Jogos de Consola e Computador Mais Pedidos Neste Natal…Vale a Pena Espreitar…

Jogos Para Todas as Plataformas Neste Natal... Fonte: http://www.nullsh.com

Hoje trago mais sugestões de prendas de Natal, sei que é sempre útil termos informações e mais escolhas no que oferecer às pessoas de quem mais gostamos, especialmente no Natal, passo a transcrever o artigo.

« Dez Jogos para oferecer este Natal

É um presente que fica bem em qualquer sapatinho (principalmente no dos mais novos). Mas como há tantos jogos a serem lançados no mercado, o i escolheu dez

Há mais de 200 milhões de Super Marios, mas podiam ser Popeyes. “New Super Mario Bros” é o novo título da franchise mais vendida de sempre: o nome de Mário é sinónimo de lucro nos vídeo jogos e já mais há mais de 200 milhões de unidades vendidas. O facto que pode não conhecer é que Mário – que no início se chamava Jumpman – podia ter sido Popeye, caso a Nintendo tivesse conseguido comprar a licença para utilizar o marinheiro como personagem principal de um jogo.
Quando pensou naquilo que viria ser a estreia de Mario, Shigeru Miyamoto, inspirou-se no triangulo amoroso de Popeye, Olivia Palito e Brutus. Mario, ou Jumpman, na altura carpinteiro, ocupou o lugar de Popeye, Brutus foi transformado num gorila e Olivia assumiu a forma de Lady (que mais tarde se tornou princesa). Antes de lançar Jumpman nos Estados Unidos, a equipa de desenvolvimento reuniu-se para debater a questão do nome da personagem principal. Nessa altura, o dono da casa onde estavam entrou intempestivamente pela sala e exigiu a renda que Minoru Arakawa, cunhado do presidente da Nintendo na altura, lhe devia. O nome do senhorio era Mario Segali. Mais de 26 anos depois, Mario, o Super, não o Segali, está aí para as curvas e preenche uma parte considerável das cartas enviadas ao Pai Natal.  Os jogos de vídeo são dos presentes mais requisitados e as editoras sabem disso.
Numa altura do ano em que se intensificam as campanhas de publicidade, o i fez esta lista onde escolhe dez jogos recentemente lançados no mercado. Há muitos outros que podiam estar aqui, como “Uncharted 2”, “Tekken 6” ou “Forza Motosport 3”. Em primeiro, o único que não é aleatório na ordem que ocupa, o novo Mário.

New Super Mario Bros

A presença de Mario nas listas de Natal é quase tão antiga quanto o velho de barbas vestido de encarnado. E há muito que um novo jogo da série não gerava tanto entusiasmo: “New Super Mario Bros” é ideal para toda a família, e tem um condimento que nenhum outro teve até agora: quatro jogadores podem desfrutar em simultâneo da experiencia de jogo. Ou seja: podem saltar para as cavalitas uns dos outros para chegarem a lugares, de outra forma, inacessíveis.
New Super Mario Bros marca o regresso da franchise ao 2D mas aproveita mecânicas de jogo, power ups e movimentos que foram retirados aos irmãos em 3D.

Plataforma: Wii; Preço: €50

Assassin’s Creed II
Esteve quase a ser mais do mesmo, mas a Ubisoft conseguiu pegar naquele foi um dos  jogos com uma história mais surpreendente e dar-lhe um twist interessante. Não vamos revelar o enredo da segunda parte de Assassin’s, mas podemos dizer que o jogo tem pérolas como conversas com Leonardo da Vinci e outros personagens históricos. O cuidado histórico é, aparte da ficção, uma constante. O jovem Ezio vê os seus familiares assassinados e a vingança torna-se a sua principal causa. Não é propriamente o melhor motivo, mas consegue convencer o jogador a comandar Ezio ao longo de 20 horas de jogo.
Plataforma: PS3, Xbox360, PC; Preço: €60

