Fim da Taxa de Desbloqueio nos Telemóveis…Conheça Aqui os Detalhes…

Março 12, 2010

Fim da Taxa de Desbloqueio dos Telemóveis... Fonte: http://2.bp.blogspot.com

Trago hoje, um assunto que penso que seja pertinente, mais por ter alguma experiencia no ramo das telecomunicações, é o caso do fim da taxa de desbloqueio dos telemóveis, passo a transcrever a referida notícia, seguida de um breve comentário da minha parte.

«Governo aprova limites no custo para desbloquear telemóveis

O Governo aprovou hoje em conselho de ministros limites à cobrança de quantias pela prestação do serviço de desbloqueamento de telemóveis durante o período de fidelização do utente e a proibição de qualquer quantia findo esse período.

O Governo aprovou hoje em Conselho de Ministros limites à cobrança de quantias pela prestação do serviço de desbloqueamento de telemóveis durante o período de fidelização do utente e a proibição de qualquer quantia findo esse período.

“Deste modo, pretende-se garantir os direitos dos utilizadores e proporcionar uma maior concorrência no mercado das comunicações electrónicas, estimular a mobilidade dos consumidores no sector das comunicações móveis em Portugal e aumentar a concorrência pela pressão competitiva sobre o preço dos serviços prestados”, lê-se no comunicado do conselho de ministros.

A mesma fonte sublinha que durante o período de fidelização pela prestação do serviço de desbloqueamento não pode ser cobrada qualquer quantia superior a 50% do valor pago pelo consumidor aquando da aquisição da posse ou da propriedade do aparelho.

“Estabelece-se ainda que o operador de comunicações móveis deve, previamente à celebração do contrato, informar o utilizador sobre as características do equipamento, nomeadamente sobre se o mesmo se encontra bloqueado para acesso a determinada rede de comunicações e a forma e as condições do seu desbloqueamento”, conclui o comunicado.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=414431, a 11 de Março de 2010, em Jornal de Negócios.

O meu comentário:

Esta notícia tem prós e contras, pois se por um lado tem como ideia principal fomentar a mobilidade e a possibilidade de alteração de operador e a par da manutenção do número de telemóvel, o cliente pode utilizar o mesmo aparelho, mas recorrendo a outro operador, por outro, penso que a curto ou mesmo a médio prazo, pode levar ao encarecimento dos aparelhos.

Até agora, um cliente, que mesmo que adquira um pré pago, tem o referido equipamento preso a rede, podendo somente usar cartões dessa mesma rede, independentemente de serem cartão de planos mensais ou pré pagos, é mesmo livre, de poder desistir do número que possui actualmente, compra outro cartão e desta forma pode usar no referido equipamento, mesmo que o equipamento, esteja ao abrigo de uma fidelização, desde, que ele não falhe a liquidação das facturas, nada acontece.

Até aqui tudo bem, mas o que se repara, é que o equipamento, é preso à rede, como tal, pode usar qualquer cartão, independentemente do vínculo, o que parece ser injusto, é que um cliente de um pré pago, não obrigado à partida a qualquer fidelização, não possa, ao final de um determinado tempo, que até poderia ser o período de garantia (actualmente fixado em 24 meses), não possa utilizar o equipamento com os cartões ou mesmo operadores que bem entenda. Esta lei veio, terminar com esta situação, pois prevê que o utilizador, possa desbloquear o referido equipamento, bem como, os operadores não possam cobrar nada pelo serviço, desde que o mesmo, não se encontre fidelizado.

O contra, é que as operadoras, vão começar a incrementar o preço dos equipamentos, senão vejamos, o serviço nuclear das mesmas, é a prestação de serviço telefónico, nas suas mais abrangentes situações (voz, dados, etc), e não a venda de equipamentos, no entanto, as mesmas têm a consciência que sem equipamentos, os cartões que vendem aos clientes, não têm razão fundada para tal, ou seja, de nada servem, como tal «patrocinam» os equipamentos, baixando o preços dos mesmos, de forma a que seja mais acessível a quase todo o publico, segmentando a oferta de equipamentos, da forma que bem entendem, se repararmos, as marcas dos ditos equipamentos, vendem os mesmos, sem bloqueio ao operador, mas a preços superiores, pois estes não têm o patrocínio do operador.

Todos sabemos, que existe também um mercado paralelo, que desbloqueia os equipamentos, sendo que muitas pessoas, compram os mesmos aos operadores, e depois recorrem a estes locais ilegais,  para o desbloqueio dos mesmos, poupando a diferença de preço para a marca, ou então as taxas absurdas que as operadores solicitam por um simples e mísero código de desbloqueio do equipamento.

