Dicas Para Quem Pretende Ser Bem Sucedido Lá Fora…

Julho 27, 2011

Como Ser Bem Sucedido Lá Fora...  Fonte: www.liverig.wordpress.com

Hoje trago uma notícia de como deveremos agora, para termos sucesso no estrangeiro, passo a transcrever a referida…

« Dicas para ser bem sucedido no estrangeiro

Se quer dominar as técnicas de exportação, em qualquer mercado há condições que tem de assumir como obrigatórias.

Não interessa se trabalha num sector tecnológico mais avançado ou num sector tradicional como o calçado ou agro-alimentar. Se a sua empresa já tem uma dimensão considerável ou se é ainda uma pequena empresa. O que interessa quando se fala de exportação é saber reagir aos diferentes mercados numa lógica de competição internacional. E exemplos não faltam em Portugal de Pequenas e Médias Empresas (PME) que ganharam dimensão e posição de destaque nos mercados internacionais e que em muito têm contribuido para o crescimento sustentado das exportações nacionais.

Também é verdade que existem ainda hoje muitas PME com reduzidos volumes de produção que não dominam as técnicas de exportação e são comercialmente pouco agressivas. Com sistemas de informação por vezes deficientes, são empresas que estão numa situação económico-financeira comprometedora, depois de anos e anos de subsídiodependência, como refere a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Mas para aquelas que estão bem estruturadas, e que querem iniciar a exportação para algum mercado, pode encontrar no site da Aicep – http://www.portugalglobal.pt – todos os procedimentos que deve seguir. Além dos factores de competitividade mais importantes, como o marketing, a qualidade, o design, a inovação, a marca e a imagem, não se esqueça que antes de avançar com um processo de exportação tem de reunir todas as condições de viabilidade estratégica, económica, financeira e técnica. Aqui ficam algumas dicas dos cuidados que deve ter para ser bem sucedido na exportação do seu produto ou serviço.

1. Factores críticos de sucesso
Em qualquer negócio tem de se saber quais as áreas onde a excelência é condição mais que obrigatória, já que são essas que irão determinar a decisão final de compra de um produto ou serviço.Chama-se a isto identificar os factores críticos de sucesso.

2. Vantagens competitivas
É preciso saber e ter vantagens competitivas face à concorrência. Quais são os seus pontos fortes? Esta é uma resposta que tem de saber responder com exactidão e na ponta da língua. Caso tenha hesitado, não é bom sinal.

3. Fazer diferente
É preciso desenvolver capacidades de fazer e de produzir diferente. Desta forma, não só transmite valor acrescentado aos clientes como passa uma imagem corporativa de excelência do seu negócio.

4.Informação estratégica
É preciso potenciar a informação estratégica relevante disponível e fidedigna que permita não só o conhecimento dos mercados, mas também das oportunidades de negócio que existem ou que facilmente podem ser geradas nesses mesmos mercados.

5. Pessoas
Não pode fazer nada sem uma boa equipa de recursos humanos. Precisa de recrutar quadros superiores e intermédios especializados, motivados e com formação em internacionalização, técnicos e financeiros.

6. Gestão
Deter capacidades de gestão interactiva e de organização nem que sejam mínimas mas dedesde que sejam as adequadas e suficientes à maior complexiddade dos processos de exportação.

7. Marketing
Tem de ter uma pequena estrutura para o desenvolvimento de todas as acções relacionadas com o marketing.

8. Responsabilidade
Seja responsável nas suas decisões e gestos. Seja prudente e tenha sempre presente que é melhor ir crescendo de forma gradual. Não dê um passo maior que a perna. E é bom não fugir da realidade da empresa. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/dicas-para-ser-bem-sucedido-no-estrangeiro_123334.html, a 26 de Julho de 2011, em Diário Económico.

RT

 


Conheça Um Festival de Verão Ecologico no Nosso País…

Agosto 18, 2010

Festival de Verão Boom... Fonte: http://www.ionline.pt/

Na continuação da saga dos festivais de verão, trago uma peça jornalística que versa sobre um festival quase desconhecido em Portugal, vou transcrever o referida peça, para que se ganhe mais notoriedade.

« Boom. O festival psicadélico mais ecológico do mundo

Começa amanhã o evento português que atrai mais estrangeiros. Não há autoclismos e tudo é reaproveitado

Caro e David casaram-se no fim de Julho e percorreram mais de 2200 km para passar a lua-de-mel no Boom Festival, em Idanha-a-Nova. O casal chegou a Portugal na sexta-feira, mas só ontem reencontrou amigos alemães que os esperavam no aeroporto de Lisboa. “Eles trazem as nossas coisas todas na autocaravana”, diz Cristina, de 39 anos, acabada de aterrar de Düsseldorf.