Championship Manager
É mesmo CM, como era conhecido entre os fãs. O jogo foi destronado por Football Manager (FM), que surgiu em 2005 após a EIDOS e a Sports Interactive terem desistido da parceria que até ali dominava os simuladores de futebol, Championship Manager. A Eidos ficou com o nome e a Sports Interactive com a base de dados e o código fonte. E é por isso que FM tem sido melhor do que CM: o original bate sempre a cópia, mesmo que a cópia tenha o nome do original. Confuso? Não esteja: CM está melhor que nunca e tem uma opção que se pedia desde o início. O treinador pode agora ensinar jogadas aos seus pupilos e depois vê-los a praticá-las em campo.
Plataforma: PC; Preço: €40

Professor Layton e a Caixa de Pandora
Lógica e puzzles, é disso que vive o segundo jogo baseado nas aventuras do professor Layton e do seu ajudante que vão percorrendo os cenários em busca da solução para os mistérios. A área a explorar é três vezes maior do que no primeiro jogo e traz 150 novos puzzles para resolver. Os temas  de conhecimento a serem explorados são a lógica, a matemática, a memória, e a coordenação entre as mãos e os olhos. O grande objectivo do jogo é resolver o mistério: quem matou o mentor de Layton e o que tem isso a ver com a caixa de Pandora. Layton tem potencial para reunir a família à volta de uma pequena consola, com todos a darem palpites sobre a solução do puzzle seguinte.
Plataforma: Nintendo DS; Preço: €40

Singstar Queen
Sim, este Singstar, o jogo que popularizou o Karoke nas salas de estar, traz menos músicas do que os outros: cinco no disco e outras cinco num cupão, para serem descarregadas da internet. Mas traz também dois microfones wireless, que, para quem já experimentou cantar com crianças pequenas na sala, provam ser de uma utilidade incalculável. A opção de descarregar cinco músicas online elimina aquela frequente sensação de frustração por ter comprado um singstar do qual só conhece dois ou três temas. É um bom presente para toda a família e garantia de gargalhadas certas.
Todas as plataformas; Preço: €55

Wii Fit Plus
O Wii Fit original pôs meio mundo a saltitar em frente à televisão. A grande inovação deste Plus é a possibilidade de criar o seu próprio plano de exercícios, uma funcionalidade pedida pelos fãs da primeira versão do jogo. Versão, porque Plus parece um remake com mais personalidade do primeiro. Esse devia ser, aliás, o objectivo, já que o novo jogo também é vendido com a balance board, o periférico maravilha. Wii Fit Plus está nesta lista porque lhe pode servir de descarga de consciência para aqueles quilitos a mais com que, de certeza,  irá acabar a época festiva.
Palataforma: Wii; Preço: €20

PES  2010
O jogo tem novas licenças: para além da Liga dos Campeões, surge agora a Liga Europa, o que obrigou o estúdio a dar mais atenção aos pormenores das caras dos jogadores e aos equipamentos oficiais das equipas. PES está mais fluido, mais feito para a partida rápida ocasional. Este é também o primeiro PES a incluir comentários em língua portuguesa (Pedro Sousa, da Sport TV, e João Vieira Pinto). Os viciados em PES, como os Gato Fedorento (que criaram a tirada “Olhó Kunami fresquinho” inspirados na marca que criou o jogo) podem descansar: PES está de regresso.
Plataforma: PS3, Xbox360, PS2, PSP, Wii, PC; Preço: €60

Avatar
James Cameron fez do bom e do bonito, literalmente. Depois disto, os videojogos (e o cinema) não vão ser os mesmos. “Avatar” é uma obra de arte, em qualquer das consolas ou PC em que se apresente. Tem quase tudo para se tornar num clássico, como “Aliens” ou “O Exterminador Implacável” o fizeram no cinema. Avatar é um jogo de acção na terceira pessoa em que os eventos são uma prequela do filme que vai estrear daqui a 10 dias. O jogador pode escolher uma de duas facções: os nativos Na’vi ou os RDA, uma força militar contratada para se assegurar que a extracção de um mineral raro corre bem.
Todas as plataformas; Preço: €70 (mas variam consoante a plataforma)

Sims 3
A primeira expansão para o “Sims3” leva os jogadores a passear pelo mundo para cumprir missões. World Adventures (Aventuras no Mundo, na versão portuguesa) redefine a experiencia de jogo: construir casas e gerir, dentro delas, a vida dos bonequinhos (os Sims), é coisa que passa para segundo plano (embora ainda seja possível fazer essa vidinha pacata). Para criar a expansão, a EA ouviu a comunidade, que pedia uma componente RolePlay mais forte, ao estilo de “Sims 2: Náufragos”, mas num mundo mais aberto e permite agora viagens a França,China e Egipto.

