Conheça o Festival Que Vai Durar Até ao Final de Agosto…

Agosto 11, 2011

Festival Hippie... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo sobre um festival que nos vai levar até ao final de Agosto…

« Os festivais para meninos acabaram. Agora é só hippies

 Começa hoje o festival de trance Freedom, em Elvas. No Gerês, o Rainbow reúne hippies até ao fim de Agosto

 “Pedir a alguém no Rainbow para não fazer sexo em frente dos seus filhos, é como ir a um bar com miúdos e pedir aos clientes para não beberem álcool.” A frase foi escrita por Jim Dee, um autoproclamado hippie e “filho de um hippie dos anos 70” na página do Facebook do Rainbow. Jim Dee aconselha todos os participantes do encontro – que começou em Portugal a 30 de Julho e se prolonga até 29 de Agosto – a não levarem crianças.

“Em miúdo, o meu pai levou-me a alguns encontros destes e fiquei chocado. Há muita nudez e sexo, por exemplo em tendas públicas como a do chá”, escreveu. “Também há sexo na relva e em arbustos, onde os miúdos brincam.”

O primeiro Rainbow aconteceu na Califórnia em Julho de 1972 e contou com 20 mil pessoas. Onze anos depois chegava à Europa e realizava-se na Suíça. O que começou por ser um evento pontual numa floresta norte-americana tornou-se no maior encontro anual de hippies, pseudo-hippies, viajantes e curiosos que aguentam alguns dias na comunidade até apanharem piolhos. Nos encontros europeus, que duram um mês, os participantes trazem as suas tendas e montam um acampamento onde as actividades principais são workshops como os de respiração holotrópica, permacultura e curas com ervas – fumá-las é a técnica preferida.

Este ano, Portugal é o país escolhido para o encontro europeu, tal como em 1996 e em 2008 – neste último juntou apenas 70 pessoas porque se tratava de um evento local. Mas não é fácil encontrar o sítio. Com uma pesquisa no Google percebemos que se realiza na “Ibéria”. Só depois de saltarmos por vários sites com arco-íris, descobrimos que é em Salto, uma aldeia em Montalegre, perto do Gerês.

“Espaço para 4 mil pessoas, fontes de água potável, madeira para fogueiras e lugares de estacionamento a um mínimo de uma hora e meia do local de encontro” são algumas das características do espaço do Rainbow.

Freedom nos intervalos do Boom

A partir de hoje, a Herdade do Monte da Chaminé, em Elvas também se vai encher de pessoas com rastas. Até dia 15, são esperados entre 8 a 10 mil amantes da música trance no Freedom. O festival que teve a sua primeira edição em 2005 realiza-se de dois em dois anos, para coincidir com os intervalos do psicadélico Boom, em Idanha-a-Nova.

“O que nos difere da cultura do Boom é apostarmos em nomes mais fortes no cartaz”, conta Tiago Mota, director do palco principal. Na 1ª. edição, a organizadora Crystal Matrix levou a Elvas nomes sonantes do trance como os israelitas Infected Mushroom e juntou 10 mil pessoas em três dias, com bilhetes a 55 euros.

Este ano os bilhetes aumentaram de preço (custam 110 euros), mas o festival dura uma semana e inclui uma after-party no dia 16. “Os principais artistas vão ser Talamasca [um DJ francês], Vibe Tribe [o projecto do produtor russo Stas Marnyanski] e os Sun Project [que combinam metal com trance].”

Tal como no Boom, onde no ano passado foram apreendidas perto de 16 mil doses de heroína e quase 5 mil selos de LSD, o consumo de drogas pesadas é habitual no Freedom. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142341-os-festivais-meninos-acabaram-agora-e-so-hippies, a 10 de Agosto de 2011, em Jornal I

RT


Conheça a História do Festival de Vilar de Mouros….

Agosto 9, 2011

Vilar de Mouros... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago nada mais nada menos que a história do primeiro festival de verão em Portugal, desta feita Vilar de Mouros.