Na fila para os táxis do aeroporto é fácil perceber quem vai para o Boom Festival, o evento português com maior projecção no estrangeiro, segundo a organização. Calças com padrões psicadélicos, rastas, tatuagens, guitarras e esteiras de campismo tornam a zona das chegadas ainda mais étnica. “Morei em Portugal dez anos, mas só na Alemanha é que ouvi falar do Boom”, conta Cristina. Ao lado, Mika, de 24 anos, prepara shots de Jägermeister, “um licor com 56 ervas”, embora ainda não sejam onze da manhã. “Comprei bilhete para o festival em Janeiro. Já tinha ido em 2008 e é um dos melhores sítios onde estive”, diz. “Até gosto das casas-de-banho.”

O festival de trance nas margens da barragem de Idanha-a-Nova, em Castelo Branco, é um dos mais conceituados da cultura psicadélica, e, segundo a ONU, um dos mais ecológicos do mundo. Este ano, foi convidado pelas Nações Unidas para integrar a “United Nations Music & Environmental Initiative”, um projecto criado para “promover a consciência ambiental através da popularidade da música”. “É um case study junto da ONU”, escreveu Meegan Jones, autora do primeiro livro sobre sustentabilidade em eventos.

Casas-de-banho sem autoclismo, onde os dejectos são fermentados na terra, e chuveiros onde nenhum litro de água é desperdiçado são alguns dos métodos ecológicos desta 8.ª edição do festival que, desde 1998, se realiza de dois em dois anos, sempre na altura da lua cheia.

A organização orgulha-se dos feitos da edição de 2008, que lhe valeu a distinção de mérito do Greener Festival Award – prémio internacional para os 31 eventos com maiores esforços ambientais. Segundo o site do Boom, os geradores de energia foram alimentados com 45 mil litros de óleo vegetal usado e 200 mil litros de água foram evaporados dos chuveiros e reaproveitados pelo sistema de tratamento de água biológico. Até os materiais de construção são sustentáveis: bambú, madeira reciclada, fardos de palha, tecido e estruturas reaproveitadas do Rock in Rio e do Festival Internacional de BD da Amadora.


“Não é fácil encontrar um sítio onde estas coisas são mesmo feitas”, afirma Mika. “No recinto do festival não se vê lixo, as pessoas estão conscientes.”

Conscientes a nível ecológico, mas muitas delas sob o efeito de drogas sintéticas. A pensar no consumo desse tipo de substâncias, associado à música trance, a organização tem uma tenda, a Kosmicare, para quem “se sente perdido na sua experiência psicadélica e emocionalmente vulnerável”, explica no site. A equipa da Kosmicare, constituída por psicólogos (inclusive do Instituto da Droga e da Toxicodependência), homeopatas e psiquiatras, além de ajudar em caso de “bad trip”, tem equipamentos para avaliar a pureza das drogas.

Este ano, o limite de entrada no Boom é de 26 mil pessoas, mas já só estão disponíveis 3 mil bilhetes (a 200€ cada). A organização aconselha os “boomers” – termo para estes festivaleiros – a deixarem o carro em casa. Nas outras edições as filas para entrar no recinto superaram as 20 horas e os bombeiros tiveram de refrescar quem esperava. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/74069-boom-o-festival-psicadelico-mais-ecologico-do-mundo, a 17 de Agosto de 2010, em Jornal I

Bom Festival

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O FIM da FHM em Portugal…Onde Andam A Errar os Editores em Portugal…Saiba Onde…

Março 5, 2010

O Fim da FHM em Portugal... Fonte: http://milfotos.org

Hoje trago uma notícia que saiu num diário da nossa praça, e que se trata da notícia que a ultima revista masculina «FHM», vai sair no mercado nacional, ou seja, não foi renovada a licença com a detentora da marca, vou transcrever a peça jornalística e de seguida vou tecer um breve comentário sobre o assunto.

«”FHM” já não é de homem. Autópsia às revistas masculinas

Este mês chegou às bancas a última “FHM”. Saiba porque as revistas masculinas estão a perder leitores

É uma casa de banho que Ana Maria Lucas não vai esquecer. Em letras garrafais na parede estava escrito que ela “organizava bacanais com putas”. A ex-Miss Portugal pagava assim a ousadia de produzir as sessões fotográficas da primeira revista masculina portuguesa, a “Élan”. Estávamos em 1987, computador e internet ainda era coisa de cientista e explorar o corpo feminino podia ser uma heresia – lembram-se da polémica que a exibição do filme “Império dos Sentidos”, em 1991 na RTP2, provocou?