Plataforma: PC; Preço: €35

FIFA 10
O jogo marca presença aqui, como o PES. Escolher entre um deles é como escolher entre a o pai e a mãe. O drible a 360 graus é uma das características mais salientes no FIFA, onde as colisões e a movimentação geral dos jogadores está francamente melhor do que na versão anterior. A inteligência artificial dos “bonecos” controlados pela máquina podia ser melhor, já que ainda ficam muitas vezes parados com a bola a poucos metros. O já tradicional Manager Mode sofreu também algumas melhorias, e o novo Live Season permite jogar (um campeonato custa mais 5 euros ) com os dados e estatísticas actuais dos campeonatos.

Todas as plataformas; Preço: €60»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/36335-dez-jogos-oferecer-este-natal, em Jornal I

Boas Escolhas!

RT

The Beatles….In Guitar Hero…..Enjoy It….

Guitar Hero

Guitar Hero

Hoje trago algo, que é ao mesmo tempo nostálgico e vanguardista, é uma publi reportagem, podemos classificar desta forma, passo a transcrever a mesma e de seguida faço o meu comentário:

« Beatles em Portugal: com bits, bytes e muito plástico

O que faz um pianista, um fadista e um produtor a tocar Beatles? Desafiámos Laginha, Camané e Nuno Rafael a encarnarem os Fab Four

É uma imagem improvável: o pianista Mário Laginha agarrado a uma guitarra de plástico, o fadista Camané a cantar numa espécie de microfone de karaoke, e músico/produtor Nuno Rafael a percorrer o braço de um baixo que não tem escala, apenas botões. Estranho? Nem por isso: os três músicos foram os primeiros portugueses a experimentar o novo jogo da Electronic Arts, o “Rock Band”. A nova versão, dedicada aos Beatles, é hoje lançada internacionalmente (sexta-feira em Portugal), no mesmo dia em que os “Fab Four” voltam a dar que falar, com uma reedição de luxo: 14 discos e duas caixas para coleccionadores.

Mário Laginha foi o último a confirmar e o primeiro a chegar. A acompanhá-lo vem também a filha Inês, claramente mais experiente nestas andanças dos jogos de computador. Para os que ainda não sabem, o Rock Band é um jogo de vídeo que utiliza instrumentos musicais (ou algo parecido) em vez dos tradicionais comandos: guitarra, baixo, bateria e microfone. “Cantar? Não, obrigado”, diz Laginha, que à falta do piano escolhe a guitarra. “A mim parece-me sensato começarmos pelo easy… Não tem supereasy?”

Em família Por agora é apenas um ensaio intimista com pai e filha. “Aqui não se brinca”, atira Laginha, quando vê a réplica de uma Fender Stratocaster, versão jogo de computador. Para quem pega pela primeira vez num instrumento virtual, é natural que surja alguma confusão com os botões. O objectivo do jogo é carregar nos botões consoante as cores que aparecem no ecrã, que variam em função do tempo e do tom. Não é fácil, sobretudo para músicos.

“Às vezes engano-me nos contratempos”, suspira Laginha de baquetas na mão, no momento em que chega o segundo convidado. Nuno Rafael, músico que acompanha regularmente Sérgio Godinho, agarra-se ao baixo. Falta Camané, mas em breve estará tudo em família: Mário Laginha, que já colaborou em diferentes ocasiões com o fadista que, por sua vez, integrou os Humanos, com Nuno Rafael. Os Beatles – virtuais e portugueses – estavam ressuscitados.

