhe-ia as voltas. Apaixonada pela cidade, foi prolongando a sua estadia, continuando a trabalhar na área de produção de eventos ligados à moda, ao cinema e à música. No entanto, apesar de se sentir realizada com a opção, não conseguia evitar as saudades, sobretudo quando caminhava pelas ruas de Barcelona e não encontrava quaisquer referências aos seus compatriotas. “Barcelona tem manifestações culturais do mundo inteiro. De Portugal não havia nada!”, recorda Leonor Castro Pinto. Não existia um restaurante, café ou loja que a fizesse recordar Portugal em toda a cidade: “Sou muito gulosa e sentia falta dos doces e das sobremesas portuguesas. Em Barcelona é tudo muito diferente. Têm croissants e queques, mas sempre congelados!”

Café? Loja? Restaurante? Em vez de fazer as malas e regressar, começou a pensar em criar um negócio, em conjunto com um colega português, com venda de vinhos, cervejas e outros produtos nacionais. Dois anos depois, tinham o conceito definido e os contactos necessários realizados. Em pleno bairro da Gràcia – o “Bairro Alto de Barcelona” – abriram um espaço com 120 metros quadrados: “Queríamos fugir aos conceitos tradicionais de restaurante e café. Queríamos um espaço um bocadinho diferente, que mostrasse a gastronomia portuguesa mas que também tivesse uma componente artística e cultural. E foi isso que, aos poucos, conseguimos criar. A Casa Portuguesa não é um café, não é um bar, não é um restaurante, nem sequer uma loja, mas é um bocadinho de tudo isso.”

Dá-me lume As prateleiras estão cobertas de uma oferta variada de vinhos, de norte a sul do país, e alguns licores, como a Ginja d’Óbidos, a Amêndoa Amarga e o Licor Beirão. Há também uma secção gourmet, com várias marcas de azeites, compotas, bolachas e reservas nacionais. Na cafetaria pode provar-se café, sumos, cervejas e águas nacionais, ou alguns dos bolos e sobremesas de produção própria. Pastéis de nata, bolas de Berlim, mil-folhas de chocolate, bolos de arroz, bolo de bolacha, molotof e tarte de limão aguçam o apetite dos mais gulosos. Quem preferir salgados pode sempre optar por rissóis, croquetes, pastéis de bacalhau, empadas e chamuças, ou pedir antes uma tábua de queijos ou de enchidos. Alguns clientes saboreiam in loco as delícias expostas, numa das sete mesas do local, mas muitos preferem levar para casa: “Vendemos muito para fora. Estamos mesmo a iniciar um serviço de catering para empresas ou festas privadas e também a colocar os nossos vinhos em vários restaurantes catalães”, informa Leonor Castro Pinto.

Com frequência, o espaço também apresenta exposições e lançamentos de livros de artistas e escritores portugueses. A música ao vivo é uma constante, com noites de fados e guitarradas, ou de outros estilos que apeteça escutar. Teresa Rita Lopes e José Luís Peixoto já apresentaram aqui os seus livros. Jorge Palma deu um concerto intimista e Hélder Moutinho trouxe à Catalunha a melodia mais nostálgica que os portugueses criaram. Para celebrar o 25 de Abril, alguns estudantes de cinema exibem anualmente curtas-metragens relacionadas com o tema, enquanto o 10 de Junho, que coincide com os santos populares, traz os sócios e clientes da Casa Portuguesa para a rua, com uma sardinhada típica.

