Gipsy Kings em Lisboa…

Gipsy Kings... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para começar  bem a semana, trago um artigo para quem gostar, de Gipsy Kings…

« Gipsy Kings tocam em Lisboa em Novembro

O grupo flamenco Gipsy Kings apresenta no dia 03 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, o novo álbum, “Roots”, foi hoje anunciado.

A par do temas deste novo álbum, com que desde o ano passado a banda de rumba flamenca está na estrada, ir-se-á também ouvir êxitos como “Bamboleo“, “Djobi, Djoba” e “Un Amor“.

Os Gipsy Kings são das poucas bandas de língua não-inglesa que se mantiveram 40 semanas consecutivas nos tops norte-americanos.

O grupo espanhol conhecido por temas como “El Ritmo de La Noche”, “Volare” e “Ven, Vem Maria”, já vendeu em todo o mundo 14 milhões de discos e integra as bandas sonoras de filmes como “Fearless” , “The Big Lebowski” ou “Toy Story 3”. »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/136902-gipsy-kings-tocam-em-lisboa-em-novembro, a 15 de Julho de 2011, em Jornal I

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Conheça a MUS, Uma Corrida Fora do Comum…

Conheça a MUS... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo interessante, pois trata-se de uma corrida fora do comum, mas passo a transcrever o referido artigo…

«MUS. Vem aí a corrida mais louca de Lisboa

 Lisboa vai tornar-se território de jogo por culpa da MUS. Ganha quem cumprir mais tarefas em tempo recorde

Andar de barco à procura de pistas, jogar basquetebol com os olhos vendados ou declamar um poema perante uma esplanada repleta de desconhecidos. Tudo isto entre viagens de metro, passeios de bicicleta ou corridas a pé ao som do tic-tac, tic-tac, o tempo sempre a contar. É já este sábado que a final do MUS chega a Lisboa. A corrida urbana que promete usar e abusar da cidade.

O MUS é uma ideia da Merrell, inspirada num formato similar que existe nos Estados Unidos: a Oyster Racing Series. Chegou a Portugal no ano passado e só decorreu na capital. Este ano, passou por dez cidades do país antes de chegar à final, em Lisboa, que se realiza este sábado.

Funciona assim: reunir dois amigos, inscrever-se na prova e dar o seu melhor. A fazer o quê? Isso descobrirá no próprio dia. As missões incluídas na prova estão por desvendar até ao último segundo mas sabe-se, de edições anteriores, que o seu talento em canto ou tiro ao arco podem ser postos à prova. O vencedor tem lugar marcado na Oyster Racing Series e o segundo e terceiro classificados recebem equipamento da Merrell.

MUS é a sigla para Medal Urban Side. “É a nossa exteriorização da vida ao ar livre, como a cidade toda ela é território de jogo”, explica Bruno Costa, responsável pela organização da MUS. “Na cidade procuramos sítios específicos para fazer desporto como os parques ou as ciclovias”, adianta, “mas podemos utilizar os equipamentos da cidade, como fazem os praticantes de parkour, por exemplo”.

Se não tiver dois amigos que alinhem ou se não se sentir com alentos para andar a correr pela cidade, saiba que a MUS tem outras surpresas preparadas no local base do evento que não implicam qualquer inscrição, é só aparecer.

É no Parque Eduardo Sétimo que estarão as animações. Poderá ter que pedalar pelo seu batido de banana, por exemplo. Passamos a explicar: como a organização tem preocupações ambientais, são realizadas actividades amigas do ambiente. Acrescentam-se à lista a Watt Challenge, em que ganha quem gera mais energia a pedalar e a DJ Contest, em que o sistema de som dos DJs é alimentado da mesma forma. Dependendo do tempo que aguentar a pedalar pode ganhar prémios diferentes.

Saiba ainda que, ao inscrever-se na competição ou por cada like que faça na página do Facebook da MUS estará a dar o seu contributo para a Cais, associação de solidariedade.

“Imagine a cidade” diz Bruno enquanto faz uma pequena pausa “tudo aquilo que é normal, sejam paragens de autocarro, coretos ou esplanadas, é território de jogo”.

As animações decorrem das 10 às 19 horas. A competição começa às 12h30 e acaba pelas 16h30. Inscrições abertas até amanhã através do site http://www.musportugal.org  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/136638-mus-vem-ai-corrida-mais-louca-lisboa, a 14 de Julho de 2011, em Jornal I

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Quando Abrirão As Portas Da Tokyo, Europa e Jamaica em Lisboa…

Europa, Tokyo e Jamaica... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo, que versa sobre a vida nocturna de Lisboa, e de 2 discotecas que ainda não é desta que vão abrir portas..

« Ainda não é desta que Jamaica, Tokyo e Europa regressam à rota noctívaga de Lisboa

 Ainda não é desta que as conhecidas discotecas Jamaica, Tokyo e Europa vão reabrir as suas portas ao povo noctívago que deambula pelo Cais do Sodré, em Lisboa, sobretudo aos fins-de-semana. Estão encerrados desde que no dia 3 de Maio ruiu o primeiro andar do prédio que alberga aqueles três estabelecimentos nocturnos.

 

Apesar dos  esforços conjuntos dos proprietários, ainda “não foi possível realizar todos os trabalhos necessários, facto que leva a manter os espaços encerrados até à total execução dos mesmos”, afirma-se em comunicado conjunto.

 

A ideia é “efectuar as obras de consolidação da estrutura do edifício, substituindo-nos ao senhorio, de modo a garantir todas as condições de segurança para os nossos funcionários e clientes”. E, lê-se, tentaram acordar uma solução com senhorio, “nem que a mesma implicasse um aumento significativo das rendas, sem nunca obter qualquer resposta”. Ainda não há data certa para a reabertura.

