Conheça Os Principais Entraves Para de Aceder a Um Emprego

Entraves ao Emprego em Portugal... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago os principais entraves para arranjar emprego em Portugal, passo a transcrever uma peça que saiu na imprensa no decorrer da semana transacta.

« Quais são os entraves ao emprego em Portugal?

Género, nacionalidade e tipo de deficiência são factores que podem influenciar pela negativa a conquista de um trabalho

A disparidade no emprego existe e os factores que a influenciam estão em cima da mesa: género, nacionalidade e tipo de deficiência. São as conclusões de um estudo que foi feito junto de pequenas e médias empresas portuguesas.

Coordenado pelo IPAM – The Marketing School e realizado junto de 63 PME certificadas pela ISO 9001 (normas técnicas que estabelecem o modelo de gestão da qualidade nas empresas), este estudo, a que a Lusa teve acesso, revela que a etnia e a deficiência continuam a constituir um entrave ao emprego.

O estudo, que não refere quando realizou os inquéritos às empresas, foi divulgado na véspera do Dia Mundial da Justiça Social, que se assinala este domingo.

A nacionalidade constitui igualmente um entrave ao emprego já que 97% dos trabalhadores daquelas empresas são portugueses.

Relativamente às dificuldades de integração no emprego, os cegos lideram a tabela (com 71,6 por cento), seguindo-se a etnia cigana (47,3), a surdez (44,6 por cento), os jovens com dificuldade de aprendizagem (43,3 por cento), os ex-reclusos (36,5 por cento), os portadores de deficiência motora (34 por cento) e ex-toxicodependentes (33,8 por cento).

Das empresas inquiridas, perto de metade afirma que nunca teve candidatos com deficiência e 19 por cento das empresas admitem não estar preparadas ao nível das acessibilidades físicas para empregar trabalhadores com deficiência.

Homens ainda dominam

O género é outro dos entraves já que 59 por cento dos trabalhadores daquelas 63 empresas são homens contra 41 por cento de mulheres.

A maior diferença regista-se ao nível dos cargos de chefia, sendo que 78 por cento destes são ocupados por homens enquanto apenas 21 por cento das chefias são mulheres.

A disparidade é também visível na diferença salarial já que o salário médio dos homens ronda os 849 euros e o das mulheres 721. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/emprego-desemprego-disparidade-no-emprego-trabalho-discriminacao-agencia-financeira/1234357-1728.html, a 20 de Fevereiro de 2011, em Agência Financeira

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Como Conseguir Um Emprego no Natal….

Ter um emprego como Prenda... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago um artigo que visa falar sobre presente, mas este presente até nem era mau, um emprego, passo a transcrever a referida peça.

«Receba um emprego como prenda de Natal

Aproveite esta época para se mostrar, para se fazer lembrar e para recuperar antigos contactos

Esta fase de transição, em que um ano acaba e outro novo começam, é normalmente uma altura propícia a planos e ambições. Mas, para muitos portugueses, é difícil olhar para o novo ano com esperança. Este ano, milhares de desempregados só pedem uma prenda no sapatinho: um emprego. Não somos o Pai Natal, mas tentamos dar uma ajuda.

Reunimos para si as dicas da Transitar, empresa especialista em processos de transição de carreira, para lhe dizer como tirar o maior partido desta época, que costuma ser considerada má para investir na procura de emprego.

É verdade que Dezembro é um mês festivo e com muitos feriados, em que muitas pessoas aproveitam para tirar férias. Mas esta é também uma época única no ano para a procura de emprego.

Um trabalho temporário pode passar a permanente

Com o fim do ano à porta, muitas empresas têm de fazer um esforço extra para fazer face à crescente procura da época festiva, caracterizada por uma explosão no consumo. Muitas precisam de acelerar o passo por estes dias para fechar projectos e atingir metas antes que o ano acabe. E uma contratação destas pode ser uma porta de entrada temporária que, com empenho, pode tornar-se mais permanente.

«Existem casos de pessoas contratadas em Dezembro para concluir um projecto ou para atingir o limite do orçamento até ao final do ano. Um gestor poderá querer preencher um lugar antes do final do ano fiscal, de forma a racionalizar a necessidade de lhe dar continuidade no ano seguinte», explica o managing director da Transitar, Yves Turquin.

Além disso, «o mês de Dezembro é caracterizado pelo espírito de solidariedade trazido pelo Natal, que se estende ao plano do trabalho. É frequente existir um maior espírito de camaradagem. As alterações económicas dos últimos anos tornaram as pessoas ainda mais sensíveis à apreciação dos mais próximos, afiliações e de comunidades», explica a Transitar, para quem «este espírito é de aproveitar».

Vá a festas e eventos, marque encontros, escreva postais, telefone

Para aumentar a possibilidade de encontrar um novo emprego, deve começar 2011 da melhor forma. Para isso, participe nas várias actividades da época, como eventos familiares, sociais e comunitários. Pode reforçar um restabelecer de ligações de forma natural com pessoas conhecidas de há muitos anos e os contactos e conhecimentos em rede (chamado networking), que é mais intenso durante esta fase, pode ser uma ferramenta essencial para encontrar um trabalho à sua medida, do qual não teria conhecimento de outra forma.

A Transitar aconselha-o ainda a ser pro-activo: entre em contacto e marque encontros. «É curioso notar que neste período, se as pessoas estão a trabalhar, e não de férias, podem também estar mais disponíveis para conversar, mesmo que seja por telefone. Algumas pessoas consideram esta uma das melhores épocas do ano para fazer contactos empresariais. Ainda que os trabalhadores estejam ocupados com as responsabilidades desta época, porque não tentar estabelecer contacto para se encontrar com eles no ano novo? Nem toda as pessoas que se contactam em Dezembro terão a agenda preenchida em Janeiro», explica a empresa.