Situado num bairro cosmopolita, o espaço tem clientes oriundos dos quatro cantos do mundo: “Os portugueses reúnem-se bastante ao fim-de-semana, para matar saudades, mas vêm também muitos ingleses, italianos, franceses… Os japoneses, por exemplo, são incríveis. Alguns deles já vivem ali no bairro há anos e vão lá imensas vezes, mas continuam a trazer máquinas fotográficas ao pescoço. Já chegámos a aparecer em algumas revistas japonesas”, sublinha a proprietária. O espaço pode ser visitado se for a Barcelona, ou virtualmente, em www.acasaportuguesa.com.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/53862-barcelona-o-sitio-onde-portugueses-e-japoneses-estao-em-casa, a 5 de Abril de 2010, em Jornal I

Boas Viagens

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Easyjet Patrocina Passagem de Ano Em Madrid…Veja Como Pode Participar…

Após o Natal, temos começar a pensar na passagem de ano, passo a transcrever uma oferta para uma passagem de ano diferente, pela Easyjet, e a que um diário da nossa praça, faz uma publireportagem, passo a transcrever a mesma, não fazendo nenhum comentário à mesma.

«Easyjet oferece passagem de ano em Madrid

A Easyjet lançou um passatempo na sua página do Facebook para oferecer uma viagem para duas pessoas a Madrid. Para participar, basta tornar-se fã da easyJet no facebook e completar uma frase sobre a easyJet e uma viagem a Madrid.
A festa de passagem de ano realiza-se nas Puertas del Sol , em Madrid.  A viagem de ida realiza-se dia 31 de Dezembro de 2009 e o regresso no dia 1 de Janeiro de 2010.
Os resultados do concurso são divulgados sai 29 de Dezembro na página do Facebook da easyjet.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/39169-easyjet-oferece-passagem-ano-em-madrid, a 24 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Entradas!

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Madrid, Uma Cidade Especial e Que Merece Uma Visita….Aproveitem as Sugestões…

Hoje trago uma sugestão que encontrei num site de um diário da nossa praça, passo a transcrever e esperando que tenham votos de um Bom Domingo.

«Passeie por Madrid com Ana Garcia Martins, a pipoca mais doce da blogosfera

Bom gosto apurado e olhos bem abertos, a pipoca pousou em Madrid nos tempos de estudante e deu a volta à capital espanhola. Calce uns sapatos confortáveis (só desta vez) e deixe-se levar por uma visita de pés bem assentes na terra

O hotel

Vivi um ano em Madrid, por isso tinha casa alugada (modesta, mas muito simpática e limpinha) e, com muita pena minha, não tive de pernoitar em hotéis. Ainda assim, destaco o Puerta América, que é um daqueles hotéis para onde apetece pegar na tralha toda e ir viver. Cada um dos doze andares foi desenhado por um designer, por isso todos têm estilos completamente diferentes. Da Zaha Adid ao Norman Foster, é cada um melhor do que o outro. Tratando-se de um hotel de luxo, não há propriamente quartos ao preço da chuva, mas pronto, é uma daquelas coisas para fazer uma vez na vida. Ou duas, vá.

O restaurante

Escolho dois: um é a Finca de Susana, perto da Puerta del Sol. É costume ter filas quilométricas, porque não aceitam reservas. É um daqueles restaurantes com muito bom aspecto, onde parece que nos vão ficar com metade do salário numa só refeição, mas não. Os pratos andam todos à volta dos oito euros (estão explicadas as filas) e são realmente bons. A outra sugestão é o Le Marquis, um dos restaurantes mais in de Madrid, muito a puxar ao fetiche. As cadeiras imitam corpetes, há espelhos enormes, fotos sensuais e salas privadas. A atirar para o carote.

O passeio
Diz-se que em Madrid 15 minutos são suficientes para chegar a qualquer lado (pelo menos, aos sítios que interessam), e é verdade. A cidade tem a enorme vantagem de ser praticamente plana e não ter calçada, por isso é perfeita para se andar a pé sem encravar os saltos altos a cada quatro passos. Por outro lado, não tem rio (não se pode ter tudo). O passeio ideal inclui uma passagem pela Plaza Mayor, palácio real, Gran Vía, Castellana… enfim, todos os highlights da cidade. Vale muito a pena dar uma volta no Retiro, um parque gigantesco que faz esquecer que se está no meio de uma cidade.

 

A livraria
Não sei se é a melhor, mas é enorme e uma das mais conhecidas: a Casa del Libro. Dá para passar uma tarde inteira lá dentro a folhear o melhor da literatura espanhola. Para além disso, fica na Gran Vía, onde tudo acontece.

