Portugal Vai Originar Cortes de Internet Aos Piratas Informáticos…Quais as Vantagens e Desvantagens…

Hoje trago, um tema que vai gerar muita polémica, e que na minha óptica vai originar problemas de liberdades, direitos e garantias dos utilizadores da internet, e vai levantar problemas que desde o 25 de Abril de 1974 não eram notados, como a espionagem, e a perseguição de pessoas. Vão colocar em causa as empresas que Internet, e vai originar desemprego, pois muitas delas vão ter que mandar os clientes embora, e como tal, vão ter prejuízos e vão ter que despedir pessoas, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um breve comentário:

«Pirataria na internet: Portugal vai poder cortar acesso a quem for apanhado a piratear

A União Europeia vai aprovar directiva, mas impõe restrições ao corte, que só pode ser feito após um processo “justo e imparcial”

A votação está marcada para o final de Novembro e deverá fazer aprovar uma das leis mais polémicas da era digital: os países europeus vão poder cortar o acesso à internet a quem for apanhado a piratear. Se tudo correr como previsto, o novo enquadramento europeu para as comunicações electrónicas – telecoms package – estará pronto ainda este ano e terá de ser transposto para a legislação dos 27 estados-membros. Isto, obviamente, inclui Portugal.

Embora o executivo de José Sócrates tenha alguma margem de manobra na transposição da directiva, o facto é que a interrupção do acesso a quem for considerado culpado de partilha ilegal de ficheiros passará a ser possível. E isso faz antever a eclosão de uma guerra entre os fornecedores de internet, os detentores de direitos e os próprios consumidores portugueses. Até agora nenhuma empresa de internet quis pronunciar–se sobre esta medida, sendo já conhecido o apoio de organismos como o MAPiNET – Movimento Cívico Anti-Pirataria na Internet, bem como as críticas dos defensores dos direitos dos consumidores.

No entanto, o acordo histórico conseguido na quarta-feira à noite no Parlamento Europeu impõe várias limitações a este procedimento. É que o pacote legislativo já tinha sido aprovado em Maio, mas um diferendo entre o Parlamento Europeu e o Conselho de Ministros obrigou à suspensão da aprovação. Em causa estava uma emenda segundo a qual o corte só poderia ser feito com autorização judicial, algo com que o Conselho não concordava.

Após uma noite intensa de conciliação, ambas as partes acabaram por ceder e foi decidido que o corte ou a restrição só poderão ser feitos se forem “apropriados, proporcionais e necessários no quadro de uma sociedade democrática”, com “respeito pelo princípio da presunção de inocência e do direito à privacidade” e ainda como “resultado de um processo prévio justo e imparcial”, que garanta “o direito do consumidor a ser ouvido” e a uma “revisão judicial” em tempo útil. É este o texto que será votado entre 23 e 26 de Novembro.

No entanto, não ficou claro que forma terá o “processo justo e imparcial” a que Parlamento e Conselho se referem. Certo é que esta directiva irá chocar com as leis já aprovadas em França e no Reino Unido.

“Não me choca que haja um juiz a decretar o corte. O que me choca é que se tenha de esperar não sei quantos meses para a sua concretização”, afirma ao i Manuel Cerqueira, presidente da Associação Portuguesa de Software (Assoft), um dos principais defensores da criação de um tribunal específico para as questões da pirataria informática. O responsável frisa que uma ordem de corte de acesso à internet “deve ter a mesma acção que uma providência cautelar”. Ou seja, efeito imediato.

Todavia, só quando a directiva for transposta para a legislação portuguesa se perceberá a que órgão vai caber o papel de fiscalizar estes pedidos de interrupção de serviços de acesso à internet. Ao i, a Autoridade Nacional de Comunicações – Anacom, explicou que a decisão cabe ao governo e que não tem necessariamente de recair sobre um organismo específico.

Além disso, o pacote legislativo é muito mais abrangente que esta questão. Vai criar, por exemplo, um novo organismo europeu denominado BEREC para melhorar a cooperação entre os reguladores de telecomunicações dentro da União Europeia. Também inclui uma directiva de reforço dos direitos dos consumidores – que, entre outros, vai exigir consentimento prévio para que os sites instalem cookies nos computadores – e permitir a transferência do número de telemóvel de uma operadora para outra em apenas um dia útil.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/31518-pirataria-na-internet-portugal-vai-poder-cortar-acesso-quem-for-apanhado-piratear, a 06 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Na passada sexta feira, saiu a notícia acima transcrita, uma lei que vem colocar em causa, valores tão importantes, e conquistados a 25 de Abril de 1974, onde as pessoas, ganham a liberdade, e se termina com a repressão, e ter uma polícia, como era a PIDE.

Pois bem, eu não sou o denominado pirata, não tenho hábito de retirar coisas da internet, no entanto, penso que devem atirar a primeira pedra, quem nunca descarregou nada de ilegal da Internet…penso que ninguém, utilizador da internet a nível médio, deve conseguir atirar a primeira pedra.

Outra questão, que se levanta, é a definição de pirataria, pois a mesma, não se encontra bem definida, pois pirataria para muitos e retirar conteúdos como filmes, jogos, software, álbuns, e com estes conteúdos, fazer dinheiro, ou seja, vender, e para outros é simplesmente, retirar esses mesmos conteúdos, mas para uso próprio. Pessoalmente, penso que a primeira, é a verdadeira pirataria, pois antigamente, os barcos de piratas, saqueavam para depois fazer dinheiro com tal.

Convenhamos, que os downloads, foram o motor de busca, para a mumificação da internet, e a constante aumento das velocidades oferecidas pelos ISP, bem como, em muitos casos à abolição dos limites de tráfego.

Penso que muito do que fazem downloads, para seu uso próprio, ou seja, não usam para venda, ou para enriquecimento próprio, devem se poder «defender», como sendo para seu uso, e que estão incluídos no preço do serviço de internet.

A lei a ser aprovada, na minha óptica, vai dar origem a diversos problemas, os cidadãos vão ter a sensação de estarem a ser espiados constantemente, o que torna um país um pouco retrogado, e que parece estamos em meados do século passado; outro dos problemas, é que os ISP, vão perder clientes, e vão ter uma concorrência entre si, um pouco injusta, senão reparemos, um ISP tem que desligar um serviço a um cliente, no entanto, esse cliente ao ser deparado com uma empresa, a quem contrata um serviço, e a mesma, não o quer prestar, é forçado a mudar para outro ISP, que responda às suas necessidades, desejos e motivações e que lhe preste um serviço, com qualidade e sem interrupções. Perante esta situação, eu não queria estar no papel de ISP, pois é muito chato, ter que cortar o serviço, a quem me paga, ou seja, a quem me sustenta, digo mesmo, que é ridículo, só comparável, como ir a um hipermercado, mas os mesmos não me venderem nada, pois não podem… Levanta-se a questão, quem vai indemnizar os ISP, por serem forçados a perder clientes? E já agora, com que verbas? Devem ser as verbas dos impostos, como sempre.

Na minha opinião, e mais uma vez ressalvo, não utilizo a internet para esse tipo de situações, mas penso que, quem o faz para seu uso privado, não deve ser prejudicado, pois ao fim ao cabo, pagou a mensalidade do serviço para o fazer, e em muitos locais, não tem nenhum aviso, ou indicação, que o que vai efectuar em alguns países é ilegal; no entanto, vai gerar conflitos entre clientes, ISP’s, autoridades…etc, exemplo disso, foi os conflitos originados em alguns países europeus.

Uma solução para isto, era por exemplo, os ISP, criaram um serviço, onde o cliente pagaria uma mensalidade de por exemplo, 10€ ou 15€, e que poderia ter acesso a conteúdos para poder descarregar de uma forma legal, e o ISP, poder até mesmo conseguir entrar em acordo com o autor, e pagar os direitos, penso que ganharia o autor, o ISP, e o cliente, além de todos, terem a noção que quem hoje não está no mundo da internet, está deslocado da realidade.

Trata-se de uma questão polémica, a qual não vou tomar nenhum partido, não costumo usar a internet para isso, alias, ainda sou dos que tem em casa, um acesso à internet muito baixo e com limites baixos, apesar de me tentarem fazer mudar para acesso de preço superior, mas com velocidades superiores, a minha resposta é a mesma, para consultas normais de sites, e-mail, chega perfeitamente, logo, não estou interessado.