Na minha opinião, penso que a lei serve mais para terminar com o negócio paralelo, que existe de desbloqueio dos equipamentos, e para terminar com  os valores extremamente exagerados, praticados pelas operadoras para desbloquear equipamentos que nem deveriam estar agarrados, pois não existe qualquer motivo de fidelização, ou contracto, refiro-me ao caso dos pré pagos.

Tenho é pena, que as operadoras, para não perderem lucros, tendencialmente venham a incrementar o preço dos equipamentos, devido a esta possibilidade de mobilidade de clientes.

Deixo a Questão: Que pensa do fim da taxa de desbloqueio dos telemóveis?

Tenho Dito

RT


4ª Geração Móvel…Ela está a Chegar…É Só Ter Que Aprender a Surfar em Qualquer Lugar

Agosto 28, 2009
4ª Geração de Telefonia Móvel

4ª Geração de Telefonia Móvel

Ontem disse um pouco mal das operadoras móveis, hoje trago uma notícia onde enumera o desenvolvimento e migração para uma 4ª Geração Móvel, passo a transcrever a notícia e seguida faço o meu comentário:

«Telemóveis de quarta geração. A verdadeira revolução está a chegar

Os telemóveis vão ter internet a mais de 100 megas de velocidade. E a migração fixo-móvel vai voltar a ser uma expressão da moda

A norte-americana Verizon iniciou os testes à quarta geração (4G) móvel na última semana. Em Junho, a Ericsson e a TeliaSonera apresentaram a primeira antena de uma rede 4G. O desenvolvimento tecnológico da quarta geração está a avançar a um ritmo alucinante e irá revolucionar (ainda mais) a relação entre utilizadores e telemóveis. Até 2014 são esperadas 100 milhões de ligações à banda larga móvel nesta tecnologia.

A Optimus estima que a adopção generalizada destas redes arranque até ao final de 2010. Senhoras e senhores, agora vamos falar de uma nova revolução.

A quarta geração móvel, mais referida como LTE, Long Term Evolution, vai dar aos telemóveis e às placas de banda larga móvel uma velocidade mínima de 100 megas no acesso à internet – a Ericsson já conseguiu um pico de 160 megas – e de 25 megas nos uploads, tornando o período de latência – aqueles segundos que demora a abrir uma página – quase imperceptível para o consumidor (já que com uma rede 100% em IP não haverá necessidade de traduzir os protocolos, como ocorre hoje em dia).

Jogos online no telemóvel, serviços em tempo real, streaming constante com boa definição, acesso a televisão e telefonemas por via IP: tudo será possível através do telemóvel. E se a internet fixa já sofre com as velocidades da internet móvel – em Portugal há 1,45 milhões de utilizadores activos de banda larga móvel e 1,75 milhões de ligações fixas -, o que ocorrerá quando as restrições de velocidade deixarem de existir? Novo pesadelo para as operadoras, que enfrentarão outro capítulo da migração fixo-móvel.

“A maturidade das redes e disponibilidade de terminais terá início em finais de 2009, e por isso acreditamos que a adopção generalizada do LTE a nível europeu não deverá ter início antes de meados/final de 2010. Neste contexto, estamos a desenvolver projectos de rede piloto, com o objectivo de validar e avaliar a real capacidade e desafios da tecnologia”, salientou ao i fonte oficial da Optimus. A operadora móvel da Sonaecom está a acompanhar, com a sua parceira tecnológica francesa Orange, “o desenvolvimento do 4G” com os seus “actuais fornecedores de infra-estruturas” – como Universidades e outros organismos de investigação e desenvolvimento – “de forma a fazer avaliações técnicas e financeiras”.

Também a Vodafone Portugal beneficia da presença num grande grupo de telecomunicações. A gigante Vodafone tem vindo a testar as redes LTE com a Huwaei, tendo a subsidiária alemã do grupo britânico iniciado os primeiros testes já este mês. Para Portugal a Vodafone não faz estimativas sobre o aparecimento desta rede, mas as previsões do grupo falam em velocidades na internet móvel superiores a 400 megas: “Têm sido realizados vários testes com os operadores Vodafone, que servem para todas as empresas do grupo”, sublinhou fonte oficial ao i.

A TMN, apesar de não fazer qualquer estimativa e de não pertencer ou ter qualquer acordo de parceria tecnológica com outras operadoras, referiu ao i que “tem acompanhado as evoluções” ao nível do 4G, já que, diz, “será prioridade disponibilizar em cada momento uma oferta tecnologicamente avançada e inovadora”. Sublinha, porém, que “serão ainda prematuras quaisquer considerações mais específicas sobre a chegada dessa tecnologia a Portugal”.

Apesar das reticências sobre as datas específicas para a chegada do 4G ao consumidor, certo é que a sueca TeliaSonera já assumiu o desafio: vai lançar comercialmente o 4G em Estocolmo e em Oslo no próximo ano. A revolução já começou e é imparável.