«Vilar de Mouros. O Woodstock à portuguesa faz 40 anos

 A 8 de Agosto de 1971, Elton John actuou no primeiro festival de música pop em Portugal, que foi criado pelo médico António Barge

Elton John aterrou no Porto com manager, banda e instrumentos, pronto para o primeiro festival de música pop em Portugal. Só faltava um detalhe, ou melhor, um carro para o levar ao recinto. O transporte combinado não tinha chegado e no carro de António Barge, médico minhoto e mentor do Festival Vilar de Mouros, não cabiam todos os membros da banda, muito menos o equipamento. Por sorte, Júlio Isidro, que ia apresentar a estrela no festival, já tinha chegado e deu boleia a Elton John e ao manager. Do caminho entre Porto e Viana, o apresentador só recorda o comentário sobre as nossas estradas: “Não são muito boas.” Elton John ia levar outras memórias de Vilar de Mouros, que partilhou com Amélia Barge, a mulher do criador do festival. Fernando Zamith entrevistou-a para o livro “Vilar de Mouros, 35 anos de Festivais” e reproduziu o diálogo.

Elton John: “Acha que eles estão a gostar?”

Amélia Barge: “Estão!”

Elton John: “Mas não se manifestam!”

Amélia Barge: “Não, cá em Portugal é assim.”

Era assim em 1971, no país de brandos costumes que acolheu pela primeira vez uma espécie de Woodstock, com menos lama, talvez menos droga e mais “tintol”, como se via nas fotografias. Era também a primeira vez que se falava em vegetarianos por terras de boa carne minhota. Uma modernice do grupo pop Manfred Mann, nos tops na altura, que Isabel Barge, filha do organizador, conseguiu solucionar. Numa pensão de Caminha lá se arranjou um prato feito à medida, recordou Fernando Zamith.

Mas estas são as pequenas peripécias num projecto megalómano que não foi organizado por produtoras com grandes patrocinadores, nem por institutos públicos, mas por um médico e pela sua família que ficou com dívidas durante anos. “O festival custou 2500 contos [cerca de 600 mil euros hoje] e eles só tiveram o apoio de 30 contos de uma instituição pública. O resto foram os bens da família e as receitas de bilheteira. Houve muita afluência, mas não foi suficiente. A mulher obrigou-o a prometer que não se metia em mais nenhuma coisa destas. No final deve ter tido um prejuízo de 1700 contos”, diz ao i o jornalista da Lusa.

Vilar de Mouros, paraíso O objectivo deste médico, nascido em Venade, a seis quilómetros de Vilar de Mouros e a viver em Lisboa há muito tempo, era divulgar a região. “Ele achava que era preciso promover o resto do país, descentralizar. Foi ele que mandou fazer os primeiros postais da região para oferecer aos amigos”, recorda Fernando Zamith, também professor na Universidade do Porto.

António Barge, com dois filhos, e uma enorme paixão pela música demorou três anos a planear o festival. Antes já tinha feito parte da organização de alguns eventos musicais na terra e o de 1968 foi o mais marcante. Entre ranchos folclóricos, houve cantores de intervenção. “Zeca Afonso não resistiu e tocou músicas proibidas. António percebeu se queria fazer uma coisa em grande, não podia ter o regime à perna”, diz o jornalista. Como era uma espécie de futurista, começou a pensar num evento em grande e depois de 1969, quando aconteceu o pai de todos os festivais, o Woodstock, nos Estados Unidos, virou-se para a juventude.

O planeamento não olhava a meios e não tivessem os The Beatles acabado um ano antes, António Barge teria conseguido trazer os Fab 4 a Portugal. “O mais incrível era a determinação de António Barge em ir em frente sem receio. Ele queria trazer os Beatles e quando lhe disseram que cobravam 1000 contos [o equivalente hoje a 250 mil euros] por concerto, ele respondeu: ”Tudo bem””, recorda ao i Fernando Zamith.

Os Rolling Stones também foram uma hipótese e só por não terem datas vagas é que não foi possível virem a Portugal. Aliás, Elton John esteve quase para não vir e os Black Sabbath eram os substitutos. Barge conseguiu apoios da Phillips para a parte eléctrica e as obras nas estradas da região foram adiantadas por causa do festival.

