Como Poupar Nas Compras Lá Para Casa…Veja Onde Neste Momento É Mais Barato…

Setembro 27, 2011

Onde Comprar Mais Barato.... Fonte: http://www.hunkstreets.com

Hoje trago um artigo interessante, pois pode ajudar nas poupanças mensais, e com grande retorno ao final do ano…

« Pode poupar 500 euros, se escolher o supermercado mais barato

A PROTESTE visitou 578 lojas de todo o país para ajudar a poupar nas compras e revela onde se encontram os preços mais mais baixos na grande distribuição em Portugal. Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 se encontram no sul do país.

A revista dos consumidores analisou 64 950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante; outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato; e outro com 59 produtos apenas de marca própria das superfícies (marca do distribuidor). Na avaliação global, os preços mais baixos moram nas lojas dos Mosqueteiros e do Continente.

Para encher o carrinho do cabaz 1, há cinco vencedores com o título de cam­peão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende. A 2.ª posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continen­te Modelo. Mais três lojas do Intermarché arrebatam a 3.ª posição, acompa­nhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Na guerra dos preços baixos, a PROTESTE destaca o domínio do Norte e Cen­tro do País: “dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no Sul”, conclui. Entrar na morada certa vale centenas de euros no seu orçamento. Por exemplo, para uma despesa mensal de € 150 na cidade de Lisboa, quem com­pra no Japão (R. Morais Soares) gasta mais € 404 por ano do que se escolher o Continente Bom Dia (R. Agostinho Neto).

No confronto por cadeias, as várias insígnias do Continente e Ecomarché arrasam a concorrência no cabaz 1. Isolada a liderar no cabaz 2, a cadeia Eco­marché é a melhor opção. Já para o cabaz 3 as marcas próprias das diferentes cadeias pautam-se por não apresentarem uma grande diferença de preços. Ainda assim, Continente e Pingo Doce são os campeões.

Os produtos com a marca do distribuidor permitem, em média, uma pou­pança de 30% face às marcas do fabricante. A poupança atinge 38% na ca­deia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor.

Veja mais na Proteste

@SAPO

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.* »

In: http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1188713.html#page=1, a 26 de Setembro de 2011, em Sapo Notícias.

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Agenda Para Este Fim Semana…

Setembro 9, 2011

Hoje trago novamente a agenda para o fim de semana…

« Agenda de fim-de-semana

 

Os festivais continuam em Setembro e o da Vidigueira vai dar que falar. Mas se o mês das vindimas pedir roteiros culturais mais cosmopolitas as propostas estão aí em força. Jazz, música clássica, indie, rock n’roll, exposições, desfile de robertos capital fora ou alimentação verde e práticas ecológicas. Rasgue estas páginas e não saia de casa sem as levar no bolso

 

HOJE

Your brother. Remember?
Culturgest, Lisboa
21h30
Preço: 15€; 5€ até aos 30 anos

O conceito parte de fotografias, mas combina filmes caseiros, excertos de filmes de Hollywood e representação ao vivo.
A concepção, a encenação, a montagem e a interpretação são de Zachary Oberzan. O espectáculo é em inglês com legendas em português.

Noiserv
mercado quebra costas, coimbra
21h30

O concerto é no Pátio do Castilho e Noiserv não é o único a dar música. Os Memória de Peixe também sobem ao palco, com a sua já característica loopstation.

Festa de lançamento do fanzine estrica
ateliê Lisbum, calçada do combro 117, lisboa
21h
entrada livre

Uma história que fala de espelhos, leaks e onde o próprio autor do livro entra na narrativa. Estrica é feito por Alexandre Rendeiro, Diana Policarpo, Marco Franco, Pedro Azevedo e Tamara Alves, que transformaram páginas e alguns pontos da cidade de Lisboa em leaks. Uma salganhada a descobrir.

AMANHÃ

Maratona de robertos
chiado e largo de camões
15h30 às 19h
entrada livre

Dezenas de robertos vão desfilar por Lisboa a convite do Museu da Marioneta, que celebra o décimo aniversário. Haverá vários bonecreiros e a festa merecida.

Japão, o paraíso das mascotes
Galeria sul, museu do oriente, lisboa
das 10h às 18h
Preço: Até 5€

A popularidade da manga ou do anime cresceu em todo o mundo nos últimos anos. A exposição mostra as personagens animadas criadas no Japão desde 1950, como o Ultraman, a Hello Kitty ou o Pokémon.


Concerto inaugural da temporal 2011/2012
grande auditório do ccb
21h00
preço: de 5€ a 22€

Na abertura da nova temporada do CCB vão ser criados dois universos distintos. A primeira parte é inaugurada pela música finlandesa, com dois compositores que rodam as salas de todo o mundo: Jean Sibelius e Magnus Lindberg. Depois do intervalo é a vez da música norte-americana: Scott Joplin, seguido por George Gershwin.