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20113-telemoveis-quarta-geracao-verdadeira-revolucao-esta-chegar, em Jornal I a 27 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Penso que a 4ª geração móvel vai nos trazer novidades bastante consideráveis, pois dá para podermos estar onde estivermos, termos acesso a internet de banda realmente larga, e espero que com tráfegos normais, pois penso que as internet’s móveis que se usam nos dias de hoje, são um pouco ridículos os limites de tráfego, tendo em conta como é hoje usada a internet, 1 Gb, mesmo que só para ver e-mails, pode ser limitado demais, em certos casos, usando como cenário usual 1 mês.

No entanto, penso que nos dias de hoje, já não se usa as redes móveis como se deveriam usar, pelo menos, no que concerne a dados, pois, as operadoras fazem preços bastante altos para este tipo de serviços, onde os dados são caros, e com velocidades reduzidas, ultimamente até lançaram uma internet móvel por tempo, mas a mesma tem uma velocidade muito reduzida, pouco melhor que a internet discada da rede fixa analógica.

A modernidade, é sempre bem-vinda, mas a 3ª geração da rede móvel teve um tempo, bem mais reduzido que o da 2ª geração, o que seria já de esperar, pois as coisas tecnologicamente tem ciclos de vida mais curtos, eu pessoalmente, ainda tenho o meu 1º e único telemóvel com 3G, bem, ele tem 4 anos, é um telemóvel bastante completo, e tem durado bastante, vamos a ver se é o único, e ao comprar outro, o mesmo já seja, de 4ª Geração.

Vamos a ver então, que nos traz esta 4ª Geração, pelo menos que faça podemos estar mais conectados, e transferir ideias, conteúdos e dados, em qualquer lugar a velocidades mais rápidas e que faça pelo menos baixar os preços dos dados nas operadoras móveis.

Deixo a Questão: Que pensa da 4ª Geração de Comunicações Móveis?

Tenho Dito

RT


Como Escolher o Melhor Tarifário de Telemóvel Para o Seu Caso? Tenha Aqui a Sua Resposta…

Agosto 27, 2009
Qual o Melhor Tarifário Para o Seu Caso?

Qual o Melhor Tarifário Para o Seu Caso?

Hoje trago uma questão útil, como escolher um bom tarifário para o seu telemóvel, passo a transcrever a notícia, e de seguida faço o meu comentário:

« Como escolher o melhor tarifário móvel?

Escolher um tarifário móvel não é tarefa fácil. As opções são muitas e actualizam-se com frequência. Cada vez mais os operadores procuram simplificar as propostas, como é possível perceber nas páginas de Internet, onde os tarifários estão…

Somando apenas os tarifários dos operadores com rede própria, o cliente tem à disposição 45 propostas na hora de escolher a melhor combinação de preços. Conheça as dicas e os cenários para facilitar a decisão.

Escolher um tarifário móvel não é tarefa fácil. As opções são muitas e actualizam-se com frequência. Cada vez mais os operadores procuram simplificar as propostas, como é possível perceber nas páginas de Internet, onde os tarifários estão organizados não apenas segundo a classificação de pré ou pós-pago mas, também, pelo perfil do cliente. Embora encaixar num deles possa não ser fácil, é essa a primeira análise que deve fazer se está a pensar rever o plano que o liga ao seu operador móvel.

Um dos aspectos mais relevantes é perceber se a maior parte das comunicações são ou não feitas para dentro da mesma rede. Pode fazê-lo juntando as últimas facturas, se tiverem detalhe das chamadas. O mesmo recurso pode ser aproveitado para perceber se a grande maioria das chamadas que faz se fixam num grupo restrito de contactos, ou se abrangem um leque mais heterogéneo. Os três operadores oferecem tarifários a pensar em quem fala sobretudo para um pequeno grupo (até 15 pessoas, por exemplo), mas atenção porque os preços fora do grupo são pouco competitivos pelo que a opção é boa apenas se se fixar mesmo só no grupo.

O valor mensal da factura é outro indicador importante para perceber se deve optar por um tarifário pré-pago, com ou sem obrigação de carregamentos, ou por um tarifário pós-pago.

As chamadas mais caras estão normalmente nos tarifários pré-pagos que não obrigam o utilizador a reforçar periodicamente o seu saldo disponível. Os pré-pagos com carregamento estão num patamar intermédio e os pós-pagos albergam os melhores preços. Em troca, o cliente aceita uma relação contratual com o operador, traduzida no débito em conta de uma mensalidade fixa que dá direito a um determinado volume de chamadas, em algumas propostas, gratuitas dentro da rede.