 

A melhor rua de compras

Depende do que se quer. E do dinheiro que se tem. Se for para esbanjar à grande, a calle Serrano, onde estão a Prada, Dior, Manolo Blahnik e outras que tais. Para uma onda mais casual e descontraída, a calle Fuencarral, uma rua enorme com todas as marcas trendy (e consideravelmente mais acessível). Aos domingos de manhã impõe-se uma visita ao Rastro, uma espécie de feira da ladra mais alternativa. Quase não se consegue tocar com os pés no chão, de tanta gente que tem, mas é uma experiência verdadeiramente madrilena.

 

A galeria
Eu, pouco amante de galerias, me confesso: não fui a nenhuma enquanto vivi em Madrid. Por isso, em vez de estar para aqui a debitar informação directamente sacada do Google, recomendo antes uma galeria ao ar livre, as ruas da cidade. Em cada esquina há qualquer coisa interessante para ver. Ah, não se limite a olhar para a frente, olhe também para cima. A grande maioria dos edifícios tem esculturas maravilhosas no topo.

 

O museu
Terei de dizer o Prado, não é? Pessoalmente, prefiro o Thyssen, com arte moderna, mas o Prado é incontornável. Três dias de férias e muitos cafés em cima devem ser suficientes para ver tudo ao pormenor.
O segredo mais bem guardado de Madrid
Não é um segredo tão secreto quanto isso (passe a redundância), mas vale a pena partilhá-lo com mais gente: os churros com chocolate, uma espécie de farturas ultra-calóricas que se enfiam em taças de chocolate (se é para enfartar, que seja à grande). O sítio mais típico é a casa San Ginés, perto da Plaza Mayor. Se lhe der a fome de madrugada, este é o sítio ideal. Às cinco da manhã a casa está cheia de gente a comer churros. Numa onda menos tradicional, a Chocolateria Valor também tem uns belos churros e o chocolate é melhor. Só é preciso saber ir às horas certas, para evitar as filas.

 

Tome Nota:

 

Hotel Puerta America
Avenida América 41, 28028

La Finca De Susana

C/ Arlabán 4, 28014

www.lafinca-restaurant.com

Le Marquis

Plaza de España 11, 28008

Casa del Libro

C/ Gran Vía 29, 28013

www.casadellibro.com

Museo del Prado

Paseo del Prado, 28014

www.museodelprado.es

Thyssen

Paseo Prado 8, 28014

www.museothyssen.org

San Ginés

Pasadizo de San Ginés, 5

Chocolateria Valor

C/ Postigo de San Martín, 7

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/26678-passeie-madrid-com-ana-garcia-martins-pipoca-mais-doce-da-blogosfera, a 8 de Outubro de 2009, no Jornal i

Bom Domingo

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Mulheres e a Sua Apetência Sexual…

Mulher

Hoje trago uma notícia que para a maior parte da sociedade portuguesa, ainda se trata de um assunto tabu, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário:

« As mulheres fazem sexo porquê? Por puro prazer ou contra o tédio

A Universidade do Texas fez esta pergunta a mil mulheres. Sexo para procriar ficou em 55.ª lugar na lista das respostas

Que razões levam as mulheres a fazer sexo? Amor? Paixão? Atracção? Desejo de prazer? Porque é bom? O livro “Why Woman Have Sex” revela que tudo isso é verdade, mas há mais motivos. Cindy Meston e David Buss, autores desse livro e professores de psicologia da Universidade do Texas, fizeram um estudo junto de mais de mil mulheres e concluíram que há razões mais estranhas e espantosas que levam as mulheres a terem relações sexuais com um homem.

Para travar uma dor de cabeça, melhorar a performance sexual, obter favores e presentes, por mero aborrecimento, ou como moeda de troca para obrigar os homens a fazer as tarefas domésticas – estas são algumas das respostas mais curiosas dadas pelas mulheres inquiridas. Vestir o avental, lavar a louça, passar a ferro e aspirar a casa pode convencer uma mulher a dormir com um homem. E houve ainda quem invocasse razões espirituais. Uma mulher respondeu que fazia amor para “sentir-se mais próxima de Deus”.