Deixo a Questão: Que pensa desta lei que pode desligar a internet, a quem efectuar downloads de forma ilegal da internet?

Tenho Dito

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33% da População Nacional Não Tem Possibilidade de Ter a Casa Quente…Veja Uma Análise a Esta e Outras Situações Que Originam o Limiar de Pobreza em Portugal

Soluções de Aquecimento Longe de Um Terço dos Portugueses Fonte: http://www.wiki2buy.com.br

Hoje trago uma notícia que me chamou à atenção, em que os níveis de pobreza em Portugal, estão a crescer, em vez de tendencialmente descerem, como seria de esperar, por sermos um país «dito» desenvolvido. Passo a transcrever o artigo e de seguida vou efectuar um breve comentário ao mesmo.

«Um terço dos portugueses sem meios para ter casa quente


Apesar de Portugal ter um dos mais amenos climas, ou por causa disso, em nenhum outro país da União Europeia (UE) há tanta incapacidade de manter a casa quente. É o que sobressai da análise da taxa de privação material, um indicador que o Comité de Protecção Social criou para medir a exclusão social. Os dados foram ontem divulgados pelo Eurostat – a antecipar a conferência de abertura do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, a acontecer quinta-feira, em Madrid, sob a orientação da Comissão Europeia e da presidência espanhola da UE.

A fórmula é nova. Implica constrangimento severo para três de nove capacidades: fazer face a despesas imprevistas; pagar uma semana de férias por ano fora de casa; honrar empréstimos; fazer uma refeição com carne ou peixe ou vegetal equivalente de dois em dois dias; manter a casa quente; ter uma máquina de lavar, uma TV a cores, um telefone ou um carro próprio.

A taxa de privação material estava em 2008 nos 17 por cento, mas havia grande disparidade no espaço comunitário – quatro no Luxemburgo a 51 na Bulgária, um desvio muito mais acentuado do que o da taxa de risco de pobreza, que, embora também estivesse nos 17, oscilava entre os 26 na Letónia e os nove na República Checa. Portugal pontuava 23 numa e 18 noutra.

Dez por cento da população da UE não conseguia ter a habitação suficientemente quente. Portugal liderava esta falta (35 por cento), seguido de perto pela Bulgária (34). O problema quase não se colocava nalguns países frios, como a Noruega, a Suécia, a Estónia e o Luxemburgo (um). Era, no entanto, sério em Chipre (29), na Roménia (25), na Lituânia (22), na Polónia (20) e na Letónia (17), onde os termómetros também descem muito abaixo de zero.

“Isso é um indicador muito relevante para países frios”, advoga Edmundo Martinho, presidente do Instituto de Segurança Social. Parece-lhe ajuizado relativizá-lo por cá, embora nele caibam pessoas com orçamentos que não permitem grandes gastos de electricidade ou gás. Em Portugal, os edifícios nem eram construídos a pensar nos humores do Inverno – só há pouco o país avançou para a lareira, para o recuperador de calor, para o aquecimento central.

A distância da média europeia também se cava no não poder custear uma semana de férias fora de casa: 64 por cento dos portugueses não podiam fazê-lo, um valor só superado pela Roménia (76), pela Hungria (67) e por Malta (65), seguidos de perto pela Polónia (63), pela Lituânia (60) e pela Bulgária (59) – todos bem acima da média europeia (37).

A noção de privação parece alterar-se quando se olha para a capacidade de ter carro próprio. Neste campeonato, Portugal estava na média da UE: nove por cento. As maiores carências registam-se nos países do alargamento, que só há pouco tiveram acesso facilitado a esse tipo de bem.

A boa notícia emana da mesa. Quatro por cento dos portugueses não tinha hipótese de comer carne ou peixe ou o equivalente vegetariano a cada dois dias, quando a média europeia se situava nos nove. O sinal de alimentação equilibra alegra Edmundo Martinho, mesmo admitindo que por cá alimentos como o peixe não alcançam os preços de países sem pesca.

A comparação europeia não envergonha o coordenador nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza: “Há valores que temos de baixar, mas a taxa de risco de pobreza na UE passou de 16 para 17 e nós baixámos para os 18.” A taxa de risco de pobreza tem como base o rendimento médio mensal por adulto equivalente – em 2007, ano ao qual reportam os rendimentos em análise, o limiar de pobreza em Portugal correspondia a 406 euros por mês.

A pobreza extrema é hoje a maior preocupação do planeta. Pelo menos assim ditam 71 por cento de 25 mil inquiridos entre Junho e Outubro de 23 países da Ásia, das Américas e da Europa. Com a crise, não há quem não preveja aumento. “Para os países desenvolvidos, é uma questão de postos de trabalho e de crescimento económico. Para muitos países pobres, é a dor lancinante de milhões de pessoas que passam fome e ficam doentes”, comentou o presidente do Banco Mundial, citado pela Reuters. »

In: http://www.publico.clix.pt/Sociedade/um-terco-dos-portugueses-sem-meios-para-ter-casa-quente_1418522?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29&utm_content=Google+Reader, a 19 de Janeiro de 2010, em Jornal Publico

O meu comentário:

Perante esta notícia, devemos ficar mais tristes, pois Portugal em vez de andar a subir de nível, decresce a cada dia que passa, o que não era de ficar admirado, em virtude de as nossas condições de vida estarem afectadas devido à crise em  que estamos inseridos.

Um dos factores que pode levar a que as nossas condições de vida tenham sofrido decréscimo, deve-se, a níveis de desemprego altos e consequentemente a perca de qualidade de vida, neste caso, nos bens básicos como o aquecimento, ou mesmo, a alimentação.

Parte deste problema, advém como acima enumerei da crise, no entanto, muito dele já existia muito devido aos fracos níveis salariais e aos trabalhos precários, que tem colocado, especialmente as camadas mais jovens como as mais pobres de toda a Europa, originando problemas como sustentabilidade das populações, fracos índices de natalidade, pouco investimento no médio e longo prazo por parte da juventude.

Mais uma vez, e devido a condições, que num contexto de União Europeia, são inaceitáveis, não podemos estar sempre a perder, é necessário dar a volta a esta situação, e pelo menos as necessidades básicas como higiene e conforto, sejam cumpridas, pode-se por aqui até concluir, a razão para que exista fraco investimentos em Portugal, basta verificar essa mesma situação, analisando as condições de vida, com a pirâmide de Maslow.

Maslow, defendia que o ser humano, só quando satisfaz as necessidades básicas como segurança e conforto, é que as pessoas, partem para voos mais altos, como aposta em carreiras ou mesmo investimentos de qualquer espécie, pois bem, perante esta análise, podemos ver que se espera que as pessoas invistam e avencem na vida, no entanto, não Portugal, está a dar pouco às pessoas, no que concerne a necessidades básicas de vida.

Enfim, penso que esta minha opinião, pode não ser compreendida facilmente, no entanto, este é o meu ponto de vista, tendo em conta, que conheço algumas teorias de relações humanas, e como tal, é me difícil divorciar desses mesmos conhecimentos, numa analise tão pobre e triste da sociedade portuguesa, que apesar de estar inserida num grupo de países de 1º mundo, continua a ter uma grande franja da população a viver ou na pobreza, ou no limiar da mesma.

Tenho Dito

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Governo Vai Abrir 5000 Estágios Para Jovens Licenciados…Mas Somente em 2010

Estágios Na Função Pública...

Hoje trago algo, que surpreendeu-me por uma parte, mas desiludiu-me por outro, a questão é que o Estado dá oportunidade com uma mão, mas tira com a outra, bem mas passo a transcrever a notícia, seguida de um comentário:

«Função Pública: estágios vão custar 55 milhões ao Governo

Programa vai abranger cinco mil jovens licenciados

O programa de estágios profissionais na Administração Pública, lançado pelo Governo e que irá abranger cinco mil jovens licenciados, custará 55 milhões de euros por ano, anunciou esta quinta-feira o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, escreve a Lusa.

A estimativa do impacto deste programa nos cofres do Estado foi feita no final do Conselho de Ministros, que aprovou o regime do programa de estágios profissionais na Função Pública.

De acordo com Teixeira dos Santos, no final do primeiro semestre do próximo ano, os cinco mil jovens, com idades até aos 35 anos, já estarão «repartidos e colocados nos diferentes serviços da Administração Pública».