DOMINGO

Filipe melo trio
jardim da tapada das necessidades, lisboa
entrada livre

Desde meados do ano que diversos concertos têm assaltado jardins e anfiteatros lisboetas. Este mês a música é no Jardim da Tapada das Necessidades e conta com o trio de Filipe Melo. Há pufs, bebidas frescas, e o sol parece ter vindo para ficar.

Nara| Fresco electroacústico
sala de ensaio, Centro cultural de belém
preço: 5€

A partir de fonografias recolhidas no Japão, Bertrand Dubedoubt, importante compositor francês, constrói um mundo inspirado no ritual budista Shuni-e ou Omizutori do templo Tôdai-ji de Nara.

Feira alternativa de lisboa
jardim tropical (traseiras do jardim de belém
10h Às 21h
preço: 5€

É o último dia da sétima edição da feira que quer ser veículo de alerta para a vida no planeta. A feira disponibiliza as novidadesdo mercado de alimentação natural, turismo rural ou terapias alternativas. Também há espectáculos, palestras, oficinas e workshops e outros sem fim ligado à aprendizagem. »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/148085-agenda-fim-de-semana, a 9 de Setembro de 2011, em Jornal I

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Conheça o Fashion Night Lisbon 2011…

Setembro 8, 2011

Hoje trago um artigo interessante, sobre uma sugestão para mais logo a noite na cidade de Lisboa…

« Fashion Night Out. Limitados ao stock existente

 Vinhos, cocktails, sacos de oferta, performances, maquilhagem, DJ sets, descontos até 70%, sorteios, concursos e sessões de fotos. Reserve o final de quinta-feira para o que se segue. Entre as 19h e as 23h, o Vogue Fashion”s Night Out enche de festa 150 lojas das zonas comerciais mais em voga da capital. Para correr os quatro pontos do evento sem gastar as solas dos sapatos, apanhe boleia do Fashion Bus. Só lhe falta vestir-se a rigor e seguir o roteiro das oportunidades

Castilho
Flutes, macarons e óculos escuros 

 

Na selecta Rua Castilho apresentam-se novas tendências. Na Hoss Intropia, os clientes são convidados a escolher os acessórios preferidos da nova colecção Outono/Inverno 2011 e tirar uma fotografia que lhes será oferecida. A melhor será eleita online em parceria com o blog da Vogue. Há ainda música, champanhe e macarons de diversos sabores. Continuando no champanhe, atire-se a mais uma flute, ou passe directamente para o vodka, no Bar Absolut da BCBG MAXAZRIA, com DJ set de Xana Guerra e make up a cargo da Sisley. Na Weil oferecem-se kits Clarins e na Óptica Castilho há vouchers de 50, 100 e 20€ na compra de lentes e óculos de sol.


Liberdade

Porsches, cocktails e Louboutins


Na Com Cor esperam-se descontos de 20% em artigos seleccionados e DJ set de Mary B. A Boss Menswear Store junta mimos comestíveis a performances e oferta de peças exclusivas a clientes. Habilite-se ao sorteio de uma viagem a Zurique para dois na Dara Jewels, com alianças e anéis de noivado a preços especiais. Quer uns Louboutin? É comprar algo na Fashion Clinic e esperar que lhe caiam na rifa. Para ganhar uma novíssima mala Balzane da Longchamp alinhe no concurso de fotografia. Prove um cocktail mixology na Montblanc e encoste-se a um Porsche. Isso mesmo, o melhor modelo fotográfico junto à Porsche Design recebe prémio.


Príncipe Real
Livros, gin e jazz  na esplanada

 

Compre um artigo na D’ICI ET LÀ e receba um porta-moedas (atenção que o stock é limitado). No Lost In há danças orientais num ambiente de música e dança shanti, e sessão de jazz na esplanada. O Espaço B expõe e vende livros de moda das editoras Phaidon, Thames&Hudson e Prestel. O colectivo de designers Musa Work Lab assegura a instalação/performance no local. Na Carla Amaro lança-se nova colecção de jóias enquanto se degustam vinho do porto e chocolates. Na Andy Warhol by Pepe Jeans as promoções chegam aos 20%. O bar fará as delícias dos apreciadores de gin, que poderão abanar o corpo ao som da música ao vivo.

 

Chiado
Fruta fresca e cortes de cabelo

 

Passadeira vermelha e distribuição de crachás. Não é o supra sumo do glamour mas é o que se passa frente aos Armazéns do Chiado. Há muito mais nas imediações. Na Bershka brindam-na com mini kits. Conte com 20% de desconto na Blanco, que cede um eco bag na compra de qualquer artigo (mais uma vez atenção que a oferta é limitada ao stock existente). Para outro saquinho, veja o que foi desenhado pelo músico Pharrell Williams para a Kiehl’s, na compra de artigo da loja. Ana Salazar e a Colcci servem fruta fresca. A Exposição de Capas Icónicas da Vogue chega às galerias da Rua Garrett e na Griffe Hairstyle fazem-se cortes de cabelo a 15€. Finalize com um pastel de belém na Leitão&Irmão. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/147552-fashion-night-out-limitados-ao-stock-existente, a 07 de Setembro de 2011, em Jornal I

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Entrevista a Sérgio Godinho…

Setembro 5, 2011

Sérgio Godinho... Fonte:www. wook.pt

« Sérgio Godinho “Na rádio parece que só tenho duas canções. Caramba, fiz tantas!”