Os motivos sentimentais lideram a lista. Já o desejo de procriar só aparece na 55.ª posição da lista de respostas. De resto, há motivos para todos os gostos: mundanos (“Sentia-me atraída pela pessoa), românticos (“Queria demonstrar o meu amor”), altruístas (“Queria agradar o meu parceiro”), piedosos (“Dormi com vários rapazes porque tinha pena deles”), vingativos (“Queria vingar-me por o meu parceiro me ter traído”) e interesseiros (uma em cada dez mulheres admitiu fazer sexo “em troca de presentes”).

O estudo conduzido pelos psicólogos americanos começou por sondar 444 voluntários – homens e mulheres entre os 17 e os 52 anos – sobre as razões que achavam válidas para alguém desejar ter relações sexuais. Na fase seguinte, 1549 estudantes de psicologia hierarquizaram as 237 razões seleccionadas, associando valores de um a cinco a cada uma delas. Os autores concluíram que o estudo mostra que “enquanto os homens encontram muitas mulheres sexualmente atraentes, as mulheres não encontram muitos homem que as atraiam do ponto de vista sexual”. O que mais as atrai é um corpo simétrico, um homem alto, com uma voz profunda, “que cheire bem”. Baixos níveis de testosterona também podem ajudar – sugerem que as probabilidades de se envolverem com outras mulheres são menores.

Seis em cada dez estudantes da amostra revelaram que dormem regularmente com um colega do sexo masculino que não é o namorado. Uma delas, que estava numa universidade diferente da do namorado, explicou: “A vida é demasiado curta para esperar quatro anos para ter sexo outra vez.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/22900-as-mulheres-fazem-sexo-porque-puro-prazer-ou-contra-o-tedio, a 14 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Hoje não me vou alongar muito, visto ser ainda um assunto para muitos tabu em Portugal, e sendo que estamos, pelo menos na prática de poder falar ainda abertamente deste tema, até porque, eu ainda não sei que publico é que lê os meus artigos, e pode ser de uma heterogeneidade de idades, que penso que, que mesmo sem querer, posso ferir a susceptibilidade de alguém e não é preciso, relembro que n a teoria, somos livres de opinar o que bem quisermos, na prática não, pois em matéria de sexo, estamos a anos-luz dos países europeus e americanos, mas se pensam que tou a ser irónico, vejam como, aqui mesmo ao lado em Espanha, esta matéria é mais livre, e as pessoas mais abertas de espírito e tem liberdade que não temos. Vão um dia à noite a uma grande cidade badalada espanhola, e vejam como as pessoas são livres, e algumas mulheres portuguesas, ainda as catalogam de «porcas»… neste ponto, não me manifesto, penso que a liberdade tem que ser para os dois lados da barricada.

Agora indo de encontro, ao tema do artigo, penso que no geral todas as mulheres são um pouco manipuladoras, e então «gerem», a questão do sexo, de acordo com o comportamento do homem, se o homem agrada a elas, e é certinho, então tem sorte, caso contrário, não tem, podem usar também para o homem ficar com elas, e não procurar mais nenhuma mulher, isto claro, aplicado aos casos em que não existe amor, em que é sexo, pelo sexo.

No caso, em que existe amor, e falo de amor verdadeiro, penso que a questão do sexo, pode por uma vez ou outra, surgir pela manipulação, mas é raro, até porque, as mulheres tem pré disposição para tal, podem é não estar à vontade, pois não gostam de serem interrompidas, logo o sexo, tem que ser feito num local apropriado, e sem surpresas de modo a que elas, estejam predispostas e sigam o desejo de retribuir o amor que os homens nutrem por elas.