O ministro explicou que as condições de remuneração deste jovens são equivalentes às dos estágios profissionais promovidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que correspondem a duas vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS) mais subsídio de alimentação, o que corresponde a «um pouco mais de 900 euros mensais». »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-estagios-governo-funcao-publica/1106031-1730.html, a 26 de Novembro de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Penso que esta medida de apoiar os licenciados, neste caso, os mais novos, é de salutar, pois pelo menos demonstra da parte do governo uma abertura para poder apostar nestas pessoas, que têm sido nos últimos tempos, colocadas à margem da sociedade.

Esta medida, serve de exemplo, para as organizações seguirem os mesmos passo que o Estado, e possam ser mais permeáveis à entrada de gente nova para as organizações, no entanto, podem fazer melhor, pois podem em vez de ser um estágio somente, e que muito dificilmente servirá de rampa de entrada para uma integração destes mesmos jovens nos quadros de pessoal, as empresas, podem ser responsáveis e além do estagio, poderem ficar com alguns destes jovens, demonstrando ao Estado que é possível, ter pessoas licenciadas nos quadros e que as mesmas são tão competentes como as mais antigas, somente, estão à espera de uma oportunidade de mostrar o seu valor e de incrementar o valor da organização.

No que concerne à medida estatal, o que apontei acima, de ser apenas um estágio e de não ser assegurada a integração, é algo de lamentar, pois o Estado deveria ser o primeiro a dar o exemplo, e a substituir de forma gradual os mais velhos pelos mais novas nas suas fileiras, dando desta forma, a possibilidade de uma geração mais nova, com novas ideias, novos conhecimentos e consequentemente mais existentes de poder mudar alguns dos procedimentos da função publica, que muitas vezes, parecem em certos casos, que estamos num país de 3º Mundo.

No entanto, penso que é algo que devemos ter em conta, que a juventude actual, é uma juventude bastante informada e com muitas ideias e sonhos, ambiciosa e pretende ter um trabalho, pretende colocar em prática medidas vanguardistas, e que se prendem essencialmente com o agilizar de procedimentos, qualidade dos serviços prestados e de dá valor a marcas, e imagem das mesmas. Esta juventude tem muito a fazer, por este país, pois no que concerne ao Estado, penso que uma lufada de ar fresco será algo que pode ajudar, o serviços do Estado serem mais credíveis e mais confiáveis e merecer a confiança dos clientes, que neste caso, são contribuintes. No caso das empresas, com os primeiros sinais de passagem da crise, devemos assistir a uma competição cada vez mais arisca no mercado empresarial, essencialmente nas empresas que competem entre si, sobrevivendo as que estiverem mais na vanguarda, competentes e qualidade acima da média, coisas que só se podem atingir, se tivermos uma equipa coesa, trabalhadora e dedicada, coisas que só a juventude, essencialmente a licenciada consegue contribuir.

Apostem nesta juventude e não se vão arrepender.

Deixo a Questão: Que pensa da criação de 5 mil estágios por parte do Estado?

Tenho Dito

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Fumadores Vão Passar a Ter Mais Dificuldade em Reparar os Seus Computadores…Já é Uma Realidade nos Estados Unidos…

Hoje trago, algo bastante insólito que a ser verdade é muito grave já, que pensei que as pessoas teriam a regra do bom senso, e não atingiriam este limite, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um comentário à mesma.

«Fumar não faz bem à saúde nem aos computadores da Apple

Lojas da Apple nos Estados Unidos recusaram-se a accionar garantias a aparelhos comprados por fumadores e negaram o arranjo das máquinas para não exporem os seus técnicos à “contaminação”.

A situação foi denunciada num site americano dedicado à defesa do consumidor chamado The Consumerist que diz que já houve dois casos de pessoas que se foram queixar aos serviços centrais da Apple, que acabaram por assumir a mesma postura das lojas.

De acordo com o The Consumerist, a Apple recusou accionar a garantia ao dono de um Macbook porque estava “contaminado” por fumo de cigarro.

Este caso seguiu-se a um outro caso reportado de recusa da Apple em arranjar um iMac devido a “riscos para a saúde devido a fumo”.

De acordo com as lojas procuradas pelos clientes, a contaminação por nicotina está numa lista de substâncias consideradas perigosas e isso impede a manipulação de aparelhos danificados pelos técnicos, por razões sanitárias.

No primeiro caso, registado com um iMac, a proprietária aclarou que a sua garantia não se pronuncia sobre casos em que o dono é fumador. Efectivamente, este elemento não consta como excepção nos termos da garantia. A empresa cita, porém, a cláusula que fala em “danos causados pelo ambiente externo” para justificar a recusa em dar apoio técnico.

A Apple ainda não se pronunciou oficialmente acerca deste caso.»

In: http://www.publico.pt/Tecnologia/fumar-nao-faz-bem-a-saude-nem-aos-computadores-da-apple_1411193, a 25 de Novembro de 2009, no Jornal Publico

O meu comentário:

Penso que esta medida é no mínimo ridícula e pode ser mesmo considerada um verdadeiro tiro no pé.

Eu não sou fumador, no entanto, penso que existe uma igualdade de direitos na sociedade, e como tal, existem pessoas que têm direito a serem fumadoras, como me assiste o direito de não ser fumador.

O que se assiste por este fabricante de computadores, é algo que não está consagrado nas garantias, nem no que concerne, à lei da garantia em vigor em toda a união Europeia, pois não podemos distinguir pessoas pelas suas culturas, raças, idades, etnias, etc, logo, também não podemos distinguir pessoas pelos seus hábitos.

A justificação dada pelo fabricante, é que os computadores de fumadores, dão cabo da saúde de quem os repara, pois bem, vou apontar algumas situações que podem prevenir esta situação.

  • O operador pode estar munido de luvas e mesmo de máscara, de modo a que não fique afectado com determinada situação;
  • O fumador, pode até ser fumador, e não fumar quando está ao computador, ou mesmo dentro de casa, nesse caso, o computador é afectado por o dono fumar ou não?
  • Os médicos e enfermeiros, vão deixar de atender pessoas fumadoras, pois podem também adoecer, em virtude dessa mesma prestação de cuidados de saúde;
  • Não está provado, que o computador de um fumador se estrague mais rapidamente, face ao de um não fumador;

 

Estas são algumas das questões que aqui rapidamente levantei, no entanto, muitas mais vão com certeza existir, pois penso que o fabricante, se o fizer em Portugal, está a violar a constituição da republica portuguesa, entre outras situações, sendo que a referida situação, no caso, portugueses não vem contemplada nas garantias dos equipamentos.

Esta medida, serve sim, caso o fabricante de computadores, pretenda só ter clientes saudáveis, ou seja, que não fumem, mas isso, é tentar direccionar-se para um nicho de mercado, de todos aqueles que não fumam, nesse caso, pode sempre optar por vender computadores somente a pessoas que não fumem, mas nada vai impedir, de as pessoas que não fumem os vendam mais tarde ou posteriormente a fumadores, gerando-se aqui um mercado de segunda mão e mesmo paralelo.

Na minha opinião, a questão não tem pés nem cabeça, penso que seja, uma medida mais comunicacional de partilhar com o público, que é uma marca que não está interessada em pessoas que fumem, além de ser uma boa maneira de fazer publicidade à marca de forma barata.

Deixo a Questão: Que pensa de um fabricante de computadores se recusar a reparar um computador só porque o dono é fumador?

Tenho Dito

RT

Sugestões de Programas de Televisão Com Alguma Qualidade…

Bons Programas na Televisão em Portugal...

Hoje trago um apanhado interessante que o Jornal I publicou no dia de ontem, ou seja, a escolha de programas que tenham conteúdo, como tal passo a transcrever o mesmo, e deixo ao livre arbítrio de cada um o comentário.

«Surpresas dentro da caixa: Andar pelo mundo sem sair do sofá

Viagem por algumas das pérolas menos evidentes da televisão por cabo em Portugal

A televisão é tudo: informação, entretenimento, cultura e selvajaria, necessidade e inutilidade. Tanta coisa, tantas coisas, que é impossível ver tudo. A sobrecarga de informação pode electrocutar os neurónios. É preciso escolher.

Quem tem quatro canais não tem opção; passam as mesmas coisas às mesmas horas, e as coisas que passam formam um círculo fechado. Mas quem tem essa orgia televisiva que é o cabo (ou o satélite) mal sabe para onde se virar.