40 anos após a estreia em álbum. Dos “Sobreviventes”, de 71, para 2011, ao ritmo do novo “Mútuo Consentimento”, a editar dia 12, e dos temas que sobreviveram às épocas

Seria da mãe que se esmerava nas quadras que oferecia aos amigos. Ou da avó que declamava poesia na rádio. Ou do tio que punha a família a dançar bebop. Não é certo de onde veio o combustível para os versos, mas tantos anos depois eles ainda queimam nos ouvidos.

Há 40 anos , ao lançar “Sobreviventes”, não passaria um dia inteiro de volta de entrevistas. O que é que mudou mais ao longo deste tempo?

Para já, há 40 não estava cá, porque nos meus dois primeiros discos não podia sequer estar neste país. O “Sobreviventes” e o “Pré-Histórias” foram gravados em Paris, embora no segundo disco já não vivesse em Paris, estava em Amesterdão, depois Canadá, Brasil, etc. Mas as coisas mudam sempre. Assim em que sentido?

Começando pela máquina de propaganda de um álbum, e não só.

Ui, mudou muita coisa. Para lá da máquina de promoção, que é uma coisa necessária, procuro apenas ser selectivo no sentido de não ter que abranger publicações ou programas que não me interessam, mas isso também tem a ver com o bom senso da editora. Agora, ao nível das condições musicais e de trabalho muita coisa mudou, para melhor e para pior. Mas o melhor é podermos praticar a nossa música. Quando voltei para Portugal houve aquele período do PREC em que as condições eram precárias e muitas vezes não correspondiam ao que se fazia em disco. Foi um período tão excepcional que se calhar isso também foi necessário, mas também rapidamente todos sentimos que era preciso solidificar os projectos, fazer espectáculos ao vivo.

Faziam-se poucos?

Fiz uma tournée em 78, a que chamei “Sete anos de Canções”, imagine agora que estamos nos 40, e que foi pioneira, porque não havia esse hábito de apresentar os espectáculos noutras cidades com princípio, meio e fim. Nos princípios dos anos 80, os grupos rock deram um grande impulso a isso, puseram a música na estrada, que sempre gostei.

Continua a gostar?

Sou um bocado saltimbanco. E sempre achei que nos palcos está a última e mais nobre função da música, no caso das canções. As canções têm várias vidas. Primeiro uma criativa, solitária, depois com os músicos; e depois têm a transformação que vai acontecendo quando continuam a pulsar e a viver e a ir para os palcos, com o sentido de risco que há em cada espectáculo. Gosto muito das artes performativas e ao longo dos anos fiz vários trabalhos como actor. Há esse lado do inevitável. Uma vez que começamos aquilo tem que ir até ao fim, a não ser que aconteça uma catástrofe. Até há aquela velha coisa, salvo seja que já bati aqui na madeira [bate mesmo], do actor que gostaria de morrer no palco, o velho cliché.

Não tem esse gosto particular.

Não, não tenho esse gosto. Gosto de viver no palco. É aí que a canção ganha essa imprevisibilidade dentro do que está trabalhado, mais as suas próprias interpretações. Uma canção pode ter, e as minhas tiveram muitas vezes, mesmo por mim, várias vidas. Tive canções que cantei já de maneiras muito diferentes. O âmago continua o mesmo mas mudamos o feeling. Noutras não é preciso. Há canções que canto… por exemplo, o “Espalhem a Notícia”. Continuo a cantar muitas vezes e o arranjo não levou grandes alterações, talvez uma cor um pouco diferente.

Como é que se garante a longevidade de canções como essa?

Bem, mas eu não as canto todas. Podiam ser quarenta anos, como 30 ou vinte. Acho que certas canções sobrevivem e outras não, vão-se embora de morte natural. Como se garante? Não há garantia. Posso cansar-me, ou sentir que até era uma boa canção mas deixou de fazer sentido. Não é uma questão de renegar, é uma questão de as deixar numa prateleira qualquer para ganhar o seu pó natural.

Há canções que já não canta por esse motivo?

Há. Nomeadamente do “À Queima Roupa “, um disco com um conteúdo político mais expresso, ou para-político, social-político. É curioso porque continuo a cantar, e ainda recentemente gravei no disco “Nove e Meia no Maria Matos” [2008], a canção “Liberdade”, que acho que continua a fazer sentido. Não ficou datada e no entanto há canções como “Os Pontos nos Is”, que falava da reforma agrária, que de facto teve a sua função na altura mas as circunstâncias mudaram e temos que falar de outras coisas.