Utilize os postais de boas festas para manter-se em contacto. Mas atenção: convém não escrever sobre a procura de emprego. Basta um «Bom Natal e votos de Bom Ano Novo». Para além da família e dos amigos, escreva também a antigos colegas de trabalho e de escola, antigos fornecedores ou clientes (quando tal for apropriado) e mesmo a recrutadores. É uma forma de as pessoas com quem não contacta há muito tempo se lembrarem de si quando surgir uma vaga e souberem que andam à procura de alguém com o seu perfil.

Faça voluntariado. É uma boa forma de estruturar o tempo para pessoas à procura de emprego e para conhecer outros profissionais. Pode ser também uma boa forma de se mostrar. Não se esqueça de que em muitos casos as administrações destas organizações podem incluir importantes líderes empresariais. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/emprego-trabalho-natal-ano-novo-transitar-desempregados/1219241-1728.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28Ag%C3%AAncia+Financeira%29&utm_content=Google+Reader, a 20 de Dezembro de 2010, em agência financeira

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Conheça a Nova Realidade… Desperdicio dos Jovens e Suas Consequências…

Desemprego Nos Jovens É Um Luxo Europeu...

Hoje trago uma reportagem que li no decorrer do dia de ontem, e que versa sobre a necessidade de se ajudar os jovens a encontrarem emprego, e que mostra tal como já tinha postado por aqui, que a juventude está a ser desperdiçada.

Concordo com um comentário que li a esta notícia, e transcrevo: « mandem a velharada que nos levou à miséria para casa e verão os jovens a fazer vida e a comprar casa, e a levantar este país. Rua com eles.»…, Sinto-me obrigado a concordar, e que o grito da revolta está perto…, mas não me vou alongar mais, vou transcrever a referida peça…

«Desemprego elevado entre jovens é «desperdício económico»

Comissário europeu do Emprego fala em riscos sociais e na importância de se fazer mais para ajudar os jovens

O comissário europeu do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, alertou esta sexta-feira para a elevada taxa de desemprego entre os mais jovens, considerando que se trata de «um desperdício económico e um risco social».

Lázló Andor, que falava após entregar o prémio de jornalismo «Pela diversidade. Contra a Discriminação» à jornalista Céu Neves, salientou que é preciso «fazer mais para ajudar os jovens», sublinhando que a taxa de desemprego neste grupo, na Europa, é duas vezes mais elevada do que a normal.

«É um desperdício económico e um risco social. Temos de fazer mais para ajudar os jovens, dando-lhes mais competências e mais cedo, ajudando-os a ter mais mobilidade e a irem procurar trabalho onde ele existe», destacou ainda o responsável, citado pela Lusa.

Lázló Andor acrescentou que «em todos os países, e não só em Portugal, muito precisa de ser feito para melhorar as competências e qualificações dos trabalhadores».

Para este responsável, apesar de a Europa ter sistemas educativos fortes, tem de melhorar o seu desempenho e a frequência da escola, o «que se aplica muito a Portugal».

Mas, acrescentou, «é preciso também de ajudar os mais novos a encontrar o seu primeiro emprego quando saem da escola».

Europa está a sair da recessão mas «crise não acabou»

Questionado sobre o impacto das campanhas desenvolvidas no âmbito do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, considerou que alguns estados membros podiam ir mais longe nos seus objectivos de redução da pobreza.

«Posso dizer que não estamos satisfeitos com todos, porque achamos que alguns dos estados membros deviam ser mais ambiciosos quanto ao número de pessoas que podem assistir e ajudar a sair da pobreza nos próximos dez anos», declarou.

O comissário lembrou que as instituições europeias estão disponíveis para apoiar esses países com instrumentos financeiros como o Fundo Social Europeu «que existe para ajudar quem tem estratégias e objectivos credíveis para melhorar as condições sociais».

No entanto, o balanço foi positivo já que o Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social «chegou num momento certo», alertando para os riscos de pobreza «numa altura em que a Europa já está a sair da recessão, mas a crise ainda não acabou».

Para Lázló Andor este é um período «especialmente difícil para as políticas sociais e para a coesão social», devido à crise que levou ao aumento do desemprego e forçou a consolidação fiscal em todos os países. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-jovens-economia-agencia-financeira/1216993-1730.html, a 10 de Dezembro de 2010, em Agência Financeira.

Dá que pensar, não dá…

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Conheça 7 Truques Para Se Poupar na Reforma…

7 Truques Para Poupar na Reforma Fonte: jangadeiroonline.com.br

Hoje trago um assunto que tem sempre utilidade, neste caso, trata-se de fazer poupanças tendo em vista a reforma, passo a transcrever o referido artigo.

« Sete sugestões para poupar para a sua reforma

Além dos PPR, existem outros produtos financeiros que podem ser utilizados pelos investidores para garantirem uma velhice tranquila.

Durante todo o Verão a cigarra cantava feliz enquanto a sua vizinha formiga andava atarefada a transportar comida para o formigueiro. Quando o Inverno chegou, a cigarra não tinha nada para comer enquanto as formigas comiam do que abundantemente tinham arrecadado no Verão. Aí, a cigarra compreendeu que tinha procedido mal… Moral da história: cante menos, trabalhe mais e pense no futuro. A conhecida fábula de La Fontaine “A cigarra e a formiga” é um bom exemplo para ilustrar como devem as pessoas comportar-se no que respeita à preparação da reforma. As “estações mais quentes” devem ser escolhidas para arrecadar para melhor conseguir passar as “estações mais frias” da vida.

Até agora, a forma mais popularmente conhecida de poupar para a reforma têm sido os Planos Poupança Reforma (PPR). No entanto, as alterações impostas pelo Orçamento do Estado para 2011 no regime de deduções no IRS, nomeadamente com o estabelecimento de um tecto máximo de 100 euros nos benefícios fiscais totais, poderá levar a um menor interesse dos portugueses por este tipo de aplicações. Este ano é a última oportunidade para conseguir tirar partido do benefício fiscal máximo de 400 euros, permitido pelo investimento em PPR. Contudo, há no mercado variadíssimas ofertas de produtos de investimento vocacionados para a reforma. O Diário Económico foi à procura e dá-lhe a conhecer seis exemplos. Para além dos PPR, existem ainda certificados de reforma, fundos de ciclo de vida, seguros ‘unit-linked’, fundos de pensões abertos, certificados do Tesouro ou fundos de investimento (imobiliários, de obrigações ou mesmo de acções).