O pacote básico da ZON tem 65 canais, o funtastic 110 e há ainda os canais que se podem assinar; o catálogo lista um total de 265 (no Meo são 130 canais). A volta ao mundo por 50 euros.

No meio da profusão, escolhemos uns poucos de programas que têm algum valor acrescentado. Não é uma escolha nem abrangente nem definitiva; é apenas uma opinião.

 

CIVILIZAÇÃO

Cidades debaixo da terra
Don Wildman começou por explorar os subterrâneos mais óbvios: a Berlim nazi, os cofres de Las Vegas, as rotas de fuga na Sicília. Depois passou às grandes cidades, como Roma, Paris e Londres, e a seguir a cidades menos universais com subterrâneos interessantes, como Lisboa. As cidades enterradas debaixo das actuais têm milhares de anos e traços de muitos sucessos e desgraças. É uma lição de história e também um visão do avanço, do secretismo e da efemeridade das civilizações.
Canal de História, esta semana: quinta, 18h00, sexta, 10h00 (a partir de Dezembro, nova série, quinta, 22h00)

Ice Road truckers
Nas franjas do conforto ainda há aventura. Esta série relata ao mínimo pormenor a vida e os desafios dos camionistas que abastecem os postos mais avançados do Alasca, a 400 quilómetros do Círculo Polar Árctico. As perigosas estradas de gelo compactado têm de ser refeitas todos os anos e os camionistas são uma mistura de cowboys e exploradores. Tudo sustentado pelo petróleo, cada vez mais longe e mais escasso.
Canal de História, sexta 22h00 (muda todas as semanas)

Grandes Batalhas da História
A guerra é estúpida, mas são as guerras que geram o nexo da história e eram as batalhas que determinavam o resultado das guerras (parece que já não há batalhas, a arte da guerra está sempre a evoluir). Um confronto armado é uma combinação da melhor tecnologia da época, de engenho, coragem, loucura e brutalidade. Esta série, que combina documentação histórica com a encenação de certos pormenores, dá uma ideia minimalista e abrangente dos grandes momentos de violência, que refazem os mapas políticos.
Discovery, dias e horários variáveis (esta semana não passa)

Grandes Livros
A lista de livros fundamentais é extensa, felizmente. De Galileu a Victor Hugo, de Edgar Allan Poe a George Orwell, esta série, que poderia durar eternamente, vai descrevendo os livros que mudaram alguma coisa, localizando-os no contexto histórico. Ficamos a saber quem era o autor, o que o movia e o impacto da sua obra. Numa época em que há cada vez menos apetência por ler (embora se leia mais que nunca), é uma boa maneira de conhecer as circunstâncias e as pessoas de algumas obras de ficção e ensaio que deveriam estar sempre em catálogo.
Discovery Civilization, quarta, 00h12, quinta 9h48, 19h24

 

TECNOLOGIA

 

Click
Os avanços na electrónica, cibernética, internética, nanotecnologia, robótica e similares são diários e impressionantes. Este programa, feito com humor e uma linguagem que qualquer avozinha percebe, dá as últimas tendências e a “novidades” de hoje, assim como uma visão de como será amanhã. Também faz uma listagem de alguns sites, entre os milhões à disposição. A variedade é sobrepujante, uns bites bem escolhidos ajudam sempre.
BBC Internacional, dias e horários variáveis

Mega Construções
Há vários programas de engenharia pesada, mas este tem a graça especial de Danny, um totó igual a todos nós, que fica de boca aberta com a magnitude destas obras que desafiam a imaginação. Numa linguagem que qualquer poeta percebe, Danny mostra-nos como encaixam peças metálicas do tamanho dum edifício de dez andares, hélices maiores do que um cacilheiro e pontes que voam por cima de estreitos. No conforto do lar, não nos apercebemos das infra-estruturas cada vez mais faraónicas que sustentam esse conforto.
Discovery, terça, 21h15, quinta, 10h40, sábado, 17h35

 

Dirty Jobs
Mike Rowe apresenta-nos os trabalhos mais sujos, desagradáveis e perigosos que a civilização exige diariamente. Desde limpeza de pocilgas industriais e inseminação de vacas a tratamento do lixo e colheita de ostras em pântanos imundos, não há limite para os trabalhos miseráveis e indispensáveis para que o resto das pessoas tenha vidas agradáveis de mãos limpas. Mike faz questão de executar as tarefas e mantém um humor inacreditável em funções que parece que nenhum dinheiro compensa.
Discovery, 3 vezes por dia, horário variável

 

NATUREZA

 

Entre insectos e outras feras
Talvez nós, humanos, sejamos indesculpáveis, mas não somos, nem de longe, a espécie mais violenta da criação. Esse recorde vai sem dúvida para os insectos, não só pelos instrumentos de tortura e morte que possuem naturalmente (entre pinças e venenos) como pelo modo impiedoso com que matam e comem vivos. Só um maluco como Phil DeVries para pegar num escaravelho que mata um homem em 24 horas, ou numa raia com um arpão mortal e achar muito engraçado.
National Geographic, dias e horários variáveis (esta semana não passa)

 

Hooked
Não são só os insectos que metem medo. No mundo aquático existe uma grande quantidade de monstros de aspecto aterrador e armamento poderoso — ainda hoje se descobrem novas espécies, à medida que se explora a maiores profundidades. Zeb Hogan não hesita em ver, tocar e mexer em animais aquáticos que parecem tirados dum filme de terror. Só fica satisfeito quando nos coloca umas goelas fatais em frente do nariz — e não são as tais gárgulas das profundezas; piranhas de rio, peixes-gato do delta, raias do mar, estão todos à distância de um mergulho estival.
National Geographic, dias e horários variáveis (esta semana não passa)

 

CRIANÇAS

 

Lazytown
O talento, tal como a intriga, podem vir dos lados mais inesperados. Este programa vem da Islândia e foi inventado por um instrutor de ginástica. Mistura pessoas reais que parecem bonecos, com bonecos reais que parecem pessoas reais, e muita pós-produção; o resultado é um mundo solarengo de plasticina muito colorida. O vilão quer que as crianças comam junkfood e fiquem em casa a ver televisão, o bom quer que comam legumes e tenham uma vida ao ar livre.
RTP2, diário, 7h16 e Panda, diário, 9h30, 19h30

 

Phineas e Furb
Os criadores, dois americanos que se conheceram a trabalhar n’“Os Simpsons”, tiveram dificuldade em vender a ideia porque as histórias pareciam complicadas de mais para caber em 11 minutos. Dois irmãos inventam máquinas e actividades inacreditáveis que a irmã mais velha, Candance, tenta denunciar aos pais, sem sucesso. Têm um ornitorrinco (isso mesmo, um ornitorrinco) que é agente secreto e desaparece para enfrentar um cientista maluco. Também há muita música divertidíssima.
Disney Channel, diário, 8h10, 18h30

 

A nova escola do Imperador
O argumento é surrealista: um imperador Inca tem de ir para a escola mas é preguiçoso e arrogante, embora simpático. No original tem as vozes de Eartha Kit (a cantora), John Goodman e Miley Cyrus. Mas o mais fantástico é a estética, entre o art-decô e o inca, e o traço geométrico e expressionista. Izma, a malvada é uma figura particularmente bem conseguida.
Disney Channel, diário, 8h35, 19h00»

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/33463-surpresas-dentro-da-caixa-andar-pelo-mundo-sem-sair-do-sofa, a 18 de Novembro de 2009, no Jornal I

Boa Sugestão!

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Custo dos Pagamentos por MB em Lojas, Vão Ser Imputados aos Clientes…Só Mesmo em Portugal…

Taxas por Uso dos POS

Taxas por Uso dos POS

Hoje, trago uma noticia, relativamente a pagamentos por meio electrónico, ainda à dias, vim falar de uma taxa de utilização do cartão nos ATM, agora esta, é com a utilização do cartão nos POS dos comerciantes, passo a transcrever a mesma, e de seguida, dou o meu comentário:

«Comércio vai poder taxar pagamentos com cartão

Bruxelas deu liberdade de escolha e Portugal, ao contrário da maioria da Zona Euro, optou por permitir que os comerciantes pratiquem preços mais altos para quem paga com cartão

Os comerciantes vão passar a poder cobrar uma taxa aos clientes sobre cada pagamento com cartões efectuado nas suas lojas. O Governo português decidiu, ao transpor a Directiva sobre Serviços de Pagamentos, deixar ao critério de cada comerciante se pretende ou não aplicar o designado surcharging, uma taxa adicional, cujo valor ainda não está definido. Para os consumidores, será um custo acrescido na hora de pagar ou um convite a andar com mais dinheiro na carteira.