Basicamente as mulheres em jovens são um pouco aventureiras, mas não gostam de ter a denominada «fama», em namoro, não gostam de serem vistas, portanto, sexo em carros, está fora de questão, quando o namoro é verdadeiro, com a vida conjunta,  o sexo fica aí mais refinado e conjugado com amor, penso que fica sem limites, até porque de uma boa satisfação sexual, advém uma boa mãe para criar os filhos.

Por alguma razão é que se diz que as mulheres são como o vinho do Porto, quantos mais anos, melhor.

Deixo a questão: Quais as verdadeiras razões que levam a mulher a ter sexo?

Tenho Dito

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Algarve a Perder Turistas…e Qualidades…Porque Será?? Há Soluções??

Algarve, Armação de Pêra

Algarve, Armação de Pêra

Hoje trago uma notícia que não me surpreende, e demonstra a falta de preparação dos empresários algarvios para a globalização turística dos últimos anos, passo a transcrever o artigo e de seguida passo a realizar a minha análise:

« Hotéis do Algarve estiveram mais vazios em Julho

A taxa de ocupação global média por quarto desceu 8,3% nas unidades de alojamento do Algarve e as receitas também desceram 13,8% em relação ao mesmo período de 2008.

Segundo dados da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), as maiores descidas registadas na procura da hotelaria algarvia no mês passado verificaram-se nas “zonas do Carvoeiro/Armação de Pêra (menos 13,9%), Portimão/Praia da Rocha (menos 10,0%) e Albufeira (menos 7,5%).

A zona de Monte Gordo, no concelho de Vila real de Santo António, foi a que registou a taxa de ocupação mais elevada no Algarve, com 90,3%, enquanto que Faro e Olhão foram as zonas com a taxa média de ocupação mais baixa, com 50,0%.

As principais descidas, por categoria, verificaram-se nos aldeamentos e apartamentos turísticos de 3 e 2 estrelas (menos 8,8%) e nos hotéis e aparthotéis de 4 e 3 estrelas (menos 7,7%).

Os portugueses representaram 27,8% das dormidas totais no Algarve, seguidos dos britânicos com 26,3% e dos holandeses (9,6%).

A tendência para a quebra nas taxas de ocupação já se verificaram em meses anteriores no Algarve, com os empresários a remeterem a principal culpa para a crise económica mundial.

Em Junho a taxa de ocupação global média por quarto também registou quebras de 4,3%, face ao mês homólogo de 2008, para 68,8%.

Em Maio passado a taxa de ocupação hoteleira no Algarve desceu 13,4% relativamente ao período homólogo de 2008.»

In: http://economico.sapo.pt/noticias/hoteis-do-algarve-estiveram-mais-vazios-em-julho_67026.html, em Diário Económico, a 07 de Agosto de 2009

A Minha Análise:

Era de se esperar que o turismo no Algarve decrescesse, quer por questões como a crise mundial, concorrência mais atroz de outros destinos, ou mesmo por abuso dos empresários do Algarve, em Verões anteriores.

Pois bem, podemos tomar que a crise, fez com que muitas pessoas não fossem de férias, pois com o flagelo do desemprego, ou por, não poderem tirar férias, faz com que obviamente a ocupação decresça; outro factor são os empresários, terem esticado demasiado os preços nos anos anteriores, sou do tempo que nos anos 90, por vezes, chegaram me a pedir por um café, 200$00, o que convertendo, actualmente é 1€, achei um absurdo na altura 1€ por um café, tendo em conta, que o custo do café, ainda hoje não excede os 30 cêntimos, de tal forma, que absurdos destes, afastaram os turistas, pelo menos os Portugueses, que já para irem de férias para lá já são esforços enormes; a concorrência de destinos a nível global, é outra questão, como o abrir das fronteiras na década de 90, com a globalização, com a moeda única e mais actualmente com o recurso às companhias de Aviação Low Cost, pode-se encontrar férias noutro país, que podem ficar ou preço igual ou pouco superior às do Algarve.