Ringo Camané Starr A chegada tímida de Camané à “sala de ensaios” é de pouca dura. “Eh pá, não posso cantar. Não conheço as letras”, desculpa-se o fadista, enquanto trauteia o “Can’t Buy Me Love”. Em breve estaria com o microfone na mão: “Mete aí o ‘Don’t Let Me Down’, é a minha favorita”, pede lembrando os anos em que andou “viciado” nos Beatles. “Conheci a música deles com sete anos. Ouvi aquilo compulsivamente até aos 12.”

Talvez por não terem experiência de jogos de computador, a expectativa seja baixa – a nossa e a deles. “A letra passa muito depressa”, resmunga Camané, acompanhado de Nuno Rafael e Mário Laginha na guitarra e bateria, respectivamente. “Podem fotografar à vontade. Mas devo dizer que me sinto absolutamente ridículo”, brinca Laginha. “Vou ser gozado até ao fim dos meus dias.” Os meios justificam os fins: “Experimentar este jogo é como reviver de alguma forma todas estas músicas de uma banda brilhante. Normalmente, os discos trazem duas ou três músicas interessantes, as outras já exigem algum esforço. Os Beatles não, fizeram uma quantidade enorme de músicas excelentes, com óptimos arranjos, harmonias…”

Nuno Rafael concorda, apesar de não acreditar que o jogo possa despertar os mais novos para a banda tida como intemporal: “Há malta nova que gosta dos Beatles, mas acho que é preciso alguma maturidade. E ajuda dos pais.”

Para quem nunca joga computador, o fadista disfarça muito bem: fez 100 por cento, por pouco rebentava a escala. Teve até tempo para um daqueles berros à Lennon, na parte final de “Don’t Let Me Down”. “Estás a cantar de mais, pá”, ataca Laginha. Mas a esta hora, o fadista já estava longe, em modo palco: olhos fechados, mão na cintura, rosto levantado. O seu desafio, esse, ainda estava para vir.

Nova formação Laginha na guitarra, Rafael na voz e Ringo Camané Starr na bateria. A performance do fadista é irrepreensível: dá o tempo de arranque com as baquetas, qual músico de rock, com Rafael atrás do tom de uma das suas preferidas, “Taxman”, de George Harrison. Apenas um senão: a música é num tom demasiado alto. “Não há problema, eu canto em falsete”, arrisca.

Seguem-se os hinos “Ticket to Ride” e “Get Back”. Mas a esta hora já ninguém se consegue levar a sério, as paragens são um desastre e os tempos estão todos trocados. De repente, entre muitas gargalhadas, a música parou. “Acontece quando os músicos não conseguem acompanhar o nível”, explica a relações públicas da Electronic Arts. O ensaio está terminado: “Pessoal, temos de ensaiar mais.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/22069-beatles-em-portugal-com-bits-bytes-e-muito-plastico—videos, a 09 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Eu como amante da música, venho mostrar que é boa aposta esta de sair um videojogo com a saga dos Beatles, outros nomes, já existem para o referido jogo, entre eles os Abba, os Metallica, etc.

Por um lado, é uma forma de rentabilizar o valor da banda, e de incrementar a notoriedade da mesma, de seguida, é uma forma de mostrar que a música com recurso a instrumentos, está viva, e que se pode fazer bastante mais.

A nível familiar, penso que seja salutar, pois por vezes é preciso uma banda, para se poder tocar, e porque não cativar toda a família, para se formar a banda e poder reviver os êxitos de antigamente, e quem sabe, das novas bandas que possam a vir a ser integradas com o jogo.

É também, uma forma de se aprender, pois ao se tocar instrumentos, ao se viver as canções, é completamente diferente de somente se ouvir, a vivência é completamente diferente.

A Electronic Arts, descobriu uma maneira de colocar pessoas dos 4 aos 100 anos à volta, de uma consola, a viver música, para muitos, ser músico era um sonho, agora pode se tornar um pouco mais tangível esse mesmo sonho.

Deixo os meus votos para Bons Acordes e Horas de Divertimento

Deixo a Questão: Que Pensa deste tipo de videojogos?

Tenho Dito

RT