 

Agora só resta esperar, na rua. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/122450-ainda-nao-e-desta-que-jamaica-tokyo-e-europa-regressam–rota-noctivaga-lisboa, a 11 de Maio de 2011, em Jornal I

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Conheça a Cidade das Bicicletas…

Cidade das Bicicletas... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que pode ser interessante, especialmente para os fãs das bicicletas, passo a transcrever o mesmo.

« Bike Buddy. Esta cidade não é para ciclistas enferrujados. Pelo sim, pelo não, peça ajuda

 Testámos o serviço gratuito para iniciantes em duas rodas em Lisboa. Faça como nós e prepare-se para suar e rejuvenescer 15 anos

 A crença popular só sossega bravos irresponsáveis. E por pouco mais que cinco segundos de atordoamento. Dizem as vozes do alto da sua sapiência de polichinelo que quem aprende a andar de bicicleta nunca esquece a arte e o engenho de manobrar um guiador.

Convenhamos, ninguém que deixou de viajar sobre duas rodas praticamente desde o dia em que aprendeu a fazê-lo – pelas minhas contas, já lá vão uns 15 anos – pode deixar o perfeito juízo à mercê de crenças. Muito menos quem inclui nicotina na ração diária de nutrientes, quem apresenta uma condição física que enobrece uma lesma em canadianas e quem encara a ginástica com o optimismo com que um inocente condenado à morte estica o braço para receber a injecção letal.

Mas cá estou eu como combinado, no Marquês de Pombal, a zona mais tranquila de Lisboa e arredores em matéria de trânsito, como é do conhecimento comum. Às onze da manhã, o termómetro primaveril rivaliza com o mercúrio de Agosto, um cenário idílico para provas de esforço, como também é do conhecimento comum. Ainda não trepei para o dorso da bicicleta de montanha que me reservaram e já me sinto como se tivesse acabado de completar os 42,195 quilómetros da maratona.

À minha espera, um Bike Buddy. Ou melhor, cinco Bike Buddies e um apêndice que me deixa dividida entre o sinal de estímulo e a mais profunda frustração. Rui trouxe o filho de quatro meses, presença que oficializa o pior dos meus receios. Além de preverem que a aselhice exige medidas de choque – uma guarda de honra – ainda me servem uma humilhação com o patrocínio de um bebé de fraldas. Pois bem, se a criança já navegou pela cidade ao sabor do pedal, ainda que numa cadeirinha, eu serei um Vasco da Gama pela calçada portuguesa, paralelos, alcatrão esburacado e outros pisos solidários com os pneus e os braços dos ciclistas, mais um dado do conhecimento comum.

Respiro fundo. Quem tem amigos tem tudo, e estes têm tudo para me ajudar a circular até à Praça do Município sem estropiar três idosas com saquinhos do supermercado pelo caminho, ou ser engomada por um autocarro da Carris inclemente. Fazem uso regular das bicicletas na cidade e recusam-se a acreditar que sete íngremes colinas configurem sete pecados mortais para esta actividade.

Se o leitor consegue atingir um nível de impreparação inferior ao meu, vá aprender primeiro com quem sabe. O grupo não ensina a andar de bicicleta. São antes voluntários na assistência aos ciclistas pouco experientes nas andanças na cidade, seguindo-os a par e passo nos seus trajectos, uma iniciativa da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta. No meu caso, já terá percebido, só por especial condescendência dispensei o curso de reciclagem.

Resolvido o detalhe do selim, demasiado elevado, arrisco um modesto teste no passeio antes de medir forças com as feras motorizadas. Na verdade, estando longe das proezas de um craque, tenho uma agradável surpresa. Não tombei de imediato, não me despistei numa curva, nem travei amizade com o canteiro da frente. Morri apenas às mãos da dita crença popular, sem perceber se isso me agrada ou irrita. Comprova-se: quem aprende jamais se deixa sinistrar pelo esquecimento. Um único apontamento capaz de macular o figurino: fui aos travões com a sede de um peregrino no deserto e quase virei o boneco. “Cuidado. Eles estão bem afinados.” Já vi, já vi.

Paulo segue à minha frente e faz as vezes de tutor principal. De cinco em cinco segundos olha para trás, para confirmar que a buddy Maria segue incólume no seu encalço, imune a fracturas expostas ou à tentação de um desacato num engarrafamento. Rita e Sofia fecham a comitiva em amena cavaqueira. António segue ao meu lado.

Ganhamos terreno à fila de automóveis e atalhamos pela faixa BUS. A buzinadela de um motorista de praça leva- -me a crer que estou a invadir território sagrado. Não se enerve. Peça desculpa e rectifique a sua posição. “Não convém ficar tenso e há que ser assertivo.”

Um perigo iminente ameaça os amadores ansiosos por recuperar os anos vencidos pelo ócio. Previno-o que se sentirá investido de uma destreza miraculosa, que o convidará às loucuras mais suicidas. Na Rua do Ouro, com o Tejo ao fundo, imagino-me a alcançar a Margem Sul com um hábil voo de bina que me levaria, quem sabe, ao Seixal. Quem diz ao Seixal diz à senha prioritária nas urgências do São José.

Ponderei tirar as mãos do guiador, executar uns quantos cavalinhos comprometedores da dentição da frente, arreliar taxistas com o barulho da campainha, sacar do telemóvel para narrar a façanha aos amigos em directo, e desembainhar um cigarro do maço para coroar o percurso com uma nota de estilo. A experiência mostra-nos que o sentimento de falhanço e a noção de triunfo estão separados por escassos metros.