A questão da poupança para a reforma é cada vez mais importante porque é um hábito que ainda não está enraizado na mentalidade de muitas pessoas. Os estudos continuam a mostrar que, apesar dos portugueses estarem preocupados com a velhice, poucos são os que estão de facto a fazer algo para preparar uma reforma segura. Segundo o último barómetro da reforma realizado pela seguradora AXA, apenas um terço dos adultos começaram a planear a reforma. E, apesar de cada vez pensarem mais cedo na reforma, a maioria adia esse planeamento para a meia-idade ou mesmo para mais tarde. Mas qual é a melhor altura para começar? Como refere a direcção de investimentos do banco Best, deve-se “começar o quanto antes. Quanto mais cedo começar a constituir o seu plano de poupanças maior será o efeito de capitalização de rendimentos que conseguirá”. Uma questão que adquire maior importância tendo em conta as alterações no método de cálculo das pensões que vai levar a grandes cortes nos rendimentos de quem se reformar. Ainda esta semana, a gestora de fundos Optimize – especializada em produtos de poupança para a reforma – divulgou o estudo “Reforma & Pensões em Portugal”, onde conclui que no futuro o valor das pensões dos portugueses vai passar de 75% para 50% do último ordenado. Ou seja, um jovem que tenha hoje 25 anos e que se pretenda reformar aos 65 anos, vai ter apenas direito a cerca de metade do seu salário. Por isso, quanto mais cedo começar, mais conseguirá arrecadar para manter o nível de vida na velhice. Existem, aliás, alguns simuladores que permitem fazer esses cálculos. O site do banco Best, em http://www.bancobest.pt, é um exemplo. Também no site do BPI (www.bancobpi.pt) e no da gestora Optimize (www.optimize.pt) encontra ferramentas semelhantes.

Quando chega a altura de escolher os investimentos devem ser tidos em conta sobretudo três factores: para além da necessidade de diversificar os investimentos, o perfil de risco do investidor e o espaço de tempo a que dista a idade de reforma são os principais pontos a considerar. Aí, a regra deverá ser quanto maior o horizonte temporal de investimento e menores as necessidades previsíveis de liquidez no curto/médio prazo, maior o risco a incorrer. Segundo o Activobank, “o investidor não deve esquecer que os investimentos em activos com maior risco (como as acções) têm um potencial de valorização superior a longo prazo do que os investimentos realizados em activos sem risco”. Uma opinião partilhada pela direcção de investimentos do Best. “Fará sentido em horizontes de investimento muito longos ter inicialmente uma forte componente accionista na carteira de investimento. No entanto, deverá ter em atenção que há medida que se aproximar da idade de reforma é aconselhável reduzir progressivamente o nível de risco”. Como referiu Diogo Teixeira, administrador da Optimize, em anteriores colaborações para o Diário Económico, a exposição a acções de um investidor de 30 anos deve variar entre 30% e 50% do investimento total. À medida que a idade de reforma se aproxima essa exposição deverá ser de, entre 20% e 40% no caso de um indivíduo com 50 anos, e de 10% e 20% para quem já tem 60 anos. Este tipo de questões deve preocupar sobretudo quem gere autonomamente a sua carteira de poupança através da escolha de acções ou fundos de investimento. Mas, existem alguns “pacotes” de produtos que servem esse tipo de objectivos. É o caso dos fundos de ciclo de vida ou dos fundos PPR e fundos de pensões abertos. O Diário Económico dá-lhe a conhecer as características destes e de outros produtos que se podem adaptar ao seu objectivo de reforma.


Sete produtos para poupar para a reforma

Planos Poupança Reforma
Sobre a forma de seguro ou fundo de investimento, parte da sua atractividade resulta dos benefícios fiscais associados. Os PPR sob a forma de fundo podem ter diversos níveis de risco (no máximo a exposição a acções é de 55% da carteira). Já sob a forma de seguro, salvo algumas excepções, como a maioria tem capital garantido o seu perfil de risco é normalmente conservador. Os PPR sob a forma de seguro renderam, em média, 2,5% em 2009. Já os fundos PPR ganharam, em média, 2,3% nos últimos 12 meses, segundo dados da APFIPP.

Certificados de Reforma
Também conhecidos como PPR do Estado, os Certificados de Reforma foram lançados em Março de 2008 com o objectivo de ser mais uma alternativa para complemento de reforma dos portugueses. Partilham os mesmos benefícios fiscais dos PPR privados e permitem aos subscritores descontar mensalmente 2%, 4% ou 6% do ordenado (consoante a idade) para uma espécie de fundo que é gerido pelo Estado. Nos últimos 12 meses, o retorno dos Certificados de Reforma foi de 1,17%.

Fundos de ciclo de vida (‘target funds’)
Também conhecidos como fundos de ciclo de vida, investem com base numa data de resgate pré-definida, sendo que a política de investimento acompanha o ciclo de vida do fundo. A alocação de activos é mais agressiva no início e, à medida que se aproxima a data de maturidade, torna-se mais conservadora de forma a preservar o capital e rendimentos dos primeiros tempos. No caso dos fundos de ciclo de vida com objectivo para além de 2015, a rentabilidade média dos últimos 12 meses é de 13,3%.

Seguros ‘Unit-Linked’
São produtos de poupança de médio/longo prazo, sob a forma de seguros de vida, cujos prémios são aplicados em fundos de investimento. Estes produtos têm garantia de capital mas usufruem de vantagens fiscais. Beneficiam de uma redução da taxa de retenção de imposto sobre os rendimentos obtidos nos investimentos a mais de cinco e oito anos. Se estiver investido entre cinco e oito anos beneficia de uma taxa de IRS de 17,2% e a mais de oito anos a taxa de IRS é de 8,6%.