A directiva em causa, que entra em vigor já a 1 de Novembro, dá a cada Estado membro a liberdade de permitir ou proibir a cobrança deste custo adicional na hora de aceitar um pagamento com cartão, seja de débito ou de crédito.

Segundo o DN apurou, a maior parte dos países da Zona Euro rejeitou a adopção desta taxa, enquanto outros, como o caso da Grécia, pediram algum tempo de reflexão.

Apesar de as novas regras não entrarem em vigor em Portugal no início do próximo mês, o diploma que transpõe a directiva está pronto e deverá ser publicado muito em breve.

No mercado português, a criação desta taxa está a passar despercebida. O Banco de Portugal foi ouvido e não se opôs à versão adoptada pelo Governo, a banca não comenta e as organizações de defesa dos consumidores parecem não conhecer o caso.

Algumas fontes contactadas pelo DN consideram que a medida não terá grande impacto, uma vez que prevêem que a maioria dos comerciantes não irá aplicar a dita taxa. Outras, no entanto, antecipam alguma polémica, lembrando que as políticas europeias em matéria de sistemas de pagamentos incentivam o uso dos pagamentos electrónicos, em detrimento do cash.

Os contestatários da surcharging alertam ainda para os riscos inerentes a um desincentivo ao uso do cartão, como seja o perigo de trazer mais dinheiro na carteira, a par de uma sobreutilização dos ATM (caixas automáticas), com a possibilidade de os bancos virem a repercutir estes últimos custos acrescidos sobre os clientes.

Por outro lado, alertam ainda outras fontes, incentivar o uso de dinheiro em detrimento dos cartões é um convite à fraude fiscal, uma vez que é mais fácil esconder receitas que não passam por um registo bancário.

O Eurocommerce, uma organização europeia que agrupa os representantes europeus do comércio, manifestou-se já contra esta iniciativa europeia, considerando que servirá para provocar descontentamento entre os clientes e discriminação entre os comerciantes que cobram e os que não cobram. Por estas razões, esta organização está convicta de que não serão muitos os comerciantes a aderir a este sobrecusto. »

In: http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1401538, em Diário de Notícias, a 26 de Outubro de 2009

O meu comentário:

Sobre este assunto, devo mencionar que é um pouco ridículo imputarem o custo dos pagamentos ao cliente, pois senão reparemos, se os custos, neste momento são partilhados entre o prestador do serviço de POS, e o comerciante, quer dizer, que pelo menos nos preços de cada produto, está reflectida metade da taxa que o comerciante suporta, quer o cliente opte por pagar com recurso ao MB ou não, ou seja, quem não usa o serviço de MB, acaba por pagar, mesmo não usando.

Desta forma, penso que é ridículo, colocar uma taxa ao cliente, que opte por pagar por MB, pois se a tendência é para que o dinheiro siga os valores deste século, ou seja, seja mais virtual, e não tão tangível como até então, a ideia, é que tendencialmente seja reduzido o número de notas e moedas a circular.

O que a lei vai fazer, é fazer com que as pessoas, para se resguardarem do pagamento, vão levantar maiores quantidades de numerário, o que vai obrigar as entidades bancárias a terem as ATM dos bancos, mais reforçadas, o que vai originar um maior custo para os bancos, pois tem que providenciar mais dinheiro e liquidez imediata. Outra solução, é optar por pagamentos, como por exemplo, o cheque, obrigando mais uma vez, a um reforço de pessoal, nos bancos. Denote-se que em ambas as situações, o comerciante sai prejudicado, pois tem que ao fim do dia, tem que ter o custo ou o trabalho de ir depositar o numerário e os cheques, tendo a agravante de correr o riscos que o cheque pressupõe e a liquidez do mesmo, que não é tão imediata, é sempre mais preferível uma transferência bancária que é mais célere.

Outra questão, é o criar de conflitos entre comerciantes, pois temos o problema, dos comerciantes que praticam a taxa, e os que não a vão aplicar, e tendencialmente as pessoas, vão querer ir para quem não pratica a taxa, até porque já lá vai o tempo, em que se ia à caixa MB levantar dinheiro para ir às compras, as pessoas, passam, observam as montras e entram e compram, se ao observar, tiverem que ir levantar dinheiro, podem não voltar.

Penso que, uma solução, é como até agora, é encapotar o custo no preço, apesar de injusto, pois quem, não paga com cartão, acaba por pagar parte desse custo, mas é a forma de nos demonstrarmos simpáticos para com o cliente, e de poder não perder valor, é obvio que convém com o excedente, das pessoas que nos pagam de outra forma, e nos libertam verba, é de podermos oferecer descontos ou mesmo promoções aos clientes.

Penso que, esta polémica, vai criar atritos entre clientes e comerciantes, e comerciantes entre eles, penso que se toda a Europa, optar por isentar a taxa ao cliente, é porque, é de bom grado, facilitar a vida ao cliente, e de ter o dinheiro como cada vez mais virtual, pelo menos, é neste caminho que a banca e a sociedade tem ditado, porque razão devemos regredir, em detrimento de progredir…

Deixo a questão: Que pensa de os comerciantes cobrarem uma taxa ao cliente, quando este opte por pagar com recurso ao cartão MB?

Tenho Dito

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Saidas Para Portugal…Para Quando o Emprendedorismo dos Patrões de Portugal…Seria uma Forma de Apoio à Nossa Juventude Licenciada…

Soluções Políticas para Portugal....e os Jovens....

Hoje venho falar do ultimo programa Prós e Contras, que passou na segunda-feira, no Canal 1 da RTP, não vou transcrever nada, vou somente fazer a minha análise mais ao tema, do que propriamente ao programa, no entanto cá vai:

O tema, era que governações para Portugal, entre os presentes estavam várias personalidades, e foi discutido vários cenários, para Portugal.

A solução, que mais consenso foi a necessária união dos portugueses, de modo, a conseguir dar indícios ao governo para onde deve governar.

Muito se falou, mas o que mais denotei, foi que muitos indicavam que o nosso país, é um país de empreendedores, e como tal, teríamos facilidade de sair desta crise, através do empreendedorismo das pessoas.

Pois, muitos assistentes do público, falaram e muito bem que empreendedorismo é as pessoas se cultivarem, é as pessoas irem estudar aos 50 anos, é as pessoas lutarem por conseguirem ter boas carreiras, e de perseguirem os objectivos de vida.

Penso que a ideia de empreendedorismo, está correcta, e compartilho que os portugueses devem se colocar em torno de um objectivo, e tentarem todos conseguir atingir o mesmo.

Considero que o empreendedorismo hoje em dia, é os jovens terminarem o 12º ano, e prosseguirem estudos, para a universidade, pois nos dias que correm é um grave risco tirar um curso, pois é o mesmo que carimbar o desemprego.

Considero as pessoas licenciadas e nascidas nos anos 80, verdadeiros empreendedores, pois são pessoas, que lutam afincadamente contra o desemprego, prestando-se a actividades para as quais não estão qualificados e que ganham miseravelmente, sujeitando-se a tudo um pouco.

Outro problema, destes licenciados, é de não conseguirem fazer carreira, muitos deles entram no mercado de trabalho, depois de terminar o curso, e obviamente não apresentam experiência profissional até então, sendo que não tendo vagas nas suas áreas, tentam concorrer para áreas menores, e as pessoas tentam não dar oportunidade a estes indivíduos, pois consideram que, estas pessoas não são trabalhadoras fiéis, e que mal encontrem algo na sua área, vão fugir e deixar o trabalho a meio. Não nego que existam profissionais assim, no entanto, penso que a maior parte das pessoas não serão assim.

No entanto, não são somente os licenciados que tem este tipo de problemas, o mesmo se aplica à juventude em geral.

Considero que, a juventude tem necessidades, desejos e motivações, e que têm o desejo de se juntarem, de terem o seu canto, e de terem uma carreira sólida, e não terem que ficar eternamente em casa dos pais.