Consegui reprimir cada uma destas obras encomendadas por algum pajem do demónio. Mas ninguém me demoveu de subir o Chiado, qualquer coisa como Alpes meets Zara meets Brasileira e, esperava eu, jamais meets alguém que conheça, para poder evitar a chacota. É o que dá voluntariar-me para levar a minha bicicleta emprestada até ao Príncipe Real, para que o meu buddy não tenha de transportar duas biclas consigo. Quer um conselho? Tome a liberdade de ser egoísta e guarde a simpatia para planos pouco inclinados.

A escalada da Rua Garrett oscilou entre os dez segundos de consagração e uma eternidade sem fôlego, com o coração a gargalhar-me na boca antes de cruzar a meta. Pensei que nunca mais ia voltar a ver a estátua de Pessoa. Pior, que me ia encontrar com ele algures no céu. Ainda por cima, sem ter tomado um duche.

De dia ou de noite, para ir para o trabalho ou em lazer, entre em bikebuddy.mubi.pt e faça o seu pedido »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/118094-bike-buddy-esta-cidade-nao-e-ciclistas-enferrujados-pelo-sim-pelo-nao-peca-ajuda, a 21 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça Esplanadas Onde Pode Começar a Usufruir Dos Primeiros Raios de Sol…

Kontiki Bar...Uma Boa Solução Para Apanhar Sol e Beber Uma Bebida... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo para quem gosta de ver o mar e de saborear uma bebida ou um petisco mesmo numa esplanada… passo a transcrever o artigo com esse roteiro..

« Esplanadas a ver o mar. 10 para escolher antes que o sol desapareça

O sol regressou. Como se trata de um astro com personalidade, o melhor é aproveitá-lo antes que mude de ideias. Aproveite o fim de semana para se fazer à esplanada mais próxima e gastar algumas horas a fazer a fotossíntese. Damos-lhe dez à escolha: marroquinas, com árvores, areia ou pizzas

Praia da conceição, Cascais, The Bay
Tem peixe fresco? Tem. Carne boa? Sim. Mar ali à vista? Claro. E marisco, bebidas, tapas, tostas, saladas e o que mais quiser. E fica em Cascais, terra cuja baía foi cantada durante tantos anos pelos já extintos Delfins. Mas se tiver de a trautear, faça-o baixinho. A esplanada é coberta mas as janelas, que pode abrir, são tão grandes que vai sentir-se na praia, mas sem a chatice da areia.

Horário: ter. a qui. das 11h00 às 20h00; sex. e sáb. das 11h00 às 02h00 e domingo das 11h00 às 20h00.
Telefone: 214820038


Praia da Poça, São João do Estoril Restaurante Opíparo
É dois em um. Tão depressa é um espaço romântico para jantares ou almoços a dois, com vista para o mar graças ao facto de ser todo envidraçado, como tem uma esplanada catita onde se servem refeições mais ligeiras. Há menu de pequeno almoço, almoço e jantar e after hours, o mais apetecível, com salada de polvo, favinhas com chouriço, morcela assada com puré de maçã e é melhor parar por aqui antes que coma esta página.

Horário: todos os dias das 9h00 às 02h00
Telefone: 214688600

Praia São Pedro, Estoril, Bar Pizzaria Praia São Pedro do Estoril
As pizzas são boas, mesmo boas, e até o pão de alho é em forma de pizza. A esplanada é ampla e soalheira e pode levar os miúdos para correrem na areia depois de se lambuzarem com queijo mozarela derretido, molho de tomate e, para os mais corajosos, cogumelos. Empanturre-se também sem culpas. É fim-de-semana e vale tudo. O sol é quente mas não o suficiente para trocar as calças de ganga pelo fato de banho por isso não tem (ainda) de se preocupar com a linha. Na segunda-feira, quando lhe perguntarem se o fim-de-semana foi bom, vai poder responder um ”sim” verdadeiro (e quem sabe com a cara mais bronzeada).

Horário: das 9h às 00h, sábado das 9h00 às 3h00
Telefone: 214670027

Praia Cabana do Pescador, Costa da Caparica, Delmar café
Está aberto todo o ano porque a praia também é bonita no Inverno. A esplanada é grande e até tem espreguiçadeiras viradas para o mar, onde pode beber uma caipirinha ou um galão enquanto sonha com as caraíbas. Se for do tipo friorento e adepto de esplanadas debaixo de 30º graus, pode ficar no interior sem medo de perder o mar de vista. Para comer há vários tipos de peixe e marisco para os mais frugais, os costumeiros hambúrgueres para os carnívoros e para beber há sangria, entre outras coisas que agora não temos espaço para enumerar.

Horário: fins de semana das 9h00 às 24h00; durante a semana das 14h00 às 20h00. No verão está aberto 24h00.
Telefone: 919305018

Praia Nova, Costa da Caparica, Marrocos Ocean Club
O calçadão da Costa da Caparica já não é o mesmo desde que o Pólis (finalmente) reorganizou as esplanadas e deu mais areia às praias. Neste restaurante/bar pode fingir que está em Marrocos, de olhos no mar. E não faltam pufs no chão, chá quente e frio e cachimbos de água para quem gosta de tabaco com sabor a fruta. Não deixe de entrar no restaurante, nem que seja para ir à casa de banho, porque vale a pena. O menu é mesmo marroquino, feito pelo chef Rochi Addari, onde marcam presença o couscous, as tágines e as pastillas.

Horário: das 11h00 às 02h00. Encerra às 2ªs
Telefone: 927971528

Praia de São João, Costa da Caparica, Kontiki
Se olhar para a fotografia fica logo com vontade de se sentar nos sofás, deitar nos pufs coloridos tamanho XL e dormir uma sesta. E pode fazê-lo, que ninguém o vai acordar. Convém é que consuma qualquer coisa primeiro, está bem? Nem que seja uma sangria de frutos silvestres. Vai ver que adormece mais depressa.