Quando os nomes foram sendo confirmados, os jovens foram aderindo. Ninguém queria perder aquela oportunidade. Apesar disso, as cerca de 30 mil pessoas ainda não sabiam bem o que fazer em festivais. “As pessoas estavam contidas. Sabiam que a polícia andava por ali. Os concertos foram pequenos e não houve encores porque ninguém os pediu”, diz o autor do livro. A mediatização do evento também não foi grande. A RTP, que inicialmente tinha concordado em gravar o festival, recusou à última da hora, provavelmente com medo do regime. Por essa razão, praticamente não existem registos em vídeo do festival.

Livro A história do primeiro festival nacionais só está contada no livro de Fernando Zamith, lançado quando se assinalaram 35 anos do mesmo. “A minha família é de Vilar de Mouros e tenho uma vivência com a aldeia e com o festival. Fui à edição de 82 com 18 anos e foi uma experiência marcante”, recorda. Foram nove dias com U2, The Stranglers, Carlos Paredes, Jáfumega, entre outros. “Além disso, decidi avançar para o livro porque percebi que havia pouca informação e muitas ideias erradas, como ser um festival contra o regime”, conta ao i. Fernando Zamith não conseguiu entrevistar o mentor do festival, pois António Barge morreu em 2002, mas falou com a família que acompanhou de perto a criação do evento de música mais falado. O criador de Vilar de Mouros não organizou mais festivais, mas esteve presente nalgumas edições. Entre 1999 e 2007 houve festival, até que a autarquia e a PortoEventos se desentederam. Pode ser que um dia o festival regresse, este ano teria sido uma boa desculpa.

 

 


Tozé Brito
cantor e compositor
Actuou no Festival de 1971
no Quarteto 1111

 

“Era uma liberdade controlada. O público fumava marijuana e a PIDE não interferiu”

 

O que recorda do Festival?

Foi um dos espectáculos mais importantes da minha vida. Estávamos na pré-história dos festivais, o Woodstock tinha sido dois anos antes e nunca se tinha visto nada assim em Portugal. Foi um momento mágico, de liberdade controlada. A PIDE estava por lá mas não interferiu. Sentia-se o cheiro de marijuana, vi pessoas a tomarem banho nus no rio e a polícia não fez nada para impedir.

 

Como é que o público reagiu?

No início da tarde, nos concertos antes do nosso, o público ainda estava morno. Queriam era apanhar sol e conviver. Lembro-me que quando tocámos, sabíamos que não podíamos ser contestatários mas queríamos abanar o público por isso cantámos a música “Glory, Glory, Hallelujah” [The Battle Hymn of the Republic], que se tornou o hino da luta contra escravatura. Cantámos à capela e as pessoas levantaram-se acompanharam-nos. Foi um grande momento.

Como foram os concertos?

Nós [Quarteto 1111] actuamos nas duas noites e lembro-me que Manfred Man foi a apoteose. Elton John também foi brilhante a tocar e a saltar no piano como nunca se tinha visto em Portugal.

Conheceu o criador do festival, o médico António Barge? Sim. Ele era um homem especial, com ideias muito à frente do seu tempo. Era um melómano, gostava de música clássica, pop. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142006-vilar-mouros-o-woodstock–portuguesa-faz-40-anos, a 8 de Agosto de 2011, em Jornal I

RT


Dicas Para o Sudoeste 2011…

Agosto 4, 2011

Sudoeste... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo interessante, sobre um guia para o festival do Sudoeste, passo a transcrever a respectiva peça.

« Sudoeste: a bússola manda e o povo obedece

 Não tem de sacrificar-se para ouvir boa música. Saiba o que ver, onde passear e o que comer para aproveitar ao máximo o festival que arranca hoje e acaba Domingo

Já não há muito a dizer sobre o Sudoeste. O festival está lá todos os anos. E para lá se vai, todos os anos. A maioria são festivaleiros fiéis e experientes que olharão para estas páginas com desdém – esses, que atentem à coluna da direita e testem os seus conhecimentos da edição deste ano. Aos novatos, dedicamos estas quatro colunas de texto com uma série de dicas para ter um campismo bem sucedido, dias de praia bem passados e uma barriga consolada.