Sente-se ainda um cantor de intervenção?

Nunca fui um cantor de intervenção nem deixei de ser. Não gosto muito dessa palavra, nem eu nem o Zé Mário Branco. Acho que não define nada. Tenho canções que têm esse conteúdo, mais político ou de uma certa crítica social, mas é extremamente redutor que aqueles ou outros sejam os cantores de intervenção. Mesmo em relação à obra do Zeca, que tem tantas cores, onde o popular irrompe de uma maneira luminosa. De facto, as minhas canções que foram ficando, se pensarmos desde “A Noite Passada” ao “Brilhozinho nos Olhos” ou “Lisboa que Amanhece”, falam da vida, também dos amores. Da vida de uma maneira que às vezes até são interrogações filosóficas, sem que seja pretensioso.

A filosofia está em todo o lado.

É, a gente é que não repara. Mas tenho muitas interrogações nas canções. “O Primeiro Dia” é um percurso de uma ruptura, das dúvidas da reconciliação com o melhor de si. Isso é que me interessa. Não consigo sequer definir o que é que eu sou. Intervimos em tudo. Há uma coisa que me dá grande satisfação e que respeito muito, nunca faria troça disso. As pessoas vêm-me falar muitas vezes na rua de como uma frase de uma canção em dado momento fez alguma coisa às suas vidas. Não as transformou, não foram para um convento, mas fez qualquer coisa. Isso é também intervir.

E neste novo álbum não intervém só sobre o amor.

Sim, por exemplo o “Acesso Bloqueado” é de perfeita crítica a esse presente em que o acesso é bloqueado. Adivinhar o presente é mais complicado. Adivinhar o futuro é muito duro, adivinhar o passado é mais seguro embora às vezes também saia errado. E falo mesmo de coisas práticas, do crédito mal “aparado”… Depois há outras coisas que me apetece desenvolver. O contraponto dessa canção podia ser o “Em Dias Consecutivos”, que fiz com o Sassetti. Há muito tempo que queríamos fazer uma canção. É também um bocadinho o retrato do Portugal de hoje, com o seu lado mais depressivo. Digamos que é o lado meio fantasmagórico. Uns de nós ainda mortos, uns de nós ainda vivos.

Volta a rodear-se de uma série de nomes. Já disse em entrevista que não é pelo desejo vampiresco de se rodear de sangue novo.

É engraçado, devo dizer que mais de 50% dessas colaborações foram suscitadas pelos outros. Desde os Clã, com quem trabalho há mais de dez anos, foi sempre acontecendo. O próprio Nuno Rafael e os que vieram dos Despe e Siga disseram que gostavam de tocar comigo. Nunca vou obsessivamente à procura desse tal sangue novo, entre aspas.

Costuma estar receptivo a estas colaborações?

Sim, isso sim. Neste disco, para lá do nosso núcleo duro, Os Assessores, que são responsáveis por mais de metade dos arranjos, há outras sugestões. Umas minhas, no caso do Sassetti ou da Francisca Cortesão. Fiz uma letra para a música dela. Mas outros foram sugestão do Nuno, também produtor musical. Ele sentiu que certas canções precisavam de outro tratamento. Se calhar porque sentiu nalgumas delas o tal acesso bloqueado. Veio o Noiserv e a Roda de Choro, casar-se com um tom que era já um bocadinho de bolero.

Nota-se muito o toque destas pessoas em cada faixa.

Claro, mesmo no tema que abre, arriscado, porque não é uma canção; é um spoken word, uma série de definições poéticas sobre o que é a música, que não define nada. Define só em termos de imaginário. Aí o Hélder Gonçalves fez a cama sonora para esse poema dito. Achámos que era bom começar o disco com isso, é quase como uma declaração de intenções. Tem seis minutos muito envolventes e nós começámos já os espectáculos de final de rascunho , que fiz na Culturgest e na Casa da Música, com isso.

Abre com seis minutos e por diante tem um “Mutuo Consentimento” que parece um beijo muito breve mas muito intenso.

É, acho que é uma boa definição. Sim, é um encontro, um amor de um momento em que ninguém está a cobrar nada ao outro. Aconteceu. Não fugiste nem eu te fugi. Não te pedi nada nem me pediste nada e resultou algo desse momento. Colamo-la a outra canção, “Eu Vou a Jogo”, que é também um mútuo consentimento. Um homem e uma mulher que se conheceram no passado e que se encontram por acaso e contam coisas sem contar muito. E as suas vidas saíram um bocadinho mais enriquecidas. Ambos voltaram à eterna casa de partida, que esteve à venda tão barato, como se diz no fim. É também a minha atitude em relação a este disco e se calhar à vida: “Eu Vou a Jogo”.