Destinos estes que são nomeadamente Espanha, Tunísia, etc. Espanha tem destinos que com melhor clima, recursos a hotéis e não a apartamentos em regimes de Pensão Completa, ou mesmo, Tudo Incluído, em que a água do mar é quente, pois é mar Mediterrâneo, e temperaturas mais altas, e ainda, existem autocarros que levam as pessoas, sem estas terem que se deslocar no seu transporte privado, os destinos nestas condições são Salou e Benidorm, são os que se podem comprar com o Algarve, pelo menos directamente.

Outros destinos que não ficam caros, aqui mesmo ao lado no país vizinho também, são Palma de Maiorca, Ibiza, Tenerife e Gran Canária, estes destinos recorrem a voos de companhias Low Cost, ou mesmo, as agências de viajem no verão, recorrem a Charters, o que faz com que o custo do serviço seja reduzido, e como tal, possa ter preços um pouco superiores ao Algarve, mas com qualidades que muito agradam ao público Português.

O avião de companhias aérias de baixo custo e como frisei aqui há dias veio revolucionar as deslocações das pessoas, o problema do Algarve, é que está relativamente perto e com custos pouco significativos para quem mora em Lisboa, mas se analisarmos, 75% da população portuguesa, está situada acima do Rio Mondego, e para essa população, fazer 5 ou 6 horas de viagem, e com custos mais elevados para chegar ao Algarve que os que partem de Lisboa, somando que ganham menos que os da capital, e ainda têm que pagar os preços inflacionados dos verões algarvios, digamos que é difícil persuadir pessoas a irem para lá. As pessoas preferem ir a uma agência de Viagens, compram um pacote e onde desta forma conseguem controlar os custos das férias, vão de autocarro, ou avião, e lá só gastam se quiserem, e tendo melhor clima, e por vezes coisas mais baratas que no Algarve, estão mesmo a ver, porque não se vai para o Sul.

É verdade, que a crise veio também afectar os destinos mais procurados lá fora, sei que estes destinos tiveram decréscimos também, mas não na mesma escala que os algarvios se queixam, é verdade também que o clima no Algarve, já não é o mesmo que há 10 anos atrás, a temperatura não está tão alta e a água do mar está mais fria, e isto, é algo que não podem contornar, mas podem contornar em serviço, prestar melhor serviço a um preço justo, e não a tentar roubar, para trabalharem 3 meses, o ano todo, a oferta tem que ser constante, de modo, a que não sofra grandes oscilações de preços e qualidade, e fazer como os outros, recorrerem a companhias de baixo custo de aviação, como a Ryanair que agora tem base no Porto, transfers e autocarros de norte a sul do país, tentar arranjar soluções para que as portagens sejam mais baixas, o combustível seja mais baixo, para reduzir custos, e se tornarem competitivos como os outros destinos europeus, contratem pessoas licenciadas que saibam o que fazer do Algarve, e não coloquem pessoas que visem o lucro no curto prazo, mas sim pessoas que vejam o Algarve como investimento de curto prazo e retorno de longo prazo.

Deixo a Questão: Pensa que o Algarve se tem esforçado por ser um destino de eleição para todos os Portugueses (de Norte a Sul)?

Tenho Dito

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Tempos de Consumo ou de Poupança?? Qual a melhor opção???

Poupar para se consumir

A notícia aqui transcrita é sobre um assunto por mim abordado recentemente, mas que ainda está em voga, passo a transcrever, e de seguida a comentar:

«Mais poupança sim, mas agora não por favor


Recuo do consumo das famílias preocupa o Banco de Portugal. Prudência nos gastos, há muito pedida, é agora vista com receio e atrasa a economia

Os portugueses têm vindo a gastar acima das suas possibilidades nos últimos anos? Sim. Seria desejável que poupassem mais? Sim. E estão a fazê-lo agora? Sim. Então isso é bom para a economia? Sim e não. A recessão económica em Portugal, a mais grave desde 1975, está a pôr o país perante uma situação ambígua face à evolução da poupança e do consumo – a prudência há muito pedida para os gastos das famílias está agora a ser recebida com receio pelos economistas e pelo Banco de Portugal.