Horário: das 11h00 às 20h00; Verão das 9h00 às 02h00

Telefone: 967967343

Parque de Albarquel, Setúbal, Made in Café
Tão depressa está no campo, como na praia. Há árvores, relva para os miúdos correrem, rio e mar a encontrarem-se e areia para passear. Desta esplanada vê-se Tróia e um bocadinho da baía de Setúbal. Os preços são baixos e ainda não há filas de pessoas nem longas esperas por uma mesa. Pode almoçar em modo buffet ou preferir uma tosta mista: há para quase todos os gostos. Ou então pode beber um café e pronto.

Horário: das 10h00 às 02h00
Telefone: 96 605 20 11

Av. Norton de Matos, Matosinhos, Lais de Guia Bar
Mesmo em cima do areal da praia de Matosinhos está um dos mais apreciados bar/esplanada do Grande Porto. O Lais de Guia abriu portas em 1996, ganhando o nome a partir de um dos nós mais usados na faina marítima, quer para atracar os barcos que chegam ao porto de abrigo, quer para arremessar e salvar náufragos. Além das mesas e das cadeiras, a esplanada oferece ainda umas confortáveis espreguiçadeiras.

Horário: das 09h00 às 02h00
Telefone: 229381428

Esplanada Praia da Luz, Avenida Brasil, Porto
A Praia da Luz é, a par com as do Molhe, uma das mais antigas e conceituadas esplanadas da Foz. Funciona durante o ano inteiro, mas é com os primeiros raios de sol que ganha mais encanto. As espreguiçadeiras alinhadas a meia dúzia de metros do mar, a música chill-out nas colunas e, claro está, um lugar privilegiado para assistir ao pôr-do-sol. Quem vê nunca mais esquece, dizem.

Horário: das 9h00 às 2h00.

Telefone: 226173234

Praia Canide Norte/Sereia, Vila Nova de Gaia, Grão d”Areia
Postada em pleno areal de uma das mais extensas praias de Vila Nova de Gaia, Canide Norte, a Grão d”Areia tem uma esplanada lounge com espreguiçadeiras e puffs. Logo em frente fica o passadiço de madeira que liga todas as praias de Gaia. Só para o caso de dar vontade de uma caminhada praia fora.

Horário: Domingo a quinta das 9h00 à 1h00; Sexta e Sábado das 9h00 às 2h00
Telefone: 227722108

Com Miguel Ângelo Pinto»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/107071-esplanadas-ver-o-mar-10-escolher-antes-que-o-sol-desapareca-, a 28 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

Altos Prazeres!!!

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Almoçe No Parque das Nações… Comida Que Traz de Casa…

Comer a Hora de Almoço no Parque das Nações... Fonte:http://www.ionline.pt

Hoje trago uma solução cada vez mais usual nos nossos dias, o levar o almoço de casa de forma a poupar mais uns euros, passo a transcrever o referido artigo.

«Almoço bom e barato. O segredo está em levá-lo na marmita

A ementa é mais saudável e económica. E não tenha medo de ser gozado: diga que agora está na moda

Faça as contas. Quanto dinheiro gasta com os almoços à base de bitoque, massas com molho três queijos, hambúrgueres e, nos dias de extravagância, sushi? Se conseguir a proeza de pagar 7 euros por dia – esforço digno de um atleta de triatlo – são 140 euros por mês. Mas há mais um factor nesta equação alimentar: poder escolher o que come. A dietista Eduarda Alves, directora da Clínica dos Alimentos, defende que é uma escolha mais económica e mais saudável. “Podemos seleccionar o que comemos, fazemos combinados mais saudáveis, em vez de batatas fritas, levamos uma salada ou arroz. E sabemos como foram preparados os alimentos”, diz ao i. Nós acrescentamos: até pode recordar os bons velhos tempos da infância quando levava um termo do Snoopy.

Se passar no Parque das Nações, em Lisboa, na hora do almoço num dia de sol, vai reparar que há cada vez mais pessoas a almoçar na rua. De fazer inveja às senhoras nova-iorquinas que bebem café a escaldar enquanto comem e correm. Sinal dos tempos? “Vejo cada vez mais pessoas no Parque das Nações a comerem como eu. Almoço com duas colegas e trago comida de casa há um ano e meio”, explica Susana Pinto, assessora de comunicação, de 28 anos. As vantagens são óbvias: “O facto de ter de pensar no que se vai comer dá outro nível de consciência. Quando comemos por impulso, cheios de fome, caímos nas escolhas menos saudáveis. Além disso, aqui não consigo comer por menos de nove euros.” Susana já testou quase todos os restaurantes das redondezas e nada se compara à ementa caseira. Apesar de não ter microondas no trabalho, o termo resolve tudo. “Trago sopa, outras vezes saladas ricas, com ananás, camarão, rúcula, tomate.” Susana Pinto reconhece que por vezes é chato andar com saco, talheres e comida, mas compensa. E há sempre um dia da semana para ir ao restaurante.

Mafalda Afonso, de 27 anos, também faz parte do clube e diz que esta é a melhor forma de “nos safarmos da fast food”. “É engraçado ver todo o tipo de marmita e há pessoas que as levam camufladas em sacos de lojas de roupa”, diz a delegada comercial. O hábito ficou-lhe dos tempos de estudante e ainda hoje leva a comida que a mãe faz ao fim-de-semana. Quando não é possível, opta por saladas, massas ou peixe cozido com vegetais.