Actualmente, muitos sociólogos têm conjecturado que os jovens saem cada vez mais tarde casa dos pais, e que isto prejudica a natalidade, e consequentemente a sustentabilidade do país em termos de segurança social, e de contas públicas. Eu digo, as pessoas saem cada vez mais tarde de casa dos país, pois não conseguem estabilidade profissional, para conseguirem atingir uma estabilidade económica, e que permita partir para uma sólida vida.

Conheço jovens casais, em que ambos são licenciados, e não conseguem ter estabilidade de emprego, pois os patrões contratam e depois de 6 meses mandam embora, para encontrar outras pessoas, e assim vão vivendo, estes casais, tem indícios graves de depressão, pois não conseguem ter uma estabilidade profissional, muitos deles não conseguem ter um namoro normal, pois altos valores de atentado ao pudor e à liberdade das pessoas cruzados com faltas de verbas, fazem com que os namoros, por vezes sejam piores que no inicio do século XIX, denote-se que estes casais apresentam anos de namoro acima dos 6 anos, muitos deles estão com 9 anos de namoro, portanto, não colocamos neste momento, a questão de que as pessoas namoram, as pessoas tem a certeza dos companheiros que escolheram, no entanto, a vida não pretende que a sorte seja bafejada para estas pessoas. O mais grave aqui, é que os valores económicos e de carreira, estão a destruir valores da nossa sociedade, os país pedem para os filhos saírem de casa e anseiam pela chegada dos netos, os jovens querem sair dos regimes por vezes fascistas que estão em casa, mas não conseguem, tudo porque, não há emprego, porque a economia não os quer, não os desejam, sendo ainda pior, quem vai ser afectado em ultima instancia vai ser a sociedade e a governabilidade do país.

Os empregos, que a maioria das pessoas tem neste país, são empregos com fracas remunerações, o que sem motivação e sem aumentos ao longo do tempo de ordenados, faz com que as pessoas, tendencialmente não se apliquem por nenhum patrão, e que desmotivem ao longo do tempo, o que faz com que a produtividade baixe, e não cresça. Denote-se que se os patrões investirem nas pessoas, e as que remuneraram de forma correcta e justa, vão estar perto dos melhores resultados de sempre, denote-se que as grandes empresas, são as que melhor pagam, e são as que possuem melhores índices de produtividade

Penso que o empreendorismo, está presente nos patrões, em querem apostar nas novas gerações, em apostar nos licenciados, e de lhes dar a estabilidade, dar uma carreira, para estas pessoas poderem seguir as duas vidas, para poderem gerar verbas e sustentar a segurança social, para poder assegurar as reformas dos nossos pais, e das pessoas, que estão no activo e que estão enquadradas nas fachas etárias dos 40 aos 50 anos.

Penso que é necessário ter bastante cuidado, pois qualquer estratégia para que se saia desta crise, deve ser sustentada com uma grande aposta na juventude, essencialmente a juventude licenciada, pois estas pessoas estão muito vem formadas e tem capacidades incríveis, se forem muito bem motivadas, muitas delas, basta somente fomentar a estabilidade profissional, para ter óptimos resultados, não sendo necessários grandes valores de ordenados.

Penso que o patronato e os governantes, pensem bem qual a estratégia que devem optar, mas penso que a dos jovens licenciados, são a opção mais célere e barata para se fazer com que a produtividade das empresas, seja incrementada e consequentemente a produtividade do país suba, e resolvam problemas da economia governamental.

Deixo a Questão: Para onde deve ser dirigida a governação de Portugal?

Tenho Dito

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Em Portugal…a Pobreza já ascende os 40%…Que Será Deste País?

Pobreza em Portuga, Fixada a 40%...

Pobreza em Portuga, Fixada a 40%...

Hoje vi, uma notícia que vou confessar, me chocou, pois não penava que fosse assim tantos, mas são 40% de pobres em Portugal, passo a transcrever a mesma, e faço um comentário à mesma.

« Taxa de pobreza poderá rondar os 40 por cento

O presidente da Assistência Médica Internacional afirmou hoje, sexta-feira, no Funchal, que a taxa de pobreza poderá rondar os 40 por cento se incluir o número de pessoas com rendimento social de inserção e complemento social para idosos.

“Combater a pobreza é uma causa nacional”, disse o médico durante o terceiro congresso nacional dos economistas, que decorre até hoje na capital madeirense, acrescentando que uma análise mais profunda à situação poderá indicar que a taxa da pobreza em Portugal poderá rondar os 40 por cento, se fossem tidos em conta os números dos que usufruem do rendimento social de inserção e do complemento solidário para idosos.

Fernando Nobre argumentou assim existir uma “uma pobreza estrutural no país acima dos 40%”, declarando: “Não aceito esta vergonha no nosso país”.

A situação da pobreza em Portugal, reforçou, “é uma vergonha” e o seu combate deve constituir “uma causa nacional”.

Fernando Nobre rejeitou “as cirurgias plásticas para as mudanças no mundo” e sustentou que Portugal deve “redistribuir melhor a riqueza”, para contrariar o facto de  muitos jovens estarem a abandonar o país “porque perderam a esperança”.

Apelou aos empresários para serem mais “inovadores e empreendedores”, defendendo aumentos do salário mínimo nacional.

Para Fernando Nobre, este é “o momento de repensar que mundo queremos”.

Sobre os factores que indiciam a conjuntura económica difícil, recusou existir razões para “ceder a paranóias”, sublinhando ser necessário  que as economias capitalistas sejam “prudentes”, usem de bom senso e não embarquem em “cantos da sereia”. »

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1399556, a 23 de Outubro de 2009, em Jornal de Notícias

O meu comentário:

Desde já a denotar, é lamentável que quase metade dos portugueses, sejam pobres, não admira pelo menos na minha óptica, que o país não ande para a frente, nem seja competitivo.

Curioso, é que os modelos económicos, não consagram alguma política, para tentar reparar este mal, ou seja, tentar fazer com que o país crie riqueza e a mesma, seja distribuída de uma forma justa e ordeira por todos.

Denote-se que, as pessoas que têm rendimentos, ou seja, os que estão de fora destes 40% enumerados na notícia, estão inseridas na mesma sociedade que os pobres estão, simplesmente, o termo sociedade, pressupõe que as pessoas vivem em conjunto umas com as outras, e interagem umas com as outras, logo, penso que continuar a ser incrementada esta taxa de pobreza, vai fazer com que as pessoas que tem rendimentos, trabalho, a continuar a crescer o fosso entre ricos e pobre, só vai levar à crise seja ainda mais atroz, e que vai originar, que os que não perderam emprego, possam o vir a perder, em virtude de não existir público para os produtos e serviços oferecidos.

Numa sociedade, convém ter a noção que nem tanto ao mar, nem tanto a terra, não podemos ser todos ricos, nem podemos ser todos digamos pobres, pois a sociedade, além de valores, rege-se pró princípios.

Uma sociedade rica, tem teoricamente menos problemas sociais, que uma sociedade probe.

Uma sociedade pobre, origina violência, e problemas de inserção sócias, bastante graves, e como tal, devemos ter em conta, que no caso de Portugal, a taxa de 40% é muito grande, e que fenómenos como assaltos, violência, carjacking, etc.

Penso que são muito graves e nefastas as consequências da pobreza, pois as pessoas, não tendo como sobreviver, vão se inserir pelo mundo do crime, isso é inevitável.

Em Portugal, penso, deveriam ter uma política para ajuda, a estas pessoas, e tentar tornar estas pessoas úteis, pois parte do desemprego, foi causado por questões internacionais, e como, não se controla não podemos culpar directamente as pessoas, então a solução é tentar ajudar, tentar orientar a nossa sociedade, para valores comuns, algo que se nos unirmos, e consigamos atingir o objectivo, poderemos sair da crise, poderemos criar riqueza, e sermos todos úteis…

Pena, que para já, o nosso governo, ainda não tomou posse, no entanto, espero que tenham noção destes números, e tenham em mente, tentar resolver estas situações, e criar um projecto em que nós portugueses possamos todos acreditar, e que nos una, como foi o caso, do euro 2004,

Penso que a pobreza, não ajuda ninguém, nem é boa para um país, pois pensemos, que vale uma pessoa ser rica, num país onde quase metade do país é pobre? Será que vamos ser felizes? Será que não se perde a oportunidade de tentar fazer rentabilizar o dinheiro, de o multiplicar?