A revista, dirigida por Alexandre Pais (actualmente no “Record”), não sobreviveu aos preconceitos da altura e morreu em 1990. Para memória futura, gravam–se números na lápide: vendia 12 mil exemplares por edição e custava 350 escudos. Vinte anos depois, outra revista masculina entra para o obituário. A “FHM” deste mês é a última a chegar às bancas – o grupo editorial Impresa Publishing decidiu não renovar o contrato de licenciamento com a marca inglesa. Vendia 36 mil exemplares e custava três euros. As causas do “encerramento precoce e abrupto”, como lhe chamou o director, João Godinho? A empresa, em comunicado, arriscou uma: “As revistas masculinas têm assistido, continuada e abusivamente, a uma apropriação dos seus conteúdos por vários sites.” Ao contrário de 1987, computador e internet já não são coisa só de cientista e ver corpos de mulheres semidespidas pode ser mais fácil do que acender um cigarro. Mesmo assim, o diagnóstico de João Godinho é reservado: “A internet terá obviamente a sua dose de culpa. Assim como a crise mundial, a chuva – que faz comprar menos revistas -, os quiosques que fecharam, o facto de haver mais títulos em banca… a internet é um óptimo bode expiatório para esta situação. Mas será a única culpada?” Domingos Amaral, director da concorrente “GQ” e fundador da “Maxmen”, afasta essa possibilidade: “Esses sites são fenómenos marginais. Não é a razão e não explica a perda de 25 mil leitores num ano.”

Depois do fecho da “Élan”, as revistas masculinas só voltaram às bancas portuguesas em 2001. Domingos Amaral apostou numa modelo ainda relativamente desconhecida para o lançamento da “Maxim” – uma batalha jurídica perdida com a “Máxima” obrigou a que mais tarde se mudasse o nome para “Maxmen”. A imagem daquela loira a saltar à corda ainda hoje deve pairar na cabeça de muitos homens. “Nunca mais me esqueço de quando entrei no estúdio e vi a Marisa [Cruz] a fazer a fotografia da capa. Uma visão inesquecível.” Nascia uma revista e uma nova estrela. Seguir-se-iam outras: Isabel Figueira, Diana Chaves ou Soraia Chaves aproveitaram a boleia para a fama. Ao fim de nove anos como director, o filho de Diogo Freitas do Amaral não tem um modelo de capa bestseller: “Só sei que resulta sempre bem alguém famoso que nunca tenha aparecido.” Catarina Jardim é até agora a recordista: mais de 80 mil exemplares vendidos. “Portuguesa, mediática, da televisão e, claro, gira”, eis o critério de escolha de Luís Merca, actual director da “Maxmen”. Na “FHM”, que apareceu em 2005, a receita é parecida e as quase 80 mil vendas da edição em que Luciana Abreu arrumou Floribella a um canto são inesquecíveis: “Do avô, ao pai, ao filho e ao neto, todos tinham curiosidade de a ver de lingerie”, diz João Godinho.

Saudosos números, pensarão hoje os directores: agora chegar aos 30 mil exemplares é uma vitória. “Olhando também para o panorama internacional, parece que as revistas masculinas não fazem grande falta aos homens. Até ao dia em que alguém criar uma fórmula diferente”, analisa Pedro Boucherie Mendes, ex–director da “FHM”. Apesar de evitar dramas prematuros, Domingos Amaral concorda que a fórmula editorial pode estar gasta: “É preciso reinventar. As revistas inglesas estão a dar mais importância a assuntos que interessem a homens com filhos. Já não é só miúdas, carros e futebol. Os leitores crescem, não têm eternamente as hormonas aos saltos.” E dá o exemplo das publicações femininas: “Há 20 anos não abordavam a problemática sexual, mas depois apanharam esse lado comportamental que é hoje uma das razões do seu sucesso.” O outro são os brindes que oferecem, acrescenta antes do golpe de misericórdia. O grande problema da “FHM” foi a falta de publicidade e a sua “dependência das vendas em banca”: “Era ousada de mais para cativar anunciantes e isso foi fatal.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/49529-fhm-ja-nao-e-homem-autopsia-s-revistas-masculinas, a 04 de Março de 2010, em Jornal I

O Meu Comentário:

Perante esta peça, leva-me a crer que parte do problema aplicado aos jornais, está a contagiar as revistas, ou seja, o problema inerente ao papel, e à necessidade de transporte dos jornais ou revistas, estão a condenar os mesmos fisicamente, levando a existir problemas na venda dos mesmos.