Ao contrário de Mafalda, que já fazia da marmita um hábito, Carla Carromeu, de 28 anos, começou a levar almoço apenas quando sobrava qualquer coisa do jantar. O cardápio parece ser unânime: saladas e sopas. Transportá-las é muito fácil, garante Carla, que trabalha no departamento de marketing de um banco. “Trago a comida em tupperwares e em sacos. Mas nas malas das mulheres cabe quase tudo.” À laia de conselho, fica o recado: “Usem caixas quadradas ou rectangulares, são mais práticas.”

Marta Cristiano dá outro conselho: “Habituar-se a cozinhar a mais para ter restos para levar na marmita.” A designer está habituada a almoçar em tupperwares e diz que todas as comidas servem. “Desde bacalhau à Brás ou com natas, empadão de carne, caril de frango, arroz de pato, todo o tipo de sopas, frango guisado com massa, ovo mexido com arroz…” Há seis anos que deixou de ser cliente de restaurantes à hora do almoço. “Comecei quando fui trabalhar para a Rua Garrett, a ganhar o ordenado mínimo nacional (na altura 374 euros) e ainda tinha de pagar transportes. Não era comportável comer em restaurantes.” Mas Marta, 29 anos, abre-nos o apetite. “Saber a qualidade do que estou a comer é importante. Muitas vezes uso legumes do quintal dos meus pais e frango criado nos galinheiros da minha avó.” Convencido? Ah! E não tema ser mal visto pelo seu chefe. Conhecemos relatos que provam que não será discriminado. Aqui fica um exemplo: chefe convida colaboradora jovem para almoçar fora. A profissional recusa o convite, pega na lancheira da Hello Kitty e dirige-se para a copa. Não foi despedida. Garantimos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/100396-almoco-bom-e-barato-o-segredo-esta-em-leva-lo-na-marmita, a 25 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Bom Apetite.

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O Que Se Houve Às Terças Feiras à Noite Na Cidade De Lisboa…

A Roda do Choro às Terças Feiras Em Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que versa sobre o novo tipo de música que os lisboetas ouvem nas noites de terça-feira, passo a transcrever a referida reportagem.

« Roda de Choro. A música que anima os lisboetas nas noites de terça-feira

Salvaram o Lusitano Clube da falência e mudaram-se para a Casa de Lafões. Atrás levaram perto de 200 pessoas, que todas as semanas dançam ao som de um “primo do fado e da morna”

Sofia Paulo já chegou a dançar no meio da estrada em frente ao Lusitano Clube, em Alfama, com cuidado para se desviar dos táxis. A educadora de infância de 37 anos não aguentava o calor dentro da associação lisboeta que durante mais de dois anos recebeu os concertos da Roda de Choro de Lisboa. “Quando começou a ficar na moda, estive uns tempos sem ir”, conta Sofia. “Tinha sempre tanta gente que não havia espaço para dançar. Chegava a casa com as pernas negras de levar tantas caneladas.”

Agora já não tem esse problema. Desde o mês passado que a Roda de Choro de Lisboa se mudou para a Casa de Lafões, outra associação 400 metros à frente, na Rua da Madalena. “O espaço é maior e como tem umas janelas altas não faz aquele calor de estufa”, diz Sofia. Mesmo assim, perto de 200 pessoas costumam pagar quatro euros todas as terças-feiras para participar na “noite de chorinho”.

“É o ambiente de salão de baile, as luzes baixas, o chão de madeira, o pessoal porreiro, a dança, as associações que nos recebem bem…” João Raposo, de 25 anos, enumera várias razões para não perder uma noite “de Roda”. Mesmo que trabalhe cedo no dia seguinte. Ouviu pela primeira vez o grupo constituído por cinco músicos (dois brasileiros, dois portugueses e um francês) no Grémio Lisbonense, uma associação na Rua dos Sapateiros que teve ordem de despejo em Fevereiro de 2008. “Fui lá parar por acaso numa noite com amigos e achei piada”, conta. “Conheci os professores de samba e forró e meti-me nas aulas.”

Dançar até cair

Quase três anos depois não dispensa as lições de forró, tal como Ricardo Ferreira, produtor de imagem e comunicação de 27 anos, que costuma dançar “quase todos os dias”. Os resultados estão à vista. Quem chegar à Casa de Lafões às 22h30, hora a que a banda começa o “bailarico gingão”, como costumam chamar, vai sentir-se intimidado, principalmente se (ainda) não for grande bailarino. “Somos muito poucos que dançam muito bem e às vezes até me perguntam se sou professor de dança”, ri-se. Não é, mas podia ser. Assim que chega ao salão de baile, Ricardo pousa o casaco numa cadeira, cumprimenta quase todos os presentes – “há um grupo que vai sempre” – e assim que soam os primeiros acordes brasileiros voa para a pista. “Eu e a Sofia [Paulo] costumamos inaugurá-la e uma vez íamos caindo a experimentar um passo novo.”

A coreografia bem ensaiada inclui dezenas de rodopios e não é recomendável a quem enjoe com facilidade. Ricardo está sempre a ser requisitado por raparigas que querem mostrar o que aprenderam nas aulas de dança, que começam três horas antes da festa, no Lusitano Clube. Mas nem sempre foi o homem do baile. “Quando fui à Roda pela primeira vez, através de um encontro do Couchsurfing [uma comunidade online que, entre outras coisas, permite aos viajantes encontrarem alojamento gratuito] nem sabia dançar. Era só um passo à frente, outro atrás…” Sofia já dançava forró antes de ser habitué da Roda de Choro e, apesar de ser uma especialista, não tem muitos pedidos para dançar. “Modéstia à parte, há muita gente que não tem coragem, mas isso até incentiva as pessoas a irem às aulas de dança.”