Vamos a ver o que vai ser feito, espero que tentem mudar esta perspectiva, e que os 40%, baixem.

Deixo a Questão: Que Pensa de termos 40% de Pobres em Portugal?

Tenho Dito

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Ordenado Mínimo: Aumento de 25€, Valerão a Pena no Combate à Crise? Veja Aqui a Análise a Esta Questão…

Ordenado Mínimo - Aumento de 25€?

Ordenado Mínimo - Aumento de 25€?

Ainda esta semana, trouxe parte deste tema ao blog, no entanto, no decorrer de uma notícia que saiu num diário no dia de ontem, decidi chamar de novo à atenção para este tema, passo a transcrever a notícia, e de seguida dou o meu comentário:

«Salário mínimo Os aumentos levam a mais desemprego?

A ideia de que o impacto não é significativo é objecto de disputa entre economistas, mas a situação da indústria recomenda prudência

Aproxima-se a batalha negocial entre confederações patronais, sindicatos e governo em relação ao valor do aumento do salário mínimo nacional em 2010, intensifica-se a pressão e reforçam-se argumentos de todas as partes, mas deixa-se de lado a pergunta: afinal que impacto tem uma subida do salário mínimo nos custos das empresas e no mercado de trabalho no contexto actual de recessão e desemprego recorde? A resposta continua ainda hoje a gerar controvérsia entre economistas, mas sugere prudência ao governo: tradicionalmente uma subida do salário mínimo não tem impacto significativo no emprego, mas na situação actual poderá trazer problemas à indústria portuguesa.

A questão é pertinente numa altura em que CGTP e UGT pedem um aumento da remuneração mínima no próximo ano dos actuais 450 euros para 475 euros – a meio caminho da meta de 500 euros em 2011, acordada há quatro anos na concertação social. As confederações empresariais, como a CIP (indústria) e a CTP (turismo), estão contra os aumentos, invocando o esmagamento financeiro provocado pela crise e a ausência de medidas de apoio aos sectores em que o salário mínimo pesa mais. Os sindicatos recusam rever o acordo e defendem que o aumento dinamiza a procura interna.

“O impacto da subida nos custos das empresas em termos médios tende a ser muito reduzido”, aponta ao i Ricardo Paes Mamede, economista do ISCTE, em Lisboa. O estudo de previsão que fez para 2008 (ano em que o salário mínimo subiu de 426 para 450 euros) aponta para um impacto médio de apenas 0,13% no custo das empresas com estes trabalhadores. “Desde a realização do estudo aumentou o número de pessoas com salário mínimo, mas ainda assim arriscaria dizer que o impacto nunca será superior a 1% dos custos salariais, o que significa em média 0,25% dos custos totais das empresas”, acrescenta Paes Mamede. A conclusão – que peca “por defeito”, avisa o economista, uma vez que há mais 111 mil trabalhadores com salário mínimo em 2008 – está em linha com as conclusões de um dos estudos referenciais na década de 90 (que gerou reacção forte), que defende o impacto nulo desta prestação no fecho de empresas e subida do desemprego.

Contudo, resta saber de que maneira o actual ciclo económico e o peso específico do salário mínimo na indústria afectam estas conclusões. Um estudo do Banco de Portugal de Maio de 2008 revelou pela primeira vez que as empresas com maior incidência de salário mínimo são mais vulneráveis a choques externos negativos, sobretudo porque estão proibidas por lei de descer os salários. “De facto, as restrições do salário mínimo mostraram que aumentam a taxa de insucesso das empresas”, conclui o estudo dos economistas Pedro Portugal e Anabela Carneiro.

É sobretudo na indústria que o problema se levanta: está exposta à concorrência internacional e tinha antes de 2008 o maior peso de trabalhadores com salário mínimo (25,7%). Além da subida deste custo pouco flexível (que aumentou 23% desde 2004), contam-se outras dificuldades como o euro forte (mais 20% desde Fevereiro), a subida do petróleo e a restrição do crédito. Por outro lado, o salário mínimo é muitas vezes um valor de entrada no mercado de trabalho – ao subir-se a fasquia, várias empresas poderão contratar menos, num ano em que a OCDE espera que o desemprego ultrapasse os 11%.

Contudo, os economistas e alguns empresários sugerem que há formas alternativas de compensar as eventuais perdas, sem mexer na remuneração dos 365 mil a salário mínimo, como ajudas aos sectores mais afectados, o que de resto já faz parte do acordo de 2006. Sublinham que esta prestação não é referência para os restantes trabalhadores. “Estamos a falar do mínimo e não do geral, que, se subisse na mesma proporção, causaria graves problemas de competitividade”, aponta Paes Mamede. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/29054-salario-minimo-os-aumentos-levam-mais-desemprego, a 22 de Outubro de 2009, no Jornal i

O meu comentário:

Sobre o aumento de apenas 25€ no ordenado mínimo, já aqui, ainda esta semana, manifestei aqui a minha opinião sobre este assunto, em que penso, que para bem do país e para bem da motivação dos trabalhadores, motivação do país em torno de uma causa comum que é a recuperação económica e tentar ultrapassar a crise.

No entanto, penso, e como aqui ainda disse esta semana, que seja um custo, no entanto, penso que é custo que os patrões devem tomar como sendo um investimento, ou seja, ao dar mais 25€ a mais no ordenado, já de si mísero, pois ninguém consegue viver, somente com o ordenado mínimo, vão incrementar a produtividade e aumentar a motivação dos portugueses, no local de trabalho.

Se repararmos, nas áreas onde se paga o ordenado mínimo, caso o trabalhador não seja aumentado, dá azo para que, este salte, ou então desmotive, dê origem a fuga de informação para os concorrentes, e muitas vezes, vão mesmo para a concorrência, levando consigo a formação que foi dispendida com o trabalhador, e o know-How, que se tinha na organização, sendo, que no pior das hipóteses, pode mesmo levar colegas, e assim desfasar e desmotivar a equipa que tínhamos na nossa organização.

O custo, pode ser, feito com redução de disparidade entre quem aufere ordenados baixos, e quem aufere os mais altos ordenados, é grande, como tal, penso que uma redução em quem aufere mais, para dar aos mais abaixo, pode causar uma coesão da equipa, que labora numa organização, em torno de um objectivo, e deve-se ter em conta, que se tivermos, uma boa equipa, é mais de 50% para alcançarmos o sucesso.

Outra questão, é preferível que se aumente 25€, em vez de percentagens, pois convenhamos que 5% de 500€, é muito diferente de 5% de 5000€, ou seja, quanto mais alto, é o valor base, maior será o aumento, logo, quem sai beneficiado são quem aufere mais, aumentando o fosso entre quem aufere menos e quem aufere mais.

Penso que a guerra, relativamente ao ordenado mínimo, ainda agora está a começar, e ainda muita tinta vai correr, no entanto, penso que como em tudo, existe a regra do bom senso, em que devem se entender e essencialmente cumprir com o prometido anteriormente, no entanto, caso não seja possível, penso que se deve dar outra regalia de forma a suprimir esta lacuna.

A minha opinião, era de se elevar os 25€, penso que é um valor justo e que em 14 meses de trabalho, seria praticamente quase um ordenado, pois daria 350€, o que, penso que por vezes, existem despesas secundárias nas empresas, que são bem superiores e não tem tanto cariz de investimento, como incrementar a motivação dos funcionários com apenas mais 25€ mensais.

Deixo a Questão: Que Pensa do Aumento de 25€ ao Ordenado Mínimo Nacional?

Tenho Dito

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Que Futuro para Portugal?? Veja Aqui Algumas Soluções…

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Hoje venho dissertar um pouco sobre o programa que vi na passada segunda-feira, à noite, no canal 1, da televisão estatal. O programa, penso que seja de conhecimento público, é denominado pelo nome de Prós e Contras.

Para quem não, conhece, trata-se de um programa, que tem duas bancadas, e de um lado estão as pessoas que são a favor de um tema, e no outro, estão pessoas, que são a favor de outro tema, mediado pela Jornalista Fátima Campos Ferreira e tem público, que pode até colocar algumas questões aos intervenientes do programa.

Pois bem, o tema de apresentado, neste mesmo programa era «O Futuro de Portugal?», pois bem, este tema, vem no enquadramento, de entrada de uma nova legislatura, ainda que seja em minoria, e se era possível governar, e quais as directrizes que a mesma deveria ter.