No sentido de apostar.

De apostar e de ousar. Acho que tenho muito essa atitude.

Tem rituais de escrita?

Desgraçadamente não. Tenho que me lamentar porque às vezes, por muito que queira, não consigo ser disciplinado. Evidente que quando há pressão, quando marcamos prazos, e eu próprio instigo isso, tens que te haver com isso, sabes que tens que cumprir até certo dia e que as coisas devem estar bem. E eu quando não estou a compor não sou sistemático mas sou obstinado; quero que as coisas saiam bem, que fiquem até onde sei que posso chegar. Às vezes até nos transcendemos um bocadinho sem dar por ela, mas não é isso. Nesse aspecto quero que saia mesmo bem, quero gostar delas sem ser condescendente. E isso é perigoso, porque há um momento em que achamos que já está bem e voltamos no dia seguinte e dizemos “hum”…

Corrige-se muito?

Ah, sim, claro. A gente vê que ainda não é aquilo e julgava que era. Até porque as alturas do dia… Se estivermos a trabalhar à noite já temos certas coisas em cima. Já comemos, já bebemos, já fumámos. Digamos que esses apports nos transformam também na maneira como deixamos a criatividade trabalhar.

Para melhor ou pior?

Uma pessoa pode ter a tendência de achar que está genial e que é muito bom e depois vai ver no dia seguinte…

Foi obra da noite anterior.

É, estive-me a enganar a mim próprio. É um pouco como os sonhos, onde temos ideias geniais. O Hitchcock falava disso. Uma vez teve uma ideia bestial para um filme e meio a dormir apontou num caderno e no dia seguinte era algo do género: um homem e um mulher encontram-se numa gare de comboio e vão tomar um café. Mais ou menos isto. De facto o que ele tinha pensado era outra coisa.

Recorda-se de tirar ideias de sonhos?

Costumo recordar muitos sonhos, mas não acho muito aproveitável, não. Às vezes há mecanismos meio inconscientes, quando as coisas aparecem num repente e de facto já tiveram trabalho antes, mas já é outra coisa. Estamos a absorver sem ter noção disso. Tenho canções onde reconheço coisas de livros que li, filmes, situações que são extramusicais e também de muita música que ouvi.

Canta uma “Linhagem Feminina”. É verdade que a sua avó paterna tinha um programa de rádio onde declamava poesia?

Era, era. Recordo-me de ouvir, no Porto. Tinha uma voz muito bem timbrada, muito bonita, mas em minha casa sempre se gostou muito de literatura e de poesia, muito presentes, como a música. A minha mãe tocava muito bem piano e o meu pai também gostava de música. A minha avó, sim, ouvia-a, e sendo uma coisa oral agradava-me. Eu até nem gostava tanto dessa avó, gostava mais da outra, mas dessas coisas gostava.

A outra não declamava poesia.

Não, mas contava outras histórias, muito saborosas. Também me ensinou muito. Mas nisso gostava da outra, sim, era muito inteligente.

Também daí o gosto pelas letras?

Não, isso sempre existiu em minha casa. A minha mãe tinha um jeito para fazer versos que era uma coisa… Os amigos por exemplo iam lá a casa jantar e ela fazia uma quadra para cada um, mas assim muito bem feito.

Já escrevia nessa altura?

Gostava muito de ouvir música, de todo o género, da clássica que ela tocava ao piano, como os discos do meu pai, brasileira, americana, jazz. O meu tio, irmão da minha mãe, também tocava bebop, música a abrir, para ensinar a dançar, como dizia o meu pai. Sempre cresci com isso, mais os livros.

Um privilégio para a época.

Era um privilégio, com outra coisa importante: uma certa consciência política, porque sobretudo o meu pai era mesmo contra o regime salazarista. Sempre fui comendo dessa colher de sopa, mas fazia-me sentido também. Ainda parti de Portugal legalmente mas nunca me passou pela cabeça ir para a guerra em África. Inclusivamente a nível das colónias, até antes de eclodir a guerra, o meu pai dizia que as devíamos deixar, como os outros países. Já tinha essa influência, embora não tivesse tido uma actividade política. Saí aos vinte anos e para dizer a verdade nunca fiz parte de nenhum partido. Mas tinha ideias contra o regime, claro.

Acompanha a política?

Sim, acompanho. Temos que acompanhar, além do mais ela entra-nos pela casa dentro e pelo bolso, mesmo que não queiramos. Mas sim, sigo de perto.

Tem estado a proteger a garganta. Já a pensar no concerto de sábado [hoje] no Avante?

Não, ando há três dias a acordar meio apanhado, mas sim vou actuar no auditório 1º de Maio. Já lá cantei muitas vezes e gosto. As pessoas estão muito próximas e querem mesmo estar ali por nossa causa. Só cantaremos duas do disco novo, mas a meio do mês vamos estar no Olga Cadaval e no Theatro Circo e cantaremos mais. Mas também teremos canções mais antigas, até porque há esta efeméride dos 40 anos.