Ah e, claro, não se esqueça de ir ver os concertos. Do espectáculo de cores e luzes que Kanye West promete, ao rap puro e duro de Snoop Dog, à dança imparável dos Scissor Sisters. Sonoridades e géneros diferentes juntam-se: David Guetta, Deolinda, The National, Janelle Monáe, Clã ou Interpol. Estes e muitos mais numa festa de quatro dias com mais de 70 convidados em palco e cerca de 40 mil no público.

O mundo lá fora é uma selva
Talvez a expressão seja um pouco exagerada mas a verdade é que deve tirar pelo menos uma tarde para riscar tudo o que precisa da lista. Acampar não é uma tarefa do outro mundo mas pode tornar-se uma experiência desagradável se não pensar as coisas ao pormenor.

Tente chegar o mais cedo possível. Por esta altura é provável que já tenha dificuldade em arranjar o lugar perfeito para montar o estaminé, mas pelo menos ainda deve conseguir uma agradável sombra. Não se esqueça de limpar do chão objectos e/ou bichos estranhos.

Na mochila, chapéu e protector solar não devem faltar, assim como uma lanterna para enfrentar a escuridão do campismo e papel higiénico ou toalhetes para preservar o mínimo da higiene diária. Leve também uma venda – senão conseguir arranjar um lugar à sombra esta será a melhor maneira de resistir à luminosidade quando o sol nascer pelas 6h40 – e alguns comprimidos entre analgésicos e outros que o livrem das maleitas de uma noite de diversão a mais.

A música é boa mas a praia não lhe fica atrás
Poderá banhar-se nas paradisíacas águas da Costa Vicentina. Há muitas praias à escolha, a que está mais à mão é da Zambujeira, rodeada de ravinas, rochas mergulhadas na água de um azul claro. Parece-lhe bem? Assim como a muita boa gente, cerca de 40 mil – contas feitas ao público do ano passado. Por isso, se preferir afastar-se um pouco da confusão festivaleira dirija-se à praia da Amália. O nome deve-se precisamente à fadista que gostava muito de se banhar por estes lados. Pode ser que tenha de se aventurar numa espécie de escalada para pisar as areias desta praia mas, ao menos, terá alguma privacidade garantida. Alguma, sublinhamos. Até porque as circunstâncias propiciam a prática de nudismo mas também de outras actividades menos controversas como o surf ou a pesca. Se esta adrenalina não lhe chega, aconselhamos uma visita à praia do Tonel, igualmente rochosa, recatada e de difícil acesso. Há relatos de pneus que se furam no caminho e para chegar lá tem que descer por uma corda.

A vontade de passear e interagir com a natureza ainda prevalece no dia de encerramento de festival? Então – se o seu destino for para norte – faça uma visita ao Badoca Safari Park, em Santiago do Cacém.

Um estômago prevenido vale por dois
Os festivais já não são o que eram. E os festivaleiros também não. As condições melhoram de ano para ano, as infra-estruturas também e quem vai para um festival não quer só saber da música. Os festivais funcionam como miniférias e o que as pessoas querem é descansar, divertir-se e, claro, comer bem.

Novamente apelando à memória de Amália Rodrigues, visite um restaurante perto da praia do Tonel, na Azenha do Mar (o nome é o mesmo, Azenha do Mar). Não perca os percebes da casa, que segundo o que se diz eram o petisco favorito da cantora. Mais perto da Zambujeira do Mar tem ainda o restaurante “A Barca Traquitanas”, onde não pode perder a feijoada de búzios.

Se ao início da tarde começar a sentir um desejo de algo de adocique o paladar, então temos a dica ideal. É em Vila Nova de Milfontes que está a Mabi, uma pastelaria com croissants de chocolate e doce de ovos de chorar por mais. Tem ainda gelados caseiros feitos no dia: os sabores variam entre os clássicos de morango e noz ou uma exótica caipirinha.