Um dos problemas, é que as notícias nos dias de hoje, andam mais rápido que a velocidade da luz, e que por vezes os jornais que se compram nas bancas de manhã, já possuem noticias muito «atrasadas», perante a que encontramos na Internet, e muitas vezes nos sites dos próprios jornais, o que origina que exista um decréscimo na venda de jornais.

O mesmo problema, é referido às revistas, nomeadamente as revistas segmentadas para homens, devem sustentar-se em beldades conhecidas que se despem, mas hoje em dia, com a banalidade da internet, podemos ver esses beldades, semi-despidas, muito facilmente, sendo que, existe entre o publico masculino, algo, que é comum, que é o espírito de compartilha, e muitas vezes, compram a revista, vêem o conteúdo das mesmas, e depois partilham com os seus colegas e amigos, emprestando a revista, ou melhor, e mais fiável de sempre, é digitalizar as imagens presentes na revista, e partilham as mesmas, de maneira mais informal, com recurso ao e-mail.

Temos que ter consciência, as mulheres tendencialmente compram revistas por trazerem uma compilação de informação diversificada, e útil as senhoras, por exemplo, é normal uma revista feminina ter receitas, consultório médico, fofocas, etc…, e isso, faz com que se a revista estiver bem posicionada, tenha grandes índices de vendas, apesar de concorrer com muito mais títulos que as revistas masculinas.

As revistas masculinas, podem ter informação diversa, mas desta forma, não conseguem posicionar para um só público, pois os homens, são mais especialistas em determinada área, não gostando, muito da leitura polivalente, e o que mais gostam nas revistas masculinas, são mesmo as mulheres semi-despidas, que aparecem lá publicadas, mas sabem que se não comprarem um determinado número, pois sabem, que as vão encontrar na internet com facilidade, pois os homens são solidários e partilham com outros.

Outra adversidade, é o aspecto físico, partilhado por jornais, revistas e mesmo livros, se temos em Portugal uma revista, mas estamos por exemplo, de férias na Alemanha, a internet, faz com que vejamos a publicação que está aqui, coisa que à uns anos, era completamente impossível, e como tal, a internet, veio quebrar barreiras de espaço. É necessário que os editores tenham consciência que um bom gestor e marketeer, pode ser uma mais-valia, pois pode passar a ter uma visão de distribuição mais favorável a cada título e tipo de leitor, de forma a conseguir crescer e ir de encontro, com o publico alvo, coisa que muitos, os jornais, revistas e mesmo livros, no seu aspecto físico, têm se esquecido, e depois estão simplesmente a caminhar em direcção ao fecho, por vezes, mais vale ir buscar juventude de áreas de gestão e marketing, perder uns cobres no ordenados dos mesmos, e desta forma, não ser um prejuízo, mas uma mais-valia, pois vão manter os jornais, e vão satisfazer os seus seguidores, que são os leitores.

Acordem, ninguém dá resultados de borla, e sem investimento, é obvio que vão cair no esquecimento.

Tenho Dito

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Aproveite Viagens a Partir do Porto e Faro Para Os Mais Diversos Destinos Europeus Por Apenas 10€…Só Até Dia 20…

Janeiro 19, 2010

Ryanair - Low Cost Company

Hoje trago mais uma novidade patrocinada pela companhia aéria Low cost Ryanair, passo a transcrever a mesma, e não tecer qualquer comentário à mesma.

«Ryanair disponibiliza 500 rotas por apenas 10 euros

A companhia aérea “low cost” Ryanair está a vender um milhão de voos, a partir do Porto ou Faro, por apenas 10 euros. Há mais de 500 rotas, em toda a Europa, à sua disposição.
Esta promoção da Ryanair vale para viagens às terças, quartas e quintas-feiras, entre Fevereiro e Março. A reserva deve ser feita até à próxima quinta-feira, dia 21 de Janeiro.
Segundo o comunicado da companhia, “estes lugares a 10 euros têm ‘tudo incluído’ e estão disponíveis para mais de 500 rotas europeias da Ryanair, mas deverão ser reservados até à meia-noite da próxima quinta-feira (21 de Janeiro)”.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/42463-ryanair-disponibiliza-500-rotas-apenas-10-euros, a 18 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Boas Viagens

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Quer Máquinas Andarão Nas Nossas Estradas em 2010…Venha Conhecer as Novidades…

Janeiro 8, 2010

Novidades de 2010 Fonte: http://www.arendstore.com.br

Hoje trago mais novidades para este ano de 2010, mais uma noticia, neste caso concreto, nas novidades do mercado automóvel para o ano de 2010, passo a transcrever a noticia, não vou tecer comentário a mesma, pois trata-se de uma noticia a titulo informacional.