Mesmo sem efeméride há sempre o pedido implícito por canções antigas. Constrange-o, tendo álbum novo para apresentar?

Não é constrangimento. Mas quando há álbum novo têm que levar com ele. Agora, acho que as minhas canções têm muitas vezes isso. Há um tempo de apreensão relativamente longo. É-me dito recorrentemente, até por colegas seus, que a primeira vez que ouvem estranham e só depois é que se entranha. Mas gosto que seja assim. É pior quando entra à primeira e depois uma pessoa já está farta.

Gosta de se ouvir por aí, na rádio, por exemplo?

Na rádio não passo muito. Há rádios que não me passam, vamos lá ver se este disco passa, não s ei, mas não quero falar muito disso. Se estiver no carro, onde só ouço rádio, não desligo, excepto quando passam sempre a mesma canção, que me irrita. Parece que só tenho duas ou três, como “O Primeira Dia” e o “Brilhozinho nos Olhos”. Caramba, fiz tantas canções! Parece que há uma certa preguiça. “Ah, embora pôr aquela.”

A sua voz não mudou muito nestes 40 anos.

Não acho que tenha mudado radicalmente, não. Engrossou um bocadinho com a idade, o que é natural. Ganha graves, mas não perdi muito nos agudos.

Terminando por onde devíamos ter começado, parabéns atrasados.

É verdade, foi ontem [quarta-feira]. O ano passado como foi número redondo foi uma grande festa; este ano foi muito tranquilo, só mesmo família, filhos e netos.

66?

66. Route 66. Já estou a atravessá-la. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/146887-sergio-godinho-na-radio-parece-que-so-tenho-duas-cancoes-caramba-fiz-tantas, a 4 de Setembro de 2011, em Jornal I

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Conheça Os Detalhes de Uma Profissão Em Extinção…Alfaiate…

Setembro 1, 2011

Hoje trago um artigo sobre uma profissão em vias de extinção…

«Em tempos modernos ainda existe tradição

 Longe vão os tempos em que ir ao alfaiate era um hábito comum a todos os homens, que procuravam nestes artistas verdadeiras obras de arte que se adaptassem na perfeição ao seu corpo. Para os mais novos, a geração dos centros comerciais e das grandes superfícies, este tema pode causar algum espanto mas acima de tudo uma dúvida: ainda existem alfaiates? A resposta é sim, existem! São mais escassos que antigamente e muitos vêem os seus negócios ameaçados pela indústria comercial e pelas novas tecnologias de corte e costura que se desenvolveram e continuam a desenvolver, mas alguns sobrevivem, principalmente em Lisboa e no Porto.

A alfaiataria nasceu no Renascimento, quando a roupa deixou de ter como única função esconder o corpo para passar a dar destaque aos seus contornos. Foi nesta altura que ganharam importância os mestres alfaiates.

O i encontrou alguns daqueles que resistiram ao fabrico de roupa em série e fornecem ao seu cliente um produto personalizado, adaptado ao seu estilo e ao seu corpo. Procurado essencialmente por homens de classe média-alta, o fato – calças e blazer – continua a ser a peça mais pedida. No entanto, a maior parte dos alfaiates tem maior oferta que antigamente. Camisas, gravatas e até sapatos fazem parte daquilo que têm à disposição das pessoas que os procuram.

Apesar de, por tradição, ser uma arte geralmente mais procurada por homens, alguns alfaiates também oferecem roupas para mulheres e crianças. Há ainda quem faça fardas, trajes e bordados a pedido do cliente.

Talvez por ser um serviço personalizado e por a maior parte das casas utilizar tecidos de primeira qualidade, o serviço destes profissionais não sai barato, podendo os preços chegar aos milhares de euros. Também por essa razão as pessoas que os procuram são sobretudo homens de famílias ricas e importantes, políticos e empresários com os mais altos cargos.

Se é uma pessoa que gosta de tradição e ainda não se rendeu totalmente à moda em série, se gosta de serviços personalizado e de qualidade, siga os conselhos do i e contacte uma destas casas. Com certeza não se vai arrepender. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/146152-em-tempos-modernos-ainda-existe-tradicao, a 31 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça os Modelos Mais Economicos de Automóveis à Venda em Portugal…

Agosto 30, 2011

Venda de Carros... Fonte: http://www.tudocarros.com

Hoje  trago um artigo que considero pertinente, e que pode ajudar nestes tempos de crise…

« Saiba quais são os carros mais económicos à venda em Portugal

 Comprar um carro mais barato significa fazer concessões na elegância e conforto do veículo, mas também de ‘status’ social.