Não se preocupe se não tiver muito jeito para dançar. Na Casa de Lafões há mesas e cadeiras para quem prefere ficar a observar e a beber uma caipirinha (a 3,5 euros) ou uma cerveja (a 1 euro). Além dos bailarinos natos e dos alunos mais assíduos das escolas de dança, a partir das 23h a pista enche-se de curiosos, desajeitados e pessoas de todas as nacionalidades – desde imigrantes brasileiros saudosos a turistas que vêm atraídos pela música.

O Barulho do Lusitano

Aliás, foi por causa das queixas de barulho que a Roda de Choro de Lisboa saiu do Lusitano Clube. “Os moradores e os comerciantes fizeram queixa do ruído”, conta Teresa Lousa, produtora da banda. “Em Portugal, essa lei tem um grande peso e isso obrigaria a obras dispendiosas de isolamento de som que não faziam sentido num salão de 105 anos com azulejos.” O que é certo é que o Lusitano pode agradecer aos músicos o facto de terem enchido a casa durante dois anos. “Eles estiveram fechados antes de chegarmos. Depois conseguimos angariar dinheiro para obras e agora voltaram a fechar portas desde que saímos.” À excepção das aulas de forró, com Pablo Dias, que continuam a funcionar no mesmo sítio. “Como não queremos desligar-nos da associação, estamos a pensar também fazer lá umas matinés de Roda de Choro no primeiro domingo de cada mês, já a partir de Fevereiro”, adianta Teresa. “A essa hora não deve haver problema em fazer barulho.”

O choro

O sucesso da Roda de Choro de Lisboa levou a banda a gravar um primeiro álbum, “Lusofolias”, que deverá estar pronto em Fevereiro. Os músicos (Nuno Gamboa no violão de sete cordas, Edu Miranda no bandolim, Carlos Lopes no acordeão, Alexandre Santos na percussão e Etienne Lamaison no clarinete) começaram a ensaiar em 2004 e passaram por vários bares – que entretanto fecharam – como o Fala Só, no Bairro Alto, ou o Cefalópode, em Alfama. “Começámos a tocar às terças-feiras porque era um dia em que nenhum dos músicos trabalhava”, conta Nuno Gamboa, director artístico da banda. Foi quando conheceu o cavaquinista brasileiro Mário Neto que Nuno se apaixonou pelo choro. “Não fazia ideia que era praticado no Brasil. O que é divulgado é o samba e a bossa nova e o choro era quase uma coisa de gueto”, explica Nuno.

Mas afinal o que é o choro ou “chorinho”, como é chamado no Brasil, onde nasceu? Nuno diz que é um primo do fado e da morna, já que surgiram na mesma altura, há mais de 130 anos. O melhor mesmo é ir hoje à Casa de Lafões e tirar as suas próprias conclusões. Até porque este choro está cheio de referências a musicas tradicionais portuguesa, como o Malhão ou o Vira. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/96598-roda-choro-musica-que-anima-os-lisboetas-nas-noites-terca-feira, a 04 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Bom Som!

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Conheça Os Bares Chiques da Cidade de Lisboa…

O Prócópio em Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo sobre os bares mais chiques de Lisboa, aproveite que hoje é feriado e pode sempre aproveitar para visitar alguns.

« Os bares mais chiques de Lisboa têm assinatura. E é sempre a mesma

Luís Pinto Coelho criou e decorou quatro espaços emblemáticos da capital. Só ficou com o Pavilhão Chinês, mas quer abrir mais um

Luís Pinto Coelho, de 77 anos, ainda costuma trazer peças para decorar o Pavilhão Chinês, bar que abriu no lugar de uma mercearia com esse nome em 1986. “Tem alguma coisa velha em casa que lhe possa comprar?”, pergunta ao i num tom irónico, depois de pendurar uma caneca no tecto, perto do balcão, talvez o único sítio disponível no bar cheio de tralha. Foi assim, a perguntar a amigos e conhecidos, que conseguiu muitas das peças que lá estão. Outras, como a colecção de figuras de Zé Povinho e de Action Men, chapéus militares, aviões e até um guarda do Palácio de Buckingham em tamanho quase real, arranjou-as em antiquários e feiras de velharias. O antigo decorador e gestor hoteleiro não gosta de dar entrevistas. “Não sou daqueles que gostam de se promover”, responde sem muita paciência. Nem precisa.

Os quatro bares que inaugurou e decorou em Lisboa – Procópio, A Paródia, Fox Trot e Pavilhão Chinês – continuam cheios sem que nunca tenha sido preciso fazer publicidade. “O segredo é o bom serviço”, diz António Pinto, de 56 anos, um dos actuais sócios do Pavilhão Chinês e funcionário do bar desde a inauguração. “Noutras casas é tudo à balda.”

Há um ano e meio, Luís Pinto Coelho ainda era visto com frequência no Pavilhão Chinês, o último bar que criou em Lisboa e o único que não vendeu. Foi nessa altura que, nas palavras de António, “cedeu uma posição” a três funcionários agora encarregues do negócio. Embora ainda seja proprietário do bar, só lá vai de vez em quando e passa a maior parte do tempo na sua casa em Sintra.

“Trabalho com ele há 34 anos”, continua António. “Comecei a ajudá-lo [no bar A Paródia] quando morava em Campo de Ourique e depois fui para o Fox Trot [o terceiro a ser inaugurado, em 1978].” Segundo António, criar e decorar outros bares sempre “foi uma coisa dele”.”Havia uma altura em que achava que era bom vender e partia para outra.”