« Carros: conheça as bombas que vão marcar o novo ano

Audi, Volkswagen, Citroen, Fiat, Opel e Renault já prepararam o ano… e vão trazer várias surpresas

O início do ano é sinónimo de novos modelos de carros. Audi, Volkswagen, Citroen, Fiat, Opel e Renault já prepararam o ano com várias surpresas.

Comecemos pelo princípio. É já em Março chega o novo C3, ao mesmo tempo, que entra no mercado nacional o primeiro modelo da nova submarca da Citroen: o DS3. O objectivo é concorrer com o Mini e Alfa Romeo MiTo e estará equipado com os motores mais potentes da nova gama C3, entre os quais o 1.6 HDi de 90 e 110cv e o 1.6 THP de 12 e 150cv.

Veja as novidades mais amigas do ambiente

Abril marca a chegada do novo A8, com motores V8 a gasolina e diesel e, inicialmente, com um o 3.0 TDi de 250 cavalos. Mais tarde deverá chegar um 3.0 TDi numa versão mais económica, com 204 cavalos. Considerado um «modelo de luxo», o A8 antecede, em vários meses, o A7, que só chegará às montras portuguesas no Outono. O carro vai contar com uma versão super-desportiva RS7 com mais de 500 cavalos, para rivalizar com o CLS 63AMG.

Mas, para quem gosta de automóveis mais «maneirinhos», o Audi A1, com um motor mais pequeno, vai certamente seduzir. Este modelo compacto da marca alemã vai concorrer com o Mini e Alfa Romeo MiTo. O modelo chega no Verão e é sequência do novo perfil do consumidor, mais exigente na hora de comprar: «As questões ambientais pesam cada vez mais na escolha de um automóvel. Por isso, vamos comercializar motores mais pequenos», disse o presidente do grupo SIVA, que detém as duas marcas, Fernando Monteiro.

Sabe qual é o carro mais caro do mundo?
10 anúncios sugestivos para vender automóveis

Na Primavera, chega a segunda geração do Volkswagen Tuareg que apesar de ter menores aptidões para o todo-o-terreno, terá como destaque o facto de contar, desde o seu lançamento, com a muito esperada versão híbrida. Uns meses depois, em pleno Verão, será lançado o novo Volkswagen Touran.

Dezembro será o mês em que chega às lojas o novo Focus da Ford. As renovadas S-Max e Galaxy juntam-se á nova geração C-Max como os restantes destaques da marca para 2010.

Já a Nissan prepara a renovação do Qashqai uma versão de 7 lugares que chegará em Abril, enquanto que a Opel marcará o ano com o arranque do novo Astra. Além disso, a nova geração Meriva é outra das novidades previstas e já tem apresentação oficial marcada para Março.

A Peugeot vai lançar do coupé RCZ e do citadino eléctrico iOn, desenvolvido em parceria com a Mitsubishi. Em Setembro será mostrado, ainda como protótipo, o 508, sucessor dos 407 e 607.

Enquanto isso, a Renault prepara o reforço da gama Mégane com o lançamento da variante de quatro portas, que se irá chamar Fluence, e do descapotável, Mégane CC.
O Fluence chega em Maio a Portugal. Estará equipado com o motor 1.5 dCi de 110cv.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/portugal-automovel-carros-audi-volkswagen-ford/1114616-1728.html, a 07 de Janeiro de 2010, no Jornal I

Boas Compras

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Qual Será O Fututo da Musica e da Sua Industria…O Fim do CD Estará Perto???…Veja Aqui a Resposta.

Janeiro 6, 2010

O Futuro da Musica...

Hoje trago, um assunto, que penso seja interessante, quanto mais seja, por cultura geral, passo a transcrever a referida peça e desta vez, vou tecer um comentário sobre a peça e o referido assunto.

«Indústria discográfica: o futuro é um lugar estranho

Nick Crocker, visionário das coisas digitais, prevê o que de facto vai ser importante no 2010 feito de música

Tudo indica que a primeira era da música digital pode estar a chegar ao fim. O Napster morreu, a partilha de ficheiros P2P situou-se numa zona obscurecida pelo mercado negro, os serviços de streaming suportados por receitas publicitárias foram sufocados pelas taxas de licença insustentáveis e os serviços de assinatura revelaram-se fracos e instáveis, não tendo despertado realmente o interesse dos amantes da música. 2009 terminou com uma onda de aquisições (LaLa, iLike), lançamentos (Vevo) e encerramentos (iMeem). Estes alteraram drasticamente o panorama da música digital que, quando a poeira assentar, deverá renascer. Tendo isto em mente, eis as minhas cinco previsões para a música em 2010.