Fundos de Pensões abertos
Estes fundos são geridos por sociedades gestoras e destinam-se a financiar planos de pensões a vários associados, entre os quais não tem que existir qualquer vínculo comum, estando as novas adesões dependentes apenas da aceitação por parte da entidade gestora. À semelhança dos fundos PPR, os fundos de pensões abertos também têm diferentes níveis de exposição a acções. Segundo os dados da APFIPP, estes produtos geraram uma rentabilidade média de 0,5% nos últimos 12 meses.

Certificados do Tesouro
Trata-se do mais recente produto de dívida pública do Estado, lançado em Julho. É vocacionado para o médio /longo prazo, com um horizonte máximo de investimento de 10 anos. O capital é garantido e permite o resgate antecipado, total ou parcial, após os primeiros seis meses da data de subscrição. Contudo, quanto mais alargado for o horizonte de investimento mais rentável se torna. Para subscrições feitas em Novembro, a TANB ao fim de 10 anos é de 5,65%. Por um período de cinco anos a taxa é de 4,30%, enquanto entre o primeiro até ao quinto ano a remuneração bruta é de 1,5%.

Fundos de investimento
Os fundos imobiliários são uma alternativa para perfis de risco moderados, oferecendo um rendimento acima dos juros de curto prazo (Euribor). Os fundos de obrigações são outra opção para investir a médio/longo prazo, apesar do risco de perdas, caso as taxas de juro de longo prazo subam. Para os menos avessos ao risco ou mais novos, os fundos de acções são também uma opção de médio/longo prazo. Os fundos têm a vantagem de terem carteiras com alguma diversificação e ser possível investir com pequenos montantes. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sete-sugestoes-para-poupar-para-a-sua-reforma_105354.html, a 29 de Novembro de 2010, em Jornal Económico

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Conheça o Mais Recente Estudo Sobre Desemprego Juvenil…

Estudo sobre desemprego Juvenil... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago uma notícia que versa sobre o emprego para os jovens, passo a transcrever a mesma, mas não a vou comentar, pois já muita tinta fiz correr… mas são outros quinhentos.

« Desemprego nos jovens em Portugal atinge os 23%

Os jovens são os mais afectados pelo drama do desemprego em Portugal, mas ter uma licenciatura não parece ser irrelevante.

Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), a taxa de desemprego entre os jovens subiu em Portugal para 23,4% no terceiro trimestre do ano, o que se traduz em 99 mil cidadãos com menos de 25 anos sem trabalho.

O valor representa um agravamento de 4,2 pontos percentuais face aos 19,2% do período homólogo de 2009, segundo os mesmos dados. Os jovens são por isso a camada mais afectada pelo desemprego em Portugal, que atingiu os 10,9% em Setembro. Nos homens a taxa é de 9,6% e nas mulheres um pouco mais elevada, nos 12,4%.

A licenciatura pode, no entanto, facilitar a entrada no mercado de trabalho. Dados do INE mostram que o desemprego entre os licenciados cresceu 6,5% em termos homólogos e que há 68 mil portugueses que frequentaram o ensino universitário nessas condições As subidas são mais expressivas para aqueles que só completaram o ensino secundário (30,5%) e para quem ficou no ensino básico (7,4%). Nestes ‘escalões’ há 122 mil e 419 mil portugueses sem trabalho, respectivamente. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/desemprego-nos-jovens-em-portugal-atinge-os-23_104571.html, a 17 de Novembro de 2010, em Jornal Económico.

Sem Comentário!!

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E Se Suspendesse a Democracia Por Alguns Meses? Veja Aqui a Opinião de Um Jornalista Especializado na Matéria…

Ecomomia Portuguesa Por Pedro Santos Guerreiro Fonte: http://www.jpn.icicom.up.pt

Hoje trago um artigo de um jornalista que escreve no Jornal de Negócios, de seu nome Pedro Santos Guerreiro, é um artigo de opinião, mas que achei interessante, e vou o transcrever na íntegra.

« Suspender a democracia durante seis meses

Portugal está sob a ameaça de intervenção do FMI. Tem a credibilidade da Grécia, o Orçamento em derrapagem, está sob os holofotes dos credores, agências de “rating”, UE, BCE, mercados. Neste contra-relógio pela vida, o que fazemos nós? Discutimos a Constituição. O Parlamento tornou-se manicómio.

É claro que a Constituição é fundamental. Que a actual está caduca. Que esta proposta foi primeiro subvertida pela demagogia do PS e foi depois revertida pelo medo do PSD. Tornou-se a manobra de diversão de uma coligação da covardia política. O PSD não sabe o que quer. O Governo sabe o que não quer. Ninguém está a falar verdade. Ninguém está a preparar o País para o que aí vem.

Há seis meses, Portugal estava num grupo maldito de quatro países, os PIGS, ameaçados pelos mercados. Entretanto, a Grécia foi intervencionada pelo FMI. A Irlanda já carregou no botão de emergência para ser acudida. E Espanha apresentou medidas duríssimas, incluindo descidas de salários, que a credibilizaram nos mercados e a descolaram do grupo dos malditos. E Portugal? Portugal está no cone de sucção da Grécia e da Irlanda. Não é o que nos dizem cá dentro. Mas é o que estão a decidir lá de fora.

A execução orçamental derrapa desde Maio. A despesa do Estado sobe. A saúde parece descontrolada, a Segurança Social gasta mais do que supunha, a educação cedeu aos professores mais custos. Medidas do PEC 2, como as portagens nas Scut, foram adiadas. Comprámos um submarino. E não damos sinais de acordo político para o Orçamento de 2011. Estamos à espera de quê?

O Ministério das Finanças é a réstia de sanidade neste Governo fraco, liderado por um primeiro-ministro outrora reformista, hoje conformista. Os políticos começaram por mentir a si próprios, hoje mentem-lhe a si, quando negam a inevitabilidade de cortar na despesa. Dizê-lo não é estar de um lado ou do outro da trincheira partidária, é sair de lá e abrir os olhos. Aumentar impostos é uma opção política. Cortar despesa é uma imposição financeira. Se não formos nós, outros serão. E será pior.