Programa completo em www.sudoeste2011.com »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/140999-sudoeste-bussola-manda-e-o-povo-obedece, a 03 de Agosto de 2011, em Jornal I

RT


Conheça o Funchal Music Fest..

Julho 29, 2011

Funchal Music Fest... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo sobre mais um evento a ocorrer este verão, desta feita na região insular da Madeira…

« The Gift, Xutos & Pontapés e James são cabeças de cartaz do Funchal Music Fest

As bandas The Gift, Xutos & Pontapés e James são as cabeças de cartaz da primeira edição do Funchal Music Fest, que decorre de 19 a 21 de agosto no Parque de Santa Catarina, anunciou hoje a organização.

Pela capital madeirense vão ainda passar, ao longo destes três dias, Expensive Soul, Rita Red Shoes, Legendary Tigerman, Fonzie e David Fonseca.

Duarte Costa, da empresa organizadora do festival, realizado numa parceria com a Câmara Municipal do Funchal, explicou em conferência de imprensa, no Funchal, que este “é o maior festival de sempre de pop rock realizado na Madeira”.

 

“Tem por objetivo pertencer ao circuito de festivais de verão que se realizam por esta altura do ano e pretende celebrar, acima de tudo, o Dia da Cidade [21 de agosto] e contribuir, com a música, para que a cidade seja projetada a nível nacional e internacional”, adiantou Duarte Costa.

O responsável acrescentou que o objetivo é transformar o Funchal Music Fest “num mini Rock in Rio”, um espaço “onde as pessoas podem ter momentos de entretenimento em família ou com amigos”.

 

Nesse sentido, Duarte Costa referiu que estão previstas iniciativas lúdicas e desportivas no decurso do festival, que espera 4.500 pessoas por dia, atividades que pretendem “complementar os concertos, que é o motivo pelo qual as pessoas se deslocarão”.

 

O bilhete para cada dia custa 25 euros, enquanto o passe para todos os concertos tem o valor de 50 euros. A organização, junto de cerca de 60 estabelecimentos, sobretudo do comércio tradicional do Funchal, obteve ofertas, válidas até ao final do ano, superior ao preço, para quem aderir ao bilhete para todo o festival.

 

“O objetivo é fazer com as que pessoas adiram aos três dias de concertos”, declarou Duarte Costa, assinalando, ainda, a vertente social e ambiental do evento.

 

A primeira passa por leiloar uma guitarra que será autografada por todos os artistas que passarem pelo palco do Parque de Santa Catarina. A receita tem como destino uma instituição de solidariedade social. A área ambiental passa por ações de sensibilização no Parque Ecológico do Funchal, que ardeu na quase totalidade o ano passado.

 

O presidente da Câmara do Funchal, Miguel Albuquerque, considerou que a iniciativa “vem colmatar uma lacuna da celebração do Dia da Cidade”, defendendo a necessidade de criação de “pólos de atratividade e de difusão” das várias artes.

 

O festival arranca dia 19 com a atuação do vencedor do concurso de bandas madeirenses, cuja final decorre no sábado, no Casino do Funchal, seguindo-se os Expensive Soul e a banda de Alcobaça The Gift.

 

No dia 20, depois da atuação de Rita Red Shoes e de Legendary Tigerman, sobem ao palco os Xutos & Pontapés, terminando o Funchal Music Fest, no dia seguinte, com Fonzie, David Fonseca e James. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/139753-the-gift-xutos–pontapes-e-james-sao-cabecas-cartaz-do-funchal-music-fest, a 28 de Julho de 2011, em Jornal I

RT


Conheça o Festival de Musica do Mundo…Em Sines…

Julho 21, 2011

Festival da Musica do Mundo em Sines.... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo, sobre um festival sobre a música de Sines, passo a transcrever o mesmo.