1. As Editoras encontrarão uma resposta Há mais de uma década que a música digital se vem afirmando, mas as principais editoras discográficas começam agora a agarrar a oportunidade. Concedem licenças musicais com condições mais sustentáveis, diversificam o modelo de negócio, investem em novas tecnologias e, principalmente, compreendem melhor do que nunca o que de facto significa ser-se orientado pelo consumo.

Enquanto líderes de mercado, as maiores editoras dispõem dos recursos e das redes que lhes permitem tirar o melhor partido das mudanças em curso. A evolução do suporte físico para o digital não tem sido tão rápida como muita gente poderia desejar porque o digital não é tão rentável. Os CD, quando vendem bem, continuam a render bom dinheiro. Com o digital não é assim. Contudo, isto está a mudar. Da mesma forma que as maiores discográficas se têm contraído, a sua capacidade de mudança tem aumentado. Prevejo que 2010 será o ano em que as notícias desfavoráveis sobre as principais editoras começarão a tornar-se mais positivas.

As promessas da era digital – uma compreensão mais profunda dos consumidores de música, venda de bilhetes e promoção integradas, venda directa ao consumidor e fãs no papel de promotores – estão todas prestes a tornar-se realidade. Os principais grupos editoriais irão liderar esta investida.

2. As vendas de CD físicos continuarão a cair Para garantir que pelo menos uma das minhas previsões se concretiza, vou prever que globalmente as vendas de CD físicos irão cair em 2010. Decididamente, podem contar com isto.

3. As estratégias de lançamento irão evoluir O modelo tradicional de criar furor através de singles na rádio, seguidos do lançamento cuidadosamente programado do álbum, continuará a ser a norma para a música pop comercial. No entanto, à margem, começaremos a encontrar um novo modelo de edição de música, em maior sintonia com a diversificada comunidade de consumidores.

O novo modelo, descoberto pela Topspin Media, será o lançamento gradual, por categorias. Os artistas irão começar por oferecer gratuitamente músicas completas e downloads seleccionados aos curiosos e aos admiradores fervorosos, construindo as suas bases de fãs à medida que crescem. Seguir-se-ão planos de lançamento tradicionais, em simultâneo com produtos mais inovadores, a preços mais variados, para grupos de fãs segmentados de forma mais específica.

Em vez de apenas um CD de plástico, passaremos a encontrar várias categorias de produtos musicais: streams gratuitos e MP3 de baixa qualidade, pacotes simples de música digital e física, áudio melhorado e embalagens com lançamentos em suportes digitais e físicos e depois produtos de alta qualidade, incluindo vinis, artigos promocionais e alargamento do acesso ao artista. Agora, ainda pensamos em música na sua forma física, como um CD na prateleira. Gradualmente, iremos entendê-la como uma série de produtos musicais – T-shirts, canecas, livros, arte emoldurada, folhas com letras de músicas assinadas pelo autor, USB e, uma vez por outra, experiências musicais.

4. A música irá andar nas nuvens Há algum tempo que se fala disso, mas 2010 poderá ser o ano em que pensaremos na música não tanto como um produto acabado e mais como uma reserva infinita e imediata, acessível a qualquer momento mediante o pagamento de uma taxa.

Este processo irá desenvolver–se a par da evolução dos “produtos” musicais. Mesmo sendo universalmente acessível, a música continua a ser essencial para a identidade das pessoas. Continuamos a precisar de algo para ouvir à mesa do café, algo para passar aos amigos, algo para oferecer no Natal e algo que nos ajude a dizer ao mundo que “esta música é parte de mim e quero que vocês a conheçam.”

O iTunes, como sempre, está em posição para impulsionar grande parte desta mudança. Com a aquisição do site LaLa, poderemos vê-lo a dominar o mercado do streaming, tal como domina actualmente o da música digital. O furor do Spotify parece ter acalmado, mas continua a ser o serviço de streaming mais bem colocado para tirar partido do potencial do sector. O crescimento do Grooveshark, caso se mantenha, irá torná-lo um importante actor na cena do streaming.