Não é este mês nem no próximo que o FMI aí entra. Mas é pelo que neste mês e no próximo se fizer. É preciso apresentar novas medidas para assegurar o défice deste ano de 7,3%. Podem ser medidas extraordinárias, como falsas vendas de património ou concessões de barragens. Mas só as verdadeiras convencerão os credores. Como cativar despesa. Mas não basta. É preciso um acordo para o Orçamento de 2011. Congelamento nominal de salários. Corte de despesas sociais. A anunciar com urgência.

Só assim Portugal deixará de parecer grego e poderá soar espanhol. Mas é preciso preparar a população. Não mentir com falsas retomas nem distrair com revisões constitucionais. Portugal está do lado de fora do parapeito do arranha-céus da ilusão. Dizem-lhe para não olhar para baixo, não vá a vertigem sorvê-lo. Mas não o tiram de lá.

Distrair é trair. Espere o melhor mas prepare-se para o pior. Poupe muito, trabalhe mais. Se não for o Governo a decidir a nossa vida, será o FMI. E o FMI é uma ditadura. Corta cego, introduz recessões, arruína a reputação política de Portugal no exterior. Nesse dia, o Parlamento será uma jaula irrelevante sob as ordens internacionais. Nesse dia, a democracia será mesmo suspensa. Mesmo que tenha a melhor Constituição do mundo.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=443515 a 16 de Setembro de 2010,em Jornal de Negócios

Bem Opinado!

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Cuidados A Ter No Regresso Das Férias…Aceite Algumas Sugestões Para Corpo, Mente e Casa…

Regresso de Férias... Fonte: http://www.ionline.pt/

Ontem foi assinalado para muitos, como sendo o regresso ao trabalho, à escola, à universidades, etc, como tal, li num diário da nossa praça algo, sobre este regresso. Decidi partilhar com os leitores o guia de regresso de férias, que foi publicado por um diário da nossa praça. Aqui vai…Aproveitem as sugestões…

« Há vida além das férias. Cuide da casa, corpo e mente

Esqueça as resoluções de ano novo. A passagem de ano não passa de uma noite de festa e de um dia seguinte de ressaca. É em Setembro que se recomeça. As aulas, o trabalho, as responsabilidades. Acaba-se o Verão e a rotina instala-se. Mas há vida além das férias e do bom tempo. Há um mundo de possibilidades a ser explorado, desde renovar a casa ou prepará-la para o Inverno, tirar cursos e workshops para que o dia-a-dia não se limite ao percurso casa-trabalho, trabalho-casa, até ao exercício físico ou relaxamento. Aproveite para fazer tudo aquilo que sempre quis. Setembro é que é

Cabeça:

“Deve encarar-se este regresso à rotina com espírito de renovação”, explica Catarina Mexia, psicóloga clínica e terapeuta familiar. “É muito importante que, principalmente os casais, individualmente ou em conjunto, cultivem interesses, que alimentam a vida do casal e o ego.” Setembro não tem de ser o mês maldito do calendário. O truque é “tirar partido” desta altura: “É preciso pensar ”ok, as férias foram boas, mas venho de um período em que tive tempo de recarregar baterias e agora é altura de pôr mãos à obra”.” Segundo Catarina Mexia, “o recomeço pós-férias pode ser um momento de tensão entre casais, porque conviveram durante muito tempo, com os miúdos sempre presentes”. Se precisar de conversar, no Green Festival está uma equipa de psicólogos pronta para isso. No Centro de Congresso do Estoril, até dia 17. E agora, respire fundo e cultive a mente.

1- Para si, que passa o dia rodeado de números, facturas, clientes, estratégias de marketing ou telefonemas atrás de telefonemas: dê largas à imaginação e liberte o artista que há em si. Pintura, desenho, cerâmica, joalharia, o que importa é criar.
Arco (arco.pt), R. de Santiago, 18, Lisboa; Next Art (next-art.net), R. da Vitória, 73, 2º, Lisboa; Arrisco – Espaço de Arte (arrisco.pt), R. Jerónimo Mendonça, 262, Porto

2- Agora imagine o final de um dia de trabalho. É sexta-feira e quer estar com os seus amigos mas não apetece sair. Fique em casa e prepare um repasto para o grupo. Ai não sabe cozinhar? Aprenda: Academia de Sabores Vaqueiro – Lisboa e Porto (vaqueiro.pt), 800200575;
Prama – vegetariano (prama.pt), R. Visconde
de Santarém, 71, 3º, Lisboa, 213523113; ABC – Escola de Artes e Tradições, (abc-escola.net),
R. Alves Redol, 292, Porto, 228331300

3- Então e aprender a fazer roupa? Ou malha. Já imaginou usar as suas próprias criações? Para não falar do terapêutico que é: enquanto dá às agulhas não pensa em mais nada. Se teve uma avó pouco didáctica no que toca aos lavores, aqui vai uma ajuda. Knit (knit.com.pt); Oficina da Roupa (oficinadaroupa77.blogspot.com), Junta de Freguesia de S. José, Calçada Moinho de Vento, 3, Lisboa; Riera Alta – Atelier Urbano (rieraalta.blogspot.com), R da Maternidade, 124, Porto, 220964702

4-Se é uma daquelas pessoas com coisas para dizer ou mostrar ao mundo, mas não sabe como, não desespere. Há cursos que ensinam a escrever tudo e outros que explicam que não é bonito cortar as pernas de alguém pelos joelhos, quando se fotografa: Movimento de Expressão Fotográfica (mef.pt), Lg. das Pimenteiras, 6A, Carnide, Lisboa; Instituto Português de Fotografia  (ipf.pt) 223326 875 (Porto); Escrever Escrever (escreverescrever.com), Pça Luís de Camões (Chiado), 36, 3º, Lisboa; Produções Fictícias (producoesficticias.pt), 213864554.