Os intervenientes iam desde O presidente da AMI, O presidente da Ordem dos Advogados, O presidente executivo do BPI, um politólogo, o vice-presidente da CIP e um ex ministro da educação, neste caso, discutiam prioridades que o país deveria ter, para poder sair da crise em que está, infelizmente ainda hoje encalhado.

Foi discutido vários itens, os mais relevantes, penso que foram, tentar terminar com a pobreza que existe, quer através de políticas activas, quer através da criação de emprego; outra questão que levantou, bastante polémica, foi a questão do ordenado mínimo, não ser suficiente para viver, a questão foi unânime, pois todos concordaram, que não é possível se viver nos dias de hoje com 450€, no entanto, o vice-presidente da CIP, defendeu que existem países com salários, bem menores que o praticado em Portugal; outra situação que levanta polémica, é a criação de riqueza, pois existem várias formas de a criar, uns defendem através de trabalho, outros através de obras; término da corrupção em Portugal, mas como não é possível erradicar a mesma de vez, deveria-se tendencialmente a reduzir para níveis mínimos.

Na minha opinião, e pelo que foi dito no debate, eu espelho-me, com assuntos e prioridades, dadas pelo presidente da AMI, pois penso que é necessário reduzir e se possível, terminar com a pobreza em Portugal, quer através de apoios estatais, quer por criação de empregos, para que as pessoas, se possam sustentar, e possam restaurar muitos dos fundos que o Estado Português gastar em prestações sociais, é inevitável, por muito que seja especulado, é necessário que deixemos de ser conotados como sendo um pais da América do Sul, e passemos a parecer um pais Europeu e que estejamos à altura de competir com grandes potências Europeias.

Outro aspecto que me chamou à atenção, foi a questão do valor do ordenado mínimo, os empresários não o querem aumentar, o governo tem uma meta, e necessita de o incrementar de forma a cumprir o prometido, e penso que, apesar de ser um custo para as entidades empregadoras, deve ser visto como um incentivo, algo que o trabalhador ao receber mais, vai ficar tendencialmente mais motivado, e vai consequentemente produzir mais, e melhor, logo, fica a ganhar em primeira instancia o empregador, mas no global e no médio longo prazo, a economia nacional. Mas desafio os empregadores, a viverem basta um mês com o valor de 450€, e já não falo sem as regalias, e vão ver que é muito pouco, mas que principalmente, se vai inflectir na sua prestação no trabalho, originando, desleixo e desmotivação, é inevitável que se olhe para as pessoas, como pessoas e não máquinas. Agora para resolver os incrementos de custos que origina o aumento do ordenado mínimo, que tal congelar, os aumentos dos ordenados, dos altos cargos, de modo, a diminuir a discrepância presente entre os ordenados mais baixos e os mais altos, e lembrem-se sempre 1% sobre 500€, é bastante diferente de 1% sobre 5000€. Denote-se que o ordenado, é a primeira grande fonte de motivação de um trabalhador.

Falou-se vagamente no debate de emigração de pessoas qualificadas, sendo que esta taxa, infelizmente, está a aumentar, eu digo infelizmente pela razão, que anualmente o Estado, gasta muitos euros a formar pessoas, a sustentar as escolas e universidades, e para onde vai esse investimento? Pelos vistos foge do País, pois o Estado, não consegue os segurar, pelas mais diversas razões, mas a mais notória é mesmo, a questão do emprego, e da estabilidade profissional, e consequentemente a estabilidade da vida pessoal. Penso que, é urgente, repensar o destino que estão a dar aos jovens, especialmente aos qualificados, estão a ser desprezados e estão a fugir, estes jovens em vez de «saldarem» com trabalho, o que foi investido neles fogem, embora saiam conscientes que o País não quis «receber» o pagamento.

Quanto à questão da riqueza, penso que existem muitas formas de a criar, no programa foi defendido, que é necessário que a riqueza seja criada, e que a mesma, deveria ser ter origem, num grande envolvimento social, pois se for uma grande causa, as pessoas aderem, pois bem, em certa parte eu concordo, que a mesma deve, ser parte integrante dos mais diversos sectores económicos, no entanto, no referido programa também foi enumerado, algo que penso que também é verdade e que também sou obrigado a concordar, é a questão das pessoas hoje, em dia serem mais individualistas e esta mesma situação estar a suscitar conflitos, que mais tarde, ou mais cedo, vão rebentar, e causar dados irreversíveis na nossa sociedade. Perante esta situação, penso que para existir uma coesão, é necessário criar objectivos pequenos, de fácil alcance, de forma a fazer com que as pessoas, se juntem e tentem atingir, e que se sintam gratificadas por o atingir.

Um exemplo, de grande coesão, em Portugal, foi o Europeu de 2004, em que as pessoas, se juntaram, e fizeram um excelente trabalho, pois sentiram-se gratificadas com o excelente espectáculo que proporcionaram ao mundo.

Portanto e para concluir, penso que devemos produzir riqueza, no entanto, deve-se saber receber e retribuir, ou seja, não podemos pedir aos trabalhadores para produzirem, e não sabermos dar em troca, não falo somente em bens monetários, mas sim em motivação, em envolver os mesmos, na estratégia do País e na organização em que estão integrados.

Devemos evitar a saída dos cérebros de Portugal, estas pessoas, têm muito para dar ao País e vão ter que ir dar lá fora, o que faz com que os nossos «concorrentes, fiquem de certa forma, mais coesos, e neste mundo global, tenhamos mais adversidades, deixar estas pessoas saíram, é o mesmo, que estar a oferecer de mão beijada o ouro ao bandido.

A pobreza, é algo que penso que também tem que se encontrar solução, pois é uma forma de diminuir muitos dos nossos problemas sociais actuais, emprego, e mesmo porque não formação profissional, de modo, a dotar e a despertar, nestas pessoas novas valências e aptidões que os permitam encontrar um rumo, se possível para as suas vidas. Muitos das pessoas que vivem em exclusão social, e que estão aptas a trabalhar, só estão inseridas neste problema, essencialmente às adversidades sociais e aos conflitos que existem, entre ricos e pobres, se assim se pode, de uma forma vulgar denominar.

Os conflitos socais, tendem a se agravar, caso as pessoas sejam cada vez mais pobre, se sintam cada vez mais excluídas, eu pessoalmente, conheço pessoas com curso superior, que estão a sentir-se bastante excluídas da sociedade, e que não tendo ocupação, e ficando com mais idade, e sem emprego, vão ficando mais empobrecidas, e tenho mesmo receio, que muitas delas, não voltem as costas à sociedade, e surja aqui um novo factor de exclusão, denote-se que muitas delas estão mais secas, e estão a borrifar para tudo e todos, de onde pensam, que penso, por o andar da carruagem, esteja assim tão distante, que é a exclusão das pessoas licenciadas, e nascidas na década de 80, mas que são velhas para trabalhar, tem qualificações a mais e como tal têm que ser excluídas da sociedade, é verídico, deixo um apelo, para que se aproveite estas pessoas, o quanto antes, e mesmo se dê prioridade às mesmas

No global, penso que o debate falou de coisas concretas, no entanto, deixou no ar algumas directrizes para a resolução de problemas, não abriu lugar a estratégias em concreto, no entanto, penso que as soluções apontadas, foram bastante boas, só tenho a indicar que é pena que, nenhum dos intervenientes tenha a noção da realidade, da juventude actual, enumerando, muitas vezes, a «geração deles», e não mostrando, apetência para a contratação de jovens, mostrando valor para os que estão a entrar na faixa etária dos 30 anos, e que não conseguem, ter um estabilidade profissional, para posteriormente, estabilizarem pessoalmente, e originem descendência ( que iria agradar a muitos que estão destinados, pelo andar das coisas, a não serem avós), que irá provocar emprego, directamente a educadores de infância, professores, educadores, pediatras, enfermeiros, etc; e vão ajudar a segurança social a diminuir o seu défice; penso que seria uma maneira de diminuir os conflitos entre jovens novos e velhos, os de pré-Bolonha e os de Bolonha, os com Curso Superior e os sem Curso, etc.

Para terminar, de todas as estratégias, a melhor é a que envolve todos em busca de algo comum, o ideal, é a salutar convivência, e não o desprezar da juventude.

Deixo a Questão: Que Futuro para Portugal?

Tenho Dito

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