“Se a poupança aumentar [até 2010] mais do que se espera [a situação económica] pode ser pior”, admitiu esta semana o governador do Banco de Portugal (BdP), Vítor Constâncio. “Há uma grande incerteza quanto ao andamento do consumo”, acrescentou.

Uma vez que a taxa de poupança dos particulares desceu de forma drástica nos últimos anos – explicando a subida do endividamento externo de 40% em 2000 para mais de 100% já este ano – este regresso a uma maior prudência deveria ser saudado. No entanto, há um problema: o consumo privado é o principal motor da economia. Vale em Portugal dois terços da criação de riqueza.

“A economia portuguesa tem agora um problema mais grave. Por um lado está obesa, gastou mais do que devia e precisa de fazer dieta. Ao mesmo tempo, está em crise e precisa de se alimentar”, comenta João César das Neves, economista da Universidade Católica Portuguesa. “Sair da recessão vai ser mais difícil por causa desta contradição”, acrescenta. O Banco de Portugal concorda: “A actual projecção para a economia portuguesa comporta riscos associados quer à possibilidade de recuperação da economia mundial em 2010, quer ao comportamento da procura interna, num contexto marcado por um elevado nível de endividamento.”

Os dados do boletim de Verão do BdP, apresentado quarta-feira, indicam que perante o endividamento, a subida do desemprego e o mau clima económico as famílias não estão presas a ambiguidades – a decisão é poupar. A evolução do consumo em 2009 (-1,8%) e 2010 (-0,6%) corresponde a uma revisão em baixa significativa face à previsão de Abril e a taxa de poupança vai crescer acima de 2%, um “aumento expressivo”, diz o banco central (em 2008 cresceu pouco acima de zero, interrompendo um ciclo de cinco anos de queda).

Consumo é bom Então qual é o equilíbrio desejável entre poupança e consumo? Os economistas começam por contrariar a vilificação do consumo. “A democratização do consumo trouxe mais oportunidades a muitas pessoas – sou contra essa histeria intelectual, que parece criticar o facto de os pobres poderem também consumir mais”, defende José Reis, economista da Universidade de Coimbra. César das Neves pega no problema por outro lado. “Tínhamos a taxa de poupança mais alta da Europa porque o nosso sistema financeiro não funcionava”, aponta. Com a maior penetração dos serviços bancários, em particular no início dos anos 90, abriram-se oportunidades para consumir. “E essa é a finalidade da actividade económica: o consumo”, acrescenta.

O problema está na velocidade a que cresceram o consumo e o crédito. O grau de endividamento subiu de 90% do rendimento disponível em 2000 para mais de 125% em 2008. Nos últimos 12 anos o consumo cresceu em média um ponto percentual acima do rendimento disponível.

Face a este cenário, “o que seria desejável é que o consumo subisse, mas moderadamente, dentro das possibilidades oferecidas pelo rendimento disponível”, aponta Paula Carvalho, economista do BPI. Ou seja, que a subida da poupança não fosse muito acentuada, para dar espaço à recuperação da economia.

Esse é um cenário ideal – embora este ano, por exemplo, 30% do rendimento disponível dependa das transferências sociais do Estado – mas que resultará sempre num ajustamento do consumo em baixa nos próximos anos. Com exportações e investimento em colapso caberá ao Estado, que também parte de um nível alto de endividamento, entrar na economia para compensar a anemia. A factura será para pagar daqui uns anos.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/13724-mais-poupanca-sim-mas-agora-nao-favor, em Jornal I a 17 de Julho de 2009

O meu comentário:

Pois é, andamos agora preocupados com a poupança..Como há uns dias aqui mencionei, será poupança??ou será falta de rendimento???

Na minha óptica, muitas pessoas podem até andar a poupar e a contrair no consumo, mas não me parece que com a queda das taxas de juro, os bancos apresentem produtos atractivos, que convençam as pessoas a poupar, senão vejamos…

Uma pessoa, há um ano, conseguia fazer aplicações financeiras com taxas de cerca de 4%, isto devido às subidas das taxas de juro, hoje em dia se chegar aos 3% é muito bom, e pelo menos em períodos de 3 anos no mínimo, os denominados depósitos a prazo de curto prazo não chegam aos 2%, repare-se que estou a referir-me a taxas ilíquidas, ou seja, ainda antes de impostos.