« Músicas do mundo preparam-se para invadir Sines de novo

Festival Músicas do Mundo arranca esta sexta-feira, com o concerto de António Zambujo

O Festival Músicas do Mundo (FMM) arranca esta sexta-feira, 22 de Julho, em Sines.


O evento começa com música portuguesa, cabendo a António Zambujo as honras de abertura da 12ª edição do festival, pelas 18h45, no Castelo.


De resto, e ao contrário dos últimos anos, em 2011 as actuações concentram-se todas na cidade de Sines, entre o Castelo e Av. Vasco da Gama.


O FMM dura até dia 30 Julho e como já vem sendo habitual junta, no seu cartaz, artistas provenientes de vários pontos do globo e com sonoridades que alternam entre a música com raízes mais tradicionais e a fusão de géneros.


A selecção portuguesa faz-se com fado (António Zambujo e António Chainho), com a música tradicional da Beira Baixa (Aduf), através da fusão com raízes tradicionais (Rakia e Kumpania Algazarra) ou com a electrónica  (O Experimentar Na M’Incomoda), passando pelo jazz (Mikado Lab e L.U.M.E) e pela música afro (CaBaCe).


No campo das representações internacionais, há muito por onde escolher. Mamer (Xinjiang – China), Congotronics vs. Rockers (R. D. Congo / EUA / Argentina / Suécia), Ebo Taylor & Afrobeat Academy (Gana), De Tangos y Jaleos (Extremadura – Espanha), Secret Chiefs 3 (EUA), Cheikh Lô (Senegal),Mama Rosin (Suíça), Vishwa Mohan Bhatt & The Divana Ensemble “Desert Slide” (Rajastão – Índia), Marchand vs. Burger “Before Bach” (França) ou Sly & Robbie feat. Junior Reid (Jamaica) são apenas algumas das propostas do extenso cartaz que leva a Sines as cores e as sonoridades do mundo.


O
i é parceiro da 12ª edição do Festival Músicas do Mundo. Veja aqui uma pequena amostra do evento.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/137734-musicas-do-mundo-preparam-se-invadir-sines-novo-,  a 20 de Julho de 2011, em Jornal I

RT


Os Homens da Luta e o Festival da Canção 2011…

Maio 13, 2011

Presença dos Homens da Luta no Festival... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo, que achei interessante e que versa sobre os Homens da Luta e da sua participação no Festival da Canção.

« A Eurovisão continua. Já a luta, foi a que se viu

Imaginem mais de 20 mil pessoas em euforia, fechadas num enorme pavilhão, vestidas com as cores nacionais, de bandeiras nas mãos e gritando pelo seu país. Agora imaginem tudo isso sem um relvado de futebol ao centro. Não é possível? Em Portugal talvez não seja, mas na Alemanha, onde o festival da Eurovisão é levado a sério, foi esse o cenário que esperou quem entrou na Esprit Arena em Dusseldorf para assistir à primeira semifinal do festival. Pode custar a acreditar que isso suceda com o velhinho festival da Eurovisão, mas verdade é que o cenário não era muito diferente daquele a que estamos habituados a ver num decisivo jogo de futebol numa competição internacional, com a única diferença de termos os países representados por cantores e não por selecções.

Não foi difícil encontrar a claque de Portugal: três ou quatro dezenas de pessoas tingidas de encarnado e verde, muitos com camisolas da selecção nacional. Vieram de todo o país e não é possível encontrar-lhes um traço comum que não a vontade de apoiar o seu país numa competição que parece entusiasmar mais a Europa do que Portugal. Há quem goste e quem não goste da canção dos Homens da Luta, polémica o suficiente para gerar a discórdia entre os que preferiam uma canção capaz de ganhar pela primeira vez o concurso e os que se sentem satisfeitos com o protagonismo que a imprensa europeia tem dado ao grupo português. Na verdade, ao longo de toda a semana que antecedeu a semifinal, o grupo português foi dos mais perseguidos pelas centenas de jornalistas (isso mesmo, centenas) que cobrem o evento. Não havia festa, recepção, excursão ou conferência de imprensa que não fosse contagiada pela alegria dos representantes portugueses.