Corpo:

“Fazer exercício poderá ser uma boa forma de ganhar energia e vitalidade para enfrentar a actividade quotidiana”, diz Edgar Borja, personal trainer do Holmes Place de Alvalade. “Com as novas vertentes de depressões pós-férias, a actividade física estimula a libertação de serotonina, o que ajuda na motivação para o dia-a-dia”. E não só. “Fazer ginástica ajuda a diminuir os níveis de stress, que nesta altura – com o regresso ao trabalho e dos miúdos às aulas – podem atingir níveis altos”, avisa Edgar. E se pensa que quaisquer 30 minutos por semana são suficientes, desengane-se: “Segundo a Organização Mundial de Saúde deve-se fazer exercício, no mínimo, duas vezes por semana, num total de duas horas semanais.” E desculpas de falta de tempo também não servem: “Existem programas curtos e de intensidade progressiva que se encaixam no dia-a-dia, nos horários de cada um.”

1- Fica com lágrima no olho cada vez que vê Joaquín Cortez a dançar flamenco? Bate palmas ao som de Gipsy Kings? Os seus pés ganham vida de forma desenfreada cada vez que ouve a guitarra de Paco de Lucía? Aprenda a dançar:
Escola Flamenca, (escolaflamenca.com) 916306034 (Lisboa); Baila Pasión (bailapasion.pt) 252641385 (Póvoa de Varzim)

2- Ainda agora regressou ao trabalho e já se sente cansado? Nada que umas horas de relaxamento não resolvam. Massagens, meditação, flutuar na água. No bem estar vale tudo. Harden Spa (hardenspa.com), R. António Cândido Pinto, 40, Braga; Acqua City Spa (acqualisboa.pt), Av. D. João II, lote 1.02.2.1G, Parque das Nações; Spatitude (spatitude.com) Av. 5 de Outubro, 55 B, Lisboa; Sheraton Porto (sheratonporto.com),  R. Tenente Valadim, 146, Porto.

3- Com o Inverno vêm os chocolates, as horas no sofá ao fim-de-semana, as comidas pesadas e, porque não dizê-lo com frontalidade: o sedentarismo. Combata já as gordurinhas que estão por vir e sinta-se melhor. VivaFit (vivafit.pt); Holmes Place (holmesplace.pt); Ginásio Clube Português (gcp.pt), Pça Ginásio Clube Português, Lisboa; Ginásio de Manutenção do Porto (gmporto.com), R. Faria Guimarães, 753.

4- Nada melhor do que uma espécie de extreme makeover para recomeçar de novo. Corte o cabelo, aprenda a maquilhar-se, compre roupa nova. E peça ajuda aos profissionais.

Cabelo: Metrostudio, R. do Crucifixo, 120, Lisboa, 213474129; Anjos Urbanos, R. Passos Manuel, 223, Porto, 223390745
Roupa: Ellora – Consulta de Imagem – Largo Vitorino Damásio, 3C, lj 4, Lisboa/Av de França, 256, ed. Capitólio, lj 42, Porto (ellora.eu)
Maquilhagem: Lisboa Make up School, Av. da Liberdade, 148, Lisboa, 216069222; Sephora CC Gai Shopping, 223744593.

Casa:

“Para a maioria das pessoas mudar a decoração da casa assusta”, diz Pedro d’Orey, team manager dos decoradores da QuartoSala (quartosala.com). No entanto, não é preciso destruir paredes ou deitar fora o sofá que escolheu o ano passado para que a sua casa se torne mais confortável: “Para quem não está interessado em dar uma volta de 180 graus na casa, algumas operações cirúrgicas
podem contribuir para dar novo fôlego à casa.” São pequenas alterações fáceis e baratas de conseguir. Segundo Pedro d’Orey, “são questões sensoriais em que normalmente as pessoas não pensam”. A casa de um Homem é o seu palácio. Seja para dormir,  ver séries no sofá, dar comida às crianças entre berros e brinquedos no chão, ou, quem sabe, trabalhar, é importante que se sinta confortável e verdadeiramente em casa. O QuartoSala dá as dicas.

1- Minimalismo, precisa-se:  Livre-se da tralha. Arrume na arrecadação, ou se tiver
mais coragem, dê toda a tralha inútil que tem vindo a coleccionar e a expôr em casa e que nada acrescenta à sua decoração a não ser ruído visual.
Se os amigos não quiserem, chame os EMAÚS, eles agradecem: R. do Almada 134/138, Lisboa, 919829496; R. da Boavista 114, Porto, 222024018

2-Deixe a luz entrar: Substitua as cortinas antigas  por tecidos mais ligeiros e luminosos. Pode optar por soluções minimalistas, como painéis de tecido, ou funcionais, como estores de madeira lacados. Por outro lado, aposte na cor e movimento e troque as almofadas do sofá por outras com cores. Aposte nos tecidos com motivos dos anos 50 para um ar retro.
Area (areastore.com); QuartoSala 214411110

3- Ar Puro: Mande limpar os sofás, os tapetes e as  cortinas. Mesmo que não tenha nódoas gritantes, o facto de limpar altera o cheiro da casa. Os tecidos e os tapetes têm tendência a adquirir cheiros que têm a ver com a transpiração e no caso dos tapetes com a sujidade dos sapatos. Mastercare: 914046877; Nós Limpamos (noslimpamos.com) 963947992; Protecleaning (protecleaning.com) 219211637

4-Novos Cenários: Mude a iluminação. Está na hora de encostar aquele candeeiro que transmite uma luz pouco acolhedora ao seu ambiente. Crie cenários de luz inspiradores. Peça a ajuda de profissionais. Faça das suas paredes uma fonte de inspiração. Cubra uma das paredes da sua sala com uma tela impressa com uma imagem em grande formato. Personalize.
Gillamp (gillamp.pt); Megarim (megarim.pt) 21843450; Exporlux (exporlux.pt) 234639230 »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/78041-ha-vida-alem-das-ferias-cuide-da-casa-corpo-e-mente, a 13 de Setembro de 2010, em Jornal I

Aproveite as dicas…

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Estudo Sobre Chefias e Stress…Conheça os Detalhes…

Chefes e Stress...