Como as taxas estão baixas, e se tivermos um produto indexado à Euribor 6M, com apenas 500€, e num prazo de 6 meses, este muito dificilmente atinge a rendibilidade final de 2,50€..Será que compensa??? Provavelmente muitos preferem guardar o dinheiro em casa!! Repare-se que a vizinha Espanha, tem taxas a rondar os 4% para os mesmos prazos…é obvio que não tem indexantes de acordo com a Euribor, pelo menos, directamente..A ideia em Espanha, pelo menos, é que se poupe, e dão boas condições para isso, o que não acontece aqui, embora, entenda o porque da banca agir assim, trata-se do preço do dinheiro, mas o consumidor comum, não consegue ver nessa óptica.

Como tal, a minha teoria é que, não se esta a poupar em Portugal, pelo menos tanto como se pensa, está-se provavelmente é basicamente a tapar buracos, a pagar as coisas que ficaram pendentes, do ano passado, devido às subidas das taxas de juro.

Outro factor, para a queda do consumo, é que as pessoas estão provavelmente mais cautelosas, e compra o que estritamente necessitam no momento, pois verificaram que se não comprarem logo, as coisas tendem a baixar, como já sabemos da velha lei da oferta e da procura, e ainda porque a nossa inflação está perto de zero, o que altera muito pouco o preço dos bens.

Na constituição do  consumo privado, tem também grande peso os bens duradouros, esses poucos são os que lhes pegam, pois com a banca e as financeiras a apertar o cerco, e com as medidas aplicáveis a certos bens, os mesmos estão inacessíveis a muitas pessoas, falo de bens como habitações e automóveis..

Quem pretende começar uma vida, ou não consegue avançar por falta de condições sociais, nomeadamente emprego, e falo de emprego estável, ou segue, e opta por alugar, pois estão todos a ver como param as modas.

Basicamente a questão da poupança, do consumo provado e a economia nacional, estão como o nosso governo, ou parados para férias, ou em gestão, à espera das eleições do 3º trimestre deste ano.

Não se pode pedir às pessoas que arrisquem, pois tem que se saber um pouco mais de futuro, e acima de tudo sentir o chão que se pisa para se avançar, e com a economia que não se sabe de desce ou sobe, com um governo em despedida ou não, e com políticas sociais que as pessoas não se espelham, que se esperava…milagres??

Tenho Dito

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Benidorm, Uma cidade muy Caliente e com Fantástica Noche…

Pois bem, é com muita pena minha volto, pois é sinal que terminaram as minhas férias, e estou de volta, para poder postar e comentar as mais diversas notícias e acontecimentos, publicados na nossa imprensa diária.

Vim Queimadito, pois vim de um local onde apanhei temperaturas em certos dias perto dos 40º, ou seja, era tipicamente na praia um porco a assar, lol.

Deixo-vos com umas fotos da cidade onde estive, que é Benidorm, já não lá ia à muitos anos, e aquilo esta um pouco mudado, mas continuam lá as discos K&M, a Penelope, etc. Continua a ser uma cidade com muita movida e bastante atraente, pena é que a distância seja enorme.

Benidorm_2009_1

Praia do Poniente, Foto tirada a caminho da Praia de Mal Pas

Benidorm_2009_2

Escultura de Areia na Praia do Levante

Benidorm_2009_3

Praia de Mal Pas (Vista Nocturna)

Benidorm_2009_4

Grande Hotel Bali

Bom destino para recuperar de um ano de trabalho, pena é que o tempo de férias passe sempre mais rápido que quando trabalhamos.

Votos de bom trabalho para quem trabalha, e boas férias para os surtudos que as têm ou que ainda as vão ter.

Tenho Dito

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