O MySpace, com o iMeem e o iLike na retaguarda, também poderá consolidar o seu lugar no campo do streaming. Por fim, o Google – que detém a ponte sobre o fosso, digitalmente falando – poderá puxar o tapete a todos e fornecer músicas devidamente integradas na sua plataforma de pesquisa. Deste conjunto, quem se chegar à frente estará em território novo, fornecendo acesso à música mundial, a qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

5. Quem sabe? Existem ainda alguns modelos de consumo a ganhar impulso. A Guvera promete o mundo não só à indústria da música como também aos anunciantes. Porém, ainda falta saber se os consumidores vêem os seus anúncios em troca dos conteúdos. O Rdio, com progenitores de peso e muito dinheiro a apoiá-lo, ainda não se revelou completamente mas podem ter a certeza de que, independentemente do que venha a oferecer, não será trivial.

No meio de tanto frenesi, esquece-se o facto de que algumas empresas de música digital – Last.FM, Pandora e MySpace, para nomear apenas algumas – contam ainda com as marcas estabelecidas, a base de consumidores e os meios de rendimento que preservam a sua existência para além do entretenimento da blogosfera tecnológica e musical.

E, claro, há o Facebook, o maior país do mundo (ou prestes a sê–lo). O Facebook e a música têm sido sempre parceiros incómodos. Se a Zuckerberg and Co. descobrir uma forma de integrar música na plataforma do Facebook, a base de utilizadores existente garantir-lhe-á uma grande parcela do mercado, da noite para o dia.

Tudo isto redunda numa grande incerteza. O vazio será preenchido da forma que a Web melhor conhece – pelos seus utilizadores finais. O que os utilizadores decidirem que preferem acabará por determinar os vencedores e os vencidos na economia da música digital. Enquanto apreciador apaixonado de música, mal posso esperar que a competição aqueça. Para os que se encontram na fronteira digital, a música está realmente melhor do que alguma vez esteve.

Nick Crocker é director-executivo da Native Digital e co-fundador do We Are Hunted (www.wearehunted.com) »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/40262-industria-discografica-o-futuro-e-um-lugar-estranho, a 05 de Janeiro de 2010, em Jornal I

A minha Opinião:

No que concerne à música, penso que a mesma tem sofrido diversas mutações ao longo dos anos, começou a ser editada em discos, passa pelos denominados de cartuchos, depois segue o registo magnético e aparece-nos em cassetes, passa, então, de analógica para digital, e dá-se a passagem para o disco compacto, denominado normalmente de CD.

A industria da musica, não tem estado à altura desta mutação na musica, pois no inicio continuou a empurrar CD’s para o mercado, quando os consumidores já consumiam muita musica digital, descarregando as mesmas, de forma ilegal da internet; de seguida a industria da musica, pretende punir os consumidores que faziam downloads das musicas; como em acto de remissão dos pecados, depois passou a dar a possibilidade de se fazer download com pagamento de quantias das musicas, passando desta forma, a serem downloads legais, no entanto, a adesão a esta opção, não foi tão significativa, pois já estávamos na era do streaming, e desta forma, podemos concluir que a industria da musica, se quer não ter perdas, tem que estar mais rápida e ir de encontro com as necessidades, desejos e motivações dos consumidores, e acima de tudo, não comprar uma guerra, como fez no passado, onde pretendia punir quem descarregava musicas da internet.

Que fique bem claro, não sou a a favor, que se descarregue musicas ou mesmo vídeos da internet de forma ilegal, sou a favor que simplesmente, a industria da musica tenha a percepção do mercado onde se encontra inserida, e das necessidades, desejos e motivações dos consumidores, hoje em dia quase ninguém compra um CD, pois já não se usam os diskman, mas sim, leitores de MP3 e de MP4, que são mais fáceis de transportar, levam maiores quantidades de informação, na sua memória flash, levando, mesmo toneladas de CD, como tal, é obvio que o CD tende a ser um objecto de colecção de culto, como ainda hoje, é o LP.

Como tal, esta década que se aproxima, será cada vez menos leva para a industria da musica, no entanto, segundo a pela, parece que vão optar por técnicas de marketing, para segmentar o mercado, e desta forma, dividir os consumidores por grupos, e mostrar músicas que os mesmos gostem, ou estejam, interessados em conhecer, originando desta forma, uma nova forma de consumo de música, que passa por estilos de música, e não por um determinado ou determinados grupos de música.

Vamos ver o que vai acontecer, no entanto, continuo a indicar, em nenhuma situação, o crime compensa, como tal, nunca descarregue musicas ou mesmo filmes de forma ilegal, pois só comprando, pode-se financiar os autores da obra, para continuarem a produzir, e a poder fazer muitas das nossas delicias que ouvirmos, que são verdadeiras obras de arte.