Hoje trago um artigo que versa sobre uma curiosidade, afinal, nem todos ambicionam chegar a chefes, pois estes altos cargos apresentem tendência para criar instabilidade e causar stress, vou transcrever a referida reportagem, onde é analisada essa mesma situação.

« Fuga ao stress: só 14% dos trabalhadores querem ser chefes

Maioria dos empregados reconhece que não tem o que é preciso para ser um bom executivo e prefere a segurança e a simplicidade das funções que tem à responsabilidade

Ser chefe não é o sonho da maioria. Na verdade, apenas 14% dos empregados gostariam de o ser. E a razão é simples: não querem a responsabilidade e o stress que esses cargos acarretam.

De acordo com um estudo da Randstad Workmonitor que englobou 23.058 pessoas em 25 países, para a maioria, a estabilidade de um emprego e as funções simples são poderosamente atractivas em comparação com as situações de stress e preocupações que derivam de um alto cargo.

De acordo com o estudo, isto mostra a visão que os trabalhadores têm dos cargos directivos dentro de uma empresa e das dificuldades que esses executivos tiveram em enfrentar a crise económica. O que pode ser também explicado pela visão que aos funcionários têm de si mesmos: apesar de 66,4% confiarem na sua faceta persuasiva, reconhecem não ter as qualidades necessárias para se tornarem num bom chefe.

Dos entrevistados, 47,4% mostraram-se satisfeitos com as funções que ocupam actualmente e 52,8% não querem ser promovidos.

O estudo abrangeu 25 países: Argentina, República Checa, Hungria, México, Suécia, Austrália, Dinamarca, Índia, Holanda, Suíça, Bélgica, França, Itália, Noruega, Turquia, Canadá, Alemanha, Japão, Eslováquia, Reino Unido, China, Grécia, Luxemburgo, Espanha e Estados Unidos. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/chefes-empregados-trabalhadores-executivos-agencia-financeira/1186533-1730.html, a 23 de Agosto de 2010, em Agência Financeira

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Dicas Para Fugir ao Desemprego de Longo Prazo…Conheça as Melhores…

Fuja do Desemprego de Longo Prazo... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago uma notícia que saiu ontem, num diário da nossa praça, e que versa sobre as regras para fugir ao desemprego de longa duração, vou transcrever a referida peça.

« O segredo para fugir ao desemprego de longo prazo

Empresas de Recursos Humanos recomendam mais formação e reajustamento da carreira ao mercado

A formação e o reajustamento da carreira ao mercado são os melhores caminhos de saída de uma situação de desemprego superior a um ano, defenderam responsáveis por empresas de recrutamento.

«A nossa recomendação é a das pessoas investirem, dentro do possível, no redireccionamento da sua própria carreira para áreas onde tenham maiores garantias de colocação e de adequação ao mercado de trabalho», disse à Lusa o administrador executivo do grupo Egor, Amândio Fonseca.

Para o responsável, o desemprego de longa duração está a aumentar em Portugal, não apenas nas faixas etárias mais avançadas, mas também nos jovens, que muitas vezes encontram saída na emigração.

«A crise é de tal maneira forte e profunda que não há criação de empregos e, à medida que as universidades vão lançando no mercado licenciados que não encontram colocação, o desemprego de longa duração alarga-se a pessoas muito mais jovens», disse.

Numa visão mais optimista, o consultor sénior da Page Personnel, do grupo Michael Page, Jorge Macedo, identifica os desempregados de longa duração «como um nicho de mercado», na medida em que podem ser vistos como profissionais «qualificados e com experiência», sobretudo no segmento de trabalho temporário especializado.

«É uma mais-valia para as empresas terem um profissional sénior para desenvolver uma missão para uma determinada área de negócio, onde pela sua disponibilidade e experiência conseguem trazer mais-valias imediatas», acrescentou.

Atenção às pistas do mercado

«Uma pessoa que está há um ano sem projecto não é por ser um mau profissional é porque de facto neste momento escasseiam oportunidades de mercado. Já lá vai o tempo em que os empregadores pensavam assim», considerou ainda Jorge Macedo.

Desta forma, para o consultor, um desempregado de longa duração deve assim estar sempre atento a tudo que são acções de formação que possam melhorar a sua vida profissional, mas também «às pistas do mercado, nomeadamente nas redes sociais profissionais».

Na mesma linha, a directora de recursos humanos da Multipessoal, Sandra Nazaré, defende uma aposta deste tipo de candidatos na formação, uma vez que a «atractividade do candidato está associada ao perfil que exibe e ao background técnico».

«Qualquer empresa procura um profissional o mais completo possível nestas duas vertentes, independente de estarem numa situação de desemprego. O candidato deve por isso conseguir demonstrar como tem investido ao longo deste tempo na sua própria formação», concluiu.

De acordo com os dados divulgados na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o desemprego de longa duração está a aumentar em Portugal, tendo subido 38,7% face ao trimestre homólogo e 6,9% face ao trimestre anterior, para os 326,2 mil desempregados, de um total de 589,8 mil desempregados. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-emprego-trabalho-ine-desempregados-agencia-financeira/1185408-1730.html, a 18 de Agosto de 2010, em Agência Financeira.

Boas Dicas.

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Precariedade Laboral Está Cifrada em 75%… Conheça Algumas Medidas Para Solucionar Esta Questão…

75% dos Empregos são Precários... Fonte: http://sanantonio.com.br

Hoje trago uma notícia sobre a questão do emprego, neste caso, mais desemprego, vou transcrever uma peça jornalística que já tem uns meses, no entanto, só hoje consegui fazer um comentário à mesma. Vou transcrever na íntegra a peça jornalística e de seguida fazer um breve comentário à mesma.