A crise económica está a levar os portugueses a procurarem carros mais pequenos, com menores consumos e, sobretudo, mais baratos. Até porque a variedade de modelos económicos à venda em Portugal é vasta e para todos os gostos, quer sejam citadinos, utilitários ou até mesmo familiares.

A tendência ‘low-cost’ no sector automóvel está, de facto, a ser impulsionada por um contexto económico delicado, e a despertar o interesse entre muitos consumidores, nomeadamente, “entre os jovens, que preferem optar por um nível de equipamento mais modesto para poderem ter acesso a um automóvel a baixo custo”, realça fonte oficial da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA).

As vendas de automóveis em Portugal caíram 21,5% até Julho, como consequência da actual situação económica e do agravamento fiscal previsto nas medidas da ‘troika’. A fabricante Renault, líder de mercado, realça que “não sente” que haja uma “corrida” aos carros mais baratos, mas sim, “uma maior e mais cuidada análise de todos os critérios de forma a optar pela escolha mais ‘inteligente'”.

Modelos para todos os gostos

Em tempos de crise, como o actual, é natural que os carros de baixa cilindrada tenham alguma procura, pois além do preço ser acessível têm um consumo mais económico. Na lista de ligeiros de passageiros da ANECRA, o modelo Smart Fortwo, do grupo Daimler, é dos mais baratos, quer seja nas versões a diesel ou a gasolina, e é também dos mais amigos do ambiente.

O Diário Económico destaca alguns modelos de automóveis, tendo como baliza o preço máximo de 15 mil euros.

Mas antes de comprar saiba que deve ter em atenção alguns pormenores que, no final, fazem a diferença. “Os critérios mais importantes na decisão da compra de um carro serão, além do preço, a análise dos custos de utilização, nível de equipamento, sistemas de segurança e performance do motor. No fundo deve optar-se pela melhor relação preço/qualidade”, realça fonte oficial da Renault.

Porém, para o consumidor adquirir um carro ‘low-cost’ ou mais barato significa aceitar fazer concessões em termos de ‘status social’ e elegância do carro, bem como de conforto interior. “Neste clima de incerteza que atravessamos, os consumidores privilegiam as necessidades racionais e afirmam-se dispostos a renunciar a uma sofisticação e a desempenhos considerados supérfluos. O consumidor comum quer manter o veículo o máximo de tempo possível e reduzir as deslocações”, adianta fonte oficial da ANECRA.

Sérgio Martins, director de comunicação da Fiat, realça que, cada vez mais, “é importante o factor ecológico, que toca directamente nas economias dos clientes devido ao impacto que tem no ISV assim como prova de consumos baixos”. A escolha entre gasóleo e gasolina, outra das decisões a tomar, é também cada vez mais “complexa”. “Se antes o motor Diesel só se justificava para quem fizesse maiores deslocações, hoje, com preço cada vez mais competitivo, a opção a gasóleo pode tornar-se económica mesmo para quem não faz tantos quilómetros”, destaca Miguel Tomé, director de comunicação da Opel.

A título de exemplo, para um cliente que faça menos de 15.000 km por ano, “um carro a gasolina poderá fazer sentido”, refere Pedro Bronze, director de comunicação da Honda.

Dacia é a única ‘low cost’

A Dacia, marca romena subsidiária da Renault, que tem tido bastante sucesso em diversos mercados europeus, nomeadamente em Espanha e também em Portugal, é a primeira marca assumidamente ‘low cost’. O que não quer dizer necessariamente que seja o carro mais barato do mercado.

Em Portugal, o Sandero é um dos carros mais baratos. Este modelo, derivado da anterior geração Renault Clio, está equipado com o mesmo motor 1.2 do modelo francês, e custa a partir de 8.950 euros, segundo a fabricante.

 

  • Veículos ligeiros de passageiros a diesel

 

Marca Modelo Versão P.V.P
 Smart  Fortwo  0.8 cdi 54cv pure  12.495,39
 Fiat  Panda  1.3 Multijet 16v Dynamic 5p  14.537,73
 Dacia  Sandero  1.5 dCi 70cv Pack 5p MY10  14.541,53
 Smart  Fortwo  0.8 cdi 54cv passion  14.555,64
 Hyundai  i10  1.1 CRDI VGT Comfort 5p  14.639,64
 Kia  Picanto  1.1 CRDi EX 5p  14.758,59
 Smart  Fortwo  0.8 cdi 54cv Cabrio pure  15.348,99
 Kia  Picanto  1.1 CRDi EX Sport 5p  15.368,51
 Fiat  Panda  1.3 Multijet 16v Mamy Tom Tom 5p  15.757,56
 Dacia  Sandero  1.5 dCi 85cv Confort 5p MY10  15.863,02

 