Nenhum dos apoiantes portugueses esperava, no entanto, que Portugal se qualificasse para a grande final, a decorrer no sábado. Por isso mesmo, no final da noite, não manifestaram especial tristeza com o resultado, e até se deram ao luxo de consolar três raparigas norueguesas que choravam a um canto. Mas se não estranharam o resultado, os apoiantes portugueses estranharam a gélida reacção da sala à canção portuguesa. O tema dos Homens da Luta foi de facto um dos poucos que não foram acompanhados, sequer no refrão, pelos milhares de pessoas que pareciam conhecer todas as canções de cor. Talvez porque a atenção mediática se tivesse ficado a dever mais ao contexto político e económico português do que à qualidade da canção, disseram. Ou talvez porque, simplesmente, a audiência não se identificou com a mensagem.

Poucos minutos depois do fim do espectáculo já os Homens da Luta, eles mesmos, dançavam na festa organizada pela Eurovisão para todas as delegações. Quem os visse, a dançar velhos êxitos do festival, rodeados de jornalistas e apoiantes, diria que os portugueses eram uns dos vencedores da noite. “Estamos felizes, claro! Gostávamos de ir à final mas a vida continua e a luta também!”, disseram. E enquanto dançavam, rodeados de jornalistas e apoiantes, disseram-nos que ponderavam voltar: “Talvez voltemos, quem sabe?” E percebe-se porque ponderam regressar, depois de ver o nível de produção deste espectáculo, que já pouco se parece com o velho festival cheio de baladas em francês organizado em pequenas salas. E se até uma banda multiplatinada como os Blue arrisca participar, porque não os Homens da Luta? »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/122698-a-eurovisao-continua-ja-luta-foi-que-se-viu, a 12 de Maio de 2011, em Jornal I

RT


Conheça os Espetaculos em Honra de Bob Marley…

Maio 11, 2011

O Rei do Regee... Bob Marley Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser quarta-feira, assinala-se o trigésimo aniversário da morte de Bob Marley, e na senda desta data, vão se realizar vários espectáculos referentes à data, passo a transcrever a referida peça, onde menciona esses mesmos espectáculos.

« Bob Marley, o rei trinta anos depois

Na próxima quarta-feira, 11 de Maio,  assinalam-se os 30 anos da morte de Bob Marley e estão agendadas diversas iniciativas, em todo o mundo, para homenagear aquele que continua a ser o “rei do reggae”.


Alpha Blondy, que actua no dia 19 de Julho na Casa da Música, no Porto, e que se preapara para lançar o seu novo álbum, “Vision”, recorda Bob Marley como a referência maior para os cantores de reggae.


Tinha uma “voz maravilhosa, boas melodias e temas que ainda hoje são atuais, trinta anos depois da sua morte. Não há ninguém que tenha a intenção de suplantar Bob Marley“, afirmou o músico France Press.


Já esta semana o legado de Marley será recordado com dois concertos de tributo pelos norte-americanos Groundation. Os espectáculos realizam-se na sexta-feira (12 de Maio) no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte no Teatro Sá da Bandeira, no Porto (13 de Maio).


Bob Marley morreu aos 36 anos em Miami vítima de cancro, mas deixou um legado no reggae que permanece sólido até hoje, com mais de 200 milhões de discos vendidos, e como fonte de inspiração para dezenas de novos artistas.


Além da música, o autor de “Bufallo Soldier” foi um dos mais conhecidos rostos do movimento espiritual Rastafari e defensor de uma mensagem pela paz, liberdade, emancipação e pela não repressão, sendo ainda hoje uma das figuras mais respeitadas na Jamaica.


Com o grupo The Wailers gravou muitos temas politicamente comprometidos e de forte cariz social, que se converteriam em clássicos intemporais.
Get Up, Stand Up”, “I Shot the Sheriff”, “No Woman No Cry” e “Could You Be Loved” são alguns desses exemplos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/122182-bob-marley-o-rei-trinta-anos-depois, a 10 de Maio de 2011, em Jornal I

RT