« Ofertas de emprego: 75% são mal pagas

Há 18 mil ofertas de trabalho por preencher. Mas grande maioria são publicadas por agências de trabalho temporário, que pedem apenas algumas horas

A CGTP avança que a maioria dos empregos oferecidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) são geridos por agências de trabalho temporário. Ou seja, das 18 mil ofertas de trabalho por preencher, algumas são para fazer apenas algumas horas.

Esta ideia do sindicato vai contra o argumento do Governo de que a razão para os desempregados não pegarem em certos empregos se deve a subsídios «generosos», avança o «Diário de Notícias».

«Três quartos das ofertas existentes nos centros de emprego [75%] correspondem a trabalhos precários e em regime temporário», afirma o dirigente da CGTP, Arménio Carlos, que garante ainda que «não se pode dizer, com ligeireza, que as pessoas não querem trabalhar. O problema é que não há empregos com o mínimo de qualidade e entre abandonarem o subsídio e irem para um emprego que já sabem que é precário e mal pago, não o fazem», frisou.

Até porque se aceitarem-se um trabalho precário e mais mal remunerado que o anterior – e se voltarem ao desemprego alguns meses depois – o subsídio seguinte já terá um valor menor, já que a percentagem dos 65% será calculada sobre uma base salarial é menor. E no caso de as contribuições não reunirem o mínimo legal de meses, o acesso à prestação poderá, inclusive, ser vedado.

Olhando especificamente para os industriais de panificação – que se queixam da falta de trabalhadores – o problema é que a maioria dos empregos disponibilizados rondam o salário mínimo, da ordem dos 475 euros. Mas também há quem ofereça só algumas horas por dia por 300 euros.

Ainda assim, mesmo que todas as ofertas disponíveis nos centros de emprego fossem satisfeitas, o desemprego apenas abrandaria em 18.340 pessoas, ou seja, apenas 3% do desemprego que o próprio IEFP contabiliza. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/emprego-trabalho-temporario-trabalho-desemprego-iefp-agencia-financeira/1149417-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 23 de Março de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

Para começar o meu comentário, gostava de começar por esta questão? Como é possível uma sociedade evoluiu assente em princípios basilares de ordenados tão precários como os trabalhos? A resposta é óbvia, é praticamente impossível, e pode causar mutações na sociedade irreversíveis como as que estamos a assistir…

Vejamos, que a peça acima transcrita, assume-se como os 75% dos empregos cedidos pelo IEFP, são precários, ou seja, pelo menos 3 quartos da sociedade, deveria ganhar aquilo que existe, mas que não é pago na realidade, denominada de subsidio de precariedade, ou seja, um valor por o trabalho ser uma posição que terá um fim, que não se sabe, por vezes qual o fim do mesmo, e em que muitos dos contractos são os renováveis mês a mês.

O que eu quero indicar é, se as pessoas são «obrigadas» a ter trabalhos precários, deveriam auferir mais, de forma a conseguirem juntar, para os vales de trabalho, ou seja, para quando não possuem emprego, o contrário também é valido, ou seja, pessoas com trabalho mais estável, como mais dificilmente ficam sem emprego, deveriam auferir menos que os precários…

Esta teoria, penso que é muito credível, sendo que as pessoas que em principio quisessem ganhar mais, teriam que «arriscar» e ter um a profissão com riscos de a perder, tal como acontece na nossa vida quotidiana, em tantas áreas, tal como acontece na bolsa, nos jogos de azar, etc.

Apresenta vantagens notórias, pois tendencialmente não iria sobre carregar o estado com pagamentos de subsídios, pois as pessoas ganhariam um pouco mais para criar o seu próprio subsídio de desemprego, e poderiam as pessoas escolher entre ter uma vida a saltar de oportunidade em oportunidade, ou então, a assentar numa organização, mas ter a certeza que teriam uma vida estável, pelo menos teoricamente.

Esta teoria, penso que poderia ser a solução para muito do desemprego, e precariedade social, no entanto, é obvio que nunca será real, pois mexe com muitas variáveis e atravessa as filosofias dos principais partidos, o que nunca chegariam a consenso a não ser que estivéssemos num governo de auto-gestão, e constituído pelas 4 grandes forças políticas.

No que concerne à peça acima transcrita, a conclusão a que chego é que o IEFP, anda a trabalhar para aquecer em 75% dos casos, pois anda a «remendar» furos, em vez de levar o problema mais a fundo, e tentar construir oportunidades sólidas, e credíveis, e ser mais que um local que as pessoas têm que recorrer quando se encontram desempregadas para arranjar emprego, ou mesmo, para solicitar o respectivo subsídio a que têm direito. Devemos ter em conta, que este tipo de sistema, e de tapar furos, pode sair muito barato no inicio, ou quando os furos são poucos, no entanto, no médio e longo prazo, sairá muito mais caro, pois se a estrada está destruída, que vale tapar 2 furos aqui, se vão abrir 3 ou 4 acolá… Mais vale tirar o piso todo, e fazer de novo, que andar a remendar…

Tenho pena, que os nossos governantes sejam muito pobres de espírito, e que não consigam se aperceber, que devem mudar a legislação laboral e deixar o ónus da escolha do tipo de vida, nas pessoas e não nas organizações, pois ao estar nas organizações o direito de escolha, prejudica gravemente as pessoas, sendo que os governantes vivem com menos organizações, mas quando mais pessoas tiverem a efectuar descontos, de valores mais altos, mais fortificado ficará o Estado, portanto, deve ter em conta que a sociedade é assente em princípios sociais e não somente capitalistas.

Deixo no ar a questão, as organizações fazem com que a natalidade seja incrementada? A resposta é simples, organizações socialmente responsáveis sim, as outras não, o problema é que os jovens cada vez menos estão enquadrados dentro de organizações socialmente responsáveis, ou se está um membro do casal, o outro não, e serve esta situação de tampão para o incremento da natalidade, que vai interferir daqui a alguns anos nas receitas estatais.

Para concluir, espero que somente as pessoas reflictam sobre estas situações, bem como os nossos governantes se tiverem acesso ao blog.

Deixo a Questão: Que pensa da teoria por mim acima descrita?

Tenho Dito

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