Alguns destes tarifários pós-pagos são apresentados em pacotes de minutos. Se ainda tiver a factura detalhada à mão pode recolher a informação relativa ao tempo gasto nas comunicações durante os últimos três meses e fazer uma média do seu consumo em termos de minutos, para perceber se encaixa nas opções disponíveis. O valor pago mensalmente não serve para fazer uma comparação tão fiável pois podem estar em causa preços por minuto diferenciados.

Num tarifário pré-pago, com carregamentos obrigatórios, é certo que também há contas a fazer, mas são mais simples. A maior parte dos planos disponíveis permite carregamentos mensais a partir de cinco euros. O incómodo de poder ficar sem saldo num momento pouco conveniente é compensado pelo controlo total de custos.

É neste conjunto de opções pré-pagas com obrigação mensal de carregamento que cabe uma série de novas tarifas desenhadas para oferecer comunicações gratuitas na comunidade, ou seja, entre “pares” do mesmo tarifário. Na TMN é o “Moche”, na Vodafone o “Extreme” e na Optimus o “Tag”. Posicionados para um público jovem, podem ser uma boa opção para qualquer idade se conseguir convencer a rede de contactos a segui-lo. Também são uma boa opção para quem fala mais dentro da rede, independentemente do tarifário de destino.

Menos relevante na escolha do tarifário é o facto de consumir Internet no telemóvel já que a qualquer tarifário-base, na oferta dos operadores de rede, pode adicionar “créditos” para o consumo desse tipo de serviço, um determinado valor mensal dá acesso a uma determinado volume de dados (“megabytes”) para enviar e receber a partir do telemóvel. Depois de tentar traçar o seu perfil de consumo, consulte a Internet e desfaça as últimas dúvidas. Com alguma informação-base também será mais fácil fazer as perguntas certas ao seu operador e chegar a uma decisão.

O Observatório de Tarifários da Anacom foi criado com o objectivo de ajudar a esclarecer este tipo de dúvida, mas sem actualização desde Setembro de 2008 e tendo em conta que, mesmo sem alterações de maior à composição das ofertas, os preços das comunicações foram actualizados pelos principais operadores em 2,5% já este ano, pode não ter as respostas que procura. Na Optimus, tem à disposição 11 tarifários entre pós e pré-pagos. Na TMN a oferta dirigida a particulares faz-se de 15 opções e na Vodafone de 19. Junte-se a oferta dos operadores móveis virtuais. Phone-ix, a Uzo ou, mais recentemente, a Zon e o Continente, também oferecem serviços de comunicações móveis sobre a rede de outros operadores.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=384024,  a 26 de Agosto de 2009, em Jornal de Negócios

O meu comentário:

Penso que a análise, encontra-se muito bem abordada, no entanto, temos que ver que estas escolhas são centradas essencialmente no preço, ora a maior parte das pessoas, não sabe, mas eu digo que algumas escolhas, não são só por preço, mas por qualidade da rede, serviços associados, qualidade das chamadas, oferta de equipamentos.

Penso que, não se trata de uma escolha linear, é obvio que o primeiro impacto é o preço, mas existem as outras condicionantes englobadas, muitas das pessoas ao escolher a rede do telemóvel, vão e correctamente, associar essas mesma escolha à maior parte dos seus contactos, isto se for um grupo de contactos de cariz mais homogéneo, por outro lado, se o grupo for mais heterogéneo, as escolhas vão para a simpatia pela rede, equipamentos, qualidade de serviço, tanto a nível de apoio clientes, etc.

Escolher a rede, não é tão irredutível, hoje podemos usar um serviço, que é a portabilidade, onde podemos, levar o nosso número de telemóvel, tal qual, como está, ou seja, com o indicativo da rede, e isto, de forma gratuita, sem encargo, portanto, se não estamos satisfeitos com alguma coisa na nossa rede, se queremos um equipamento que não temos na nossa rede, ou que, é exclusivo noutra operador, e não o queremos comprar livre por ser muito caro, então podemos mudar de rede facilmente; o mesmo se aplica ao tarifário, podemos sempre escolher outro tarifário noutra operadora, pelas mesmas razões acima descritas para os equipamentos.

Penso que, as pessoas não conhecem esta opção de portar o número, pois as operadoras ainda não divulgaram esta opção de forma mais atroz, geralmente só a divulgam, quando é para captar um cliente de outra rede, mas não o massificaram com medo de perder os clientes que possuem actualmente.

Basicamente, penso que a escolha tem que ser analisada com calma, e recorrendo a pelo menos 6 facturas, por exemplo, por os últimos 6 meses, de forma a ter uma abrangência do tipo, duração e destino das suas chamadas, e depois decidir de acordo com a notícia acima descrita.

Verificar também as suas simpatias por o operador, ou a qualidade oferecida pelos seus serviços, é também uma variável bastante útil.

Deixo a Questão: Está satisfeito com a sua operadora móvel?

Tenho Dito

RT