O Procópio foi o primeiro espaço em Lisboa fundado por Pinto Coelho, em 1972, e depressa começou a ser frequentado por figuras como Mário Soares, Sá Carneiro ou Raul Solnado. “Durante os tempos escaldantes da revolução, era por aquelas noites que no Procópio tudo acontecia”, lê-se no livro lançado em 2007 para comemorar 35 anos do bar. “Jornalistas infiltrados faziam fila à espera de chegarem ao telefone para informarem o director de tudo o que ali se cochichava.” Alice Pinto Coelho, ex-mulher de Luís e mãe dos seus três filhos (duas raparigas e um rapaz), gosta de recordar esses tempos ao balcão do bar perto do Jardim das Amoreiras. Quando se separaram, pouco depois de abrirem o bar, foi ela quem ficou com o espaço, enquanto o ex-marido já tinha a cabeça n”A Paródia.

Inaugurada em Campo de Ourique a 27 de Abril de 1974, começou como loja de antiguidades onde Pinto Coelho recebia os amigos. Um ano depois, era transformada no bar “A Paródia” – com nome e decoração inspirados pela revista de sátira de Rafael Bordalo Pinheiro. Além dos quadros com ilustrações, as paredes do bar estão cheias de caixas de fósforos. “Era aí que os clientes costumavam deixar moedas para usarem quando cá voltassem e não tivessem dinheiro”, explica Filipa Carlos, de 34 anos, a actual proprietária. “Quando arrastamos os móveis e descobrimos moedas de escudos ainda costumamos pô-las dentro das caixas.”

Ao i, Pinto Coelho disse estar a “pensar abrir outro bar em Lisboa com o António [Pinto, seu sócio no Pavilhão Chinês] no próximo ano”. A julgar pelos seus bares anteriores podemos adivinhar alguns pormenores: é preciso tocar à campainha para entrar, estará cheio de antiguidades e a cerveja nunca custa menos de 3 euros.

Procópio

Foi o primeiro bar criado por Luís Pinto Coelho, em 1972. Poucos anos depois de o  inaugurar, deixava-o nas mãos da ex-mulher, Alice Pinto Coelho (em destaque na foto), que ainda hoje é proprietária e costuma estar ao balcão de uísque na mão, como se estivesse em casa.

Onde: Alto de S. Francisco, 21- A (Jardim das Amoreiras). Quando: de 2.ª a 6.ª das 18h às 3h; sáb. das 21h às 3h

Fox Trot

Abriu em 1978, mas só os móveis e os empregados são dessa altura. A clientela é cada vez mais jovem e todas as noites há uma bebida em saldo, a 4 euros, geralmente acabada em “oska”. Tem um jardim interior, wireless e salas onde se pode fumar. A melhor nesta altura é a da lareira. Onde: Tv. de Sta. Teresa, 28. Quando: Todos os dias, das 18h às 3h; 6.ª e sáb. até às 4h

A Paródia

De todos os bares fundados por Luís Pinto Coelho é o único onde os empregados não estão fardados. Os actuais proprietários são simpáticos e dão boas sugestões de cocktails – aliás, além das bebidas clássicas, a lista está sempre a ser renovada. Numa das salas apertadas, onde outrora existia uma tela onde eram exibidos filmes de Charlie Chaplin, existe um piano, onde quem sabe tocar se pode exibir. Foi inaugurado dois dias depois da Revolução de 1974 como loja de antiguidades. Muitas delas ainda sobrevivem nas paredes.

Onde: Rua do Patrocínio, 26-B; Quando: Todos os dias, das 22h às 2h

Pavilhão Chinês

Vale mais como museu do que como bar. Apesar das mesas de snooker e da lista de mais de cem cocktails e chás, o que chama mesmo a atenção é a quantidade de tralha nas paredes. Há brinquedos, chapéus, canecas, uma colecção de Action Men e toda a parafernália que se possa imaginar. O bar abriu em 1986 no espaço de uma antiga mercearia. É o único que ainda pertence a Luís Pinto Coelho, embora já tenha cedido parte do negócio a três funcionários. Não espere simpatia no atendimento.

Onde: Rua Dom Pedro V, 89. Quando: 2.ª a sáb. das 18h às 2h; domingo  das 21h às 2h »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/89487-os-bares-mais-chiques-lisboa-tem-assinatura-e-e-sempre-mesma, a 20 de Novembro de 2010, em Jornal I

Bons Copos!

RT

Antevisão da Actuação de Sergio Godinho Hoje Na CulturGest…

Sérgio Godinho Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão para este dia, desta feita é no auditório da Culturgest, e o artista é Sergio Godinho, passo a transcrever o referido artigo.

« Sérgio Godinho canta rascunhos em palco

A Culturgest revela, a partir de hoje, uma antevisão do novo disco do músico e compositor

Aqui a lição é dada pelo mestre. Sérgio Godinho tem o génio de transformar palavras em canções e sobe amanhã ao palco da Culturgest, em Lisboa, para explicar como se faz. O cantautor apresenta “Final de Rascunho“, uma série de concertos onde vai desvendar parte do seu universo criativo. As múltiplas facetas, como a poesia e a spoken word, estarão em evidência, num espectáculo que se quer intimista. E em boa companhia: a acompanhar a banda estará Bernardo Sassetti e o violoncelista António Serginho.

O espectáculo surgiu de forma natural. Há muito que as datas dos concertos na Culturgest (sexta, sábado e domingo) estavam marcadas. “Mas ainda sem um programa definido”, conta Sérgio Godinho ao i, a partir do estúdio onde está a preparar o concerto. Inicialmente previsto para o ano de 2010, o seu novo disco acabou por não sair. Mas foi dos seus preparativos que nasceu a ideia de levar para o palco “um espectáculo encenado e espontâneo, construído e imprevisível”. Uma decisão inédita, quase uma introdução ao novo registo.

“Enquanto as canções foram surgindo, achei que seria interessante partilhá-las sem rede, com o público. No fundo é isso que este espectáculo representa: resulta de um work in progress e pretende ao mesmo tempo mostrar como se foram desenvolvendo as canções”. Mas sempre “de modo muito informal”, sem revelar grandes detalhes.