Tenho Dito!

Boas Escutas!

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Sugestão Para Compras Originais na Cidade do Porto…Aproveitem Este Natal…A Loja 15 em Um…

Dezembro 19, 2009

A Loja 15 em Um, na cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje, e por ser o ultimo fim de semana antes da noite de natal, e como tal, trago a notícia sobre uma loja, na cidade do Porto, onde pode encontrar alguns presentes originais, fica aqui a transcrição de um jornal diário da nossa praça, deixo a dica para boas prendas.

«A loja do Porto que é… 15 em um?

Pode comprar prendas originais. Pode comprar roupa dinamarquesa. Pode comer. Pode ler. A Casa Aberta é uma espécie de casa de bonecas retro onde apetece ficar depois de entrar

A Casa Aberta fica em plena Foz Velha, numa ruazinha tranquila por trás do Hotel Boa-Vista. Entre o restaurante Museu dos Presuntos e a discoteca Pop, mesmo em frente à loja da criadora de moda Anabela Baldaque. Aliás, esta loja acolhedora é dela e do seu filho Diogo, que se encarrega de conduzir o negócio. E ocupa o rés-do-chão do seu ateliê. Para quem vive ou trabalha na Foz, este espaço, aberto em Outubro de 2008, é hoje um sítio de passagem quase obrigatória, nem que seja para tomar um café e dar uma vista de olhos no jornal.

Passado um ano, a Casa Aberta é quase um ponto de encontro de amigos. “As pessoas quase se servem do frigorífico”, graceja Diogo. “Há uma intervenção quase de conjunto entre lojista e cliente.” É que neste clima “bastante informal” se servem refeições ligeiras. Além de sopa do dia, quiches, saladas e sanduíches, há tábuas de queijo, enchidos e vinho a copo. E ainda chás e scones, para o lanche. Ao fim da tarde, chega uma happy hour, com um “pague um, leve dois” aplicado a caipirinhas.

Além disso, neste canto com mesas e jornais, revistas e livros para consulta (e ainda um pequeno pátio exterior, para os dias mais quentes), também se organizam pequenos-almoços ou almoços de grupo/aniversário. “Essa parte está a correr muito bem, mas este espaço não é só isso. Tem à venda uma série de coisas para todos os tipos de prendas, para todas as idades”, garante Diogo, e é verdade. Aqui encontram-se “coisas diferentes do convencional e a partir dos três, quatro, cinco euros”. E lá dentro está tudo à venda. Se quiser comprar a cadeira em que está sentado, pode fazê-lo.

Contudo, o forte da Casa Aberta é mesmo a grande oferta de prendas engraçadas e um pouco retro, a preços simpáticos. De produção original, há artesanato urbano e quadros feitos por Diogo e Anabela. “Além de outros que expõem as suas coisas aqui”, diz. Com a marca Casa Aberta foi lançada uma linha de casa com toalhas, individuais e bases de copo. Depois, nas várias viagens que mãe e filho vão fazendo pelo mundo (Europa, América Latina, Ásia), regressam com uma “recolha de objectos para pôr à venda”. E há tanta coisa! Bijuteria, brinquedos para crianças (maioritariamente de lata, madeira ou cartão, à antiga), brinquedos para adultos (“Para tentar descomprometer o constrangimento de entrar numa sex shop para comprar estas coisas”, explica Diogo), plantas, chinelos gregos, bonecos de cascata/presépio, talhas de Buenos Aires, relógios Casio vintage, louças da ArtLusa e da Bordalo Pinheiro, caixas de música, peões (de madeira e de metal), lousas, jogos de mikado, porta-chaves ou cadeiras de baloiço em cartão, para montar. E também se fazem pins personalizados.

Em casa de ferreiro espeto de pau? Não, é claro que aqui ainda há espaço para a moda, com uma breve selecção das colecções de duas marcas dinamarquesas: Object (para ela) e Jack & Jones (para ele).

As ideias não param por aqui. Diogo Baldaque ainda pretende criar workshops e leitura de contos infantis ao sábado de manhã, para entreter os mais novos e deixar os pais tomar o pequeno-almoço descansados.

Sugestão obrigatória para quem vive no Porto e neste Natal está numa de prendas giras, baratas e fora do vulgar.

Rua Padre Luís Cabral, 1080, Porto
918 557 477

http://casaaberta1080.blogspot.com/
Segunda- -feira, 14h00 às 19h00; terça-feira a sábado, 10h00 às 20h00
Encerra ao domingo»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/38150-a-loja-do-porto-que-e-15-em-um, a 18 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Bom Fim Semana

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