  • Veículos ligeiros de passageiros a gasolina

Marca Modelo Versão P.V.P.
 Suzuki  Alto  1.0 GA 5p   8.750,50
 Smart  Fortwo  1.0 pure (61cv)   8.833,63
 Nissan  Pixo  1.0i 68 Visia 5p   9.146,67
 Toyota  Aygo  1.0 VVTi 3p EU5   9.457,47
 Chevrolet  Spark  1.0 L 5p  10.031,33
 Citroen  C1  1.0i Airdream X 3p  10.041,91
 Dacia  Sandero  1.2 16v 75cv Access 5p  10.067,20
 Peugeot  107  1.0i 68 Urban 3p  10.573,16
 Hyundai  i10  1.2 MPi Comfort 5p  10.863,54
 Kia  Picanto  1.0 EX 5p  11.182,48

Fonte: ANECRA »

 

In: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-quais-sao-os-carros-mais-economicos-a-venda-em-portugal_125145.html, a 29 de Agosto de 2011, em Diário Económico

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Agenda Para O Fim de Semana…

Agosto 6, 2011

Programa de Fim de Semana... Fonte: http://www.ionline.pt/

Como tem sido habitual, venho partilha com vocês a agenda deste fim de semana…

« Agenda de fim-de-semana

 Não, parece que o Verão ainda não chegou em força. Esperam-se uns míseros 25ºC com umas simpáticas nuvens. Por isso mais vale levar um banho de cultura que o livre para o resto do ano. Há o doce jazz no Porto e em Lisboa, o pesado metal à solta em Vagos, as esculturas interactivas em Serralves e o Rui Veloso a visitar o famoso oásis em Mangualde para a noite acabar perfeita, de estrelas no céu

HOJE

Jantar e fado
Maus hábitos, porto
às 20h30
preço: com jantar 20€, só concerto 5€

Foi assim que o fado nasceu: clandestinamente, nas salas apertadas de tecto baixo, onde o fumo pairava e as mesas redondas rodeavam a cantora, envolta num xaile negro. “Jantares intimistas com o melhor fado na ementa” é a nova iniciativa do Maus Hábitos, que traz de volta o ambiente castiço das casas de fado, onde um belo petisco e uma bebida eram indispensáveis para saborear a música.

 

Casa dos pássaros
Centro de artes dramáticas de oeiras
quinta a sábado às 21h30; domingo às 17h00
preço: 10€

A peça de teatro conta a história de uma casa antiga no Douro, uma mulher presa ao passado, uma empregada e uma gaiola de pássaros. Amélia é uma mulher silenciosa que vive presa a memórias. É a visita da filha e do namorado que vai trazer de volta sentimentos reprimidos. O conflito de gerações, o passado e o presente, a passagem do tempo, a vida e a morte. O texto é de Jaime Costa e a direcção de Celso Cleto.

 

AMANHÃ

Clã
Parque Santiago, setúbal
às 22h00
entrada livre

Manuela Azevedo e companhia trazem ritmos alegres que prometem agradar a miúdos e graúdos. A banda formada em 1992 deixou para trás o melodramático “Problema de Expressão” e continua a explorar território desconhecido. “Disco Voador” é o novo álbum dedicado aos mais pequenos.

 

Rui Veloso
Mangualde, Viseu
às 21h00
preço: 5€

A praia artificial mais falada dos últimos tempos também tem animação à noite. Rui Veloso é o cantor convidado a recordar temas como “Chico Fininho” ou “Não Há Estrelas no Céu” junto às águas azuladas e ao cenário paradisíaco de Mangualde

 

Nilton & vilão
Teatro-estúdio Mário Viegas, Lisboa
às 22h00
preço: entre 10 e 20€

Nilton salta do televisor, do Cinco para a Meia-Noite, e actua em palco, lado a lado com Ricardo Vilão, também fora do seu habitat natural – o stand-up comedy “Nu Limite”. O choque pode ser frontal ou de raspão. É ver para crer.

 

DOMINGO

Contentores: antónio ole
Centro Cultural de Belém, lisboa
todos os dias das 10h00 às 19h00
entrada livre

Se já se perguntou para que servem os contentores dispostos em frente do CCB, fica a saber que têm propósito e, como não podia deixar de ser, artístico. A reflexão sobre a água e os seus movimentos hipnóticos são a inspiração da instalação do artista angolano.

 

Deolinda
Salvaterra de Magos, Marinhais
às 23h00

Reclame e expulse os males dessa alma ao cantar a largos pulmões “que parva que sou”. E também outras músicas, que os Deolinda não são só hino da geração deprimida.

robert morris: filmes, vídeos e Bodyspacemotionthings
museu de serralves, porto
de terça a sexta das 10h00 às 17h00, sábados domingo e feriados até às 19h00
entrada livre

Nesta exposição pode e deve naquilo que vê. Foi o artista americano que nos anos 70 inaugurou esta novidade: de o público fazer parte da obra de arte e ter um papel, o de interagir com ela. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/141515-agenda-fim-de-semana, a 5 de Agosto de 2011, em Jornal I

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