O autor é muito ciente desse trabalho solitário, dos primeiros esboços feitos em casa ou num “lugar qualquer”, cuja natureza raramente se revela. “A primeira partilha é com nós mesmos e com interlocutores imaginários. Quando se compõe, projecta-se sempre para os outros. Pode ser muito romântico dizer que não, mas não faz sentido nenhum. Mesmo os que dizem furiosamente que escrevem para si, fazem-no sempre para alguém.”

Além de deambular por um conjunto de novas canções, “Final de Rascunho” inclui um alinhamento “mais vasto”. “Vamos também tocar coisas mais antigas, todas elas cruzam esta mesma linguagem.” Em palco, Sérgio Godinho promete ainda evidenciar uma das facetas mais apreciadas: a escrita. Serão lidos poemas do seu livro de poesia, “Sangue por Um Fio”, em jeito de spoken word, acompanhados pela banda e pelos músicos convidados, que têm papel activo não só no concerto mas também no disco.

“Sempre pensei que este próximo disco teria outras pessoas para além da nossa banda. Foi por isso que convidei o Bernardo Sassetti e o António Serginho. Entram na dupla condição de instrumentistas em palco, mas também para conceber arranjos.” Sérgio Godinho confessa que há muito tempo queria trabalhar com Sassetti e o resultado desse desejo ganha agora forma num tema inédito. Chama-se “Dias Consecutivos” e é uma “espécie de valsa macabra.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/90482-sergio-godinho-canta-rascunhos-em-palco, a 25 de Novembro de 2010, em Jornal I

RT

O Pão Pode Ser Um Objecto Gourmet… Conheça Uma Padaria Que Sabe Fazer Bom Pão na Cidade de Lisboa…

Segredos de Uma Padaria Portuguesa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que achei bastante interessante, sobre uma padaria na cidade de Lisboa, passo a transcrever o referido artigo.

« A Padaria Portuguesa: O pão também pode ser chique

Abriu este mês e já conquistou clientes habituais. Tem mais de 30 variedades de pão e vários bolos caseiros

Imagine uma padaria com mais de 30 tipos de pão. Agora, imagine que nessa padaria há pão quente a sair várias vezes ao dia. Junte-lhe bolos diversos, um toldo às riscas com um toque parisiense – porque a decoração também importa – e uma bicicleta pasteleira, cheia de espigas de trigo, mesmo à entrada. Quem passa fica com os olhos presos na montra, cheia de pão de todos os tamanhos e feitios. Também há pão com chouriço de porco preto, a um euro, pão de azeitonas e de tomate seco. Há sandes de torresmos em pão de vianinha e de carne assada com cogumelos e mostarda de coentros, em baguete. E de salmão. E de mozzarella e tomate. Vamos parar antes que não consiga controlar a água na boca e explicar do que falamos.

Chama-se A Padaria Portuguesa e abriu dia 5 de Novembro, na Avenida João XXI, em Lisboa. “Abrimos só às 11h45, pensando que íamos ter um dia calmo, com tempo para organizar tudo, mas não. Antes de abrirmos a porta já tínhamos uma fila de 20 e tal pessoas à espera para entrar”, conta Nuno Carvalho, um dos sócios da padaria e mentor do projecto.

Nuno tem 32 anos. Depois de vários anos a trabalhar na Jerónimo Martins na área da gestão, onde se licenciou, decidiu criar o seu próprio negócio. A inspiração, diz, veio do próprio Alexandre Soares dos Santos, presidente do império Jerónimo Martins, com quem calhou almoçar. “Ele falou-me da fundação que quis criar e da importância de fazer alguma coisa da vida sem ser só trabalhar. Andei dez dias a pensar naquilo. Até voltei a fazer voluntariado, a distribuir alimentos aos sem abrigo, mas não era aquilo que me preenchia.” E pronto. Usou a experiência de gestão na área alimentar e criou A Padaria Portuguesa. O fabrico é próprio e cumpre as regras do artesanal.

Por enquanto é só uma, mas a ideia é criar uma verdadeira cadeia de padarias. “Há cadeias de roupa, de supermercados, porque não de pão?”, diz Nuno.

Apesar da futura massificação, os três mandamentos do negócio não serão afectados: “Produtos com relação qualidade preço acima da média; ambiente da loja, com decoração acolhedora e preocupação na utilização de produtos portugueses; papel activo na vida do bairro”, garante Nuno. “Queremos que o cliente entre na Padaria e o empregado já saiba o que ele vai comer.”

A Padaria Portuguesa abre às 8h00 e fecha às 20h00. Tem menus de pequeno-almoço a 2,50€ com direito a um sumo natural, uma sanduíche em pão de leite, croissant ou pão normal e um café. Ao almoço pode comer por 4,90€ e ao lanche, fica satisfeito por 2,50€.

Se quiser fazer um brilharete num almoço ou lanche em casa dos pais/tios/avós/amigos há bolos (inteiros) caseiros de chocolate, laranja, mármore e noz, a três euros. É só tirar o papel vegetal com o símbolo da padaria e jurar a pés juntos que foi feito por si.

Não se esqueça de tirar a senha assim que entra, que é para não haver confusões de quem chegou primeiro ao balcão.

E se é amante de esplanadas, façam 27 ou 7 graus, A Padaria Portuguesa já providenciou uns aquecedores de rua e umas mantas, para que possa comer brioches (ou pasteis de nata, ou bolas de Berlim) ao ar livre. Se adorar fritos de natal mas detestar o cheiro que implica fazê-los, a padaria também trata disso. E do bolo rei. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/89465-a-padaria-portuguesa-o-pao-tambem-pode-ser-chique, a 20 de Novembro de 2010, em Jornal I

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